Continuando a recuperação do material, trago essa história pra vocês:
Há 16 anos, nessa época, eu tava meio perdido, já que tinha terminado com minha namorada fazia pouco e tava em busca de novas experiências. Eis que uma tarde apareci na casa de um amigo chamado Jorge, com quem havíamos combinado de fazer um churrasco naquela noite. Pra ser mais preciso, isso aconteceu no dia 1º de fevereiro de 2003. Quando chego na casa do meu amigo, me deparo com um par de gatinhas bem simpáticas. Uma loira e uma morena chamada Marta, que me chamou poderosamente a atenção, muito mais que a amiga dela (já que adoro loiras), porque era uma fofura de 1,68 ou 1,70, e com um corpo muito bem feito... Imaginem 95-65-95. E com 24 anos de hormônios mais que fervendo! A questão é que essas gatinhas eram amigas do casal do meu amigo, então tomamos uns mates e conversamos as bobagens que a gente fala quando se conhece. Acontece que elas ficaram um tempinho e depois vazaram. Passou uma semana e digamos que esqueci do acontecido (já que por outro lado eu tava saindo com Paula, uma mina que estudava geografia na UNS, e que tinha mais vontade de foder que de viver, então minhas necessidades sexuais estavam mais que satisfeitas). Naquela noite do dia 7 de fevereiro, depois do taekwondo, por volta das 21h fui a uma exposição de um amigo na Aliança Francesa e, enquanto estava lá tomando uma taça de vinho e conversando com uns conhecidos, quem vem me cumprimentar? Sim, nada menos que a Martinha... Fiquei surpreso com a ótima vibe que surgiu na hora entre a gente e ficamos lá papo furado... Eu, nesse meio tempo, tinha combinado com a estudante de geografia de passar pra buscar ela às 23h... Acontece que alguém sugeriu ir ao Parque de Mayo comer alguma coisa em algum carrinho... e acabei sentado ao lado da Marta enquanto o celular não parava de tocar com a outra perguntando o que tava acontecendo, por que eu tava demorando tanto... Inventei qualquer desculpa e fiquei no parque com a Marti (e os amigos), de quem tinha ficado reprendado. A magra em si não era bonita, mas tinha um ar e uma elegância que cortavam a respiração, e ainda compensava com uma simpatia incrível, além de ser muito gostosa, a magra era muito inteligente... por isso nossa conversa girou em torno de diversos temas. Levei ela e a amiga para casa e combinamos de ir no dia seguinte (sábado) para a piscina em Aldea Romana... e já no domingo eu liguei para ela para irmos tomar alguma coisa à noite na Piazza... Lá nós conversamos de frente e dissemos o quanto gostávamos um do outro e o quanto tínhamos pensado um no outro separadamente... Terminamos transando no Parque de Mayo, mas tudo ficou só nisso mesmo.
Depois dessa introdução, chegamos ao que eu queria compartilhar com vocês. Do dia 10, segunda-feira, até quinta-feira, dia 14 de fevereiro, foram quatro dias de ligações e encontros rápidos. No dia 14, à tarde, liguei para ela, combinamos e fui buscá-la em casa para dar uma volta por aí. . . Comprei uma rosa no caminho (me senti um adolescente mesmo!!) e nos encontramos. . . . Andamos por aí, dando voltas e rindo pra caralho de tudo um pouco. . . A verdade é que a Marta me fazia sentir muito bem, e tinha um feedback muito gostoso entre a gente.. . . . . De repente, me deu na telha perguntar se ela não queria ir conhecer meu apartamento. Fazia mais ou menos um mês que eu tinha comprado um apartamento novo, ainda lacrado, e pensava em me mudar a qualquer momento, então ele estava totalmente vazio, . . . não tinha nem luz nem gás . . . Mas enfim, achei interessante mostrar o investimento que tinha feito. . . . Lá fomos nós e ficamos lá conversando na varanda. Tava uma tarde linda. . . Fomos indo, como quem não quer nada, enquanto eu mostrava o lugar, conversando em direção à cozinha, e lá, me apoiei na bancada, nos abraçamos e começamos a nos beijar,. . . mas dessa vez era diferente, . . . já não eram aqueles beijinhos doces do parque. . . aqui já tinha uma busca mais profunda. Ela sentou na bancada . . . E como tínhamos a tarde toda, me dediquei a beijá-la e a mimá-la como nunca. Com ela sentada na bancada, me encaixei entre as pernas dela e nos fundimos num abraço que transbordava a atração dos nossos corpos. . . . Beijei incansavelmente aqueles lábios e nossas mãos começaram a se soltar e a percorrer um ao outro. Muito timidamente no começo, acariciei ela toda por cima da roupa, e depois já começamos a nos acariciar por baixo da camiseta. Minha surpresa foi enorme quando percebi que a tinha totalmente nua sobre minha bancada de mármol (digo que foi surpresa, porque em momentos lindos assim, a gente age de forma visceral, sem (instead of reasoning about taking off this piece of clothing or that one, one simply acts) . . . . Dediquei-me a beijar aquele corpo precioso que estava totalmente à minha disposição, chupei com uma vontade incontrolável aqueles 95 cm que eram só para mim. . . (lembro desses mamilos perfeitos e já fico duro). Timidamente, ela me perguntou se eu gostava do que via. . . . MINHA AMOR! eu disse, VOCÊ TEM O CORPO MAIS LINDO QUE JÁ VI NA MINHA VIDA!!!! . . . Ajoelhei-me diante dela e dediquei-me a beijar seus pés, os mais lindos que me lembro, seus tornozelos, suas pernas, joelhos, coxas,. . . quadris,. . . Beijava ela por todos os lados, evitando me aproximar do lugar abençoado . . .. Quando finalmente ela abriu as pernas, me agarrou pelas bochechas e direcionou meu rosto para seu buraquinho. . . E aí me deparei com a buceta mais linda que já vi na vida (depois disso, sempre disse que a xoxota dela era uma verdadeira obra de arte). . . Como disse, essa preciosidade de sexo estava totalmente depilada, bem molhada e ansiosa para ser beijada, mordida, chupada, lambida!!!
Me entreguei a ele com dedicação total (desculpe a redundância!!), enquanto ela não parava de puxar meu cabelo com uma mão, enquanto com a outra me segurava pela nuca, como se não quisesse me deixar ir (a essa altura, quem queria ir embora?)... Perdi a conta de quantas vezes ela gozou, mas lembro de ter ficado ali não o bastante, mas tempo demais... Ela me disse enquanto eu chupava ela todinha que eu era o sonho de qualquer gatinha! Imaginem só!!!... Meu ego e minha hombridade foram às alturas!!! Me levantei e nos fundimos num abraço e num beijo bem profundo... E foi aí que ela assumiu a dianteira, e começou a massagear meu volume por cima do short, até que ela o abaixou, (o short), e começou a fazer uma senhora masturbação!!! Eu já estava inundado de líquido pré-seminal (nunca precisei de lubrificantes de nenhum tipo!!) e a mão dela me fazia sentir maravilhas!... Sem parar de massagear meus 20 cm (que a tinham encantado), ela me perguntou se eu tinha uma camisinha comigo... Para minha surpresa e desânimo, disse que não, já que realmente essa era uma situação que não achei que fosse acontecer tão rápido e desse jeito... Ao que, sem soltar meu pau, ela ficou como que avaliando a situação, e parece que o tesão falou mais alto, já que apoiou a cabeça do meu cacete na entrada da sua buceta e me disse: ENFIA E ME COME!... Em seguida veio a transa mais longa e mais linda da minha vida. Empurrei devagarinho para não perder nenhum instante e guardar aquele momento na minha retina, e uma vez que cheguei no fundo, comecei um movimento de bombeio bem lento e profundo, (já que a posição ajudava), enquanto não parávamos de nos beijar, nos apalpar e nos olhar bem fundo nos olhos.
Foi um verdadeiro prazer e delícia meter nessa gostosa por um tempão... A única coisa que ela pediu foi que eu não gozasse dentro... No momento, a última coisa que eu pensava era em gozar, então continuamos. Num ponto em que senti meus espasmos começarem a crescer, tirei ela de cima e aí ela desceu da bancada e se ajoelhou na minha frente, me dando um boquete de novela.
Ela me dizia que nunca tinha tido um amante que a comesse daquele jeito, e muito menos com um pau como o meu, então ela se virou e pediu a posição de cachorrinho... E assim continuamos mais um tempo, enquanto eu acariciava aquele rabo que depois me deu tantas delícias, até que a convidei para o banheiro, a sentei no vaso, me ajoelhei entre suas pernas e comecei de novo a enfiar... Acho que já fazia uma hora que eu estava segurando o orgasmo, mas era tão delicioso comer essa gostosa daquele jeito que eu não queria parar... Assim até que finalmente disse chega, porque não aguentava mais... tirei na mesma hora que comecei a gozar e me masturbei na frente dela, encharcando todo o chão com minha porra... (é incrível a quantidade de esperma que se pode jorrar em momentos assim!!!) enquanto ela também se masturbava na minha frente, gozando com apenas alguns segundos de diferença. Foi um orgasmo delicioso, mesmo não sendo dentro dela, foi maravilhoso. Ficamos abraçados e aí percebemos que já faziam quatro horas que estávamos no meu apartamento de solteiro recém-estreado!!! Levei ela para casa depois de passar no Petrobras da Rodríguez e Estomba, onde comprei uns sanduíches de pão de forma e umas latas de refrigerante, já que a noite nos tinha pegado de surpresa, e com ela a fome (o que você quer!!, com a trepada que a gente tinha dado!!!). Levei ela para casa, e quando vamos nos despedir, ela disse PIMPOLHO!!!... e aí eu lembrei o motivo que realmente me tinha levado aquela tarde até a casa dela, e então dei a rosa que tinha ficado no banco de trás!!!!. Óbvio que depois desse momento precioso eu cortei a estudante de geografia na hora, porque essa magrinha superava ela em tudo.
No dia seguinte dessa foda, Martita foi se consultar e começou a tomar as pílulas anticoncepcionais, então passamos seis meses maravilhosos transando todos os dias e todas as noites, na minha casa ou na casa dela, sem nos privarmos de absolutamente nada, exceto sexo grupal e motéis, coisas que ela achava desagradáveis. (Como sinto falta de comer seu rabo!!!!!!),. . . mas enfim, em um momento ela queria algo mais sério e começou a me cobrar, e como eu não estava na altura emocional que ela esperava, ela me mandou à merda!!! A verdade é que senti bastante falta dela, mas apareceu a Rocío, e essa já é outra história.
Saudações a todos os visitantes!!
Há 16 anos, nessa época, eu tava meio perdido, já que tinha terminado com minha namorada fazia pouco e tava em busca de novas experiências. Eis que uma tarde apareci na casa de um amigo chamado Jorge, com quem havíamos combinado de fazer um churrasco naquela noite. Pra ser mais preciso, isso aconteceu no dia 1º de fevereiro de 2003. Quando chego na casa do meu amigo, me deparo com um par de gatinhas bem simpáticas. Uma loira e uma morena chamada Marta, que me chamou poderosamente a atenção, muito mais que a amiga dela (já que adoro loiras), porque era uma fofura de 1,68 ou 1,70, e com um corpo muito bem feito... Imaginem 95-65-95. E com 24 anos de hormônios mais que fervendo! A questão é que essas gatinhas eram amigas do casal do meu amigo, então tomamos uns mates e conversamos as bobagens que a gente fala quando se conhece. Acontece que elas ficaram um tempinho e depois vazaram. Passou uma semana e digamos que esqueci do acontecido (já que por outro lado eu tava saindo com Paula, uma mina que estudava geografia na UNS, e que tinha mais vontade de foder que de viver, então minhas necessidades sexuais estavam mais que satisfeitas). Naquela noite do dia 7 de fevereiro, depois do taekwondo, por volta das 21h fui a uma exposição de um amigo na Aliança Francesa e, enquanto estava lá tomando uma taça de vinho e conversando com uns conhecidos, quem vem me cumprimentar? Sim, nada menos que a Martinha... Fiquei surpreso com a ótima vibe que surgiu na hora entre a gente e ficamos lá papo furado... Eu, nesse meio tempo, tinha combinado com a estudante de geografia de passar pra buscar ela às 23h... Acontece que alguém sugeriu ir ao Parque de Mayo comer alguma coisa em algum carrinho... e acabei sentado ao lado da Marta enquanto o celular não parava de tocar com a outra perguntando o que tava acontecendo, por que eu tava demorando tanto... Inventei qualquer desculpa e fiquei no parque com a Marti (e os amigos), de quem tinha ficado reprendado. A magra em si não era bonita, mas tinha um ar e uma elegância que cortavam a respiração, e ainda compensava com uma simpatia incrível, além de ser muito gostosa, a magra era muito inteligente... por isso nossa conversa girou em torno de diversos temas. Levei ela e a amiga para casa e combinamos de ir no dia seguinte (sábado) para a piscina em Aldea Romana... e já no domingo eu liguei para ela para irmos tomar alguma coisa à noite na Piazza... Lá nós conversamos de frente e dissemos o quanto gostávamos um do outro e o quanto tínhamos pensado um no outro separadamente... Terminamos transando no Parque de Mayo, mas tudo ficou só nisso mesmo.
Depois dessa introdução, chegamos ao que eu queria compartilhar com vocês. Do dia 10, segunda-feira, até quinta-feira, dia 14 de fevereiro, foram quatro dias de ligações e encontros rápidos. No dia 14, à tarde, liguei para ela, combinamos e fui buscá-la em casa para dar uma volta por aí. . . Comprei uma rosa no caminho (me senti um adolescente mesmo!!) e nos encontramos. . . . Andamos por aí, dando voltas e rindo pra caralho de tudo um pouco. . . A verdade é que a Marta me fazia sentir muito bem, e tinha um feedback muito gostoso entre a gente.. . . . . De repente, me deu na telha perguntar se ela não queria ir conhecer meu apartamento. Fazia mais ou menos um mês que eu tinha comprado um apartamento novo, ainda lacrado, e pensava em me mudar a qualquer momento, então ele estava totalmente vazio, . . . não tinha nem luz nem gás . . . Mas enfim, achei interessante mostrar o investimento que tinha feito. . . . Lá fomos nós e ficamos lá conversando na varanda. Tava uma tarde linda. . . Fomos indo, como quem não quer nada, enquanto eu mostrava o lugar, conversando em direção à cozinha, e lá, me apoiei na bancada, nos abraçamos e começamos a nos beijar,. . . mas dessa vez era diferente, . . . já não eram aqueles beijinhos doces do parque. . . aqui já tinha uma busca mais profunda. Ela sentou na bancada . . . E como tínhamos a tarde toda, me dediquei a beijá-la e a mimá-la como nunca. Com ela sentada na bancada, me encaixei entre as pernas dela e nos fundimos num abraço que transbordava a atração dos nossos corpos. . . . Beijei incansavelmente aqueles lábios e nossas mãos começaram a se soltar e a percorrer um ao outro. Muito timidamente no começo, acariciei ela toda por cima da roupa, e depois já começamos a nos acariciar por baixo da camiseta. Minha surpresa foi enorme quando percebi que a tinha totalmente nua sobre minha bancada de mármol (digo que foi surpresa, porque em momentos lindos assim, a gente age de forma visceral, sem (instead of reasoning about taking off this piece of clothing or that one, one simply acts) . . . . Dediquei-me a beijar aquele corpo precioso que estava totalmente à minha disposição, chupei com uma vontade incontrolável aqueles 95 cm que eram só para mim. . . (lembro desses mamilos perfeitos e já fico duro). Timidamente, ela me perguntou se eu gostava do que via. . . . MINHA AMOR! eu disse, VOCÊ TEM O CORPO MAIS LINDO QUE JÁ VI NA MINHA VIDA!!!! . . . Ajoelhei-me diante dela e dediquei-me a beijar seus pés, os mais lindos que me lembro, seus tornozelos, suas pernas, joelhos, coxas,. . . quadris,. . . Beijava ela por todos os lados, evitando me aproximar do lugar abençoado . . .. Quando finalmente ela abriu as pernas, me agarrou pelas bochechas e direcionou meu rosto para seu buraquinho. . . E aí me deparei com a buceta mais linda que já vi na vida (depois disso, sempre disse que a xoxota dela era uma verdadeira obra de arte). . . Como disse, essa preciosidade de sexo estava totalmente depilada, bem molhada e ansiosa para ser beijada, mordida, chupada, lambida!!!
Me entreguei a ele com dedicação total (desculpe a redundância!!), enquanto ela não parava de puxar meu cabelo com uma mão, enquanto com a outra me segurava pela nuca, como se não quisesse me deixar ir (a essa altura, quem queria ir embora?)... Perdi a conta de quantas vezes ela gozou, mas lembro de ter ficado ali não o bastante, mas tempo demais... Ela me disse enquanto eu chupava ela todinha que eu era o sonho de qualquer gatinha! Imaginem só!!!... Meu ego e minha hombridade foram às alturas!!! Me levantei e nos fundimos num abraço e num beijo bem profundo... E foi aí que ela assumiu a dianteira, e começou a massagear meu volume por cima do short, até que ela o abaixou, (o short), e começou a fazer uma senhora masturbação!!! Eu já estava inundado de líquido pré-seminal (nunca precisei de lubrificantes de nenhum tipo!!) e a mão dela me fazia sentir maravilhas!... Sem parar de massagear meus 20 cm (que a tinham encantado), ela me perguntou se eu tinha uma camisinha comigo... Para minha surpresa e desânimo, disse que não, já que realmente essa era uma situação que não achei que fosse acontecer tão rápido e desse jeito... Ao que, sem soltar meu pau, ela ficou como que avaliando a situação, e parece que o tesão falou mais alto, já que apoiou a cabeça do meu cacete na entrada da sua buceta e me disse: ENFIA E ME COME!... Em seguida veio a transa mais longa e mais linda da minha vida. Empurrei devagarinho para não perder nenhum instante e guardar aquele momento na minha retina, e uma vez que cheguei no fundo, comecei um movimento de bombeio bem lento e profundo, (já que a posição ajudava), enquanto não parávamos de nos beijar, nos apalpar e nos olhar bem fundo nos olhos.
Foi um verdadeiro prazer e delícia meter nessa gostosa por um tempão... A única coisa que ela pediu foi que eu não gozasse dentro... No momento, a última coisa que eu pensava era em gozar, então continuamos. Num ponto em que senti meus espasmos começarem a crescer, tirei ela de cima e aí ela desceu da bancada e se ajoelhou na minha frente, me dando um boquete de novela.
Ela me dizia que nunca tinha tido um amante que a comesse daquele jeito, e muito menos com um pau como o meu, então ela se virou e pediu a posição de cachorrinho... E assim continuamos mais um tempo, enquanto eu acariciava aquele rabo que depois me deu tantas delícias, até que a convidei para o banheiro, a sentei no vaso, me ajoelhei entre suas pernas e comecei de novo a enfiar... Acho que já fazia uma hora que eu estava segurando o orgasmo, mas era tão delicioso comer essa gostosa daquele jeito que eu não queria parar... Assim até que finalmente disse chega, porque não aguentava mais... tirei na mesma hora que comecei a gozar e me masturbei na frente dela, encharcando todo o chão com minha porra... (é incrível a quantidade de esperma que se pode jorrar em momentos assim!!!) enquanto ela também se masturbava na minha frente, gozando com apenas alguns segundos de diferença. Foi um orgasmo delicioso, mesmo não sendo dentro dela, foi maravilhoso. Ficamos abraçados e aí percebemos que já faziam quatro horas que estávamos no meu apartamento de solteiro recém-estreado!!! Levei ela para casa depois de passar no Petrobras da Rodríguez e Estomba, onde comprei uns sanduíches de pão de forma e umas latas de refrigerante, já que a noite nos tinha pegado de surpresa, e com ela a fome (o que você quer!!, com a trepada que a gente tinha dado!!!). Levei ela para casa, e quando vamos nos despedir, ela disse PIMPOLHO!!!... e aí eu lembrei o motivo que realmente me tinha levado aquela tarde até a casa dela, e então dei a rosa que tinha ficado no banco de trás!!!!. Óbvio que depois desse momento precioso eu cortei a estudante de geografia na hora, porque essa magrinha superava ela em tudo.
No dia seguinte dessa foda, Martita foi se consultar e começou a tomar as pílulas anticoncepcionais, então passamos seis meses maravilhosos transando todos os dias e todas as noites, na minha casa ou na casa dela, sem nos privarmos de absolutamente nada, exceto sexo grupal e motéis, coisas que ela achava desagradáveis. (Como sinto falta de comer seu rabo!!!!!!),. . . mas enfim, em um momento ela queria algo mais sério e começou a me cobrar, e como eu não estava na altura emocional que ela esperava, ela me mandou à merda!!! A verdade é que senti bastante falta dela, mas apareceu a Rocío, e essa já é outra história.
Saudações a todos os visitantes!!
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