Liguei pro suporte técnico, onde me responderam que não tinha nenhum problema na área, então teriam que mandar um técnico em casa pra ver qual era o problema. Combinamos que na quarta-feira às 19h eles passariam na minha casa.
Foi assim que naquele dia pedi pra sair do trabalho mais cedo e fiquei em casa esperando por ele. Tava sozinho porque a Marcela tinha ido pra academia e só voltava às 21h.
Batem na porta na hora certa e, quando abro, me deparo com dois caras de uns 40 anos, morenos e bem fortões. Eles mostram as credenciais da empresa, mando eles entrarem e indico onde está o computador. Expliquei qual era o problema enquanto um deles mexia nos cabos e o outro ligava o PC. Ofereci algo pra beber, eles aceitaram, então deixei eles sozinhos um instante e fui pra cozinha. Quando voltei com os refrigerantes e me aproximava do quarto, ouvi umas risadas, mas não dei importância. Quando abri a porta e entrei, encontrei os dois sentados na frente do monitor, olhando uma foto de costas e de fio dental da Marcela. Ver aqueles dois negões babando na raba da Marcela me excitou pra caralho. Quando me viram, disfarçaram e fecharam a foto. Eu queria ir mais longe, ainda mais sabendo que a Marcela só chegaria às 21h, e que nessa hora os técnicos já teriam ido embora. Então decidi começar o jogo.
— Vocês gostaram dessa foto?, perguntei.
- Pra falar a verdade, ela tem uma bunda do caralho, um deles me respondeu.
— Essa tá pedindo pra ser comida todinha, disse o outro.
- É minha mulher, eu disse pra vocês.
Os dois se olharam e não sabiam onde se enfiar.
- Desculpa, senhor, a gente não sabia. Falaram quase em dupla.
- Sem problema, rapaziada, vocês não tinham como saber. Além disso, ela adora que olhem pra bunda dela e como não me incomoda, tá tudo certo. Abram a foto de novo e olhem ela à vontade.
Não podiam acreditar no que estavam ouvindo. Olharam pra mim, abriram a foto e aumentaram ela.
— Essa bunda não é uma delícia?, perguntei.
- É verdade sim, respondeu um, com a voz já dando pra ver que tava ficando com tesão.
— Sério que ela gosta de mostrar a bunda? — ela me perguntou.
- É isso aí, essa foto tá na internet e ela recebe um monte de e-mail por dia, eu respondi.
O outro olhava a foto e se tocava na virilha. Nessa altura, eu já tava com uma ereção que não dava pra disfarçar.
- E cadê a sua patroa agora?
- Na academia, vai voltar tarde.
- Que pena, queria conhecer essa bunda pessoalmente, ele me disse meio tímido, talvez esperando uma reação ruim minha.
Eu, certo de que a Marcela não ia aparecer, continuei com a brincadeira.
- Se estivesse aqui, mostraria com todo prazer, falei pra eles. Mais ainda, adoraria ver vocês admirando eles, continuei.
- Não tem mais fotos?
- Sim, claro, não temos elas escaneadas, mas já vou trazer pra você.
Fui até o quarto e voltei logo com um álbum cheio de fotos da Marcela se exibindo de fio dental e com a bunda de fora.
Quando começaram a ver elas, dava pra perceber que tavam explodindo de tesão, passavam uma por uma e riam nervoso enquanto se tocavam na virilha.
— Posso levar ela pros meus dois colegas que tão lá fora pra eles verem? — um deles me perguntou.
— Não, as fotos não saem daqui. Liga pra eles e manda virem ver aqui, respondi.
Na hora, ele pegou o rádio e pediu pros colegas virem pro apartamento.
No minuto bateram na porta. Fui recebê-los e guiei eles até onde os outros estavam.
Eu tava excitadíssimo. Ver os quatro olhando desesperadamente pras fotos da minha mina mostrando a raba me deixava a mil.
De repente, ouço a porta da rua e vejo a Marcela entrando. Ela tinha voltado mais cedo. Vou na hora encontrar ela pra evitar que entre no quarto onde estavam os técnicos. Ela, que deve ter visto a cara de desespero que eu tava, me perguntou surpresa o que tava rolando.
Levei ela pra cozinha e contei o que tinha feito, sugeri que ela desse um tempo até os técnicos irem embora.
Na hora percebi que a situação, em vez de incomodar ela, tinha deixado ela excitada, porque as duas primeiras perguntas que ela me fez foram quantos técnicos eram e o que tinham falado das fotos. Respondi que eram quatro e que dava pra ver que as fotos tinham deixado eles com muito tesão. Ela me deu um beijo, enfiou a mão na minha virilha e disse:
- Tô vendo que você também tá muito na pica.
— Você não tem vontade de que me vejam pessoalmente e me desejem? — continuou ela.
A verdade é que só de imaginar aqueles quatro caras admirando a minha mulher já me deixava de pau duro.
Ela tirou a jaqueta, ficando vestida só com uma regatinha branca bem justa e umas legging vermelha de ginástica, que mostrava a bunda redondinha e empinada dela.
- Vamos, me apresenta elas, ele falou.
Entramos no quarto e, quando viram que eu vinha com a minha mulher, não deram conta de esconder as fotos.
- Apresento pra vocês a minha esposa, falei.
- Muito prazer, disseram
- Oi, disse Marcela.
- Pelas fotos não se preocupem. Meu marido já me contou tudo e não me incomoda que vocês vejam, continuou.
— O marido dela já nos disse que ela gosta de se exibir, falou um.
- Pra ser sincero, ela tem uma bunda linda, disse outro.
- Muito obrigada, qual foi a foto que você mais gostou?, perguntou Marcela.
— Essa aqui — disse um, mostrando uma foto onde Marcela aparece parada encostada numa parede, vestida só com uma fio dental preta bem enfiada e empinando a raba pra fora.
- Essa aqui meu marido tirou de mim no nosso quarto.
— Mostre pra gente onde, pediu o grandão.
- Venham por aqui, disse Marcela, indo em direção ao nosso quarto.
Quando todo mundo entrou no quarto, a Marcela se posicionou no lugar da foto e na mesma pose.
Os quatro caras sentaram na cama, enquanto eu fiquei de pé num canto pra não atrapalhar a vista espetacular que a minha mina tava dando pra eles.
- Bota essa bunda mais pra fora igual tá na foto, quase que um deles mandou.
— Tá assim bom? — perguntou Marcela, que já tinha aberto um pouco as pernas e arqueado as costas, empinando bem a raba.
— Tá ótimo assim. Me empresta a câmera pra eu tirar umas fotos dela?
- Amor, deixa o senhor tirar foto da minha bucetinha?
Do tesão que eu tava, já não conseguia nem falar, então só concordei com a cabeça, enquanto tirava a câmera do armário e entregava pra um dos caras.
Se paro atrás da minha namorada e comecei a fotografar ela, enquanto os outros tiravam as bermudas e se deitavam na nossa cama, se masturbando na virilha.
A Marcela, esse negócio de um estranho ficar tirando fotos dela deixou ela louca de tesão. Dava pra ver na cara dela e no jeito que ela se contorcia.
- "Assim, vadia, mostra bem essa raba pra gente," um deles dizia.
- Mostra pra gente essa carinha de puta, dizia outro.
O cara continuava tirando fotos cada vez mais de perto. Isso deixava Marcela cada vez mais excitada, que num dado momento enfiou os dedos nas laterais da legging e puxou um pouco pra baixo, até mostrar o começo da rachadura da bunda.
- Olha como a puta da sua patroa quer mostrar a tanga pra gente, me disse o cara que tava com as fotos, cê não se incomoda não?
— Se ela quiser, tá de boa — respondi com o pouco fôlego que me restava.
- Vem cá, puta, abaixa essa calcinha que teu marido deixa.
Marcela ficou em pé, reta.

Encostou a bochecha direita na parede e puxou a legging pra baixo, deixando à mostra uma calcinha fio-dental branca minúscula que mal cobria um triângulo na parte de cima.
- Nossa, que rabão, exclamou um cara que tava na cama e começou a tirar a calça.
Os outros o seguiram, sem perder um detalhe.
O cara que tava com as fotos não parava de tirar. Ele mandava na Marcela como queria que ela se posicionasse e ela obedecia na hora. Colocou ela de lado, meio curvada, mandava ela botar um dedo na boca, um dedo na rachinha da bunda. Os outros três tavam com os paus enormes e duros, se masturbando.
- Agora, sua putinha, vai mostrar esse buraquinho gostoso que você tem, então tira toda a roupa que a gente quer ver, ordenou o cara das fotos, largando a câmera de lado e tirando a calça, também se deitou na cama.
Marcela tirou os tênis, a legging, o top e ficou só de fio dental e meia branca de ginástica.
Ela olhava pra eles com cara de puta, colocava a língua pra fora e passava nos lábios, brincando de puxar a fio dental até a metade e enfiar de volta no meio da bunda. Isso deixava os caras loucos, que já estavam quase todos pelados na cama.
De repente um não aguentou mais, se levantou e se apoiou nas costas da Marcela, e enquanto puxava ela pra perto segurando nos peitos, esfregava a pica toda na bunda dela.
- Cê gosta de pica grande, putinha? Quer tudo dentro, hein?
Marcela não respondia, só chegava a bunda naquele pedaço de pau e gemia.
Dá uma voltinha, puta, olha que pica gostosa que a gente tem pra você", falou um que tava deitado.
Na hora, o cara que tava segurando ela virou ela de costas e enfiou a língua na boca dela enquanto agarrava a bunda dela com as duas mãos, abrindo bem e dando uma visão do caralho pra quem tava na cama.
- Essa puta de pau come? Ele ordenou, e Marcela respondeu rapidamente enfiando um pedaço enorme de carne quase inteiro na boca, enquanto rebolava a bundinha pros outros.
Um deles se levantou e, puxando a tanga dela, enfiou a língua no cuzinho, ao que minha namorada respondeu com um gemido que logo virou a primeira gozada.
Enquanto os outros se punhetavam freneticamente, o que tava comendo a buceta dela se levantou e, encaixando a vara no cuzinho da minha mina, meteu até o fundo.
Não consigo explicar em palavras como a minha mina se contorcia com aquele pedaço de pau no cuzinho dela. Pedia mais e mais.
— Que aberta que tu tem essa buceta, puta, dá pra ver que engoliu várias picas, eu falava enquanto bombava sem parar.
O cara que tava alimentando ela pela boca agarrou ela pelos cabelos e virou a cabeça dela pra quem tava batendo punheta na cama e disse:
- Olha que pica linda te esperando, sobe na cama e come as duas, são todas suas, putinha.
Marcela quase deu um pulo e subiu na cama como desesperada, enfiando a pica de um dos caras na boca enquanto o outro metia dois dedos no cu dela, que já tava bem dilatado nessa altura.
Enquanto os que estavam de pé também subiram na cama e começaram a apalpar ela toda. Um ficava me olhando enquanto batia uma bronha daquelas e me dizia:
- Cê gosta do jeito que a gente fodeu a sua patroa? Olha como a putinha gosta.
Um por um foram metendo no cu dela. Marcela só fazia gemer e gozar.
- Agora você vai engolir a porra dos quatro, ordenou um deles.
Os caras se jogaram na cama e a Marcela enfiou a pica de um na boca enquanto os outros esperavam a vez.
Assim, um por um, ela engoliu o sêmen de todos até a última gota. Ficou exausta, deitada de bruços na cama, enquanto os caras se vestiam. Eu já tinha gozado várias vezes, então me joguei ao lado dela pra esperar os caras irem embora.
Foi assim que naquele dia pedi pra sair do trabalho mais cedo e fiquei em casa esperando por ele. Tava sozinho porque a Marcela tinha ido pra academia e só voltava às 21h.
Batem na porta na hora certa e, quando abro, me deparo com dois caras de uns 40 anos, morenos e bem fortões. Eles mostram as credenciais da empresa, mando eles entrarem e indico onde está o computador. Expliquei qual era o problema enquanto um deles mexia nos cabos e o outro ligava o PC. Ofereci algo pra beber, eles aceitaram, então deixei eles sozinhos um instante e fui pra cozinha. Quando voltei com os refrigerantes e me aproximava do quarto, ouvi umas risadas, mas não dei importância. Quando abri a porta e entrei, encontrei os dois sentados na frente do monitor, olhando uma foto de costas e de fio dental da Marcela. Ver aqueles dois negões babando na raba da Marcela me excitou pra caralho. Quando me viram, disfarçaram e fecharam a foto. Eu queria ir mais longe, ainda mais sabendo que a Marcela só chegaria às 21h, e que nessa hora os técnicos já teriam ido embora. Então decidi começar o jogo.
— Vocês gostaram dessa foto?, perguntei.
- Pra falar a verdade, ela tem uma bunda do caralho, um deles me respondeu.
— Essa tá pedindo pra ser comida todinha, disse o outro.
- É minha mulher, eu disse pra vocês.
Os dois se olharam e não sabiam onde se enfiar.
- Desculpa, senhor, a gente não sabia. Falaram quase em dupla.
- Sem problema, rapaziada, vocês não tinham como saber. Além disso, ela adora que olhem pra bunda dela e como não me incomoda, tá tudo certo. Abram a foto de novo e olhem ela à vontade.
Não podiam acreditar no que estavam ouvindo. Olharam pra mim, abriram a foto e aumentaram ela.
— Essa bunda não é uma delícia?, perguntei.
- É verdade sim, respondeu um, com a voz já dando pra ver que tava ficando com tesão.
— Sério que ela gosta de mostrar a bunda? — ela me perguntou.
- É isso aí, essa foto tá na internet e ela recebe um monte de e-mail por dia, eu respondi.
O outro olhava a foto e se tocava na virilha. Nessa altura, eu já tava com uma ereção que não dava pra disfarçar.
- E cadê a sua patroa agora?
- Na academia, vai voltar tarde.
- Que pena, queria conhecer essa bunda pessoalmente, ele me disse meio tímido, talvez esperando uma reação ruim minha.
Eu, certo de que a Marcela não ia aparecer, continuei com a brincadeira.
- Se estivesse aqui, mostraria com todo prazer, falei pra eles. Mais ainda, adoraria ver vocês admirando eles, continuei.
- Não tem mais fotos?
- Sim, claro, não temos elas escaneadas, mas já vou trazer pra você.
Fui até o quarto e voltei logo com um álbum cheio de fotos da Marcela se exibindo de fio dental e com a bunda de fora.
Quando começaram a ver elas, dava pra perceber que tavam explodindo de tesão, passavam uma por uma e riam nervoso enquanto se tocavam na virilha.
— Posso levar ela pros meus dois colegas que tão lá fora pra eles verem? — um deles me perguntou.
— Não, as fotos não saem daqui. Liga pra eles e manda virem ver aqui, respondi.
Na hora, ele pegou o rádio e pediu pros colegas virem pro apartamento.
No minuto bateram na porta. Fui recebê-los e guiei eles até onde os outros estavam.
Eu tava excitadíssimo. Ver os quatro olhando desesperadamente pras fotos da minha mina mostrando a raba me deixava a mil.
De repente, ouço a porta da rua e vejo a Marcela entrando. Ela tinha voltado mais cedo. Vou na hora encontrar ela pra evitar que entre no quarto onde estavam os técnicos. Ela, que deve ter visto a cara de desespero que eu tava, me perguntou surpresa o que tava rolando.
Levei ela pra cozinha e contei o que tinha feito, sugeri que ela desse um tempo até os técnicos irem embora.
Na hora percebi que a situação, em vez de incomodar ela, tinha deixado ela excitada, porque as duas primeiras perguntas que ela me fez foram quantos técnicos eram e o que tinham falado das fotos. Respondi que eram quatro e que dava pra ver que as fotos tinham deixado eles com muito tesão. Ela me deu um beijo, enfiou a mão na minha virilha e disse:
- Tô vendo que você também tá muito na pica.
— Você não tem vontade de que me vejam pessoalmente e me desejem? — continuou ela.
A verdade é que só de imaginar aqueles quatro caras admirando a minha mulher já me deixava de pau duro.
Ela tirou a jaqueta, ficando vestida só com uma regatinha branca bem justa e umas legging vermelha de ginástica, que mostrava a bunda redondinha e empinada dela.
- Vamos, me apresenta elas, ele falou.
Entramos no quarto e, quando viram que eu vinha com a minha mulher, não deram conta de esconder as fotos.
- Apresento pra vocês a minha esposa, falei.
- Muito prazer, disseram
- Oi, disse Marcela.
- Pelas fotos não se preocupem. Meu marido já me contou tudo e não me incomoda que vocês vejam, continuou.
— O marido dela já nos disse que ela gosta de se exibir, falou um.
- Pra ser sincero, ela tem uma bunda linda, disse outro.
- Muito obrigada, qual foi a foto que você mais gostou?, perguntou Marcela.
— Essa aqui — disse um, mostrando uma foto onde Marcela aparece parada encostada numa parede, vestida só com uma fio dental preta bem enfiada e empinando a raba pra fora.
- Essa aqui meu marido tirou de mim no nosso quarto.
— Mostre pra gente onde, pediu o grandão.
- Venham por aqui, disse Marcela, indo em direção ao nosso quarto.
Quando todo mundo entrou no quarto, a Marcela se posicionou no lugar da foto e na mesma pose.
Os quatro caras sentaram na cama, enquanto eu fiquei de pé num canto pra não atrapalhar a vista espetacular que a minha mina tava dando pra eles.
- Bota essa bunda mais pra fora igual tá na foto, quase que um deles mandou.
— Tá assim bom? — perguntou Marcela, que já tinha aberto um pouco as pernas e arqueado as costas, empinando bem a raba.
— Tá ótimo assim. Me empresta a câmera pra eu tirar umas fotos dela?
- Amor, deixa o senhor tirar foto da minha bucetinha?
Do tesão que eu tava, já não conseguia nem falar, então só concordei com a cabeça, enquanto tirava a câmera do armário e entregava pra um dos caras.
Se paro atrás da minha namorada e comecei a fotografar ela, enquanto os outros tiravam as bermudas e se deitavam na nossa cama, se masturbando na virilha.
A Marcela, esse negócio de um estranho ficar tirando fotos dela deixou ela louca de tesão. Dava pra ver na cara dela e no jeito que ela se contorcia.
- "Assim, vadia, mostra bem essa raba pra gente," um deles dizia.
- Mostra pra gente essa carinha de puta, dizia outro.
O cara continuava tirando fotos cada vez mais de perto. Isso deixava Marcela cada vez mais excitada, que num dado momento enfiou os dedos nas laterais da legging e puxou um pouco pra baixo, até mostrar o começo da rachadura da bunda.
- Olha como a puta da sua patroa quer mostrar a tanga pra gente, me disse o cara que tava com as fotos, cê não se incomoda não?
— Se ela quiser, tá de boa — respondi com o pouco fôlego que me restava.
- Vem cá, puta, abaixa essa calcinha que teu marido deixa.
Marcela ficou em pé, reta.

Encostou a bochecha direita na parede e puxou a legging pra baixo, deixando à mostra uma calcinha fio-dental branca minúscula que mal cobria um triângulo na parte de cima.
- Nossa, que rabão, exclamou um cara que tava na cama e começou a tirar a calça.
Os outros o seguiram, sem perder um detalhe.
O cara que tava com as fotos não parava de tirar. Ele mandava na Marcela como queria que ela se posicionasse e ela obedecia na hora. Colocou ela de lado, meio curvada, mandava ela botar um dedo na boca, um dedo na rachinha da bunda. Os outros três tavam com os paus enormes e duros, se masturbando.
- Agora, sua putinha, vai mostrar esse buraquinho gostoso que você tem, então tira toda a roupa que a gente quer ver, ordenou o cara das fotos, largando a câmera de lado e tirando a calça, também se deitou na cama.
Marcela tirou os tênis, a legging, o top e ficou só de fio dental e meia branca de ginástica.
Ela olhava pra eles com cara de puta, colocava a língua pra fora e passava nos lábios, brincando de puxar a fio dental até a metade e enfiar de volta no meio da bunda. Isso deixava os caras loucos, que já estavam quase todos pelados na cama.
De repente um não aguentou mais, se levantou e se apoiou nas costas da Marcela, e enquanto puxava ela pra perto segurando nos peitos, esfregava a pica toda na bunda dela.
- Cê gosta de pica grande, putinha? Quer tudo dentro, hein?
Marcela não respondia, só chegava a bunda naquele pedaço de pau e gemia.
Dá uma voltinha, puta, olha que pica gostosa que a gente tem pra você", falou um que tava deitado.
Na hora, o cara que tava segurando ela virou ela de costas e enfiou a língua na boca dela enquanto agarrava a bunda dela com as duas mãos, abrindo bem e dando uma visão do caralho pra quem tava na cama.
- Essa puta de pau come? Ele ordenou, e Marcela respondeu rapidamente enfiando um pedaço enorme de carne quase inteiro na boca, enquanto rebolava a bundinha pros outros.
Um deles se levantou e, puxando a tanga dela, enfiou a língua no cuzinho, ao que minha namorada respondeu com um gemido que logo virou a primeira gozada.
Enquanto os outros se punhetavam freneticamente, o que tava comendo a buceta dela se levantou e, encaixando a vara no cuzinho da minha mina, meteu até o fundo.
Não consigo explicar em palavras como a minha mina se contorcia com aquele pedaço de pau no cuzinho dela. Pedia mais e mais.
— Que aberta que tu tem essa buceta, puta, dá pra ver que engoliu várias picas, eu falava enquanto bombava sem parar.
O cara que tava alimentando ela pela boca agarrou ela pelos cabelos e virou a cabeça dela pra quem tava batendo punheta na cama e disse:
- Olha que pica linda te esperando, sobe na cama e come as duas, são todas suas, putinha.
Marcela quase deu um pulo e subiu na cama como desesperada, enfiando a pica de um dos caras na boca enquanto o outro metia dois dedos no cu dela, que já tava bem dilatado nessa altura.
Enquanto os que estavam de pé também subiram na cama e começaram a apalpar ela toda. Um ficava me olhando enquanto batia uma bronha daquelas e me dizia:
- Cê gosta do jeito que a gente fodeu a sua patroa? Olha como a putinha gosta.
Um por um foram metendo no cu dela. Marcela só fazia gemer e gozar.
- Agora você vai engolir a porra dos quatro, ordenou um deles.
Os caras se jogaram na cama e a Marcela enfiou a pica de um na boca enquanto os outros esperavam a vez.
Assim, um por um, ela engoliu o sêmen de todos até a última gota. Ficou exausta, deitada de bruços na cama, enquanto os caras se vestiam. Eu já tinha gozado várias vezes, então me joguei ao lado dela pra esperar os caras irem embora.
6 comentários - amo ver a marce tão putinha