Há uns anos, escrevi um conto em outra conta, a @misterelax, que não consigo acessar porque esqueci os dados e tal. Decidi reescrever o primeiro conto, "Relação fraternal: olhos de uma irmã preocupada", mas agora corrigido, melhor escrito e com uma história que segue por outros caminhos. Digamos que é uma espécie de remake, não sei bem como chamar, enfim. Espero que gostem. 😃
P.S.: Espero dessa vez conseguir terminar a história.
Obviamente, aceito todo tipo de crítica.
1.
Era um dia comum e corrente, bem no meio das férias de verão. O sol já tinha saído fazia um tempão, e a luz atravessava a janela, batendo bem na minha cara. A luz chata, junto com o calor do quarto, não me deixou continuar dormindo. Sem alternativa, levantei de muito mau humor, me vesti do jeito mais simples possível e fui pra cozinha preparar meu café da manhã. Enquanto a xícara esquentava no micro-ondas, olhei a hora: eram quase dez da manhã. Adoraria ter continuado dormindo, mas o calor estava infernal e não deixava eu pegar no sono.
Assim que o café ficou pronto, saí da cozinha e me sentei à mesa, liguei o notebook e deixei a xícara de lado. A única coisa positiva de ter acordado tão cedo era poder aproveitar a tranquilidade da casa. Já que minha irmã ainda estava dormindo e minha mãe tinha saído pra trabalhar. E, pra ser sincero, acordaria nesse horário todo dia, se não gostasse tanto de dormir.
Mas, pra minha desgraça, a tal paz durou muito pouco. Eram onze e meia quando ouvi a porta do quarto da minha irmã abrir e xinguei internamente. Não porque odiasse minha irmã ou algo assim, simplesmente fiquei puto porque a tranquilidade durou tão pouco.
Olhei pro corredor e minha irmã vinha se aproximando devagar da sala. Dava pra ver que ela tinha acabado de acordar, ou pelo menos parecia, ainda estava com cara de sono e toda despenteada. Ela estava vestindo uma camiseta branca de alcinha. que chegava quase até os joelhos, e aparentemente sem sutiã.
Achei que ela viria me dar bom dia, mas pareceu nem notar que eu estava ali, já que continuou andando até a cozinha e fechando a porta, sem dizer uma palavra. Não dei muita importância e segui com minhas coisas.
Pouco depois, ouvi a porta da cozinha abrir, e Maga, minha irmã, saiu de lá com uma xícara na mão. Eu ainda estava concentrado nas minhas coisas quando um barulho me fez estremecer. Olhei para a entrada da sala e vi minha irmã parada na porta, com a xícara feita em pedaços na frente dela.
— Porra, mãe, me caguei toda. — Disse minha irmã com a mão no peito — O que você tá fazendo acordado, idiota? Pensei que tava dormindo.
— Não, acordei faz tempo. Olha a bagunça que você fez. — Fechei a tampa do notebook e me levantei pra ajudar a limpar tudo.
— Desculpa, você me fez cagar de susto. Agora eu limpo, deixa, não precisa se incomodar.
— Sem problema, te ajudo.
Me agachei e comecei a juntar os pedaços de porcelana que tinham se espalhado pelo chão, tentando não me sujar com o líquido.
— Deixa eu te ajudar também, já que a que fez a merda fui eu.
Maga se agachou na minha frente do mesmo jeito que eu tinha feito. Quando ela fez isso, meus olhos se cravaram nela. Por causa da posição, a gola da camiseta desceu um pouco, deixando uma abertura que dava pra ver os peitos dela. Agora tava claro que ela não tinha usado sutiã pra dormir. Isso me deixou nervoso, e sem perceber, cortei um pouco o dedo num pedaço de porcelana. Gemi de dor e levei o dedo à boca, desviando o olhar do busto da minha irmã.
— Ah, tá, depois a idiota sou eu. — Disse Maga rindo enquanto se levantava — Se machucou feio?
— Não, não, tô bem, foi só um arranhão, não dói.
— Bom, toma mais cuidado, não seja burro. Vou jogar isso fora. — Ela mostrou os pedaços da xícara quebrada que tinha pegado — E vou pegar algo pra limpar todo esse café.
Maga foi direto pra cozinha, e eu... inconscientemente, eu segui ela com o olhar, vendo como ela mexia a cintura ao andar. Na minha cabeça, a imagem dos peitos da minha irmã não saía por nada.
Maga voltou depois de um tempo com um pano de chão e um secador, e começou a limpar.
— E aí, o que rolou pra você acordar tão cedo? — As palavras dela me tiraram de um leve transe que eu tava.
— Hã? Sim, é que esse calor do caralho não deixava eu dormir. Insuportável.
— Te entendo, aconteceu o mesmo comigo, tô acordada há um tempão. Pra falar a verdade, não aguento mais.
— É, dá pra ver. — Na minha mente, passou de novo a imagem dos peitos da minha irmã.
— Como assim?
— Nada, tô dizendo que dá pra ver que o calor tá demais.
— Ah, sim, beleza. Espero que não dure muito. Você vai fazer alguma coisa hoje?
— Não faço ideia, talvez eu arrume pra encontrar um amigo, sei lá. Por quê?
— Por nada, só curiosidade.
— E você, vai fazer alguma coisa?
— Acho que não, o calor tá demais e tira toda a vontade de fazer qualquer coisa.
Eu percebi que, ao limpar, ela inclinava um pouco o corpo, fazendo a camiseta fazer o mesmo que da outra vez. O decote tinha descido um pouco e dava pra ver parte dos peitos dela. Meus olhos se desviavam, mas por alguns segundos voltavam a mirar os seios dela.
— Pronto, já tá limpo. Ficou perfeito. — Ela falou, parando de limpar. — Bom, vou tomar um banho agora.
Maga me entregou o pano de chão e o secador e foi andando pro banheiro. Eu fiquei ali parado, sem conseguir tirar da cabeça os peitos da Maga.
A imagem dos peitos da Maga ia e vinha na minha mente, eu me sentia enojado de mim mesmo por ficar excitado com um membro da minha família. Eu sabia que era errado, que não devia pensar desse jeito na minha irmã, mas não conseguia evitar; só de lembrar da situação já me dava vontade de bater uma.
Precisava espairecer um pouco, sabia que se acabasse me tocando pensando nela, depois de gozar ia me sentir culpado. Então peguei meu celular e mandei uma mensagem pro meu melhor amigo. A resposta dele não demorou, me despedi da minha irmã e saí pra caça. Fui pro lado do Fer.
Me encontrei com o Fer numa praça perto da casa dele. A gente ficou caminhando e conversando sobre as coisas que iam surgindo na cabeça. Obviamente, em nenhum momento toquei no assunto da minha irmã. Estar com o Fer tinha me feito esquecer um pouco daquilo, mas sempre voltava a lembrar.
O tempo foi passando sem eu perceber, e quando me dei conta já estava escurecendo. Me despedi do meu amigo e cada um foi pro seu lado.
Era umas 20:30 e eu tava cansado. Com o Fer a gente tinha caminhado demais, e meus pés já não aguentavam mais. Queria chegar em casa o mais rápido possível.
Peguei o caminho mais curto, que, embora eu soubesse que não era o mais seguro, não me deu medo nenhum. Ainda não era noite fechada, e se eu andasse rápido o bastante, sabia que não ia rolar nada. A rua tava deserta, o que era normal por causa da má fama que tinha, e a pouca iluminação também não ajudava nada. Em nenhum momento parei de andar, queria sair dali o mais rápido possível, e já tava quase chegando em casa de boa. E teria sido assim, se não fosse uma mão que me segurou pelo ombro, me fazendo parar.
— Ei, cara, o que foi, tá com tanta pressa assim? — Uma voz estranha soou atrás de mim. Me virei e tinha um cara na minha frente, uns trinta e poucos anos. Só de olhar pra ele, meus pelos já se arrepiaram. Ele tinha um boné que não deixava ver o rosto direito, e a má iluminação piorava tudo. Dava pra ver a barba toda bagunçada e mal feita. E ele tava vestindo um conjunto esportivo de um time que dava pra reconhecer, bem sujo e desleixado.
Era o tipo de pessoa que a gente evita cruzar na rua com medo do que pode fazer, e eu já tava me arrependendo de ter pego esse caminho.
— O que foi, amigão? Tua mãe tá te esperando? Responde aí, vai. — Ele tinha um cheiro nojento de álcool.
— D... Desculpa, eu... eu tenho que ir — mal conseguia falar. palavras, eu estava nervoso demais.
—Calma, mano, não tem nada, tamo entre amigos. Relaxa. Cê não tem uns trocados pra dividir?
—N...não...desculpa, não tenho nada.
Ele chegou mais perto, a mão dele ainda no meu ombro. Quando ouviu minha resposta, apertou mais forte, e isso me deu uma dorzinha. Ele me encarou e falou:
—Fala sério, mano, não se faz de besta. Eu sei que cê tem alguma coisa. Faz o favor, divide aí.
—É... sério... não tenho nada. Por favor... tô falando sério.
Ele começou a me olhar com raiva, e o aperto ficou mais forte, ele tava esmagando meu braço com tudo.
—Olha aqui, mano de merda, tira alguma coisa agora ou vou encher tua cara de porrada. Minha paciência tá acabando.
Rápido pra caralho, enfiei a mão nos bolsos. A única coisa que achei foi meu celular e umas notas soltas. Não era muito, mas tirei e ofereci com medo.
—Olha só como cê achou coisa rápido, hein. Quando quer, cê se mexe. — Ele soltou meu ombro com um empurrão que me fez cair. Minhas mãos rasparam no chão, mas não liguei. Levantei o mais rápido que pude e saí correndo feito um louco.
No caminho, senti minhas lágrimas escorrendo pelo rosto, e meus olhos começaram a arder.
Finalmente cheguei em casa. Tentei entrar o mais rápido que pude, meus olhos estavam cheios d'água e minhas mãos tremiam. Não conseguia encaixar a chave na fechadura de jeito nenhum. Quando consegui abrir a porta, entrei e fechei ela atrás de mim com um puta estrondo que fez a casa inteira tremer. Encostei as costas na porta e desabei no chão. As lágrimas não paravam de cair.
—Cê é burro, filho? Nunca te ensinaram a fechar uma por...
A Maga ficou quieta. Eu tava com os braços cobrindo os olhos, mas sabia que ela tava parada na minha frente. Senti os passos dela se aproximando.
—Matias! Pelo amor de Deus, o que aconteceu?!
Os braços dela envolveram meu pescoço, e os meus, os dela. Eu não conseguia parar de chorar nem de tremer.
—Me responde! Cê tá bem? Responde, sua mãe vagabunda, cê tá me assustando. —Me... roubaram, Maga. Roubaram meu celular e o dinheiro.
—Ai, meu Deus, calma, já passou, calma. Não é nada, você tá bem, e isso é o que importa. Relaxa. — Maga me abraçou com força, e eu não soltei ela em nenhum momento.
O corpo quente dela me fez recuperar as forças. Dava pra sentir como o carinho da minha irmã me consolava. Maga me ajudou a levantar e me levou até o sofá, onde sentamos e contei tudo o que aconteceu.
— Você não sabe como ele me apertou, meu ombro ainda dói. — Falei enquanto enxugava as lágrimas.
— Bom, já passou, calma. Você tá bem e isso é o que importa. Esquece tudo, já foi. — Ela disse me abraçando e me dando uns beijinhos. — É tudo material, dá pra repor, eu quero que você esteja bem.
— É, você tem razão. Não é pra tanto, foi o susto. Desculpa por te preocupar.
— Relaxa, imagina se você vai ter que me pedir perdão. Por que não vai tomar um banho? Assim você relaxa. Enquanto isso, vou pedir a comida.
— Beleza, é melhor eu ir tomar banho mesmo. Vai me fazer bem. Valeu, Maga, sério, você é a melhor.
— De nada, maninho, pra isso que eu tô aqui. — Ela disse com um sorriso.
Abracei Maga pela última vez e fui pro banheiro, deixando ela sozinha na sala. Por sorte, já tava melhor e mais calmo.
Uma vez no banheiro, abri o chuveiro e tirei a roupa. Me olhei no espelho, tava com os olhos vidrados e o nariz vermelho. Estranhamente, achei engraçado. Molhei o rosto um pouco e entrei no chuveiro. A água me fez sentir bem, dava pra sentir o corpo mais relaxado.
— Não aconteceu nada, foi só um susto. O importante é que tô bem. Podia ter sido pior. — Falei pra mim mesmo.
Fiquei mais um tempinho no chuveiro, curtindo o contato da água, deixando as gotas me revitalizarem um pouco.
Terminei o banho e comecei a me secar. Quando acabei de me secar, fiquei me olhando no espelho de novo. Não parecia ser o mesmo. O banho definitivamente tinha me feito bem, o banho e a Maga.
Acho que se não fosse por ela, eu teria passado a noite chorando. Me senti muito sortudo por ter ela. Uma irmã assim, tão boa, compreensiva e, acima de tudo, gostosa. A imagem da minha irmã foi se formando na minha cabeça, e com ela veio a lembrança dos peitos dela. Devagar, meu pau foi ganhando força até ficar completamente duro.
Não consegui evitar, quando me dei conta, já estava me tocando lembrando dos peitos da Maga. Pensando na vontade que tinha de apalpar eles, não eram muito grandes, mas também não eram pequenos, eu imaginava eles perfeitos. Queria chupar eles e nunca mais me afastar.
Continuei me tocando por um bom tempo, até que percebi o que estava fazendo. Não cheguei a gozar quando soltei meu pau, ainda ereto.
— Sou um filho da puta, como vou me tocar pensando na minha irmã? — falei comigo mesmo.
— Preciso sair e arejar a cabeça.
Me virei pra pegar minha roupa e me vestir de uma vez. Fiquei puto quando percebi que a água tinha vazado enquanto eu tomava banho e molhado tudo. Agora não tinha nada pra vestir.
Não tive outra opção a não ser chamar a Maga pra me trazer um pouco de roupa. Abri a porta só o suficiente pra enfiar a cabeça. Dei um grito pra chamar a atenção dela e voltei pra dentro, esperando ela responder.
Em poucos segundos, a Maga apareceu.
— O que foi? Me chamou?
— Pode me trazer uma roupa? Esqueci de pegar.
— Ah, meu Deus, beleza, já vou.
Ouvi os passos da Maga se afastando da porta. Não passou nem um minuto quando ouvi a campainha tocar, devia ser a comida que eu tinha pedido. Os passos voltaram a ficar mais perto de onde eu estava. De repente, sem aviso, a porta do banheiro se abriu de uma vez. Eu fiquei sem reação, tava pelado, com o pau duro, e na minha frente minha irmã com uma cueca na mão.
— Ai, desculpa!
— Mas o que você tá fazendo? Fecha a porta! — falei enquanto pegava uma toalha o mais rápido possível.
— Desculpa, eu pensei que você ainda tivesse no chuveiro. — Ela nem se deu ao trabalho de olhar pro lado, só ficava rindo enquanto falava.
— Pelo menos olha pra outro lado! — Já tava começando a ficar A situação foi engraçada.
De repente, o som da campainha tocou de novo, cortando nossa conversa. Maga pegou o que parecia ser minha cueca e saiu do banheiro. Eu peguei a peça de roupa que tinha jogado no chão e me vesti. Me sentia desconfortável, a cueca que eu tinha trazido era velha e apertava, além de não me cobrir direito. Dava pra sentir a cueca subindo enquanto eu andava até meu quarto. Por sorte, Maga tinha ido receber a comida e não podia me ver, com certeza teria zuado se tivesse visto.
Cheguei no meu quarto, tirei a cueca e deixei em cima da cadeira. E assim, pelado, abri a gaveta da roupa procurando outra cueca pra vestir.
Enquanto procurava uma mais confortável, a porta se abriu de repente. Me deu um susto do caralho, tanto que caí sentado no chão, bem na frente da porta.
— De novo, neném? Qual é o seu problema? Se você gosta de andar pelado, fala logo.
— Mas dá pra saber o que você quer? Vaza, tô me trocando — Tava quase puto, já era a segunda vez que acontecia.
— Vim pegar o resto da sua roupa, achei que você tava no banheiro.
Senti os olhos da minha irmã cravados no meu pau pelado, e ela desviou o olhar rapidinho. Depois virou a cabeça e parou de me encarar. Me deu um certo tesão estar pelado na frente dela.
— Dá pra ir embora? Quero me trocar — Eu ainda tava pelado, mas tentava esconder minhas partes com a primeira cueca que consegui puxar da gaveta.
— Desculpa, quando terminar, vem comer.
Não acreditava em tudo que tinha rolado. Primeiro vi os peitos da minha irmã, depois fui roubado, e ainda fiquei pelado na frente dela, duas vezes. Sabia que devia sentir vergonha, mas me sentia estranhamente excitado. Tentei me acalmar, me vesti e saí do quarto. Não sabia que cara ia fazer pra olhar pra ela.
Quando cheguei na sala, vi uma caixa de pizza aberta, faltando um pedaço, que tava na mão da minha irmã. Ela tava sentada no sofá. Assistindo um filme. Peguei um pedaço de pizza e sentei do lado dela. Ninguém falou nada sobre o que aconteceu hoje, nem sobre o roubo, nem sobre o incidente de mais cedo. Ou pelo menos foi assim por um tempo.
— Desculpa pelo que aconteceu agora, não sabia que você estava aí.
— De boa, foi um acidente. Já passou. — Nenhum dos dois se olhava na cara.
— Fui uma idiota, devia ter batido. Mas, falando nisso, o que você tava fazendo daquele jeito? Eu tinha levado uma cueca pra você no banheiro.
— Acontece que a que você trouxe é das velhas, ficou pequena e aperta.
— Ahh. Talvez não seja que ficou pequena, talvez seja que você já cresceu bastante. — Ela disse, soltando uma gargalhada.
Fiquei calado e surpreso. Calado pelo comentário indireto e surpreso pelo tipo de comentário que era, nunca esperaria algo assim dela.
— Beleza, continua comendo ou me fala que eu guardo a caixa.
Quando terminei de comer, guardei tudo, fui pro quarto e me deitei na cama, tentando pegar no sono. Infelizmente, não consegui. Tinha sido um dia longo e tudo que aconteceu não me deixava descansar em paz. Fiquei assim por um bom tempo, mas foi em vão, o sono não vinha. E pra não perder tempo, fui pra sala ver TV. Se ia ficar acordado, pelo menos esperava fazer algo que eu gostasse. Fiquei vendo TV por um bom tempo. Não tinha nada interessante pra assistir, culpa do horário em que eu tava, mas a televisão era só uma desculpa pra esperar o sono chegar sozinho.
Eram quase duas da manhã quando ouvi um barulho vindo do corredor. Achei que a Maga tinha levantado pra ir ao banheiro. Pensar nisso me deu um impulso de curiosidade. Consegui ouvir a porta do banheiro fechar. Sem pensar, coloquei a TV no mudo e me aproximei do corredor. Encostei meu corpo na parede, pra ninguém me ver, e esperei. A espera não durou muito, em poucos minutos a porta do banheiro abriu e o que saiu de lá era lindo.
O corredor tava iluminado pela luz que a televisão fazia. que não era demais, mas o suficiente pra dar pra ver alguma coisa. Graças a isso, consegui ver a Maga, toda descabelada, com um top esportivo que agarrava os peitos dela e fazia eles parecerem mais empinados. E por baixo, o melhor de tudo, uma fio dental preta de renda, quase imperceptível, que deixava a bunda dela completamente à mostra. Dava pra ver a bunda dela balançando enquanto ela voltava andando pro quarto dela. Enquanto meus olhos seguiam ela, minha ereção foi tomando forma. O espetáculo não durou muito, acabou quando a Maga entrou no quarto dela, fechando a porta atrás de si. Mas a imagem ia ficar na minha cabeça por um bom tempo.
Voltei a me deitar no sofá, nem me preocupei em ligar o som da TV. Abaixei a calça o suficiente pra tirar minha ereção pra fora e comecei a me tocar.
A imagem da bunda da minha irmã rodava na minha cabeça, imaginava como seria ter ela pra mim, tocar nela, passar a pica por toda a bunda dela enquanto ela fica de quatro. E junto com essa ideia vinha a lembrança da manhã, os peitos dela tomaram o lugar agora. Eu me tocava pensando em como eles seriam, e na vontade que eu tinha de chupar e apertar eles. Tava tão excitado que já não me importava que a pessoa com quem eu tava me masturbando fosse minha irmã. A única coisa que eu queria era aliviar o tesão.
E não teria faltado muito, não fosse pelo barulho de uma porta se abrindo. Soltei meu pau e levantei minha calça o mais rápido que pude. E como se nada tivesse acontecido, me sentei reto e fingi que não tava fazendo nada.
Olhei pro corredor e a figura da minha mãe apareceu.
— Ai Matías, você me assustou. O que cê tá fazendo aqui?
— Pe... desculpa... não conseguia dormir e vim ver televisão na sala.
Ela veio andando na minha direção, não consegui evitar de olhar pra ela, segui ela com o olhar, passando os olhos por todo o corpo dela. Ela tava usando uma camisola, que ia até a parte de cima dos joelhos, mas não cobria eles por completo. Percebi que ela não tava usando sutiã, dava pra ver os bicos dos peitos dela. marcando no tecido. O tesão que tava baixando agora tava voltando com tudo.
Ela chegou perto e sentou do meu lado.
— Mas cê tá bem? Sabe que pode falar qualquer coisa comigo — disse ela, passando a mão no meu cabelo.
— Tô sim, tô bem. Só não conseguia dormir. — Não conseguia desviar o olhar do peito dela, já tinha visto ela vestida assim antes, mas nunca tinha sentido nada a respeito.
Acho que naquele momento consegui perceber o tipo de corpo que ela tinha. Os peitões dela não deviam deixar ninguém insatisfeito. E não só os peitos, era uma mulher jovem e gostosa, com o cabelo castanho igual ao da Maga. Eram duas mulheres lindas, cada uma se destacando no seu. Minha mãe tinha os peitos, mas minha irmã tinha a raba. Mas ver ela vestida assim destacava muito mais os atributos dela. Pra ser sincero, era uma vista maravilhosa.
— Tem certeza que cê tá bem? Alguma coisa tá rolando.
— Tô sim... tô bem. Fica tranquila.
— Fala logo, Matías, o que foi?
É verdade, tava rolando algo, algo que não devia. Tava com um tesão do caralho por causa da minha irmã e da minha mãe, mas não podia falar que tava excitado com elas. Ela ia me mandar pra puta que pariu ou pior. Tinha que pensar em algo, e rápido. Escolhi a opção mais óbvia, não sabia como ela ia reagir, mas era melhor que nada. Contei a verdade.
— ...Nada, é que... não sei se a Maga te contou algo hoje. Mas quando tava voltando da casa do Fer, fui roubado.
Os olhos da minha mãe se arregalaram pra caralho, a cara de surpresa virou preocupação num segundo.
— O quê? Como assim, te roubaram? O que aconteceu? Fizeram alguma coisa contigo? Por que não me contaram?
— Calma, tô bem, não foi nada demais.
— Como não foi nada demais? Filho, podiam ter feito algo com você, se te acontecesse alguma coisa, eu morria.
Os braços dela envolveram meu pescoço pra me abraçar. Dava pra sentir a preocupação dela, além de sentir os peitos dela encostados no meu peito. Era bom, era como se eu tivesse tocando eles indiretamente. Me ver naquela situação me fez sentir estranho, dava pra sentir o amor de mãe. mas me dava um tesão danado sentir as tetas da minha mãe em mim.
—Da próxima me avisa, tá? Não gosto que escondam coisas de mim. Depois vou falar com sua irmã.
—Não fala nada pra ela, ela me ajudou pra caralho quando cheguei. Não enche o saco dela, não é culpa dela.
—Mmm, tá bom, beleza. Mas da próxima me avisem. Onde te roubaram?
—Juro que da próxima te aviso. Foi naquela rua meio sinistra. — ela já tinha me falado várias vezes pra não ir por ali. —Já sei o que você vai dizer, sou um idiota, não devia ter ido por ali. Desculpa.
—Você é meio idiota mesmo, mas já foi. O importante é que você tá bem. Isso serve de lição pra não passar mais por lá.
—Pode crer, nunca mais pego aquele caminho.
—Bom, assim que eu gosto. Agora vou dormir, você não fica até tarde. Não gosto que depois durma o dia inteiro.
Mamãe levantou de repente, e a camisola dela subiu um pouco, deixando ver por um segundo uma calcinha de renda tão branca quanto a camisola. Foi muito rápido, mamãe nem percebeu, mas eu consegui curtir aquilo por um segundo.
Ela me deu um beijo na bochecha e foi pelo corredor, mas voltou depois de alguns minutos.
—Esqueci que tinha vindo pegar uma bebida — disse rindo.
Quando voltou, ficou me encarando.
—Olha, Mati, se você tiver dificuldade pra dormir, pode vir dormir comigo. Talvez isso te ajude a pegar no sono.
Essa última parte me surpreendeu, nunca esperava uma proposta dessas. Mas ela tinha razão, talvez estando com ela eu conseguisse dormir. Hesitei um pouco, mas no fim aceitei.
Acompanhei mamãe até o quarto dela pra ela arrumar a cama pra gente dormir.
—Vai se deitando que eu vou no banheiro e já volto.
—Beleza, pode ir.
Peguei o travesseiro que estava no meu quarto, levei pro quarto dela e me deitei. Fiquei esperando mamãe voltar do banheiro pra poder dormir, ou pelo menos tentar.
Ela não demorou muito pra voltar. Quando entrou no quarto, eu já estava deitado de um lado da cama. Fiquei olhando pra ela, vendo a figura, passando os olhos dos pés à cabeça. Focando principalmente nos peitos dela, era inacreditável como conseguiam chamar a atenção.
Num instante, ela se aproximou de um móvel, daqueles que têm gavetas pra guardar roupa e todo tipo de coisa, que ainda vinha com um espelho na parte de cima. Ela se inclinou um pouco pra se ver no espelho do móvel.
Eu não tirava os olhos dela, agora minha vista tava cravada nas costas dela, mais especificamente na raba dela, que, embora ainda estivesse coberta pela camisola, com um movimento leve podia ficar à mostra. Só de pensar nisso já me deixava muito excitado. Minha mãe até que não se destacava pela raba, mas não tinha nada a invejar de outras mulheres. Não era muito grande, mas causava efeito em qualquer um que visse, e naquele momento tava afetando o próprio filho.
Finalmente, ela prendeu o cabelo. Se virou e me sorriu. Eu me mexi do lugar onde tava e me apoiei na parede, de um jeito que os dois coubessem. Mamãe apagou a luz do abajur, deixando o quarto escuro, e se deitou de costas pra mim.
O tempo passou e eu continuava sem conseguir dormir. Tentei fechar os olhos e distrair a mente, mas não adiantava. Pensei em voltar pra sala e ver TV, mas isso não ia ajudar em nada.
Fiquei olhando pro teto um tempo, lembrando do dia que tive. Lembrei de quando cheguei em casa. De como o abraço da Maga me acalmou e me fez esquecer do que tinha rolado. Um sorriso se formou no meu rosto. Me enrolei em posição fetal e comecei a lembrar do que tinha acontecido de manhã sobre os peitos da minha irmã, e uma lembrança puxou outra, passei de pensar nos peitos dela a lembrar da raba dela. Minha ereção ia crescendo conforme eu lembrava. Aos poucos, a imagem da minha mãe também tomou lugar, principalmente os peitos dela, com os mamilos marcando no tecido da camisola, e a sensação no meu peito quando ela me abraçou.
Olhei pra minha mãe por cima do ombro, ela tava deitada de costas pra mim com as pernas dobradas. Me virei de novo pra Me virei e fiquei olhando pra ela. Meus olhos foram direto pra onde terminava a camisola dela.
Minha pica já tinha crescido ao máximo e marcava tudo no meu short.
— Mãe, cê tá acordada? — não houve resposta. — Te incomoda se eu for ver TV? — perguntei a primeira coisa que veio na cabeça, e mesmo assim, silêncio. Mamãe já tinha dormido. Não sei o que passou pela minha cabeça, mas quando percebi isso, movi minha mão até a ponta da camisola dela. Minha respiração ficou pesada e eu não parava de olhar pra mãe, com medo dela acordar. Tava com uma mão na minha pica, me tocando por cima do short, e a outra segurando a roupa da minha mãe.
Devagar, bem devagar, levantei a camisola tentando puxar um pouco. Sempre com o medo de mamãe acordar. Nem tinha pensado no que ia falar se ela acordasse.
Com paciência, consegui. Levei a camisola um pouco acima das coxas dela e deixei à mostra uma calcinha de renda branca, que cobria a bunda da minha mãe. Com a luz apagada, mal dava pra ver, só a luz da lua e da rua, que entrava pela janela, me deixava enxergar alguma coisa. Mas o pouco que via já fazia meu sangue ferver. Me deitei na cama e fiquei olhando pra bunda dela.
A adrenalina do momento era incrível, nunca tinha me sentido assim. Quanto mais tempo passava, maior ficava a ereção nas minhas calças. Fantasiava em encostar a pica nela um pouco, mas isso já era passar dos limites.
Sem tirar o olho da bunda da mãe, meti a mão dentro da calça e toquei na pica diretamente. Não tava me masturbando, só me tocando. Pensando em como seria lindo poder chegar perto, tocar ela diretamente ou imaginar como aquela bunda seria se ela não tivesse nada.
Minha tesão já não aguentava mais, tirei a pica da calça e bati uma punheta, a centímetros da minha mãe. Enquanto pensava: "Tô com uma vontade do caralho de encostar tudo em você, mãe, cê tem teu filho todo excitado".
Essa última parte me fez cair na real do que tava fazendo. Mas não era suficiente pra parar. Subi a calça e saí do quarto direto pro banheiro. Onde bati uma das melhores punhetas da minha vida pensando na raba da minha irmã e nos peitões da minha mãe.
P.S.: Espero dessa vez conseguir terminar a história.
Obviamente, aceito todo tipo de crítica.
1.
Era um dia comum e corrente, bem no meio das férias de verão. O sol já tinha saído fazia um tempão, e a luz atravessava a janela, batendo bem na minha cara. A luz chata, junto com o calor do quarto, não me deixou continuar dormindo. Sem alternativa, levantei de muito mau humor, me vesti do jeito mais simples possível e fui pra cozinha preparar meu café da manhã. Enquanto a xícara esquentava no micro-ondas, olhei a hora: eram quase dez da manhã. Adoraria ter continuado dormindo, mas o calor estava infernal e não deixava eu pegar no sono.
Assim que o café ficou pronto, saí da cozinha e me sentei à mesa, liguei o notebook e deixei a xícara de lado. A única coisa positiva de ter acordado tão cedo era poder aproveitar a tranquilidade da casa. Já que minha irmã ainda estava dormindo e minha mãe tinha saído pra trabalhar. E, pra ser sincero, acordaria nesse horário todo dia, se não gostasse tanto de dormir.
Mas, pra minha desgraça, a tal paz durou muito pouco. Eram onze e meia quando ouvi a porta do quarto da minha irmã abrir e xinguei internamente. Não porque odiasse minha irmã ou algo assim, simplesmente fiquei puto porque a tranquilidade durou tão pouco.
Olhei pro corredor e minha irmã vinha se aproximando devagar da sala. Dava pra ver que ela tinha acabado de acordar, ou pelo menos parecia, ainda estava com cara de sono e toda despenteada. Ela estava vestindo uma camiseta branca de alcinha. que chegava quase até os joelhos, e aparentemente sem sutiã.
Achei que ela viria me dar bom dia, mas pareceu nem notar que eu estava ali, já que continuou andando até a cozinha e fechando a porta, sem dizer uma palavra. Não dei muita importância e segui com minhas coisas.
Pouco depois, ouvi a porta da cozinha abrir, e Maga, minha irmã, saiu de lá com uma xícara na mão. Eu ainda estava concentrado nas minhas coisas quando um barulho me fez estremecer. Olhei para a entrada da sala e vi minha irmã parada na porta, com a xícara feita em pedaços na frente dela.
— Porra, mãe, me caguei toda. — Disse minha irmã com a mão no peito — O que você tá fazendo acordado, idiota? Pensei que tava dormindo.
— Não, acordei faz tempo. Olha a bagunça que você fez. — Fechei a tampa do notebook e me levantei pra ajudar a limpar tudo.
— Desculpa, você me fez cagar de susto. Agora eu limpo, deixa, não precisa se incomodar.
— Sem problema, te ajudo.
Me agachei e comecei a juntar os pedaços de porcelana que tinham se espalhado pelo chão, tentando não me sujar com o líquido.
— Deixa eu te ajudar também, já que a que fez a merda fui eu.
Maga se agachou na minha frente do mesmo jeito que eu tinha feito. Quando ela fez isso, meus olhos se cravaram nela. Por causa da posição, a gola da camiseta desceu um pouco, deixando uma abertura que dava pra ver os peitos dela. Agora tava claro que ela não tinha usado sutiã pra dormir. Isso me deixou nervoso, e sem perceber, cortei um pouco o dedo num pedaço de porcelana. Gemi de dor e levei o dedo à boca, desviando o olhar do busto da minha irmã.
— Ah, tá, depois a idiota sou eu. — Disse Maga rindo enquanto se levantava — Se machucou feio?
— Não, não, tô bem, foi só um arranhão, não dói.
— Bom, toma mais cuidado, não seja burro. Vou jogar isso fora. — Ela mostrou os pedaços da xícara quebrada que tinha pegado — E vou pegar algo pra limpar todo esse café.
Maga foi direto pra cozinha, e eu... inconscientemente, eu segui ela com o olhar, vendo como ela mexia a cintura ao andar. Na minha cabeça, a imagem dos peitos da minha irmã não saía por nada.
Maga voltou depois de um tempo com um pano de chão e um secador, e começou a limpar.
— E aí, o que rolou pra você acordar tão cedo? — As palavras dela me tiraram de um leve transe que eu tava.
— Hã? Sim, é que esse calor do caralho não deixava eu dormir. Insuportável.
— Te entendo, aconteceu o mesmo comigo, tô acordada há um tempão. Pra falar a verdade, não aguento mais.
— É, dá pra ver. — Na minha mente, passou de novo a imagem dos peitos da minha irmã.
— Como assim?
— Nada, tô dizendo que dá pra ver que o calor tá demais.
— Ah, sim, beleza. Espero que não dure muito. Você vai fazer alguma coisa hoje?
— Não faço ideia, talvez eu arrume pra encontrar um amigo, sei lá. Por quê?
— Por nada, só curiosidade.
— E você, vai fazer alguma coisa?
— Acho que não, o calor tá demais e tira toda a vontade de fazer qualquer coisa.
Eu percebi que, ao limpar, ela inclinava um pouco o corpo, fazendo a camiseta fazer o mesmo que da outra vez. O decote tinha descido um pouco e dava pra ver parte dos peitos dela. Meus olhos se desviavam, mas por alguns segundos voltavam a mirar os seios dela.
— Pronto, já tá limpo. Ficou perfeito. — Ela falou, parando de limpar. — Bom, vou tomar um banho agora.
Maga me entregou o pano de chão e o secador e foi andando pro banheiro. Eu fiquei ali parado, sem conseguir tirar da cabeça os peitos da Maga.
A imagem dos peitos da Maga ia e vinha na minha mente, eu me sentia enojado de mim mesmo por ficar excitado com um membro da minha família. Eu sabia que era errado, que não devia pensar desse jeito na minha irmã, mas não conseguia evitar; só de lembrar da situação já me dava vontade de bater uma.
Precisava espairecer um pouco, sabia que se acabasse me tocando pensando nela, depois de gozar ia me sentir culpado. Então peguei meu celular e mandei uma mensagem pro meu melhor amigo. A resposta dele não demorou, me despedi da minha irmã e saí pra caça. Fui pro lado do Fer.
Me encontrei com o Fer numa praça perto da casa dele. A gente ficou caminhando e conversando sobre as coisas que iam surgindo na cabeça. Obviamente, em nenhum momento toquei no assunto da minha irmã. Estar com o Fer tinha me feito esquecer um pouco daquilo, mas sempre voltava a lembrar.
O tempo foi passando sem eu perceber, e quando me dei conta já estava escurecendo. Me despedi do meu amigo e cada um foi pro seu lado.
Era umas 20:30 e eu tava cansado. Com o Fer a gente tinha caminhado demais, e meus pés já não aguentavam mais. Queria chegar em casa o mais rápido possível.
Peguei o caminho mais curto, que, embora eu soubesse que não era o mais seguro, não me deu medo nenhum. Ainda não era noite fechada, e se eu andasse rápido o bastante, sabia que não ia rolar nada. A rua tava deserta, o que era normal por causa da má fama que tinha, e a pouca iluminação também não ajudava nada. Em nenhum momento parei de andar, queria sair dali o mais rápido possível, e já tava quase chegando em casa de boa. E teria sido assim, se não fosse uma mão que me segurou pelo ombro, me fazendo parar.
— Ei, cara, o que foi, tá com tanta pressa assim? — Uma voz estranha soou atrás de mim. Me virei e tinha um cara na minha frente, uns trinta e poucos anos. Só de olhar pra ele, meus pelos já se arrepiaram. Ele tinha um boné que não deixava ver o rosto direito, e a má iluminação piorava tudo. Dava pra ver a barba toda bagunçada e mal feita. E ele tava vestindo um conjunto esportivo de um time que dava pra reconhecer, bem sujo e desleixado.
Era o tipo de pessoa que a gente evita cruzar na rua com medo do que pode fazer, e eu já tava me arrependendo de ter pego esse caminho.
— O que foi, amigão? Tua mãe tá te esperando? Responde aí, vai. — Ele tinha um cheiro nojento de álcool.
— D... Desculpa, eu... eu tenho que ir — mal conseguia falar. palavras, eu estava nervoso demais.
—Calma, mano, não tem nada, tamo entre amigos. Relaxa. Cê não tem uns trocados pra dividir?
—N...não...desculpa, não tenho nada.
Ele chegou mais perto, a mão dele ainda no meu ombro. Quando ouviu minha resposta, apertou mais forte, e isso me deu uma dorzinha. Ele me encarou e falou:
—Fala sério, mano, não se faz de besta. Eu sei que cê tem alguma coisa. Faz o favor, divide aí.
—É... sério... não tenho nada. Por favor... tô falando sério.
Ele começou a me olhar com raiva, e o aperto ficou mais forte, ele tava esmagando meu braço com tudo.
—Olha aqui, mano de merda, tira alguma coisa agora ou vou encher tua cara de porrada. Minha paciência tá acabando.
Rápido pra caralho, enfiei a mão nos bolsos. A única coisa que achei foi meu celular e umas notas soltas. Não era muito, mas tirei e ofereci com medo.
—Olha só como cê achou coisa rápido, hein. Quando quer, cê se mexe. — Ele soltou meu ombro com um empurrão que me fez cair. Minhas mãos rasparam no chão, mas não liguei. Levantei o mais rápido que pude e saí correndo feito um louco.
No caminho, senti minhas lágrimas escorrendo pelo rosto, e meus olhos começaram a arder.
Finalmente cheguei em casa. Tentei entrar o mais rápido que pude, meus olhos estavam cheios d'água e minhas mãos tremiam. Não conseguia encaixar a chave na fechadura de jeito nenhum. Quando consegui abrir a porta, entrei e fechei ela atrás de mim com um puta estrondo que fez a casa inteira tremer. Encostei as costas na porta e desabei no chão. As lágrimas não paravam de cair.
—Cê é burro, filho? Nunca te ensinaram a fechar uma por...
A Maga ficou quieta. Eu tava com os braços cobrindo os olhos, mas sabia que ela tava parada na minha frente. Senti os passos dela se aproximando.
—Matias! Pelo amor de Deus, o que aconteceu?!
Os braços dela envolveram meu pescoço, e os meus, os dela. Eu não conseguia parar de chorar nem de tremer.
—Me responde! Cê tá bem? Responde, sua mãe vagabunda, cê tá me assustando. —Me... roubaram, Maga. Roubaram meu celular e o dinheiro.
—Ai, meu Deus, calma, já passou, calma. Não é nada, você tá bem, e isso é o que importa. Relaxa. — Maga me abraçou com força, e eu não soltei ela em nenhum momento.
O corpo quente dela me fez recuperar as forças. Dava pra sentir como o carinho da minha irmã me consolava. Maga me ajudou a levantar e me levou até o sofá, onde sentamos e contei tudo o que aconteceu.
— Você não sabe como ele me apertou, meu ombro ainda dói. — Falei enquanto enxugava as lágrimas.
— Bom, já passou, calma. Você tá bem e isso é o que importa. Esquece tudo, já foi. — Ela disse me abraçando e me dando uns beijinhos. — É tudo material, dá pra repor, eu quero que você esteja bem.
— É, você tem razão. Não é pra tanto, foi o susto. Desculpa por te preocupar.
— Relaxa, imagina se você vai ter que me pedir perdão. Por que não vai tomar um banho? Assim você relaxa. Enquanto isso, vou pedir a comida.
— Beleza, é melhor eu ir tomar banho mesmo. Vai me fazer bem. Valeu, Maga, sério, você é a melhor.
— De nada, maninho, pra isso que eu tô aqui. — Ela disse com um sorriso.
Abracei Maga pela última vez e fui pro banheiro, deixando ela sozinha na sala. Por sorte, já tava melhor e mais calmo.
Uma vez no banheiro, abri o chuveiro e tirei a roupa. Me olhei no espelho, tava com os olhos vidrados e o nariz vermelho. Estranhamente, achei engraçado. Molhei o rosto um pouco e entrei no chuveiro. A água me fez sentir bem, dava pra sentir o corpo mais relaxado.
— Não aconteceu nada, foi só um susto. O importante é que tô bem. Podia ter sido pior. — Falei pra mim mesmo.
Fiquei mais um tempinho no chuveiro, curtindo o contato da água, deixando as gotas me revitalizarem um pouco.
Terminei o banho e comecei a me secar. Quando acabei de me secar, fiquei me olhando no espelho de novo. Não parecia ser o mesmo. O banho definitivamente tinha me feito bem, o banho e a Maga.
Acho que se não fosse por ela, eu teria passado a noite chorando. Me senti muito sortudo por ter ela. Uma irmã assim, tão boa, compreensiva e, acima de tudo, gostosa. A imagem da minha irmã foi se formando na minha cabeça, e com ela veio a lembrança dos peitos dela. Devagar, meu pau foi ganhando força até ficar completamente duro.
Não consegui evitar, quando me dei conta, já estava me tocando lembrando dos peitos da Maga. Pensando na vontade que tinha de apalpar eles, não eram muito grandes, mas também não eram pequenos, eu imaginava eles perfeitos. Queria chupar eles e nunca mais me afastar.
Continuei me tocando por um bom tempo, até que percebi o que estava fazendo. Não cheguei a gozar quando soltei meu pau, ainda ereto.
— Sou um filho da puta, como vou me tocar pensando na minha irmã? — falei comigo mesmo.
— Preciso sair e arejar a cabeça.
Me virei pra pegar minha roupa e me vestir de uma vez. Fiquei puto quando percebi que a água tinha vazado enquanto eu tomava banho e molhado tudo. Agora não tinha nada pra vestir.
Não tive outra opção a não ser chamar a Maga pra me trazer um pouco de roupa. Abri a porta só o suficiente pra enfiar a cabeça. Dei um grito pra chamar a atenção dela e voltei pra dentro, esperando ela responder.
Em poucos segundos, a Maga apareceu.
— O que foi? Me chamou?
— Pode me trazer uma roupa? Esqueci de pegar.
— Ah, meu Deus, beleza, já vou.
Ouvi os passos da Maga se afastando da porta. Não passou nem um minuto quando ouvi a campainha tocar, devia ser a comida que eu tinha pedido. Os passos voltaram a ficar mais perto de onde eu estava. De repente, sem aviso, a porta do banheiro se abriu de uma vez. Eu fiquei sem reação, tava pelado, com o pau duro, e na minha frente minha irmã com uma cueca na mão.
— Ai, desculpa!
— Mas o que você tá fazendo? Fecha a porta! — falei enquanto pegava uma toalha o mais rápido possível.
— Desculpa, eu pensei que você ainda tivesse no chuveiro. — Ela nem se deu ao trabalho de olhar pro lado, só ficava rindo enquanto falava.
— Pelo menos olha pra outro lado! — Já tava começando a ficar A situação foi engraçada.
De repente, o som da campainha tocou de novo, cortando nossa conversa. Maga pegou o que parecia ser minha cueca e saiu do banheiro. Eu peguei a peça de roupa que tinha jogado no chão e me vesti. Me sentia desconfortável, a cueca que eu tinha trazido era velha e apertava, além de não me cobrir direito. Dava pra sentir a cueca subindo enquanto eu andava até meu quarto. Por sorte, Maga tinha ido receber a comida e não podia me ver, com certeza teria zuado se tivesse visto.
Cheguei no meu quarto, tirei a cueca e deixei em cima da cadeira. E assim, pelado, abri a gaveta da roupa procurando outra cueca pra vestir.
Enquanto procurava uma mais confortável, a porta se abriu de repente. Me deu um susto do caralho, tanto que caí sentado no chão, bem na frente da porta.
— De novo, neném? Qual é o seu problema? Se você gosta de andar pelado, fala logo.
— Mas dá pra saber o que você quer? Vaza, tô me trocando — Tava quase puto, já era a segunda vez que acontecia.
— Vim pegar o resto da sua roupa, achei que você tava no banheiro.
Senti os olhos da minha irmã cravados no meu pau pelado, e ela desviou o olhar rapidinho. Depois virou a cabeça e parou de me encarar. Me deu um certo tesão estar pelado na frente dela.
— Dá pra ir embora? Quero me trocar — Eu ainda tava pelado, mas tentava esconder minhas partes com a primeira cueca que consegui puxar da gaveta.
— Desculpa, quando terminar, vem comer.
Não acreditava em tudo que tinha rolado. Primeiro vi os peitos da minha irmã, depois fui roubado, e ainda fiquei pelado na frente dela, duas vezes. Sabia que devia sentir vergonha, mas me sentia estranhamente excitado. Tentei me acalmar, me vesti e saí do quarto. Não sabia que cara ia fazer pra olhar pra ela.
Quando cheguei na sala, vi uma caixa de pizza aberta, faltando um pedaço, que tava na mão da minha irmã. Ela tava sentada no sofá. Assistindo um filme. Peguei um pedaço de pizza e sentei do lado dela. Ninguém falou nada sobre o que aconteceu hoje, nem sobre o roubo, nem sobre o incidente de mais cedo. Ou pelo menos foi assim por um tempo.
— Desculpa pelo que aconteceu agora, não sabia que você estava aí.
— De boa, foi um acidente. Já passou. — Nenhum dos dois se olhava na cara.
— Fui uma idiota, devia ter batido. Mas, falando nisso, o que você tava fazendo daquele jeito? Eu tinha levado uma cueca pra você no banheiro.
— Acontece que a que você trouxe é das velhas, ficou pequena e aperta.
— Ahh. Talvez não seja que ficou pequena, talvez seja que você já cresceu bastante. — Ela disse, soltando uma gargalhada.
Fiquei calado e surpreso. Calado pelo comentário indireto e surpreso pelo tipo de comentário que era, nunca esperaria algo assim dela.
— Beleza, continua comendo ou me fala que eu guardo a caixa.
Quando terminei de comer, guardei tudo, fui pro quarto e me deitei na cama, tentando pegar no sono. Infelizmente, não consegui. Tinha sido um dia longo e tudo que aconteceu não me deixava descansar em paz. Fiquei assim por um bom tempo, mas foi em vão, o sono não vinha. E pra não perder tempo, fui pra sala ver TV. Se ia ficar acordado, pelo menos esperava fazer algo que eu gostasse. Fiquei vendo TV por um bom tempo. Não tinha nada interessante pra assistir, culpa do horário em que eu tava, mas a televisão era só uma desculpa pra esperar o sono chegar sozinho.
Eram quase duas da manhã quando ouvi um barulho vindo do corredor. Achei que a Maga tinha levantado pra ir ao banheiro. Pensar nisso me deu um impulso de curiosidade. Consegui ouvir a porta do banheiro fechar. Sem pensar, coloquei a TV no mudo e me aproximei do corredor. Encostei meu corpo na parede, pra ninguém me ver, e esperei. A espera não durou muito, em poucos minutos a porta do banheiro abriu e o que saiu de lá era lindo.
O corredor tava iluminado pela luz que a televisão fazia. que não era demais, mas o suficiente pra dar pra ver alguma coisa. Graças a isso, consegui ver a Maga, toda descabelada, com um top esportivo que agarrava os peitos dela e fazia eles parecerem mais empinados. E por baixo, o melhor de tudo, uma fio dental preta de renda, quase imperceptível, que deixava a bunda dela completamente à mostra. Dava pra ver a bunda dela balançando enquanto ela voltava andando pro quarto dela. Enquanto meus olhos seguiam ela, minha ereção foi tomando forma. O espetáculo não durou muito, acabou quando a Maga entrou no quarto dela, fechando a porta atrás de si. Mas a imagem ia ficar na minha cabeça por um bom tempo.
Voltei a me deitar no sofá, nem me preocupei em ligar o som da TV. Abaixei a calça o suficiente pra tirar minha ereção pra fora e comecei a me tocar.
A imagem da bunda da minha irmã rodava na minha cabeça, imaginava como seria ter ela pra mim, tocar nela, passar a pica por toda a bunda dela enquanto ela fica de quatro. E junto com essa ideia vinha a lembrança da manhã, os peitos dela tomaram o lugar agora. Eu me tocava pensando em como eles seriam, e na vontade que eu tinha de chupar e apertar eles. Tava tão excitado que já não me importava que a pessoa com quem eu tava me masturbando fosse minha irmã. A única coisa que eu queria era aliviar o tesão.
E não teria faltado muito, não fosse pelo barulho de uma porta se abrindo. Soltei meu pau e levantei minha calça o mais rápido que pude. E como se nada tivesse acontecido, me sentei reto e fingi que não tava fazendo nada.
Olhei pro corredor e a figura da minha mãe apareceu.
— Ai Matías, você me assustou. O que cê tá fazendo aqui?
— Pe... desculpa... não conseguia dormir e vim ver televisão na sala.
Ela veio andando na minha direção, não consegui evitar de olhar pra ela, segui ela com o olhar, passando os olhos por todo o corpo dela. Ela tava usando uma camisola, que ia até a parte de cima dos joelhos, mas não cobria eles por completo. Percebi que ela não tava usando sutiã, dava pra ver os bicos dos peitos dela. marcando no tecido. O tesão que tava baixando agora tava voltando com tudo.
Ela chegou perto e sentou do meu lado.
— Mas cê tá bem? Sabe que pode falar qualquer coisa comigo — disse ela, passando a mão no meu cabelo.
— Tô sim, tô bem. Só não conseguia dormir. — Não conseguia desviar o olhar do peito dela, já tinha visto ela vestida assim antes, mas nunca tinha sentido nada a respeito.
Acho que naquele momento consegui perceber o tipo de corpo que ela tinha. Os peitões dela não deviam deixar ninguém insatisfeito. E não só os peitos, era uma mulher jovem e gostosa, com o cabelo castanho igual ao da Maga. Eram duas mulheres lindas, cada uma se destacando no seu. Minha mãe tinha os peitos, mas minha irmã tinha a raba. Mas ver ela vestida assim destacava muito mais os atributos dela. Pra ser sincero, era uma vista maravilhosa.
— Tem certeza que cê tá bem? Alguma coisa tá rolando.
— Tô sim... tô bem. Fica tranquila.
— Fala logo, Matías, o que foi?
É verdade, tava rolando algo, algo que não devia. Tava com um tesão do caralho por causa da minha irmã e da minha mãe, mas não podia falar que tava excitado com elas. Ela ia me mandar pra puta que pariu ou pior. Tinha que pensar em algo, e rápido. Escolhi a opção mais óbvia, não sabia como ela ia reagir, mas era melhor que nada. Contei a verdade.
— ...Nada, é que... não sei se a Maga te contou algo hoje. Mas quando tava voltando da casa do Fer, fui roubado.
Os olhos da minha mãe se arregalaram pra caralho, a cara de surpresa virou preocupação num segundo.
— O quê? Como assim, te roubaram? O que aconteceu? Fizeram alguma coisa contigo? Por que não me contaram?
— Calma, tô bem, não foi nada demais.
— Como não foi nada demais? Filho, podiam ter feito algo com você, se te acontecesse alguma coisa, eu morria.
Os braços dela envolveram meu pescoço pra me abraçar. Dava pra sentir a preocupação dela, além de sentir os peitos dela encostados no meu peito. Era bom, era como se eu tivesse tocando eles indiretamente. Me ver naquela situação me fez sentir estranho, dava pra sentir o amor de mãe. mas me dava um tesão danado sentir as tetas da minha mãe em mim.
—Da próxima me avisa, tá? Não gosto que escondam coisas de mim. Depois vou falar com sua irmã.
—Não fala nada pra ela, ela me ajudou pra caralho quando cheguei. Não enche o saco dela, não é culpa dela.
—Mmm, tá bom, beleza. Mas da próxima me avisem. Onde te roubaram?
—Juro que da próxima te aviso. Foi naquela rua meio sinistra. — ela já tinha me falado várias vezes pra não ir por ali. —Já sei o que você vai dizer, sou um idiota, não devia ter ido por ali. Desculpa.
—Você é meio idiota mesmo, mas já foi. O importante é que você tá bem. Isso serve de lição pra não passar mais por lá.
—Pode crer, nunca mais pego aquele caminho.
—Bom, assim que eu gosto. Agora vou dormir, você não fica até tarde. Não gosto que depois durma o dia inteiro.
Mamãe levantou de repente, e a camisola dela subiu um pouco, deixando ver por um segundo uma calcinha de renda tão branca quanto a camisola. Foi muito rápido, mamãe nem percebeu, mas eu consegui curtir aquilo por um segundo.
Ela me deu um beijo na bochecha e foi pelo corredor, mas voltou depois de alguns minutos.
—Esqueci que tinha vindo pegar uma bebida — disse rindo.
Quando voltou, ficou me encarando.
—Olha, Mati, se você tiver dificuldade pra dormir, pode vir dormir comigo. Talvez isso te ajude a pegar no sono.
Essa última parte me surpreendeu, nunca esperava uma proposta dessas. Mas ela tinha razão, talvez estando com ela eu conseguisse dormir. Hesitei um pouco, mas no fim aceitei.
Acompanhei mamãe até o quarto dela pra ela arrumar a cama pra gente dormir.
—Vai se deitando que eu vou no banheiro e já volto.
—Beleza, pode ir.
Peguei o travesseiro que estava no meu quarto, levei pro quarto dela e me deitei. Fiquei esperando mamãe voltar do banheiro pra poder dormir, ou pelo menos tentar.
Ela não demorou muito pra voltar. Quando entrou no quarto, eu já estava deitado de um lado da cama. Fiquei olhando pra ela, vendo a figura, passando os olhos dos pés à cabeça. Focando principalmente nos peitos dela, era inacreditável como conseguiam chamar a atenção.
Num instante, ela se aproximou de um móvel, daqueles que têm gavetas pra guardar roupa e todo tipo de coisa, que ainda vinha com um espelho na parte de cima. Ela se inclinou um pouco pra se ver no espelho do móvel.
Eu não tirava os olhos dela, agora minha vista tava cravada nas costas dela, mais especificamente na raba dela, que, embora ainda estivesse coberta pela camisola, com um movimento leve podia ficar à mostra. Só de pensar nisso já me deixava muito excitado. Minha mãe até que não se destacava pela raba, mas não tinha nada a invejar de outras mulheres. Não era muito grande, mas causava efeito em qualquer um que visse, e naquele momento tava afetando o próprio filho.
Finalmente, ela prendeu o cabelo. Se virou e me sorriu. Eu me mexi do lugar onde tava e me apoiei na parede, de um jeito que os dois coubessem. Mamãe apagou a luz do abajur, deixando o quarto escuro, e se deitou de costas pra mim.
O tempo passou e eu continuava sem conseguir dormir. Tentei fechar os olhos e distrair a mente, mas não adiantava. Pensei em voltar pra sala e ver TV, mas isso não ia ajudar em nada.
Fiquei olhando pro teto um tempo, lembrando do dia que tive. Lembrei de quando cheguei em casa. De como o abraço da Maga me acalmou e me fez esquecer do que tinha rolado. Um sorriso se formou no meu rosto. Me enrolei em posição fetal e comecei a lembrar do que tinha acontecido de manhã sobre os peitos da minha irmã, e uma lembrança puxou outra, passei de pensar nos peitos dela a lembrar da raba dela. Minha ereção ia crescendo conforme eu lembrava. Aos poucos, a imagem da minha mãe também tomou lugar, principalmente os peitos dela, com os mamilos marcando no tecido da camisola, e a sensação no meu peito quando ela me abraçou.
Olhei pra minha mãe por cima do ombro, ela tava deitada de costas pra mim com as pernas dobradas. Me virei de novo pra Me virei e fiquei olhando pra ela. Meus olhos foram direto pra onde terminava a camisola dela.
Minha pica já tinha crescido ao máximo e marcava tudo no meu short.
— Mãe, cê tá acordada? — não houve resposta. — Te incomoda se eu for ver TV? — perguntei a primeira coisa que veio na cabeça, e mesmo assim, silêncio. Mamãe já tinha dormido. Não sei o que passou pela minha cabeça, mas quando percebi isso, movi minha mão até a ponta da camisola dela. Minha respiração ficou pesada e eu não parava de olhar pra mãe, com medo dela acordar. Tava com uma mão na minha pica, me tocando por cima do short, e a outra segurando a roupa da minha mãe.
Devagar, bem devagar, levantei a camisola tentando puxar um pouco. Sempre com o medo de mamãe acordar. Nem tinha pensado no que ia falar se ela acordasse.
Com paciência, consegui. Levei a camisola um pouco acima das coxas dela e deixei à mostra uma calcinha de renda branca, que cobria a bunda da minha mãe. Com a luz apagada, mal dava pra ver, só a luz da lua e da rua, que entrava pela janela, me deixava enxergar alguma coisa. Mas o pouco que via já fazia meu sangue ferver. Me deitei na cama e fiquei olhando pra bunda dela.
A adrenalina do momento era incrível, nunca tinha me sentido assim. Quanto mais tempo passava, maior ficava a ereção nas minhas calças. Fantasiava em encostar a pica nela um pouco, mas isso já era passar dos limites.
Sem tirar o olho da bunda da mãe, meti a mão dentro da calça e toquei na pica diretamente. Não tava me masturbando, só me tocando. Pensando em como seria lindo poder chegar perto, tocar ela diretamente ou imaginar como aquela bunda seria se ela não tivesse nada.
Minha tesão já não aguentava mais, tirei a pica da calça e bati uma punheta, a centímetros da minha mãe. Enquanto pensava: "Tô com uma vontade do caralho de encostar tudo em você, mãe, cê tem teu filho todo excitado".
Essa última parte me fez cair na real do que tava fazendo. Mas não era suficiente pra parar. Subi a calça e saí do quarto direto pro banheiro. Onde bati uma das melhores punhetas da minha vida pensando na raba da minha irmã e nos peitões da minha mãe.
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