Bom, tudo começou com uma festa de música eletrônica, da qual sou bastante fã. Tinha uma data em que o Luigi Madonna ia tocar, e eu tinha combinado de ir com minha namorada e um amigo. Chegou o dia, minha namorada estava se sentindo mal e meu amigo lembrou que tinha uma prova na faculdade na segunda-feira seguinte, então deu a desculpa de que tinha muito pra estudar e não ia poder me acompanhar, por mais que eu implorasse pra ele ir, já que minha namorada tinha dado pra trás.
Eu amo o Luigi e era uma data que eu queria ir de qualquer jeito. Sempre admirei a galera que saía sozinha pra festas e se divertia pra caralho. Já cruzei com muitas pessoas assim em festas e sempre foi uma vibe muito boa. Mas a verdade é que nunca me imaginei fazendo isso e nunca tinha feito antes, porque adoro sair com amigos e curtir muito, já que a ideia de compartilhar o mesmo ambiente com gente que eu gosto me deixa muito mais animado. Então, foda-se, chegou a noite em questão, eu já tinha meu ingresso e pensei: "É, vou sozinho mesmo". Fui na ideia, pensei que mal não ia passar, e se fosse bom, melhor ainda. Cheguei na balada, tomei a clássica meia bala antes de entrar e fui pra dentro. Chegando, comprei uma água e fiquei perto do palco do DJ, perto do caixote, que é o lugar que eu gosto de ficar, e comecei a dançar e ouvir a música, que naquele momento já estava começando a tocar o Luigi.
Chegou um momento da noite em que já tinha passado uma hora e meia, eu já tinha mandado mais meia bala e estava bastante loucão, e tinha ficado sem água. Levantei o olhar pra ver se tinha muita fila pra comprar, e tinha mesmo. Mal consegui começar a andar até o bar, a música estava tocando muito foda, e quando dei o primeiro passo, um cara que estava com um grupinho de pessoas me ofereceu água. Eu respondi muito gentilmente, agradecendo, porque estava morrendo de vontade de evitar a fila que tinha pra comprar. O cara (Gastón) me disse:
"É, cuidado, só que tem um pouco de MD."
Olhei pra ele surpreso e aceitei tomar um pouco. A gente começou a conversar, numa vibe muito boa, e... Apresentei aos amigos dele e fiquei dançando com todos...
Já sob o efeito de tudo que a gente tinha tomado, estávamos todos muito loucos e eu sentia que o Gasti estava me dando uma atenção especial, principalmente quando ele ficava dançando com o olhar perdido mas fixo em mim, com uma cara quase de excitação. Eu ficava matutando essa ideia, porque quando tô muito drogado fico super sexual, ainda mais quando me acariciam a mão ou os braços e falam no meu ouvido como a gente vinha fazendo...
Em um momento, Gasti me pede pra acompanhá-lo pra comprar umas águas, e eu aceitei de boa, falando que ia pagar as dele. Então fomos direto pro bar do outro lado da balada.
Quando a gente comprou e quase começou a voltar pro resto do grupo, o Gastón falou pra gente ficar dançando ali perto do bar, numa área que dava num tipo de corredor onde não tinha tanta gente. Como eu tava muito chapado e precisava de um pouco de ar, a gente começou a dançar calados, só nós dois se olhando...
Sem perceber o quão na brisa a gente tava, começamos a dançar coladinhos, olhando nos olhos e tocando nos braços. Aí as circunstâncias me deixaram de costas pro Gastón, e ele dançando grudado em mim, quando começo a sentir algo duro na altura da minha bunda. Era uma situação que eu nunca tinha imaginado, mas o Gastón tava se apoiando em mim e tava com o pau bem duro. A situação não me incomodava, mas eu me sentia extremamente estranho, era algo inexplicável. Só que a excitação foi lá pras nuvens, meti a mão por trás e comecei a tocar o pau do Gasti por cima da calça. Minhas pernas tremiam, eu tava muito drogado, extasiado, não sabia o que tava fazendo mas isso me deixava com muito tesão. E o Gastón dançava e esfregava o pau com força contra minha bunda enquanto eu apertava ele. A gente tava todo mundo muito drogado e ninguém percebia o que tava rolando...
Até que em um momento a gente não aguentou mais, eu me virei e devorei a boca dele enquanto sentia como se... nossos pacotes recontra bonner...
Uma vez que o momento de fogo diminuiu um pouco, a festa continuava tocando sarpado, eu tinha contado ao Gastón que tinha namorada e os imprevistos que fizeram com que eu estivesse lá sozinho naquela noite... Ele me viu confuso, mas super tesão e chapado, e me disse para não me preocupar, para me deixar levar...
Tomamos um quarto de rola cada um e ele me propôs irmos para o carro que ele tinha no estacionamento do boliche. No meu estado de total desinibição, aceitei. Não entendia o que estava fazendo, não gostava de caras, amo minha namorada e adoro foder com ela... mas estava muito drogado e sem controle de mim...
Quando chegamos ao carro, nos sentamos na frente e começamos a nos beijar com muita língua, muito toque, e ele colocou minha mão no pau dele. Tirei a mão e ele levou minha cabeça até ele. Me abaixei e pude sentir aquele cheiro de pau, mas de pau limpo, adorava como o suor depois de ter tomado banho, e automaticamente abri a boca e deixei ele entrar devagar até o fundo, passando a língua por todo o pau. Era algo que em outras épocas me daria nojo, mas me deixava delirando de tesão. Minha baba caía em cima dos ovos dele e eu chupava o pau sem parar. Tinha ficado louco, fora de mim, não me conhecia e estava chupando o pau inteiro dele, passando a língua por todo o tronco até a cabeça e enfiando até o fundo da garganta, parando só por momentos em que escapava da boca e Gastón passava o pau cheio de baba por todo o meu rosto...
Até que ele me diz para parar, para continuarmos num hotel... Eu não conhecia fronteiras, não consegui dizer nada, não conseguia falar, meu coração estava a mil e eu estava super tesão, era totalmente dele...
Bom, paro aqui a primeira parte do relato... Gostaria de saber se vale a pena continuar com a segunda, abraços!PT2...
http://www.poringa.net/posts/relatos/3431465/De-la-jodita-termine-en-el-telo-pero-no-con-una-chica-P2.html
Eu amo o Luigi e era uma data que eu queria ir de qualquer jeito. Sempre admirei a galera que saía sozinha pra festas e se divertia pra caralho. Já cruzei com muitas pessoas assim em festas e sempre foi uma vibe muito boa. Mas a verdade é que nunca me imaginei fazendo isso e nunca tinha feito antes, porque adoro sair com amigos e curtir muito, já que a ideia de compartilhar o mesmo ambiente com gente que eu gosto me deixa muito mais animado. Então, foda-se, chegou a noite em questão, eu já tinha meu ingresso e pensei: "É, vou sozinho mesmo". Fui na ideia, pensei que mal não ia passar, e se fosse bom, melhor ainda. Cheguei na balada, tomei a clássica meia bala antes de entrar e fui pra dentro. Chegando, comprei uma água e fiquei perto do palco do DJ, perto do caixote, que é o lugar que eu gosto de ficar, e comecei a dançar e ouvir a música, que naquele momento já estava começando a tocar o Luigi.
Chegou um momento da noite em que já tinha passado uma hora e meia, eu já tinha mandado mais meia bala e estava bastante loucão, e tinha ficado sem água. Levantei o olhar pra ver se tinha muita fila pra comprar, e tinha mesmo. Mal consegui começar a andar até o bar, a música estava tocando muito foda, e quando dei o primeiro passo, um cara que estava com um grupinho de pessoas me ofereceu água. Eu respondi muito gentilmente, agradecendo, porque estava morrendo de vontade de evitar a fila que tinha pra comprar. O cara (Gastón) me disse:
"É, cuidado, só que tem um pouco de MD."
Olhei pra ele surpreso e aceitei tomar um pouco. A gente começou a conversar, numa vibe muito boa, e... Apresentei aos amigos dele e fiquei dançando com todos...
Já sob o efeito de tudo que a gente tinha tomado, estávamos todos muito loucos e eu sentia que o Gasti estava me dando uma atenção especial, principalmente quando ele ficava dançando com o olhar perdido mas fixo em mim, com uma cara quase de excitação. Eu ficava matutando essa ideia, porque quando tô muito drogado fico super sexual, ainda mais quando me acariciam a mão ou os braços e falam no meu ouvido como a gente vinha fazendo...
Em um momento, Gasti me pede pra acompanhá-lo pra comprar umas águas, e eu aceitei de boa, falando que ia pagar as dele. Então fomos direto pro bar do outro lado da balada.
Quando a gente comprou e quase começou a voltar pro resto do grupo, o Gastón falou pra gente ficar dançando ali perto do bar, numa área que dava num tipo de corredor onde não tinha tanta gente. Como eu tava muito chapado e precisava de um pouco de ar, a gente começou a dançar calados, só nós dois se olhando...
Sem perceber o quão na brisa a gente tava, começamos a dançar coladinhos, olhando nos olhos e tocando nos braços. Aí as circunstâncias me deixaram de costas pro Gastón, e ele dançando grudado em mim, quando começo a sentir algo duro na altura da minha bunda. Era uma situação que eu nunca tinha imaginado, mas o Gastón tava se apoiando em mim e tava com o pau bem duro. A situação não me incomodava, mas eu me sentia extremamente estranho, era algo inexplicável. Só que a excitação foi lá pras nuvens, meti a mão por trás e comecei a tocar o pau do Gasti por cima da calça. Minhas pernas tremiam, eu tava muito drogado, extasiado, não sabia o que tava fazendo mas isso me deixava com muito tesão. E o Gastón dançava e esfregava o pau com força contra minha bunda enquanto eu apertava ele. A gente tava todo mundo muito drogado e ninguém percebia o que tava rolando...
Até que em um momento a gente não aguentou mais, eu me virei e devorei a boca dele enquanto sentia como se... nossos pacotes recontra bonner...
Uma vez que o momento de fogo diminuiu um pouco, a festa continuava tocando sarpado, eu tinha contado ao Gastón que tinha namorada e os imprevistos que fizeram com que eu estivesse lá sozinho naquela noite... Ele me viu confuso, mas super tesão e chapado, e me disse para não me preocupar, para me deixar levar...
Tomamos um quarto de rola cada um e ele me propôs irmos para o carro que ele tinha no estacionamento do boliche. No meu estado de total desinibição, aceitei. Não entendia o que estava fazendo, não gostava de caras, amo minha namorada e adoro foder com ela... mas estava muito drogado e sem controle de mim...
Quando chegamos ao carro, nos sentamos na frente e começamos a nos beijar com muita língua, muito toque, e ele colocou minha mão no pau dele. Tirei a mão e ele levou minha cabeça até ele. Me abaixei e pude sentir aquele cheiro de pau, mas de pau limpo, adorava como o suor depois de ter tomado banho, e automaticamente abri a boca e deixei ele entrar devagar até o fundo, passando a língua por todo o pau. Era algo que em outras épocas me daria nojo, mas me deixava delirando de tesão. Minha baba caía em cima dos ovos dele e eu chupava o pau sem parar. Tinha ficado louco, fora de mim, não me conhecia e estava chupando o pau inteiro dele, passando a língua por todo o tronco até a cabeça e enfiando até o fundo da garganta, parando só por momentos em que escapava da boca e Gastón passava o pau cheio de baba por todo o meu rosto...
Até que ele me diz para parar, para continuarmos num hotel... Eu não conhecia fronteiras, não consegui dizer nada, não conseguia falar, meu coração estava a mil e eu estava super tesão, era totalmente dele...
Bom, paro aqui a primeira parte do relato... Gostaria de saber se vale a pena continuar com a segunda, abraços!PT2...
http://www.poringa.net/posts/relatos/3431465/De-la-jodita-termine-en-el-telo-pero-no-con-una-chica-P2.html
9 comentários - De la jodita terminé en el telo, pero no con una chica...