Nos dias seguintes, pegamos mais leve. Fomos ao Mundo Marinho, à praia, à farmácia porque me queimei feio. Acompanhamos o Gabriel num rolê, nos despedimos, e na manhã seguinte partimos pra Villa Gesell. O dono do hotel tinha um também, então fomos com hospedagem pelo mesmo preço e bem parecido com o que acabamos de deixar. O Armando, dono do hotel, sugeriu um lugar pra almoçar quando chegássemos em Gesell, que também era dele. Chegamos no hotel, nos apresentamos, e o recepcionista avisou que o Armando não estava naquele momento, mas que tinha deixado recado sobre nossa chegada. Subimos, vestimos roupa de praia — eu, meu biquíni, e meu marido, uma sunga curta — e descemos pra praia. Passamos a tarde com chimarrão, bolachas e umas cervejas em lata que compramos num quiosque. Umas oito da noite, subimos pro hotel pra tomar banho. Era sexta-feira e queríamos sair. Fomos jantar no restaurante do Armando; só tínhamos visto ele na vez que mostrou o quarto e o hotel. Ele era muito simpático e educado, e não parecia ser mais velho que a gente. Ao entrar, nos acomodaram numa mesa, trouxeram o cardápio e jantamos. Eram onze da noite quando terminamos de comer — não deu pra sobremesa, comemos tão bem. Levantei pra ir ao banheiro e no caminho encontrei o Armando. Comprimentei ele, agradeci pelas atenções, e ele disse que não era nada, que não tinha o que agradecer. Perguntou onde estávamos, apontei e comentei que já íamos embora. Ele disse que ia cumprimentar meu marido, e eu segui pro banheiro. Quando saí, meu marido tava conversando com o Armando, que tinha sentado na nossa mesa. Quando cheguei, os dois me olharam, e meu marido comentou que o Armando nos convidava pra tomar um vinho na varanda do lugar e que depois nos acompanharia até uma balada de um amigo dele. É incrível como, só por fazer um favor, ele tava nos ajudando tanto com as férias — como meu marido diz, boas ações todo dia. O Armando indicou uma escada pra subir. Eu tava com uma saia preta soltinha, curta, e uma blusa. Blanca também se soltou, e com sapatos de plataforma, nos perguntou sobre nosso gosto por vinhos. Sendo de Mendoza, ela achou que era Malbec, mas a gente não gosta de Chenin Blanc doce. Ela se surpreendeu e, com o celular, pediu pra trazerem uma garrafa. Subimos as escadas, meu marido atrás e Armando nos seguindo. O terraço era lindo, cheio de plantas e luzes; ao longe, dava pra ver o brilho do mar. Apoiei meus cotovelos no parapeito e admirei a vista. Meu marido e o Armando sentaram pra esperar o vinho e ficaram conversando. Chegou uma mensagem no celular do meu marido dizendo: "Agora sim, a vista está imbatível..." Eu tinha esquecido que a saia estava subindo. Juro que fiquei com vergonha, até fiquei vermelha. Armando ria com meu marido. A garrafa chegou e a gente se apressou pra tomar. Armando falou de ir pra uma balada, conversou com o rapaz do caixa e partimos. Era a duas quadras de onde estávamos. Fomos no nosso carro, chegamos e o segurança deixou a gente passar. Procuramos mesa, mas Armando disse que não, que a gente fosse pra cima. Ele me olhou e disse: "Cuidado com o parapeito lá em cima", e ria, filho da puta. Subimos, não tinha quase ninguém, a música estava ótima. Assim que subi, já queria dançar. A gente adora. Meu marido me deixou com o Armando, peguei ele pelas mãos e coloquei pra dançar comigo. Meu marido voltou e disse: "Não tinha Chenin, trouxe isso, um champanhe doce..." Ele sabe que isso me quebra. É verdade que champanhe deixa as mulheres mimadas. Servimos as taças e brindamos. Colocaram cumbia, que meu marido adora, e começamos a dançar. Eu ia de umas mãos pra outras, entre os dois, eles me rodavam. Mudou o ritmo e veio o reggaeton. Me apoiei no meu marido e perriei um pouco, e depois fiz o mesmo com o Armando. Senti como ele ficou duro, a pica, e adorei. Tomamos o champanhe e eu já tava tonta. Meu marido passava a mão na minha bunda e puxava a tira da calcinha, e beijava meu pescoço. Nós três estávamos alegres. Meu marido beijava meu pescoço, me tocava, enquanto Armando falava com a gente. Eu tava toda molhada. Armando trouxe outro champanhe e a gente... Tomamos umas balinhas, imagina. Me desculpei e fui no banheiro. Quando saí, tava toda mareada. Os caras falaram algo, mas não entendi nada e ficaram rindo. Armando fala: "Vem cá, olha". Cheguei na grade do lugar, tava explodindo de gente, era lindo pra caralho. Meu marido me olhando e fala: "A vista que deve ter agora", e riu. Tava tão mareada que falei: "Quer que eu melhore?" Ele respondeu: "Dale..." Armando me olhando. Meti as mãos por baixo da saia, peguei a calcinha, abaixei e tirei. Cheguei na grade, abri um pouco as pernas e perguntei: "Melhorou?" Meu marido me beijou. Me virei pra trás e comecei a dançar. Os dois me seguiram. Passava de um braço pro outro. Armando se animou e começou a passar a mão na minha bunda toda vez que podia. Me colocaram no meio. Meu marido beijava meu pescoço e Armando meu ombro do outro lado. Tava apertada entre eles. Sentia mãos nos meus peitos, na minha bunda. Abri os olhos e beijei meu marido, perguntei: "O que vocês tão fazendo comigo, vida?" E escapou um gemido porque um dos dois enfiou um dedo na minha buceta. Me virei e beijei Armando. Senti um dedo na minha bunda começando a entrar. Gozei entre os dois e falei pra eles. Armando falou pra gente ir embora, e nós topamos. Chegamos no hotel e subimos, Armando com a gente. No elevador, me chuparam os peitos. Quando saí do elevador, tava com a saia na cintura e os peitos de fora. Entramos no quarto e me levaram pra cama. Entre os dois, me despiram e enquanto faziam isso, chupavam toda a minha buceta e os peitos. Caí na cama de barriga pra cima. Armando meteu a cabeça entre minhas pernas. Meu marido chupava meus peitos e me beijava. Eles se despirem e pude ver a pica do Armando. Era muito parecida com a do meu marido, mas menos cabeçuda. Mesmo assim, era grande. Me fez descer a bunda na borda da cama. Chupou mais um pouco minha buceta e meteu tudo. Começou a me foder ajoelhado no chão. Meu marido aproximou a pica pra eu chupar enquanto Armando me comia. Senti tudo. de vez em quando eu tirava a pika da minha boca pra gemer ou gritar de prazer. Armando me comia com tudo, tava me dando forte, levantou minhas pernas, colocou nos ombros dele e eu senti ela na garganta, por deus como ele comia. Pedi pra trocar, deitei ele e sentei na pika dele. Armando agarrou minhas tetas e chupava tudo, tava desesperado. Ele me olhou e disse: "quero te comer desde que subimos as escadas no restaurante, que tetas gostosas você tem... E sua bunda me deixa louco." Minhas tetas por essa noite são suas também, aproveita... Meu marido tava atrás de mim, se ajeitou, colocou a pika dele na entrada da minha buceta e entrou com Armando. Me serraram igual, nenhum dos dois afrouxou até gozarem e me encherem de porra, e caímos exaustos na cama. Eu levantei pra ir no banheiro e quando voltei, os dois tavam fumando na janela pelados no escuro. Me aproximei, abracei meu marido e eles perguntaram como eu tava. Falei que bem, beijei meu marido e me abaixei entre eles. Peguei as pikas deles e comecei a meter na boca. Começaram a endurecer, terminaram o cigarro e eu levantei. Agora eles me comiam. Armando desceu e chupou minha buceta, meu marido com as mãos abria ela pra Armando chupar melhor e me beijava o pescoço. Fomos pra cama e meu marido me colocou de conchinha e meteu por trás enquanto Armando me punhetava, me beijava e chupava minhas tetas. Eu agarrava a pika dele e punhetava. Meu marido tirou ela e eu virei rápido, dei a bunda pra Armando que meteu de uma vez. Meu marido ficou de 69 enquanto me comiam e chupava minha buceta. Me comeram até começar a clarear, gozaram de novo. Caímos no sono, eu entre os dois. Umas oito e meia, o celular do Armando tocou, acordei e ele atendeu. Meu marido me beijou e perguntou como eu tava. Falei que bem demais. "Gostou?", perguntou. "Se vida, me comeram delicioso". Armando desligou e falou que precisava levantar, perguntou o que a gente ia fazer. Dissemos que não tínhamos pensado em nada enquanto conversávamos, ele passava a mão nos meus peitos, na minha barriga e descia até a minha buceta. Aí ele disse: "Querem ir comigo pra Mar de las Pampas?" Olhei pro meu marido e falei que sim. Armando começou a me beijar, subiu em cima de mim e começou a me comer enquanto meu marido olhava. Ele chupava meus peitos, me beijava, metia fundo. Com a mão, procurei a vara do meu marido e comecei a punhetar ele. Armando continuava me comendo, tirou a pica, me virou, colocou um travesseiro embaixo e meteu de novo naquela posição. Fez eu sentir tudo até o celular dele tocar de novo. Meu marido colocou a pica na minha boca e Armando disse: "Preciso atender", enquanto ainda estava com a pica enfiada e me comia. Atendeu: "Oi, amor... Sim, tô aqui em Gesell, você como tá?" (e nisso não parava de meter). "Tudo bem, fica tranquila..." Vocês não imaginam o tesão que foi ouvir ele falar com a esposa enquanto me comia. Comecei a gozar e tive que tampar a boca e abafar o grito. Armando desligou e começou a gozar também, tirou a pica e meu marido tomou o lugar. Me encheu de porra também, mas eu já não aguentava mais, tava exausta. Armando tomou banho e saiu do quarto. A gente tomou banho junto, ele se vestiu, meu marido também. Eu me troquei, coloquei roupa na mochila, tomei banho e desci pra tomar café com meu marido. Armando tava nos esperando. Mas o que vem depois conto na próxima. Amamos vocês! Se gostaram, deixem comentários, pontos ou um saludo.
3 comentários - Y nos fomos parte 3