Levar a arte nas mãos, como pintor de quadros a óleo, designer de interiores e exteriores, me deu várias experiências, mas como tatuador, me levou a situações que nem planejadas teriam saído melhor. Gosto de descobrir nas pessoas, desde o primeiro momento em que me dizem o local da tatuagem, suas intenções, ou às vezes até suas fantasias, sem precisar de palavras... Gosto dos flertes que vão subindo de tom... Mas gosto ainda mais daquelas situações que você nem espera... E foi exatamente isso que aconteceu naquela ocasião... Eliú e Haide são um casal livre, e até liberais, zero casamento, já que temem as responsabilidades da vida, são do "Aqui e agora"... Haide pediu uma tatuagem anal, e depois de marcar um horário, chegou bem cedo. Pedi que ela fosse atrás de um biombo e tirasse a roupa, e que tinha um lençol para se cobrir e eu a esperaria do lado de fora... Mas para minha surpresa, ali mesmo ela se despiu. Depois, a acomodei na minha mesa e, após higienizar o local, procedi com o que ela queria. O corpo e a mente dela estavam mais que acostumados com minhas mãos, então ela é muito paciente e confiante... Mas ainda assim, seus movimentos de quadril, embora sutis, me mandavam sinais. Ela apertava as nádegas continuamente e, de certa forma, prendia meus dedos. Eu tentava fazê-la falar, para distrair a mente dela... E a minha também.
Teve que ser um processo de 4 sessões... Eliú me pediu pra ir checando a cicatrização na casa dela... ao que aceitei com gosto... Em 20 dias, a mesma já tava com mais de 80% de efetividade, só faltava uma última visita, e minha responsabilidade terminava... Cheguei no mesmo horário, e Háide tava tomando um copo de bom tequila... Notei que ela tava fora de "estar no juízo normal"... Me disse num tom meloso: . Só sorri, e ela tirou a roupa de baixo, subiu no sofá, e "me ajudou" abrindo as nádegas, me aproximei pra revisar, e ela me recebeu com o jogo de apertar os esfíncteres várias vezes seguidas, pedi pra ela não fazer isso, me deixar checar na calma... Respondeu que a bunda dela tava feliz por essa tatuagem, . Falei bem sério,
O que a deixou desanimada, e enquanto servia outro copo, acendia um dos seus cigarros britânicos, se recostou no encosto da poltrona, me disse; . E continuei na minha revisão, e umedeci dois dedos, e os passei sobre o receptáculo anal dela, fazendo com que franzisse com força os esfíncteres, e soltou um gemido tímido... Disse fingindo "inocência". . . Disse no momento em que jogava a bunda para trás, e me entreguei à tarefa de acariciar seus esfíncteres, logo dois dedos de cada mão faziam seu trabalho ao distendê-los, me aproximei, e com a pica empunhada a precipitei pra dentro do cu... Me agarrei nas suas cadeiras, e fiquei bombando entre vai e vem rápidos e fortes, ela apertava minha pica com seu cuzinho.... E no fim, joguei uma tremenda carga de porra.....
Depois de me arrumar, pedi pra ela lavar bem atrás, e aí na semana seguinte... Passei 3 dias no meu estúdio de arte e tatuagem no galpão pensando, lembrando e sentindo falta daquela deliciosa forma única de foder da Haide, que aos 24 anos era uma verdadeira máquina sexual... E eu naqueles dias tava pisando nos 45... 46... E não dava mais pra ficar me masturbando pensando nela. Então, me apresentei na casa dela naquela mesma sexta à tarde, ela ficou meio surpresa, mas já me deixou entrar com uma voz bem melosa... Pegou na minha mão e me levou pro quarto dela... Segurei ela na hora, e pedi um copo d'água de pretexto... Fomos pra sala, e mesmo eu estando bem excitado, e do jeito dela que é chegar e "pegar"... Mmm, sei lá, queria levar ela por um caminho que talvez ela já conheceu alguma vez, que é ter umas brincadeiras básicas e safadas... Durante a conversa, aos poucos ela foi esquentando, na real não apressou nada, dava pra sentir a cooperação dela... E isso me deixava ainda mais excitado. Depois de 1 hora, ela sugeriu ver o processo de cicatrização... Ah, sim... Achei uma ótima ideia, e fomos pra parte de cima... Dessa vez fui eu quem tirou a roupa de baixo dela, e me dediquei a acariciar o corpo dela, mas realmente acariciar... A gente tava curtindo pra caralho juntos... Depois coloquei ela na beira da cama de quatro, abri as nádegas dela, e enfiei a cara entre elas... Ficamos nessa posição por um bom tempo...
Tirei minha roupa e subi na cama, esfreguei meu corpo no dela, e chegou o ponto em que ambos trocávamos carícias... Depois ela me virou de bruços e montou em mim na hora... Meu pau se alojou até o fundo dela, batendo minha base contra a pélvis dela. Depois de um tempo, soltei uma das minhas cargas de porra, os gemidos dela foram bem loucos e altos... Aí ela ficou em silêncio, e isso nos permitiu ouvir quando Eliú entrou em casa... Fiquei parado lá, sem me mexer... Ela interpretou isso como "coragem", mas a real é que a Haide, apesar de ter um corpo médio e curvilíneo, é pesada, e isso não me deixou levantar rápido... Quando Eliú nos descobriu, foi que percebi o que rolava entre eles... Depois de um SIIIIIM... longo como em filme pornô, ele tirou a roupa na hora e pulou em cima da gente, nunca teve carinho nenhum para a Haide sequer... Mas só pelos toques nos nossos corpos com tanta luxúria, me deixei soltar e aproveitar... Essa era a chave do enigma, a corrente que os unia... Praticamente, o desejo com tanta luxúria. Assim que ele começou a chupar, absorvendo nossos sucos misturados e nossa união de genitais... Então fui testemunha do transbordamento de uma excitação plena da Haide, e a minha também, claro...
Não demorou pra coisa grande penetrar ela, e assim numa dupla penetração, Haide parecia possuída... Tão cheia e repleta de prazer que uivava sem se importar com a existência dos vizinhos do prédio onde moravam... Óbvio, eu tava super fascinado com tanta amostra de excitação... Trocamos de posição várias vezes, e ela sempre entre nós dois... Eliú a cada momento mostrava sua confiança de ser um mega macho, conseguia dirigir a vontade de ambos, e no entanto me levava muito em conta, sem palavras, se adaptava ao jeito que Haide e eu nos movíamos ou nos acomodávamos... Sem dúvida que entre nós três tínhamos encontrado um encaixe pra curtir bem...
Numa vez que eu me soltei, os dois começaram a chupar meu pau pra deixar ele duro de novo. Pra ser sincero, não sabia qual dos dois tinha metido os dedos no meu cu, mas era uma sensação gostosa sem igual... E me mexer cheio de prazer não era mal visto... As bocas deles não paravam, ao mesmo tempo chupavam e me masturbavam... E num certo ponto, eles, como um casal que se conhece... Me levaram mais rápido com aquela sensação até eu gozar entre as bocas deles...
Descansamos um pouco, conversando sobre cada um, enquanto as mãos de cada um pegavam o que a gente queria. Era como estar num depósito ou armazém cheio de tudo, tipo selecionando os melhores petiscos do seu gosto... Depois, os dois começaram a me masturbar, e meu pau endureceu de novo... Haide se ajeitou, me puxou pra ela, eu penetrei ela de missionário, segurei ela pelas nádegas e levantei o corpo dela, fazendo vai e vem com um balanço peculiar... Quando, de repente, senti as mãos de Eliú nas minhas nádegas. Pra ser sincero, não esperava por isso, e muito menos que, além de acariciá-las, ele as abrisse e enfiasse o rosto entre elas, chupando com luxúria dedicada meu cu enquanto eu dava círculos na buceta da Haide... Assim, meu ritmo aumentou ainda mais... Depois, pude sentir ele subir em mim, me puxou um pouco pra perto dele e se preparou pra me penetrar...
Senti ele entrando, passando pelos meus esfíncteres, e me deixou louca de amarrar... Com certeza foi uma noite deliciosa... Noite que ficou tatuada na nossa relação nascente... E nos levou a mais encontros... Uma tatuagem de alta precisão...
Teve que ser um processo de 4 sessões... Eliú me pediu pra ir checando a cicatrização na casa dela... ao que aceitei com gosto... Em 20 dias, a mesma já tava com mais de 80% de efetividade, só faltava uma última visita, e minha responsabilidade terminava... Cheguei no mesmo horário, e Háide tava tomando um copo de bom tequila... Notei que ela tava fora de "estar no juízo normal"... Me disse num tom meloso:
O que a deixou desanimada, e enquanto servia outro copo, acendia um dos seus cigarros britânicos, se recostou no encosto da poltrona, me disse;
Depois de me arrumar, pedi pra ela lavar bem atrás, e aí na semana seguinte... Passei 3 dias no meu estúdio de arte e tatuagem no galpão pensando, lembrando e sentindo falta daquela deliciosa forma única de foder da Haide, que aos 24 anos era uma verdadeira máquina sexual... E eu naqueles dias tava pisando nos 45... 46... E não dava mais pra ficar me masturbando pensando nela. Então, me apresentei na casa dela naquela mesma sexta à tarde, ela ficou meio surpresa, mas já me deixou entrar com uma voz bem melosa... Pegou na minha mão e me levou pro quarto dela... Segurei ela na hora, e pedi um copo d'água de pretexto... Fomos pra sala, e mesmo eu estando bem excitado, e do jeito dela que é chegar e "pegar"... Mmm, sei lá, queria levar ela por um caminho que talvez ela já conheceu alguma vez, que é ter umas brincadeiras básicas e safadas... Durante a conversa, aos poucos ela foi esquentando, na real não apressou nada, dava pra sentir a cooperação dela... E isso me deixava ainda mais excitado. Depois de 1 hora, ela sugeriu ver o processo de cicatrização... Ah, sim... Achei uma ótima ideia, e fomos pra parte de cima... Dessa vez fui eu quem tirou a roupa de baixo dela, e me dediquei a acariciar o corpo dela, mas realmente acariciar... A gente tava curtindo pra caralho juntos... Depois coloquei ela na beira da cama de quatro, abri as nádegas dela, e enfiei a cara entre elas... Ficamos nessa posição por um bom tempo...
Tirei minha roupa e subi na cama, esfreguei meu corpo no dela, e chegou o ponto em que ambos trocávamos carícias... Depois ela me virou de bruços e montou em mim na hora... Meu pau se alojou até o fundo dela, batendo minha base contra a pélvis dela. Depois de um tempo, soltei uma das minhas cargas de porra, os gemidos dela foram bem loucos e altos... Aí ela ficou em silêncio, e isso nos permitiu ouvir quando Eliú entrou em casa... Fiquei parado lá, sem me mexer... Ela interpretou isso como "coragem", mas a real é que a Haide, apesar de ter um corpo médio e curvilíneo, é pesada, e isso não me deixou levantar rápido... Quando Eliú nos descobriu, foi que percebi o que rolava entre eles... Depois de um SIIIIIM... longo como em filme pornô, ele tirou a roupa na hora e pulou em cima da gente, nunca teve carinho nenhum para a Haide sequer... Mas só pelos toques nos nossos corpos com tanta luxúria, me deixei soltar e aproveitar... Essa era a chave do enigma, a corrente que os unia... Praticamente, o desejo com tanta luxúria. Assim que ele começou a chupar, absorvendo nossos sucos misturados e nossa união de genitais... Então fui testemunha do transbordamento de uma excitação plena da Haide, e a minha também, claro...
Não demorou pra coisa grande penetrar ela, e assim numa dupla penetração, Haide parecia possuída... Tão cheia e repleta de prazer que uivava sem se importar com a existência dos vizinhos do prédio onde moravam... Óbvio, eu tava super fascinado com tanta amostra de excitação... Trocamos de posição várias vezes, e ela sempre entre nós dois... Eliú a cada momento mostrava sua confiança de ser um mega macho, conseguia dirigir a vontade de ambos, e no entanto me levava muito em conta, sem palavras, se adaptava ao jeito que Haide e eu nos movíamos ou nos acomodávamos... Sem dúvida que entre nós três tínhamos encontrado um encaixe pra curtir bem...
Numa vez que eu me soltei, os dois começaram a chupar meu pau pra deixar ele duro de novo. Pra ser sincero, não sabia qual dos dois tinha metido os dedos no meu cu, mas era uma sensação gostosa sem igual... E me mexer cheio de prazer não era mal visto... As bocas deles não paravam, ao mesmo tempo chupavam e me masturbavam... E num certo ponto, eles, como um casal que se conhece... Me levaram mais rápido com aquela sensação até eu gozar entre as bocas deles...
Descansamos um pouco, conversando sobre cada um, enquanto as mãos de cada um pegavam o que a gente queria. Era como estar num depósito ou armazém cheio de tudo, tipo selecionando os melhores petiscos do seu gosto... Depois, os dois começaram a me masturbar, e meu pau endureceu de novo... Haide se ajeitou, me puxou pra ela, eu penetrei ela de missionário, segurei ela pelas nádegas e levantei o corpo dela, fazendo vai e vem com um balanço peculiar... Quando, de repente, senti as mãos de Eliú nas minhas nádegas. Pra ser sincero, não esperava por isso, e muito menos que, além de acariciá-las, ele as abrisse e enfiasse o rosto entre elas, chupando com luxúria dedicada meu cu enquanto eu dava círculos na buceta da Haide... Assim, meu ritmo aumentou ainda mais... Depois, pude sentir ele subir em mim, me puxou um pouco pra perto dele e se preparou pra me penetrar...
Senti ele entrando, passando pelos meus esfíncteres, e me deixou louca de amarrar... Com certeza foi uma noite deliciosa... Noite que ficou tatuada na nossa relação nascente... E nos levou a mais encontros... Uma tatuagem de alta precisão...
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