Minha Mãe e o Bad Boy (2)

Continuação da segunda parte

Ela abriu a porta, tomando cuidado para ficar atrás dela e não ser vista da rua. Assim que o rapaz entrou, ela fechou a porta e se revelou. Francisco a contemplou, maravilhado, e então a pegou pelos quadris. Empurrando-a contra a parede, ele lhe deu um beijo intenso enquanto minha mãe abria a boca para que ambos pudessem expressar seu desejo à vontade. Ele se posicionou entre as pernas dela durante o beijo, levantando uma para acariciar a pele lisa da coxa e apertar uma das nádegas. O beijo de língua durou tanto que pensei que Francisco ia fodê-la ali mesmo, contra a porta da entrada, mas finalmente ele a soltou. Caminharam juntos até a sala, com ele segurando-a pelos quadris com um braço. Ele andava tranquilo, com um ar de suficiência, como se estivesse em casa. Já minha mãe não parava de se contorcer e ficava corada como uma garotinha que foi convidada para sair pelo menino mais popular da escola.

- Nossa, o que é isso. Acho que você estava me esperando.
- Sim, papi. Fiquei esperando sua chegada.
- Caralho, Verônica. Quando eu disse para você se vestir de um jeito sexy, não imaginei isso. Mas você não está muito vestida, né? – disse, referindo-se à calcinha azul, única peça que ela vestia.
- Não sabia o que vestir, papi, então quis te surpreender. Gostou?
- Gostar? Amei. Você está me deixando doido, Vero. Vamos ver se você foi uma boa menina e obedeceu.

Francisco se jogou no sofá onde a havia possuído há menos de vinte e quatro horas. Minha mãe ficou nua em pé diante dele. "Papi" pegou a calcinha e a deslizou pelas pernas dela, com delicadeza. Da minha posição, consegui ver a buceta da mamãe. Estava totalmente depilada e os lábios sobressaíam notavelmente.

- Mmm, você se depilou, gata.
- Como você pediu, papi.
- Assim que eu gosto, que obedeçam – disse, esticando o braço para fazer um carinho na bochecha da minha mãe – parece que não vou ter muitos problemas com você.

Minha mãe ficou corada. Diante do elogio, ela olhou com orgulho para o seu homem. Francisco tirou a camisa, deixando seu torso musculoso à vista. Ela via o corpo de seu jovem amante ficando cada vez mais despido, sem se mover, ainda com a calcinha nos tornozelos. Comecei a suar. Ainda podia ir embora, me poupar daquele espetáculo. Talvez a cozinha estivesse bloqueada, mas eu podia descer pelas varandas e pular o muro por onde tinha entrado. Me desculpar com meus amigos por chegar atrasado e fingir que nada tinha acontecido. Mas meu corpo não respondia. Estava petrificado enquanto via minha respeitável mãe se oferecendo para aquele garoto um ano mais velho que eu.

Ele se despiu rapidamente. Fez um monte com suas roupas e jogou de lado. Minha mãe o observava, expectante. Pensei que ele iria atacá-la, mas ele simplesmente se sentou com o pau balançando. Sua ferramenta tremenda estava mole, mas era maior que a minha ereta.

- Eu também preciso de um pouco de arrumação, não acha? – perguntou, apontando para o tufo de pelos pubianos – Acho que ontem você teve que engolir alguns fios.

- Já te arrumo.

Sem se preocupar em estar totalmente nua, ela foi com passos rápidos ao banheiro de baixo. Ouvimos ela mexendo em algumas gavetas e depois voltou com um barbeador.

- Com esse eu tiro os pelos. É muito bom. Você nem vai sentir, gato.

- Vai lá, cuida disso então. – acrescentou, movendo a cintura para frente e segurando o pau pela base.

Mamãe se ajoelhou na frente dele. Pegou o pau com a mão esquerda. Ligou o aparelho e começou seu trabalho. Francisco a observava enquanto era depilado, acariciando seu rosto, ombros e seios. Ela se esforçava para continuar imperturbável, mas era óbvio que a situação estava esquentando. O constante apalpamento e a visão que Francisco tinha fizeram o pênis começar a ganhar volume e agora ele tinha uma ereção potente que ameaçava o rosto de sua companheira particular. Finalmente, a cena estranha terminou e a mamãe desligou a máquina de barbear. Havia um monte de pelos pubianos no chão. Francisco exibia orgulhoso seu pedaço de pau, agora totalmente visível. Para minha surpresa, ela se inclinou e deu um beijinho na cabeça do pênis. A ferramenta do cafajeste era ligeiramente maior que o rosto da minha mãe.

- Já está pronto, papai.
- Mmm, bom trabalho. Vem cá, gata. Agora começa a parte divertida.

Francisco curvou o corpo para dar outro beijo de língua na mamãe. Foi subindo com o corpo, sem desgrudar os lábios, fazendo até a cabeça da mamãe inclinar para trás pela intensidade do beijo. Ele a levantou puxando pelas axilas com seus braços poderosos, até tê-la sentada de frente sobre suas coxas grossas. O pau dele pressionava as nádegas da mamãe, sentindo o calor que emanava de sua buceta. Começou a chupar seus peitos como prelúdio. Fez um banquete, lambendo e até mordendo com força. Não conseguia abocanhá-los inteiros com a boca, mas não parou até tê-los todos melados de saliva. Dessa vez não houve preliminares, elogios ou cantadas. Ele simplesmente a pegou como se fosse algo garantido, como se fosse um objeto dele... e ela parecia gostar desse tratamento.

- Ooohhh, como você me come, papai.
- Mmm, Verônica, acho que nunca vou me cansar disso. Levanta essa bunda, vai. – ele insistiu, começando a levantá-la com um braço e usando o outro para guiar sua ferramenta - Estou morrendo de vontade de entrar em você... e temos muito tempo.

- Espera, papai. Deixa eu colocar uma camisinha em você. Tenho do seu tamanho.
- Como é que é?
- É. Ontem fui fazer compras e aproveitei para comprar. Tive que perguntar em várias farmácias, mas finalmente encontrei.
- Você é uma caixinha de surpresas, gata.

Ela se soltou do abraço de Francisco para ir até um móvel da sala. Voltou com uma caixa de camisinhas. As palavras "tamanho XXL, espessura especial" estavam claras na caixa. Mamãe rasgou a embalagem de uma e... Ela se aproximou do amante.
- Posso? – perguntou antes de colocar
- Vai, coloca. Só vou usar pela pura sacanagem de saber que você usou dinheiro do corno pra comprar.
Senti náuseas ao pensar que ela tinha razão. Minha mãe não trabalhava. Meu pai inocente tinha pago pelos preservativos do cafajeste que estava metendo nele.
- Obrigada, papai.
Mamãe colocou a camisinha com cuidado, deslizando como se estivesse cobrindo um objeto delicado, embora delicado não fosse nada. Mal deu pra cobrir a ferramenta do Francisco, até ficou um pouco apertada. Depois, ela subiu por cima do amante por iniciativa própria. Ele se limitou a segurar o pau pra cima, enquanto minha mãe descia sendo penetrada por aquela enormidade.
- Nossa, papai. Que grande você é. Como você me enche.
- E você está muito apertada, Vero. Sinto como se fosse sua primeira vez. Parece que apertou desde ontem, hein?
- Uff… já vai… sinto você me abrindo.
- Porra, você parece uma novinha.
- Ahh… gagh… não aguento mais.
- Claro que aguenta, gata, já vai… já entra.
Francisco a segurou pelos ombros e, combinando uma batida de quadril com uma puxada pra baixo, fez entrar tudo. Minha mãe ficou parada, se recuperando da penetração abrupta, pegando ar apressadamente com a boca entreaberta. Ainda não estava acostumada com o tamanho do mastro do jovem. O cafajeste também parecia ter ficado impactado, em parte pela facilidade com que tudo estava acontecendo, e ambos ficaram se olhando nos olhos enquanto ofegavam. Pareciam estar em choque pela penetração. Ele se recuperou primeiro e voltou a dedicar atenção aos peitos, dando tempo pra ela se adaptar. Estava se esbaldando, lambendo os seios da minha mãe em círculos, chupando os mamilos e tentando enfiar na boca. As mamas carnudas da minha mãe estavam sendo submetidas a um tratamento rude, mas isso pareceu tirá-la do choque. Ela começou a reagir. Iniciou um lento vai e vem, pra trás e pra frente, sem tirar ela. - Você é enorme, papi – disse dando um beijo – Preciso de tempo para me acostumar com isso. - Fica tranquila e aproveita, temos a manhã toda só pra nós. Ela se apoiou no peito largo de Francisco para conseguir se mover pra cima e pra baixo, timidamente. Mesmo indo cada vez mais rápido e sem parar de gemer, ela tomava cuidado para não enfiar tudo, chegando mais ou menos a três quartos da ferramenta. Empurrava Francisco com as duas mãos enquanto se impulsionava pra cima, até que ele ficou bem afundado no sofá. Ela olhava pra cima, com os olhos semicerrados e ofegante. Ele se recostou no sofá com um sorriso sexy e os braços estendidos sobre o encosto. Se limitava a aproveitar, sem pressa. Adorava ter uma mulher casada totalmente à sua disposição. O vai e vem lento foi acelerando. A cada penetração, minha mãe aumentava um pouco mais a velocidade até que as penetrações tímidas viraram intensas quicadas, mas sempre tomando cuidado para não sentar por completo. Mesmo assim, o som da carne molhada batendo ecoava por toda a sala. Cada vez que ela subia, ficava à minha vista a grande ponte de carne que era o pau do meu amigo. Francisco mordia o lábio inferior, segurando a gozada enquanto via os peitos da parceira balançando. Minha mãe tinha baixado o rosto para observar o amante: os dois se olhavam fixamente nos olhos, ela gemendo com a boca entreaberta, ele respirando forte pelo nariz. Dava pra ver que minha mãe fazia exercício, já estava há vários minutos se impulsionando em cima de Francisco e não parecia ter vontade de parar. - Ugg… papi… como você consegue deixar ele… tão duro? Parece ferro. - Você gosta, né, safada? Uff… quem te ensinou a cavalgar assim? Não faz isso com seu maridinho, né? - Não, papi. Você é o primeiro que eu monto… uff - Porra, você aprende rápido. Se adaptou na hora… Aproveita seu garanhão… aproveita que temos o dia todo Os gemidos femininos se transformaram-se em gritos enquanto ela começava a gozar. Era impressionante a rapidez com que tinha chegado lá, não deviam ter nem dez minutos de transa. Começavam com tudo. Francisco puxou-a para perto e enfiou a língua na boca dela para silenciá-la, enquanto ela tremia de prazer. Apertaram-se um contra o outro, curtindo o tesão que estavam proporcionando. Parecia que o atrito provocado por aquela pica jovem a deixava louca. Mamãe pegou o rosto do amante jovem com as duas mãos, beijou-o profundamente ao mesmo tempo que se deixava cair sobre o pau, enfiando-o por completo. Ela tremeu, teve espasmos e alguns gemidos abafados que escaparam apesar do beijo. No auge, arqueou as costas, batendo os seios no gostoso que estava dando tanto prazer a ela. Virou o rosto para o teto, com os olhos fechados gemendo e… rindo? As risadas se alternavam com os gemidos, e parecia que ela estava se divertindo pra valer. Ao terminar de gozar, deixou-se cair sobre o jovem para ficar no modo carinhosa com ele, dando beijinhos por todo o rosto e acariciando seu pescoço.
- Adoro, adoro como você mete, gato.
- E ainda tenho pila pra mais. Fica tranquila que vou te deixar bem servida.
Francisco deixou-se mimar por um tempo, curtindo as carícias da mulher agradecida e recuperando as forças. Depois se levantou, carregando-a. Mamãe entrelaçou as pernas em volta de sua cintura. Pensei que ele fosse foder ela no ar, mas ele a depositou de costas no sofá, na mesma posição do dia anterior. Começou a se acomodar sobre ela, para continuar com a penetração. Pude ver um sorriso safado no rosto da minha mãe ao ver o pauzão balançar como uma bandeira enquanto Francisco se posicionava entre suas pernas, preparando-se para atacar. Sua ferramenta brilhante ainda estava a mil, ela ainda tinha lenha pra queimar.
Penetrou-a com uma investida, fazendo com que o sorriso da minha mãe se transformasse em um "o". Ela abriu os olhos ao máximo ao sentir a brutalidade de seu amante. Apesar da força do ataque, ele só conseguiu introduzir metade. Murmurou algo no ouvido da minha mãe enquanto recuava e alinhava sua ferramenta com a bucetinha que queria arrombar. Continuou investindo brutalmente, forçando cada vez mais centímetros de sua ferramenta e dilatando-a enquanto ela gritava que estava a partindo ao meio. O cafajeste não se sentiu satisfeito até que seus ovos descansassem na entrada da minha pobre mãe.

- Abre as pernas, Vero… porra, abre que tem que entrar…
- Não consigo abrir mais, papi… a culpa não é minha que você tenha desse tamanho
- Quase lá, mais um pouco… tenho que abrir bem essa buceta gostosa
- Ah… ahh… – ela respirava ofegante. – Uff… caralho… vai devagar, cabrão.
- Calma, gata… todas reclamam um pouco, mas no final adoram até o fundo. Agora vou te mostrar o que é foder… ontem você aguentou tudo, lembra?
- Uff… sim, papi… mas mesmo assim… calma… fiquei meio ardida de ontem à noite

Mas o cafajeste não parecia ouvi-la. Francisco começou a investir nela como um selvagem, sem dar tempo para que suas paredes vaginais se adaptassem. O fato de ela tê-lo esperado parecia tê-lo excitado ainda mais, já que o ritmo frenético do dia anterior não passava de um vai e vem tímido comparado com como ele se movia agora. Ela começou a gritar, meio de dor, meio de prazer. Mamãe teve que se acostumar no calor do momento, enquanto Francisco aproveitava seu corpo sem se importar com como ela se sentia. Algumas lágrimas escaparam da minha mãe durante o processo de dilatação. Seus seios redondos saltavam para cima e para frente. O jovem dedicou seu abuso a eles, apertando-os sem compaixão e mordendo os mamilos como se quisesse arrancá-los. Os gemidos se transformaram em suspiros enquanto ela se adaptava. O pau se enterrava sem piedade, cada vez mais rápido, pelo menos ao dobro da velocidade do dia anterior, arriscando a integridade estrutural do sofá.

- Uff, Francisco, como você me fode. Que força!
- Adoro como sua bucetinha é apertadinha, Vero... tô curtindo demais enquanto arrebento ela... você aguenta pouca porrada, hein?
- Você é... a melhor coisa... que eu já senti... papi. Ahh. Ahh. Não para, me dá, me dá – ela incitava

Minha mãe quase desaparecia sob as investidas de Francisco. A poltrona rangia e tremia como se fosse quebrar. Pelo que eu conseguia ver, os dois estavam cobertos de suor, mas o pistão que Francisco tinha entre as pernas não parava. O corpo dela era invisível, só se viam as pernas que ela tinha entrelaçado sobre a bunda do amante e os braços que o abraçavam, apertando como se alguém quisesse tirar algo muito precioso dela. Além disso, os sinais de vida da minha mãe se limitavam ao som de beijos babados e gemidos de prazer.

- Você estava me esperando, hein?... estava me esperando pelada e de pernas abertas pra mim
- Sim, papi... te esperava... aahh, uff... nunca tinha me sentido assim na vida
- Você adora meu pau. Não é, gostosa?
- Sim... siiihhhhhh... adoro você e seu pirocão

Francisco parou de apertar o peito direito e retirou o braço até a altura do ombro. Depois o moveu bruscamente pra frente, dando um tapa sonoro na bochecha dela. Ela protestou e no rosto dela se alternaram dúvida e medo enquanto o jovem continuava metendo, até que o prazer a que estava sendo submetida superou a indignação pela agressão. Continuou gemendo e se movendo no ritmo de Francisco, enquanto ele segurava seu queixo com a mão, enfiando o polegar de um lado e o resto dos dedos na outra bochecha, onde começava a aparecer uma mancha vermelha por causa do impacto.

- Por... por que foi isso?
- Sim, PAPI – respondeu ele, acentuando a última sílaba.
- Oohhh, uff... ¡ahh! Sim... – minha mãe parecia bem confusa. Dava pra ver que a agressão física a tinha deixado atordoada. Uma coisa é ser um pouco bruto no sexo, algo de conversa safada, mas os tapas são outra coisa. Pensei que agora tinha acabado tudo, mas minha mãe me surpreendeu de novo – Perdão, papi… eu esqueci, me perdoa, papi.

Era incrível que ela, uma mulher que sempre se manifestou contra a violência, enfim, uma mulher respeitável, tivesse aceitado submisamente um tapa de um quase desconhecido. Francisco continuou no ritmo, parecia que o tapa e a submissão depois tinham excitado ele.

- Assim que eu gosto… seja uma boa garota. Ou prefere que eu vá embora?
- Não… não, papi! Eu vou ser… vou ser uma boa garota!
- Minha nossa, como você aperta meu pau… parece que quer arrancar ele com sua bucetinha… não sabe o quanto eu sonhava com isso na prisão
- Gaaaghh! Calma, papi, agora você me tem! Uff, porra! Pode descontar em mim quando quiser! Kaaaa!

O cafajeste sorriu sinistramente e continuou se movendo como uma britadeira. Os arfados dos dois eram tão pesados que parecia que dava pra sentir o cheiro, e os gemidos da foda me esbofeteavam assim como o Francisco fazia com minha mãe.

- Vou gozar… tô gozando, papi, tô gozando de novo!
- Esfrega seu clitóris, Safada. Esfrega enquanto eu enfio até o fundo

Minha mãe conseguiu soltar um braço do corpo do Francisco e esticou até chegar na sua preciosa zona íntima, que tava sendo violentada por aquele pauzão. Deu pra ver o movimento do pulso dela, obedecendo a ordem do homem dela. Não demorou muito pra ela ter outro orgasmo, intenso e quase doloroso. Francisco não parou de comer ela, apesar dos pedidos pra diminuir o ritmo porque ela tava muito sensível. Minha mãe, com as pernas abertas ao máximo, parecia mais uma boneca inflável do que uma pessoa.

- Eu não vou parar nunca! Porra, que viciada! Não sabia que te deixavam tão carente em casa!
- É, papi! Oohh… não me dão o que eu preciso! – exclamou, já entregue ao amante
- Fica tranquila que eu vou vir todo dia te dar. Essa bucetinha tá pedindo um homem real. Você vai ser minha putinha particular, Vero, vai, me diz.
- Eu vou... aaahh ser sua putaaaa! Continua, papi, assim, assim! Eu quero... ser... sua... putinha!
A resistência do meu amigo era incrível. Parecia que ele estava realmente disposto a recuperar todo o tempo que tinha passado na cadeia. Por quase quinze minutos, ele fez minha mãe gemer, gritar, reclamar, chorar e gemer de novo, levando-a numa montanha-russa de emoções. Já fazia vinte minutos que ele estava penetrando minha mãe como um animal, e o sofá já dava sinais de estar sofrendo quando Francisco começou a bufar, sentindo sua ejaculação se aproximar. Minha mãe tinha gozado incontáveis vezes, aproveitando seu macho dominante.
- Porra, Vero, eu vou gozar... tô quase lá, você vai receber meu leite, putinha – exclamou ele.
- Sim, querido, goza! goza, você mereceee!
Francisco saiu dela e tirou a camisinha melada de fluidos vaginais, que foi parar na mesinha de centro. Esticou o braço e pegou minha mãe pelo cabelo, puxando-a bruscamente para que se levantasse. Mamãe reclamou do puxão e levou as duas mãos ao cabelo para se soltar do aperto de Francisco, mas ficou de pé.
- De joelhos, gata.
Ela se apressou a obedecer, ficando de joelhos na frente da ferramenta que pouco antes tinha abrigado dentro de si. Seus peitos tinham marcas de mordidas e dedos. Seu rosto estava vermelho e ainda dava para ver vestígios de lágrimas. Estava tirando o cabelo suado do rosto quando recebeu um tapa na outra bochecha, que deixou uma marca simétrica.
- Ai! Papi, por que...
Não conseguiu terminar a frase porque a mão direita do jovem a agarrou pelo pescoço como uma garra. A outra mão deu um tapa nos peitos, que balançaram com o impacto.
- O que você é? – perguntou Francisco sem soltar o aperto.
- Sou sua putinha. – respondeu ela, com um sorriso estranho em vez de uma irritação justificada.
- O que você é? – percebi que as veias dos antebraços dele saltavam, ele estava começando a apertar. - Eu sou sua putinha! – a voz da minha mãe falhou um pouco, ela estava sem fôlego - O que você é? - Eu sou sua putinha, sua promíscua, seu brinquedo, o que você quiser, papai! – o rosto dela estava adquirindo um tom azulado preocupante - Isso mesmo, gata. Ele soltou minha mãe. Em seu pescoço branco, os dedos de Francisco deixaram marcas de um vermelho intenso. Ela mal estava recuperando o fôlego quando o jovem a pegou novamente pelo rabo de cavalo, arrancando outro gemido enquanto encostava seu membro duro no rosto dela. - Agora vou gozar, Promíscua. Quer meu leite? - Sim, papai. Goza em cima de mim! - Então ganhe com essas tetas que você tem Minha mãe se levantou um pouco para envolver seus melões fartos em torno do membro do jovem. Assim que o acomodou bem entre os seios, começou a fazer um espanhola com toda a alma, movendo-se para cima e para baixo enquanto o pênis de Francisco batia nela cada vez que ela descia. Ele não soltava o cabelo dela, enquanto rosnava de prazer. - Porra, vou gozar. Ahhh, isso… Abre bem essa boquinha que lá vem tudooo Ele se soltou e empurrou minha mãe para baixo para gozar em cima dela. Levou uma das mãos ao pau e dois leves balanços foram tudo o que precisou para começar a ejacular. Usou a outra para segurar a cabeça da mamãe, para que ela recebesse toda a porra. Embora aquilo fosse totalmente desnecessário, minha mãe, me surpreendendo novamente com essa atitude, já olhava expectante para o membro com a boca entreaberta e as mãos apoiadas no chão. Jatos grossos de sêmen amarelado começaram a cair sobre ela. Parecia que o sexo do dia anterior não tinha sido suficiente para ele descarregar as bolas e ainda mais o que havia produzido durante a noite… Um, dois, três. O primeiro atingiu a bochecha da mamãe, cobrindo as marcas do tapa e descendo rapidamente em direção ao pescoço. Os outros dois ela recebeu sobre os peitos ensopados de saliva. - Isso, toma tudinho todaaaa, porque ainda tenho muitaaaa… tenho muito tempo para recuperar.
- Caralho, papi, você parece uma fonte…
- Essa boca de puta, abre a bocaaa

Um quarto jato saiu com mais força do que o esperado, manchando de branco o cabelo dela. Minha mãe desviou um pouco o pau, fazendo com que apontasse para baixo para não receber mais na cara. Ainda expeliu duas vezes mais, que caíram sobre as clavículas. No total, seis fios densos como porra condensada que deixaram o torso da minha mãe todo perdido. Quando acabou de gozar, os peitos estavam cobertos do sêmen amarelado e escorria em linhas para baixo, algumas pelo canal e outras percorrendo toda a redondeza do busto. O jato que tinha caído no rosto dela havia descido até o pescoço, onde parecia um colar estranho. Depois da gozada brutal, Francisco desabou no sofá, ofegante de prazer. Minha mãe continuou ajoelhada, coberta da porra do jovem, até que ele fez um sinal convidando-a para sentar ao seu lado.

Ficaram parados por alguns minutos, acalmando a respiração. Finalmente, ele se levantou e a beijou nos lábios, tomando cuidado para não se sujar com a própria descarga.
- Vai me preparar algo para comer, Vero. Tô com uma fome. E grande, você sabe que eu como muito. Vou tomar um banho. E não se limpa.
- Nem precisava dizer, papi.

Ele pegou uma toalha do meu pai e entrou no banheiro de baixo. O som da água correndo encheu a casa. Ela ficou um momento no sofá, respirando ofegante, fazendo com que a cada balanço dos peitos a porra se espalhasse por todo o torso. Depois de recuperar o fôlego, minha mãe se levantou para ir até a cozinha, nua e coberta do esperma do Francisco. Até a minha posição chegou o cheiro da gozada abundante. Apesar de ter bastante pele coberta pelo líquido nojento, dava para ver as marcas que Francisco tinha deixado nela. Os peitos e o pescoço estavam vermelhos. Em volta do pescoço, dava para distinguir marcas dos dedos. dele. Havia mordidas e chupões por todo o torso, o corpo estava todo marcado. Até me pareceu distinguir alguma irritação na virilha dele, mas não tenho certeza. Eu me esforçava para não olhar para a região íntima. Sem se importar com seu estado lastimável, ele começou a preparar o café da manhã do amante. Tinha um sorriso bobo enquanto cozinhava.
Eu estava desesperado para sair de casa, mas não sabia como. Talvez pudesse me arriscar agora que ele não estava diretamente no meu campo de visão, mas iam ouvir o barulho da porta. Maldita a hora em que decidi ficar! A única coisa que consegui foi obter outra galeria de imagens para os pesadelos. A mamãe tinha começado a assobiar preparando a comida do amante. Aquele gesto que poderia ser considerado normal em qualquer situação, dava um toque de aberração ao que eu tinha visto.
Eu continuava parado como um idiota quando ouvi a porta do banheiro abrir e recuei no meu esconderijo. Francisco vinha totalmente pelado, terminando de se secar. Sentou-se no sofá para esperar seu café da manhã. Depois de alguns minutos minha mãe apareceu, com um prato e uma xícara de café. Continuava nua, o sêmen estava secando no corpo dela. Francisco sorriu ao ver a total obediência dela. Mamãe desdobrou uma mesinha portátil que a gente tinha para quando comíamos algo vendo um filme, para que ele não precisasse se mover. Depois colocou a comida em cima dela. Parecia que ela realmente tinha se esforçado no café da manhã. Era um prato farto de ovos e carne.
- Isso parece delicioso. Quase tanto quanto você.
- Espero que goste, papai.
- Vem, me acompanha no café.
- Obrigada, mas já tomei café.
- Eu tenho uma comida especial para você – disse, agarrando o pau salsichão e balançando.
Mamãe entendeu o que ele queria dizer. Enquanto Francisco puxava a mesinha para perto dele, ela se deitou de bruços na parte livre do sofá. Rastejou até alcançar seu objetivo. Francisco começou a comer, ela pegou o pau e enfiou na boca.
Minha mãe chupava o pau dele sem usar as mãos. Usava a boca e a língua para controlar, embora fosse uma tarefa difícil, especialmente quando o instrumento endureceu completamente na boca dela. Eu ouvia claramente o esforço que ela fazia para agradar meu amigo. Ela lambia com dedicação, como se a vida dela dependesse disso. Me surpreendia a calma com que Francisco comia, como se uma gostosa não estivesse fazendo um boquete nele.
Enquanto seu amante comia o café da manhã preparado com cuidado, mamãe se esforçava igualmente para fazer uma chupada. Ela segurava o pênis com as duas mãos pela base, descendo e subindo até mais ou menos a metade, já que mais do que isso não cabia na boca dela. O prepúcio se ajustava sobre a glande cada vez que mamãe subia, e os lábios dela faziam a pele descer, deixando a cabecinha exposta. Finalmente, ela pareceu se irritar com o pedaço de pele que subia e descia. Segurando o prepúcio para baixo com uma mão, dedicou toda a sua atenção à glande escura, lambendo em círculos e chupando.
- Você cozinha muito bem, acho que nunca te disse isso. E também chupa muito bem, hehehe.
Alguns gemidos de satisfação foram a única resposta da minha mãe. O cafajeste terminou de comer rapidamente. Ele agarrou o cabelo dela, guiando-a no oral. Foi aumentando o ritmo, movendo apenas a cabeça da minha mãe. Às vezes enfiava até o fundo, acho que devia tocar a garganta dela, mas ela não reclamava. Depois deixou que ela continuasse no ritmo dela, enquanto ele acariciava as costas e aproveitava a dedicação da parceira. Ele apreciava a visão das costas macias, que terminavam em um bundinha empinada. Os seios da minha mãe pareciam redondos, esmagados no sofá. Ele mantinha uma mão na nuca dela, mas sem forçá-la a engolir mais, apenas para lembrá-la de quem mandava.
- Ufff… como você mama, sua puta… você sabe mesmo como cuidar de um homem
- Mmm… glurp… “obrigada” …gargh
- Isso sim é vida, gata. Um café da manhã quentinho servido pela minha mulherzinha, que também tá com fogo… uff, oohh calma, meu bem – disse dando um puxãozinho no cabelo dela – minha cabeça tá meio sensível.
- Desculpa, papi… me empolguei
- Vai mais devagar… isso, bem devagar… como você usa essa língua, gata, ninguém diria que você tem prática. Faz isso pro seu maridinho?
- Não… não faço pra ele
- Então você tem talento. Mas você tava esperando um homem de verdade, né? – minha mãe concordou com a cabeça e Francisco inchou de orgulho de novo – continua, gata, agora que você tem um homem em casa. Ohh sim, essa boca tá tão quentinha… você tá se esforçando, tá gostando?
- “Zim”, “zim, gozto muzito” – foi a resposta em algo parecido com espanhol da minha mãe
- Vai, continua chupando… continua que já tô quase lá

Foram vários minutos de boquete, com ele passando as mãos pelas costas dela ou falando que ela era uma boa menina. Depois de uma atenção particularmente intensa na cabeça do pau, Francisco começou a arfar, era óbvio que ele tava quase gozar de novo. Mamãe acelerou o ritmo por conta própria, incentivada pelos gemidos do jovem. Ele pegou a cabeça dela com as duas mãos e enfiou até o fundo enquanto gozava. Rosnou enquanto enchia a boca da minha mãe, insistindo pra ela engolir. Depois soltou.

Ela se levantou com os olhos cheios d’água e tossindo. Cuspiu um pouco do esperma do amante, que caiu no sofá e nas coxas do Francisco.
- Desculpa, papi. Nunca tinham feito isso comigo.

Parecia que ele tinha ela completamente dominada. Nunca imaginei que uma mulher ia pedir desculpas por não conseguir engolir toda a porra de alguém.
- Tudo bem. Você fez um ótimo trabalho aí embaixo.
- Obrigada, papi.

Aquele agradecimento com tom submisso que eu ouvia de novo e de novo tava me deixando enjoado. Pensei que agora o Francisco ia embora e eu finalmente podia sair.
- Limpa essa bagunça, gata, vai. Não queremos que seu maridinho descubra que tem outro homem comendo em casa, hahaha.

Ele se deitou no sofá para prender a TV. Mamãe se sentou e retirou os pratos sujos. Voltou para arrumar a mesinha e ficou de pé, esperando ordens.
- Ainda falta limpar outra bagunça, gostosa. - apontou para a virilha dela.
Mamãe entendeu a mensagem. Com um sorriso brincalhão, se ajoelhou ao lado do falo do seu amante. Segurou a carne com uma mão, enquanto a língua cor-de-rosa dela recolhia o esperma que ele tinha gozado nas coxas do Francisco. Exagerou um pouco na limpeza, dando uma repassada no pau até ele ficar brilhante, não tanto de limpeza quanto de baba. As bolas de touro também não ficaram desatendidas, a boca da minha mãe brincou um pouco com elas. Depois engoliu tudo enquanto o jovem assentia.
Me dando outra surpresa, deitou-se ao lado dele. Tiveram que se apertar um pouco para caber os dois, mas Francisco não reclamou. Ela colocou a cabeça no peito dele. Começou a fazer carinho no seu homem, totalmente entregue. Francisco se deixou mimar, curtindo os beijinhos e as carícias que mamãe fazia por todo o corpo dele. Os peitos femininos se apertavam contra o torso dele e mamãe inteira estava esfregada nele. E eu continuava sem um plano de fuga.
Depois de um tempo, as carícias começaram a alterar o Francisco. Mesmo já tendo gozado duas vezes de manhã, os carinhos e a juventude dele estavam fazendo o pau começar a ganhar volume de novo. Ele virou, e pegando minha mãe pelo queixo, respondeu aos beijos dela. Os dois começaram a se esfregar mutuamente.
Dez, quinze minutos, não sei quanto tempo ele aproveitou a boca da mamãe até estar preparado para outra foda. Sentou-se no sofá.
- Põe outra camisinha. Vamos dar a última.
Ela se levantou obediente, pegou uma da caixa. Esticou mais um daqueles preservativos que pareciam sacolas no pau do Francisco. Depois sentou-se ao lado dele, esperando ordens.
- Já estou cansando desse sofá. Será que não tem camas nessa casa? Tá... tá... hmm... – ela parecia hesitar, mas no final seu lado de puta falou mais alto – tá minha cama de casal, papi.
- Acho que lá a gente se divertiria melhor.

Imaginei que mamãe iria guiá-lo. Mas ele a pegou, uma mão nas costas e outra nas pernas. Não teve dificuldade em levantá-la com seus braços fortes. Minha mãe soltou uma risadinha ao se ver carregada.

Percebi que viriam na minha direção e deslizei até meu quarto. Não fechei a porta, em vez disso me escondi atrás dela como havia feito apenas algumas horas antes, quando me imaginava uma espécie de herói. Ouvi os passos pesados de Francisco subindo as escadas e depois passando na minha frente. Espiei a cabeça. Ele ainda a carregava enquanto ela dizia onde ficava o quarto. Sob seus ombros largos consegui ver o pau, coberto pela camisinha. Eles viraram e entraram no quarto dos meus pais.

Era minha chance! Desci rapidamente as escadas e peguei a maçaneta da porta. Dei uma última olhada para trás antes de sair. A calcinha azul e as roupas de Francisco ainda estavam no chão, perto do sofá. Na mesinha de centro descansava a camisinha usada, ao lado da caixa de preservativos tamanho especial. Ouvi minha mãe gemer, totalmente desinibida, no andar de cima. Saí rapidamente de casa, enquanto ela repetia o nome do meu amigo entre suspiros.

2 comentários - Minha Mãe e o Bad Boy (2)

Hay otra parte de esta gran historia?
La sigo buscando pero todavia no la subieron
excelente ! espero haya continuacion , me quede en ascuas esperando le den por detras..
Tambien estoy esperando que sigan la saga, yo no la invene a tanto no me da la imaginacion jeje