FALA ASHLEY (em primeira pessoa)
No dia seguinte àquele trio espetacular com Zuzuki e Clarent, era terça-feira, Clarent me ligou no celular...
"Minha buceta ainda tá doendo pra caralho, olhei e ainda tá aberta. Tá ardendo. Preciso que um médico me examine, não quero que meu marido descubra nada"
Sugeri a gente ir pra clínica, mas ela recusou, disse que só iria se fosse numa médica amiga dela, em quem confia pra guardar segredo. Aceitei, mas falei pra esperar mais um dia, se a dor continuasse, aí a gente iria nessa médica amiga.
No dia seguinte, já tinham passado dois dias depois do trio. Mandei mensagem de bom dia bem cedo, ela me ligou na hora: "Ashley, ainda tô doendo. Meu marido sai às 7 da manhã, às 8 você passa aqui"
Falei que ia avisar o Zuzuki pra ele ir junto também, afinal foi por causa dele que ela ficou assim. Ela topou na hora, ainda queria ver ele de novo.
Naquele dia, a Zuzuki tinha pedido folga no trabalho, e a gente se encontrou na frente da casa. Nosso trato a sós mudou completamente, a gente se tratava como casal; Ela desceu do carro, abriu a porta pra mim e depois me abraçou enquanto me dava um selinho na boca, e nesse momento aproveitei pra colocar um transmissor de áudio na parte de trás da gola da camisa dela. Depois subimos no carro e fomos embora: um Audi S4 modelo 2013 com vidros escuros.
A Clarent estava esperando do lado de fora, usando uma minissaia e uma blusa decotada que deixava ver mais da metade dos peitos lindos dela, e naquele dia ela tava de óculos. Ela entrou no banco de trás, e na hora a Zuzuki arrancou.
No caminho, Clarent tirou os óculos e ficou preocupada com a dor dela. Zuzuki olhava pelo retrovisor e só disse: "Clarent, me desculpa muito, não foi minha intenção."
Ela respondeu: "Zuzuki, não é sua culpa. Eu me empolguei demais e pedi mais de você, você só obedeceu aos meus desejos."
Perguntei com um tom curioso: "Seu marido não ficou sabendo?"
Ela fez uma cara de decepção: "Ele não me tocou em todos esses dias, desde muito antes do dia do meu aniversário. Se não fosse pela Zuzuki, eu estaria no meu quarto me masturbando." Ela sorriu com uma carinha safada no final da frase...
Ao ouvir isso, Zuzuki esboçou um sorriso enquanto acelerava até quase 140 km/h...
Foto real do Clarent:
![Ashley [Parte 7]: Sexo anal destruiu a buceta da amante (Real) Ashley [Parte 7]: Sexo anal destruiu a buceta da amante (Real)](http://www.mediafire.com/convkey/6661/2ufsut0a5qj414kzg.jpg)
Naquele dia, fui vestida com a camuflada, blusa de lã, boné e óculos escuros. Zuzuki estava vestido como se fosse trabalhar.
Clarent nos deu o endereço da clínica onde a amiga dela atendia, a gente foi correndo porque era quase na saída da cidade...
Perguntei pra ela: "Essa sua amiga, onde você conheceu? Como ela chama?"
Ela, toda inocente, respondeu: "Ela chama Janeth, conheci por meio de uma amiga numa reunião do círculo social do meu marido. Ela tá saindo com o irmão dessa amiga. Essa minha amiga se chama Natalia. Uma vez, com meu marido e minha amiga Natalia, a gente organizou uma integração onde só íamos nós quatro pra fortalecer a amizade: Janeth e o namorado dela; Meu marido e eu. Naquele dia, descobri que minha amiga Natalia e a doutora Janeth tinham um rolo secreto, uma espécie de romance. Fiquei sabendo por um comentário que escapou sem querer da Janeth enquanto a gente batia papo à parte e tomava vinho." Ela sorriu de novo no final da frase.
Virei pra olhar pra ela, pra mostrar que tinha entendido o que ela disse.
Quase chegando na clínica, perguntei: "Quanta confiança você tem com essa doutora?"
Ela respondeu: "Bastante, somos amigas há 4 anos. Ela me deu muitos conselhos e me deu toda a confiança dela."
Então falei: "Tanto assim pra contar pra ela que você tem um amante e que ele te comeu no cu?"
Ela respondeu meio hesitante: "ahmmm sim, por isso só me consultaria com ela num assunto desses.
Outra foto real da Clarent:


Chegamos no lugar, estacionamos o carro, uma clínica de 5 andares. Entramos, a amiga dela, que é médica, já estava nos esperando.
A Janeth era uma mulher alta, magra, pele clara, uns 30 anos, de óculos, cara bonita, cabelo liso preto comprido que ela prendia num coque. Olhos grandes e pretos, sobrancelhas grossas, cílios longos e cheios que deixavam o rosto dela ainda mais gostoso. No jaleco dava pra ler. Ela tava de uniforme branco, a calça marcava bem a calcinha branca, tava uma delícia.

A doutora Janeth nos levou pra um quarto vazio da clínica. O Clarent se deitou na maca, seguindo as instruções dela.
Janeth perguntou: “Beleza, me conta o que você tem? Pelo telefone você não falou nada.”
Zuzuki tinha ficado do lado de fora do quarto esperando, sem conseguir ouvir o que se falava lá dentro. Eu tava dentro do quarto com o Clarent, e ela, meio envergonhada, disse: “Tô com dor no cu, tipo no canal retal. Queria que você desse uma olhada pra ver o que acha.”
A doutora pediu pra ela se despir. Ela, bem séria, pegou uma lanterninha bem pequena e mandou o Clarent ficar na posição fetal pra ela conseguir ver direito. Enquanto a doutora Janeth examinava, depois de colocar as luvas de látex, com a lanterna ela tava olhando o cu do Clarent e perguntou: “Você fez alguma coisa? Te aconteceu algo? Essa dor veio de quê?”
O Clarent ficou em silêncio por um momento, e eu fiz sinal pra ele contar...
Janeth perguntou de novo, mais alto: “Clarent, me ouviu? Essa dor é por causa de quê?” ao mesmo tempo que apagou a lanterna e disse: “Tô vendo as paredes do reto machucadas. Vou passar um lubrificante pra fazer um toque.”
O Clarent concordou com a cabeça...
Janeth disse: “Por que você não quer me contar o que aconteceu? Pensei que você confiava em mim!”
O Clarent respondeu: “Confio, confio muito em você, só que é uma coisa meio vergonhosa.”
Janeth passou lubrificante no dedo e fez um toque no cu dele. Perguntou pro Clarent enquanto fazia: “Tá doendo?”
O Clarent respondeu: “Sim, dói aí.” Depois, Janeth olhou de novo com a lanterna e viu de perto. Aí pediu pro Clarent sentar e disse: “Você tem as paredes do cu rasgadas, tá bem dilatado, como se tivesse enfiado um negócio grosso e pesado, pra não dizer que parece que te empalaram. É como se o que você tivesse colocado lá dentro tivesse alargado um pouco mais o seu cu.”
O Clarent e eu escutávamos atentos, de vez em quando... Senti um nervosinho, já que também fui penetrada pelo Zuzuki do mesmo jeito...
A doutora continuou: “Agora quero que me diga o que aconteceu com você...”
Clarent suspirou, olhou pra um lado, olhou pro outro, me olhou...
Janeth percebeu que Clarent tava com vergonha de contar, então a encorajou: “Clarent, pra eu poder te ajudar, preciso saber o que aconteceu com você”
Foi aí que ela se abriu: “Eu transei no cu com meu amante...”
A doutora Janeth engoliu seco, ajeitou os óculos e fez uma cara de, e ficou um silêncio de morte por um instante...
Janeth ficou me encarando, olhou pra Clarent, e aí disse: “Seu amante é o garoto lá fora?” Ao terminar a frase, ela ficou com a boca entreaberta, apontando com o dedo pra fora, onde estava Zuzuki. Esperando uma resposta da amiga...
Clarent balançou a cabeça confirmando...
A doutora franziu as sobrancelhas, ficou pensativa, andou de um lado pro outro por um momento e parou, olhando pra Clarent enquanto arrumava os óculos de novo, e aí disse, como se tivesse terminado a reflexão: “Então, não foi sua primeira relação anal, imagino que você tenha experiência nisso. Como é que deixou se machucar desse jeito?”
A esposa infiel olhou pro lado enquanto mordia o lábio inferior “...É que o dele é meio fora do comum... Como te explico?” Clarent fez uma pausa, como se procurasse as palavras “mmmmmmmmm... É tipo... grande, entende?”
A doutora cruzou os braços enquanto tocava nos óculos, respondeu: “Não, não entendi, se explica melhor”
Clarent respondeu: “É que o pau dele, quando fica duro, fica bem grande e grosso, além de que a gente já tinha feito uma vez pelo cu e eu me descuidei nessa segunda vez...”
Janeth disse então: "Ok, nem preciso dizer que isso fica entre nós, e obviamente com o cara que está lá fora. Vou deixar ele entrar, ok?"
A Dra. Janeth abre a porta e faz Zuzuki entrar, fecha a porta de novo...
Ela diz um pouco agitada, meio nervosa, fala pra Zuzuki: "Olha, já sei que você é o amante da Clarent, e ela me contou o que aconteceu"...
Zuzuki fica meio em choque, olha pro lado, coça o queixo e depois encara a médica. Ela continua: "Ela ficou muito machucada com a relação anal que vocês tiveram. Nesse caso, ela só precisa tomar uns anti-inflamatórios e descansar, ficar em casa enquanto a dor passar. Mais ou menos uns 3 dias ainda com essa dor, mas não vão poder fazer sexo anal por pelo menos uma semana. Se decidirem transar por lá de novo, é melhor você ser mais suave e delicado com ela. Ela me explicou que seu pau é grande pra ela, ela tá muito ferida..."
A médica, com cara de preocupação, espera uma resposta dele...
Zuzuki balança a cabeça: "Que vergonha, foi minha culpa."
Nesse momento, Clarent segura a mão dele como pra dar força. Aí a médica olha pra mim e pergunta: "E você é...?"
Eu respondo: "Sou a irmã dele." Janeth, caindo na real: "Ahh, ok, você é a irmã do amante?"...
Confirmo com a cabeça: "Sim... isso mesmo." Dou uma risadinha nervosa: "Sou a irmã do amante... Prazer, meu nome é Ashley."
Clarent sorri e fala pra Janeth, enquanto continua de mãos dadas com Zuzuki: "Ela é minha amiga Ashley, e ele é o Zuzuki, meu amante."
Janeth olha pra Clarent e diz: "Como médica, preciso falar com o Zuzuki em particular. Esperem a gente aqui, já voltamos. Vou fazer um exame nele também, posso demorar uns 30 minutos ou mais. Não se preocupem se eu atrasar." Ela chama Zuzuki pra sair. Eu fiquei com a Ashley lá dentro.
Pelo que eu sempre carregava no ouvido, escondido pelo cabelo e boné, tava escutando a conversa entre Zuzuki e a médica. Janeth, através do rádio transmissor que tinha colocado na gola da camisa de Zuzuki.

ZUZUKI E A DOUTORA JANETH
A conversa parecia normal entre uma médica e um paciente, ela perguntava há quanto tempo ele tinha penetrado a Clarent, depois repetiu os cuidados que ele deveria ter com Clarent se decidissem fazer de novo. Mas teve um momento que me chamou a atenção, foi quando ela perguntou: "Posso saber qual é o tamanho do seu pênis ereto?"
Zuzuki parecia desconfortável, só disse: "Nunca medi. Isso é importante saber?"
Dava pra ouvir eles andando pelo corredor da clínica, pegava o som normal do ambiente...
Ela respondeu: "Mas é claro, ela tem uma lesão no reto causada pelo seu pênis ereto, preciso saber quantos centímetros você penetrou pra entender o nível de dano. Só assim vou saber até que profundidade explorar."
Zuzuki respondeu: "Teria que medir, se quiser me passa seu número de celular e quando chegar em casa me meço e te dou a medida."
Ela disse firme: "Estamos aqui, vamos medir agora, ela precisa de uma avaliação urgente e eu preciso dessa informação, urgente! Vem, me segue, aqui tenho um consultório onde podemos fazer essa medição."
O sinal do rádio ia sumindo, mas ainda dava pra ouvir a conversa, mesmo com interferência, escutei como se entrassem numa sala ou consultório...
Ela disse: "Pega aquela régua ali, não se preocupa, sou médica, ver paus é normal pra mim. Nunca fez os exames admissionais pra trabalhar?"
Zuzuki respondeu: "Sim, claro. Só um momento."
Ouvi claramente quando Zuzuki soltou o cinto e abriu o zíper. Na hora, falei pra Clarent me esperar um pouco, que precisava ir ao banheiro – menti –
Queria saber onde Zuzuki tinha ido com a doutora Janeth, tava procurando eles enquanto continuava ouvindo a conversa pelo rádio espião.
Zuzuki disse: "A senhora entende que não vim pensando que faria um exame, tô meio nervoso e pra conseguir... Ter o pênis ereto precisaria de alguma estimulação"...
Ela respondeu em tom sério: "Use a masturbação".
Ele responde: "Bom, não é algo que eu faça na presença de outras pessoas, me sinto meio desconfortável. Vou tentar, mas peço paciência".
Depois ouvi o som da masturbação, o famoso *fap*, repetidas vezes. Em um minuto, ouvi a voz de Zuzuki de novo: "É que não está rolando. Vou tentar ver algum vídeo pornô pra ver se funciona desse jeito".
Ouvi o barulho de alguém pegando o celular, e então Zuzuki diz: "Ah, não, aqui não pega sinal"...
A doutora responde: "Não, isso aqui é uma clínica, as paredes são grossas, especialmente as de raio-X".
Houve um momento de silêncio, e então ela disse: "Vamos tentar outro método. Não é um método usado na medicina, mas considerando que é minha amiga que está lá na sala esperando minha resposta, peço que você relaxe enquanto faço uma estimulação manual em você".
Fiquei em choque quando ouvi isso, parei para continuar escutando...
Ela continuou dizendo: "Fica de pé perto da mesa, se apoia, fica tranquilo que ninguém vai chegar aqui. Vou acariciar seu pau devagar, fecha os olhos. Quando ele ficar duro, a gente mede e resolve isso, tá bom?"
Zuzuki respondeu: "Tá bom."
Depois ouvi o barulho de quando ela coloca a luva de látex de novo. "Bom, lembra que isso é só pra saber um dado médico."
Zuzuki responde: "Mas se eu pensar assim, vou demorar pra ficar duro. Preciso pensar em algo que me excite."
Ela responde: "Ahmmmmm, tá bom, tudo bem, espero que isso não saia daqui."
Teve silêncio de novo, depois ouvi Zuzuki: "Ahhh sim, cê podia fazer um pouco mais devagar? Não fico duro tão rápido, conforme for endurecendo, cê vai aumentando a velocidade."
Ela respondeu: "Assim?", ele responde: "Isso, assiiim... ah, que delícia." Silêncio de novo, depois Zuzuki fala com voz envergonhada: "... Doutora Janeth, me desculpa falar assim, mas pra conseguir ficar duro, preciso falar desse jeito, senão não vou alcançar o tamanho real do meu pau..."
Ela respondeu com tom calmo, como se nada: "Não se preocupa, pode falar o quanto quiser, essa sala é à prova de som. Ninguém vai nos ouvir."
Por uns momentos, ouvi uns gemidinhos baixos do Zuzuki enquanto ele dizia: "A luva de látex me incomoda um pouco..."
Ela responde, dessa vez a voz dela parece um pouco ofegante: "Vou tirar a luva, ok?"
Ele responde entre gemidos: "Siim... Ahhh, muito melhor... suas mãos tão geladas e meio suadas, ahhh..."
Ela então fala com um tom safado: "Você tem um pau grande, já ficou duro?"
Os gemidos do Zuzuki ficam mais intensos: "Não, ainda não... só tá começando a endurecer."
Parece que ela continuava masturbando ele, ela fala com a voz entrecortada: "Tá endurecendo... já tô vendo que tá subindo bem forte." Dava pra ouvir claramente o som do aumentando de velocidade...
Ele Ele diz: “Ainda falta um pouco mais, fica completamente duro quando estiver totalmente ereto...”
Ela diz, desta vez a voz fica muito mais sensual: “É grosso... Olha!, já começou a vazar líquido seminal...” ouço um sorriso da doutora, depois ela diz: “Você tá lambuzando minha mão com seu líquido, vejo que você lubrifica bastante... Seu pau é muito bonito, sua glande é uma belezinha”
Zuzuki, entre gemidos, diz: “Muito obrigado, você também é muito gostosa”
Ela sorri, fala com Zuzuki no mesmo tom: “Vou descer um pouco pra tentar medir”
Zuzuki responde entre gemidos: “Tá bem, mas ainda não cheguei no máximo... não para de me punhetar senão pode murchar de novo”
Ela respondeu firme: “Não se preocupa, não vou parar de te punhetar...”
Ainda ouvia o, ela disse, desta vez com uma voz extremamente safada: “Preciso confessar que é a primeira vez que faço uma punheta em alguém que não fosse meu parceiro, nunca pensei nisso, muito menos que fosse no trabalho”
Zuzuki continuava gemendo, gemia como se estivesse prestes a gozar, entre gemidos fala pra doutora com a voz entrecortada: “Mede meu pau agora!, mede... ahhhh... Janeth, mede meu pau”
Então a doutora diz: “Você tem um pau muito bonito, deixa eu ver de perto... sim, ele é grosso e muito duro, é a primeira vez que vejo um pau assim” o sorriso dela parecia de satisfação, ela continuou: “Me desculpa pelo que vou fazer, mas acho que não vou ter outra chance de ter um pau como o seu nas minhas mãos. Confio que isso fique entre nós, o Clarent não precisa saber...”
Depois ouvi Zuzuki gemer mais: “Ohhhhh!......... sim!”
E então ouvi o som de quando tão chupando pau, um som parecido com o de duas pessoas se beijando...

Enquanto ouvia aquele som de pelo rádio espião, andei pelo corredor apressado...
Aí vi uma enfermeira no corredor e perguntei onde ficava o consultório da doutora Janeth Rivera, a enfermeira respondeu que essa doutora é e apontou pro escritório dela: o escritório que fica na esquina, o do final do corredor. A enfermeira no final me diz "Mas acho que ela não está lá", respondi "Valeu" e fui até lá... Os sons entre Zuzuki e a doutora Janeth estavam me deixando meio tesuda...
Aí ouvi os gemidos do Zuzuki, ele dizia "Ahh que gostoso, isso... Janeth, que delícia, mexe essa língua
Quando cheguei no escritório, estava tudo fechado. Nessa hora eu já tava muito tarada, então ia só dar uma olhada se desse pra ver alguma coisa. A janela era de vidro transparente, com persianas de ripas horizontais que não estavam tão bem fechadas — pra minha sorte — e me deixaram ver o que rolava lá dentro, enquanto eu ouvia tudo pelo meu bem clarinho. A visão estava perfeita...
A doutora Janeth tava chupando a pica do Zuzuki, ele tinha a mão dela apoiada na cabeça dela, os olhos fechados dele mostravam um tesão monumental. O cabelo liso preto da doutora balançava no ritmo das mamadas na pica. Um boquete espetacular, ela agachada e o Zuzuki de pé...
O vestido de médica dela deixava aquela cena mágica, gostosa de ver, os óculos dela tinham sido colocados em cima de um arquivo velho.
No consultório dela tinha uma mesa, uma cadeira pra pacientes e outra cadeira mais chique no lugar de trabalho atrás da mesa.
A mamada no pau continuava: Zuzuki em pé, com a camisa levantada, calça e cueca abaixo dos joelhos sem tirar. A doutora Janeth, sem os óculos, movia a cabeça freneticamente pra frente e pra trás...
Zuzuki tinha uma das mãos na cabeça de Janeth enquanto a outra segurava a camisa dele...
Era uma cena excitante. Quanto a mim, longe de sentir ciúmes, minha buceta estava totalmente molhada, me sentindo super com tesão ao ver aquela imagem entre o amante de Clarent e a amiga dela, Janeth. Só de pensar que esses dois acabaram de se conhecer, me dava um tesão quase único, sentia que meu coração ia explodir de tanta emoção.
Ela então disse, com a voz já claramente tarada: "Você tem um pau grande e grosso, vou medir ele..." Ela coloca a régua de plástico sobre o membro dele, mas logo disse: "Seu pau tem uma curva no meio que não deixa eu medir com precisão, em linha reta dá uns... 21 centímetros e meio de comprimento... e tem uma circunferência de... dez vírgula oito centímetros? Ele já tá completamente duro ou ainda falta? Porque com essa régua é difícil medir... pena que não tenho fita métrica agora..."
Ele responde: "Acho que falta um pouco mais, mas já tá quase nessa medida."
Ela então diz, com voz de tesão: "Então tenho que te excitar um pouco mais..."
Depois ela tira o jaleco, desabotoa a blusa e fica só de sutiã, um lindo sutiã branco que deixa ver uns peitos do tamanho exato da proporção do corpo magrinho dela, de dar gosto de ver. A pele dela era branca, dava pra ver claramente os pelinhos pretos nos braços dela, que combinavam com as sobrancelhas grossas.

Janeth tira a calça branca dela pra mostrar umas pernas lindas, tava usando umas meias brancas até o joelho, era uma mulher magra mas com um corpão no ponto certo, a barriga chapada mostrava que malhava todo dia, tinha uma calcinha branca bem provocante, e assim aquela monumenta de mulher ficou só de lingerie, com um olhar cheio de desejo e uma puta safadeza, encarando o pauzão carnudo do Zuzuki, igual uma gata selvagem prestes a devorar a presa gostosa dela.
![Ashley [Parte 7]: Sexo anal destruiu a buceta da amante (Real) Ashley [Parte 7]: Sexo anal destruiu a buceta da amante (Real)](https://thumbs.dreamstime.com/z/beautiful-sexy-lady-elegant-white-panties-stockings-fashion-portrait-model-indoors-beauty-brunette-woman-attractive-71091172.jpg)
Zuzuki, com o tempo, tira a calça por completo, deixando ver em todo seu esplendor uma rola linda, de cabeça vermelha, grossa e comprida. Depois, desabotoa a gravata pra abrir a camisa e mostrar o torso nu.
Depois ele abraça a doutora Janeth e dá um beijo apaixonado nela, ao que ela corresponde dizendo “Você me deixou com tesão!” solta vários gemidinhos enquanto vai se ajeitando de frente na escrivaninha...

Zuzuki afasta a calcinha dela pro lado sem tirar, ela segurava ele com a mão na nuca dele... Puxava ele com força pra perto dela enquanto abria um pouco mais as pernas e empurrava a cintura pra frente...

Zuzuki usa a mão dela pra fazer o pau dele, já duro e ereto, apontar direto pra buceta da bela doutora, aí empurra devagar enquanto ela geme que nem uma puta... Zuzuki enfia o pau bem devagar, enquanto os dois se olham de pertinho, cara a cara, ela com a boca aberta e uma expressão de entrega total, diz "É duro... ahhhhmmm!!... Ahhhhhhhhhhhhmmmm..." Os gemidos dela são fortes, aí entre os gemidos ela continua "Vai fundoooo!... mete tudo... tudo, tudinho... ahhhm..." Os gemidos de puta dela eram bem altos, ela tava confiante que ninguém ia ouvir os gritos, se segurando firme com uma mão na mesa e a outra no pescoço do Zuzuki pra puxar ele pra perto "Sinto entrando, tô sentindo!!... ahmmm... é a primeira vez que um pau igual ao seu entra em mim ahmmmm!!, você me faz sentir que nem uma novinha!

Zuzuki balança a cintura pra frente e pra trás devagar, como se estivesse furando ela... ela gemia “Quero ela toda, todinha, vai fundo, ahhmm”... Zuzuki olhando atentamente como o pau entra e sai diz “Sua buceta molhou meu pau todinho!, ahmm... é uma delícia, você tem uma buceta feita pra mim!, é a buceta mais gostosa que já vi... que delícia!”... ela responde entre gemidos, tirando a mão dele do pescoço pra colocar na bunda de Zuzuki e puxar ele com força pra dentro “Tudinho, ahmmm... Não me contento com metade, nem com três quartos, enfia ele todo... todo, todinho!”...
Zuzuki, entre gemidos, responde enquanto os dois se moviam pra frente e pra trás, enquanto ele, com uma das mãos fortes, segurava uma das pernas dela levantada e com a outra a sustentava pela cintura, como se estivesse furando ela: "Já quase tem ela toda...

A doutora Janeth diz mais uma vez: “Toda, toda!!” Ela olha para cima enquanto ofega com força, fazendo sons como se estivesse dando à luz “Sinto você me abrindo, me atinge onde ninguém nunca me atingiu, sinto como você me penetra e abre minhas entranhas!, ahhhhh!!” Ela ofega mais forte “Me come!, me come forte, assim!, que delicioso você é!!, que inveja que tenho da Clarent! ... não para, mete mais forte!”...
As palavras dela pareciam avivar ele, Zuzuki mexia com mais intensidade!, mais forte!, os movimentos dele eram mais rápidos... aos poucos fui vendo como os corpos deles começavam a suar, as peles mais brilhantes e as ofegadas bem altas eram típicas de qualquer filme pornô no volume máximo, ela dizia “Você chegou no fundo!! Ahhmm... siiiim!!... é a primeira vez que sinto que chegam no fundo” depois ela olha pra ver a rápida penetração que estava sofrendo “Que grande que você tem!, já vejo que ainda falta só um pouco pra você enterrar tudo em mim!!, me come, me come!!... Levanta minhas pernas! Come minha buceta!... ahhhmm” os gemidos dela não diminuíam, ela parecia ter mais vigor na hora de ver como aquela cock poderosa estava perfurando ela!...
Zuzuki continuava de pé na frente dela, se movendo pra frente e pra trás!. Era uma fúria a energia que ele tinha, um vulcão em erupção... ela com a perna levantada e a meia-calça puxada pro lado...

Então ele, com as mãos, levanta cada perna dela de um jeito que ela ficou sentada na mesa, com as duas pernas pra cima, cada uma segura pelos braços enormes do seu jovem garanhão...

Então ele disse “Quase lá Janeth!!, quase você vai chupar tudo... Você tem uma buceta gostosa, gostosa!!” ele ofegava com força, não se segurava em nada, a voz viril e poderosa dele parecia provocar nela uma onda de êxtase que talvez ela nunca tivesse sentido antes, o pau dele entrava e saía com força, algo dentro da buceta da doutora Janeth não deixava o pau do Zuzuki avançar mais, na verdade Zuzuki tocava o fundo da buceta dela...
Ela gritava como uma puta enquanto, com uma das mãos, tocava os próprios peitos e, com a outra, segurava Zuzuki pela bunda... ela responde quase com a voz entrecortada e quase imperceptível por causa dos gemidos imensos que não parava de soltar: “Ahhh... sim, sinto você me abrindo mais... sinto você pressionando meu útero, ahm, siiiim” — a voz dela era igual à das garotas quando perdem a virgindade, boca aberta e ofegante, mal conseguindo respirar direito. Ela dizia: “Estou... quase... gozando...” O batom vermelho dela realçava ainda mais aquela expressão de puta que ela tinha... Ela olhava, incrédula, como aquela besta selvagem entrava e saía dela com uma velocidade digna dos deuses, toda lubrificada pelos seus abundantes sucos vaginais que a banhavam: Era um ovo delicioso, uma piroca enorme...
Pelo rádio espião dava pra ouvir o som da pele batendo, pelve contra pelve, Zuzuki com a voz claramente ofegante disse “Posso rasgar sua meia-calça?... ahmmm...” e ela respondeu sem hesitar “Rasga, não tô nem aí!!, vai fundo!!... rasga minha buceta também!!... vai, por favor, vai fundo!!... Tô gozando! Amm... tô gozando!!, ahhh!!”
Ao mesmo tempo, junto com a voz dela cheia de tesão e o som das pelves batendo, dava pra ouvir também o barulho de...
Ela nem terminou de falar quando Zuzuki usou uma das mãos pra destruir a meia-calça frágil e deixar a buceta dela totalmente livre, como se tivesse tirado as correntes de uma fera selvagem com sede de devorar tudo que passa na frente...
Ela gemia cada vez mais, até que sua voz ofegante explodiu num êxtase incontrolável de paixão, reservado só pra putas, vadias, cachorras e biscates: "Sente, meu amor, sente meu orgasmo!!...
Os movimentos de quadril dela diminuíram um pouco de velocidade... Aí Zuzuki diminui um pouco o ritmo pra sincronizar a cintura dele com a cintura dela, enquanto falava "Olha... olha como você fica toda arregaçada!..." Janeth, com cara de entrega total e extasiada, como se estivesse drogada por aquela tranca poderosa que tava entrando e derrubando tudo dentro dela, toca com as mãos a cock do Zuzuki enquanto ele continuava metendo nela sem piedade e sem descanso. Aí ela disse entre gemidos "É a primeira cock que sinto que fica totalmente apertada em mim e a primeira que aperta meu útero, você faz de um jeito que comprime ele com força... Nunca ninguém tinha feito isso que você tá fazendo hoje, ninguém..." Ela, com as pernas bem abertas e levantadas, dá um beijo bem apaixonado no Zuzuki, as línguas deles se misturavam de um jeito quase maravilhoso. A cock inteira tinha sido enterrada como uma estaca longa e grossa, firme, que se crava na lama... O som de pelve contra pelve, junto com o som de pussy molhada com güevo se revirando, fazia daquela cena de amantes uma verdadeira cena pornográfica nunca antes vista, o som era igual ao de uma porca se revirando no lamaçal...
![Ashley [Parte 7]: Sexo anal destruiu a buceta da amante (Real) Ashley [Parte 7]: Sexo anal destruiu a buceta da amante (Real)](https://pics.serviporno.com/thumbs/6/4/9/2/e/6492e0cd653d7e8f9e127dcaddfd9a96d12f9127.mp4/6492e0cd653d7e8f9e127dcaddfd9a96d12f9127.mp4-6.jpg)
Os dois completamente encaixados, até o fundo, aquela cock tinha destruído qualquer obstáculo dentro daquela pobre e linda pussy, continuavam se beijando enquanto os gemidos e a velocidade dos movimentos das cinturas aumentavam de novo. Ele diz com luxúria: "Você tem uma pussy grande"...
Ela responde com uma cara de desejo extremo: "E você tem a melhor cock que já experimentei!... Quando vi, não consegui resistir, primeira vez que vejo uma cock assim... Ao ver o cu do Clarent e saber que foi sua cock que deixou ele daquele jeito, minha pussy ficou toda molhada"...
Enquanto diziam isso, se olhavam cara a cara, se tocando com os narizes e falando com paixão transbordante. Um olhava para o outro enquanto fodiam gostoso. Nos rostos deles dava pra ver a vontade e o tesão de poder fazer do jeito selvagem que só eles conseguiam... suavam como animais... Ele a pegou de novo com as mãos pelas pernas enquanto ela, sentada na escrivaninha, mexia a cintura desesperadamente, gemia como uma slut, forçando a cintura a empurrar com mais força pra frente...

Zuzuki a penetrava de pé, segurando as pernas dela nas mãos; ela com as mãos apoiadas na escrivaninha, expondo sua buceta e rebolando a cintura sem freio... Zuzuki, sem vergonha nenhuma, aumentou a velocidade da penetração, como se soubesse exatamente o que a sua gostosa mais gostava...

Os gemidos dela eram entrecortados, ela gritava quando Zuzuki empurrava pra dentro... parava de gritar quando Zuzuki recuava...
No momento em que Zuzuki aumentou o ritmo, os gemidos dela aceleraram no compasso da penetração.
Aí Zuzuki levantou um pouco mais a perna dela, e assim me deixou ver claramente a montada monumental que ele tava dando na amiga da Clarent: a refinadíssima doutora Janeth.

Zuzuki dizia “Você gosta assim?”, ela gemendo de boca aberta “Sim... siim... assim que eu gosto...”
Ele respondeu “Você tem uma buceta do meu tamanho”, da minha perspectiva dava pra ver claramente o pau poderoso do Zuzuki, venoso, carnudo, bem apetitoso. Os gemidos dos dois continuaram, ela mostrou os peitos pra oferecer na boca dele...
Zuzuki, enquanto a penetrava, chupava os peitos dela, segurou ela pelo cabelo e na hora a cabeça da Janeth virou pra trás, mostrando o pescoço lindo dela, que foi beijado gostoso.
Ela falava “Sim... me dá assim... vou gozar de novo ahhhh... ahhhh...”
Os gemidos de mulher tarada dela ficaram mais fortes, Zuzuki aumentou a velocidade da cintura, era impressionante a resistência que ele tinha, aí ela disse quase gritando “ahhhhhhhhhhhhh........... ahhhhhhhhhhhhh........... Sente isso, Zuzuki, você fez o que nenhum outro fez comigo!!... dois orgasmos numa só foda!! Ahhmmm... ”
Depois, ele segurou ela firme pela cintura pra encostar ela nele, enquanto com as estocadas de penetração enfiava como uma o pau poderoso dele, e com a outra mão continuava segurando o cabelo dela. Ele olhava pra buceta dela enquanto a comia...
Depois Zuzuki tirou ela pra mudar de posição... No momento em que ele tira, a porra do pau poderoso dele volta pra posição vertical com violência, fazendo um leve quando bate na barriga dele. Ela olhava com desejo, mordendo os lábios enquanto se esfregava com os dedos no clitóris todo molhado, os jatos da buceta escorrendo pelas pernas dela eram totalmente visíveis. Ela andou como se tivesse desfilando pra Zuzuki, não parava de olhar pro pau dele e de morder os lábios vermelhos...
Depois ele sentou na cadeira ergonômica chique, que talvez fosse o posto de trabalho da doutora Janeth: Convidou ela pra sentar de frente naquela gostosa e grossa obelisco de carne, ereto, comprido, totalmente apontado pra cima, com uma cabeça roxa que parecia inchar e contrair prestes a explodir.


Ela topou com um sorriso de alegria, tirou completamente o sutiã já meio desajustado, ficando nua, só com as meias brancas de renda cobrindo os pés até os joelhos.
Aí ela se acomodou em cima dele, colocando as pernas de cada lado, e com a mão pegou o pau dele pra guiar até a racha da buceta dela... devagar foi descendo a bunda gostosa enquanto a penetração ia rolando. Uma enfiada majestosa, uma buceta gostosa de uma doutora engolindo um pau poderoso digno de ator pornô.

Pela minha perspectiva, ela tava de costas, a bunda dela subindo e descendo... Quando ela subia, dava pra ver o pau venoso do meu irmão por adoção; e na hora que ela descia a bunda, dava pra ver o pau dele se enfiando na buceta depilada dela. Uma encaixe quase bestial, uma rola grossa de um cara de 26 anos, toda lubrificada e com aspecto oleoso, cravando na buceta gostosa de uma mulher de 30. Ela apoiava as mãos nos ombros fortes daquele garanhão que tava abrindo as entranhas mais profundas da buceta dela, penetrando até lugares onde ninguém nunca tinha chegado antes.
![Ashley [Parte 7]: Sexo anal destruiu a buceta da amante (Real) Ashley [Parte 7]: Sexo anal destruiu a buceta da amante (Real)](http://b2.woxcdn.com/enhanced-2/f46/22d/f4622de21fa7831ad56b9f90162e7f4e.jpg)
Ele segurava ela pela cintura e, com as mãos, imprimia os movimentos suaves de cima pra baixo. Ela se movia em cima dele feito uma puta, contorcendo o corpo igual cobra. Pelo meu rádio espião, dava pra ouvir os gemidos dela de mulher tarada.

A doutora Janeth dizia entre gemidos: "Juro que ninguém, ninguém... ninguém me comeu como você me comeu... ahhhh... aaaaaaaaaaaaaahhh!"
Seus gemidos de puta pareciam incentivar o novo amor dela, dava pra ver claramente como a buceta da doutora Janeth encharcava de sucos vaginais toda a pica do Zuzuki...
Os movimentos foram aumentando de intensidade, o cabelo liso e preto lindo dela cobria suas costas finas, ela com as mãos jogava o cabelo pra trás enquanto continuava fodendo... O cabelo ao cair parecia seguir um balanço causado pelos movimentos que os dois novos amantes imprimiam.
Gemidos de putinha, gemidos descarados sem nenhuma vergonha de gente pervertida metendo...
Os movimentos da Janeth em cima da pica do Zuzuki passaram de suaves, pra frente e pra trás, pra um pulinho de cima pra baixo na pica do Zuzuki, enquanto ela dizia "Assim!!, assim!!... que delícia!!... sinto que vou gozar de novo!!... ahmmm!!!...."
As palavras dela, cheias de gemido, viraram gritos de putinha desesperada por pica "Vou gozar de novo!!!!!... ahhh...!! De novoooo, lá vem... ahhhh... ahh...!"
A Janeth gozou pela terceira vez e desabou em cima do Zuzuki, com uma risada quase sem controle de felicidade, abraçando ele e dando um novo beijo apaixonado... Zuzuki sussurra no ouvido dela "Quero te colocar de quatro
Ela entre risadas de menina safada, fazendo sons típicos de novinha virgem quando experimenta a rola pela primeira vez e tiram antes de chegar no limite.
Ela se levantou, se ajeitou na mesa dela colocando um joelho em cima e deixando o outro no chão como apoio, de um jeito que arqueou as costas e virou pra olhar pro Zuzuki enquanto soltava um sorrisão de satisfação e entrega...

Com voz de garota safada, disse pra Zuzuki: "Enterra tudo na minha buceta, ainda sou virgem do cu e tenho medo, não sou tão experiente quanto a Clarent".
Zuzuki concordou com a cabeça enquanto se posicionava atrás dela e ajustava o pau na direção da buceta dela "Não se preocupa, hoje vou só te comer a pussy, vou esperar até que seja você a implorar pra eu comer essa bunda deliciosa que você tem"
Ela respondeu "Olha se quiser, pode tocar, mas não me penetra"...

Zuzuki olhava bem de perto as nádegas da sua linda vítima, tocou a buceta dela e naquele instante Janeth soltou gemidos de puta, ele então disse: “Você ainda tá bem cachorra, não vai demorar muito pra ter o teu quarto orgasmo”...
A doutora, já sem nada do que se envergonhar, diz: “Te confesso que é a primeira vez que tenho um orgasmo com um homem, sempre tive através da masturbação usando o cabo de uma escova de cabelo... meu namorado ainda não conseguiu me fazer gozar.”

Zuzuki se acomoda atrás dela, ela deitada sobre a mesa dando a raba pra ele, uma perna em cima da mesa e a outra no chão, a buceta dela tava aberta e rosada. Ele apoia o míssil potente dele na buceta vermelha da Janeth, deixando a glande dele entre os lábios vaginais da doutora...
Devagar o pau dele foi entrando enquanto ela deu um grito forte de prazer, ela de costas pra ele e ele segurando ela pela cintura...
Ela dizia entre gemidos que pareciam gritos: "Como eu adoro essa piroca... Zuzuki, que pau lindo você tem!!, me faz sua!!... de agora em diante você tem que me comer!!" Ela gemia feito uma puta, uma e outra vez... Tava enlouquecida...
Zuzuki, enquanto metia nela, passava os dedos no cu dela, ela gemia: "Isso é uma delícia!!" A voz dela já tava rouca, como quem cansou de tanto gritar: "Seu pau é uma delícia, você sabe muito bem como mexer dentro de mim... Não tira!!, me dá duro!!... você me faz sentir sua puta!!"
Eu vi Zuzuki com os dedos tocando o clitóris dela e falando com a voz bem ofegante: "Seu clitóris tá durinho, tá duro" Zuzuki masturba ela devagar enquanto continuava metendo...
Ela, toda entregue ao homem dele, se rende e abraça ele, virando a cabeça pra dar mais um beijão de língua de olhos fechados... Zuzuki continuava metendo o pau e, num momento, com uma mão, faz ela arquear mais, deitando ela em cima da mesa, deixando a raba dela toda exposta e empinada pra ele, que metia sem pena nenhuma...
Depois ele leva o dedo já lubrificado, de tanto ter masturbado ela, até o cu dela... quando faz isso, ela grita de tesão, geme como uma puta...
Zuzuki esfregou o cu dela sem penetrar, lambuzou com bastante fluxo vaginal. Janeth, sem perceber que a bunda dela tinha sido estimulada a tal ponto que se dilatou naturalmente pelas carícias incessantes do dedo do seu montador...

Aquele cuzinho maravilhoso, bem cuidado, semiaberto, com um aspecto rosado, era mais que lindo — Zuzuki estava em êxtase olhando pra ele...
Aquela cena parecia que, enquanto ele admirava aquele cuzinho lindo, ele se masturbava enfiando dentro da própria buceta pra aliviar a vontade de não poder arrombar naquele momento aquele ânus majestoso e impressionante, lindo e rosado... ele observava aquele cu gemendo e, de vez em quando, colocava a língua pra fora numa expressão morbosa e sem controle...
Ele se mexia todo suado, a expressão no rosto mostrava que tava fazendo muito esforço, as veias do pescoço ficaram saltadas, a cara dele era de pura paixão enquanto as estocadas ficavam mais fortes. Ele continuava concentrado, olhando pra bunda daquela doutora gostosa, como se tivesse sendo torturado por não poder meter o pau naquele cu virgem que tava na frente dele. O som de bunda batendo na pelve era impressionante, a doutora gemia sem parar, gritava o nome do Zuzuki de vez em quando... enquanto isso, Zuzuki continuava metendo nela igual um animal pela buceta e falava “Seu cu... seu cu!!... ahhmmm, isso... seu cu”, com um dos dedos fazendo círculos em volta do cu dela.
Depois de um breve momento naquela posição e com aquela intensidade de gemidos, ela grita: "Não acredito!!... GOZEI DE NOVOOO!, tô gemendo que nem uma puta!... você me deixa com tesão!!, me transformou na sua mulher, me faz virar uma vadia!!..." Ela rebolava a bunda pra frente e pra trás enquanto dizia: "Adoro como você amassa minha bunda!!, ahhmm... Zuzukiii... Vem comigo!!" numa velocidade quase alucinada, ela continuou: "Tô gozando, tô gozando... GOZA JUNTO COMIGO!!..."
Naquele instante, Zuzuki conseguiu enfiar um dedo no cuzinho lindo da Janeth... Foi quase sem querer, porque quando ele fez isso, foi através do movimento brusco da doutora safada no momento em que ela gozou.
Na hora ela grita de tesão: "Ahhhh... que gostoso esse dedo no meu cu!!, que orgasmo gostoso!!!" Ela, totalmente extasiada e apaixonada pelo que Zuzuki tava fazendo com ela...
Foi assim que os dois, em uníssono, gemeram sem vergonha nenhuma, suados, enquanto diminuíam a velocidade até quase parar pra aproveitar o prazer imenso que os dois estavam sentindo...
Zuzuki tinha gozado dentro da buceta da doutora Janeth sem pensar nas consequências: Leite branco jorrou em abundância, gotas grossas de porra escorriam pela mesa. Ela tinha tido o quarto orgasmo, era como se ela tivesse redescoberto o sexo, a cara dela dizia tudo... a boca aberta enquanto ela mesma fazia os movimentos lentos... Zuzuki continuava com o dedo enfiado nela.
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Ela caiu na mesa, como se estivesse entregue... e no momento em que Zuzuki tirou a rola: Um jato impressionante de porra sai da buceta da doutora Janeth... o fluxo branco saía quase sob pressão, manchando a mesa, parte das pernas dela, as meias de renda brancas... Ela ficou como exausta na mesa, gemendo como uma puta, se contorcendo como uma fera, como a puta que era...

Pude ver a rola do Zuzuki ereta, escorrendo porra pra caralho... O líquido branco lindo dele caía da ponta até a base do cilindro poderoso; o pau dele ainda parecia duro, parecia vibrar e inchar enquanto mais líquido branco saía pelo buraco na glande dele...
Janeth gemia de prazer em cima da mesa enquanto Zuzuki limpava o pau dela com a meia-calça branca rasgada da sua vítima sexual bem satisfeita.
Zuzuki então ajuda Janeth a se levantar e entrega a calcinha rasgada na mão dela, enquanto diz: “deixei meu gozo na sua calcinha, pra você lembrar de mim, guarda ela…”
Ela sorriu, enquanto se levantava...
Os dois pegaram as roupas deles, enquanto eu voltei pro quarto onde o Clarent estava. Quando cheguei, o Clarent me perguntou onde eu tava, eu disse que no banheiro. Passaram uns 10 minutos quando a Janeth e a Zuzuki voltaram como se nada tivesse acontecido, ela com o lacinho no cabelo, os óculos, o vestido bem arrumado e aquela seriedade que tinha no começo...
VOLTANDO AO NORMAL
Janeth diz: "Fiz um exame de diagnóstico geral no jovem Zuzuki: medi a pressão, coletei uma amostra de sangue e de urina." Depois, ela olha para Zuzuki: "Você pode vir depois de amanhã buscar os resultados." Em seguida, olha para Clarent e para mim enquanto me entrega uma receita médica: "Este é o remédio que ela tem que tomar, é um anti-inflamatório. O mais provável é que seja só o machucado e nada mais... evitem fazer relações anais do jeito que fizeram, sejam mais calmos." E então olha para Zuzuki: "E você, seja mais delicado com ela," enquanto solta um sorriso sutil e quase imperceptível...
Depois, ajusta os óculos e diz: "Bom, podem ir. Agora vou me ocupar."
Clarent agradece e nós vamos embora.
Depois que saímos de lá, levamos o Clarent pra casa dele, já era quase meio-dia quando chegamos na casa do Clarent.
Enquanto eu ia com o Zuzuki no carro, ele dirigindo, me disse com um sorriso: "Gostou?"...
A pergunta dele me pegou de surpresa: "Do que você tá falando?"
Ele continuou dirigindo enquanto me olhou de forma safada e me entregou na mão o rádio transmissor: "O que você ouviu e viu no consultório da doutora"...
Um frio de nervosismo percorreu meu corpo, fiquei quase muda, tirei fôlego de onde não tinha e, gaguejando, falei: "Bom... eu..." me quebrei enquanto dizia baixinho, como se fosse só pra mim: "que merda, você me descobriu!"... Depois olhei pra ele e falei alto: "Só queria saber onde você tava, faz parte do meu trabalho te proteger"
Ele me olhou de novo com um sorriso de orelha a orelha: "Não se preocupa, vejo claramente nos seus olhos que você curtiu... Você estava tão concentrada que nem percebeu que eu te vi desde o começo"
Fiquei em silêncio, como se concordasse, apoiei a cabeça na mão e confessei: "Nunca tinha visto nada igual, fiquei excitada te vendo, é isso" — quando terminei essa frase, falei como se tivesse inveja.
Assim encerro essa parte. Aguardem a próxima temporada.
No dia seguinte àquele trio espetacular com Zuzuki e Clarent, era terça-feira, Clarent me ligou no celular...
"Minha buceta ainda tá doendo pra caralho, olhei e ainda tá aberta. Tá ardendo. Preciso que um médico me examine, não quero que meu marido descubra nada"
Sugeri a gente ir pra clínica, mas ela recusou, disse que só iria se fosse numa médica amiga dela, em quem confia pra guardar segredo. Aceitei, mas falei pra esperar mais um dia, se a dor continuasse, aí a gente iria nessa médica amiga.
No dia seguinte, já tinham passado dois dias depois do trio. Mandei mensagem de bom dia bem cedo, ela me ligou na hora: "Ashley, ainda tô doendo. Meu marido sai às 7 da manhã, às 8 você passa aqui"
Falei que ia avisar o Zuzuki pra ele ir junto também, afinal foi por causa dele que ela ficou assim. Ela topou na hora, ainda queria ver ele de novo.
Naquele dia, a Zuzuki tinha pedido folga no trabalho, e a gente se encontrou na frente da casa. Nosso trato a sós mudou completamente, a gente se tratava como casal; Ela desceu do carro, abriu a porta pra mim e depois me abraçou enquanto me dava um selinho na boca, e nesse momento aproveitei pra colocar um transmissor de áudio na parte de trás da gola da camisa dela. Depois subimos no carro e fomos embora: um Audi S4 modelo 2013 com vidros escuros.
A Clarent estava esperando do lado de fora, usando uma minissaia e uma blusa decotada que deixava ver mais da metade dos peitos lindos dela, e naquele dia ela tava de óculos. Ela entrou no banco de trás, e na hora a Zuzuki arrancou.
No caminho, Clarent tirou os óculos e ficou preocupada com a dor dela. Zuzuki olhava pelo retrovisor e só disse: "Clarent, me desculpa muito, não foi minha intenção."
Ela respondeu: "Zuzuki, não é sua culpa. Eu me empolguei demais e pedi mais de você, você só obedeceu aos meus desejos."
Perguntei com um tom curioso: "Seu marido não ficou sabendo?"
Ela fez uma cara de decepção: "Ele não me tocou em todos esses dias, desde muito antes do dia do meu aniversário. Se não fosse pela Zuzuki, eu estaria no meu quarto me masturbando." Ela sorriu com uma carinha safada no final da frase...
Ao ouvir isso, Zuzuki esboçou um sorriso enquanto acelerava até quase 140 km/h...
Foto real do Clarent:
![Ashley [Parte 7]: Sexo anal destruiu a buceta da amante (Real) Ashley [Parte 7]: Sexo anal destruiu a buceta da amante (Real)](http://www.mediafire.com/convkey/6661/2ufsut0a5qj414kzg.jpg)
Naquele dia, fui vestida com a camuflada, blusa de lã, boné e óculos escuros. Zuzuki estava vestido como se fosse trabalhar.
Clarent nos deu o endereço da clínica onde a amiga dela atendia, a gente foi correndo porque era quase na saída da cidade...
Perguntei pra ela: "Essa sua amiga, onde você conheceu? Como ela chama?"
Ela, toda inocente, respondeu: "Ela chama Janeth, conheci por meio de uma amiga numa reunião do círculo social do meu marido. Ela tá saindo com o irmão dessa amiga. Essa minha amiga se chama Natalia. Uma vez, com meu marido e minha amiga Natalia, a gente organizou uma integração onde só íamos nós quatro pra fortalecer a amizade: Janeth e o namorado dela; Meu marido e eu. Naquele dia, descobri que minha amiga Natalia e a doutora Janeth tinham um rolo secreto, uma espécie de romance. Fiquei sabendo por um comentário que escapou sem querer da Janeth enquanto a gente batia papo à parte e tomava vinho." Ela sorriu de novo no final da frase.
Virei pra olhar pra ela, pra mostrar que tinha entendido o que ela disse.
Quase chegando na clínica, perguntei: "Quanta confiança você tem com essa doutora?"
Ela respondeu: "Bastante, somos amigas há 4 anos. Ela me deu muitos conselhos e me deu toda a confiança dela."
Então falei: "Tanto assim pra contar pra ela que você tem um amante e que ele te comeu no cu?"
Ela respondeu meio hesitante: "ahmmm sim, por isso só me consultaria com ela num assunto desses.
Outra foto real da Clarent:


Chegamos no lugar, estacionamos o carro, uma clínica de 5 andares. Entramos, a amiga dela, que é médica, já estava nos esperando.
A Janeth era uma mulher alta, magra, pele clara, uns 30 anos, de óculos, cara bonita, cabelo liso preto comprido que ela prendia num coque. Olhos grandes e pretos, sobrancelhas grossas, cílios longos e cheios que deixavam o rosto dela ainda mais gostoso. No jaleco dava pra ler

A doutora Janeth nos levou pra um quarto vazio da clínica. O Clarent se deitou na maca, seguindo as instruções dela.
Janeth perguntou: “Beleza, me conta o que você tem? Pelo telefone você não falou nada.”
Zuzuki tinha ficado do lado de fora do quarto esperando, sem conseguir ouvir o que se falava lá dentro. Eu tava dentro do quarto com o Clarent, e ela, meio envergonhada, disse: “Tô com dor no cu, tipo no canal retal. Queria que você desse uma olhada pra ver o que acha.”
A doutora pediu pra ela se despir. Ela, bem séria, pegou uma lanterninha bem pequena e mandou o Clarent ficar na posição fetal pra ela conseguir ver direito. Enquanto a doutora Janeth examinava, depois de colocar as luvas de látex, com a lanterna ela tava olhando o cu do Clarent e perguntou: “Você fez alguma coisa? Te aconteceu algo? Essa dor veio de quê?”
O Clarent ficou em silêncio por um momento, e eu fiz sinal pra ele contar...
Janeth perguntou de novo, mais alto: “Clarent, me ouviu? Essa dor é por causa de quê?” ao mesmo tempo que apagou a lanterna e disse: “Tô vendo as paredes do reto machucadas. Vou passar um lubrificante pra fazer um toque.”
O Clarent concordou com a cabeça...
Janeth disse: “Por que você não quer me contar o que aconteceu? Pensei que você confiava em mim!”
O Clarent respondeu: “Confio, confio muito em você, só que é uma coisa meio vergonhosa.”
Janeth passou lubrificante no dedo e fez um toque no cu dele. Perguntou pro Clarent enquanto fazia: “Tá doendo?”
O Clarent respondeu: “Sim, dói aí.” Depois, Janeth olhou de novo com a lanterna e viu de perto. Aí pediu pro Clarent sentar e disse: “Você tem as paredes do cu rasgadas, tá bem dilatado, como se tivesse enfiado um negócio grosso e pesado, pra não dizer que parece que te empalaram. É como se o que você tivesse colocado lá dentro tivesse alargado um pouco mais o seu cu.”
O Clarent e eu escutávamos atentos, de vez em quando... Senti um nervosinho, já que também fui penetrada pelo Zuzuki do mesmo jeito...
A doutora continuou: “Agora quero que me diga o que aconteceu com você...”
Clarent suspirou, olhou pra um lado, olhou pro outro, me olhou...
Janeth percebeu que Clarent tava com vergonha de contar, então a encorajou: “Clarent, pra eu poder te ajudar, preciso saber o que aconteceu com você”
Foi aí que ela se abriu: “Eu transei no cu com meu amante...”
A doutora Janeth engoliu seco, ajeitou os óculos e fez uma cara de
Janeth ficou me encarando, olhou pra Clarent, e aí disse: “Seu amante é o garoto lá fora?” Ao terminar a frase, ela ficou com a boca entreaberta, apontando com o dedo pra fora, onde estava Zuzuki. Esperando uma resposta da amiga...
Clarent balançou a cabeça confirmando...
A doutora franziu as sobrancelhas, ficou pensativa, andou de um lado pro outro por um momento e parou, olhando pra Clarent enquanto arrumava os óculos de novo, e aí disse, como se tivesse terminado a reflexão: “Então, não foi sua primeira relação anal, imagino que você tenha experiência nisso. Como é que deixou se machucar desse jeito?”
A esposa infiel olhou pro lado enquanto mordia o lábio inferior “...É que o
A doutora cruzou os braços enquanto tocava nos óculos, respondeu: “Não, não entendi, se explica melhor”
Clarent respondeu: “É que o pau dele, quando fica duro, fica bem grande e grosso, além de que a gente já tinha feito uma vez pelo cu e eu me descuidei nessa segunda vez...”
Janeth disse então: "Ok, nem preciso dizer que isso fica entre nós, e obviamente com o cara que está lá fora. Vou deixar ele entrar, ok?"
A Dra. Janeth abre a porta e faz Zuzuki entrar, fecha a porta de novo...
Ela diz um pouco agitada, meio nervosa, fala pra Zuzuki: "Olha, já sei que você é o amante da Clarent, e ela me contou o que aconteceu"...
Zuzuki fica meio em choque, olha pro lado, coça o queixo e depois encara a médica. Ela continua: "Ela ficou muito machucada com a relação anal que vocês tiveram. Nesse caso, ela só precisa tomar uns anti-inflamatórios e descansar, ficar em casa enquanto a dor passar. Mais ou menos uns 3 dias ainda com essa dor, mas não vão poder fazer sexo anal por pelo menos uma semana. Se decidirem transar por lá de novo, é melhor você ser mais suave e delicado com ela. Ela me explicou que seu pau é grande pra ela, ela tá muito ferida..."
A médica, com cara de preocupação, espera uma resposta dele...
Zuzuki balança a cabeça: "Que vergonha, foi minha culpa."
Nesse momento, Clarent segura a mão dele como pra dar força. Aí a médica olha pra mim e pergunta: "E você é...?"
Eu respondo: "Sou a irmã dele." Janeth, caindo na real: "Ahh, ok, você é a irmã do amante?"...
Confirmo com a cabeça: "Sim... isso mesmo." Dou uma risadinha nervosa: "Sou a irmã do amante... Prazer, meu nome é Ashley."
Clarent sorri e fala pra Janeth, enquanto continua de mãos dadas com Zuzuki: "Ela é minha amiga Ashley, e ele é o Zuzuki, meu amante."
Janeth olha pra Clarent e diz: "Como médica, preciso falar com o Zuzuki em particular. Esperem a gente aqui, já voltamos. Vou fazer um exame nele também, posso demorar uns 30 minutos ou mais. Não se preocupem se eu atrasar." Ela chama Zuzuki pra sair. Eu fiquei com a Ashley lá dentro.
Pelo

ZUZUKI E A DOUTORA JANETH
A conversa parecia normal entre uma médica e um paciente, ela perguntava há quanto tempo ele tinha penetrado a Clarent, depois repetiu os cuidados que ele deveria ter com Clarent se decidissem fazer de novo. Mas teve um momento que me chamou a atenção, foi quando ela perguntou: "Posso saber qual é o tamanho do seu pênis ereto?"
Zuzuki parecia desconfortável, só disse: "Nunca medi. Isso é importante saber?"
Dava pra ouvir eles andando pelo corredor da clínica, pegava o som normal do ambiente...
Ela respondeu: "Mas é claro, ela tem uma lesão no reto causada pelo seu pênis ereto, preciso saber quantos centímetros você penetrou pra entender o nível de dano. Só assim vou saber até que profundidade explorar."
Zuzuki respondeu: "Teria que medir, se quiser me passa seu número de celular e quando chegar em casa me meço e te dou a medida."
Ela disse firme: "Estamos aqui, vamos medir agora, ela precisa de uma avaliação urgente e eu preciso dessa informação, urgente! Vem, me segue, aqui tenho um consultório onde podemos fazer essa medição."
O sinal do rádio ia sumindo, mas ainda dava pra ouvir a conversa, mesmo com interferência, escutei como se entrassem numa sala ou consultório...
Ela disse: "Pega aquela régua ali, não se preocupa, sou médica, ver paus é normal pra mim. Nunca fez os exames admissionais pra trabalhar?"
Zuzuki respondeu: "Sim, claro. Só um momento."
Ouvi claramente quando Zuzuki soltou o cinto e abriu o zíper. Na hora, falei pra Clarent me esperar um pouco, que precisava ir ao banheiro – menti –
Queria saber onde Zuzuki tinha ido com a doutora Janeth, tava procurando eles enquanto continuava ouvindo a conversa pelo rádio espião.
Zuzuki disse: "A senhora entende que não vim pensando que faria um exame, tô meio nervoso e pra conseguir... Ter o pênis ereto precisaria de alguma estimulação"...
Ela respondeu em tom sério: "Use a masturbação".
Ele responde: "Bom, não é algo que eu faça na presença de outras pessoas, me sinto meio desconfortável. Vou tentar, mas peço paciência".
Depois ouvi o som da masturbação, o famoso *fap*, repetidas vezes. Em um minuto, ouvi a voz de Zuzuki de novo: "É que não está rolando. Vou tentar ver algum vídeo pornô pra ver se funciona desse jeito".
Ouvi o barulho de alguém pegando o celular, e então Zuzuki diz: "Ah, não, aqui não pega sinal"...
A doutora responde: "Não, isso aqui é uma clínica, as paredes são grossas, especialmente as de raio-X".
Houve um momento de silêncio, e então ela disse: "Vamos tentar outro método. Não é um método usado na medicina, mas considerando que é minha amiga que está lá na sala esperando minha resposta, peço que você relaxe enquanto faço uma estimulação manual em você".
Fiquei em choque quando ouvi isso, parei para continuar escutando...
Ela continuou dizendo: "Fica de pé perto da mesa, se apoia, fica tranquilo que ninguém vai chegar aqui. Vou acariciar seu pau devagar, fecha os olhos. Quando ele ficar duro, a gente mede e resolve isso, tá bom?"
Zuzuki respondeu: "Tá bom."
Depois ouvi o barulho de quando ela coloca a luva de látex de novo. "Bom, lembra que isso é só pra saber um dado médico."
Zuzuki responde: "Mas se eu pensar assim, vou demorar pra ficar duro. Preciso pensar em algo que me excite."
Ela responde: "Ahmmmmm, tá bom, tudo bem, espero que isso não saia daqui."
Teve silêncio de novo, depois ouvi Zuzuki: "Ahhh sim, cê podia fazer um pouco mais devagar? Não fico duro tão rápido, conforme for endurecendo, cê vai aumentando a velocidade."
Ela respondeu: "Assim?", ele responde: "Isso, assiiim... ah, que delícia." Silêncio de novo, depois Zuzuki fala com voz envergonhada: "... Doutora Janeth, me desculpa falar assim, mas pra conseguir ficar duro, preciso falar desse jeito, senão não vou alcançar o tamanho real do meu pau..."
Ela respondeu com tom calmo, como se nada: "Não se preocupa, pode falar o quanto quiser, essa sala é à prova de som. Ninguém vai nos ouvir."
Por uns momentos, ouvi uns gemidinhos baixos do Zuzuki enquanto ele dizia: "A luva de látex me incomoda um pouco..."
Ela responde, dessa vez a voz dela parece um pouco ofegante: "Vou tirar a luva, ok?"
Ele responde entre gemidos: "Siim... Ahhh, muito melhor... suas mãos tão geladas e meio suadas, ahhh..."
Ela então fala com um tom safado: "Você tem um pau grande, já ficou duro?"
Os gemidos do Zuzuki ficam mais intensos: "Não, ainda não... só tá começando a endurecer."
Parece que ela continuava masturbando ele, ela fala com a voz entrecortada: "Tá endurecendo... já tô vendo que tá subindo bem forte." Dava pra ouvir claramente o som do
Ele Ele diz: “Ainda falta um pouco mais, fica completamente duro quando estiver totalmente ereto...”
Ela diz, desta vez a voz fica muito mais sensual: “É grosso... Olha!, já começou a vazar líquido seminal...” ouço um sorriso da doutora, depois ela diz: “Você tá lambuzando minha mão com seu líquido, vejo que você lubrifica bastante... Seu pau é muito bonito, sua glande é uma belezinha”
Zuzuki, entre gemidos, diz: “Muito obrigado, você também é muito gostosa”
Ela sorri, fala com Zuzuki no mesmo tom: “Vou descer um pouco pra tentar medir”
Zuzuki responde entre gemidos: “Tá bem, mas ainda não cheguei no máximo... não para de me punhetar senão pode murchar de novo”
Ela respondeu firme: “Não se preocupa, não vou parar de te punhetar...”
Ainda ouvia o
Zuzuki continuava gemendo, gemia como se estivesse prestes a gozar, entre gemidos fala pra doutora com a voz entrecortada: “Mede meu pau agora!, mede... ahhhh... Janeth, mede meu pau”
Então a doutora diz: “Você tem um pau muito bonito, deixa eu ver de perto... sim, ele é grosso e muito duro, é a primeira vez que vejo um pau assim” o sorriso dela parecia de satisfação, ela continuou: “Me desculpa pelo que vou fazer, mas acho que não vou ter outra chance de ter um pau como o seu nas minhas mãos. Confio que isso fique entre nós, o Clarent não precisa saber...”
Depois ouvi Zuzuki gemer mais: “Ohhhhh!......... sim!”
E então ouvi o som de quando tão chupando pau, um som parecido com o de duas pessoas se beijando...

Enquanto ouvia aquele som de
Aí vi uma enfermeira no corredor e perguntei onde ficava o consultório da doutora Janeth Rivera, a enfermeira respondeu que essa doutora é e apontou pro escritório dela: o escritório que fica na esquina, o do final do corredor. A enfermeira no final me diz "Mas acho que ela não está lá", respondi "Valeu" e fui até lá... Os sons entre Zuzuki e a doutora Janeth estavam me deixando meio tesuda...
Aí ouvi os gemidos do Zuzuki, ele dizia "Ahh que gostoso, isso... Janeth, que delícia, mexe essa língua
Quando cheguei no escritório, estava tudo fechado. Nessa hora eu já tava muito tarada, então ia só dar uma olhada se desse pra ver alguma coisa. A janela era de vidro transparente, com persianas de ripas horizontais que não estavam tão bem fechadas — pra minha sorte — e me deixaram ver o que rolava lá dentro, enquanto eu ouvia tudo pelo meu
A doutora Janeth tava chupando a pica do Zuzuki, ele tinha a mão dela apoiada na cabeça dela, os olhos fechados dele mostravam um tesão monumental. O cabelo liso preto da doutora balançava no ritmo das mamadas na pica. Um boquete espetacular, ela agachada e o Zuzuki de pé...
O vestido de médica dela deixava aquela cena mágica, gostosa de ver, os óculos dela tinham sido colocados em cima de um arquivo velho.
No consultório dela tinha uma mesa, uma cadeira pra pacientes e outra cadeira mais chique no lugar de trabalho atrás da mesa.
A mamada no pau continuava: Zuzuki em pé, com a camisa levantada, calça e cueca abaixo dos joelhos sem tirar. A doutora Janeth, sem os óculos, movia a cabeça freneticamente pra frente e pra trás...
Zuzuki tinha uma das mãos na cabeça de Janeth enquanto a outra segurava a camisa dele...
Era uma cena excitante. Quanto a mim, longe de sentir ciúmes, minha buceta estava totalmente molhada, me sentindo super com tesão ao ver aquela imagem entre o amante de Clarent e a amiga dela, Janeth. Só de pensar que esses dois acabaram de se conhecer, me dava um tesão quase único, sentia que meu coração ia explodir de tanta emoção.
Ela então disse, com a voz já claramente tarada: "Você tem um pau grande e grosso, vou medir ele..." Ela coloca a régua de plástico sobre o membro dele, mas logo disse: "Seu pau tem uma curva no meio que não deixa eu medir com precisão, em linha reta dá uns... 21 centímetros e meio de comprimento... e tem uma circunferência de... dez vírgula oito centímetros? Ele já tá completamente duro ou ainda falta? Porque com essa régua é difícil medir... pena que não tenho fita métrica agora..."
Ele responde: "Acho que falta um pouco mais, mas já tá quase nessa medida."
Ela então diz, com voz de tesão: "Então tenho que te excitar um pouco mais..."
Depois ela tira o jaleco, desabotoa a blusa e fica só de sutiã, um lindo sutiã branco que deixa ver uns peitos do tamanho exato da proporção do corpo magrinho dela, de dar gosto de ver. A pele dela era branca, dava pra ver claramente os pelinhos pretos nos braços dela, que combinavam com as sobrancelhas grossas.

Janeth tira a calça branca dela pra mostrar umas pernas lindas, tava usando umas meias brancas até o joelho, era uma mulher magra mas com um corpão no ponto certo, a barriga chapada mostrava que malhava todo dia, tinha uma calcinha branca bem provocante, e assim aquela monumenta de mulher ficou só de lingerie, com um olhar cheio de desejo e uma puta safadeza, encarando o pauzão carnudo do Zuzuki, igual uma gata selvagem prestes a devorar a presa gostosa dela.
Zuzuki, com o tempo, tira a calça por completo, deixando ver em todo seu esplendor uma rola linda, de cabeça vermelha, grossa e comprida. Depois, desabotoa a gravata pra abrir a camisa e mostrar o torso nu.
Depois ele abraça a doutora Janeth e dá um beijo apaixonado nela, ao que ela corresponde dizendo “Você me deixou com tesão!” solta vários gemidinhos enquanto vai se ajeitando de frente na escrivaninha...

Zuzuki afasta a calcinha dela pro lado sem tirar, ela segurava ele com a mão na nuca dele... Puxava ele com força pra perto dela enquanto abria um pouco mais as pernas e empurrava a cintura pra frente...
Zuzuki usa a mão dela pra fazer o pau dele, já duro e ereto, apontar direto pra buceta da bela doutora, aí empurra devagar enquanto ela geme que nem uma puta... Zuzuki enfia o pau bem devagar, enquanto os dois se olham de pertinho, cara a cara, ela com a boca aberta e uma expressão de entrega total, diz "É duro... ahhhhmmm!!... Ahhhhhhhhhhhhmmmm..." Os gemidos dela são fortes, aí entre os gemidos ela continua "Vai fundoooo!... mete tudo... tudo, tudinho... ahhhm..." Os gemidos de puta dela eram bem altos, ela tava confiante que ninguém ia ouvir os gritos, se segurando firme com uma mão na mesa e a outra no pescoço do Zuzuki pra puxar ele pra perto "Sinto entrando, tô sentindo!!... ahmmm... é a primeira vez que um pau igual ao seu entra em mim ahmmmm!!, você me faz sentir que nem uma novinha!
Zuzuki balança a cintura pra frente e pra trás devagar, como se estivesse furando ela... ela gemia “Quero ela toda, todinha, vai fundo, ahhmm”... Zuzuki olhando atentamente como o pau entra e sai diz “Sua buceta molhou meu pau todinho!, ahmm... é uma delícia, você tem uma buceta feita pra mim!, é a buceta mais gostosa que já vi... que delícia!”... ela responde entre gemidos, tirando a mão dele do pescoço pra colocar na bunda de Zuzuki e puxar ele com força pra dentro “Tudinho, ahmmm... Não me contento com metade, nem com três quartos, enfia ele todo... todo, todinho!”...
Zuzuki, entre gemidos, responde enquanto os dois se moviam pra frente e pra trás, enquanto ele, com uma das mãos fortes, segurava uma das pernas dela levantada e com a outra a sustentava pela cintura, como se estivesse furando ela: "Já quase tem ela toda...

A doutora Janeth diz mais uma vez: “Toda, toda!!” Ela olha para cima enquanto ofega com força, fazendo sons como se estivesse dando à luz “Sinto você me abrindo, me atinge onde ninguém nunca me atingiu, sinto como você me penetra e abre minhas entranhas!, ahhhhh!!” Ela ofega mais forte “Me come!, me come forte, assim!, que delicioso você é!!, que inveja que tenho da Clarent! ... não para, mete mais forte!”...
As palavras dela pareciam avivar ele, Zuzuki mexia com mais intensidade!, mais forte!, os movimentos dele eram mais rápidos... aos poucos fui vendo como os corpos deles começavam a suar, as peles mais brilhantes e as ofegadas bem altas eram típicas de qualquer filme pornô no volume máximo, ela dizia “Você chegou no fundo!! Ahhmm... siiiim!!... é a primeira vez que sinto que chegam no fundo” depois ela olha pra ver a rápida penetração que estava sofrendo “Que grande que você tem!, já vejo que ainda falta só um pouco pra você enterrar tudo em mim!!, me come, me come!!... Levanta minhas pernas! Come minha buceta!... ahhhmm” os gemidos dela não diminuíam, ela parecia ter mais vigor na hora de ver como aquela cock poderosa estava perfurando ela!...
Zuzuki continuava de pé na frente dela, se movendo pra frente e pra trás!. Era uma fúria a energia que ele tinha, um vulcão em erupção... ela com a perna levantada e a meia-calça puxada pro lado...

Então ele, com as mãos, levanta cada perna dela de um jeito que ela ficou sentada na mesa, com as duas pernas pra cima, cada uma segura pelos braços enormes do seu jovem garanhão...
Então ele disse “Quase lá Janeth!!, quase você vai chupar tudo... Você tem uma buceta gostosa, gostosa!!” ele ofegava com força, não se segurava em nada, a voz viril e poderosa dele parecia provocar nela uma onda de êxtase que talvez ela nunca tivesse sentido antes, o pau dele entrava e saía com força, algo dentro da buceta da doutora Janeth não deixava o pau do Zuzuki avançar mais, na verdade Zuzuki tocava o fundo da buceta dela...
Ela gritava como uma puta enquanto, com uma das mãos, tocava os próprios peitos e, com a outra, segurava Zuzuki pela bunda... ela responde quase com a voz entrecortada e quase imperceptível por causa dos gemidos imensos que não parava de soltar: “Ahhh... sim, sinto você me abrindo mais... sinto você pressionando meu útero, ahm, siiiim” — a voz dela era igual à das garotas quando perdem a virgindade, boca aberta e ofegante, mal conseguindo respirar direito. Ela dizia: “Estou... quase... gozando...” O batom vermelho dela realçava ainda mais aquela expressão de puta que ela tinha... Ela olhava, incrédula, como aquela besta selvagem entrava e saía dela com uma velocidade digna dos deuses, toda lubrificada pelos seus abundantes sucos vaginais que a banhavam: Era um ovo delicioso, uma piroca enorme...
Pelo rádio espião dava pra ouvir o som da pele batendo, pelve contra pelve, Zuzuki com a voz claramente ofegante disse “Posso rasgar sua meia-calça?... ahmmm...” e ela respondeu sem hesitar “Rasga, não tô nem aí!!, vai fundo!!... rasga minha buceta também!!... vai, por favor, vai fundo!!... Tô gozando! Amm... tô gozando!!, ahhh!!”
Ao mesmo tempo, junto com a voz dela cheia de tesão e o som das pelves batendo, dava pra ouvir também o barulho de
Ela nem terminou de falar quando Zuzuki usou uma das mãos pra destruir a meia-calça frágil e deixar a buceta dela totalmente livre, como se tivesse tirado as correntes de uma fera selvagem com sede de devorar tudo que passa na frente...
Ela gemia cada vez mais, até que sua voz ofegante explodiu num êxtase incontrolável de paixão, reservado só pra putas, vadias, cachorras e biscates: "Sente, meu amor, sente meu orgasmo!!...
Os movimentos de quadril dela diminuíram um pouco de velocidade... Aí Zuzuki diminui um pouco o ritmo pra sincronizar a cintura dele com a cintura dela, enquanto falava "Olha... olha como você fica toda arregaçada!..." Janeth, com cara de entrega total e extasiada, como se estivesse drogada por aquela tranca poderosa que tava entrando e derrubando tudo dentro dela, toca com as mãos a cock do Zuzuki enquanto ele continuava metendo nela sem piedade e sem descanso. Aí ela disse entre gemidos "É a primeira cock que sinto que fica totalmente apertada em mim e a primeira que aperta meu útero, você faz de um jeito que comprime ele com força... Nunca ninguém tinha feito isso que você tá fazendo hoje, ninguém..." Ela, com as pernas bem abertas e levantadas, dá um beijo bem apaixonado no Zuzuki, as línguas deles se misturavam de um jeito quase maravilhoso. A cock inteira tinha sido enterrada como uma estaca longa e grossa, firme, que se crava na lama... O som de pelve contra pelve, junto com o som de pussy molhada com güevo se revirando, fazia daquela cena de amantes uma verdadeira cena pornográfica nunca antes vista, o som era igual ao de uma porca se revirando no lamaçal...
Os dois completamente encaixados, até o fundo, aquela cock tinha destruído qualquer obstáculo dentro daquela pobre e linda pussy, continuavam se beijando enquanto os gemidos e a velocidade dos movimentos das cinturas aumentavam de novo. Ele diz com luxúria: "Você tem uma pussy grande"...
Ela responde com uma cara de desejo extremo: "E você tem a melhor cock que já experimentei!... Quando vi, não consegui resistir, primeira vez que vejo uma cock assim... Ao ver o cu do Clarent e saber que foi sua cock que deixou ele daquele jeito, minha pussy ficou toda molhada"...
Enquanto diziam isso, se olhavam cara a cara, se tocando com os narizes e falando com paixão transbordante. Um olhava para o outro enquanto fodiam gostoso. Nos rostos deles dava pra ver a vontade e o tesão de poder fazer do jeito selvagem que só eles conseguiam... suavam como animais... Ele a pegou de novo com as mãos pelas pernas enquanto ela, sentada na escrivaninha, mexia a cintura desesperadamente, gemia como uma slut, forçando a cintura a empurrar com mais força pra frente...
Zuzuki a penetrava de pé, segurando as pernas dela nas mãos; ela com as mãos apoiadas na escrivaninha, expondo sua buceta e rebolando a cintura sem freio... Zuzuki, sem vergonha nenhuma, aumentou a velocidade da penetração, como se soubesse exatamente o que a sua gostosa mais gostava...

Os gemidos dela eram entrecortados, ela gritava quando Zuzuki empurrava pra dentro... parava de gritar quando Zuzuki recuava...
No momento em que Zuzuki aumentou o ritmo, os gemidos dela aceleraram no compasso da penetração.
Aí Zuzuki levantou um pouco mais a perna dela, e assim me deixou ver claramente a montada monumental que ele tava dando na amiga da Clarent: a refinadíssima doutora Janeth.
Zuzuki dizia “Você gosta assim?”, ela gemendo de boca aberta “Sim... siim... assim que eu gosto...”
Ele respondeu “Você tem uma buceta do meu tamanho”, da minha perspectiva dava pra ver claramente o pau poderoso do Zuzuki, venoso, carnudo, bem apetitoso. Os gemidos dos dois continuaram, ela mostrou os peitos pra oferecer na boca dele...
Zuzuki, enquanto a penetrava, chupava os peitos dela, segurou ela pelo cabelo e na hora a cabeça da Janeth virou pra trás, mostrando o pescoço lindo dela, que foi beijado gostoso.
Ela falava “Sim... me dá assim... vou gozar de novo ahhhh... ahhhh...”
Os gemidos de mulher tarada dela ficaram mais fortes, Zuzuki aumentou a velocidade da cintura, era impressionante a resistência que ele tinha, aí ela disse quase gritando “ahhhhhhhhhhhhh........... ahhhhhhhhhhhhh........... Sente isso, Zuzuki, você fez o que nenhum outro fez comigo!!... dois orgasmos numa só foda!! Ahhmmm... ”
Depois, ele segurou ela firme pela cintura pra encostar ela nele, enquanto com as estocadas de penetração enfiava como uma
Depois Zuzuki tirou ela pra mudar de posição... No momento em que ele tira, a porra do pau poderoso dele volta pra posição vertical com violência, fazendo um leve
Depois ele sentou na cadeira ergonômica chique, que talvez fosse o posto de trabalho da doutora Janeth: Convidou ela pra sentar de frente naquela gostosa e grossa obelisco de carne, ereto, comprido, totalmente apontado pra cima, com uma cabeça roxa que parecia inchar e contrair prestes a explodir.


Ela topou com um sorriso de alegria, tirou completamente o sutiã já meio desajustado, ficando nua, só com as meias brancas de renda cobrindo os pés até os joelhos.
Aí ela se acomodou em cima dele, colocando as pernas de cada lado, e com a mão pegou o pau dele pra guiar até a racha da buceta dela... devagar foi descendo a bunda gostosa enquanto a penetração ia rolando. Uma enfiada majestosa, uma buceta gostosa de uma doutora engolindo um pau poderoso digno de ator pornô.
Pela minha perspectiva, ela tava de costas, a bunda dela subindo e descendo... Quando ela subia, dava pra ver o pau venoso do meu irmão por adoção; e na hora que ela descia a bunda, dava pra ver o pau dele se enfiando na buceta depilada dela. Uma encaixe quase bestial, uma rola grossa de um cara de 26 anos, toda lubrificada e com aspecto oleoso, cravando na buceta gostosa de uma mulher de 30. Ela apoiava as mãos nos ombros fortes daquele garanhão que tava abrindo as entranhas mais profundas da buceta dela, penetrando até lugares onde ninguém nunca tinha chegado antes.
![Ashley [Parte 7]: Sexo anal destruiu a buceta da amante (Real) Ashley [Parte 7]: Sexo anal destruiu a buceta da amante (Real)](http://b2.woxcdn.com/enhanced-2/f46/22d/f4622de21fa7831ad56b9f90162e7f4e.jpg)
Ele segurava ela pela cintura e, com as mãos, imprimia os movimentos suaves de cima pra baixo. Ela se movia em cima dele feito uma puta, contorcendo o corpo igual cobra. Pelo meu rádio espião, dava pra ouvir os gemidos dela de mulher tarada.

A doutora Janeth dizia entre gemidos: "Juro que ninguém, ninguém... ninguém me comeu como você me comeu... ahhhh... aaaaaaaaaaaaaahhh!"
Seus gemidos de puta pareciam incentivar o novo amor dela, dava pra ver claramente como a buceta da doutora Janeth encharcava de sucos vaginais toda a pica do Zuzuki...
Os movimentos foram aumentando de intensidade, o cabelo liso e preto lindo dela cobria suas costas finas, ela com as mãos jogava o cabelo pra trás enquanto continuava fodendo... O cabelo ao cair parecia seguir um balanço causado pelos movimentos que os dois novos amantes imprimiam.
Gemidos de putinha, gemidos descarados sem nenhuma vergonha de gente pervertida metendo...
Os movimentos da Janeth em cima da pica do Zuzuki passaram de suaves, pra frente e pra trás, pra um pulinho de cima pra baixo na pica do Zuzuki, enquanto ela dizia "Assim!!, assim!!... que delícia!!... sinto que vou gozar de novo!!... ahmmm!!!...."
As palavras dela, cheias de gemido, viraram gritos de putinha desesperada por pica "Vou gozar de novo!!!!!... ahhh...!! De novoooo, lá vem... ahhhh... ahh...!"
A Janeth gozou pela terceira vez e desabou em cima do Zuzuki, com uma risada quase sem controle de felicidade, abraçando ele e dando um novo beijo apaixonado... Zuzuki sussurra no ouvido dela "Quero te colocar de quatro
Ela entre risadas de menina safada, fazendo sons típicos de novinha virgem quando experimenta a rola pela primeira vez e tiram antes de chegar no limite.
Ela se levantou, se ajeitou na mesa dela colocando um joelho em cima e deixando o outro no chão como apoio, de um jeito que arqueou as costas e virou pra olhar pro Zuzuki enquanto soltava um sorrisão de satisfação e entrega...

Com voz de garota safada, disse pra Zuzuki: "Enterra tudo na minha buceta, ainda sou virgem do cu e tenho medo, não sou tão experiente quanto a Clarent".
Zuzuki concordou com a cabeça enquanto se posicionava atrás dela e ajustava o pau na direção da buceta dela "Não se preocupa, hoje vou só te comer a pussy, vou esperar até que seja você a implorar pra eu comer essa bunda deliciosa que você tem"
Ela respondeu "Olha se quiser, pode tocar, mas não me penetra"...

Zuzuki olhava bem de perto as nádegas da sua linda vítima, tocou a buceta dela e naquele instante Janeth soltou gemidos de puta, ele então disse: “Você ainda tá bem cachorra, não vai demorar muito pra ter o teu quarto orgasmo”...
A doutora, já sem nada do que se envergonhar, diz: “Te confesso que é a primeira vez que tenho um orgasmo com um homem, sempre tive através da masturbação usando o cabo de uma escova de cabelo... meu namorado ainda não conseguiu me fazer gozar.”

Zuzuki se acomoda atrás dela, ela deitada sobre a mesa dando a raba pra ele, uma perna em cima da mesa e a outra no chão, a buceta dela tava aberta e rosada. Ele apoia o míssil potente dele na buceta vermelha da Janeth, deixando a glande dele entre os lábios vaginais da doutora...
Devagar o pau dele foi entrando enquanto ela deu um grito forte de prazer, ela de costas pra ele e ele segurando ela pela cintura...
Ela dizia entre gemidos que pareciam gritos: "Como eu adoro essa piroca... Zuzuki, que pau lindo você tem!!, me faz sua!!... de agora em diante você tem que me comer!!" Ela gemia feito uma puta, uma e outra vez... Tava enlouquecida...
Zuzuki, enquanto metia nela, passava os dedos no cu dela, ela gemia: "Isso é uma delícia!!" A voz dela já tava rouca, como quem cansou de tanto gritar: "Seu pau é uma delícia, você sabe muito bem como mexer dentro de mim... Não tira!!, me dá duro!!... você me faz sentir sua puta!!"
Eu vi Zuzuki com os dedos tocando o clitóris dela e falando com a voz bem ofegante: "Seu clitóris tá durinho, tá duro" Zuzuki masturba ela devagar enquanto continuava metendo...
Ela, toda entregue ao homem dele, se rende e abraça ele, virando a cabeça pra dar mais um beijão de língua de olhos fechados... Zuzuki continuava metendo o pau e, num momento, com uma mão, faz ela arquear mais, deitando ela em cima da mesa, deixando a raba dela toda exposta e empinada pra ele, que metia sem pena nenhuma...
Depois ele leva o dedo já lubrificado, de tanto ter masturbado ela, até o cu dela... quando faz isso, ela grita de tesão, geme como uma puta...
Zuzuki esfregou o cu dela sem penetrar, lambuzou com bastante fluxo vaginal. Janeth, sem perceber que a bunda dela tinha sido estimulada a tal ponto que se dilatou naturalmente pelas carícias incessantes do dedo do seu montador...

Aquele cuzinho maravilhoso, bem cuidado, semiaberto, com um aspecto rosado, era mais que lindo — Zuzuki estava em êxtase olhando pra ele...
Aquela cena parecia que, enquanto ele admirava aquele cuzinho lindo, ele se masturbava enfiando dentro da própria buceta pra aliviar a vontade de não poder arrombar naquele momento aquele ânus majestoso e impressionante, lindo e rosado... ele observava aquele cu gemendo e, de vez em quando, colocava a língua pra fora numa expressão morbosa e sem controle...
Ele se mexia todo suado, a expressão no rosto mostrava que tava fazendo muito esforço, as veias do pescoço ficaram saltadas, a cara dele era de pura paixão enquanto as estocadas ficavam mais fortes. Ele continuava concentrado, olhando pra bunda daquela doutora gostosa, como se tivesse sendo torturado por não poder meter o pau naquele cu virgem que tava na frente dele. O som de bunda batendo na pelve era impressionante, a doutora gemia sem parar, gritava o nome do Zuzuki de vez em quando... enquanto isso, Zuzuki continuava metendo nela igual um animal pela buceta e falava “Seu cu... seu cu!!... ahhmmm, isso... seu cu”, com um dos dedos fazendo círculos em volta do cu dela.
Depois de um breve momento naquela posição e com aquela intensidade de gemidos, ela grita: "Não acredito!!... GOZEI DE NOVOOO!, tô gemendo que nem uma puta!... você me deixa com tesão!!, me transformou na sua mulher, me faz virar uma vadia!!..." Ela rebolava a bunda pra frente e pra trás enquanto dizia: "Adoro como você amassa minha bunda!!, ahhmm... Zuzukiii... Vem comigo!!" numa velocidade quase alucinada, ela continuou: "Tô gozando, tô gozando... GOZA JUNTO COMIGO!!..."
Naquele instante, Zuzuki conseguiu enfiar um dedo no cuzinho lindo da Janeth... Foi quase sem querer, porque quando ele fez isso, foi através do movimento brusco da doutora safada no momento em que ela gozou.
Na hora ela grita de tesão: "Ahhhh... que gostoso esse dedo no meu cu!!, que orgasmo gostoso!!!" Ela, totalmente extasiada e apaixonada pelo que Zuzuki tava fazendo com ela...
Foi assim que os dois, em uníssono, gemeram sem vergonha nenhuma, suados, enquanto diminuíam a velocidade até quase parar pra aproveitar o prazer imenso que os dois estavam sentindo...
Zuzuki tinha gozado dentro da buceta da doutora Janeth sem pensar nas consequências: Leite branco jorrou em abundância, gotas grossas de porra escorriam pela mesa. Ela tinha tido o quarto orgasmo, era como se ela tivesse redescoberto o sexo, a cara dela dizia tudo... a boca aberta enquanto ela mesma fazia os movimentos lentos... Zuzuki continuava com o dedo enfiado nela.
Ela caiu na mesa, como se estivesse entregue... e no momento em que Zuzuki tirou a rola: Um jato impressionante de porra sai da buceta da doutora Janeth... o fluxo branco saía quase sob pressão, manchando a mesa, parte das pernas dela, as meias de renda brancas... Ela ficou como exausta na mesa, gemendo como uma puta, se contorcendo como uma fera, como a puta que era...

Pude ver a rola do Zuzuki ereta, escorrendo porra pra caralho... O líquido branco lindo dele caía da ponta até a base do cilindro poderoso; o pau dele ainda parecia duro, parecia vibrar e inchar enquanto mais líquido branco saía pelo buraco na glande dele...
Janeth gemia de prazer em cima da mesa enquanto Zuzuki limpava o pau dela com a meia-calça branca rasgada da sua vítima sexual bem satisfeita.
Zuzuki então ajuda Janeth a se levantar e entrega a calcinha rasgada na mão dela, enquanto diz: “deixei meu gozo na sua calcinha, pra você lembrar de mim, guarda ela…”
Ela sorriu, enquanto se levantava...
Os dois pegaram as roupas deles, enquanto eu voltei pro quarto onde o Clarent estava. Quando cheguei, o Clarent me perguntou onde eu tava, eu disse que no banheiro. Passaram uns 10 minutos quando a Janeth e a Zuzuki voltaram como se nada tivesse acontecido, ela com o lacinho no cabelo, os óculos, o vestido bem arrumado e aquela seriedade que tinha no começo...
VOLTANDO AO NORMAL
Janeth diz: "Fiz um exame de diagnóstico geral no jovem Zuzuki: medi a pressão, coletei uma amostra de sangue e de urina." Depois, ela olha para Zuzuki: "Você pode vir depois de amanhã buscar os resultados." Em seguida, olha para Clarent e para mim enquanto me entrega uma receita médica: "Este é o remédio que ela tem que tomar, é um anti-inflamatório. O mais provável é que seja só o machucado e nada mais... evitem fazer relações anais do jeito que fizeram, sejam mais calmos." E então olha para Zuzuki: "E você, seja mais delicado com ela," enquanto solta um sorriso sutil e quase imperceptível...
Depois, ajusta os óculos e diz: "Bom, podem ir. Agora vou me ocupar."
Clarent agradece e nós vamos embora.
Depois que saímos de lá, levamos o Clarent pra casa dele, já era quase meio-dia quando chegamos na casa do Clarent.
Enquanto eu ia com o Zuzuki no carro, ele dirigindo, me disse com um sorriso: "Gostou?"...
A pergunta dele me pegou de surpresa: "Do que você tá falando?"
Ele continuou dirigindo enquanto me olhou de forma safada e me entregou na mão o rádio transmissor: "O que você ouviu e viu no consultório da doutora"...
Um frio de nervosismo percorreu meu corpo, fiquei quase muda, tirei fôlego de onde não tinha e, gaguejando, falei: "Bom... eu..." me quebrei enquanto dizia baixinho, como se fosse só pra mim: "que merda, você me descobriu!"... Depois olhei pra ele e falei alto: "Só queria saber onde você tava, faz parte do meu trabalho te proteger"
Ele me olhou de novo com um sorriso de orelha a orelha: "Não se preocupa, vejo claramente nos seus olhos que você curtiu... Você estava tão concentrada que nem percebeu que eu te vi desde o começo"
Fiquei em silêncio, como se concordasse, apoiei a cabeça na mão e confessei: "Nunca tinha visto nada igual, fiquei excitada te vendo, é isso" — quando terminei essa frase, falei como se tivesse inveja.
Assim encerro essa parte. Aguardem a próxima temporada.
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