Por Uma Bolsa
Com o Selo de Prazer e Morbo…
Isso aconteceu comigo uns 3 anos atrás, espero que vocês gostem. Não é que eu fosse inocente e não soubesse o que estava rolando, na verdade eu já contava com o que tinha ouvido falar pra poder continuar estudando. Então, assim que cheguei perto das 10 da noite, no prédio chique onde mora meu conselheiro. O jeito que o porteiro me olhou, e o sorriso debochado que ele deu ao abrir a porta e falar "pode entrar, senhorita", confirmou o que eu já imaginava: que com certeza eu não era a primeira, nem a última das estudantes que precisava de apoio financeiro pra terminar a faculdade. Mal entrei, pelo jeito que o conselheiro falou comigo, já saciei na hora o que me esperava, quando ele disse, enquanto segurava a barba espessa:
— Pode ir tirando a roupa, pra ficar mais à vontade.
Eu, sem pensar duas vezes, comecei a me despir, sob o olhar dele e do Decano, que chegou quase nos meus calcanhares. Já de calcinha e sutiã, do jeito mais descarado que os dois puderam, eles puxaram os paus pra fora da calça e, cada um se colocando de um lado meu, nem precisou que ele dissesse:
— Queremos que você chupe eles!
Coisa que comecei a fazer na hora, enquanto o Decano falou pro Conselheiro:
— Pelo visto você encontrou outra jovem que merece nossa bolsa e nossos favores.
De ficar chupando os paus deles alternadamente, eles resolveram brincar com meu corpo, e o Decano, usando um taco de beisebol como se fosse um consolo, depois de tirar minha calcinha e levá-la ao nariz pra cheirar, começou a enfiar ele dentro da minha buceta.
— Aaaaah, aaaah, aaaaaaaaaah. — Eu aguentava.
Então, enquanto eu continuava chupando o pau do Conselheiro, o Decano de assuntos financeiros se deliciava enfiando a parte mais grossa do taco dentro da minha buceta, sem eu oferecer a menor resistência. Nessa hora, as pílulas de êxtase que eu tinha tomado antes de entrar naquele apartamento, já tinham começado a fazer efeito em mim. Então, só de pensar em aproveitar o momento, ajudei os dois a se despir. E assim que tanto eles quanto eu estávamos pelados, continuei chupando os paus deles. Depois disso, enquanto eu curtia o jeito que um dos dois me penetrava, continuei chupando sem parar. O resto da noite, passei esfregando meu corpo no de um deles, enquanto o outro descansava. Não é que eu seja uma puta nem nada, mas quando a gente tem uma necessidade e tem como resolver, seria muita burrice da minha parte não aproveitar o que Deus me deu. Naquela noite, saí do apartamento do Conselheiro com minha carta de aprovação da bolsa, sem precisar entregar papel nenhum. Eu estava tão, tão feliz por ter conseguido, que quando cheguei no térreo e aquele porteiro ficou me encarando de novo, com vontade de pular em cima de mim, foi só chegar perto dele, levantar minha saia e perguntar:
— Sabe de alguém que a essa hora possa me fazer um pequeno grande favor?
Os olhos dele brilharam de alegria. Sem falar nada, me pegou pela mão e me levou até a recepção do prédio. Lá dentro, fechou a porta, e enquanto eu, ainda bem excitada e contente, ia tirando a roupa, ele foi se despindo por completo. De novo, não me dediquei só a chupar, mas o maldado do zelador parecia ser apaixonado por sexo anal, porque desde o começo, depois de eu ter chupado o pau dele por um bom tempo, o resto da madrugada ele passou me comendo gostoso pelo cu sem parar…
Fim…
Com o Selo de Prazer e Morbo…
Isso aconteceu comigo uns 3 anos atrás, espero que vocês gostem. Não é que eu fosse inocente e não soubesse o que estava rolando, na verdade eu já contava com o que tinha ouvido falar pra poder continuar estudando. Então, assim que cheguei perto das 10 da noite, no prédio chique onde mora meu conselheiro. O jeito que o porteiro me olhou, e o sorriso debochado que ele deu ao abrir a porta e falar "pode entrar, senhorita", confirmou o que eu já imaginava: que com certeza eu não era a primeira, nem a última das estudantes que precisava de apoio financeiro pra terminar a faculdade. Mal entrei, pelo jeito que o conselheiro falou comigo, já saciei na hora o que me esperava, quando ele disse, enquanto segurava a barba espessa:
— Pode ir tirando a roupa, pra ficar mais à vontade.
Eu, sem pensar duas vezes, comecei a me despir, sob o olhar dele e do Decano, que chegou quase nos meus calcanhares. Já de calcinha e sutiã, do jeito mais descarado que os dois puderam, eles puxaram os paus pra fora da calça e, cada um se colocando de um lado meu, nem precisou que ele dissesse:
— Queremos que você chupe eles!
Coisa que comecei a fazer na hora, enquanto o Decano falou pro Conselheiro:
— Pelo visto você encontrou outra jovem que merece nossa bolsa e nossos favores.
De ficar chupando os paus deles alternadamente, eles resolveram brincar com meu corpo, e o Decano, usando um taco de beisebol como se fosse um consolo, depois de tirar minha calcinha e levá-la ao nariz pra cheirar, começou a enfiar ele dentro da minha buceta.
— Aaaaah, aaaah, aaaaaaaaaah. — Eu aguentava.
Então, enquanto eu continuava chupando o pau do Conselheiro, o Decano de assuntos financeiros se deliciava enfiando a parte mais grossa do taco dentro da minha buceta, sem eu oferecer a menor resistência. Nessa hora, as pílulas de êxtase que eu tinha tomado antes de entrar naquele apartamento, já tinham começado a fazer efeito em mim. Então, só de pensar em aproveitar o momento, ajudei os dois a se despir. E assim que tanto eles quanto eu estávamos pelados, continuei chupando os paus deles. Depois disso, enquanto eu curtia o jeito que um dos dois me penetrava, continuei chupando sem parar. O resto da noite, passei esfregando meu corpo no de um deles, enquanto o outro descansava. Não é que eu seja uma puta nem nada, mas quando a gente tem uma necessidade e tem como resolver, seria muita burrice da minha parte não aproveitar o que Deus me deu. Naquela noite, saí do apartamento do Conselheiro com minha carta de aprovação da bolsa, sem precisar entregar papel nenhum. Eu estava tão, tão feliz por ter conseguido, que quando cheguei no térreo e aquele porteiro ficou me encarando de novo, com vontade de pular em cima de mim, foi só chegar perto dele, levantar minha saia e perguntar:
— Sabe de alguém que a essa hora possa me fazer um pequeno grande favor?
Os olhos dele brilharam de alegria. Sem falar nada, me pegou pela mão e me levou até a recepção do prédio. Lá dentro, fechou a porta, e enquanto eu, ainda bem excitada e contente, ia tirando a roupa, ele foi se despindo por completo. De novo, não me dediquei só a chupar, mas o maldado do zelador parecia ser apaixonado por sexo anal, porque desde o começo, depois de eu ter chupado o pau dele por um bom tempo, o resto da madrugada ele passou me comendo gostoso pelo cu sem parar…
Fim…
1 comentários - Todo Por Una Beca