Olá, pra quem leu meus relatos anteriores já tem uma ideia de como anda a história da minha vida de casado, e pra quem não leu, vou resumir basicamente:
Sou casado há vários anos, minha mulher se chama Mica, e embora sempre tenhamos sido um casal mais que normal, num aniversário minha esposa me fez de corno com dois colegas de trabalho. A partir daí foi uma loucura de sexo com esses caras, mas depois Mica acabou expandindo seus horizontes sexuais e terminou um fim de ano sendo macetada por 6 caras (vários desconhecidos pra gente), e eu, depois tivemos uma aventura bem estranha com uns pedreiros que estavam fazendo uma piscina em casa, e a última coisa que contei foi como minha esposa foi possuída numa obra em construção por vários operários, que, de forma simbólica e como uma fantasia, ou pra não ficar tão corno talvez, eu fiz pagarem pra comer minha esposa.
Agora, entrando no relato atual, e depois dessa "aventura" na obra em construção, os pedreiros que tinham penetrado minha esposa em todos os buracos ficaram com uma dívida de dinheiro, que na real não me interessava, eu só tinha falado na hora da orgia porque surgiu, como se fosse uma fantasia de eles pagarem por "usar" minha esposa.
Passaram-se várias semanas normais, digamos, a gente conversou sobre o que aconteceu, como sempre fazemos, e ficou tudo por ali, como mais uma história, uma aventura. Mas acontece que não ficou só nisso, como eu pensava.
Um dia de manhã, pra minha surpresa, recebi uma mensagem do Pablo (o pedreiro que fez a piscina em casa e que a Mica queria "salvar" da humilhação de ser pego comendo o outro pedreiro que trabalhou na nossa casa).
A mensagem me pareceu meio confusa, ele dizia que já tinha organizado tudo pro sábado e que o horário que a gente tinha que chegar era às 23h num endereço, que obviamente eu não sabia onde era e muito menos pra quê.
Logicamente perguntei do que ele tava falando. que não entendia nada e ele respondeu um simples, mas contundente "desculpa, pensei que a Mica tinha te falado sobre o que a gente conversou".
A primeira coisa que fiz foi mandar mensagem pra minha mulher perguntando o que tava rolando e ela respondeu "quando você chegar em casa a gente conversa".
O dia inteiro fiquei remoendo na cabeça o que eram aquelas mensagens até chegar em casa e minha esposa, bem tranquilona, me disse:
M: love, uns dias atrás o Pablo veio me pagar a dívida que ficou da última vez e me propôs que eu fosse dançarina na festa que iam fazer na casa do arquiteto responsável pela obra pra comemorar que terminaram o prédio.
EU: Tá me zoando? Por que não me contou que vieram te pagar?
Mica: Porque achei que a grana eu ganhei sozinha, então fiquei com ela. Algum problema?
EU: Nãaaaaao com isso não!!! com a outra coisa sim!!!! agora você virou puta??!!?!?!?!
Mica: não se engana, não sou puta, .... na verdade não entendo agora você vir com esses papos, foi você quem cobrou por sexo, e é só ir dançar, não transar, então se acalma.
EU: Claro, vai dançar só, nem você acredita nisso.
Mica: Não sei por que você desconfia, além disso falei que ia com você pra ver tudo e não rolar nada estranho.
EU: você é louca, realmente louca.
Por uns dias a gente nem se falou, só o básico pra conviver, até que chegou sábado ao meio-dia e a Mica resolveu tocar o assunto.
Ela veio me falar que se eu não fosse com ela, ela ia sozinha, porque queria fazer aquilo, queria aquela sensação de se sentir uma stripper, então não tive escolha a não ser aceitar ir junto, senão teria que me divorciar e, além de não estar nos meus planos, eu também tinha levado ela a ter essas atitudes de puta.
Ela se preparou no quarto pra fazer o primeiro "trabalho" de dançarina e não me deixou ver como ia vestida. Quando saiu do quarto (depois de mais de uma hora se arrumando), saiu com um casacão que cobria tudo, a única coisa que dava pra ver eram umas botas pretas de couro. que ela tinha vestido.
Pegamos o carro e fomos pra casa do arquiteto. Era num condomínio fechado. Quando chegamos, anotaram nossos nomes e nos deram instrução de como chegar na casa do arquiteto.
Quando estacionamos, a Mica ligou pro Pablo pra avisar que já tínhamos chegado (no fim, era uma surpresa pro arquiteto, a stripper tinha sido contratada pelos pedreiros). A gente tava esperando no carro até que vemos a porta abrir e o Pablo fazendo sinal pra gente entrar.
Fizemos isso e rapidamente entramos na casa. Nos cumprimentamos, eu tava com cara de bunda, não tava gostando da situação, mas a Mica tava ansiosa e feliz.
O Pablo me deu um envelope com a grana (feito um cafetão vendendo a putinha dele) e falou que tava todo mundo no quincho, pra gente segui-lo e que eu ficasse só na porta (do lado de dentro, óbvio, porque tava muito frio).
Chegamos e vejo que não tinha tanta gente, ainda bem, eu tava com medo que fossem todos os que trabalharam no prédio, que deviam ser um monte.
Embora na hora eu não tenha contado exato quantos tinha, depois eu faria isso, eram 12 pessoas no total, e claro, tavam todos os que tinham se esfregado na minha esposa no prédio, não queriam perder a chance de ver ela de novo.
Quando a Mica entrou, foi um puta auê, assobios, gritaria, aplausos. Batiam nas costas do Pablo como se ele fosse o herói. O arquiteto ria, mas tentava acalmar a manada, era o que botava um pouco de juízo na parada. Num momento, o arquiteto falou que não dava pra fazer uma festa na casa dele, que os vizinhos iam falar depois (suponho que com a mulher dele, sei lá) e quando parecia que os planos dos pedreiros iam por água abaixo, a Mica chegou perto do arquiteto, pegou ele pela cara e começou a beijar ele com força.
O cara não sabia o que fazer, ficou paralisado. A Mica agarrou ele e quase empurrou ele pra uma cadeira, fazendo ele sentar. Olhou pra ele e começou a desatar o laço do casaco e, de um puxão, abriu e deixou cair no chão, ficando à mostra. Vista o corpo dela de roupa íntima. Ela tava usando um corset preto bem justinho, uma calcinha fio dental com ligas, meia de nylon e as botas que eu tinha conseguido ver.
A gritaria começou de novo e o arquiteto pediu calma outra vez, coisa que só rolou quando a Mica também pediu pra diminuir a bagunça.
A Mica começou a dançar pro arquiteto, que só olhava com um sorriso de orelha a orelha. Num momento da dança, a Mica sentou no colo do arquiteto de costas pra ele, rebolando a bunda na virilha do cara, pegou as mãos dele e levou pros peitos, deixando o cara começar a apalpar, primeiro por cima do corset e depois enfiando a mão pra tocar nos bicos.
O arquiteto não passava de acariciar os peitos da Mica, então ela falou "pode tocar à vontade, arquiteto, que é tudo seu"....
A Mica pegou as mãos dele e levou pra virilha dela, fazendo o arquiteto acariciar (por cima da calcinha fio dental) a pussy da minha esposa enquanto ela se mexia em cima dele.
Não demorou muito pro arquiteto puxar a calcinha fio dental da Mica e acariciar a pussy dela agora sim pelada. Os pedreiros tavam na frente deles vendo em detalhes como o cara acariciava o clitóris da minha esposa.
A Mica intensificou o movimento e jogou a cabeça pra trás enquanto com os braços abraçava, digamos, o homenageado. Ele tava punhetando ela gostoso e minha esposa parecia adorar.
Num momento, a Mica levantou, deixando ver a ereção notória que o arquiteto tinha, e continuou dançando pra ele por um tempo, esfregando a bunda praticamente na cara do cara, que aproveitava pra continuar passando a mão nela e até deu umas lambidas na bunda da minha esposa.
Eu tava com aquela sensação de que ia desandar tudo a qualquer momento, mas parece que a Mica não tava com essa ideia.
Ela terminou de dançar pro arquiteto, pegou o casaco e começou a se vestir de novo. Todo mundo resmungou, mas ela se manteve firme. Firme, a única coisa que ela aceitou foi tirar umas fotos apalpando a bunda dela, alguns até deram uma mordidinha, mas só isso.
Quando a gente tava indo embora, o arquiteto veio junto e me perguntou quanto custava uma noite com a Mica (sexo, óbvio), mas ela respondeu na hora que não era puta, só dançarina. A gente deu tchau pro cara e vazou.
No caminho pra casa, fomos nos apalpando, os dois tavam muito no fogo. Quando chegamos, transamos sem parar por horas, fazia tempo que não comíamos assim.
Passaram uns dias e na quarta-feira recebo uma mensagem do arquiteto, perguntando se a Mica tava disponível pra fazer um show numa reunião de amigos no sábado. Eu, meio surpreso, respondi enrolando, e quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi perguntar pra Mica o que ela achava da ideia.
Ela respondeu que sim, que topava.
Respondi como ela mandou, mas o arquiteto levantou umas questões.
Ele perguntou se o show podia ser mais ousado, com a Mica pelada total e ainda uma punheta pra um dos convidados, já que tavam comemorando o divórcio dele, e ainda disse que ela tinha que ir vestida de colegial.
Perguntei pra Mica e ela disse que até a punheta rolava, mas que eu cobrasse caro (ela já tinha virado meio puta mesmo).
Fiz isso e o cara aceitou de boa, dinheiro sobrava pra ele, claro, porque eu botei um preço que nem a puta mais cara cobra por uma punheta.
Igual da outra vez, o encontro foi na casa do arquiteto. Chegamos na hora combinada, me pagaram e minha mulher começou o show dela.
Dessa vez, já de cara começaram a apalpar ela e foram tirando a roupa dela. A Mica tinha perdido o controle da situação.
Ela ficou só com a saia e, enquanto dançava, enfiavam dedos nela por todo lado, os caras tavam meio loucos, então a Mica perguntou quem era o homenageado pra fazer a "punheta".
Um respondeu: "Eu, gostosa, vai me fazer um boquete. Trabalho? (ele disse isso enquanto tirava o pau da calça).
Mica: não, não, boquete não, só masturbação.
Arquiteto: ehhhhh, qual é, não seja chata, olha como você deixou o coitado.
Mica: não foi isso que a gente combinou.
Arquiteto: bom, diz quanto é que a gente paga, sem problema, mas não deixa ele assim, pobre coitado.
Mica olhou pra mim e, mesmo eu fazendo sinal de não, ela colocou um preço no boquete, um preço bem caro por sinal, e disse que ele tinha que gozar fora, ela não engolia esperma.
Arquiteto: ehhhhhh, não acha muito caro?
Mica: sim, mas meu trabalho vale.
Arquiteto: bom, então tá.
Mica: paga meu marido e aí a gente continua.
Arquiteto: é seu marido?!?! haaaaa. Beleza, beleza.
O cara pegou o dinheiro e me pagou. Agora minha esposa tinha que chupar o divorciado.
Ela se ajoelhou na frente do cara, pegou no pau dele e começou a fazer um boquete bem gostoso. Mica se esforçava pra agradar ele bem, e dava pra ver que ela tava mandando bem porque o cara gemia e curtia pra caralho.
Os outros dois aproveitavam e apalpavam os peitos e a bunda da minha esposa enquanto eu olhava. Enfiavam a mão em tudo quanto era lugar, até vi enfiarem dedo no cu dela.
Mica também parecia estar gostando, porque quando paravam de meter a mão nela, ela mexia a cintura e gemia como se pedisse mais.
O cara que ela tava chupando já tava no final, ia gozar, então segurou Mica pela nuca e não deixava ela se afastar muito do pau pra ela não escapar quando ele começasse a soltar o leite.
Foi o que aconteceu, o cara começou a gozar, mas não precisou forçar minha esposa a receber o esperma na boca, ela sozinha tomava como se fosse um néctar delicioso (era óbvio que Mica tava muito excitada).
A gritaria e os aplausos dos outros dois na situação foi foda. Eles a incentivavam como uma campeã.
O arquiteto disse: "agora a gente, amor, não vai nos deixar assim, quero acreditar."
Mica: se pagar, tem, você sabe como funciona.
Arquiteto: que filha da... bom, então tá. Sem drama, começa com ele enquanto eu procuro a grana.
Mica: Ok, mas lembra que são dois, os dois pagam...
O cara só olhou pra ela e foi pegar mais dinheiro.
Quando ele me trouxe, quase jogou na minha mão, tava desesperado pra ir receber o boquete dele.
Nessa altura, a Mica já tava chupando a pica do outro, que não parava de gemer.
O Arquiteto não perdia um detalhe e passava a mão na minha esposa pra caralho, masturbava ela, enfiava dedo no cu dela, dava tapas na bunda e a Mica só gemia.
Num momento, o arquiteto sugeriu que ela chupasse os dois juntos, então ajoelharam ela no meio dos dois (que estavam de pé) e faziam ela chupar a pica de cada um por um tempo.
Literalmente comiam a boca dela, tratavam ela como uma puta em todos os sentidos e a Mica se deixava, já tinha se perdido na tesão.
Não demorou muito e banharam ela literalmente de porra. Sentaram no sofá pra descansar e a Mica ficou imóvel, ajoelhada no mesmo lugar, olhando pras picas dos dois caras que tinham acabado de banhar ela de sêmen.
Arquiteto: O que foi, gostosa, quer mais? Olha que com a grana você não vai me vencer, hahaha.
Mica não falava nada, só olhava pra eles com cara de puta descontrolada.
Arquiteto: (olhando pra mim) Vamos fazer uma parada, cara, sua mulher quer pica e a gente quer comer ela, qual o preço que você faz?
Eu: Não, ela não tá disponível pra foder e muito menos a três.
Arquiteto: Hahaha, fala sério, põe um preço, além disso sua mulher quer que a gente meta nela, olha a cara dela, se eu pegar ela agora e comer, ela não vai falar nada, então é melhor você botar um preço agora antes que saia de graça pra gente.
Eu olhei pra Mica e ela, com cara de luxúria, fez sinal pra eu aceitar. Eu coloquei um preço altíssimo, a ponto de ser quase equivalente a três salários meus.
O arquiteto foi pro quarto e voltou com um monte de notas.
Arquiteto: Olha, não chega no que você pediu, mas vou pagar em dólar, é tudo que eu tenho, pega ou larga.
Mesmo não sendo o valor que eu tinha pedido, tava chegando bem perto e, além disso, minha mulher era capaz de fazer de graça, então aceitei sem reclamar.
Arquiteto: Você se chama Micaela?
Mica: Sim.
Arquiteto: Beleza, quer que a gente te chame pelo nome ou só de "slut"?
Mica: Como vocês quiserem.
Arquiteto: Então tá, vamos te chamar de slut.
Os três começaram a rir de forma debochada.
Arquiteto: Então, sua slut, começa a chupar a pica do Daniel por um tempo (era o que tinha se divorciado).
Minha mulher obedeceu e começou a chupar a pica de novo do cara que tinha enchido ela de porra. O cara tava adorando a chupada que a Mica tava dando, tinha se recostado quase no sofá de olhos fechados enquanto minha esposa, de quatro e com a bunda empinada, deixava a pica dele dura de novo. Dava pra ver que a Mica queria deixar a pica dele dura o mais rápido possível pra ser comida.
Os outros dois olhavam atentos pra cena enquanto se esfregavam devagar. Num momento, o Arquiteto levantou, foi até um bar e serviu uísque. Eu, nessa altura, tava sentado num sofá individual a uns metros da putaria, observando tudo com atenção. Obviamente, apesar da situação, eu tava de pica dura de ver minha esposa sendo usada como uma verdadeira puta por esses caras.
O Arquiteto chegou perto de mim e me ofereceu um copo de uísque. No começo, recusei, mas ele insistiu, falando pra eu relaxar, e que o uísque era supostamente muito bom.
Pros outros dois também levou uísque e ofereceu algo pra minha esposa beber, mas ela não quis nada. Depois de um tempo, em que além de tomar o uísque, eles apalpavam a Mica enquanto ela mamava a pica do divorciado, eles formaram uma roda e faziam minha mulher mamar a pica de cada um por um tempo.
O Arquiteto mandou os outros sentarem no sofá de novo, colocou a Mica de quatro na frente deles e, por trás, encostou a pica na buceta da Mica e foi penetrando devagar. Minha esposa não parava de gemer (não dava pra ver o rosto dele da minha posição, mas com certeza ele tava curtindo) e o arquiteto não parava de falar "que molhada você tá, putinha... dá pra ver que você queria minha pica"
Em poucos segundos, o arquiteto já tava com a pica inteira dentro da Mica, que não parava de gemer e se mexer, pedindo pra ele meter com força.
Depois de umas palmadas, o arquiteto começou a bombar forte na Mica, que não parava de gritar e aproveitar as estocadas que tava levando, enquanto os outros dois enfiavam as picas na boca dela pra ela chupar.
Ficaram assim, os três se revezando pra comer minha esposa. Eu comecei a me sentir meio mal, tava cochilando sentado. Por mais que tentasse, não conseguia ficar acordado e acabei dormindo ali no sofá, sem saber o que rolou depois.
De repente, sinto alguém me sacudindo e falando comigo. Era a Mica me dizendo pra acordar, que a gente tinha que ir. Eram 10 da manhã.
Eu não entendia nada, tava grogue e ainda com sono, não conseguia acordar direito, então a Mica me ajudou a levantar, me levou até o carro e a gente foi pra casa (obviamente ela dirigiu, eu tava como se tivesse fumado).
Chegamos em casa e eu desabei na cama.
Lá pelas 7 da noite acordei, me sentindo meio estranho ainda, mas já bem melhor, pelo menos sabia onde tava.
Acordei a Mica e perguntei o que tinha acontecido. Ela, com um tom meio estranho, começou a contar. Não falava muito além de que tinham passado a noite toda transando, que ela não aguentava mais, que deviam ter dormido perto das 7.
Eu, claro, insisti mais, mas ela não contava quase nada, então ameacei que se não me contasse, ia denunciar os caras. Aí ela se soltou um pouco e disse: "eu conto, mas por favor, não faz nada."
Ela me contou que o uísque que eu tinha tomado tinha uns comprimidos pra dormir (ela só descobriu bem depois que eu apaguei), que o arquiteto basicamente me drogou pra que eu não enchesse o saco pra acabar a festa.
Ela me perguntou qual era a última coisa que eu lembrava, então começou a me contar depois daquilo.
Acontece que depois de ficar um tempo cada um comendo ela, Daniel (o divorciado) começou a comer ela pelo cu. Ela ainda estava com tesão, então deixou ele entrar por ali sem problemas.
Obviamente começaram a se revezar, mas dessa vez pra comer o cu dela, e de forma violenta.
Por lógica, a dupla penetração não demorou a chegar e enquanto entravam pelos dois buracos dela, o restante chupava a boca dela. Nessa oportunidade, um gozou na buceta dela e os outros no cu dela (tudo normal, digamos).
Depois dessa transa e já sentados no sofá os quatro, a Mica percebeu que eu estava dormindo e não conseguia acordar, apesar dos esforços dela.
Ela pediu pra eles ajudarem a me carregar até o carro, que já íamos embora, e aí começou a putaria.
Os caras disseram pra ela que tinham pago muita grana e que a noite ainda não tinha acabado. Tiraram uma sacola com cocaína e começaram a beber na frente dela. Agarraram ela e começaram a apalpar ela toda de um jeito bem bruto. Metiam a mão por todo lado, principalmente no cu, e davam tapas e palmadas (leves, segundo ela). Passada essa fase e já com ela se deixando fazer o que queriam (era pior se resistir), jogaram ela no sofá e começaram a comer ela de novo, com violência, mas não estavam tão duros (seria porque já tinham dado duas gozadas ou por causa da coca, sei lá), então ela aguentava de boa, segundo ela.
Entravam por todo lado, pela buceta ou pelo cu já era a mesma coisa, mudavam ela de posição o tempo todo, estavam descontrolados enquanto ela se deixava. Num momento, estando de quatro sendo penetrada enquanto chupava outra rola, o que estava comendo ela disse pros outros segurarem ela, tirou a rola, colocou um pouco de coca na glande e meteu na minha esposa até o fundo.
Ela resistiu um pouco. mas já estava dentro dela, não tinha escapatória. Depois de alguns segundos, ela sentiu um calor meio estranho (talvez pela cocaína ou por sugestão, não sabe) e começou a se sentir meio esquisita, mais ativa, com força.
Ela reclamou com eles sobre a parada da coca, mas eles nem ligaram e continuaram se divertindo com o corpo da minha esposa do jeito que queriam.
Em um momento, o arquiteto levantou ela e levou até onde eu estava, reclinaram a poltrona (era daquelas de massagem), obrigaram a Mica a subir até onde estava minha cara (a buceta dela ficou basicamente na minha cara) e começaram a meter nela bem na minha frente, literalmente.
De vez em quando, ele tirava a pica da Mica e encostava na minha cara, e segundo minha esposa, até chegou a enfiar um pouco na minha boca o filho da puta, enquanto riam e falavam "olha como o putinho chupa pica".
Claro, quando chegou a hora, ele encheu o cu da Mica de porra e não deixou ela se mexer até começar a escorrer na minha cara, e pra piorar, não deixou ela me limpar, então fiquei com a cara cheia de sêmen.
Depois disso, continuaram por um bom tempo fazendo de tudo com ela e gozaram mais umas duas vezes. Ela já nem reagia, só deixava rolar, já que tava tão aberta e cheia de porra que não sentia nada, e além disso os caras já não tinham mais força nem ereções potentes. Segundo ela, até chegou a dormir um pouco enquanto ainda estavam comendo ela.
Depois de um bom tempo, lá pelas 7 da manhã, todos caíram no sono, exaustos, e quando ela acordou (umas 10), foi quando me levantou e voltamos pra casa.

Sou casado há vários anos, minha mulher se chama Mica, e embora sempre tenhamos sido um casal mais que normal, num aniversário minha esposa me fez de corno com dois colegas de trabalho. A partir daí foi uma loucura de sexo com esses caras, mas depois Mica acabou expandindo seus horizontes sexuais e terminou um fim de ano sendo macetada por 6 caras (vários desconhecidos pra gente), e eu, depois tivemos uma aventura bem estranha com uns pedreiros que estavam fazendo uma piscina em casa, e a última coisa que contei foi como minha esposa foi possuída numa obra em construção por vários operários, que, de forma simbólica e como uma fantasia, ou pra não ficar tão corno talvez, eu fiz pagarem pra comer minha esposa.
Agora, entrando no relato atual, e depois dessa "aventura" na obra em construção, os pedreiros que tinham penetrado minha esposa em todos os buracos ficaram com uma dívida de dinheiro, que na real não me interessava, eu só tinha falado na hora da orgia porque surgiu, como se fosse uma fantasia de eles pagarem por "usar" minha esposa.
Passaram-se várias semanas normais, digamos, a gente conversou sobre o que aconteceu, como sempre fazemos, e ficou tudo por ali, como mais uma história, uma aventura. Mas acontece que não ficou só nisso, como eu pensava.
Um dia de manhã, pra minha surpresa, recebi uma mensagem do Pablo (o pedreiro que fez a piscina em casa e que a Mica queria "salvar" da humilhação de ser pego comendo o outro pedreiro que trabalhou na nossa casa).
A mensagem me pareceu meio confusa, ele dizia que já tinha organizado tudo pro sábado e que o horário que a gente tinha que chegar era às 23h num endereço, que obviamente eu não sabia onde era e muito menos pra quê.
Logicamente perguntei do que ele tava falando. que não entendia nada e ele respondeu um simples, mas contundente "desculpa, pensei que a Mica tinha te falado sobre o que a gente conversou".
A primeira coisa que fiz foi mandar mensagem pra minha mulher perguntando o que tava rolando e ela respondeu "quando você chegar em casa a gente conversa".
O dia inteiro fiquei remoendo na cabeça o que eram aquelas mensagens até chegar em casa e minha esposa, bem tranquilona, me disse:
M: love, uns dias atrás o Pablo veio me pagar a dívida que ficou da última vez e me propôs que eu fosse dançarina na festa que iam fazer na casa do arquiteto responsável pela obra pra comemorar que terminaram o prédio.
EU: Tá me zoando? Por que não me contou que vieram te pagar?
Mica: Porque achei que a grana eu ganhei sozinha, então fiquei com ela. Algum problema?
EU: Nãaaaaao com isso não!!! com a outra coisa sim!!!! agora você virou puta??!!?!?!?!
Mica: não se engana, não sou puta, .... na verdade não entendo agora você vir com esses papos, foi você quem cobrou por sexo, e é só ir dançar, não transar, então se acalma.
EU: Claro, vai dançar só, nem você acredita nisso.
Mica: Não sei por que você desconfia, além disso falei que ia com você pra ver tudo e não rolar nada estranho.
EU: você é louca, realmente louca.
Por uns dias a gente nem se falou, só o básico pra conviver, até que chegou sábado ao meio-dia e a Mica resolveu tocar o assunto.
Ela veio me falar que se eu não fosse com ela, ela ia sozinha, porque queria fazer aquilo, queria aquela sensação de se sentir uma stripper, então não tive escolha a não ser aceitar ir junto, senão teria que me divorciar e, além de não estar nos meus planos, eu também tinha levado ela a ter essas atitudes de puta.
Ela se preparou no quarto pra fazer o primeiro "trabalho" de dançarina e não me deixou ver como ia vestida. Quando saiu do quarto (depois de mais de uma hora se arrumando), saiu com um casacão que cobria tudo, a única coisa que dava pra ver eram umas botas pretas de couro. que ela tinha vestido.
Pegamos o carro e fomos pra casa do arquiteto. Era num condomínio fechado. Quando chegamos, anotaram nossos nomes e nos deram instrução de como chegar na casa do arquiteto.
Quando estacionamos, a Mica ligou pro Pablo pra avisar que já tínhamos chegado (no fim, era uma surpresa pro arquiteto, a stripper tinha sido contratada pelos pedreiros). A gente tava esperando no carro até que vemos a porta abrir e o Pablo fazendo sinal pra gente entrar.
Fizemos isso e rapidamente entramos na casa. Nos cumprimentamos, eu tava com cara de bunda, não tava gostando da situação, mas a Mica tava ansiosa e feliz.
O Pablo me deu um envelope com a grana (feito um cafetão vendendo a putinha dele) e falou que tava todo mundo no quincho, pra gente segui-lo e que eu ficasse só na porta (do lado de dentro, óbvio, porque tava muito frio).
Chegamos e vejo que não tinha tanta gente, ainda bem, eu tava com medo que fossem todos os que trabalharam no prédio, que deviam ser um monte.
Embora na hora eu não tenha contado exato quantos tinha, depois eu faria isso, eram 12 pessoas no total, e claro, tavam todos os que tinham se esfregado na minha esposa no prédio, não queriam perder a chance de ver ela de novo.
Quando a Mica entrou, foi um puta auê, assobios, gritaria, aplausos. Batiam nas costas do Pablo como se ele fosse o herói. O arquiteto ria, mas tentava acalmar a manada, era o que botava um pouco de juízo na parada. Num momento, o arquiteto falou que não dava pra fazer uma festa na casa dele, que os vizinhos iam falar depois (suponho que com a mulher dele, sei lá) e quando parecia que os planos dos pedreiros iam por água abaixo, a Mica chegou perto do arquiteto, pegou ele pela cara e começou a beijar ele com força.
O cara não sabia o que fazer, ficou paralisado. A Mica agarrou ele e quase empurrou ele pra uma cadeira, fazendo ele sentar. Olhou pra ele e começou a desatar o laço do casaco e, de um puxão, abriu e deixou cair no chão, ficando à mostra. Vista o corpo dela de roupa íntima. Ela tava usando um corset preto bem justinho, uma calcinha fio dental com ligas, meia de nylon e as botas que eu tinha conseguido ver.
A gritaria começou de novo e o arquiteto pediu calma outra vez, coisa que só rolou quando a Mica também pediu pra diminuir a bagunça.
A Mica começou a dançar pro arquiteto, que só olhava com um sorriso de orelha a orelha. Num momento da dança, a Mica sentou no colo do arquiteto de costas pra ele, rebolando a bunda na virilha do cara, pegou as mãos dele e levou pros peitos, deixando o cara começar a apalpar, primeiro por cima do corset e depois enfiando a mão pra tocar nos bicos.
O arquiteto não passava de acariciar os peitos da Mica, então ela falou "pode tocar à vontade, arquiteto, que é tudo seu"....
A Mica pegou as mãos dele e levou pra virilha dela, fazendo o arquiteto acariciar (por cima da calcinha fio dental) a pussy da minha esposa enquanto ela se mexia em cima dele.
Não demorou muito pro arquiteto puxar a calcinha fio dental da Mica e acariciar a pussy dela agora sim pelada. Os pedreiros tavam na frente deles vendo em detalhes como o cara acariciava o clitóris da minha esposa.
A Mica intensificou o movimento e jogou a cabeça pra trás enquanto com os braços abraçava, digamos, o homenageado. Ele tava punhetando ela gostoso e minha esposa parecia adorar.
Num momento, a Mica levantou, deixando ver a ereção notória que o arquiteto tinha, e continuou dançando pra ele por um tempo, esfregando a bunda praticamente na cara do cara, que aproveitava pra continuar passando a mão nela e até deu umas lambidas na bunda da minha esposa.
Eu tava com aquela sensação de que ia desandar tudo a qualquer momento, mas parece que a Mica não tava com essa ideia.
Ela terminou de dançar pro arquiteto, pegou o casaco e começou a se vestir de novo. Todo mundo resmungou, mas ela se manteve firme. Firme, a única coisa que ela aceitou foi tirar umas fotos apalpando a bunda dela, alguns até deram uma mordidinha, mas só isso.
Quando a gente tava indo embora, o arquiteto veio junto e me perguntou quanto custava uma noite com a Mica (sexo, óbvio), mas ela respondeu na hora que não era puta, só dançarina. A gente deu tchau pro cara e vazou.
No caminho pra casa, fomos nos apalpando, os dois tavam muito no fogo. Quando chegamos, transamos sem parar por horas, fazia tempo que não comíamos assim.
Passaram uns dias e na quarta-feira recebo uma mensagem do arquiteto, perguntando se a Mica tava disponível pra fazer um show numa reunião de amigos no sábado. Eu, meio surpreso, respondi enrolando, e quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi perguntar pra Mica o que ela achava da ideia.
Ela respondeu que sim, que topava.
Respondi como ela mandou, mas o arquiteto levantou umas questões.
Ele perguntou se o show podia ser mais ousado, com a Mica pelada total e ainda uma punheta pra um dos convidados, já que tavam comemorando o divórcio dele, e ainda disse que ela tinha que ir vestida de colegial.
Perguntei pra Mica e ela disse que até a punheta rolava, mas que eu cobrasse caro (ela já tinha virado meio puta mesmo).
Fiz isso e o cara aceitou de boa, dinheiro sobrava pra ele, claro, porque eu botei um preço que nem a puta mais cara cobra por uma punheta.
Igual da outra vez, o encontro foi na casa do arquiteto. Chegamos na hora combinada, me pagaram e minha mulher começou o show dela.
Dessa vez, já de cara começaram a apalpar ela e foram tirando a roupa dela. A Mica tinha perdido o controle da situação.
Ela ficou só com a saia e, enquanto dançava, enfiavam dedos nela por todo lado, os caras tavam meio loucos, então a Mica perguntou quem era o homenageado pra fazer a "punheta".
Um respondeu: "Eu, gostosa, vai me fazer um boquete. Trabalho? (ele disse isso enquanto tirava o pau da calça).
Mica: não, não, boquete não, só masturbação.
Arquiteto: ehhhhh, qual é, não seja chata, olha como você deixou o coitado.
Mica: não foi isso que a gente combinou.
Arquiteto: bom, diz quanto é que a gente paga, sem problema, mas não deixa ele assim, pobre coitado.
Mica olhou pra mim e, mesmo eu fazendo sinal de não, ela colocou um preço no boquete, um preço bem caro por sinal, e disse que ele tinha que gozar fora, ela não engolia esperma.
Arquiteto: ehhhhhh, não acha muito caro?
Mica: sim, mas meu trabalho vale.
Arquiteto: bom, então tá.
Mica: paga meu marido e aí a gente continua.
Arquiteto: é seu marido?!?! haaaaa. Beleza, beleza.
O cara pegou o dinheiro e me pagou. Agora minha esposa tinha que chupar o divorciado.
Ela se ajoelhou na frente do cara, pegou no pau dele e começou a fazer um boquete bem gostoso. Mica se esforçava pra agradar ele bem, e dava pra ver que ela tava mandando bem porque o cara gemia e curtia pra caralho.
Os outros dois aproveitavam e apalpavam os peitos e a bunda da minha esposa enquanto eu olhava. Enfiavam a mão em tudo quanto era lugar, até vi enfiarem dedo no cu dela.
Mica também parecia estar gostando, porque quando paravam de meter a mão nela, ela mexia a cintura e gemia como se pedisse mais.
O cara que ela tava chupando já tava no final, ia gozar, então segurou Mica pela nuca e não deixava ela se afastar muito do pau pra ela não escapar quando ele começasse a soltar o leite.
Foi o que aconteceu, o cara começou a gozar, mas não precisou forçar minha esposa a receber o esperma na boca, ela sozinha tomava como se fosse um néctar delicioso (era óbvio que Mica tava muito excitada).
A gritaria e os aplausos dos outros dois na situação foi foda. Eles a incentivavam como uma campeã.
O arquiteto disse: "agora a gente, amor, não vai nos deixar assim, quero acreditar."
Mica: se pagar, tem, você sabe como funciona.
Arquiteto: que filha da... bom, então tá. Sem drama, começa com ele enquanto eu procuro a grana.
Mica: Ok, mas lembra que são dois, os dois pagam...
O cara só olhou pra ela e foi pegar mais dinheiro.
Quando ele me trouxe, quase jogou na minha mão, tava desesperado pra ir receber o boquete dele.
Nessa altura, a Mica já tava chupando a pica do outro, que não parava de gemer.
O Arquiteto não perdia um detalhe e passava a mão na minha esposa pra caralho, masturbava ela, enfiava dedo no cu dela, dava tapas na bunda e a Mica só gemia.
Num momento, o arquiteto sugeriu que ela chupasse os dois juntos, então ajoelharam ela no meio dos dois (que estavam de pé) e faziam ela chupar a pica de cada um por um tempo.
Literalmente comiam a boca dela, tratavam ela como uma puta em todos os sentidos e a Mica se deixava, já tinha se perdido na tesão.
Não demorou muito e banharam ela literalmente de porra. Sentaram no sofá pra descansar e a Mica ficou imóvel, ajoelhada no mesmo lugar, olhando pras picas dos dois caras que tinham acabado de banhar ela de sêmen.
Arquiteto: O que foi, gostosa, quer mais? Olha que com a grana você não vai me vencer, hahaha.
Mica não falava nada, só olhava pra eles com cara de puta descontrolada.
Arquiteto: (olhando pra mim) Vamos fazer uma parada, cara, sua mulher quer pica e a gente quer comer ela, qual o preço que você faz?
Eu: Não, ela não tá disponível pra foder e muito menos a três.
Arquiteto: Hahaha, fala sério, põe um preço, além disso sua mulher quer que a gente meta nela, olha a cara dela, se eu pegar ela agora e comer, ela não vai falar nada, então é melhor você botar um preço agora antes que saia de graça pra gente.
Eu olhei pra Mica e ela, com cara de luxúria, fez sinal pra eu aceitar. Eu coloquei um preço altíssimo, a ponto de ser quase equivalente a três salários meus.
O arquiteto foi pro quarto e voltou com um monte de notas.
Arquiteto: Olha, não chega no que você pediu, mas vou pagar em dólar, é tudo que eu tenho, pega ou larga.
Mesmo não sendo o valor que eu tinha pedido, tava chegando bem perto e, além disso, minha mulher era capaz de fazer de graça, então aceitei sem reclamar.
Arquiteto: Você se chama Micaela?
Mica: Sim.
Arquiteto: Beleza, quer que a gente te chame pelo nome ou só de "slut"?
Mica: Como vocês quiserem.
Arquiteto: Então tá, vamos te chamar de slut.
Os três começaram a rir de forma debochada.
Arquiteto: Então, sua slut, começa a chupar a pica do Daniel por um tempo (era o que tinha se divorciado).
Minha mulher obedeceu e começou a chupar a pica de novo do cara que tinha enchido ela de porra. O cara tava adorando a chupada que a Mica tava dando, tinha se recostado quase no sofá de olhos fechados enquanto minha esposa, de quatro e com a bunda empinada, deixava a pica dele dura de novo. Dava pra ver que a Mica queria deixar a pica dele dura o mais rápido possível pra ser comida.
Os outros dois olhavam atentos pra cena enquanto se esfregavam devagar. Num momento, o Arquiteto levantou, foi até um bar e serviu uísque. Eu, nessa altura, tava sentado num sofá individual a uns metros da putaria, observando tudo com atenção. Obviamente, apesar da situação, eu tava de pica dura de ver minha esposa sendo usada como uma verdadeira puta por esses caras.
O Arquiteto chegou perto de mim e me ofereceu um copo de uísque. No começo, recusei, mas ele insistiu, falando pra eu relaxar, e que o uísque era supostamente muito bom.
Pros outros dois também levou uísque e ofereceu algo pra minha esposa beber, mas ela não quis nada. Depois de um tempo, em que além de tomar o uísque, eles apalpavam a Mica enquanto ela mamava a pica do divorciado, eles formaram uma roda e faziam minha mulher mamar a pica de cada um por um tempo.
O Arquiteto mandou os outros sentarem no sofá de novo, colocou a Mica de quatro na frente deles e, por trás, encostou a pica na buceta da Mica e foi penetrando devagar. Minha esposa não parava de gemer (não dava pra ver o rosto dele da minha posição, mas com certeza ele tava curtindo) e o arquiteto não parava de falar "que molhada você tá, putinha... dá pra ver que você queria minha pica"
Em poucos segundos, o arquiteto já tava com a pica inteira dentro da Mica, que não parava de gemer e se mexer, pedindo pra ele meter com força.
Depois de umas palmadas, o arquiteto começou a bombar forte na Mica, que não parava de gritar e aproveitar as estocadas que tava levando, enquanto os outros dois enfiavam as picas na boca dela pra ela chupar.
Ficaram assim, os três se revezando pra comer minha esposa. Eu comecei a me sentir meio mal, tava cochilando sentado. Por mais que tentasse, não conseguia ficar acordado e acabei dormindo ali no sofá, sem saber o que rolou depois.
De repente, sinto alguém me sacudindo e falando comigo. Era a Mica me dizendo pra acordar, que a gente tinha que ir. Eram 10 da manhã.
Eu não entendia nada, tava grogue e ainda com sono, não conseguia acordar direito, então a Mica me ajudou a levantar, me levou até o carro e a gente foi pra casa (obviamente ela dirigiu, eu tava como se tivesse fumado).
Chegamos em casa e eu desabei na cama.
Lá pelas 7 da noite acordei, me sentindo meio estranho ainda, mas já bem melhor, pelo menos sabia onde tava.
Acordei a Mica e perguntei o que tinha acontecido. Ela, com um tom meio estranho, começou a contar. Não falava muito além de que tinham passado a noite toda transando, que ela não aguentava mais, que deviam ter dormido perto das 7.
Eu, claro, insisti mais, mas ela não contava quase nada, então ameacei que se não me contasse, ia denunciar os caras. Aí ela se soltou um pouco e disse: "eu conto, mas por favor, não faz nada."
Ela me contou que o uísque que eu tinha tomado tinha uns comprimidos pra dormir (ela só descobriu bem depois que eu apaguei), que o arquiteto basicamente me drogou pra que eu não enchesse o saco pra acabar a festa.
Ela me perguntou qual era a última coisa que eu lembrava, então começou a me contar depois daquilo.
Acontece que depois de ficar um tempo cada um comendo ela, Daniel (o divorciado) começou a comer ela pelo cu. Ela ainda estava com tesão, então deixou ele entrar por ali sem problemas.
Obviamente começaram a se revezar, mas dessa vez pra comer o cu dela, e de forma violenta.
Por lógica, a dupla penetração não demorou a chegar e enquanto entravam pelos dois buracos dela, o restante chupava a boca dela. Nessa oportunidade, um gozou na buceta dela e os outros no cu dela (tudo normal, digamos).
Depois dessa transa e já sentados no sofá os quatro, a Mica percebeu que eu estava dormindo e não conseguia acordar, apesar dos esforços dela.
Ela pediu pra eles ajudarem a me carregar até o carro, que já íamos embora, e aí começou a putaria.
Os caras disseram pra ela que tinham pago muita grana e que a noite ainda não tinha acabado. Tiraram uma sacola com cocaína e começaram a beber na frente dela. Agarraram ela e começaram a apalpar ela toda de um jeito bem bruto. Metiam a mão por todo lado, principalmente no cu, e davam tapas e palmadas (leves, segundo ela). Passada essa fase e já com ela se deixando fazer o que queriam (era pior se resistir), jogaram ela no sofá e começaram a comer ela de novo, com violência, mas não estavam tão duros (seria porque já tinham dado duas gozadas ou por causa da coca, sei lá), então ela aguentava de boa, segundo ela.
Entravam por todo lado, pela buceta ou pelo cu já era a mesma coisa, mudavam ela de posição o tempo todo, estavam descontrolados enquanto ela se deixava. Num momento, estando de quatro sendo penetrada enquanto chupava outra rola, o que estava comendo ela disse pros outros segurarem ela, tirou a rola, colocou um pouco de coca na glande e meteu na minha esposa até o fundo.
Ela resistiu um pouco. mas já estava dentro dela, não tinha escapatória. Depois de alguns segundos, ela sentiu um calor meio estranho (talvez pela cocaína ou por sugestão, não sabe) e começou a se sentir meio esquisita, mais ativa, com força.
Ela reclamou com eles sobre a parada da coca, mas eles nem ligaram e continuaram se divertindo com o corpo da minha esposa do jeito que queriam.
Em um momento, o arquiteto levantou ela e levou até onde eu estava, reclinaram a poltrona (era daquelas de massagem), obrigaram a Mica a subir até onde estava minha cara (a buceta dela ficou basicamente na minha cara) e começaram a meter nela bem na minha frente, literalmente.
De vez em quando, ele tirava a pica da Mica e encostava na minha cara, e segundo minha esposa, até chegou a enfiar um pouco na minha boca o filho da puta, enquanto riam e falavam "olha como o putinho chupa pica".
Claro, quando chegou a hora, ele encheu o cu da Mica de porra e não deixou ela se mexer até começar a escorrer na minha cara, e pra piorar, não deixou ela me limpar, então fiquei com a cara cheia de sêmen.
Depois disso, continuaram por um bom tempo fazendo de tudo com ela e gozaram mais umas duas vezes. Ela já nem reagia, só deixava rolar, já que tava tão aberta e cheia de porra que não sentia nada, e além disso os caras já não tinham mais força nem ereções potentes. Segundo ela, até chegou a dormir um pouco enquanto ainda estavam comendo ela.
Depois de um bom tempo, lá pelas 7 da manhã, todos caíram no sono, exaustos, e quando ela acordou (umas 10), foi quando me levantou e voltamos pra casa.


10 comentários - De cornudo a ¿proxeneta?
Una pena q te enlecharan la cara😡.