Fudida por um caminhoneiro

ESPERO QUE GOSTEM DE UM PEQUENO RELATO

Queria fazer uma viagem de aventura até Piura, nada de avião, queria ir de carona. Encontrei um caminhoneiro mais velho, que não só me levou de graça no caminhão dele, mas também me comeu como o melhor dos amantes; nunca vou esquecer.

Ao atracar o barco na península, peguei carona com minha mochila nas costas, tive que dispensar a minissaia, minha mãe insistiu; ela me disse antes de eu sair:
_ Filha, se você pedir carona de minissaia, pode ser que um tarado te pegue; se está tão decidida, pelo menos coloca uma calça jeans.
A verdade é que, quando pensei nisso, vi que ela tinha razão.

Meu sonho de ir pra Piura "de carona" tinha começado ao sair de Cusco. Me coloquei numa área de descanso na saída de Elche com minha juba castanha ao vento e, depois de meia hora pedindo carona, "a sorte veio me visitar". Um caminhoneiro que subiu no caminhão depois de almoçar, aproximou o caminhão de onde eu estava e me disse pela janela:
_ Onde você vai, mocinha? Vai sozinha? Ou tem alguém na área que vai vir correndo?
_ Vou sozinha, senhor, não se preocupe; não tenho namorado "escondido" no posto. Vou longe, pra Piura; mas se você me deixar perto da entrada, já agradeço demais.
_ Você deu sorte, gata, eu vou até Piura, então, se quiser, te levo até seu destino; mas só se for maior de idade e tiver o documento de identidade.
_ Eu me chamo Susan e tenho 18 anos, aqui está meu documento.
_ Perfeito, gostosa, eu me chamo Joaquim.
_ Muito obrigada, Joaquim.

Foi difícil subir naquele caminhão enorme, Joaquim desceu do outro lado pra me ajudar a subir, me segurou pela cintura enquanto eu subia aqueles degraus inclinados. Lá de cima, os carros pareciam de brinquedo, que sexy era aquilo!

O caminhoneiro, além de ser respeitoso, era um homem maduro muito atraente pra idade dele, uns cinquenta anos. Joaquim vinha carregado desde Tacna e, segundo a rota dele, me deixaria a uns duzentos quilômetros de Amsterdã, meu destino. O O caminhoneiro tava a fim de conversar, a solidão, acho, me perguntou:
_ De onde você é, mocinha?
_ De Arequipa.
_ Devem ser bonitas as praias, nunca vi. Eu sou de Puno, lá tá minha mulher; só nos vemos a cada duas semanas, mas se eu não fizesse viagens pro sul, não arrumava trampo por aqui. E você, o que faz, estuda?
_ Sim, estudo na universidade, mas tirei uns dias "por minha conta", e não trabalho.
_ Estuda, que isso é bom; assim você pode trabalhar no que gosta. Sabe, você deu sorte de pegar carona comigo, sou casado e sério, não te dá medo viajar com estranhos?
_ Um pouco, mas quero ser decidida e se tiver que me acontecer algo, pode acontecer até em casa; sabe, Joaquim!, outro dia um armário da cozinha caiu na minha casa e quase me esmaga; nunca se sabe onde a gente vai se ferrar.
_ Moça esperta, muito esperta; e me deixa dizer que muito gostosa, seus olhos castanhos e sua cabeleira morena devem ter partido muitos corações, né?
_ Um ou outro eu já parti, Joaquim _ falei e caí na risada.
Depois de mais de quatro horas, finalmente Joaquim parou; estávamos num lugar perto da praia. Enquanto ele abastecia, eu saí correndo pro banheiro, "tava morrendo de vontade de mijar". Depois ele me levou num lugar onde por 5 reais cada um a gente podia tomar um banho. Tava tão cansada de usar jeans e me sentia tão à vontade com o Joaquim que, ao pegar as calcinhas limpas da minha mochila, também peguei uma minissaia azul-clara. Jantamos e ele não deixou eu pagar e também não parou de olhar minhas coxas brancas disfarçadamente (tenho umas coxas lindas e... eu sei); olhei pra ele com meus olhos castanhos e peguei ele num dos "seus exames", nas minhas coxas, e o Joaquim falou:
_ Desculpa, Margarida, te olho sem maldade, juro, é que meus olhos vão sozinhos; tô há mais de uma semana sem ver minha mulher e só de ver suas coxas fico doido; não tem medo não.
O caminhão tava estacionado em fila junto com outros caminhões, dava pra ver poucos caminhoneiros.
Dormimos no caminhão, cada um numa beliche, eu na de Fala. Antes de dormir, ele me disse:
— Se baterem na porta, não responde. Não dá mais pra dormir nos caminhões, só em hotel; mas um amigo meu, de um hotel, me dá recibos 'e pronto'. Se bater vontade de mijar, sai e mija debaixo do caminhão, só abre aqui; se não conseguir abrir a porta, me acorda. Boa noite, gata.

Ali dormia-se muito bem, o Joaquim mantinha tudo limpinho, cheirava a desodorizador de pinho. Minha beliche tinha os lençóis passados, certeza que pela mulher dele; me excitou tirar a roupa e sentir aqueles lençóis roçando minha pele. Enfiei a cabeça pela cortininha e perguntei:
— Joaquim, tua mulher sabe que você me levou no caminhão?
— Não, por nada não; só que não costumo contar nada além do que a deixa feliz, 'mulher contente, mulher melhor'.
— Esperto, hein — falei, e os dois caímos na risada.

Eu tava confortável ali, o Joaquim roncava baixinho e sonhava; segundo ele, tava dirigindo desde Tacna. Me sentia excitada sentindo o cheiro do desodorante dele, desde que tinha tomado banho; mas agora, ouvindo os roncos leves de cansaço dele debaixo da minha beliche, minha buceta nua tava molhada. Enfiei a cabeça pela cortininha olhando pra baixo e fiquei observando o rosto dele. Era uma graça vê-lo dormindo, com aquela cara de 'meninão'; enquanto, com o pescoço esticado, olhava pra ele, sob a luz de emergência do caminhão, com a outra mão me masturbei, manchando aqueles lençóis limpos.

De madrugada, vestindo meu pijama, saí pra mijar. Cheirava a diesel debaixo do caminhão enquanto fazia xixi perto de uma roda da frente, limpei a xereca com um lenço e voltei pra cima pra dormir.
— Não demora tanto quando descer pra mijar, que eu me preocupo — disse o Joaquim, e me senti protegida e excitada de novo.

De manhã, a estrada tava cheia de caminhões e, à direita, dava pra ver o mar. Depois de mais de quatro horas de estrada, paramos numa área de serviço e tomamos café (dessa vez eu paguei).
Mais umas quatro horas ou mais ficamos na estrada, a paisagem cada vez mais verdinha. Conforme a gente se embrenhava no centro de Lima. Que diferença da península, onde as áreas sem verde e ressecadas são abundantes.
Joaquín dirigia de um jeito bem tranquilo, era um homem com muito nervo, mas bem controlado. Joaquín estacionou o caminhão nos arredores de Lima, perto de um parque de diversões.
Os chuveiros daquela área estavam bem limpos, mas os caminhoneiros que faziam fila pra tomar banho olhavam pra minha minissaia curta e minhas coxas claras como se fossem me devorar com os olhos. Eu ouvia murmúrios, um ou outro me dizia: "gostosa!", e outros riam depois. Joaquín, que estava do meu lado, me pegou pela cintura e me beijou na testa. Todo mundo ficou em silêncio. Joaquín, sem ser muito grande, parecia sério e robusto; até nos deixaram tomar banho antes da nossa vez! Já na cabine, depois que um amigo deu um tíquete de hotel pro Joaquín na cafeteria, entramos na cabine e eu disse:
_ Joaquín, obrigada por cortar o barato dos "seus colegas".
_ Não é nada, são gente boa; o que acontece é que todos nós estamos muito carentes de mulher e os nervos estão à flor da pele; eu só mandei o recado de que você é minha, que cuidado com as brincadeiras.
_ Obrigada.
_ Susan, gostosona; até chegarmos em Piura, nos chuveiros é melhor usar calça, gata, não quero arrumar briga.
_ Vou fazer isso, Joaquín, minha mãe já tinha me falado, que é melhor jeans; obrigada, Joaquín, boa noite.
Nós fomos dormir nos beliches. Eu estava muito excitada, meu caminhoneiro, que me protegeu, era tão correto que não tentava nada comigo, e isso me deixava irritada. Ao subir no meu beliche, deixei a cortina aberta, não queria me cobrir e me despi como todas as noites. Ao tirar a calcinha, joguei ela de cima no painel do veículo, "de raiva", por não poder dar uma trepada tendo vontade, muita vontade. Depois de duas horas, acordei ao sentir um leve movimento no meu beliche. Aguçei o ouvido e percebi que vinha do beliche de baixo; aquele som era inconfundível, já o já tinha ouvido antes… Joaquín estava se masturbando! Enfiei a cabeça, descolando um pouco do meu beliche, sem fazer barulho: Joaquín estava com o olhar fixo na direção do painel; olhei pra lá e vi minha calcinha rosa de renda espalhada em cima da geladeirinha no centro da cabine, ele estava se masturbando enquanto olhava pra minha calcinha!

Levantei a cabeça de novo sem fazer ruído e tirei os pés, apoiando-os na escadinha portátil. Desci de uma vez sem esperar ele gozar e fiquei de pé, minha cabeça estava na altura do meu beliche e olhando pra ele, então eu não via ele e ele também não via meu rosto; mas ele via minha buceta na frente da cara dele.

Como se não tivesse percebido. Safada, do jeito que só eu sei ser, me agachei pelada e abri a geladeirinha pra beber água, mostrando minha bunda branca e sardenta pro olhar do Joaquín, que atrás de mim, com certeza tava me olhando. Me virei do jeito que tava, pelada e de cócoras, e quando olhei pro meu caminhoneiro vi os olhos dele fechados. As pálpebras dele estavam apertadas e sem relaxamento; ele tava fingindo que tava dormindo!, até simulando respiração de sono, mas dava pra perceber. Sem pedir permissão, abri a roupa de cama do beliche dele e me deitei junto com ele. A luz fraca de emergência da cabine revelou pros meus olhos um pau totalmente duro, não era dos maiores que já tinha visto, teria uns dezoito centímetros, mas a cabeça era grossa como o fundo de um copo médio. Esse pau, meio torto pra direita, me agradou: a pele esticada desse membro era de um homem maduro e tinha a grossura e o aspecto de uma rola "curtida em mil batalhas". Meu caminhoneiro fingiu que não acordou quando me enfiei no beliche dele, "sem estar realmente dormindo". Entrei na brincadeira, tomada por um desejo repentino de ser dele como conquista, como amante e como sua puta.

Meu corpo deitado sobre o do Joaquín sentia o calor dele, os pelos do peito dele roçavam meus peitos macios e generosos. Minha mão direita procurou "a rola dele". e encontrei ela fora da cueca dele (ele não tinha tido tempo de guardar). Acariciei com a mão, bem devagar, pra ele achar que eu achava que ele tava dormindo e não queria acordar. Subi e desci a pele daquele pau robusto com delicadeza, várias vezes. Depois peguei, sem apertar, as duas bolas grandes dele, que estavam rodeadas de uma pele raspada, sem pelo e áspera.
Sentei no meio da cama e, colocando minha boca perto do pinto dele, comecei a dar lambidas como se tivesse chupando um sorvete. Joaquim não continuou a fingir, mas também não falou nada; só senti a mão direita dele acariciando minha longa cabeleira ruiva como se eu fosse uma gatinha que tivesse entrado no caminhão dele. Não consegui enfiar o pau dele na boca, a ponta era grossa demais, então dei mordidinhas ao longo do membro e, depois, engoli uma por uma as duas bolas grandes dele, "de cada vez", as duas não cabiam de uma vez entre meus dentes brancos.
_ Apoia no painel, Margarita, por favor _ ele disse num suspiro excitado.
Não falei nada, só tirei da boca uma das bolas dele, bem quente, e, deixando cair contra a coxa dele, me levantei e fiquei de joelhos, esticando os braços sobre o painel, curvando as costas pra minha bunda "ganhar altura".
_ Que rabão, ruiva, que vontade de te ver de quatro, você me deixava resmungando, gostosa _ disse Joaquim com um tom de voz que eu nunca tinha ouvido e meio autoritário que me excitou pra caralho.
Respondi com voz de puta:
_ Então aproveita agora, meu caminhoneiro, e faz logo; me penetra bem.
Ele aproveitou muito bem meu corpo:
Senti que, por trás, ele dava mordidas na minha bunda sem cravar os dentes, depois lambeu minha boceta, que aparecia por trás, como um tarado chupando e fazendo barulho com a boca, ele tava engolindo a umidade da minha excitação… um bom tempo ele ficou comendo minha xota, com vontade; dava pra ver que me desejava com um fogo interno danado, disfarçado esses dias pela educação dele. amabilidade.
Senti como a ponta daquela piroca grossa e treinada arrastava meus lábios menores, dobrando-os pra dentro da minha buceta, como se minha xota fosse a porta de um salão do velho oeste e a piroca dele, um pistoleiro que tivesse entrado pra "comer o mundo".
Que sensação, sentir aquele pau inteiro enfiado no meu xereca, o movimento acelerou, o caminhão balançava como se a gente tivesse num brinquedo de parque. Doía e eu gostava, Joaquim me preenchia, unnnn gozei dando um grito e uma contração forte, de prazer, sacudiu minha barriga. Ele percebeu, acelerou como se quisesse me machucar, e com um gemido forte "como se cantasse", gozou dentro de mim.
Senti o esperma quente dele inundar minha buceta até o fundo, era tão grosso e tão quente que eu não lembrava de nada igual; ele deu várias estocadas finais como um coelho transando, "super rápido", e outro jorro inundou meu ser. Joaquim se afastou de mim e minha xota começou "a escorrer" esperma como se eu fosse uma iogurteira adúltera e cheia de vida; que loucura!, o esperma dele descia pelas minhas coxas grosso como mel até o estofado do chão do caminhão; perto dos meus joelhos. Me levantei sentindo vergonha quando nossos olhares se cruzaram, ele me abraçou e me beijou na boca, mordendo meus lábios.
Antes de me deixar em Piura, a gente transou mais três vezes, também dentro do caminhão; numa dessas vezes, consegui engolir a vara inteira dele e, nessa ocasião, o esperma dele escorreu pela minha garganta safada, sentindo o gosto e o calor; fui muito feliz.

DESCULPEM SE SOU MEIO DIRETA, MAS TO PASSANDO POR MOMENTOS MEIO DIFÍCEIS FINANCEIRAMENTE. VOU CONTINUAR POSTANDO RELATOS MAIS SEGUIDOS, MAS NÃO SEI SE PODERIAM ME APOIAR DE ALGUMA FORMA, POR FAVOR, OBRIGADA.

8 comentários - Fudida por um caminhoneiro

Pequeño relato jeje bueno leí todo y eres un boom ❤️ peruana
Manda un privado para ver como te puedo ayudar economicamente bebe
hahaha buen relato.. me emocione mucho al leer tacna dos veces...
JAPO66
Tremendo relato. Gracias por compartir tus historias. Esperamos maaas🔥