Minha parceira fez algumas vendas pela internet, também de forma particular, até que entrou em contato, através do Mercado Livre, com um colecionador de edições antigas. Meu marido tinha vários desses, primeiras edições de qualquer autor que você imaginar, então montou uma estante com todos esses títulos e chamou o cara para vir ver e fazer um orçamento. O problema é que o horário dos dois não batia e, pra piorar, no fim de semana meu marido teve que viajar para Rosário por causa de um problema com a mãe dele. Então ele me encarregou de fechar o negócio.
O colecionador ficou de vir numa terça-feira à tarde. A verdade é que eu esqueci que ele vinha, então quando ele chegou, eu estava vestida como quem tá em casa: um shortinho jeans, uma blusa folgada, sem sutiã por baixo e chinelos. Quando recebi ele, os olhos do cara foram direto pro decote da minha blusa, por onde o vale dos meus peitos aparecia voluptuoso e provocante.
—A senhora [sobrenome do meu marido]? — perguntou com uma voz de locutor romântico.
—Sim, o senhor Ayala? — respondi.
—O mesmo, prazer em conhecê-la — ele concordou, estendendo a mão pra mim.
—Encantada—respondi, apertando a mão dela.
Ao apertar a mão dele, senti uma leve carícia da palma dele contra a minha, quase imperceptível, mas evidente. Deixei ele entrar, convidei pra sentar e ofereci uma xícara de café. Era um homem de mais de 50, mas menos de 60.
Depois do café e de bater um papo, e de me falar que não esperava que um cliente tivesse uma esposa tão gostosa… haha, mostrei os livros pra ele. Ele foi folheando um por um, examinando as capas, as páginas, principalmente as bordas.
—Mmm… muito bom… e esses aí embaixo? — perguntou, ajustando os óculos na ponte do nariz.
—São de uma coleção do Borges — falei e me curvei pra pegar um, foi aí que percebi que tinha ficado com a bunda empinada pra ele.
—Mas… que material bom! — exclamou rindo quando entreguei uma edição, embora pela expressão dela não desse pra saber se tava falando do livro ou da minha rabeta.
— Dos melhores — sorri também, entendendo que ele se referia à última parte. Naquele exato instante, como se fosse um sinal do destino, ouço o choro do meu bebê (sim, tenho um bebê de seis meses), pedindo a mamadeira.
- Com licença? Hora da mamada, você continua vendo os livros - falo pra ela.
Vou pro quarto, trago meu bebê comigo pra sala, sento na frente do colecionador e, puxando uma teta pra fora, começo a amamentar. Os olhos do cara iam de um lado pro outro, do livro pro meu peito e vice-versa. Quando termina a primeira mamada, faço ele arrotar e troco pra outra teta, mas sem esconder a primeira. Se antes os olhos do cara já estavam saindo das órbitas, agora estavam revirando. Não que eu tivesse pensando em dar pra ele, mas pelo menos queria saber até onde ele era capaz de ir, e além disso queria me livrar de uma vez por todas desses malditos livros.
—E aí, o que achou? — perguntei com um duplo sentido bem na cara.
—A verdade é que… muito interessante — concordou, me encarando sem nenhum disfarce o peito nu — Como eu disse, material de primeira, embora…
—Ainda que o quê? — quis saber.
- É que eu teria que fazer uma revisão mais completa - respondeu sem tirar os olhos de mim.
Eu sorri, dei mais uma mamada pro meu bebê e, já satisfeito, devolvi ele pro berço, tudo isso sem cobrir os peitos. Quando voltei pra sala, ainda estava com as tetas de fora. Peguei elas por baixo com as duas mãos, levantei como se fosse uma oferenda e falei:
— Quer experimentar elas?
Deixo o livro na estante e ela vem na tora. Me abraçou com loucura, encostando o pacote dela entre minhas pernas.
—Assim que eu queria te ter, mamãe, você vem me esquentando desde que cheguei, filha da puta, cê acha que eu sou de ferro? — ele disse e, me beijando com frenesi, começou a se esfregar no meu corpo igual um cachorro no cio. Da minha boca, desceu pros meus peitos e chupou eles, lambendo gulosamente a porra que tinha sobrado.
—Acho que a gente vai fazer um bom negócio — ele disse, deslizando a mão pelas minhas costas, até chegar na minha bunda, pra apalpar e apertar do jeito que quisesse.
-Que vontade que eu tava de pegar no teu pau desde que você colocou ele na minha frente… mmm… que rabão gostoso você tem, mamãe!
—Mas primeiro vamos falar de negócios — falei, afastando ele com um empurrãozinho suave.
—O quê, vai me cobrar? — ela se assustou.
-Não, idiota, tô falando dos livros. Quanto é tudo?
—Eh… não sei, talvez…— gaguejou.
—Olha, quanto melhor for a cotação, melhor vou me comportar — eu provoco.
-Bom, é… O que você acha de (X) reais?-
—Não me fode! — agora quem se assustou fui eu — Por isso eu te faço um boquete, e no máximo uma espanhola.
-Tá bom, vamos ver... digamos... (X) reais pela coleção inteira?
—Assim fica bem melhor, embora eu preferisse uns (X) reais — falei, mencionando um valor que passava do que meu marido tinha estipulado.
— Não sei… — hesitou de novo, coçando a cabeça.
Empurrei ele pra fazer ele cair sentado no sofá, montei em cima dele de pernas abertas e comi a boca dele, enrolando minha língua na dele.
—Olha que eu posso ser muito grata, hein — confessei.
-Tá bom, tá bom, fuck you o que você quiser- ele finalmente aceitou.
—O que você pedir, sério? — repeti, sorrindo maliciosamente pra ela, enquanto me abaixava.

Ajoelhado entre as pernas dela, começou a desabotoar a calça dele, sem parar de acariciar por cima do tecido uma ereção da porra.
Logo peguei nas mãos um pau curto, mas bem grosso, com uma cabeça que parecia o chapéu de um cogumelo. Beijei a ponta e deslizei minha língua pra cima e pra baixo, lambendo ele inteiro, chegando até as bolas, que tratei com todo cuidado, beijando, chupando, mordendo... enchendo a boca com uma e depois com a outra, pra depois subir e começar a devorar pedaço por pedaço, parte por parte, primeiro a glande, quente, suculenta, inchada, e depois o resto, até que aquilo que parecia um cogumelo entalou na minha garganta, veio um ânsia, mas segurei e fui até o fim, conseguindo enfiar tudo dentro da boca. Meus lábios roçaram nas bolas e os pelos, grossos e arrepiados, fizeram cócegas na pontinha do meu nariz. Soltei ele, todo melado e dormente, coberto com minha baba, e comecei a chupar de novo, até a raiz, e assim uma vez e outra, me deliciando com cada pedaço de pau, enlouquecendo o colecionador de um jeito impiedoso.
Uffffff… ahhhhhh… que boquete gostoso…!" — exclama entre suspiros tranquilos, expressando de todas as formas possíveis o quanto aquela chupada de buceta estava satisfazendo ele.
Eu também devo dizer, já que ele tinha uma rola deliciosa, daquelas que dá vontade de chupar e chupar até arrancar a pele na base da sucção.
Já com a pica no auge do seu esplendor, me levantei e tirei toda a roupa, dando uma voltinha pra que ela pudesse me admirar sem impedimentos.
-Ô, que gostosa eu vou comer! - exclamou animado, esfregando a pica com força enquanto se deliciava com as minhas curvas.
Na maior pressa, tirou os sapatos, arrancou praticamente a calça e a cueca, e quando estava prestes a desatar a gravata, eu disse:
-Espera, deixa isso comigo
Sentei de novo em cima dele, com o pau dele se esfregando entre minhas partes íntimas. Tirei primeiro a gravata dele e, enquanto o beijava gostoso e cheio de tesão, raspando meus lábios nos bigodes grossos e ásperos dele, fui desabotoando a camisa dele botão por botão. Quando cheguei no último, abri a camisa toda de uma vez e enfiei o nariz no peito peludo dele, aspirando aquele aroma tão viril e excitante, puro cheiro de macho quente. Mordi de leve os bicos do peito dele, chupei eles e segui pela linha da barriga, lambendo e beijando tudo no caminho, enfiando a língua no umbigo dele, rodando e rodando lá dentro, até chegar de novo no pau dele, durasso e empinado, e chupar ele de novo com um frenesi danado. Dessa vez ele segurou minha cabeça com as mãos pelos lados e me acompanhou naquele vai e vem que eu fazia em volta do volume enorme dele. Depois de chupar bem chupado, coloquei uma camisinha das que uso com meu marido e montei nele com toda a vontade, mas antes de enfiar, peguei o pau dele com uma mão e esfreguei contra meus lábios da buceta… senti tipo um choque elétrico que me fez tremer toda… só então encaixei a cabeça em formato de cogumelo entre meus lábios e fui descendo, sugando aquele bastão grosso de carne que se moldou perfeitamente nas minhas medidas apertadas.
Soltei um grito de alegria quando senti ela toda dentro, pulsando de tesão, me preenchendo com aquela turgência que me enchia de sensações… sensações intensas, maravilhosas. Devagarzinho comecei a me mexer, pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo, sentindo lá no fundo aquelas punhetadas deliciosas que me sacodem até a alma.
No começo, minhas oscilações eram calmas e lentas, toda uma "Lady" montando seu corcel, mas aos poucos fui acelerando, cravando com mais força naquele morcilhão pulsante e turgido que se enterrava até o fundo do meu íntimo, me transformando agora numa amazona cavalgando seu selvagem garanhão. Não desistia, muito pelo contrário, intensificava o ritmo, fazendo da grossa piroca do colecionador meu centro de gravidade, o eixo de todos os meus movimentos, subia e descia, me encaixando perfeitamente, entregando meus peitos pra ele saborear à vontade. E era exatamente isso que ele fazia, chupava, beijava, mordia, se lambuzava com o leite que jorrava a borbotões dos meus bicos.
Depois de uma cavalgada tão intensa, desci daquela montaria confortável e fiquei de quatro, dando tapas na minha própria bunda, me entregando de corpo e alma. O colecionador se levantou, também deu uns tapas na minha bunda e, segurando o pau grosso dele com uma mão, encaixou rapidinho entre minhas nádegas… quando senti a cabeçona queimando meus lábios, só precisei ir pra trás e engolir até a metade, ele cuidou de meter o resto. Então me agarrou pela cintura e começou a me foder com tudo, bem na selvageria, espalhando com cada estocada todo o tesão que tava acumulado. Cada batida da pélvis dele na minha retaguarda produzia um som ensurdecedor que ecoava por cima dos nossos gemidos e ofegos. Nós dois nos movíamos, ele pra frente, eu pra trás, nos esforçando pra conseguir uma penetração cada vez mais funda, mesmo que fosse impossível, já que ele tava metendo até o saco. De repente, deixou enfiado bem lá dentro e, dando um tapa forte na minha bunda, exclamou:
—Que puta que era a esposa do meu cliente!
—Muito, mas muito puta! — reafirmei pra ele, ao mesmo tempo que empurrava ele pra trás com a bunda, até deixar ele sentado, me acomodando por cima, tudo isso com o pau dele ainda pulsando dentro de mim.
Parece que ela tinha se cansado de tanto se mexer. Mas eu não queria parar, nem pra recuperar o fôlego, queria continuar fodendo, queria continuar sentindo lá dentro aquela potência viva e encarnada.
Agora fui eu que comecei a me mexer, praticamente pulando nas pernas dele, me enfiando uma e outra vez naquela barra de carne toda, que apesar do látex, estava quente e escorregadia. Aí eu senti... senti chegando... o orgasmo explodiu de um jeito barulhento pra caralho. Meus gemidos deviam estar sendo ouvidos até no corredor do prédio, mas não tava nem aí, precisava liberar de uma vez toda aquela tensão sexual que acumulei desde que o colecionador entrou pela porta do meu apartamento. Quando senti que tava me molhando toda e gozando tão violentamente, o colecionador gozou junto comigo. Os gemidos roucos dele se misturaram com os meus, enquanto ele me agarrava pelos peitos e me mantinha apertada contra o corpo dele, enchendo a camisinha até o talo.
Já passado o calor da batalha, fui me levantando devagar, segurando a base da camisinha com o polegar e o indicador da mão direita, pra não escapar, e tirei. Quando fiz isso, o leite começou a escorrer pelas laterais do preservativo. Minha boca encheu d'água ao ver a quantidade que eu tinha gozado. Com a buceta ainda pulsando de prazer, me ajeitei no chão, entre as pernas dele, tirei a camisinha eu mesma, dei aquele nó na ponta pra jogar fora, e voltei a chupar o pau dele, sugando com gana cada pedaço, saboreando com muito prazer o sêmen que tinha ficado impregnado na superfície. O cara já não aguentava mais, dava pra ver que ele tava exausto, mas extremamente satisfeito.
Que foda, pelo amor de Deus!" — exclamava entre risadas e suspiros — "Fazia anos que não dava uma trepada assim!" — e, acariciando minha cabeça de forma paternal, completou: — "Valeu!
—Obrigado a você… — respondi — …por ter uma rola tão gostosa — e continuei chupando, sempre olhando nos olhos dele.
E foi assim que consegui vender a coleção de livros do meu marido, e pelo melhor preço do mercado. Meu marido felizão, óbvio… hehe.
O colecionador ficou de vir numa terça-feira à tarde. A verdade é que eu esqueci que ele vinha, então quando ele chegou, eu estava vestida como quem tá em casa: um shortinho jeans, uma blusa folgada, sem sutiã por baixo e chinelos. Quando recebi ele, os olhos do cara foram direto pro decote da minha blusa, por onde o vale dos meus peitos aparecia voluptuoso e provocante.
—A senhora [sobrenome do meu marido]? — perguntou com uma voz de locutor romântico.
—Sim, o senhor Ayala? — respondi.
—O mesmo, prazer em conhecê-la — ele concordou, estendendo a mão pra mim.
—Encantada—respondi, apertando a mão dela.
Ao apertar a mão dele, senti uma leve carícia da palma dele contra a minha, quase imperceptível, mas evidente. Deixei ele entrar, convidei pra sentar e ofereci uma xícara de café. Era um homem de mais de 50, mas menos de 60.
Depois do café e de bater um papo, e de me falar que não esperava que um cliente tivesse uma esposa tão gostosa… haha, mostrei os livros pra ele. Ele foi folheando um por um, examinando as capas, as páginas, principalmente as bordas.
—Mmm… muito bom… e esses aí embaixo? — perguntou, ajustando os óculos na ponte do nariz.
—São de uma coleção do Borges — falei e me curvei pra pegar um, foi aí que percebi que tinha ficado com a bunda empinada pra ele.
—Mas… que material bom! — exclamou rindo quando entreguei uma edição, embora pela expressão dela não desse pra saber se tava falando do livro ou da minha rabeta.
— Dos melhores — sorri também, entendendo que ele se referia à última parte. Naquele exato instante, como se fosse um sinal do destino, ouço o choro do meu bebê (sim, tenho um bebê de seis meses), pedindo a mamadeira.
- Com licença? Hora da mamada, você continua vendo os livros - falo pra ela.
Vou pro quarto, trago meu bebê comigo pra sala, sento na frente do colecionador e, puxando uma teta pra fora, começo a amamentar. Os olhos do cara iam de um lado pro outro, do livro pro meu peito e vice-versa. Quando termina a primeira mamada, faço ele arrotar e troco pra outra teta, mas sem esconder a primeira. Se antes os olhos do cara já estavam saindo das órbitas, agora estavam revirando. Não que eu tivesse pensando em dar pra ele, mas pelo menos queria saber até onde ele era capaz de ir, e além disso queria me livrar de uma vez por todas desses malditos livros.
—E aí, o que achou? — perguntei com um duplo sentido bem na cara.
—A verdade é que… muito interessante — concordou, me encarando sem nenhum disfarce o peito nu — Como eu disse, material de primeira, embora…
—Ainda que o quê? — quis saber.
- É que eu teria que fazer uma revisão mais completa - respondeu sem tirar os olhos de mim.
Eu sorri, dei mais uma mamada pro meu bebê e, já satisfeito, devolvi ele pro berço, tudo isso sem cobrir os peitos. Quando voltei pra sala, ainda estava com as tetas de fora. Peguei elas por baixo com as duas mãos, levantei como se fosse uma oferenda e falei:
— Quer experimentar elas?
Deixo o livro na estante e ela vem na tora. Me abraçou com loucura, encostando o pacote dela entre minhas pernas.
—Assim que eu queria te ter, mamãe, você vem me esquentando desde que cheguei, filha da puta, cê acha que eu sou de ferro? — ele disse e, me beijando com frenesi, começou a se esfregar no meu corpo igual um cachorro no cio. Da minha boca, desceu pros meus peitos e chupou eles, lambendo gulosamente a porra que tinha sobrado.
—Acho que a gente vai fazer um bom negócio — ele disse, deslizando a mão pelas minhas costas, até chegar na minha bunda, pra apalpar e apertar do jeito que quisesse.
-Que vontade que eu tava de pegar no teu pau desde que você colocou ele na minha frente… mmm… que rabão gostoso você tem, mamãe!
—Mas primeiro vamos falar de negócios — falei, afastando ele com um empurrãozinho suave.
—O quê, vai me cobrar? — ela se assustou.
-Não, idiota, tô falando dos livros. Quanto é tudo?
—Eh… não sei, talvez…— gaguejou.
—Olha, quanto melhor for a cotação, melhor vou me comportar — eu provoco.
-Bom, é… O que você acha de (X) reais?-
—Não me fode! — agora quem se assustou fui eu — Por isso eu te faço um boquete, e no máximo uma espanhola.
-Tá bom, vamos ver... digamos... (X) reais pela coleção inteira?
—Assim fica bem melhor, embora eu preferisse uns (X) reais — falei, mencionando um valor que passava do que meu marido tinha estipulado.
— Não sei… — hesitou de novo, coçando a cabeça.
Empurrei ele pra fazer ele cair sentado no sofá, montei em cima dele de pernas abertas e comi a boca dele, enrolando minha língua na dele.
—Olha que eu posso ser muito grata, hein — confessei.
-Tá bom, tá bom, fuck you o que você quiser- ele finalmente aceitou.
—O que você pedir, sério? — repeti, sorrindo maliciosamente pra ela, enquanto me abaixava.

Ajoelhado entre as pernas dela, começou a desabotoar a calça dele, sem parar de acariciar por cima do tecido uma ereção da porra.
Logo peguei nas mãos um pau curto, mas bem grosso, com uma cabeça que parecia o chapéu de um cogumelo. Beijei a ponta e deslizei minha língua pra cima e pra baixo, lambendo ele inteiro, chegando até as bolas, que tratei com todo cuidado, beijando, chupando, mordendo... enchendo a boca com uma e depois com a outra, pra depois subir e começar a devorar pedaço por pedaço, parte por parte, primeiro a glande, quente, suculenta, inchada, e depois o resto, até que aquilo que parecia um cogumelo entalou na minha garganta, veio um ânsia, mas segurei e fui até o fim, conseguindo enfiar tudo dentro da boca. Meus lábios roçaram nas bolas e os pelos, grossos e arrepiados, fizeram cócegas na pontinha do meu nariz. Soltei ele, todo melado e dormente, coberto com minha baba, e comecei a chupar de novo, até a raiz, e assim uma vez e outra, me deliciando com cada pedaço de pau, enlouquecendo o colecionador de um jeito impiedoso.
Uffffff… ahhhhhh… que boquete gostoso…!" — exclama entre suspiros tranquilos, expressando de todas as formas possíveis o quanto aquela chupada de buceta estava satisfazendo ele.
Eu também devo dizer, já que ele tinha uma rola deliciosa, daquelas que dá vontade de chupar e chupar até arrancar a pele na base da sucção.
Já com a pica no auge do seu esplendor, me levantei e tirei toda a roupa, dando uma voltinha pra que ela pudesse me admirar sem impedimentos.
-Ô, que gostosa eu vou comer! - exclamou animado, esfregando a pica com força enquanto se deliciava com as minhas curvas.
Na maior pressa, tirou os sapatos, arrancou praticamente a calça e a cueca, e quando estava prestes a desatar a gravata, eu disse:
-Espera, deixa isso comigo
Sentei de novo em cima dele, com o pau dele se esfregando entre minhas partes íntimas. Tirei primeiro a gravata dele e, enquanto o beijava gostoso e cheio de tesão, raspando meus lábios nos bigodes grossos e ásperos dele, fui desabotoando a camisa dele botão por botão. Quando cheguei no último, abri a camisa toda de uma vez e enfiei o nariz no peito peludo dele, aspirando aquele aroma tão viril e excitante, puro cheiro de macho quente. Mordi de leve os bicos do peito dele, chupei eles e segui pela linha da barriga, lambendo e beijando tudo no caminho, enfiando a língua no umbigo dele, rodando e rodando lá dentro, até chegar de novo no pau dele, durasso e empinado, e chupar ele de novo com um frenesi danado. Dessa vez ele segurou minha cabeça com as mãos pelos lados e me acompanhou naquele vai e vem que eu fazia em volta do volume enorme dele. Depois de chupar bem chupado, coloquei uma camisinha das que uso com meu marido e montei nele com toda a vontade, mas antes de enfiar, peguei o pau dele com uma mão e esfreguei contra meus lábios da buceta… senti tipo um choque elétrico que me fez tremer toda… só então encaixei a cabeça em formato de cogumelo entre meus lábios e fui descendo, sugando aquele bastão grosso de carne que se moldou perfeitamente nas minhas medidas apertadas.
Soltei um grito de alegria quando senti ela toda dentro, pulsando de tesão, me preenchendo com aquela turgência que me enchia de sensações… sensações intensas, maravilhosas. Devagarzinho comecei a me mexer, pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo, sentindo lá no fundo aquelas punhetadas deliciosas que me sacodem até a alma.
No começo, minhas oscilações eram calmas e lentas, toda uma "Lady" montando seu corcel, mas aos poucos fui acelerando, cravando com mais força naquele morcilhão pulsante e turgido que se enterrava até o fundo do meu íntimo, me transformando agora numa amazona cavalgando seu selvagem garanhão. Não desistia, muito pelo contrário, intensificava o ritmo, fazendo da grossa piroca do colecionador meu centro de gravidade, o eixo de todos os meus movimentos, subia e descia, me encaixando perfeitamente, entregando meus peitos pra ele saborear à vontade. E era exatamente isso que ele fazia, chupava, beijava, mordia, se lambuzava com o leite que jorrava a borbotões dos meus bicos.
Depois de uma cavalgada tão intensa, desci daquela montaria confortável e fiquei de quatro, dando tapas na minha própria bunda, me entregando de corpo e alma. O colecionador se levantou, também deu uns tapas na minha bunda e, segurando o pau grosso dele com uma mão, encaixou rapidinho entre minhas nádegas… quando senti a cabeçona queimando meus lábios, só precisei ir pra trás e engolir até a metade, ele cuidou de meter o resto. Então me agarrou pela cintura e começou a me foder com tudo, bem na selvageria, espalhando com cada estocada todo o tesão que tava acumulado. Cada batida da pélvis dele na minha retaguarda produzia um som ensurdecedor que ecoava por cima dos nossos gemidos e ofegos. Nós dois nos movíamos, ele pra frente, eu pra trás, nos esforçando pra conseguir uma penetração cada vez mais funda, mesmo que fosse impossível, já que ele tava metendo até o saco. De repente, deixou enfiado bem lá dentro e, dando um tapa forte na minha bunda, exclamou:
—Que puta que era a esposa do meu cliente!
—Muito, mas muito puta! — reafirmei pra ele, ao mesmo tempo que empurrava ele pra trás com a bunda, até deixar ele sentado, me acomodando por cima, tudo isso com o pau dele ainda pulsando dentro de mim.
Parece que ela tinha se cansado de tanto se mexer. Mas eu não queria parar, nem pra recuperar o fôlego, queria continuar fodendo, queria continuar sentindo lá dentro aquela potência viva e encarnada.
Agora fui eu que comecei a me mexer, praticamente pulando nas pernas dele, me enfiando uma e outra vez naquela barra de carne toda, que apesar do látex, estava quente e escorregadia. Aí eu senti... senti chegando... o orgasmo explodiu de um jeito barulhento pra caralho. Meus gemidos deviam estar sendo ouvidos até no corredor do prédio, mas não tava nem aí, precisava liberar de uma vez toda aquela tensão sexual que acumulei desde que o colecionador entrou pela porta do meu apartamento. Quando senti que tava me molhando toda e gozando tão violentamente, o colecionador gozou junto comigo. Os gemidos roucos dele se misturaram com os meus, enquanto ele me agarrava pelos peitos e me mantinha apertada contra o corpo dele, enchendo a camisinha até o talo.
Já passado o calor da batalha, fui me levantando devagar, segurando a base da camisinha com o polegar e o indicador da mão direita, pra não escapar, e tirei. Quando fiz isso, o leite começou a escorrer pelas laterais do preservativo. Minha boca encheu d'água ao ver a quantidade que eu tinha gozado. Com a buceta ainda pulsando de prazer, me ajeitei no chão, entre as pernas dele, tirei a camisinha eu mesma, dei aquele nó na ponta pra jogar fora, e voltei a chupar o pau dele, sugando com gana cada pedaço, saboreando com muito prazer o sêmen que tinha ficado impregnado na superfície. O cara já não aguentava mais, dava pra ver que ele tava exausto, mas extremamente satisfeito.
Que foda, pelo amor de Deus!" — exclamava entre risadas e suspiros — "Fazia anos que não dava uma trepada assim!" — e, acariciando minha cabeça de forma paternal, completou: — "Valeu!
—Obrigado a você… — respondi — …por ter uma rola tão gostosa — e continuei chupando, sempre olhando nos olhos dele.
E foi assim que consegui vender a coleção de livros do meu marido, e pelo melhor preço do mercado. Meu marido felizão, óbvio… hehe.
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