Olá, vim contar minha experiência de como conheci meu primeiro amante gay, ou bi, como preferirem chamar.
Meu nome é Seba, tenho 28 anos e sempre levei uma vida hétero. Sempre fui muito masturbador, adoro pornô, e há um tempo comecei a explorar outros estilos, como o bissexual e o gay. No começo, eram só fantasias, que depois se somaram ao tesão do chat e de conversar com homens que queriam fazer de tudo comigo, mas nunca nada real. Obviamente, como muitos outros, mantenho essa parte da minha vida em segredo e ninguém sabe, nem meus amigos mais próximos.
Ano passado, minha melhor amiga começou um relacionamento com um homem um pouco mais velho que a gente, não muito, 37 anos. Alto, corpo bonito, sempre arrumado. Nunca reparei em homens no dia a dia, mas esse cara era gostoso e chamava atenção. Várias vezes a gente se encontrava com minha amiga e ele pra comer algo e passar o tempo. Suponho que pra agradar minha amiga e se dar bem comigo, um dia ele me chamou pra jogar futebol de salão com os amigos dele, e eu aceitei pelo mesmo motivo, sem pensar em nada além disso e muito menos imaginar no que ia dar.
Naquele dia, ele me mandou uma mensagem e avisou que ia me buscar porque a quadra era longe, pra eu não me perder nem ter que ir sozinho. Quando ele chegou em casa e eu fui entrar no carro, ele me disse pra levar minhas coisas pra tomar banho, que depois minha amiga ia nos esperar na casa dela pra beber algo. Até aí tudo normal, peguei minhas coisas e fomos jogar. Partida normal, os amigos gente boa, na prévia umas piadas de que ele tava comendo uma mina e tal, coisas normais, suponho. Depois do jogo, a gente tomou umas cervejinhas e aos poucos foram indo embora, aí foi quando ele me disse pra irmos tomar banho.
Entramos no banho e era daqueles vestiários abertos, sem divisórias entre os chuveiros. Uma situação mais que excitante pra mim, sabia que em algum momento ia dar uma olhada, mas não queria ser muito óbvio. Entrei primeiro e tentei disfarçar meu tesão, mas assim que senti ele entrando, não consegui. resistir e me virei pra ver como ele vinha. Nem preciso dizer o que olhei primeiro... era linda, grossa e de um tamanho mais que considerável.
— Ah, merda... então é por isso que ela tá sempre contente, né?
— Haha, que idiota, nem tanto assim.
— Fala sério, se fazendo de humilde.
Seguimos cada um tomando banho. Eu já não aguentava mais de tesão, mas fazia de tudo pra não deixar transparecer. De vez em quando, aproveitava que ele fechava os olhos pra se enxaguar e olhava mais tranquilo. Tava uma visão incrível, sem um pelo e mesmo dormindo já dava pra ver como era gostosa. Parece que não fui tão discreto quanto pensei.
— Ah, gostou mesmo, quer uma foto? — ela falou brincando.
— Haha, nada, mano, nada a ver.
Fiquei tão nervoso que não sabia o que fazer. Só consegui fechar o chuveiro e ir me trocar. Ele ficou mais um pouco no banho e nos encontramos fora do vestiário pra ir pra casa dele.
O caminho no carro começou super estranho, a gente não falava nada, eu não sabia onde me enfiar. E mesmo assim, não conseguia tirar a imagem daquela buceta linda da cabeça.
— Ei, desculpa se te deixei desconfortável, a da foto era brincadeira.
Fiquei ainda mais nervoso.
— De boa, mano, já sei. Desculpa você... não quero que tire a ideia errada.
— Errada por quê? Não tem problema se você olhou, todo mundo olha nos vestiários. Alguns mais que outros, né? Haha.
— Haha, é, eu também, nem tanto. Você não vai ser tão idiota de fazer alguma piada dessas na frente da Vale, né?
— Não, ela fica com ciúmes dessa minha buceta, vai te expulsar, haha.
— Sério, fico muito viado se você contar.
— Ela não sabe que você gosta?
— Gostar do quê? Foram dois segundos, mano.
— Haha, não esquenta, tô só zoando. Fica entre a gente. Até o próximo jogo... haha.
— Haha, que idiota.
A conversa depois seguiu com besteiras até chegarmos na casa. A Vale nos esperava com o jantar e umas cervejinhas. Comemos, conversamos, o de sempre... mais um jantar. Quando já era hora, levantei e pedi pra chamarem um táxi.
— Espera, vou te levar.
— Não, deixa, vou de táxi, não precisa sair à toa.
— Fala sério, não me custa nada, te fiz vir sem o carro mesmo. além disso, sua amiga já me adiantou que hoje não vai rolar nada pra mim, então não perco nada ficando hahaha
_ pô, que idiota, como você fala uma coisa dessas
_ sabe que eu brinco, amor, não esquenta
acabei aceitando a carona e de novo no carro com ele, dessa vez com umas doses na cabeça e pensando que o assunto já tinha passado
_ no fim, a maior emoção que vou ter hoje parece que foi você olhar pra minha pika, sua amiga não quer saber de nada hoje
_ haha que besta, depois ela alivia, certeza
_ não, me deu um fora feio já
_ e é... quando não é dia, não é dia
dava pra ver que ele tava meio alterado pelas cervejinhas, e eu não ficava atrás
_ se quiser, pode olhar de novo...
_ haha
_ não era piada. gostei de você me olhar assim
_ que isso? eu gosto das gatinhas
_ claro... relaxa, besta, já te falei que fica entre nós
queria fingir que tava ofendido, mas minha cabeça tava a mil. olhei pra ele e ele tava se tocando por cima da calça jeans
_ vai, olha agora como ela tá
ele desabotoou a calça e deixou ela sair. dessa vez não tava mais dormindo. tava dura, reta, era de cinema
_ e aí? assim você gosta mais ou não?
_ haha você é louco, é o namorado da minha amiga
_ mais motivo ainda, otário, ninguém vai ficar sabendo...
ele pegou minha mão e levou até a pika dele, eu obviamente não resisti nada, tava nas nuvens. não conseguia acreditar no que tava rolando, nem no gostoso que era sentir aquela pika grossa na minha mão
_ uh, seba, que gostosa, sabia que não tava errada sobre você
_ olha o que você me faz fazer
_ relaxa e aproveita, é toda sua
olhei pra todos os lados pra ver se tinha carros ou gente. mas os vidros eram escuros
_ tira esse braço do volante
_ pra quê?
_ quero chupar ela toda
_ ui sim, vem
ele tirou o braço e colocou nas minhas costas enquanto me guiava pra baixo. fiquei 2 segundos com ela a 2 centímetros da minha boca
_ é melhor ninguém ficar sabendo disso
e enfiei na boca, só consegui pegar a cabeça na primeira. tava linda, quente, tudo que eu imaginava que era Sentei melhor e continuei chupando, cada vez mais. Era uma delícia, e os gemidos dela deixavam tudo ainda mais quente.
— Ah, Seba, que gostoso você chupa, filho da puta. Tá gostando?
Eu tava no paraíso, não queria nem parar pra responder. Chupava, lambia, dava beijinhos na cabeça dela. Fazia tudo que imaginava quando via filmes sozinho em casa.
— Adoro, é uma delícia.
— Ah, que amigo legal você acabou sendo, hein.
— Haha, você disse pra eu relaxar, então...
— Siiiim... adoro como você relaxa. Continua chupando.
Eu tava ficando louco, chupava de todos os jeitos que vinham na cabeça. Quando tirei um pouquinho e olhei, saiu uma gotinha de pré-gozo e, igual pirulito, meti aquela cabeça linda na boca e saboreei.
— Ai, que pau gostoso que você tem, filho da puta, adoro.
— Você vai me fazer gozar, cara.
— Hum, sim.
— Vai continuar?
— Claro, me dá tudo.
Senti ela ficando mais dura, mais quente, e os gemidos cada vez mais rápidos. Eu não parei e aumentei o ritmo até que, de repente, senti aquele gemido final e comecei a sentir todo aquele gozo quente na minha boca, pulsando e jorrando sem parar. Pelo tamanho do pau dela e a quantidade de gozo, não aguentei e transbordou, mas em nenhum momento parei. Foi uma delícia, tudo que imaginei. Saí por 2 segundos e voltei pra limpar.
— Hum, que gozo gostoso.
— Ah, cara, que bem que você faz isso.
— Gostou de como chupei? — enquanto continuava limpando e dando beijinhos.
— Adorei, Seba, você me destruiu.
Terminei de me levantar e me ajeitar no banco, ainda com restos do gozo dela na boca. Ficava saboreando enquanto olhava pra ela, sem acreditar no que tinha feito.
— Muito gostosa a sobremesa, hein, haha.
— Haha, verdade, sim.
— Bom, se isso ficar entre a gente, como você disse, pode se repetir.
— Claro que vai se repetir, semana que vem tem jogo de novo...
Comentem se gostaram e vou continuar contando como essa história frutífera segue. Espero que tenham gostado. Abraços.
Meu nome é Seba, tenho 28 anos e sempre levei uma vida hétero. Sempre fui muito masturbador, adoro pornô, e há um tempo comecei a explorar outros estilos, como o bissexual e o gay. No começo, eram só fantasias, que depois se somaram ao tesão do chat e de conversar com homens que queriam fazer de tudo comigo, mas nunca nada real. Obviamente, como muitos outros, mantenho essa parte da minha vida em segredo e ninguém sabe, nem meus amigos mais próximos.
Ano passado, minha melhor amiga começou um relacionamento com um homem um pouco mais velho que a gente, não muito, 37 anos. Alto, corpo bonito, sempre arrumado. Nunca reparei em homens no dia a dia, mas esse cara era gostoso e chamava atenção. Várias vezes a gente se encontrava com minha amiga e ele pra comer algo e passar o tempo. Suponho que pra agradar minha amiga e se dar bem comigo, um dia ele me chamou pra jogar futebol de salão com os amigos dele, e eu aceitei pelo mesmo motivo, sem pensar em nada além disso e muito menos imaginar no que ia dar.
Naquele dia, ele me mandou uma mensagem e avisou que ia me buscar porque a quadra era longe, pra eu não me perder nem ter que ir sozinho. Quando ele chegou em casa e eu fui entrar no carro, ele me disse pra levar minhas coisas pra tomar banho, que depois minha amiga ia nos esperar na casa dela pra beber algo. Até aí tudo normal, peguei minhas coisas e fomos jogar. Partida normal, os amigos gente boa, na prévia umas piadas de que ele tava comendo uma mina e tal, coisas normais, suponho. Depois do jogo, a gente tomou umas cervejinhas e aos poucos foram indo embora, aí foi quando ele me disse pra irmos tomar banho.
Entramos no banho e era daqueles vestiários abertos, sem divisórias entre os chuveiros. Uma situação mais que excitante pra mim, sabia que em algum momento ia dar uma olhada, mas não queria ser muito óbvio. Entrei primeiro e tentei disfarçar meu tesão, mas assim que senti ele entrando, não consegui. resistir e me virei pra ver como ele vinha. Nem preciso dizer o que olhei primeiro... era linda, grossa e de um tamanho mais que considerável.
— Ah, merda... então é por isso que ela tá sempre contente, né?
— Haha, que idiota, nem tanto assim.
— Fala sério, se fazendo de humilde.
Seguimos cada um tomando banho. Eu já não aguentava mais de tesão, mas fazia de tudo pra não deixar transparecer. De vez em quando, aproveitava que ele fechava os olhos pra se enxaguar e olhava mais tranquilo. Tava uma visão incrível, sem um pelo e mesmo dormindo já dava pra ver como era gostosa. Parece que não fui tão discreto quanto pensei.
— Ah, gostou mesmo, quer uma foto? — ela falou brincando.
— Haha, nada, mano, nada a ver.
Fiquei tão nervoso que não sabia o que fazer. Só consegui fechar o chuveiro e ir me trocar. Ele ficou mais um pouco no banho e nos encontramos fora do vestiário pra ir pra casa dele.
O caminho no carro começou super estranho, a gente não falava nada, eu não sabia onde me enfiar. E mesmo assim, não conseguia tirar a imagem daquela buceta linda da cabeça.
— Ei, desculpa se te deixei desconfortável, a da foto era brincadeira.
Fiquei ainda mais nervoso.
— De boa, mano, já sei. Desculpa você... não quero que tire a ideia errada.
— Errada por quê? Não tem problema se você olhou, todo mundo olha nos vestiários. Alguns mais que outros, né? Haha.
— Haha, é, eu também, nem tanto. Você não vai ser tão idiota de fazer alguma piada dessas na frente da Vale, né?
— Não, ela fica com ciúmes dessa minha buceta, vai te expulsar, haha.
— Sério, fico muito viado se você contar.
— Ela não sabe que você gosta?
— Gostar do quê? Foram dois segundos, mano.
— Haha, não esquenta, tô só zoando. Fica entre a gente. Até o próximo jogo... haha.
— Haha, que idiota.
A conversa depois seguiu com besteiras até chegarmos na casa. A Vale nos esperava com o jantar e umas cervejinhas. Comemos, conversamos, o de sempre... mais um jantar. Quando já era hora, levantei e pedi pra chamarem um táxi.
— Espera, vou te levar.
— Não, deixa, vou de táxi, não precisa sair à toa.
— Fala sério, não me custa nada, te fiz vir sem o carro mesmo. além disso, sua amiga já me adiantou que hoje não vai rolar nada pra mim, então não perco nada ficando hahaha
_ pô, que idiota, como você fala uma coisa dessas
_ sabe que eu brinco, amor, não esquenta
acabei aceitando a carona e de novo no carro com ele, dessa vez com umas doses na cabeça e pensando que o assunto já tinha passado
_ no fim, a maior emoção que vou ter hoje parece que foi você olhar pra minha pika, sua amiga não quer saber de nada hoje
_ haha que besta, depois ela alivia, certeza
_ não, me deu um fora feio já
_ e é... quando não é dia, não é dia
dava pra ver que ele tava meio alterado pelas cervejinhas, e eu não ficava atrás
_ se quiser, pode olhar de novo...
_ haha
_ não era piada. gostei de você me olhar assim
_ que isso? eu gosto das gatinhas
_ claro... relaxa, besta, já te falei que fica entre nós
queria fingir que tava ofendido, mas minha cabeça tava a mil. olhei pra ele e ele tava se tocando por cima da calça jeans
_ vai, olha agora como ela tá
ele desabotoou a calça e deixou ela sair. dessa vez não tava mais dormindo. tava dura, reta, era de cinema
_ e aí? assim você gosta mais ou não?
_ haha você é louco, é o namorado da minha amiga
_ mais motivo ainda, otário, ninguém vai ficar sabendo...
ele pegou minha mão e levou até a pika dele, eu obviamente não resisti nada, tava nas nuvens. não conseguia acreditar no que tava rolando, nem no gostoso que era sentir aquela pika grossa na minha mão
_ uh, seba, que gostosa, sabia que não tava errada sobre você
_ olha o que você me faz fazer
_ relaxa e aproveita, é toda sua
olhei pra todos os lados pra ver se tinha carros ou gente. mas os vidros eram escuros
_ tira esse braço do volante
_ pra quê?
_ quero chupar ela toda
_ ui sim, vem
ele tirou o braço e colocou nas minhas costas enquanto me guiava pra baixo. fiquei 2 segundos com ela a 2 centímetros da minha boca
_ é melhor ninguém ficar sabendo disso
e enfiei na boca, só consegui pegar a cabeça na primeira. tava linda, quente, tudo que eu imaginava que era Sentei melhor e continuei chupando, cada vez mais. Era uma delícia, e os gemidos dela deixavam tudo ainda mais quente.
— Ah, Seba, que gostoso você chupa, filho da puta. Tá gostando?
Eu tava no paraíso, não queria nem parar pra responder. Chupava, lambia, dava beijinhos na cabeça dela. Fazia tudo que imaginava quando via filmes sozinho em casa.
— Adoro, é uma delícia.
— Ah, que amigo legal você acabou sendo, hein.
— Haha, você disse pra eu relaxar, então...
— Siiiim... adoro como você relaxa. Continua chupando.
Eu tava ficando louco, chupava de todos os jeitos que vinham na cabeça. Quando tirei um pouquinho e olhei, saiu uma gotinha de pré-gozo e, igual pirulito, meti aquela cabeça linda na boca e saboreei.
— Ai, que pau gostoso que você tem, filho da puta, adoro.
— Você vai me fazer gozar, cara.
— Hum, sim.
— Vai continuar?
— Claro, me dá tudo.
Senti ela ficando mais dura, mais quente, e os gemidos cada vez mais rápidos. Eu não parei e aumentei o ritmo até que, de repente, senti aquele gemido final e comecei a sentir todo aquele gozo quente na minha boca, pulsando e jorrando sem parar. Pelo tamanho do pau dela e a quantidade de gozo, não aguentei e transbordou, mas em nenhum momento parei. Foi uma delícia, tudo que imaginei. Saí por 2 segundos e voltei pra limpar.
— Hum, que gozo gostoso.
— Ah, cara, que bem que você faz isso.
— Gostou de como chupei? — enquanto continuava limpando e dando beijinhos.
— Adorei, Seba, você me destruiu.
Terminei de me levantar e me ajeitar no banco, ainda com restos do gozo dela na boca. Ficava saboreando enquanto olhava pra ela, sem acreditar no que tinha feito.
— Muito gostosa a sobremesa, hein, haha.
— Haha, verdade, sim.
— Bom, se isso ficar entre a gente, como você disse, pode se repetir.
— Claro que vai se repetir, semana que vem tem jogo de novo...
Comentem se gostaram e vou continuar contando como essa história frutífera segue. Espero que tenham gostado. Abraços.
6 comentários - el novio de mi amiga, mi primer amante gay