Os dias depois da punheta foram incríveis. A lembrança durou dias e me atacava a todo momento. Especialmente toda vez que eu tava perto da minha mãe, que tem os peitos menores que os da Juliana, mas parecidos. Além da idade e que ela nos fins de semana se junta com a Juliana e o grupo de amigas dela, o que me dava muito mais tesão na situação.
Na segunda-feira que eu tinha aula, tava muito excitado. Fui vestido bem parecido, com outro short, mas buscando a mesma reação. Quando atendi ela, vi que ia ser diferente. Em vez da camisa com sutiã esportivo e a calça apertada, ela tava com uma camiseta que cobria tudo e um sutiã bem tradicional bem visível. Não conseguiam esconder as tetas grandes dela, mas a intenção era clara. A calça apertada tinha sido trocada por uma jeans gasta que destacava pouco a bunda dela.
—Pode entrar, assim eu faço o relatório e a gente termina, disse num tom seco.
-Oi, né?
-Ah, sim, desculpa, oi. Pode entrar.
Nós sentamos como sempre e ela tira umas folhas, dentro de um envelope.
- Bom, este é o relatório, não sei se vale a pena ler pra você, melhor levar pros seus pais.
-Melhor, assim a gente passa pra outras coisas que a gente pode fazer…
—Bom, já sabia que a gente ia chegar nisso. Não, não vamos “fazer” mais nada, ele afirmou com um tom duro, mas bem forçado. A gente tava sentado à mesa, mas ela olhava pra frente, com os braços esticados sobre os papéis do relatório.
-O que aconteceu na semana passada foi um erro. Me deixei levar pela situação e fui muito mal. Fiquei a semana toda muito tensa, dormi mal. Espero que você não tenha ficado chateado.
—Bem, não tem problema, falei enquanto bem devagarinho me levantei e fiquei atrás dela. Peguei nos ombros dela e comecei a fazer uma massagem. Ela deu uma estremecida no corpo, como se fosse se afastar, mas quando me ouviu, parou.
-Relaxa. Sei que deve estar se sentindo culpada, né? Afinal de contas, podia ser minha mãe.
Quando ouvi isso, ela se tensou e se mexeu na cadeira. Sem deixar ela falar nada, continuei falando.
-Imagina que você tem 17 anos a mais que eu. Com essa buceta gostosa que você tem, com certeza aos 17 você dava pra caralho. E alguma vez, de tesão, do jeito que você fica, você não se cuidou, né? Com o gostoso que é transar sem camisinha e gozar junto depois de foder um bom tempo.
Continuava tensa, mas comecei a sentir que a respiração dela tava aliviando um pouco. Será que eu tava conseguindo esquentar ela? Não sabia, mas já estar eu tomando a iniciativa me deixou com um tesão danado. E sim, ela já tava toda molhadinha.
-Não consigo parar de pensar como seria morar com você na mesma casa. Já que eu adoro bater uma, e às vezes faço de porta aberta. Com certeza você já teria me visto pelado. E com esses peitos, eu ia perceber quando você ficasse excitada, seus bicos vão ficar durinhos.
Simulando que com a ponta dos dedões eu massageava o começo da nuca dela, desci as pontas dos meus dedos até o começo dos peitos dela, enfiando a ponta dos dedos por baixo da camiseta apertada.
-Em algum verão, com minha vontade de te sentir, a gente teria brincado de se afundar como mãe e filho. E apoiando minha pica dura em você, sei que teria terminado chupando essas tetas. É óbvio. Somos dois tarados incorrigíveis.
Fiz meu movimento e desci a mão inteira até a teta direita. Puxei o sutiã pra baixo e me deparei com um mamilo duríssimo e aquele calor que as tetas grandes exalam, junto com a agitação da respiração dela. Na hora ela abriu a boca, mas não disse nada, e eu senti um gemido baixinho saindo dela.
- E a partir daí, a gente ia transar sempre, né? Imagina, papai vai trabalhar, Santiago no jardim de infância e nós dois com a casa vazia. Com o tanto que você adora minha pica dura…
Com a mão que ainda a massageava, baixei a cueca e tirei a rola. De tão excitada que eu tava, até o prepúcio tinha descido e a cabeça tava no ar.
- Seria levantar a mão - começou a movê-la - por cima do teu ombro e encontrá-la quando quiseres…
Terminei de dizer isso e os dedos dela agarraram timidamente o tronco. Começou uma punheta lenta, tímida mas gostosa, como quem sabe que está se entregando a algo que acha errado mas que a domina por inteiro.
—Todo café da manhã a gente ia ficar assim… quem ia desconfiar de uma mãe e um filho? Mas claro que você não vai se contentar. Quanto tempo você aguentaria sem virar o rosto pra olhar como ela tá durinha…
Devagar ela virou o rosto e abriu os olhos, o que fez a respiração acelerar ainda mais e o calor do corpo aumentar.
—Mamãe, falei num tom seco e severo, e ela ergueu os olhos para mim.
- Você vai se contentar só em olhar pra ela de boca aberta?
Não disse nada. Abriu um pouco mais, esticou a língua e chupou minha cabeça. Na segunda chupada, começou um boquete lindo, com o pescoço torto, mas com uma vontade sem igual.
Pronto, já tinha caído. Curti um minuto e continuei avançando.
-Mami, meu café da manhã não estaria completo se eu não comesse.
Tirei minha mão da teta direita dela e estiquei pra baixo. Peguei na barra da camiseta e levantei até o pescoço dela. E com as duas mãos, puxei as taças do sutiã pra baixo e libertei aqueles peitos lindos e comecei a apalpar eles. Senti um gemido longo que ressoou na minha pica.
- Não consigo imaginar o tesão que deve te dar estar mamando no teu filho… me mostra como você se bate enquanto chupa ele…
Toda vez que eu disse "boquete" e "punheta", ela gemeu alto de novo, já tava muito excitada. Em segundos, ela tinha desabotoado a calça jeans e tava com um dedo no clitóris. O cheiro chegou no meu nariz e me deixou com um tesão danado.
-Você me deu tanto tempo na buceta, que agora vou ter que te dar na boca, mãe.
-Não, não, é a primeira vez que falo parando de chupar um pouco essa pica.
-Por quê?
-Preciso... mmmmm.... que me... mmmmm, que pau...
- O que você precisa?
—mmmm, preciso te falar? —eu assenti— me come, por favor
— Pra quem você tá pedindo?
-A… meu filho… me come, filho, fode a mamãe, não me deixa assim.
Tirei a pica da boca dela e mandei ela parar. Coloquei ela de frente pra parede, apoiada com as mãos na mesa. Terminei de abaixar o zíper do jeans dela e, de um puxão, com a calcinha fio dental e tudo, puxei até o meio da coxa. Separei um pouco as pernas dela e comecei a passar a cabeça da pica pelos lábios da buceta. Ela tava toda molhada.
-Mmmmm, vai fundo, mete. Dá pra mamãe, preciso de você dentro de mim
Fui enfiando gozando centímetro por centímetro, fazendo ela sentir como a cabeça ia abrindo a buceta dela, molhando cada vez mais.
-AHHHHHHHHH, MEU DEUS, COMO EU SINTO ELA, disse quase gritando, sem conseguir se conter.
Pensei no filho dela dormindo, mas não quis contar. Preferi enfiar 3 dedos na boca dela, que começou a chupar com gosto.
-Uffff, mamãe, como a gente demorou tanto pra transar!!! Que buceta gostosa você tem!!!
Ai, teria te comido assim que vi tua pica dura, não acredito, que tesão você me dá! Continua me comendo, Tomás, me enche toda assim pra eu sentir você dentro de novo!!
Por um segundo pensei se alguém nos via. Um moleque de 18 anos, peladão, comendo uma mulher de 37, com a camiseta levantada até o pescoço, os peitos de fora, o sutiã caído pela metade e a calça com a calcinha fio-dental no meio da coxa, gemendo e se acabando de prazer enquanto dizem ser mãe e filho. Nem terminei de pensar nisso e já se desenhou um sorriso na minha cara e começou a subir toda a porra dos meus ovos pro pau. Levei minha mão direita do peito dela pra buceta e comecei a tocar o clitóris dela.
Enlouqueceu.
NÃO, PRA QUE VOU MOLHAR TUDO, SINTO QUE VOU MIJAAAAR!!!!
Nunca parei.
-AHHHH, VOU GOZAR TODA NESSA SUA cock!!
Em dois minutos, ela tava gozando como nunca vi uma mulher gozar. Não, não foi um squirt, isso não é um pornô. Mas molhou as pernas dela, a calça e minhas bolas.
-Onde você quer que eu goze, gostosa?
-na Booty, enfia a porra no meu buraco do cu!!
Ela me surpreendeu, mas com as duas mãos abriu a bunda, enquanto se deitava na mesa. Não pensei duas vezes, comecei a bater uma punheta no buraco dela e, depois de 30 segundos, comecei a jorrar tudo o que tinha, que foi muito, sem dúvida.
-MÃÃÃÃE, ENCHO ESSA BUNDA DE PORRA, QUE GOSTOSA!!
Assim que terminei, depois de brincar um pouquinho com a ponta da rola no cu dela e ver que já tava dilatando um pouco, ela passou as mãos na buceta que escorria e levou até a pussy, se tocando nos lábios e no clitóris.
-Mmmmm, como eu adoro sentir os lábios cheios de porra…
Cai na cadeira, todo acabado. Não tinha sido tão longo, mas foi bem intenso. Juliana não conseguia se mexer por causa da calça que tava usando, então peguei ela pelos lados da raba e sentei no meu colo. Coloquei a raba dela alinhada com meu pau, pra não doer.
- E pensar que você não queria…
-É que no fim de semana eu vi a sua mãe, me deu culpa. Mas você me deu muita vontade, safado…
- Se você realmente não queria nada, me parava. Ou me entregava o “relatório” na mão na porta.
-É que no começo eu não queria, mas me dava uma curiosidade do que você ia querer. E essa pica que você tem.
-Agora você já sabe. E isso é só o começo.
A gente se deu um beijo bem molhado, cruzando as línguas. Até aquele momento, a gente não tinha se beijado.
Meu celular tocou e, de relance, a Juliana viu as horas.
-Em 20 minutos o Aníbal chega, tenho que tomar um banho.
- Bom, vou indo. Acho que por enquanto ela não aguenta nos ver assim.
-Hahahahaha, acho que não…
— Comprei um celular novo, meu número é ***
-Pronto
Manda uma mensagem que já te agendo com outro nome e a gente conversa por lá
Me vesti, enquanto ela subia a calça, chupei os peitos dela pra zuar e deixar ela com tesão. Na porta, trocamos uns beijos e nos despedimos. Começaria uma grande fase da minha vida.
Na segunda-feira que eu tinha aula, tava muito excitado. Fui vestido bem parecido, com outro short, mas buscando a mesma reação. Quando atendi ela, vi que ia ser diferente. Em vez da camisa com sutiã esportivo e a calça apertada, ela tava com uma camiseta que cobria tudo e um sutiã bem tradicional bem visível. Não conseguiam esconder as tetas grandes dela, mas a intenção era clara. A calça apertada tinha sido trocada por uma jeans gasta que destacava pouco a bunda dela.
—Pode entrar, assim eu faço o relatório e a gente termina, disse num tom seco.
-Oi, né?
-Ah, sim, desculpa, oi. Pode entrar.
Nós sentamos como sempre e ela tira umas folhas, dentro de um envelope.
- Bom, este é o relatório, não sei se vale a pena ler pra você, melhor levar pros seus pais.
-Melhor, assim a gente passa pra outras coisas que a gente pode fazer…
—Bom, já sabia que a gente ia chegar nisso. Não, não vamos “fazer” mais nada, ele afirmou com um tom duro, mas bem forçado. A gente tava sentado à mesa, mas ela olhava pra frente, com os braços esticados sobre os papéis do relatório.
-O que aconteceu na semana passada foi um erro. Me deixei levar pela situação e fui muito mal. Fiquei a semana toda muito tensa, dormi mal. Espero que você não tenha ficado chateado.
—Bem, não tem problema, falei enquanto bem devagarinho me levantei e fiquei atrás dela. Peguei nos ombros dela e comecei a fazer uma massagem. Ela deu uma estremecida no corpo, como se fosse se afastar, mas quando me ouviu, parou.
-Relaxa. Sei que deve estar se sentindo culpada, né? Afinal de contas, podia ser minha mãe.
Quando ouvi isso, ela se tensou e se mexeu na cadeira. Sem deixar ela falar nada, continuei falando.
-Imagina que você tem 17 anos a mais que eu. Com essa buceta gostosa que você tem, com certeza aos 17 você dava pra caralho. E alguma vez, de tesão, do jeito que você fica, você não se cuidou, né? Com o gostoso que é transar sem camisinha e gozar junto depois de foder um bom tempo.
Continuava tensa, mas comecei a sentir que a respiração dela tava aliviando um pouco. Será que eu tava conseguindo esquentar ela? Não sabia, mas já estar eu tomando a iniciativa me deixou com um tesão danado. E sim, ela já tava toda molhadinha.
-Não consigo parar de pensar como seria morar com você na mesma casa. Já que eu adoro bater uma, e às vezes faço de porta aberta. Com certeza você já teria me visto pelado. E com esses peitos, eu ia perceber quando você ficasse excitada, seus bicos vão ficar durinhos.
Simulando que com a ponta dos dedões eu massageava o começo da nuca dela, desci as pontas dos meus dedos até o começo dos peitos dela, enfiando a ponta dos dedos por baixo da camiseta apertada.
-Em algum verão, com minha vontade de te sentir, a gente teria brincado de se afundar como mãe e filho. E apoiando minha pica dura em você, sei que teria terminado chupando essas tetas. É óbvio. Somos dois tarados incorrigíveis.
Fiz meu movimento e desci a mão inteira até a teta direita. Puxei o sutiã pra baixo e me deparei com um mamilo duríssimo e aquele calor que as tetas grandes exalam, junto com a agitação da respiração dela. Na hora ela abriu a boca, mas não disse nada, e eu senti um gemido baixinho saindo dela.
- E a partir daí, a gente ia transar sempre, né? Imagina, papai vai trabalhar, Santiago no jardim de infância e nós dois com a casa vazia. Com o tanto que você adora minha pica dura…
Com a mão que ainda a massageava, baixei a cueca e tirei a rola. De tão excitada que eu tava, até o prepúcio tinha descido e a cabeça tava no ar.
- Seria levantar a mão - começou a movê-la - por cima do teu ombro e encontrá-la quando quiseres…
Terminei de dizer isso e os dedos dela agarraram timidamente o tronco. Começou uma punheta lenta, tímida mas gostosa, como quem sabe que está se entregando a algo que acha errado mas que a domina por inteiro.
—Todo café da manhã a gente ia ficar assim… quem ia desconfiar de uma mãe e um filho? Mas claro que você não vai se contentar. Quanto tempo você aguentaria sem virar o rosto pra olhar como ela tá durinha…
Devagar ela virou o rosto e abriu os olhos, o que fez a respiração acelerar ainda mais e o calor do corpo aumentar.
—Mamãe, falei num tom seco e severo, e ela ergueu os olhos para mim.
- Você vai se contentar só em olhar pra ela de boca aberta?
Não disse nada. Abriu um pouco mais, esticou a língua e chupou minha cabeça. Na segunda chupada, começou um boquete lindo, com o pescoço torto, mas com uma vontade sem igual.
Pronto, já tinha caído. Curti um minuto e continuei avançando.
-Mami, meu café da manhã não estaria completo se eu não comesse.
Tirei minha mão da teta direita dela e estiquei pra baixo. Peguei na barra da camiseta e levantei até o pescoço dela. E com as duas mãos, puxei as taças do sutiã pra baixo e libertei aqueles peitos lindos e comecei a apalpar eles. Senti um gemido longo que ressoou na minha pica.
- Não consigo imaginar o tesão que deve te dar estar mamando no teu filho… me mostra como você se bate enquanto chupa ele…
Toda vez que eu disse "boquete" e "punheta", ela gemeu alto de novo, já tava muito excitada. Em segundos, ela tinha desabotoado a calça jeans e tava com um dedo no clitóris. O cheiro chegou no meu nariz e me deixou com um tesão danado.
-Você me deu tanto tempo na buceta, que agora vou ter que te dar na boca, mãe.
-Não, não, é a primeira vez que falo parando de chupar um pouco essa pica.
-Por quê?
-Preciso... mmmmm.... que me... mmmmm, que pau...
- O que você precisa?
—mmmm, preciso te falar? —eu assenti— me come, por favor
— Pra quem você tá pedindo?
-A… meu filho… me come, filho, fode a mamãe, não me deixa assim.
Tirei a pica da boca dela e mandei ela parar. Coloquei ela de frente pra parede, apoiada com as mãos na mesa. Terminei de abaixar o zíper do jeans dela e, de um puxão, com a calcinha fio dental e tudo, puxei até o meio da coxa. Separei um pouco as pernas dela e comecei a passar a cabeça da pica pelos lábios da buceta. Ela tava toda molhada.
-Mmmmm, vai fundo, mete. Dá pra mamãe, preciso de você dentro de mim
Fui enfiando gozando centímetro por centímetro, fazendo ela sentir como a cabeça ia abrindo a buceta dela, molhando cada vez mais.
-AHHHHHHHHH, MEU DEUS, COMO EU SINTO ELA, disse quase gritando, sem conseguir se conter.
Pensei no filho dela dormindo, mas não quis contar. Preferi enfiar 3 dedos na boca dela, que começou a chupar com gosto.
-Uffff, mamãe, como a gente demorou tanto pra transar!!! Que buceta gostosa você tem!!!
Ai, teria te comido assim que vi tua pica dura, não acredito, que tesão você me dá! Continua me comendo, Tomás, me enche toda assim pra eu sentir você dentro de novo!!
Por um segundo pensei se alguém nos via. Um moleque de 18 anos, peladão, comendo uma mulher de 37, com a camiseta levantada até o pescoço, os peitos de fora, o sutiã caído pela metade e a calça com a calcinha fio-dental no meio da coxa, gemendo e se acabando de prazer enquanto dizem ser mãe e filho. Nem terminei de pensar nisso e já se desenhou um sorriso na minha cara e começou a subir toda a porra dos meus ovos pro pau. Levei minha mão direita do peito dela pra buceta e comecei a tocar o clitóris dela.
Enlouqueceu.
NÃO, PRA QUE VOU MOLHAR TUDO, SINTO QUE VOU MIJAAAAR!!!!
Nunca parei.
-AHHHH, VOU GOZAR TODA NESSA SUA cock!!
Em dois minutos, ela tava gozando como nunca vi uma mulher gozar. Não, não foi um squirt, isso não é um pornô. Mas molhou as pernas dela, a calça e minhas bolas.
-Onde você quer que eu goze, gostosa?
-na Booty, enfia a porra no meu buraco do cu!!
Ela me surpreendeu, mas com as duas mãos abriu a bunda, enquanto se deitava na mesa. Não pensei duas vezes, comecei a bater uma punheta no buraco dela e, depois de 30 segundos, comecei a jorrar tudo o que tinha, que foi muito, sem dúvida.
-MÃÃÃÃE, ENCHO ESSA BUNDA DE PORRA, QUE GOSTOSA!!
Assim que terminei, depois de brincar um pouquinho com a ponta da rola no cu dela e ver que já tava dilatando um pouco, ela passou as mãos na buceta que escorria e levou até a pussy, se tocando nos lábios e no clitóris.
-Mmmmm, como eu adoro sentir os lábios cheios de porra…
Cai na cadeira, todo acabado. Não tinha sido tão longo, mas foi bem intenso. Juliana não conseguia se mexer por causa da calça que tava usando, então peguei ela pelos lados da raba e sentei no meu colo. Coloquei a raba dela alinhada com meu pau, pra não doer.
- E pensar que você não queria…
-É que no fim de semana eu vi a sua mãe, me deu culpa. Mas você me deu muita vontade, safado…
- Se você realmente não queria nada, me parava. Ou me entregava o “relatório” na mão na porta.
-É que no começo eu não queria, mas me dava uma curiosidade do que você ia querer. E essa pica que você tem.
-Agora você já sabe. E isso é só o começo.
A gente se deu um beijo bem molhado, cruzando as línguas. Até aquele momento, a gente não tinha se beijado.
Meu celular tocou e, de relance, a Juliana viu as horas.
-Em 20 minutos o Aníbal chega, tenho que tomar um banho.
- Bom, vou indo. Acho que por enquanto ela não aguenta nos ver assim.
-Hahahahaha, acho que não…
— Comprei um celular novo, meu número é ***
-Pronto
Manda uma mensagem que já te agendo com outro nome e a gente conversa por lá
Me vesti, enquanto ela subia a calça, chupei os peitos dela pra zuar e deixar ela com tesão. Na porta, trocamos uns beijos e nos despedimos. Começaria uma grande fase da minha vida.
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