Era bem simples, ou pelo menos era o que Eli achava. Ela tinha que se despedir da mãe, sair como se fosse pra escola, só que em vez de ir embora de verdade, daria a volta na casa e entraria pela janela do próprio quarto, e depois desceria as escadas até o quarto da mãe. Chegando lá, faria tudo rápido. Roubaria o dinheiro que precisava pra completar a mensalidade da escola. Tinha gastado tudo saindo com a Alejandra. Quando estava com a sua love, Eli não parava pra pensar direito nas coisas e acabou gastando o dinheiro que não devia. Então era bem simples. Daria tchau no horário de sempre, sairia e voltaria a entrar. O truque era não deixar que ela a visse, esperar ela entrar no banho pra ir trabalhar e, nesse meio-tempo, entrar e roubar o dinheiro que tinha na carteira dela. — Tchau, mãe! Já vou! — Eli se abaixou pra receber o beijo da mãe. — Se cuida, filha. Deu tudo certo. Depois de sair, voltou a entrar sem problemas no quarto. Eli tinha perguntado dias antes pra mãe sobre a rotina dela. Sabia o que ela fazia depois que ela saía. Ela deixava a porta do quarto aberta. A carteira dela ficava dentro do armário. Teria uns quinze minutos antes dela sair do banho. De qualquer forma, se ela a pegasse em casa, diria que tinha esquecido alguma coisa. Se pegasse no quarto, teria que mentir de um jeito mais sutil. O barulho de passos subindo as escadas a tirou dos pensamentos. Ela se arriscou a tirar a cabeça pra olhar e viu a mãe subindo de roupão. Esperou alguns segundos e, com cuidado, subiu. As escadas. Ela tirou os sapatos que estava usando e andou na ponta dos pés com as meias. Não fez nenhum barulho. E, de fato, a porta do quarto da mãe dela estava aberta, ela deu uma espiada lá dentro e viu a porta do banheiro interno fechada. Chegou aos seus ouvidos o som da água correndo. . Ela entrou bem devagar, tentando não fazer barulho. Foi até o armário, abriu e encontrou a bolsa pendurada do lado de dentro da porta, abriu o zíper de um bolso e, para sua sorte, a carteira estava bem ali. Pegou o dinheiro que precisava e fechou tudo de novo. Quando ia fechar o armário, ouviu a porta do banheiro se abrir. O coração de Eli deu um pulo e, sem pensar, ela entrou dentro do móvel e fechou a porta atrás de si. Pela fresta que tinha na porta, ela viu a mãe. Ela estava com o roupão aberto e dava pra ver o sutiã lindo branco de renda apertando os peitões enormes dela. Ela também estava usando uma calcinha fio dental branca de renda, do mesmo conjunto do sutiã. Ela continuou observando. A mãe tirou o roupão e pendurou num cabide. Por um momento, Eli pensou que ela fosse até o armário e o coração parou. Mas a mãe dela tinha deixado roupa na cama. Ou pelo menos uma parte, porque ela pegou uma cinta-liga e colocou na cintura e, em seguida, começou a vestir uma meia-calça, também branca. Eli via a bunda linda devorando a calcinha fio dental e fazendo ela desaparecer, até quando a mãe se abaixava. O espetáculo estava deixando ela com tesão. mas mal ela tentou pensar numa saída, os pensamentos... Elas saíram da mente dela. A mãe dela tinha vestido um babydoll, todo branco, até os sapatos de salto alto que ela estava calçando naquele momento. - Nossa, você está linda. A voz veio da porta. Elizabeth não conseguia ver quem era. Só via a mãe dela, que se virou pra encarar o desconhecido. - Senhor, por favor. Só queria impressionar o senhor. - E consegue, mulher, consegue. Não era um desconhecido. Era o vizinho da frente. Dom Mathias? Ou era Manuel? Eli não lembrava o nome, mas lembrava do homem mais preto que já tinha visto. Não era racista nem nada, mas não tava acostumada a ver em outro lugar uma pessoa de pele tão escura, uns dois metros de altura e barriga saliente, era um homem difícil de esquecer. Ainda em choque, Eli só conseguiu ficar parada, escondida, vendo a mãe dela, vestida de renda e linda, se beijando com o vizinho. Na própria casa dela, no quarto de casal. Não era só um beijo. Eles se tocavam o corpo todo. A mãe de Eli não perdeu tempo. Tirou a roupa do cara em segundos enquanto continuava beijando ele. Quando abaixou as calças dele, até Eli levou as mãos à boca. Uma porra de uma pica semi-mole pendia entre as pernas do vizinho. Preta, cheia de veias, grande, nem no potencial máximo. A mãe dela não mostrou tanta surpresa, só um sorriso, pegou com as duas mãos e começou a chupar com gosto. Tentava enfiar tudo, mas era impossível. Até mole, a mãe de Eli só conseguiu enfiar até a metade antes de começar a tossir. sem perceber, Eli levou os dedos entre as pernas. Se surpreendeu ao se sentir molhada. . Pra falar a verdade, Eli não sabia o que pensar, mas o medo de ser descoberta passou um pouco. Ela tava contemplando algo. totalmente incrível. O boquete não durou muito, o vizinho pegou a mãe e jogou ela na cama. A mãe da Eli virou e ficou de quatro. Ela estava com o conjunto todo, com os saltos altos, de cachorrinho na cama. Uma cena erótica completa. - Você não sabe quanto esperei por isso. - Não espere mais - a mãe levantou a bunda e com uma mão puxou a tanga pro lado, deixando à mostra uns lábios vaginais lindos, rosadinhos, depilados e molhados. O homem enfiou o pau na buceta. Deu pra sentir um pouco de desconforto, mas entrou sem maiores problemas. Ainda estava meio mole, mas o tamanho era colossal. Quando ele enfiou tudo, segurou os quadris da mãe e começou a foder ela. - Aaaah! Ooh meu Deus. É grande! - Tudo pra você, querida. - Ooh. Ai! Não! Não enfia tudo ainda. Espera - a mãe da Eli cuspiu na própria mão e passou na buceta. - Ai! Espera, já. O vizinho continuou montando ela. O ritmo aumentou e Eli ouvia a mãe gemendo de prazer. Mas o movimento parava direto. - Que isso! Não tudo, é grande. Então, assim que o vizinho enfiava, a mãe se mexia, arqueava as costas e ia pra frente, fazendo o pau sair. O vizinho enfiava a pica na mãe de novo, agarrava ela pela cintura e começava a foder quando ela gritava de novo. - Ai! Espera! Mas o cara não parou, enfiou mais fundo, quase conseguindo colocar tudo. A penetração fez a mãe da Eli se jogar pra frente. Ao sentir a pica enorme invadindo ela, se atirou pra frente e deitou. - Aaah! Ei. É muito grande. Quer me partir no meio? - Claro. Assim que disse isso, o homem pegou a mãe da Eli pelos tornozelos, abriu as pernas dela. Tirou a tanga de uma perna e deixou na outra. Segurou o próprio pau e começou a se masturbar. O tamanho, inacreditavelmente, aumentou ainda mais. O vizinho, já com a pica dura como um pau preto, ele enfiou mais uma vez a cabeça na buceta linda dela. Quando a cabecinha entrou, ele tirou a mão e segurou as pernas da mãe pelos joelhos. - Não, amor. Por favor, espera... A frase foi interrompida por um gemido. A mãe abriu os olhos azuis no momento em que o vizinho se jogou sobre ela. Meteu a pica de uma só vez e a penetrou. Na primeira enfiada, Eli conseguiu ver que mesmo assim, não entrou toda. Ele tirou um pouco e na segunda também não entrou por completo. Os gemidos da mãe dela quase eram gritos. Teve que passar uma terceira e quarta fodida pra que, finalmente, na quinta, o pau, depois de aparentemente bater em algo e dobrar levemente pro lado, conseguisse encontrar caminho e entrar inteiro. As bolas bateram nos lábios rosados da buceta e a mãe de Eli recebeu uns trinta e cinco centímetros de pica em toda a extensão. - Aaaaah! - a mãe virou os olhos e torceu a cabeça, se retorcendo como um peixe - aaah! É.. tá.. to..to.. toda dentro. - Fazia tempo que não metia assim, coração. Tá sentindo? Eli estava tão vidrada que nem percebia que já tinha dois dedos dentro da saia. Pegando as pernas de novo, o homem as colocou nos ombros, sem tirar a pica de dentro da mãe, que só conseguia empurrá-lo fraco e se sacudir. Já na nova posição, ele comeu ela, mas agora, com controle total da profundidade. Subiu em cima, dobrou ela e começou a pular, subindo e descendo, se apoiando nos braços e pés na cama. - Tá sentindo? - Aaaah! Aaa! Deus! Deus! Aaaaaaah! A pica entrava e saía da buceta. Conseguia sair mais da metade pra, de imediato, entrar com força e sumir lá dentro. Os lábios tavam ficando vermelhos de tanto ficar abertos e a mãe do Eli só conseguia soltar uma espécie de som, entre soluço e gemido. - Tá sentindo?! O homem aumentou a velocidade. A foda era brutal. A pica saía e entrava enquanto a mãe mal aguentava. Ela mordia os lábios, balançava a cabeça, cravava as unhas nos braços do homem que tava comendo ela. - Não tá sentindo hein? E agora? O vizinho, com um movimento rápido da mão, pegou a pica quando saiu da buceta da mãe e quando desceu pra penetrar ela de novo, colocou no buraco, mas no buraco de trás. - Aaaaaa! puta! - a mãe se estremeceu mas com o peso do homem não conseguiu fazer nada Eli de novo levou a mão à boca pra não fazer barulho. A enorme pica preta desceu e penetrou o cu da mãe do Eli. Desceu e foi descendo até as bolas marcarem o fim. Mal desceu tudo, voltou a subir, e a descer. A foda seguiu o mesmo ritmo brutal. - Agora sente? - o vizinho agarrou a mãe do Eli pela nuca e fez ela olhar como ele tava comendo ela. - Sss..sim.. eu.. sinto - cada palavra era interrompida por uma estocada, ela só conseguia falar quando a pica saía dela. - Tá gostando? - Tô...a...do...ran...do... A pica continuava no cu, saindo e entrando. Eli via tudo do armário. Via as costas do vizinho subindo e descendo sobre a mãe dele. Via a pica enorme entrando. Via quando saía todo o comprimento que tava dentro e via também o rosto da mãe dele que olhava tudo. Por um momento ela olhou pra ele mas a pica voltou a entrar nela e ela fechou os olhos. As pernas dela começaram a tremer nos ombros do cara. Os pés dela nos saltos altos se mexiam no ar. Depois de uns minutos o vizinho se juntou aos gemidos da mãe dele. Gemendo e ao Ao mesmo tempo, empurrando com mais força o pau dele, gozou dentro do cu da mãe. Empurrou mais umas duas vezes. - Aaaah, ufff. No teu cu, gozei dentro do teu cu, amor. A mãe não respondeu. Já não empurrava nem arranhava ele. Só segurava o próprio cabelo e balançava a cabeça. Mal aguentava as fodas. Depois de esperar uns minutos e tirar as pernas dos ombros dela, colocou elas dos lados, bem abertas. - Vem cá. Falta você me encher mais. Agarrou o homem, beijou ele e deitou ele por cima dela. Assim, de papai e mamãe, começou a foder ela de novo. Não chegou a tirar o pau, então continuou comendo ela analmente. Seguiu por um tempo. Umas cinco minutos de tirar e meter. O cu da mãe já não oferecia resistência nenhuma. Até que Eli conseguiu ver o pau bem duro de novo. O vizinho então, com o mesmo movimento de antes, tirou e meteu na buceta. Os gemidos inundaram o quarto de novo. - Mmmmmmmm aaaah! Elizabeth agora via o senhor penetrando a buceta da mãe dela. Entrava e saía da vulva. Uma vez e outra. Lá embaixo, via que o cu da mãe ainda estava bem aberto. Não em formato circular, mas sim em semicírculo, rodeando e deformado pela parte de baixo do pau imenso que entrava em cima do buraco. Um fio de esperma branco saía dele e escorria até a cama. O homem abraçava a mãe. Comia ela com força. Depois de um tempo, tirava o pau enorme e alternava de buraco. Da buceta pro cu e vice-versa. Os dois buracos estavam muito abertos e o pau entrava livremente nos dois. O vizinho sempre se esforçava pra meter o pau inteiro, fodia um por um tempo e voltava a trocar de entrada. A mãe só gemia, completamente entregue. Não demorou pra os gemidos se repetirem e a velocidade aumentar. Dessa vez, a gozada foi dentro da buceta. Depois de uns minutos, o vizinho sentou na cama. O pau estava mole e caía entre as pernas dele. Cheio de esperma e dos fluidos da mãe de Eli. Eli pensava nisso tudo enquanto olhava pros próprios dedos molhados. O vizinho, pra fechar com chave de ouro, pegou a mãe de Eli pela cabeça. Ela não resistiu nem disse nada. Ele a levou até o pau dele sem falar uma palavra, ela abriu a boca e o cara enfiou o pau, molhado, cheio de porra, nela. Ele mexeu a cabeça da mãe e fez ela chupar, ou melhor, limpar. O pau, já menor agora, dessa vez conseguiu entrar na boca inteiro. Deixou lá por uns segundos, enquanto pegou o cabelo ruivo da mãe e começou a limpar os restos de porra e fluido que tinha nas bolas e na região toda. Quando terminou de limpar, tirou o pau da boca. Deixou a mãe deitada de barriga pra cima, com o cabelo melado de porra. Se arrumou, vestiu e se despediu. - Me liga de novo quando quiser, gostosa. Quando ele foi embora, a mãe de Eli continuou lá, deitada, de pernas abertas. A porra escorria do cu dela e na buceta tinha uma espuma branca grossa. Ficou assim por uns minutos. Depois, finalmente, se levantou. Ao ficar de pé, cambaleou. Tirou os sapatos de salto e foi mancando até o banheiro, mancando a cada passo. Eli notou as expressões de dor dela e as meias, que agora também estavam molhadas, com a porra do vizinho escorrendo por elas, ainda saindo dela. Pegou o roupão de novo. Chegou na porta do banheiro. Elizabeth viu a chance ali. Se preparou, segurou a porta, pronta pra abrir e sair o mais rápido possível pra fora do quarto. No fim, conseguiu o que queria; o dinheiro, não foi descoberta. Embora ficasse o detalhe de ver a mãe sendo fodida selvagemente. E toda a história da traição entre os pais. Ia ter que pensar nisso tudo quando estivesse mais calma. - Eli, filha. A voz da mãe fez ela congelar. Bem ali. Eu tava encostada na porta do banheiro, olhando na direção dela. — Pode sair do armário. Obrigada a todo mundo pelo apoio e por me lerem! Vocês me motivam a postar mais coisas. Deixa teu comentário, pontos ou mensagem! Eu leio todo mundo! Alguma sugestão, ideia, experiência ou se só quiser bater um papo. Beijos! Me segue pra mais contos.
4 comentários - #11 Separada mas não sozinha (espiando a mamãe)
Y ahora que hago yo con lo dura que me la has puesto pensando en la progenitora de Eli...😍