Ontem à noite, organizei uma festa na casa de um amigo. A gente ia ser cinco, mas furaram. Como sempre, gente que engana e mente. Mas fomos só três. Obviamente, quem escreve o relato e dois cavalheiros de verdade. Ambos, e com quem já tinha ficado algumas vezes individualmente. Cheguei e me arrumei. Daí a pouco chegou o último convidado. Saí do banheiro de corset, meia bucaneira, sandália e uma calcinha de renda. Com os elogios dos dois, logo um começou a me apalpar, e o segundo não demorou nada pra ficar de cada lado meu. Carícias... Beijos. Comecei a chupar um e depois o outro, alternando, e também os dois paus na minha boca, um daqueles prazeres raros que é mamar dois ao mesmo tempo. Aí o dono da casa nos convidou pra ir pra cama, onde continuaram os roços... mamadas e beijos. Eu de quatro chupando o pau de um, e o outro, já no pé da cama, começou a arrombar a buceta. Entrou rápido. Saí pra pegar gel no banheiro pra lubrificar bem a buceta e começar a festa de verdade. Começou a bombar como ele faz, com firmeza e ritmo, batendo com o quadril na minha bunda. Meus gemidos eram bem altos e constantes. Eu chupava o pau de um enquanto dava pro outro. Depois veio a troca entre eles, e eu seguindo o mesmo esquema. Já tava super tesuda. Assim continuou de bruços na cama, depois perninhas no ombro. De novo de quatro, sempre um e depois o outro. Veio uma pausa, e um tempo depois, os três juntos. Eu no meio dos dois, masturbando os dois ao mesmo tempo. Masturbação, mamada, e um começou a me punhetar. Tava dura e firme, e em instantes, depois de tanta estimulação anal, comecei a gozar e meu leite jorrou. Agora era a vez deles. Então me ajoelhei e, olhando pra eles, punhetava os dois esperando o sêmen. Um começou a gozar e logo o outro. A verdade é que me trataram como uma rainha, meus dois Nestor. É assim que os dois se chamam. Primeiro deixaram a dama chegar lá, e depois eles. Vai se repetir de novo. Os três. Ausentes não sabem o que perderam.
5 comentários - Fiesta que fue trio