Cena entre amigos

NOITE DE AMIGOSOlá, vou contar como tudo ficou louco uma noite em que nos reunimos para jantar com casais amigos.
Somos um casal jovem com filhos. Como a maioria dos casais que têm filhos, muitas vezes fica difícil sair porque não têm com quem deixá-los. Isso acontecia com minha esposa, que chamarei de Andrea, e também com outros dois casais: Sofia e Guilherme, e Tomás e Verônica.
A cada quinze dias mais ou menos, às vezes mais, às vezes menos, nos reunimos para jantar na casa de algum deles ou na nossa, e as crianças, por terem mais ou menos a mesma idade, se divertem sozinhas. Assim, matávamos dois coelhos com uma cajadada só: nos divertíamos e todos cuidávamos dos nossos filhos.
Naquela noite, o jantar seria em casa, mas como eu e minha esposa havíamos combinado de sair para tomar alguma coisa depois que os convidados fossem embora, conseguimos deixar as crianças na casa dos avós.
Para nossa surpresa, chegaram Sofia e Guilherme sem as crianças, assim como Tomás e Verônica. Até aquele momento, só houve um comentário sobre o fato de ninguém ter trazido os filhos.
Os homens fomos para a área do churrasco para continuar com o assado, enquanto as mulheres ficaram na sala preparando um aperitivo e conversando. Com os homens, conversávamos sobre coisas triviais, como política, futebol e outras coisas que iam surgindo. As mulheres também conversavam e, como de costume, dava para ouvi-las rindo das coisas que diziam.
Comemos e ficamos todos conversando à mesa até que, em um momento, Sofia disse:
Sofia: A gente devia fazer alguma coisa, sempre falamos das mesmas coisas, parecemos uns velhos, sempre falando de política e coisas do tipo. Parem de frescura, somos jovens, vamos falar de coisas divertidas.
Andrea: É verdade, vamos falar de outra coisa — ela olha para Verônica como se procurasse uma aliada.
Verônica: Bom, vamos propor algo interessante — diz, olhando para nós, homens, que estávamos assistindo à cena sem dizer nada.
Eu: Bom, eu... Vou tomar um banho porque tô cheirando a fumaça, vocês conversem o que quiserem e depois peçam sorvete. Falei e, levantando-me, fui ao banheiro.

E dentro do chuveiro ouvia que continuavam conversando e todos riam juntos, até que em um momento as risadas eram contínuas seguidas de gritos de incentivo.

Apresso o banho e saio quase pelado, dava pra ouvir muitas risadas e não queria perder nada. Já estavam na sala todos sentados nos sofás em casais.

Eu: O que foi? Disse olhando pro grupo.

Verônica: Te coloco a par, perguntei pra Sofia no que ela se considerava boa, pensando que ela ia dizer que cozinhava bem, tipo fazendo perguntas de verdade ou consequência e ela me diz que era boa chupando. Disse enquanto ria.

Sofia: Mas é que sou muito boa, não tô mentindo. Ao dizer isso olha pro Andrés, que vermelho como um tomate balança a cabeça.

Andrea: Aaaaaah, que ousada, e como é que a gente sabe que você é boa? Minha esposa diz de forma inquisitiva.

Verônica: Agora você tem que mostrar ou demonstrar que é boa. Olha pra minha esposa e diz. Não tem um brinquedinho pra mostrar pra gente?

Minha mulher num pulo vai pro quarto e volta correndo com um brinquedo que a gente tinha. Raramente usávamos.

Eu não saía do meu espanto, mas a situação me deixou excitado, olhava pros caras que estavam comigo e eles estavam iguais, tinham cara de estar chocados com o que estava acontecendo e não sabíamos onde queriam chegar, mas ninguém dizia nada.

Sofia pega o brinquedo pela base, olha de vários lados fazendo caras engraçadas, e passa a língua na pontinha, tudo isso sentada ao lado do marido que a observava, acho que já de pau duro. Depois passa a enfiar na boca e, fechando os olhos, começa a chupar num ritmo bom. O silêncio era absoluto, os 5 pares de olhos estávamos olhando pra ela com atenção extrema. Ela movia a cabeça pros lados enquanto enfiava o brinquedo na boca e tirava.

Andrés: Faz uma boquinha. Diz quase implorando. Sofia, olhando para nós, enfiou o brinquedo mais fundo na boca e fez um arco lindo, cuspindo um pouco de saliva. Abriu os olhos, que estavam cheios de lágrimas, e olhou para todos nós, que estávamos de boca aberta. Tirou o brinquedo da boca, engoliu saliva, sorriu e se acomodou no sofá, vitoriosa por sua atitude.

Silêncio na sala, ninguém disse nada por alguns segundos, totalmente desconfortáveis.

Verônica: Eu também sou boa chupando, mas…

Olhou para baixo, como se estivesse com vergonha, mas com vontade de dizer algo que não se animava.

Andrea: Bom, acho que a atuação da Sofia deixou a gente meio loucos, não tenha vergonha, Vero. Acho que todas somos boas chupando, hahaha, e se formos sinceras, seria legal, ou deixamos por aqui e pedimos sorvete…

Quando estava prestes a continuar falando, Verônica a interrompe.

Verônica: Eu mostro pra vocês, e depois a gente pede sorvete, hahahaha.

Num movimento típico de uma pessoa muito ágil, ela se ajoelhou na frente do marido e pegou para baixar a braguilha dele. Ele ficou desconfortável e recuou.

Tomás: Paraaaa… o que você vai fazer? Vai me chupar aqui na frente de todo mundo?

Verônica: Se você não se importa, nem eles também, sim.

Eles se olharam intensamente, e então olharam para nós, que sorrindo assentimos com a cabeça, e ele pegou o jeans e o abaixou. Fechou os olhos, não por prazer, mas pela vergonha que estava sentindo, e jogou a cabeça para trás.

Verônica, baixou o jeans e deixou a cueca à mostra, ele estava com o pau bem duro, inclinado para um dos lados.

Verônica: Nossa, como está isso, parece que você ficou excitado vendo a Sofia chupando…

Ela pegou o pau e o puxou para fora, fazendo com que a cabeça ficasse para cima. Olhou para minha esposa, fechou os olhos e abriu a boca, engolindo o pau do Tomás. Ele soltou um som de prazer. Ela chupava com dedicação, só a cabeça. Passava a língua como se fosse um sorvete delicioso, chupava de uma maneira romântica, muito feminina. O marido gozava até que, em um momento, abriu os olhos, Ele olha para ela e diz.
Tomás: Tá romântica hoje? Tá mentindo pras suas amigas.

Verônica, com o pau apoiado na boca, mantendo os lábios fechados, faz um sorriso perverso e, segurando o pau com a mão, passa o nariz ao longo do tronco do pau e aspira todo o seu cheiro, depois passa ele pelo rosto, até que em um momento ela se inclina para trás e cospe na cabeça do pau, deixando cair muita saliva. Ela o coloca na boca e começa a lamber de maneira desenfreada, fazendo engasgos e barulhos com a boca, enquanto ele entrava e saía. O marido agarra seus cabelos e a faz seguir um ritmo contínuo. Em um momento, ela para e se levanta. Tomás se ajeita e guarda sua arma na cueca. Verônica tinha todo o rosto coberto de saliva. Ela sorri para todos e se senta ao lado de seu parceiro.

Nesse ponto, imaginem como estávamos Andrés e eu. Não aguentávamos mais, o pau estava quase saindo das nossas calças.

Sofia olha para nós e diz: "Não sei vocês, mas eu fiquei com vontade de ter minha buceta chupada, não até ter um orgasmo, mas só de ser chupada, se não se importam." Disse enquanto, sentada, tirava a calça deixando apenas a calcinha, olha para o marido e ele, entendendo o que tinha que fazer, se ajoelha e se aproxima de sua buceta, ela se ajeita abrindo as pernas e levando o quadril para frente, fecha os olhos e coloca os braços sobre a própria cabeça, mostrando que ia aproveitar. Andrés apoia sua boca em sua buceta coberta pela calcinha e começa a dar beijos carinhosos, mordisca delicadamente a calcinha e, com as mãos nos quadris dela, começa a puxá-la, deixando a buceta totalmente exposta, que estava completamente depilada. Ela se ajeita novamente no sofá e ele mete a cabeça entre suas pernas. Começa a chupá-la, passando a língua por toda a buceta. Ela se contorcia e aproveitava, inclinando-se para os lados, gemendo levemente e reclamando de prazer. Ela abaixa as mãos e ela começa a tocar os peitos por cima da camiseta, massageando-os para os lados, até que num momento levanta a camiseta, deixando o sutiã à mostra e, fazendo força para cima com eles, deixa os peitos caírem. Continua tocando-os para então passar a beliscar os mamilos, esticando-os para frente e brincando com eles. Nós assistíamos ao espetáculo atônitos, totalmente excitados, era incrível vê-los, ela estava curtindo ao máximo, enquanto ele dedicava uma atenção absurda. Num momento, ela abre os olhos e, com uma cara de estar sentindo muito prazer, olha para minha esposa e diz:
Sofia: por favor, não me chupa um pouquinho um peito?
Minha esposa me olha como pedindo permissão, e eu, colocando a mão nas costas dela, empurro-a na direção da amiga.
Minha esposa fica de quatro no sofá e começa a chupar o peito esquerdo dela enquanto o massageava. Verônica, sem pedir permissão, também se aproxima e chupa o outro peito; entre as três, trocavam olhares e sorrisos. O marido da Sofia continuava chupando a buceta dela, focando no clitóris. Nessa altura, os gemidos estavam cada vez mais altos e os movimentos eram rítmicos. Tomás e eu tínhamos o pau para fora da calça e nos movíamos lentamente, admirando a cena linda e dos sonhos.
Num momento, quase à beira do orgasmo, ela agarra o marido e o tira de onde estava. Ele tinha o rosto coberto dos seus fluidos; ela o pega pelas bochechas, puxa-o para perto e dá um beijo nele.
Sofia: não quero acabar, não aguento mais, mas não quero acabar, quero brincar mais um pouco.
Ela olha para minha esposa e diz:
Sofia: e você, o que quer? Vamos tirar as inibições e os tabus, hoje vale tudo.
Minha esposa: nunca chuparam uma mulher para mim. Disse fazendo uma cara de puta maravilhosa.
Nesse momento, ela estava em pé e a amiga sentada no sofá, então passaram imediatamente a mudar de posição. A amiga se ajeitou no chão e minha esposa sentou-se no sofá. A amiga baixou o calção de moletom que ela estava usando junto com a bombacha deixando a buceta dela também à mostra. Semiravam excitadas, com caras de putas, aproximaram as bocas e Sofia se enfiou entre as pernas da minha esposa, quase me fez ter um orgasmo ali mesmo...

6 comentários - Cena entre amigos

Muy buen relato que lindo postre estan comiendo
ikkki
y??????????? que más?????????