A amiga gostosa da minha irmã

Ano 2009, 18 anos, quase 19, e eu nunca tinha ficado com uma mulher. O colégio inteiro apaixonado pela mesma mina, perdendo tempo à toa sem nada rolar, até que a amiga da minha irmã veio morar do lado da minha casa. Conheci ela quando tinha 16, ela o dobro da minha idade, 32. Magra, alta, loira com cachos, uma rabeta de matar, peito pequeno mas redondinho, uma puta danada que não fazia distinção, como diria o Rodrigo, de raça, religião nem cor, haha. Ela comia geral, moleques, caras mais velhos e velhotes, mas comigo a história da minha vida... sempre um porém, um problema. Até que uma noite, na saída de um baile, o milagre aconteceu... Depois de dois anos investindo, já tinha desistido e nem tava ligando. O baile foi um lixo total, na saída ela chega perto de mim, eu já meio grosso, conhecendo ela, nem dei bola. Mas ela começa a passar a mão na minha camisa, aí tudo mudou. Tentei beijar ela, achando que ia levar um fora como sempre, mas pra minha surpresa, ela me deu um beijo do caralho que nunca vou esquecer. Do baile até o ponto de ônibus eram umas dez quadras, e no caminho eu passei a mão nela toda, meti a mão até na alma. Ela deixava eu fazer de tudo e ainda ia enchendo minha cabeça, tipo: "Você nunca ficou com ninguém, né? É melhor que a primeira vez seja com uma mulher mais velha..." Minha cabeça explodia tanto quanto meu pau. Já tava imaginando comendo ela de mil jeitos assim que chegasse em casa. Até que ela solta: "Tem um problema." Minha cara, minha ilusão se partiu no meio. "Hoje não vai dar porque estou menstruada..." Minha cara não sei se era de tristeza ou de vontade de matar ela, com o tesão que ela tinha me deixado. Acho que ela se compadeceu ou viu minha cara de bosta, haha, porque ela fala: "Mas dá pra fazer alguma coisa..." e passou a mão na boca. Aí minha alma voltou pro corpo, e o tesão dobrou. "Quando chegar em casa, espera um pouco e vem me buscar lá em casa." O caminho inteiro fiquei pensando no que fazer e como fazer, e também com medo: o que eu faço com uma gostosa daquelas na minha frente se nunca fiz nada? Até que chegamos, esperei um pouco como ela pediu, fui lá, bati na porta... nada. Bato de novo, nada. Pensei que ela tava me enrolando, até que ela abre a porta de fio dental e uma blusinha de dormir. Minha cabeça explodiu. Entrei e ela: "Tá esperando o quê?" Falei: "O que você me prometeu." "Mmmm, tá bom", se fazendo de sonsinha, sendo que de sonsa não tinha nada. "Primeiro me mostra o que você tem." Sem pensar, me despi. Não sou o Mandingo, mas tenho uma rola bem grande e grossa, e tava escorrendo líquido pré-seminal pra caralho. "Uhhh, você vai me banhar", ela disse. Cada palavra era um tiro na minha cabeça. Ela senta na minha frente, peço pra tirar a blusa e fica de peitos de fora. E eram tão perfeitos quanto eu imaginava. Ela começa a me bater uma, eu tava morrendo literalmente a cada toque dela, mas era só masturbação. Ela queria me fazer gozar, aí eu falei: "Mas você me prometeu outra coisa..." "Mmmm, como você é, hein", ela disse, se ajeita melhor e começa a chupar, lambendo todo o líquido que tava saindo de mim. Primeiro devagar, depois mais e mais, até que num ponto ela engolia minha rola toda e parecia que tinha um aspirador. Era uma chupada de rola do caralho. Ela pegava nas minhas bolas e engolia a rola inteira como a melhor. E pra completar a cena, me olhava com aquela carinha que acabava de explodir o que restava da minha cabeça. Eu fazia toda a força possível pra não gozar, aí começo a insistir e pedir por favor: "Quero te comer." "Não, não pode", ela diz, "é nojento." "Não ligo, eu quero, olha como eu tô." Tava durasso pra caralho e vazando porra sem parar. Me ver daquele jeito convenceu ela... E como uma boa putinha, aceitou. Tira o fio dental preto, tira o absorvente pedindo pra eu não olhar (óbvio que olhei, haha), e me manda sentar na mesma cadeira que ela tava. Ela sobe em cima de mim, enfiando sozinha a rola bem pra dentro, colada em mim, botando os peitos no meu peito e rebolando a cintura de um jeito único. Eu não conseguia reagir diante de uma gostosa daquelas, até que começo a tocar ela: os peitos, apertar, apalpar, e depois pego ela pela cintura empurrando pra baixo, e minhas mãos vão... cada vez mais pra essa bunda, mais e mais até que encontro o cu dela e enfio o dedo, que entrou muito fácil, com o tempo aprendi que aquela bunda já era bem treinada. Ela continuou cavalgando assim, até que eu pedi: "por favor, fica de quatro que quero te comer". De quatro ela não topa, mas fala: "vamos pra mesa", e fico de costas. Qualquer coisa que ela falasse já bastava e sobrava pra mim, e eu aceitava. A gente se levanta, ela se apoia na mesa, empina bem a bunda e pega na minha pika, e ela mesma aponta pra boceta dela, que era rosada e linda, e enfia. Eu, por inexperiência, metia e saía, e ela mesma colocava de volta, até que peguei o ritmo e comecei a comer ela o mais forte que podia, e ela a gemer igual uma louca. Desde que entrei na casa dela até aquele momento devia ter passado uma hora, e entre os gemidos dela, todo o tesão da primeira vez e uma mulher daquelas, eu não aguentei mais. Enfiei até o fundo que dava, apertei ela contra a mesa, e gozei uma porrada de porra dentro da boceta dela, e fiquei apoiado nela, quase sem conseguir respirar. Quando voltei a mim, tirei a pika e escorreu tudo, e meu pau com fiapos de sangue da menstruação dela, que com uma fodida daquelas pouco me importava e até me dava tesão. Ela se troca, a gente se beija, e eu volto pra casa, pensando que até aquele dia foi a melhor noite da minha vida e em quando seria a próxima com a amiga da minha irmã...

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