Parte 2 – VideochamadaTrago pra vocês um novo fanfiction de Dragon Ball. O que rola nesse episódio acontece vários anos depois do que vimos em Super e no filme do Broly (2018). Todos os personagens são maiores de idade.
A 2ª parte de Leite Fervido e talvez não a última. Depois de serresgatadaDos soldados da Red Ribbon derrotados pelo Kuririn e levados pra casa dele, os dois topam dar uma trepadinha mesmo sendo casados. A diferença é que, enquanto o Goku não sabe de nada e ganha uns chifres maiores que os do King Cold, a 18 tem um plano bem definido e a traição faz parte de um esquema maior.Protagonistas: Milk e 18













Mesmo já estando na casa da Milk, depois de conversar com ela como um amigo normal e tomar aquele café reconfortante dela, a esposa do melhor amigo dele estava tomando banho a poucos metros e Krilin não achava tão fácil assim pegar ela como imaginava.
A tensão do momento aumentava, ele quase conseguia ver as pedrinhas flutuando e o ar carregado de ki como nas grandes batalhas dele. Milk ia sair do banheiro a qualquer momento e ele precisava se decidir se ia ou não meter o louco. O remorso e a culpa tomavam conta dele, mesmo que a esposa dele não ligasse de ele transar com a amiga dela.
E falando na esposa dele, ela estava fazendo uma chamada de vídeo...
- Oi, amor, o que foi? - Perguntou o careca tira, vendo a mulher gostosa dele na chamada de vídeo. 18 estava na cama, vestindo lingerie e meias de renda com ligas, uma das roupas eróticas favoritas do cara.

- Toma café? - Perguntou seca.
- Foi um plantão longo, não tenho energia infinita como você, deixa eu descansar. - Se defendeu.
- E então? Não me diga que já comeram, a gente tinha um trato. Você metia nela e eu olhava. - Confrontou direta, como sempre.
- Ainda não. Não é tão simples, é a esposa do meu amigo, não conseguiria olhar nos olhos dele depois disso.
- Ela levou a palma da mão à testa, fazendoplaf— Te deixei comer minha amiga e você recusou a proposta. Achei que seria fácil pra você depois de todas as loucuras que a gente fez. — Disse ela, desiludida, se cobrindo com o cobertor. — Se não vou ver nada interessante, então vou dormir, e bem puta da vida, por sinal.
— Ela ainda não saiu do banheiro, me liga daqui a 15 minutos, me dá um tempo, love. Não dá pra tirar o pau pra fora e esperar que aconteça.
— Não? — Perguntou 18 retoricamente, talvez não desse só pra mostrar o membro pra Milk e fechar o negócio, talvez também fosse o caminho mais fácil.
— Vou fazer de tudo pra que aconteça.
— Tá bom, mas se liga ou eu vou esfriar. Tchau. — E desligou dando um beijo na tela.
— Sempre tão severa, até pra essas coisas é afiada.
Eram quatro da manhã daquele dia tão estranho quando Milk saiu do chuveiro vestindo um roupão, limpa de qualquer evidência do rala e rola que teve com os sujos bandidos da Red Ribbon.
— Tava com medo de que você tivesse ido embora, Kuririn. Deve querer descansar depois de tanto trabalho. — Disse ela, meio corada, talvez pela temperatura da água, ou talvez porque também não se decidia a ser infiel pro Goku.
— Tô com esse dia e o próximo de folga, ainda dá tempo de dormir, sabe como é, os turnos na força são assim.
— Entendo, então talvez queira descansar, ou se divertir. — Falou ela, meio sugestiva, sem a decisão que a marcava. — Mais café? Ou uns biscoitinhos? — Mudou de assunto — Não te dei nada pra comer, que falta de educação.
— Tô morrendo de fome, talvez você pudesse me mostrar o que tem. — Aceitou ele, esperando que ela pegasse o duplo sentido.
— Tá bem, vamos ver o que tem…
Pra decepção do homem, Milk atravessou a cozinha e passou por onde Kuririn estava sentado até um armário, se esticando com aquele corpão cheio de curvas de matar pra alcançar onde tinha os potes de biscoito e massas. Kuririn admirou o corpo dela enquanto ela procurava comida; a cintura fina, o roupão colado no corpo molhado, a bunda perfeita…
— Não sei se sobrou alguma coisa, Acho que eu tinha uns bolinhos de chocolate em algum lugar.
— Adoraria comer um bolinho, especialmente esse…
Sem que a mulher percebesse, ele tinha se posicionado atrás dela e enfiou a mão na buceta dela, esfregando por cima do roupão de cima a baixo, enfiando o pano entre a racha, marcando a bunda dela.
— Ah, Krilin, a gente não devia, isso é errado, somos casados. — Disse ela se sacudindo pra frente enquanto o cara esfregava e ela se grudava nele, ele envolvendo ela com um braço por trás.
— Você vai me dizer que fazer isso com aqueles babacas era certo e comigo não? — Ele seduziu abraçando ela e esfregando o pacote dele contra a bunda dela, segurando ela como se fosse um tarado com as mãos nos peitos. — Você não ligou pro seu casamento quando decidiu dar pra aqueles canalhas… — Ela se contorcia pra trás e pra frente sem oferecer resistência, mas agindo como se não quisesse estar naquela situação.
— Eu não cheguei a fazer com eles, ah, tá bom — Ela gemeu enquanto um braço acariciava os peitos dela por fora — Mas larga a arma, pode ser perigoso se escapar um tiro.
— Minha arma tá na mesa. — Respondeu ele colocando o pau no meio das nádegas dela, pra ela sentir. — Mas tenho uma mais perigosa aqui. Tá sentindo?
A mulher viu que, de fato, o revólver estava em cima da mesa. Krilin pegou uma das mãos dela e levou até a virilha dele, pra ela apalpar a cobra que ele escondia entre as pernas.
— Tá molenga e desse tamanho, imagina ela dura e me diz que não quer que eu meta.
— Que porra, vem cá…
Milk se virou e, se abraçando no Krilin, beijou ele. Foi tão estranho quanto excitante ter que se inclinar pra alcançar os lábios do baixinho e acariciar a careca brilhante dele enquanto as línguas se encontravam e os lábios se chupavam. Naquela noite, a mulher estava uma completa desconhecida, fazendo vulgaridades com estranhos e traindo o marido com o melhor amigo dele.
— Nunca imaginei que beijaria esses lábios… — Confessou a Mulher com a boca molhada de saliva alheia.
- Eu, pelo contrário, sempre imaginei isso…
Krilin abriu o roupão dela e se afundou nos peitos de Milk, se esfregando contra os seios fofos e túrgidos dela, passando a língua no meio até chegar nos mamilos, que ele lambeu até endurecerem e passou a chupar.
- Você sempre gostou, né? É igual ao Roshi, um tarado.
- Já dediquei inúmeras punhetas pra eles. - Confessou - Não acredito que finalmente posso chupá-los.
Foi naquele segundo que a mulher largou o papel de santinha e mostrou sua verdadeira sede de sexo, tirando o cinto dele enquanto se deliciava com os peitos. Desabotoou a camisa dele e, passando a mão pela barriga musculosa, desceu até apalpar a piroca, que mesmo mole, tinha um tamanho considerável.
- Tem problema? Me surpreende que com essa chupada que você tá me dando, ela esteja tão dormindo. - Disse ansiosa, decidida a ser penetrada custasse o que custasse.
- Me dá tempo, preciso de alguns minutos pra encher ela. - Explicou, voltando a mamar um peito dela, como se estivesse se alimentando.
Milk ajudou procurando a cabeça dele e acariciando, pra depois passar a masturbá-lo, sentindo que aos poucos, ele endurecia e emergia da calça pulsando com força própria.
Ter o homem chupando seus mamilos lembrou ela das primeiras vezes com Goku. Os peitos dela eram a parte favorita do marido e a única zona que ele saboreava direito, quase como se fosse um bebê. Quase na hora, tentou afastar esses pensamentos ou a dúvida ia tomar conta.
- Bom, já chupou o suficiente, vai secar meus peitos, agora é minha vez. - Disse com os peitos todos babados.
A mulher se ajoelhou e terminou de abaixar a calça e a cueca dele. Diante do tão falado membro, tão bem descrito pela 18 e tão comentado, se sentiu um pouco decepcionada, embora tenha levado ele rápido à boca, pra que a decepção não aparecesse no rosto. Não achou ele tão grande e ainda estava mole. Ela se sentiu reconfortada ao sentir a enorme cabecinha entre sua língua, tão pesada que parecia que o pau não conseguia ficar em pé, seco no começo, mas logo ficou molhado pela boca dela até ficar escorregadio e quente. Ela adorou o gosto, o cheiro, a textura — depois de ter na boca as armas bacteriológicas dos bandidos, aquele pau, grande ou não, era uma delícia, e ela deixou isso claro com um movimento lento e constante de cabeça, sem usar as mãos, que foi fazendo o membro crescer como se alguém estivesse enchendo ele com uma bomba.
Conforme ela balançava a cabeça mais rápido, sentia ele crescer cada vez mais dentro da garganta dela. No começo, ela chegava fácil na barriga do cara, mas depois de alguns minutos, mal conseguia alcançar a metade do falo sem engasgar, e pra piorar, a cabecinha inchada ocupava uma parte cada vez maior da boca dela. Pelos lados, ela sentia as veias da rola pulsarem. Além de grande, grossa e cabeçuda, era venosa — não é à toa que uma mulher como a 18 tava bobona com o Krilin.
— Achou que não ia crescer, hein? Do jeito que você chupa bem, acordou ele rápido. — Ele disse, sem tirar os olhos dela chupando nem por um segundo. — Porra, nunca pensei que ia ver esse espetáculo, a própria Milk mamando meu pau.
Milk, meio arrependida por ter encarado aquela bazuca de carne com a boca, calculou que ele media pelo menos 19 centímetros meio murcho, e depois da mamada intensa, tava perto dos 25. A saliva, sem espaço na boca, escapava pelos cantos em fios finos até os peitos dela. Logo a boca dela só dava conta da cabeça e de um quarto do rabo, que descansava como uma baleia encalhada na boca dela.
— Quanto que você tem? É enorme, a 18 tava certa, você tem um mata-fogo de carne. — Ela disse, espirrando saliva nos peitos ao tirar ele da boca. Era tão grande e pesado que mal ficava de pé, e sem dúvida, ela não conseguia mais engolir. Milk apoiou ele no rosto dela e quase ia do queixo até o cabelo.
— 31, segundo as últimas medidas, mas acho que a 18 exagera.
— É Uma mutação ou algo assim?
- Acho que é um efeito colateral do meu nanismo, embora eu não seja totalmente anão, tenho membros normais, mas a cabeça grande demais e…
O telefone tocou, interrompendo a situação didática, fazendo-a se assustar. Já tinham passado 15 minutos?
- É a 18, não se preocupa, preciso atender. – interrompeu Kuririn, como se não desse importância.
- 18!? O quê, não me preocupar!? Você disse que não teríamos problemas! Não quero perder uma amiga por…
- Oi, amor, espero que esteja na posição. – Ele se apressou em atender. Para surpresa de Milk, era uma videochamada.
- Perfeito, esse é meu homem, nunca duvidei de você. – Elogiou do outro lado a 18 – Já explicou pra ela? Posso ver no que vocês tão mexendo? Vejo que ele desabotoou sua camisa – Perguntou a loira, preparada pra se masturbar na cama dela.
- Ver? – Perguntou incrédula a mulher do Goku – Era disso que se tratava? Quer ver seu marido transando com outra mulher? – Se indignou, arrancando o telefone dele – Tá me usando pra satisfazer seus desejos? Porque me viu precisando de sexo, achou que podia virar sua atriz pornô particular?
Milk se levantou perturbada, se cobrindo com o roupão. Kuririn temeu que ela pudesse ter posto um ponto final no que prometia ser uma noite fantástica.
- Exato. – Respondeu a 18, super tranquila – Quero ver ele transar com outra, e se for alguém de confiança como você e que merece o pênis mastodôntico do meu marido, melhor ainda. Algum problema? Se intimidou com as medidas, ou será que prefere esperar seu marido aparecer e te dar uma murra como deve ser?
Um silêncio pesado se fez, e o pau do Kuririn perigava voltar a dormir.
- Quer um show, vai ter um show, sua puta. Aperta o cinto, vou lixar cinco centímetros do tronco do seu marido – Desafiou Milk.
Kuririn sorriu, e o Kuririn Jr. se levantou.
…
O homem pensou que, por um momento, tudo estava perdido, não conseguia acreditar como a 18 tinha lidado tão bem com a situação quando ele estava derrotado. Milk tinha coberto o telefone com a camisa do homem e o escondeu no quarto, como uma cortina de teatro, num lugar estratégico pra ele ver a ação da mesa de cabeceira. Agora estavam na cama, o homem tinha Milk em cima dele e ela deixou a roupa cair pra mostrar o corpo nu.
- Tá dando pra ver tudo daí? - Perguntou pra 18, se inclinando sobre o homem, que era coberto inteiro pelo corpo dela (e a cara dele escondida pelas tetas dela)
- Tá dando pra ver bem, agora beija ele, que eu começo com a minha parte.
Do outro lado da tela, 18 viu Milk balançar as tetas na cara do marido dela e depois descer pra beijar ele com paixão, como se fosse o próprio marido dela.
- Isso aí, quero ver essas línguas juntas, quero ver vocês se comendo de boca. - Disse 18 se esfregando a buceta com dois dedos, satisfeita que nenhum dos dois tinha vergonha e se beijavam feito dois adolescentes. A boca enorme do Krilin envolvia completamente a de Milk e as línguas expostas se enroscavam uma na outra como duas lesmas brigando, derramando fios de saliva pra todo lado.
- A noite tá passando e não pode ser só beijo. - Gemeu Milk. - Quero essa boca enorme em ação em outra parte do meu corpo. - Se levantando, ela se virou em cima do homem com a buceta apontada pro rosto dele, como se sentasse nele por baixo. Era a posição chamada 68, tipo o 69, mas com ela olhando pra cima de joelhos arqueados, braços esticados formando um arco entre as costas dela e a barriga do homem.
- Cê gosta da minha bucetinha, safado? Cê topa meter essa língua forte e grande no meu buraquinho? - Ela convidou, abrindo com dois dedos. Krilin, que tava curtindo em silêncio, nem lerdo nem preguiçoso, passou a língua de norte a sul e enfiou na vagina suculenta dela, lambendo o buraco carnudo com devoção. Como uma fruta sendo espremida, quando ele enfiou a língua, o suquinho escorreu pros dois lados. Ela tava tão tarada que tinha um tampão de fluidos quentes e Krilin saboreou com gosto.
- Você veio molhada igual uma menininha virgem. - Observou Krilin, que também notou que ela era bem apertada.
- Merda, não consigo ver nada, quero ver você chupando ela… - Exigiu a 18 do outro lado.
- Como você enche o saco, sua desgraçada, não vai deixar a gente transar em paz. - Reclamou Milk, que mesmo assim se esticou, pegou o celular e apontou pro marido passando a língua em cada cantinho da borboletinha rosada.
A 18 se esfregou mais rápido. A calcinha grudava na buceta dela e, de tanta excitação, até dava pra ver os fluidos marcando o tecido.
- Senta em cima dele, afoga ele com a sua vulva. - Exigiu a androide de novo, feito uma diretora de filme pornô bem invasiva.
Obediente, Milk se inclinou mais e cobriu a boca dele por completo, gemendo de prazer ao vê-lo meio escondido pelos pelinhos pubianos dela e sentir a língua e os lábios dele colados no sexo dela. Claro, a mulher extasiada se balançou e passou a brocha de carne no rosto inteiro dele, encharcando ele com os fluidos dela e gozando pela primeira vez naquela cara sem nariz.
- Lembra que se você tampar minha boca, eu não consigo respirar. - Disse Krilin, ofegante e com o rosto todo besuntado. Do outro lado, a 18 já tinha começado a gemer. Milk não ligou e sentou de novo pra conectar ele na buceta dela, igual quem coloca um respirador num doente terminal.
- Tá gostando do que vê, sua gostosa? - Perguntou ela, fazendo uma cara de prazer descontrolado pra amiga.
- Quero ver de perto, com todos os detalhes, quero ver como você come essa buceta peluda…
- Não é peluda, é aparada. - Ela corrigiu. - Só tem o bigodinho em cima…
- Tanto faz, vai, deixa eu ver a ação direito. - Impacientou-se, com os dedos no pote de biscoito.
- Eu cuido disso, deixa eu filmar. - Propôs Krilin, saindo de entre os lábios dela, pegando o telefone e dando a volta com os braços, se filmou enquanto continuava o cunnilingus, a língua brincalhona batendo no clitóris e acariciando o orifício urinário como se quisesse enfiar ali também.
- Chupa a bunda dela, vamos, quero ver você comer a bunda dela igual você come a minha. – Exigiu, cheia de vontade.
- Será um prazer. – Kuririn desceu um pouco, Milk levantou o quadril, e ficou cara a cara com o asterisco, por onde passou a língua sem pudor em cada dobra do cuzinho.
A sensação molhada e quente da língua nos lugares mais rosados do cuzinho dela fez ela revirar os olhos. Sentia o cu relaxar e o aríete de carne enfiar cada vez mais, desatando o asterisco acinzentado.
- Ahhh, isso, isso, chupa bem a bunda dela, come tudo, não quero ver essa língua desgrudar do rabo dela… – Gemeu 18, abaixando a calcinha pra esfregar o clitóris com as pontas dos dedos, incapaz de segurar a excitação pelo que via.Nunca tinham feito isso comigo e, em um único dia, chupam minha rola duas vezes, e o pior é que eu adoro.- Milk pensou que, imitando a amiga, devia dar umas palmadas na própria buceta.
- Vira e deixa cair, quero ver a cabeça dele entre suas nádegas. – Pediu de novo a androide, já excitada, como se estivesse num estado de febre e euforia sexual.
- Você é cruel com seu marido, não tem a menor consideração por ele. – Respondeu Milk com falsa preocupação, enquanto se virava de joelhos sobre ele e abria as nádegas pra deixar o cu esticado e molhado cair na boca de Krilin.
- Eu conheço meu marido e é isso que ele gosta, às vezes tenho que ficar violenta pra ele largar meu rabo. – Admitiu 18.
- Você não precisa contar tudo que a gente faz. – Reclamou Krilin antes de Milk cair e a cara dele ficar enterrada entre as duas nádegas enormes dela. No meio, a língua do homem, forte como era, dançava louca como se quisesse enfiar pra dentro do corpo dela. 18 viu tudo de perto porque o marido segurava o celular. De vez em quando, Milk deixava ele respirar levantando a bunda, pra depois afundar de novo na cara dele. Sem dúvida, o cara adorava aquilo, parecia tentar ir mais longe com a língua do que da última vez, deixando ela surpresa com o quanto uma língua masculina podia ser habilidosa.Pensar que o meu Goku chupou minha buceta e reclamou dos pelos, idiota. Esse aqui sabe como chupar de verdade.Sem perceber, ela tinha na frente dela a cobra de um olho erguida em toda sua glória, e como se tivesse sido hipnotizada, se inclinou pra chupar ela num clássico 69.
- Quero ver como você chupa ele, me leva pra frente.
Krilin passou o celular pra Milk (e continuou com o anilingus), e colocou ele na frente dela. As mulheres se olharam fixamente, uma, com um quarto de morcilha na boca, a outra, enfiando dois dedos numa buceta lisinha e depilada que parecia de porcelana. Que sortuda a 18 era de ter um brinquedo desses em casa, naquele dia Milk ia aproveitar ao máximo, ia dar um polimento naquela morcilha ou ia se arrepender muito na hora de devolver.
18, por outro lado, tava adorando a visão do pau do amado nos lábios de outra. Ela tava atingindo uma temperatura que só conseguia tentando coisas novas. Já não a excitavam mais as relações convencionais, não ficava igual no anal, ou tentando em lugares públicos e nem as fantasias, o roleplay, ou os brinquedos surtiam o mesmo efeito, agora aquele era o brinquedo novo, e parecia tão bom que ela achava que tinha encontrado uma fonte de prazer eterna.
Dois dedos de 18 se enfiavam na bucetinha rosada dela enquanto outros dois, no rabo, bem na vista da amiga, que não perdia nenhum detalhe da masturbação que ela fazia.
- Será que sou a única que envelhece aqui? - Se indignou ao saber que tanto a Bulma quanto a 18 tinham bucetas dignas de boneca inflável, delicadas e virginais apesar da pica que levavam.
- Engole tudo, o máximo que conseguir, quero ver você tentando... - Exigiu num sussurro.
- Não sou de plástico, não vou conseguir chegar tão...
Sem aviso, Krilin assumiu o papel dominante, e segurando a nuca da Milk, mexeu a cintura pra comer a boca dela. Milk tentou aguentar, mas era grande demais, nem metade do pau entrava e ela cuspia baba pra todo lado como se estivesse sendo espremida, até algumas gotas chegaram no celular.Aggk, agggk, guaak, ghaaa, ghaaak, aaag…- E outros sons guturais saíram da boca dela, cheia de pinto e saliva. Tentou se afastar, mas Krilin a segurou com força, puxando a cabeça dela pra baixo, ele tava literalmente fodendo a boca dela, agora era a vez dele de ser o dominante e a mulher tava sofrendo.
- Enfia tudo nela, deixa ela sentir, quero ver ela engolir tudo…
Krilin arqueou o quadril o máximo que pôde, enfiando três quartos na boca da Milk, e segurou ali, empalando a mulher até o fundo da garganta, e depois de alguns segundos, tirou devagar, deixando cair litros de saliva.
- Isso… foi… intenso demais… seus filhos da puta… – Ela disse rouca, com a garganta arrebentada por aquele aríete. Tinha engolido mais carne naqueles minutos do que na vida inteira.
- Isso foi um puta espetáculo. Você enfiou três quartos… – Disse 18, ofegante, sem dúvida por ter gozado, chupando os dedos (todos os que tinham estado dentro dela). – Agora você ganhou o direito de montar ele, vamos, para de chupar cu e fode ela de uma vez.
Agora Milk tava embaixo, de pernas abertas, e Krilin de pé, fora da cama segurando o celular, pronto pra enfiar. Antes, deixou o pau cair sobre a buceta pra comparar os tamanhos.
- Se entrasse tudo, ia chegar passando do seu umbigo. – Disse, orgulhoso da terceira perna dele.
- Acho que isso é uma má ideia. – Falou ao sentir o peso do pinto contra ela, era pesado mesmo, não faltava qualidade naquela máquina de prazer. – Vai devagar ou vou ter que usar cadeira de rodas.
- Calma, vou, vou com calma. – Avisou, piedoso.
Sob o olhar da mulher dele, que tava quieta (finalmente), ele esfregou a cabeça enorme do pau contra a vulva molhada e os pelinhos pubianos, encharcando tudo de lubrificante natural. Devagar, foi encaixando a cabeça na buceta e começou a pressionar.
- Porra, você tá apertada, não parece que já foi mãe. – Disse Krilin, empurrando mais forte.Ahh… ahhhh… está entrando…ahhhIsso é uma má ideia. — Milk começou a gemer, meio desesperada pra transar e ao mesmo tempo preocupada com a saúde dela. Ficar tantos dias sem nenhuma ação parecia que tinha contraído a buceta, e agora, de repente, uma cabaça vermelha e enorme feito uma maçã abria caminho, escorrendo fluidos pros lados que nem uma fruta sendo espremida.
Krilin, que segurava o celular com uma mão pra esposa se masturbar feliz e a outra numa perna da Milk, ouviu os gemidos das duas quase ao mesmo tempo, sincronizados, tão tesudo quanto elas, acelerou pra começar o sexo tão esperado. Simplesmente não acreditava. Tá comendo a mulher do amigo dava um tesão do caralho que deixava ele a mil, e ao mesmo tempo, tava grato que foi ideia da esposa dele e que ela também tava tirando uma casquinha de prazer daquilo tudo.
As posições mudaram, mas a intensidade não. No meio do caminho, Krilin meteu nela com uma perna pendurada no ombro, depois com Milk de lado e, claro, de quatro, com a mulher exposta em toda a glória e o buraco do cu olhando pra ele tentador. O celular tinha ficado de lado, agora a 18 tinha que se contentar em ver o plano geral do marido metendo a toda velocidade, batendo as pernas nos cantos da amiga e as bolas balançando que nem um saco de boxe.Ahhh, ahhhvai… muito rápido, filho da puta…ahhh, mmmm— Disse entre gemidos, com dificuldade, a mulher, que se sentia aberta pelo aríete do homem. Ele não respondeu, e teve a audácia de molhar um dedo e enfiá-lo no cu dela de repente.
— Te falei pra ir devagar, não pra meter algo lá!
— Te ouço reclamar, mas não te vejo resistindo.
O escândalo era insuportável: duas mulheres gemendo, uma quase no grito, o rangido do colchão e as carnes se chocando umas nas outras, transformavam a cena numa orquestra de sexo e prazer.
— Ela gosta, mexe teu dedo dentro do cu dela. — Ordenou de novo 18, que fazia o mesmo com o seu. — Enfia bem esses dedos grossos que você tem, love.
— Tô… me… cansando de ser teu brinquedo. — Reclamou Milk, que, no entanto, se molhava toda de tesão ao se sentir cheia nos dois buracos. — Quando é que você vai gozar? Não… aguento… mais… — Disse com os olhos lacrimejando. Acredite ou não, depois de tantos dias de seca, ela se sentia satisfeita, arrebentada de prazer, e não via a hora de tirar aquele corpo invasivo da sua buceta.
Krilin não estava pronto. Depois de vinte minutos de bombada intensa, no mínimo, virou ela de costas e abriu suas pernas pra se jogar com todo o peso contra a vagina, com a força e velocidade características de um guerreiro, fazendo a própria cama tremer. Possuído por uma força bruta e sem consideração, as unhas de Milk se cravaram nas suas costas musculosas enquanto, num grito metade de prazer metade de dor, ela despejou toda a carga de porra bem no fundo da vagina, enchendo ela até não poder mais com a semente proibida do amigo do marido.
Antes que ela pedisse, o homem pegou o celular e mostrou a vagina toda arrebentada de Milk. O pau brilhoso e vermelho aos poucos a abandonava como uma locomotiva saindo de um túnel, e ao sair, a vagina se abriu como uma garrafa derramando uma quantidade obscena de sêmen.
— Você gozou dentro de mim, é um animal. — Sussurrou ofegante, Milk, que por um momento achou que tinha o controle da situação e acabou submissa como uma puta. Prostituta inexperiente.- Você me deixou todo dentro e toda suja, seu sem-vergonha, e eu que achei que você era um cavalheiro…- Ela observou, vendo a bagunça.
- Cavalheiro de dia, selvagem de noite.- Disse 18 pelo celular, que pela imagem que mostrava, também tinha se divertido pra caralho.- Embora já tenha amanhecido há algumas horas…
- E aí, love? O que você achou?- Ele perguntou deitado ao lado de Milk.- Não pode reclamar, te demos um show completo.
18, do outro lado, sorria, e não era fácil fazê-la sorrir.
- Você é tudo que há de bom no mundo, não sou fácil de agradar e mesmo assim conseguiu, love, vem cá…
E num gesto brega, os dois beijaram a tela ao mesmo tempo.
- Eu sou invisível ou o quê? Também me esforcei pra dar um bom show fazendo coisas que nunca fiz antes. Devia me elogiar.- Ela disse sem perder nenhum pingo de vergonha, apesar de estar pelada na frente do amigo e da 18.- Não acredito em tudo que fiz, se não fosse porque foi a melhor noite da minha vida, o arrependimento ia me matar.
Milk tentou fazer um resumo de todas as experiências novas que tinha vivido naquela noite, mas a mente dela rodava que nem um redemoinho. Desde que aquele jovem tinha dado o fora nela no bar “Sopro do Dragão”, até agora, que ela se perguntava onde tinha deixado a pílula do dia seguinte, tinham se passado menos de oito horas e parecia um dia inteiro. Tinham sido as horas mais intensas da vida dela, desde se deixar assediar por três desconhecidos de moral duvidosa, até aumentar ainda mais os chifres do Goku com o melhor amigo dele. Ela se sentia uma estranha pra si mesma.
- Eu tava certa, sabia que você tinha potencial escondido pra isso, amiga.- Parabenizou 18, radiante.- Vai ver que com o tempo vai ficar mais fácil e você vai fazer um monte de coisas loucas, vai deixar esse mau humor pra trás e vai entrar pro clube das putas. Não é excitante?
- Como assim?- Perguntou meio incrédula.- Cê acha que devia repetir?
- Tá brincando? Isso foi foda pra caralho, não tenho problema em Fazer isso muitas vezes. Ela tem muito pano pra manga.
- Interveio oportunista o homem, que incentivava essas perversões.
- Sempre que fazemos coisas novas, repetimos até encontrar outra coisa, nos movemos de experiência em experiência como nômades de lugar pra lugar. - Explicou relaxada a 18.
- No começo, fazíamos em lugares diferentes da casa, como o terraço, a cozinha, a cama da Maron…
- Depois, em lugares públicos, como a praça, o zoológico, o cinema, assim que deixou de nos impactar, passamos a…
- Muito bem, então não se fala mais nisso. - Finalizou Milk. - Vai ser feito de novo. - Aceitou envalentada, no entanto, quando quis se levantar pra pegar o roupão, teve que sentar de repente com uma careta de dor.Ui, ui, uuuui…- Ela reclamou.
- Aconteceu alguma coisa? Você tropeçou? – Krilin se preocupou.
- Acontece que eu não sou uma androide como sua mulher…
- Vamos te dar uma semana de descanso, amiga. Ou você vai acabar numa cadeira de rodas. – 18 entendeu tudo, encerrando a transmissão e, com isso, a aventura.
Valeu por ler! Se curtiu, não esquece de comentar e dar nota! 😉
Também aceito ideias e sugestões. Tô trabalhando em fanfics com 18, a continuação de Filhos Pervertidos 2 e uma com Broly e Cherai:o
Fanfics de Dragon Ball anteriores
A Tradição Saiyajin 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3357411/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin.htmlA Tradição Saiyajin 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3361531/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin-Parte-2.htmlFilhos Pervertidos 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3365942/Fanfiction-Dragon-Ball-Hijos-pervertidos.htmlFilhos Perversos 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3370590/FanFiction-Dragon-Ball-Hijos-Pervertidos-Parte-2.htmlLeite Fervido 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3409972/FanFiction-de-Dragon-Ball-Milk-Hervida.html
A 2ª parte de Leite Fervido e talvez não a última. Depois de serresgatadaDos soldados da Red Ribbon derrotados pelo Kuririn e levados pra casa dele, os dois topam dar uma trepadinha mesmo sendo casados. A diferença é que, enquanto o Goku não sabe de nada e ganha uns chifres maiores que os do King Cold, a 18 tem um plano bem definido e a traição faz parte de um esquema maior.Protagonistas: Milk e 18













Mesmo já estando na casa da Milk, depois de conversar com ela como um amigo normal e tomar aquele café reconfortante dela, a esposa do melhor amigo dele estava tomando banho a poucos metros e Krilin não achava tão fácil assim pegar ela como imaginava.A tensão do momento aumentava, ele quase conseguia ver as pedrinhas flutuando e o ar carregado de ki como nas grandes batalhas dele. Milk ia sair do banheiro a qualquer momento e ele precisava se decidir se ia ou não meter o louco. O remorso e a culpa tomavam conta dele, mesmo que a esposa dele não ligasse de ele transar com a amiga dela.
E falando na esposa dele, ela estava fazendo uma chamada de vídeo...
- Oi, amor, o que foi? - Perguntou o careca tira, vendo a mulher gostosa dele na chamada de vídeo. 18 estava na cama, vestindo lingerie e meias de renda com ligas, uma das roupas eróticas favoritas do cara.


- Toma café? - Perguntou seca. - Foi um plantão longo, não tenho energia infinita como você, deixa eu descansar. - Se defendeu.
- E então? Não me diga que já comeram, a gente tinha um trato. Você metia nela e eu olhava. - Confrontou direta, como sempre.
- Ainda não. Não é tão simples, é a esposa do meu amigo, não conseguiria olhar nos olhos dele depois disso.
- Ela levou a palma da mão à testa, fazendoplaf— Te deixei comer minha amiga e você recusou a proposta. Achei que seria fácil pra você depois de todas as loucuras que a gente fez. — Disse ela, desiludida, se cobrindo com o cobertor. — Se não vou ver nada interessante, então vou dormir, e bem puta da vida, por sinal.
— Ela ainda não saiu do banheiro, me liga daqui a 15 minutos, me dá um tempo, love. Não dá pra tirar o pau pra fora e esperar que aconteça.
— Não? — Perguntou 18 retoricamente, talvez não desse só pra mostrar o membro pra Milk e fechar o negócio, talvez também fosse o caminho mais fácil.
— Vou fazer de tudo pra que aconteça.
— Tá bom, mas se liga ou eu vou esfriar. Tchau. — E desligou dando um beijo na tela.
— Sempre tão severa, até pra essas coisas é afiada.
Eram quatro da manhã daquele dia tão estranho quando Milk saiu do chuveiro vestindo um roupão, limpa de qualquer evidência do rala e rola que teve com os sujos bandidos da Red Ribbon.
— Tava com medo de que você tivesse ido embora, Kuririn. Deve querer descansar depois de tanto trabalho. — Disse ela, meio corada, talvez pela temperatura da água, ou talvez porque também não se decidia a ser infiel pro Goku.
— Tô com esse dia e o próximo de folga, ainda dá tempo de dormir, sabe como é, os turnos na força são assim.
— Entendo, então talvez queira descansar, ou se divertir. — Falou ela, meio sugestiva, sem a decisão que a marcava. — Mais café? Ou uns biscoitinhos? — Mudou de assunto — Não te dei nada pra comer, que falta de educação.
— Tô morrendo de fome, talvez você pudesse me mostrar o que tem. — Aceitou ele, esperando que ela pegasse o duplo sentido.
— Tá bem, vamos ver o que tem…
Pra decepção do homem, Milk atravessou a cozinha e passou por onde Kuririn estava sentado até um armário, se esticando com aquele corpão cheio de curvas de matar pra alcançar onde tinha os potes de biscoito e massas. Kuririn admirou o corpo dela enquanto ela procurava comida; a cintura fina, o roupão colado no corpo molhado, a bunda perfeita…
— Não sei se sobrou alguma coisa, Acho que eu tinha uns bolinhos de chocolate em algum lugar.
— Adoraria comer um bolinho, especialmente esse…
Sem que a mulher percebesse, ele tinha se posicionado atrás dela e enfiou a mão na buceta dela, esfregando por cima do roupão de cima a baixo, enfiando o pano entre a racha, marcando a bunda dela.
— Ah, Krilin, a gente não devia, isso é errado, somos casados. — Disse ela se sacudindo pra frente enquanto o cara esfregava e ela se grudava nele, ele envolvendo ela com um braço por trás.
— Você vai me dizer que fazer isso com aqueles babacas era certo e comigo não? — Ele seduziu abraçando ela e esfregando o pacote dele contra a bunda dela, segurando ela como se fosse um tarado com as mãos nos peitos. — Você não ligou pro seu casamento quando decidiu dar pra aqueles canalhas… — Ela se contorcia pra trás e pra frente sem oferecer resistência, mas agindo como se não quisesse estar naquela situação.
— Eu não cheguei a fazer com eles, ah, tá bom — Ela gemeu enquanto um braço acariciava os peitos dela por fora — Mas larga a arma, pode ser perigoso se escapar um tiro.
— Minha arma tá na mesa. — Respondeu ele colocando o pau no meio das nádegas dela, pra ela sentir. — Mas tenho uma mais perigosa aqui. Tá sentindo?
A mulher viu que, de fato, o revólver estava em cima da mesa. Krilin pegou uma das mãos dela e levou até a virilha dele, pra ela apalpar a cobra que ele escondia entre as pernas.
— Tá molenga e desse tamanho, imagina ela dura e me diz que não quer que eu meta.
— Que porra, vem cá…
Milk se virou e, se abraçando no Krilin, beijou ele. Foi tão estranho quanto excitante ter que se inclinar pra alcançar os lábios do baixinho e acariciar a careca brilhante dele enquanto as línguas se encontravam e os lábios se chupavam. Naquela noite, a mulher estava uma completa desconhecida, fazendo vulgaridades com estranhos e traindo o marido com o melhor amigo dele.
— Nunca imaginei que beijaria esses lábios… — Confessou a Mulher com a boca molhada de saliva alheia.
- Eu, pelo contrário, sempre imaginei isso…
Krilin abriu o roupão dela e se afundou nos peitos de Milk, se esfregando contra os seios fofos e túrgidos dela, passando a língua no meio até chegar nos mamilos, que ele lambeu até endurecerem e passou a chupar.
- Você sempre gostou, né? É igual ao Roshi, um tarado.
- Já dediquei inúmeras punhetas pra eles. - Confessou - Não acredito que finalmente posso chupá-los.
Foi naquele segundo que a mulher largou o papel de santinha e mostrou sua verdadeira sede de sexo, tirando o cinto dele enquanto se deliciava com os peitos. Desabotoou a camisa dele e, passando a mão pela barriga musculosa, desceu até apalpar a piroca, que mesmo mole, tinha um tamanho considerável.
- Tem problema? Me surpreende que com essa chupada que você tá me dando, ela esteja tão dormindo. - Disse ansiosa, decidida a ser penetrada custasse o que custasse.
- Me dá tempo, preciso de alguns minutos pra encher ela. - Explicou, voltando a mamar um peito dela, como se estivesse se alimentando.
Milk ajudou procurando a cabeça dele e acariciando, pra depois passar a masturbá-lo, sentindo que aos poucos, ele endurecia e emergia da calça pulsando com força própria.
Ter o homem chupando seus mamilos lembrou ela das primeiras vezes com Goku. Os peitos dela eram a parte favorita do marido e a única zona que ele saboreava direito, quase como se fosse um bebê. Quase na hora, tentou afastar esses pensamentos ou a dúvida ia tomar conta.
- Bom, já chupou o suficiente, vai secar meus peitos, agora é minha vez. - Disse com os peitos todos babados.
A mulher se ajoelhou e terminou de abaixar a calça e a cueca dele. Diante do tão falado membro, tão bem descrito pela 18 e tão comentado, se sentiu um pouco decepcionada, embora tenha levado ele rápido à boca, pra que a decepção não aparecesse no rosto. Não achou ele tão grande e ainda estava mole. Ela se sentiu reconfortada ao sentir a enorme cabecinha entre sua língua, tão pesada que parecia que o pau não conseguia ficar em pé, seco no começo, mas logo ficou molhado pela boca dela até ficar escorregadio e quente. Ela adorou o gosto, o cheiro, a textura — depois de ter na boca as armas bacteriológicas dos bandidos, aquele pau, grande ou não, era uma delícia, e ela deixou isso claro com um movimento lento e constante de cabeça, sem usar as mãos, que foi fazendo o membro crescer como se alguém estivesse enchendo ele com uma bomba.
Conforme ela balançava a cabeça mais rápido, sentia ele crescer cada vez mais dentro da garganta dela. No começo, ela chegava fácil na barriga do cara, mas depois de alguns minutos, mal conseguia alcançar a metade do falo sem engasgar, e pra piorar, a cabecinha inchada ocupava uma parte cada vez maior da boca dela. Pelos lados, ela sentia as veias da rola pulsarem. Além de grande, grossa e cabeçuda, era venosa — não é à toa que uma mulher como a 18 tava bobona com o Krilin.
— Achou que não ia crescer, hein? Do jeito que você chupa bem, acordou ele rápido. — Ele disse, sem tirar os olhos dela chupando nem por um segundo. — Porra, nunca pensei que ia ver esse espetáculo, a própria Milk mamando meu pau.
Milk, meio arrependida por ter encarado aquela bazuca de carne com a boca, calculou que ele media pelo menos 19 centímetros meio murcho, e depois da mamada intensa, tava perto dos 25. A saliva, sem espaço na boca, escapava pelos cantos em fios finos até os peitos dela. Logo a boca dela só dava conta da cabeça e de um quarto do rabo, que descansava como uma baleia encalhada na boca dela.
— Quanto que você tem? É enorme, a 18 tava certa, você tem um mata-fogo de carne. — Ela disse, espirrando saliva nos peitos ao tirar ele da boca. Era tão grande e pesado que mal ficava de pé, e sem dúvida, ela não conseguia mais engolir. Milk apoiou ele no rosto dela e quase ia do queixo até o cabelo.
— 31, segundo as últimas medidas, mas acho que a 18 exagera.
— É Uma mutação ou algo assim?
- Acho que é um efeito colateral do meu nanismo, embora eu não seja totalmente anão, tenho membros normais, mas a cabeça grande demais e…
O telefone tocou, interrompendo a situação didática, fazendo-a se assustar. Já tinham passado 15 minutos?
- É a 18, não se preocupa, preciso atender. – interrompeu Kuririn, como se não desse importância.
- 18!? O quê, não me preocupar!? Você disse que não teríamos problemas! Não quero perder uma amiga por…
- Oi, amor, espero que esteja na posição. – Ele se apressou em atender. Para surpresa de Milk, era uma videochamada.
- Perfeito, esse é meu homem, nunca duvidei de você. – Elogiou do outro lado a 18 – Já explicou pra ela? Posso ver no que vocês tão mexendo? Vejo que ele desabotoou sua camisa – Perguntou a loira, preparada pra se masturbar na cama dela.
- Ver? – Perguntou incrédula a mulher do Goku – Era disso que se tratava? Quer ver seu marido transando com outra mulher? – Se indignou, arrancando o telefone dele – Tá me usando pra satisfazer seus desejos? Porque me viu precisando de sexo, achou que podia virar sua atriz pornô particular?
Milk se levantou perturbada, se cobrindo com o roupão. Kuririn temeu que ela pudesse ter posto um ponto final no que prometia ser uma noite fantástica.
- Exato. – Respondeu a 18, super tranquila – Quero ver ele transar com outra, e se for alguém de confiança como você e que merece o pênis mastodôntico do meu marido, melhor ainda. Algum problema? Se intimidou com as medidas, ou será que prefere esperar seu marido aparecer e te dar uma murra como deve ser?
Um silêncio pesado se fez, e o pau do Kuririn perigava voltar a dormir.
- Quer um show, vai ter um show, sua puta. Aperta o cinto, vou lixar cinco centímetros do tronco do seu marido – Desafiou Milk.
Kuririn sorriu, e o Kuririn Jr. se levantou.
…
O homem pensou que, por um momento, tudo estava perdido, não conseguia acreditar como a 18 tinha lidado tão bem com a situação quando ele estava derrotado. Milk tinha coberto o telefone com a camisa do homem e o escondeu no quarto, como uma cortina de teatro, num lugar estratégico pra ele ver a ação da mesa de cabeceira. Agora estavam na cama, o homem tinha Milk em cima dele e ela deixou a roupa cair pra mostrar o corpo nu.
- Tá dando pra ver tudo daí? - Perguntou pra 18, se inclinando sobre o homem, que era coberto inteiro pelo corpo dela (e a cara dele escondida pelas tetas dela)
- Tá dando pra ver bem, agora beija ele, que eu começo com a minha parte.
Do outro lado da tela, 18 viu Milk balançar as tetas na cara do marido dela e depois descer pra beijar ele com paixão, como se fosse o próprio marido dela.
- Isso aí, quero ver essas línguas juntas, quero ver vocês se comendo de boca. - Disse 18 se esfregando a buceta com dois dedos, satisfeita que nenhum dos dois tinha vergonha e se beijavam feito dois adolescentes. A boca enorme do Krilin envolvia completamente a de Milk e as línguas expostas se enroscavam uma na outra como duas lesmas brigando, derramando fios de saliva pra todo lado.
- A noite tá passando e não pode ser só beijo. - Gemeu Milk. - Quero essa boca enorme em ação em outra parte do meu corpo. - Se levantando, ela se virou em cima do homem com a buceta apontada pro rosto dele, como se sentasse nele por baixo. Era a posição chamada 68, tipo o 69, mas com ela olhando pra cima de joelhos arqueados, braços esticados formando um arco entre as costas dela e a barriga do homem.
- Cê gosta da minha bucetinha, safado? Cê topa meter essa língua forte e grande no meu buraquinho? - Ela convidou, abrindo com dois dedos. Krilin, que tava curtindo em silêncio, nem lerdo nem preguiçoso, passou a língua de norte a sul e enfiou na vagina suculenta dela, lambendo o buraco carnudo com devoção. Como uma fruta sendo espremida, quando ele enfiou a língua, o suquinho escorreu pros dois lados. Ela tava tão tarada que tinha um tampão de fluidos quentes e Krilin saboreou com gosto.
- Você veio molhada igual uma menininha virgem. - Observou Krilin, que também notou que ela era bem apertada.
- Merda, não consigo ver nada, quero ver você chupando ela… - Exigiu a 18 do outro lado.
- Como você enche o saco, sua desgraçada, não vai deixar a gente transar em paz. - Reclamou Milk, que mesmo assim se esticou, pegou o celular e apontou pro marido passando a língua em cada cantinho da borboletinha rosada.
A 18 se esfregou mais rápido. A calcinha grudava na buceta dela e, de tanta excitação, até dava pra ver os fluidos marcando o tecido.
- Senta em cima dele, afoga ele com a sua vulva. - Exigiu a androide de novo, feito uma diretora de filme pornô bem invasiva.
Obediente, Milk se inclinou mais e cobriu a boca dele por completo, gemendo de prazer ao vê-lo meio escondido pelos pelinhos pubianos dela e sentir a língua e os lábios dele colados no sexo dela. Claro, a mulher extasiada se balançou e passou a brocha de carne no rosto inteiro dele, encharcando ele com os fluidos dela e gozando pela primeira vez naquela cara sem nariz.
- Lembra que se você tampar minha boca, eu não consigo respirar. - Disse Krilin, ofegante e com o rosto todo besuntado. Do outro lado, a 18 já tinha começado a gemer. Milk não ligou e sentou de novo pra conectar ele na buceta dela, igual quem coloca um respirador num doente terminal.
- Tá gostando do que vê, sua gostosa? - Perguntou ela, fazendo uma cara de prazer descontrolado pra amiga.
- Quero ver de perto, com todos os detalhes, quero ver como você come essa buceta peluda…
- Não é peluda, é aparada. - Ela corrigiu. - Só tem o bigodinho em cima…
- Tanto faz, vai, deixa eu ver a ação direito. - Impacientou-se, com os dedos no pote de biscoito.
- Eu cuido disso, deixa eu filmar. - Propôs Krilin, saindo de entre os lábios dela, pegando o telefone e dando a volta com os braços, se filmou enquanto continuava o cunnilingus, a língua brincalhona batendo no clitóris e acariciando o orifício urinário como se quisesse enfiar ali também.
- Chupa a bunda dela, vamos, quero ver você comer a bunda dela igual você come a minha. – Exigiu, cheia de vontade.
- Será um prazer. – Kuririn desceu um pouco, Milk levantou o quadril, e ficou cara a cara com o asterisco, por onde passou a língua sem pudor em cada dobra do cuzinho.
A sensação molhada e quente da língua nos lugares mais rosados do cuzinho dela fez ela revirar os olhos. Sentia o cu relaxar e o aríete de carne enfiar cada vez mais, desatando o asterisco acinzentado.
- Ahhh, isso, isso, chupa bem a bunda dela, come tudo, não quero ver essa língua desgrudar do rabo dela… – Gemeu 18, abaixando a calcinha pra esfregar o clitóris com as pontas dos dedos, incapaz de segurar a excitação pelo que via.Nunca tinham feito isso comigo e, em um único dia, chupam minha rola duas vezes, e o pior é que eu adoro.- Milk pensou que, imitando a amiga, devia dar umas palmadas na própria buceta.
- Vira e deixa cair, quero ver a cabeça dele entre suas nádegas. – Pediu de novo a androide, já excitada, como se estivesse num estado de febre e euforia sexual.
- Você é cruel com seu marido, não tem a menor consideração por ele. – Respondeu Milk com falsa preocupação, enquanto se virava de joelhos sobre ele e abria as nádegas pra deixar o cu esticado e molhado cair na boca de Krilin.
- Eu conheço meu marido e é isso que ele gosta, às vezes tenho que ficar violenta pra ele largar meu rabo. – Admitiu 18.
- Você não precisa contar tudo que a gente faz. – Reclamou Krilin antes de Milk cair e a cara dele ficar enterrada entre as duas nádegas enormes dela. No meio, a língua do homem, forte como era, dançava louca como se quisesse enfiar pra dentro do corpo dela. 18 viu tudo de perto porque o marido segurava o celular. De vez em quando, Milk deixava ele respirar levantando a bunda, pra depois afundar de novo na cara dele. Sem dúvida, o cara adorava aquilo, parecia tentar ir mais longe com a língua do que da última vez, deixando ela surpresa com o quanto uma língua masculina podia ser habilidosa.Pensar que o meu Goku chupou minha buceta e reclamou dos pelos, idiota. Esse aqui sabe como chupar de verdade.Sem perceber, ela tinha na frente dela a cobra de um olho erguida em toda sua glória, e como se tivesse sido hipnotizada, se inclinou pra chupar ela num clássico 69.
- Quero ver como você chupa ele, me leva pra frente.
Krilin passou o celular pra Milk (e continuou com o anilingus), e colocou ele na frente dela. As mulheres se olharam fixamente, uma, com um quarto de morcilha na boca, a outra, enfiando dois dedos numa buceta lisinha e depilada que parecia de porcelana. Que sortuda a 18 era de ter um brinquedo desses em casa, naquele dia Milk ia aproveitar ao máximo, ia dar um polimento naquela morcilha ou ia se arrepender muito na hora de devolver.
18, por outro lado, tava adorando a visão do pau do amado nos lábios de outra. Ela tava atingindo uma temperatura que só conseguia tentando coisas novas. Já não a excitavam mais as relações convencionais, não ficava igual no anal, ou tentando em lugares públicos e nem as fantasias, o roleplay, ou os brinquedos surtiam o mesmo efeito, agora aquele era o brinquedo novo, e parecia tão bom que ela achava que tinha encontrado uma fonte de prazer eterna.
Dois dedos de 18 se enfiavam na bucetinha rosada dela enquanto outros dois, no rabo, bem na vista da amiga, que não perdia nenhum detalhe da masturbação que ela fazia.
- Será que sou a única que envelhece aqui? - Se indignou ao saber que tanto a Bulma quanto a 18 tinham bucetas dignas de boneca inflável, delicadas e virginais apesar da pica que levavam.
- Engole tudo, o máximo que conseguir, quero ver você tentando... - Exigiu num sussurro.
- Não sou de plástico, não vou conseguir chegar tão...
Sem aviso, Krilin assumiu o papel dominante, e segurando a nuca da Milk, mexeu a cintura pra comer a boca dela. Milk tentou aguentar, mas era grande demais, nem metade do pau entrava e ela cuspia baba pra todo lado como se estivesse sendo espremida, até algumas gotas chegaram no celular.Aggk, agggk, guaak, ghaaa, ghaaak, aaag…- E outros sons guturais saíram da boca dela, cheia de pinto e saliva. Tentou se afastar, mas Krilin a segurou com força, puxando a cabeça dela pra baixo, ele tava literalmente fodendo a boca dela, agora era a vez dele de ser o dominante e a mulher tava sofrendo.
- Enfia tudo nela, deixa ela sentir, quero ver ela engolir tudo…
Krilin arqueou o quadril o máximo que pôde, enfiando três quartos na boca da Milk, e segurou ali, empalando a mulher até o fundo da garganta, e depois de alguns segundos, tirou devagar, deixando cair litros de saliva.
- Isso… foi… intenso demais… seus filhos da puta… – Ela disse rouca, com a garganta arrebentada por aquele aríete. Tinha engolido mais carne naqueles minutos do que na vida inteira.
- Isso foi um puta espetáculo. Você enfiou três quartos… – Disse 18, ofegante, sem dúvida por ter gozado, chupando os dedos (todos os que tinham estado dentro dela). – Agora você ganhou o direito de montar ele, vamos, para de chupar cu e fode ela de uma vez.
Agora Milk tava embaixo, de pernas abertas, e Krilin de pé, fora da cama segurando o celular, pronto pra enfiar. Antes, deixou o pau cair sobre a buceta pra comparar os tamanhos.
- Se entrasse tudo, ia chegar passando do seu umbigo. – Disse, orgulhoso da terceira perna dele.
- Acho que isso é uma má ideia. – Falou ao sentir o peso do pinto contra ela, era pesado mesmo, não faltava qualidade naquela máquina de prazer. – Vai devagar ou vou ter que usar cadeira de rodas.
- Calma, vou, vou com calma. – Avisou, piedoso.
Sob o olhar da mulher dele, que tava quieta (finalmente), ele esfregou a cabeça enorme do pau contra a vulva molhada e os pelinhos pubianos, encharcando tudo de lubrificante natural. Devagar, foi encaixando a cabeça na buceta e começou a pressionar.
- Porra, você tá apertada, não parece que já foi mãe. – Disse Krilin, empurrando mais forte.Ahh… ahhhh… está entrando…ahhhIsso é uma má ideia. — Milk começou a gemer, meio desesperada pra transar e ao mesmo tempo preocupada com a saúde dela. Ficar tantos dias sem nenhuma ação parecia que tinha contraído a buceta, e agora, de repente, uma cabaça vermelha e enorme feito uma maçã abria caminho, escorrendo fluidos pros lados que nem uma fruta sendo espremida.
Krilin, que segurava o celular com uma mão pra esposa se masturbar feliz e a outra numa perna da Milk, ouviu os gemidos das duas quase ao mesmo tempo, sincronizados, tão tesudo quanto elas, acelerou pra começar o sexo tão esperado. Simplesmente não acreditava. Tá comendo a mulher do amigo dava um tesão do caralho que deixava ele a mil, e ao mesmo tempo, tava grato que foi ideia da esposa dele e que ela também tava tirando uma casquinha de prazer daquilo tudo.
As posições mudaram, mas a intensidade não. No meio do caminho, Krilin meteu nela com uma perna pendurada no ombro, depois com Milk de lado e, claro, de quatro, com a mulher exposta em toda a glória e o buraco do cu olhando pra ele tentador. O celular tinha ficado de lado, agora a 18 tinha que se contentar em ver o plano geral do marido metendo a toda velocidade, batendo as pernas nos cantos da amiga e as bolas balançando que nem um saco de boxe.Ahhh, ahhhvai… muito rápido, filho da puta…ahhh, mmmm— Disse entre gemidos, com dificuldade, a mulher, que se sentia aberta pelo aríete do homem. Ele não respondeu, e teve a audácia de molhar um dedo e enfiá-lo no cu dela de repente.
— Te falei pra ir devagar, não pra meter algo lá!
— Te ouço reclamar, mas não te vejo resistindo.
O escândalo era insuportável: duas mulheres gemendo, uma quase no grito, o rangido do colchão e as carnes se chocando umas nas outras, transformavam a cena numa orquestra de sexo e prazer.
— Ela gosta, mexe teu dedo dentro do cu dela. — Ordenou de novo 18, que fazia o mesmo com o seu. — Enfia bem esses dedos grossos que você tem, love.
— Tô… me… cansando de ser teu brinquedo. — Reclamou Milk, que, no entanto, se molhava toda de tesão ao se sentir cheia nos dois buracos. — Quando é que você vai gozar? Não… aguento… mais… — Disse com os olhos lacrimejando. Acredite ou não, depois de tantos dias de seca, ela se sentia satisfeita, arrebentada de prazer, e não via a hora de tirar aquele corpo invasivo da sua buceta.
Krilin não estava pronto. Depois de vinte minutos de bombada intensa, no mínimo, virou ela de costas e abriu suas pernas pra se jogar com todo o peso contra a vagina, com a força e velocidade características de um guerreiro, fazendo a própria cama tremer. Possuído por uma força bruta e sem consideração, as unhas de Milk se cravaram nas suas costas musculosas enquanto, num grito metade de prazer metade de dor, ela despejou toda a carga de porra bem no fundo da vagina, enchendo ela até não poder mais com a semente proibida do amigo do marido.
Antes que ela pedisse, o homem pegou o celular e mostrou a vagina toda arrebentada de Milk. O pau brilhoso e vermelho aos poucos a abandonava como uma locomotiva saindo de um túnel, e ao sair, a vagina se abriu como uma garrafa derramando uma quantidade obscena de sêmen.
— Você gozou dentro de mim, é um animal. — Sussurrou ofegante, Milk, que por um momento achou que tinha o controle da situação e acabou submissa como uma puta. Prostituta inexperiente.- Você me deixou todo dentro e toda suja, seu sem-vergonha, e eu que achei que você era um cavalheiro…- Ela observou, vendo a bagunça.
- Cavalheiro de dia, selvagem de noite.- Disse 18 pelo celular, que pela imagem que mostrava, também tinha se divertido pra caralho.- Embora já tenha amanhecido há algumas horas…
- E aí, love? O que você achou?- Ele perguntou deitado ao lado de Milk.- Não pode reclamar, te demos um show completo.
18, do outro lado, sorria, e não era fácil fazê-la sorrir.
- Você é tudo que há de bom no mundo, não sou fácil de agradar e mesmo assim conseguiu, love, vem cá…
E num gesto brega, os dois beijaram a tela ao mesmo tempo.
- Eu sou invisível ou o quê? Também me esforcei pra dar um bom show fazendo coisas que nunca fiz antes. Devia me elogiar.- Ela disse sem perder nenhum pingo de vergonha, apesar de estar pelada na frente do amigo e da 18.- Não acredito em tudo que fiz, se não fosse porque foi a melhor noite da minha vida, o arrependimento ia me matar.
Milk tentou fazer um resumo de todas as experiências novas que tinha vivido naquela noite, mas a mente dela rodava que nem um redemoinho. Desde que aquele jovem tinha dado o fora nela no bar “Sopro do Dragão”, até agora, que ela se perguntava onde tinha deixado a pílula do dia seguinte, tinham se passado menos de oito horas e parecia um dia inteiro. Tinham sido as horas mais intensas da vida dela, desde se deixar assediar por três desconhecidos de moral duvidosa, até aumentar ainda mais os chifres do Goku com o melhor amigo dele. Ela se sentia uma estranha pra si mesma.
- Eu tava certa, sabia que você tinha potencial escondido pra isso, amiga.- Parabenizou 18, radiante.- Vai ver que com o tempo vai ficar mais fácil e você vai fazer um monte de coisas loucas, vai deixar esse mau humor pra trás e vai entrar pro clube das putas. Não é excitante?
- Como assim?- Perguntou meio incrédula.- Cê acha que devia repetir?
- Tá brincando? Isso foi foda pra caralho, não tenho problema em Fazer isso muitas vezes. Ela tem muito pano pra manga.
- Interveio oportunista o homem, que incentivava essas perversões.
- Sempre que fazemos coisas novas, repetimos até encontrar outra coisa, nos movemos de experiência em experiência como nômades de lugar pra lugar. - Explicou relaxada a 18.
- No começo, fazíamos em lugares diferentes da casa, como o terraço, a cozinha, a cama da Maron…
- Depois, em lugares públicos, como a praça, o zoológico, o cinema, assim que deixou de nos impactar, passamos a…
- Muito bem, então não se fala mais nisso. - Finalizou Milk. - Vai ser feito de novo. - Aceitou envalentada, no entanto, quando quis se levantar pra pegar o roupão, teve que sentar de repente com uma careta de dor.Ui, ui, uuuui…- Ela reclamou.
- Aconteceu alguma coisa? Você tropeçou? – Krilin se preocupou.
- Acontece que eu não sou uma androide como sua mulher…
- Vamos te dar uma semana de descanso, amiga. Ou você vai acabar numa cadeira de rodas. – 18 entendeu tudo, encerrando a transmissão e, com isso, a aventura.
Valeu por ler! Se curtiu, não esquece de comentar e dar nota! 😉 Também aceito ideias e sugestões. Tô trabalhando em fanfics com 18, a continuação de Filhos Pervertidos 2 e uma com Broly e Cherai:o
Fanfics de Dragon Ball anteriores
A Tradição Saiyajin 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3357411/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin.htmlA Tradição Saiyajin 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3361531/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin-Parte-2.htmlFilhos Pervertidos 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3365942/Fanfiction-Dragon-Ball-Hijos-pervertidos.htmlFilhos Perversos 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3370590/FanFiction-Dragon-Ball-Hijos-Pervertidos-Parte-2.htmlLeite Fervido 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3409972/FanFiction-de-Dragon-Ball-Milk-Hervida.html
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