Sou uma mulher casada, madura, acima dos 40, com meu marido 8 anos mais novo que eu... sim, gosto de jovens. Tenho um pequeno negócio e ele tem 2 empregos, então trabalha o dia todo. Com mais de 6 anos de casados, a relação começou a ficar como eu jamais imaginei meu casamento: algo monótono, algo rotineiro. E pois é, estava acontecendo assim. A gente se via nos fins de semana, que é quando ele descansava e eu não abria o negócio. Uns dois dias em que a única coisa que ele queria era descansar, o que era lógico depois de trabalhar 5 dias nos 2 empregos. E se a gente tinha intimidade, era porque ele estava a fim. Enfim, como eu disse, aquilo virou rotina. A gente não saía pra dançar, só algumas festas de amigos ou parentes, mas eu não me sentia no clima, ou pelo menos não no clima que eu queria experimentar. Então, um dia, depois de tanto insistir, minhas amigas (vizinhas do negócio) me convenceram a ir a um night club. Eu achava que aquilo era mais pra jovens e, sabendo da idade que tenho, nem passava pela minha cabeça ir a esses lugares. Mas, tendo amigas entre 20 e 25 anos e depois de tanta insistência da parte delas, conseguiram me convencer. Então, numa terça-feira, tinha uma promoção num night club muito frequentado pelas minhas amigas, era "Terça Latina". Um lugar onde vi gente de todas as idades e me surpreendi um pouco e, ao mesmo tempo, me relaxei e me senti mais confortável ao ver que não era a única pessoa mais velha em comparação com minhas amizades. Chegamos no lugar quase lotado, principalmente mesas com grupos de mulheres e os homens ao redor como lobos caçando, vendo quem seria a próxima vítima. Vale mencionar que, naquela noite, como meu marido não estava em casa quando saí — mas ele sabia que eu sairia com minhas amigas —, decidi me vestir o mais sexy que costumava me vestir quando era mais jovem. Soltei o cabelo, blusa decotada e uma saia que naquela noite transformei em minissaia, sem exagerar, mas pelo menos mostrava um pouco acima dos joelhos, salto alto e roupa íntima sexy, com uma tanga preta. Ao entrar, me senti meio estranha. Ver tanta juventude e tantos homens que, ao ver cada grupo de minas entrando, nos devoravam e despiam com o olhar. Não vou negar, me senti gostosa, como se estivesse relembrando aquelas noites da minha juventude. A gente sentou numa mesa reservada, éramos 4. Trouxeram uma garrafa cortesia da casa por ser um grupo de mulheres. Em 10 minutos, trouxeram várias cervejas e a gente disse que não tinha pedido. O garçom falou que era cortesia de 3 caras sentados no balcão, acho que eram amigos e tinham vindo juntos. Um deles, quando virei pra agradecer, ficou me encarando, não tirava os olhos dos meus. Não consegui evitar, baixei o olhar, meio envergonhada e nervosa. Cê vai perguntar por quê? Era um cara de uns 25 a 30 anos, alto, magro, muito gato, sorriso safado e olhar penetrante. Na minha cabeça eu pensava: por que ele, se minhas amigas são as mais gostosas, mais novas e estavam bem provocantes, com corpos lindos? Logo eles chegaram na mesa, se apresentaram, e ELE veio direto falar comigo, se chamava Carlos. Apertou minha mão e beijou, me senti especial porque fazia tempo que ninguém me tratava como uma dama e ninguém tinha sido tão cavalheiro comigo. Enfim. Ele claramente tinha um objetivo: me dar toda a atenção, só pra mim. Fez como se minhas amigas nem estivessem ali. Perguntou meu nome, eu falei, e ele disse que desde que entrei não parou de me admirar, que sempre gostou de mulheres mais velhas, por isso tava solteiro, segundo ele. Não acredito totalmente, né, típica mentira de homem. Enfim, começamos a conversar um pouco, e entre cerveja e doses ele me chamou pra dançar. Já tinha feito isso durante uns 20 minutos de conversa, mas eu ainda não me sentia tão à vontade e solta pra sair dançando com alguém que mal conhecia. No fim, já com álcool no sangue, criei coragem e exatamente na hora tocou uma bachata, que eu não sei dançar e falei pra ele:
EU: "Ei, desculpa, é que não sei dançar essa música. Até gosto, mas não sei. Melhor a gente esperar, né?"
ELE: "Não se preocupa, eu te ensino. Vem. Não precisa ficar tímida comigo, só se solta e rebola no meu ritmo que ninguém vai perceber, vai por mim. EU: humm, não sei não... ELE: anda, vem... Nessa hora ele me pegou pela mão e me puxou pra pista, me colou no corpo dele. Com uma mão segurou a minha e a outra foi na minha cintura, e a perna dele entre as minhas. E, uau, surpresa: quando começou a se mexer, ele dançava tão bem que eu me soltei. Totalmente me deixei levar por ele e o corpo dele movia o meu. Ele me olhava fixamente e eu, no começo, desviava ou baixava o olhar, e ele não tirava os olhos de mim. Mas com aqueles movimentos que ele fazia, comecei a ficar seduzida, e aquele bate-bate e aquele vai e vem que eu sentia dele entre minhas pernas estavam me dando um calor, mas não por causa do clima, e sim porque eu gostava que ele tinha o controle total dos nossos movimentos. Quando ele viu que eu me soltei, num instante desceu a mão da minha cintura e senti os dedos dele já tocando minha bunda. Na hora fiquei um pouco irritada, mas ao mesmo tempo senti um formigamento, então não falei nada...
EU: ei, cê sabe dançar bachata mesmo hein, onde aprendeu? preciso ir nessa escola pra ter umas aulas kkk
ELE: não aprendi, isso vem de dentro, mas se você quiser aprender, eu posso te ensinar e de graça, o que acha...
EU: kkk sério? então valeu pela oferta, vou pensar. Assim as músicas iam passando e aos poucos eu me soltava mais, no fim já tava do jeito que ele queria, completamente grudada nele, então me deixei levar, não senti que tinha nada de errado, era só uma dança. Assim os estilos foram mudando e eu já tinha virado a parceira de dança dele. Sem perceber, já tinham passado umas horas e eu precisava chegar em casa antes das 5 da manhã, e já eram 3 da manhã. Então resolvi sentar um pouco pra descansar, e claro que ele não se desgrudava de mim. Não vou mentir, naquela hora, mais do que gostar dele, já tava me sentindo atraída. Depois de ver aqueles movimentos de dança, sabia que ele tinha fôlego. Aí falei pras minhas amigas que já tinha que ir, e elas falaram óbvio que não. Então pedi pra uma delas (a motorista do carro) me levar e depois voltar, já que ela não tinha bebido nada. Na hora ele ouviu e disse...
ELE: relaxa, eu posso te levar, onde cê mora?
EU: ah, muito obrigada, mas prefiro que minha amiga me leve pra evitar problemas (nessa hora ele já sabia que eu era casada). Nisso toca um reggaeton e minhas amigas e todo mundo levantou e começou a dançar.
ELE: vem, vamos dançar as últimas músicas antes de você ir, olha suas amigas já tão dançando, deixa elas curtirem um pouco enquanto a gente dança
EU: valeu, mas isso eu não sei dançar e acho que não vou ficar bem dançando essa música pros jovens...
ELE: vem que eu te ensino... (e de novo me puxou pra pista). Naquela hora eu não sabia como me mexer, mas com o álcool não sentia vergonha, então comecei a imitar minhas amigas e aprendi a perrear. E olha que dançada boa, me soltei total. O álcool já tinha pegado mais forte, ainda consciente do que O que eu fazia, mas já sem vergonha, comecei a dançar pra ele. Me virei e comecei a me esfregar nele...
E que surpresa quando ele me pegou pela cintura e me puxou pra colar em mim, pude sentir como ele tava duro ali, senti uma adrenalina percorrer meu corpo e um formigamento lá embaixo, não vou negar, nesse momento eu já tava molhada. Não fiz nada e deixei ele me ter do jeito que quisesse, porque a verdade é que eu queria continuar sentindo tudo aquilo que eu sentia por cima da calça dele. Cada vez que eu colava mais nele, sentia ele mais duro e grosso, e nessa hora já comecei a imaginar um monte de coisa, principalmente como ele era por baixo, se o que eu sentia era real mesmo. Foram 10 minutos sentindo ele nas minhas nádegas, e sim, eu já tava com muito tesão. Quando comecei a sentir algo mais lá embaixo, pra não perder o controle, decidi sentar e pegar uma cerveja gelada pra ver se acalmava um pouco a minha excitação. Ele falou: "O que foi, tá se sentindo bem?" Eu inventei que não tava bem: "Um pouco, é que tô meio tonta e não me sinto muito bem, acho que vou pedir pra me levarem pra casa." Ele insistiu: "Eu te levo, além disso, olha suas amigas tão se divertindo, acho que seria chato incomodar elas e depois pode rolar uma briga entre vocês." Eu respondi: "É verdade, não quero incomodar elas." Ele: "Então eu te levo?" Eu: "Não sei, é que meu marido pode me ver chegando com você e aí ferra tudo pra mim." Ele: "Não se preocupa, olha, eu paro do lado da sua casa, só espero você entrar e vou embora, o que acha?" Nessa hora, não sei o que deu em mim, só lembrei daquela sensação que percorria meu corpo ao sentir aquilo que ele tinha lá embaixo, e decidi aceitar que ele me levasse. Já no caminho pra minha casa, que era uns 15 minutos, percebi que tinha deixado minha bolsa no carro da minha amiga, e não queria ligar pra ela naquela hora da madrugada, nem que meu marido me visse naquele estado, ainda mais com ele. Então falei pra ele me deixar na casa de uma amiga que morava na próxima quadra, mas pra chegar lá era uma rua meio escura e um terreno baldio. Ele disse: "Ei, mas suas amigas não vão chegar tão cedo, e não posso te deixar sozinha aqui. Melhor a gente esperar aqui no meu carro enquanto sua amiga chega, não acha?... E se eu tava certo, então não tava bêbado nem eu, mas já não tava tão no controle de mim. Falei pra ele que tudo bem, que parasse um pouco mais na frente pra os vizinhos não chamarem a polícia, porque aquela área era meio perigosa de noite e os vizinhos denunciavam qualquer carro ou movimento suspeito. E ele me disse... ELE: Melhor eu entrar nesse terreno aqui, assim se a polícia passar, não repara na gente, e a gente vê quando sua amiga chegar daqui escondidos. EU: Ok, não é má ideia. Na mesma rua, só uns metros da casa da minha amiga, ele entrou no terreno escuro, escondido entre umas árvores pequenas, entrou e desligou o carro. ELE: Ei, obrigado por dançar comigo. EU: Não, obrigada a você por me ensinar a dançar música que eu nunca tinha dançado, você é muito bom dançando, hein. ELE: Não só dançando, também em muitas outras coisas. EU: Tipo o quê? ELE: Sei cozinhar também.. EU: Sério? E cê cozinha gostoso? ELE: Tudo que faço sai gostoso, tudo que eu faço, faço muito gostoso. EU: Pois é, não sei quem diz isso, porque pra mim não tem prova não, haha. Óbvio que eu tava entrando na brincadeira, queria ver até onde ele ia, mas tava até gostando dele porque ele tava se comportando todo cavalheiro, e isso me excitava mais, tava me tratando como há muito tempo não me tratavam. ELE: Então quando você quiser, eu te mostro e você comprova. EU: Claro, por que não? E o que você faria primeiro? (me referindo a comida) E ele disse... ELE: Isso!! Ato contínuo, ele se aproximou do meu lugar e me beijou. Não soube como reagir e só me deixei beijar, porque a verdade é que ele beijava gostoso e aqueles lábios me agradaram... EU: O que cê tá fazendo? ELE: O que eu tava com vontade há um tempão, e pelo jeito que você respondeu agora no beijo, acho que você também quer, ou cê acha que eu não percebi como você tava curtindo quando eu te tinha bem colada e sentia tudo isso?... Nesse momento, ele pegou minha mão direita e colocou no pau dele... Uff, tava duríssimo por cima da calça, o que eu senti. Nessa hora, lembrei como ele se mexia, como senti aquela pica nas minhas nádegas rebolando e pra que mentir se eu tava curiosa, então ele me beijou de novo, deixou minha mão na pica dele e a mão dele pegou nas minhas pernas...
e aos poucos foi levantando minha saia curta, acariciando minha perna devagar enquanto continuava me beijando, eu só sentia uma onda de nervosismo e tesão ao mesmo tempo, simplesmente não consegui falar nada e resolvi me deixar levar, então comecei a esfregar o que sentia contra a calça dele e puta merda, era bem dura e grande, ele chegou na minha buceta e eu dei um pulo, então falei... EU: para... olha, tudo bem, isso vai rolar, mas não aqui, vamos pra outro lugar perto, a gente tem 1 hora... na mesma hora, sem dizer nada, ele deu a partida, saiu e fomos direto pra um motel que ficava a 3 quadras de onde a gente tava. entramos no quarto e, quando fechou a porta, começou a beijar minhas costas e me acariciar, descendo a mão devagar...
Pronto, abaixo da mão dela, dei um passo à frente e ela levantou minha saia e enfiou os dedos na minha buceta molhada. Eu não tava só com tesão, tava em chamas, ufff...
Joguei ele na cama e, aos poucos, tirei minha blusa e saia, pra ele ver que quem mandava era eu. Não sei o que deu em mim naquele momento, me transformei. Nunca tinha acontecido isso antes, já que nunca tinha ficado com outro homem que não fosse meu marido. Então ele se despiu, tirei a roupa dele e uau, era melhor do que eu tinha sentido no baile. Uma piroca deliciosa, uns 20 centímetros mais ou menos, grossa e duríssima. Então não me restou outra opção a não ser mostrar pra ele o que eu sabia fazer, apesar da minha idade, e comecei a...
aproveitando tanto quanto eu, que delícia gostosa, comecei a chupar devagarzinho, minha língua percorria de baixo pra cima, lambendo cada centímetro da pica dele, e enfiando tudo até o fundo que eu aguentava, porque antes eu nunca tinha feito isso, não era algo que eu curtia, nem com meu marido eu fazia. Mas com ele, ao ver aquela pica gostosa, automaticamente quis ter ela toda na minha boca. Dei umas boas chupadas até ele falar: ELE: para... EU: que foi??? toda confusa perguntei o que estava acontecendo, e ele me perguntou... ELE: já te levaram pro céu alguma vez? EU: como assim, do que você tá falando? ELE: nisso!!! Nesse momento ele se levantou, me abraçou e me jogou na cama, abriu minha roupa e fiquei nua, abriu minhas pernas e começou a lamber minha buceta toda molhada...
Uau, pra mim foi algo que nunca tinha experimentado daquele jeito. Não tô dizendo que nunca fizeram isso comigo, mas igual ele, nunca. Ele começou a me lamber devagarzinho, eu sentia a língua dele percorrendo os lábios e enfiando a língua o mais fundo que conseguia. Eu sentia aquela língua dentro de mim, e cada vez que ele fazia isso, eu sentia meu mel escorrendo aos poucos, até quase chegar ao clímax total...
Então, quando viu que eu tava doida por ele, ele parou e eu senti aquela yummy cock entrando devagarinho em mim. Uau, doeu um pouco porque eu nunca tinha provado uma cock tão grande. Quando a cabeça entrou, soltei um gemido de dor gostoso. Ele falou... ELE: Te machuquei? EU: Não, continua, faz o que sabe fazer, me mostra que essa noite valeu a pena... Nesse momento, ele soltou a cock toda. Uff, que gostoso, ele metia devagar e fundo enquanto me beijava, eu só gemia de dor e prazer. Não acreditava que tava dando pra um cara mais novo, com uma cock grande e yummy, então agarrei as nádegas dele e puxei ele mais pra dentro de mim. EU: Ai sim, papai... que gostoso... mmm... ahh, quero sentir você todo dentro de mim... hoje eu sou sua putinha... ELE: Claro que sim, agora você é minha putinha e vou te dar a melhor foda da sua vida, que você nunca vai esquecer... Nesse momento, ele começou a meter mais forte e fundo, uau, sentia minha alma subindo, minha respiração super ofegante, minhas pernas tremendo e minha buceta gozando, enchendo a cock dele de cum. EU: Isso, gatinho, assim... uau, como você fode gostoso... me dá mais, gatinho, me faz sua. ELE: Você gosta da minha cock, né? Adora, porra, você é uma putinha, por isso é tão gostosa.
não sabia mais o que fazer, era tanta a tesão e o prazer que eu só gritava mais forte de gosto, e isso excitava tanto ele quanto eu, então eu falei... EU: mmm agora é minha vez, papai.. me levantei e joguei ele na cama, montei e comecei a comer ele, uau, finalmente eu tava no controle, eu me mexia do jeito que mais gostoso sentia...
Era uma sensação super gostosa, eu só me deixava levar, ele sabia como me satisfazer e aqueles movimentos de dança não eram à toa, se ele rebolava gostoso dançando, naqueles momentos era um Deus na cama. Então ele saiu de mim e eu falei... EU: me faz de sua putinha, pai, quero sentir toda a sua força... e eu mesma me coloquei de quatro, sim, eu virei a putinha dele, eu pedia, implorava para ele me fazer de sua putinha, e foi exatamente o que ele fez...
EU: aí sim, papai... que gostoso assim, pequenininho, mete tudo... assim, aii não para... me dá mais forte... adoro seu pau, quero ele todo dentro de mim, papai... ô, sim, assim, assim, mmmm que delícia, uii mmmm, eu tinha me entregado completamente a ele, e como não fazer isso se ele estava me fazendo sentir o que nunca senti com ninguém, muito menos com meu marido, então só aproveitei, porque eu sabia que aquela noite seria só uma vez e depois como se nunca tivesse acontecido... ELE: sim, mamãe, que buceta gostosa você tem, você me encanta, está uma delícia, assim que eu gosto, que você seja minha putinha, minha vadiazinha, então engole tudo, mmmm. Sem olhar as horas, já tinha passado uma hora, ao mesmo tempo eu não queria ir embora, mas tinha que ir, então pedi pra ele gozar enquanto continuava metendo, e antes que eu terminasse de falar, ele gozou...
Claro, ele trouxe camisinha, então a gente se apressou. Eu troquei de roupa, mas não coloquei minha calcinha fio-dental porque tava toda molhada. Aí ele pegou ela e disse que queria de lembrança, caso a gente não se visse de novo, que nunca tinha vivido algo tão intenso e excitante. Não soube se acreditei, né — os homens vão pra nightclub atrás de quem topa, e aí calhou de ser eu.
E quando voltei pra casa da minha amiga, ela já tava lá. Chamei ela pra sair e me abrir a porta, e antes de eu descer do carro, ele me deu um beijo gostoso e falou... que agradecia por eu ter deixado ele ser quem me fez aproveitar aquela noite. Não falei nada, só fiquei vermelha, sorri e desci. No dia seguinte cedo, minha amiga me deixou em casa, e lá estava meu marido, tranquilo. Só perguntou como eu tinha me divertido, e eu só falei que foi muito bom, sem ele saber que foi uma das melhores noites da minha vida.
E dele? Bom, não soube mais nada, nem saí de novo com minhas amigas. Não por briga, mas porque essa era minha ideia: sair pra me divertir uma noite. E eu fiz isso mil por cento. Queria que ficasse como uma lembrança gostosa, pra que arriscar mais e perder meu casamento por querer reviver só uma aventura? Essa é uma das minhas tantas histórias, mas é minha favorita, porque até hoje ainda lembro dela perfeitamente. Abraços e espero que tenham gostado. História 100% real.
EU: "Ei, desculpa, é que não sei dançar essa música. Até gosto, mas não sei. Melhor a gente esperar, né?"
ELE: "Não se preocupa, eu te ensino. Vem. Não precisa ficar tímida comigo, só se solta e rebola no meu ritmo que ninguém vai perceber, vai por mim. EU: humm, não sei não... ELE: anda, vem... Nessa hora ele me pegou pela mão e me puxou pra pista, me colou no corpo dele. Com uma mão segurou a minha e a outra foi na minha cintura, e a perna dele entre as minhas. E, uau, surpresa: quando começou a se mexer, ele dançava tão bem que eu me soltei. Totalmente me deixei levar por ele e o corpo dele movia o meu. Ele me olhava fixamente e eu, no começo, desviava ou baixava o olhar, e ele não tirava os olhos de mim. Mas com aqueles movimentos que ele fazia, comecei a ficar seduzida, e aquele bate-bate e aquele vai e vem que eu sentia dele entre minhas pernas estavam me dando um calor, mas não por causa do clima, e sim porque eu gostava que ele tinha o controle total dos nossos movimentos. Quando ele viu que eu me soltei, num instante desceu a mão da minha cintura e senti os dedos dele já tocando minha bunda. Na hora fiquei um pouco irritada, mas ao mesmo tempo senti um formigamento, então não falei nada...
EU: ei, cê sabe dançar bachata mesmo hein, onde aprendeu? preciso ir nessa escola pra ter umas aulas kkk ELE: não aprendi, isso vem de dentro, mas se você quiser aprender, eu posso te ensinar e de graça, o que acha...
EU: kkk sério? então valeu pela oferta, vou pensar. Assim as músicas iam passando e aos poucos eu me soltava mais, no fim já tava do jeito que ele queria, completamente grudada nele, então me deixei levar, não senti que tinha nada de errado, era só uma dança. Assim os estilos foram mudando e eu já tinha virado a parceira de dança dele. Sem perceber, já tinham passado umas horas e eu precisava chegar em casa antes das 5 da manhã, e já eram 3 da manhã. Então resolvi sentar um pouco pra descansar, e claro que ele não se desgrudava de mim. Não vou mentir, naquela hora, mais do que gostar dele, já tava me sentindo atraída. Depois de ver aqueles movimentos de dança, sabia que ele tinha fôlego. Aí falei pras minhas amigas que já tinha que ir, e elas falaram óbvio que não. Então pedi pra uma delas (a motorista do carro) me levar e depois voltar, já que ela não tinha bebido nada. Na hora ele ouviu e disse...
ELE: relaxa, eu posso te levar, onde cê mora?
EU: ah, muito obrigada, mas prefiro que minha amiga me leve pra evitar problemas (nessa hora ele já sabia que eu era casada). Nisso toca um reggaeton e minhas amigas e todo mundo levantou e começou a dançar.
ELE: vem, vamos dançar as últimas músicas antes de você ir, olha suas amigas já tão dançando, deixa elas curtirem um pouco enquanto a gente dança
EU: valeu, mas isso eu não sei dançar e acho que não vou ficar bem dançando essa música pros jovens...
ELE: vem que eu te ensino... (e de novo me puxou pra pista). Naquela hora eu não sabia como me mexer, mas com o álcool não sentia vergonha, então comecei a imitar minhas amigas e aprendi a perrear. E olha que dançada boa, me soltei total. O álcool já tinha pegado mais forte, ainda consciente do que O que eu fazia, mas já sem vergonha, comecei a dançar pra ele. Me virei e comecei a me esfregar nele...
E que surpresa quando ele me pegou pela cintura e me puxou pra colar em mim, pude sentir como ele tava duro ali, senti uma adrenalina percorrer meu corpo e um formigamento lá embaixo, não vou negar, nesse momento eu já tava molhada. Não fiz nada e deixei ele me ter do jeito que quisesse, porque a verdade é que eu queria continuar sentindo tudo aquilo que eu sentia por cima da calça dele. Cada vez que eu colava mais nele, sentia ele mais duro e grosso, e nessa hora já comecei a imaginar um monte de coisa, principalmente como ele era por baixo, se o que eu sentia era real mesmo. Foram 10 minutos sentindo ele nas minhas nádegas, e sim, eu já tava com muito tesão. Quando comecei a sentir algo mais lá embaixo, pra não perder o controle, decidi sentar e pegar uma cerveja gelada pra ver se acalmava um pouco a minha excitação. Ele falou: "O que foi, tá se sentindo bem?" Eu inventei que não tava bem: "Um pouco, é que tô meio tonta e não me sinto muito bem, acho que vou pedir pra me levarem pra casa." Ele insistiu: "Eu te levo, além disso, olha suas amigas tão se divertindo, acho que seria chato incomodar elas e depois pode rolar uma briga entre vocês." Eu respondi: "É verdade, não quero incomodar elas." Ele: "Então eu te levo?" Eu: "Não sei, é que meu marido pode me ver chegando com você e aí ferra tudo pra mim." Ele: "Não se preocupa, olha, eu paro do lado da sua casa, só espero você entrar e vou embora, o que acha?" Nessa hora, não sei o que deu em mim, só lembrei daquela sensação que percorria meu corpo ao sentir aquilo que ele tinha lá embaixo, e decidi aceitar que ele me levasse. Já no caminho pra minha casa, que era uns 15 minutos, percebi que tinha deixado minha bolsa no carro da minha amiga, e não queria ligar pra ela naquela hora da madrugada, nem que meu marido me visse naquele estado, ainda mais com ele. Então falei pra ele me deixar na casa de uma amiga que morava na próxima quadra, mas pra chegar lá era uma rua meio escura e um terreno baldio. Ele disse: "Ei, mas suas amigas não vão chegar tão cedo, e não posso te deixar sozinha aqui. Melhor a gente esperar aqui no meu carro enquanto sua amiga chega, não acha?... E se eu tava certo, então não tava bêbado nem eu, mas já não tava tão no controle de mim. Falei pra ele que tudo bem, que parasse um pouco mais na frente pra os vizinhos não chamarem a polícia, porque aquela área era meio perigosa de noite e os vizinhos denunciavam qualquer carro ou movimento suspeito. E ele me disse... ELE: Melhor eu entrar nesse terreno aqui, assim se a polícia passar, não repara na gente, e a gente vê quando sua amiga chegar daqui escondidos. EU: Ok, não é má ideia. Na mesma rua, só uns metros da casa da minha amiga, ele entrou no terreno escuro, escondido entre umas árvores pequenas, entrou e desligou o carro. ELE: Ei, obrigado por dançar comigo. EU: Não, obrigada a você por me ensinar a dançar música que eu nunca tinha dançado, você é muito bom dançando, hein. ELE: Não só dançando, também em muitas outras coisas. EU: Tipo o quê? ELE: Sei cozinhar também.. EU: Sério? E cê cozinha gostoso? ELE: Tudo que faço sai gostoso, tudo que eu faço, faço muito gostoso. EU: Pois é, não sei quem diz isso, porque pra mim não tem prova não, haha. Óbvio que eu tava entrando na brincadeira, queria ver até onde ele ia, mas tava até gostando dele porque ele tava se comportando todo cavalheiro, e isso me excitava mais, tava me tratando como há muito tempo não me tratavam. ELE: Então quando você quiser, eu te mostro e você comprova. EU: Claro, por que não? E o que você faria primeiro? (me referindo a comida) E ele disse... ELE: Isso!! Ato contínuo, ele se aproximou do meu lugar e me beijou. Não soube como reagir e só me deixei beijar, porque a verdade é que ele beijava gostoso e aqueles lábios me agradaram... EU: O que cê tá fazendo? ELE: O que eu tava com vontade há um tempão, e pelo jeito que você respondeu agora no beijo, acho que você também quer, ou cê acha que eu não percebi como você tava curtindo quando eu te tinha bem colada e sentia tudo isso?... Nesse momento, ele pegou minha mão direita e colocou no pau dele... Uff, tava duríssimo por cima da calça, o que eu senti. Nessa hora, lembrei como ele se mexia, como senti aquela pica nas minhas nádegas rebolando e pra que mentir se eu tava curiosa, então ele me beijou de novo, deixou minha mão na pica dele e a mão dele pegou nas minhas pernas...
e aos poucos foi levantando minha saia curta, acariciando minha perna devagar enquanto continuava me beijando, eu só sentia uma onda de nervosismo e tesão ao mesmo tempo, simplesmente não consegui falar nada e resolvi me deixar levar, então comecei a esfregar o que sentia contra a calça dele e puta merda, era bem dura e grande, ele chegou na minha buceta e eu dei um pulo, então falei... EU: para... olha, tudo bem, isso vai rolar, mas não aqui, vamos pra outro lugar perto, a gente tem 1 hora... na mesma hora, sem dizer nada, ele deu a partida, saiu e fomos direto pra um motel que ficava a 3 quadras de onde a gente tava. entramos no quarto e, quando fechou a porta, começou a beijar minhas costas e me acariciar, descendo a mão devagar...
Pronto, abaixo da mão dela, dei um passo à frente e ela levantou minha saia e enfiou os dedos na minha buceta molhada. Eu não tava só com tesão, tava em chamas, ufff...
Joguei ele na cama e, aos poucos, tirei minha blusa e saia, pra ele ver que quem mandava era eu. Não sei o que deu em mim naquele momento, me transformei. Nunca tinha acontecido isso antes, já que nunca tinha ficado com outro homem que não fosse meu marido. Então ele se despiu, tirei a roupa dele e uau, era melhor do que eu tinha sentido no baile. Uma piroca deliciosa, uns 20 centímetros mais ou menos, grossa e duríssima. Então não me restou outra opção a não ser mostrar pra ele o que eu sabia fazer, apesar da minha idade, e comecei a...
aproveitando tanto quanto eu, que delícia gostosa, comecei a chupar devagarzinho, minha língua percorria de baixo pra cima, lambendo cada centímetro da pica dele, e enfiando tudo até o fundo que eu aguentava, porque antes eu nunca tinha feito isso, não era algo que eu curtia, nem com meu marido eu fazia. Mas com ele, ao ver aquela pica gostosa, automaticamente quis ter ela toda na minha boca. Dei umas boas chupadas até ele falar: ELE: para... EU: que foi??? toda confusa perguntei o que estava acontecendo, e ele me perguntou... ELE: já te levaram pro céu alguma vez? EU: como assim, do que você tá falando? ELE: nisso!!! Nesse momento ele se levantou, me abraçou e me jogou na cama, abriu minha roupa e fiquei nua, abriu minhas pernas e começou a lamber minha buceta toda molhada...
Uau, pra mim foi algo que nunca tinha experimentado daquele jeito. Não tô dizendo que nunca fizeram isso comigo, mas igual ele, nunca. Ele começou a me lamber devagarzinho, eu sentia a língua dele percorrendo os lábios e enfiando a língua o mais fundo que conseguia. Eu sentia aquela língua dentro de mim, e cada vez que ele fazia isso, eu sentia meu mel escorrendo aos poucos, até quase chegar ao clímax total...
Então, quando viu que eu tava doida por ele, ele parou e eu senti aquela yummy cock entrando devagarinho em mim. Uau, doeu um pouco porque eu nunca tinha provado uma cock tão grande. Quando a cabeça entrou, soltei um gemido de dor gostoso. Ele falou... ELE: Te machuquei? EU: Não, continua, faz o que sabe fazer, me mostra que essa noite valeu a pena... Nesse momento, ele soltou a cock toda. Uff, que gostoso, ele metia devagar e fundo enquanto me beijava, eu só gemia de dor e prazer. Não acreditava que tava dando pra um cara mais novo, com uma cock grande e yummy, então agarrei as nádegas dele e puxei ele mais pra dentro de mim. EU: Ai sim, papai... que gostoso... mmm... ahh, quero sentir você todo dentro de mim... hoje eu sou sua putinha... ELE: Claro que sim, agora você é minha putinha e vou te dar a melhor foda da sua vida, que você nunca vai esquecer... Nesse momento, ele começou a meter mais forte e fundo, uau, sentia minha alma subindo, minha respiração super ofegante, minhas pernas tremendo e minha buceta gozando, enchendo a cock dele de cum. EU: Isso, gatinho, assim... uau, como você fode gostoso... me dá mais, gatinho, me faz sua. ELE: Você gosta da minha cock, né? Adora, porra, você é uma putinha, por isso é tão gostosa.
não sabia mais o que fazer, era tanta a tesão e o prazer que eu só gritava mais forte de gosto, e isso excitava tanto ele quanto eu, então eu falei... EU: mmm agora é minha vez, papai.. me levantei e joguei ele na cama, montei e comecei a comer ele, uau, finalmente eu tava no controle, eu me mexia do jeito que mais gostoso sentia...
Era uma sensação super gostosa, eu só me deixava levar, ele sabia como me satisfazer e aqueles movimentos de dança não eram à toa, se ele rebolava gostoso dançando, naqueles momentos era um Deus na cama. Então ele saiu de mim e eu falei... EU: me faz de sua putinha, pai, quero sentir toda a sua força... e eu mesma me coloquei de quatro, sim, eu virei a putinha dele, eu pedia, implorava para ele me fazer de sua putinha, e foi exatamente o que ele fez...
EU: aí sim, papai... que gostoso assim, pequenininho, mete tudo... assim, aii não para... me dá mais forte... adoro seu pau, quero ele todo dentro de mim, papai... ô, sim, assim, assim, mmmm que delícia, uii mmmm, eu tinha me entregado completamente a ele, e como não fazer isso se ele estava me fazendo sentir o que nunca senti com ninguém, muito menos com meu marido, então só aproveitei, porque eu sabia que aquela noite seria só uma vez e depois como se nunca tivesse acontecido... ELE: sim, mamãe, que buceta gostosa você tem, você me encanta, está uma delícia, assim que eu gosto, que você seja minha putinha, minha vadiazinha, então engole tudo, mmmm. Sem olhar as horas, já tinha passado uma hora, ao mesmo tempo eu não queria ir embora, mas tinha que ir, então pedi pra ele gozar enquanto continuava metendo, e antes que eu terminasse de falar, ele gozou...
Claro, ele trouxe camisinha, então a gente se apressou. Eu troquei de roupa, mas não coloquei minha calcinha fio-dental porque tava toda molhada. Aí ele pegou ela e disse que queria de lembrança, caso a gente não se visse de novo, que nunca tinha vivido algo tão intenso e excitante. Não soube se acreditei, né — os homens vão pra nightclub atrás de quem topa, e aí calhou de ser eu.E quando voltei pra casa da minha amiga, ela já tava lá. Chamei ela pra sair e me abrir a porta, e antes de eu descer do carro, ele me deu um beijo gostoso e falou... que agradecia por eu ter deixado ele ser quem me fez aproveitar aquela noite. Não falei nada, só fiquei vermelha, sorri e desci. No dia seguinte cedo, minha amiga me deixou em casa, e lá estava meu marido, tranquilo. Só perguntou como eu tinha me divertido, e eu só falei que foi muito bom, sem ele saber que foi uma das melhores noites da minha vida.
E dele? Bom, não soube mais nada, nem saí de novo com minhas amigas. Não por briga, mas porque essa era minha ideia: sair pra me divertir uma noite. E eu fiz isso mil por cento. Queria que ficasse como uma lembrança gostosa, pra que arriscar mais e perder meu casamento por querer reviver só uma aventura? Essa é uma das minhas tantas histórias, mas é minha favorita, porque até hoje ainda lembro dela perfeitamente. Abraços e espero que tenham gostado. História 100% real.
0 comentários - Festa, bebida e um estranho... 100% Real