No fue Normis ni Angy. Si no Deyanira

Já faz 4 anos que saí da faculdade e uma colega me pediu pra conversar com ela à noite, que tava com medo de ficar sozinha e que minha ligação ia ser perfeita pra acalmar ela. Disso começar já faz 4 anos, 4 anos que eu comi a Deyanira, ou Velia pros parceiros. Ela tinha 18 anos, eu 26, a gente tinha combinado de falar à noite e eu cumpri. Liguei pro celular dela e ela atendeu, com um "boa noite, achei que não ia ligar e tava meio assustada de não ouvir sua voz. Mas você ligou, e aí, como foi seu dia?". Respondi que foi bem e que tive um pouco de trampo. Nada demais, mas bem pesado. A gente conversou um pouco de tudo e muita besteira, até que não sei em que ponto surgiu o assunto de transar e quantas namoradas eu tive e com quantas eu transei, se foi com camisinha ou quantas vezes gozei dentro delas e outras na boca ou no cu, etc. Respondi que várias e tal. Ela disse que não acreditava que eu dava conta na cama. Aí eu falei que se ela queria conferir, no dia seguinte ia ver ela na saída. Perto do hotel, onde eu tinha comido a Angy (outra história que podem ler nos meus posts). Aí chegou a hora de dormir e me despedi. No dia seguinte, me preparei com uma camisinha e grana extra por via das dúvidas. Não custa nada ser precavido pra essas ocasiões. Chegou a saída e fui pro hotel. Esperando ela chegar, e foi assim: ela me olhou, baixou o olhar, se aproximou, pegou minha mão e entramos na recepção. "Moça, tem quartos?" Ela disse que sim e que o preço era 350 reais 3 horas com TV e água quente. Paguei e entramos. Ela começou a me perguntar se a gente ia mesmo fazer e eu respondi que sim, que senão a gente tava ali pra quê. Ela se despiu e prendeu o cabelo. Era baixinha, uns 1,50 ou 1,55, pele branca, com uns peitões e bicos rosados e redondos. Rabo meio empinado e gostoso. Ela se ajoelhou e abaixou meu zíper. Pegou meu pau com as mãos e começou a chupar, falei pra ela não ir com tanta força, senão Gozaria na boca dela. Ela disse que não gostava do gosto e que era melhor eu meter. Ela se deitou na cama e abriu as pernas, mostrando a buceta com pelos pubianos, e abriu os lábios maiores dizendo: "Mete até com teus ovos." Eu ia colocar camisinha, mas ela gritou: "Minha buceta não quer nada sintético, só a pica sem nada." Meti de uma vez e ela gemeu. Ela me abraçou com as pernas e disse: "Me come duro, forte e rápido. Me faz tua, me come, me dá pica." E comecei a meter forte e num ritmo bom. Ela gemia igual uma puta e os peitos dela balançavam no ritmo da metida. "Me dá de quatro, igual bicho." E aí virei ela e meti de novo. Ela gemeu de volta, mais alto. Segurei na cintura dela e meti o mais forte que pude e o mais rápido. "Assim, amor, me come. Fazia tempo que ninguém me comia. Me dá duro, me deixa louca, sinto muito gostoso como você toca meu interior com tua pica. Ai sim, amor." "Deixa eu montar em você." E eu me deitei. Ela subiu em cima da minha pica e de uma sentada engoliu ela toda. "Meu amor, sabia que, mesmo não querendo vir, foi a melhor decisão? E que decisão gostosa. Dura e suculenta. Ai, Deus, vou me escorrer toda só de sentir ela tão dentro." "Meu amor, sinto muito, mas cavalgando vou fazer você gozar em mim, papai." E sem querer soltei meu gozo dentro, mas mesmo assim ela continuou cavalgando. Ela dizia que queria um atole grosso e batido dentro. "Meu amor, o sêmen na buceta é tão gostoso. E não sou do tipo que se dá o prazer de deixarem gozar dentro, mas tua pica já tava vermelha de tanto meter." Ela se levantou e escorreu um pouco do sêmen. Pegou a calcinha fio-dental e colocou de novo. "Presente da pica pra minha bucetinha suculenta e macia. O que será que acontece se a gente se ver de novo amanhã? Sem ir pra faculdade? Você me comeria de novo? Digo, pra valer a pena comprar a pílula. São dois dias e a gente podia fazer igual depois de amanhã. E se eu continuar gostando, procuro algum método tomado ou injetado. Mas enquanto isso, me passa meu sutiã, que o tempo acabou." Saímos de lá, ela com um sorriso. Acompanhei ela até a kombi e ela foi embora... Isso é uma Primeira parte, espero que vocês gostem e, se sim, conto o segundo encontro... Mais perigoso e, acho, o melhor.

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