Haméd é um garoto de 21 anos, embora seu físico pareça menos e te conquiste completamente com seu aspecto inocente, jeito correto de falar e bom gosto pra se vestir... Sendo muito tímido, dava pra contar os amigos nos dedos de uma mão... O curioso é que toda vez que ele chegava na minha casa, eu era recebida com aquele assobio clássico de quando você vê uma gostosa, não precisava procurar a origem, sempre escondido entre os tanques e as paredes do terraço dele, Haméd me recebia... Uma manhã, eu tava lavando minha roupa lá em cima, tava um sol gostoso e eu queria aproveitar, quando fui no varal estender, vi que Haméd tava se escondendo, fingi que não tinha visto, ele saiu um pouco e tava se masturbando, só de camiseta, quase pelado... Fiquei observando... minha cabecinha doida tinha se alvoroçado, e demorei prendendo minha calcinha no varal como se fosse um lençol ou três... Não teve final no que Haméd tava fazendo, porque o pai dele subiu pra ver alguma coisa... Dias depois, por algum motivo, Saharéd, a mãe dele, sorriu pra mim e puxou conversa no armazém, acabou me convidando pra um café e uma conversa, fui com ela, o marido Amír me recebeu e comemorou que eu tava na porta deles... "Passa, coração, passa, a Saharéd já vem..." Ele me pegou pela cintura me empurrando pra sala, descendo os dedos pro começo da minha rachinha da bunda... Uff, apressei o passo, acabei passando umas 3 horas com eles sem querer, foram tão legais, já tava indo embora, na hora que Haméd entrou, cumprimentou com aquela mistura de timidez e inocência, e foi pro quarto dele, os comentários deles sobre o filho me fizeram sentar mais um pouco... Sem ter outra intenção, me ofereci pra cuidar do filho deles... No dia seguinte à tarde, Saharéd explicou sobre mim pro filho... Ele me olhava atento por cima do decote, sem a mãe perceber, e assim começou a aproximação.....
Me chamou a atenção que ele não se intimidava na intenção de me observar, senti que nesse aspecto ele imitava o pai, porque por cultura, é bem visto que lá no Oriente Médio os homens dominem mais que em qualquer lugar... Constantemente ele apertava o pau ereto pra acalmar, o caso é que eu já tinha um problema... Ver um pau duro e não tocar, tinha que me reprimir... •Bom, assim foi a primeira semana, quando Saháred me pediu um favor pra poder atender o Haméd na minha casa, porque eles tinham semana de orações, e vinham visitas, e bom, expliquei pra Ele como era pra entrar no meu portão depois de passar pelo jardim, e passar pra sala... Durante 3 dias, tudo em ordem, tudo calmo, eu tranquila com as pernas apertadas, já que esse menino era tão provocativo, que dava tanta vontade quanto um pastel caro na vitrine... E ele parecia perceber, bom, na verdade sabia muito bem... Da parte dele, mantinha firme a ereção as horas que ficava em casa, em certo momento, saí pra atender uma ligação, daí pude ver que ele tirava o pau do ninho, e batia uma indo de cima pra baixo e vice-versa, tive que desligar porque já tava falando um monte de besteira por estar desconcentrada... Entrei e ele não conseguiu guardar o pacote, só se cobriu com um caderno, me sentei e olhando pra ele, tentei tirar o caderno, como ele não soltou, abri ele sobre ele, e me apoiei com as mãos fazendo pressão, e explicava cada situação dos pais dele, levantei a cara, e ele fazia gestos fechando os olhos, Vale que nesse momento ele gozou, e o esperma dele caiu no chão, ele levantou e saiu correndo de casa... •Ele sumiu por 1 semana, e um domingo de manhã me ligou e queria se desculpar, me disse que mais tarde iria em casa.. Me apressei com minhas coisas, tomei um banho, e nisso tava, quando ouvi ele subindo a escada, minha porta geralmente fica aberta, e abri a do banheiro também, e vi ele pelo reflexo de uma garrafa que tinha ficado na entrada do meu quarto, aí fui Me vestindo, sem colocar calcinha,
Terminei e virei pra sair, ele já não estava mais, desci e ele tava sentado esperando... Cumprimentei ele com um beijo bem sonoro na cara, e ofereci água gelada.. Ele disse que tava bem gelada, pra baixar o calor que tava sentindo. Fomos conversando, e ele foi quem puxou o assunto do que rolou naquela tarde, conforme a gente ia aprofundando, descobri a origem do que tava rolando, o pai dele, Amir, tinha o costume de foder as funcionárias em qualquer lugar da casa, sem o menor pudor... Uau, me senti meio mal, por ter me empolgado, e já ia me desculpar, quando, de repente, Hamed me segurou por uma perna e me pediu pra ensinar ele a foder... Tentei engolir seco, mas tava com a boca seca, tomei um gole de água, e um cubo de gelo desceu, esquecendo que tinha servido gelada... Tentei tirar a mão dele, mas ele enfiou por baixo da minha saia, chegando no meu ursinho... abriu meus lábios da buceta com as pontas dos dedos, acariciando de leve, mas não passou daí, minha cabeça piro completamente... Abri as pernas, e guiei ele pra me dar prazer, levantei a saia pra ele ver melhor o que tava fazendo, peguei a outra mão dele e levei pros meus peitos, aos poucos ele foi pegando gosto, tive um orgasmo forte, e ele ficou olhando como eu molhava a mão dele pra cima, aproximou o rosto e disse que tava com um cheiro delicioso, peguei ele pela cabeça e levei pra chupar minha buceta, me preparei pro primeiro oral dele, arqueei minhas costas na cadeira, abrindo completamente as duas pernas, puxei deixando minha buceta livre, e ele se ajoelhou entre minhas pernas, e foi direto chupar, enfiando a língua o mais fundo que conseguia...
Tive mais uns dois orgasmos, que ele engoliu. Depois, me ajeitei e fui tirando a roupa dele. Dessa vez fui eu que me ajoelhei, chupei o pau dele, engolindo até quase a base. Não perco o sono pensando em tamanho, mas tenho que admitir que o garoto tinha o seu... Me ajeitei e coloquei meus peitos no membro dele, comecei a fazer um espanhol... ele ficou louco, dizendo como estavam quentes... Comentou que queria gozar, segurei as bolas dele, apertei entre suave e forte... mais forte, e puxei elas na direção do chão... Perguntei de novo se ainda queria gozar... Ele me olhou com dor, fechou a boca e disse: "Não, já não quero mais..." Eu ri alto, falei que era normal, mas que não queria vê-lo virar o pai dele... Terminei de tirar a roupa dele e pedi que se ajeitasse bem na cadeira. Ainda ajoelhada como estava, comecei a masturbá-lo de novo, pedi que ele só sentisse, que pensasse em como o universo se formou pra ficar relaxado e não gozar cedo...
Depois de uns 10 minutos, sem parar os movimentos, sem ter gozado, fui me ajeitando pra sentar em cima dele... Sabia que a cadeira podia ser desconfortável, e sugeri a gente se mudar pro meu tapete. Uma vez lá, arrumei ele e finalmente sentei no pau dele... Virei pra ver o rosto dele, e era a coisa mais linda que já vi, uma maravilha natural. Por instinto, ele começou a bombar segurando minha cintura, eu girava fazendo círculos e vai e vem, ele acariciava minhas nádegas, e encontrou minha buceta, acariciou por um bom tempo, e me perguntou timidamente: . Fiquei calada pra ver se ele esquecia, e ele perguntou de novo a mesma coisa. Sorri nervosa e respondi: ...... E não sei como, ele entrou, e nunca senti nenhum desconforto. E assim montada, passou um tempão.....
Trocamos de posição várias vezes, mas no fim, fazer anal virou a coisa mais básica do momento... Independente de eu ter gostado com ele... Quando ele gozou as duas primeiras vezes, me perguntou se podia continuar. Aproximei meu rosto do ouvido dele e falei: Ele sorriu e eu completei . Depois disso, ele não teve mais a coragem de perguntar... Só que uma gozada atrás da outra veio de um jeito delicioso... Meu rabo ficou tão cheio de porra, que bastava um movimento, uma risada, ou só falar, praquele líquido branco escorrer no meu tapete.
Eram quase 9 da noite quando ouvimos os pais dele chamando da casa dele. Ele ficou nervoso, e eu apertei minha bunda, segurando firme no pau dele. A gente morreu de rir, e eu sugeri que ele crescesse, se tornasse mais independente. Ele me abraçou, acariciando meus peitos, e continuou me comendo de boa, até gozar. Depois se vestiu numa boa, voltou pra perto de mim, me deu um beijo e disse que continuaria vindo pras aulas dele. E saiu porta afora. Fiquei deitada, descansando... sentindo meu cu se esvaziando.
Fiquei pensando que, com essas novas gerações, é como se o peixe quisesse te cozinhar... Mas de qualquer jeito, é bonito respeitar e lidar com o jeito de cada um... No fim das contas, fazer parte da história deles... Um conto entre dois...
Me chamou a atenção que ele não se intimidava na intenção de me observar, senti que nesse aspecto ele imitava o pai, porque por cultura, é bem visto que lá no Oriente Médio os homens dominem mais que em qualquer lugar... Constantemente ele apertava o pau ereto pra acalmar, o caso é que eu já tinha um problema... Ver um pau duro e não tocar, tinha que me reprimir... •Bom, assim foi a primeira semana, quando Saháred me pediu um favor pra poder atender o Haméd na minha casa, porque eles tinham semana de orações, e vinham visitas, e bom, expliquei pra Ele como era pra entrar no meu portão depois de passar pelo jardim, e passar pra sala... Durante 3 dias, tudo em ordem, tudo calmo, eu tranquila com as pernas apertadas, já que esse menino era tão provocativo, que dava tanta vontade quanto um pastel caro na vitrine... E ele parecia perceber, bom, na verdade sabia muito bem... Da parte dele, mantinha firme a ereção as horas que ficava em casa, em certo momento, saí pra atender uma ligação, daí pude ver que ele tirava o pau do ninho, e batia uma indo de cima pra baixo e vice-versa, tive que desligar porque já tava falando um monte de besteira por estar desconcentrada... Entrei e ele não conseguiu guardar o pacote, só se cobriu com um caderno, me sentei e olhando pra ele, tentei tirar o caderno, como ele não soltou, abri ele sobre ele, e me apoiei com as mãos fazendo pressão, e explicava cada situação dos pais dele, levantei a cara, e ele fazia gestos fechando os olhos, Vale que nesse momento ele gozou, e o esperma dele caiu no chão, ele levantou e saiu correndo de casa... •Ele sumiu por 1 semana, e um domingo de manhã me ligou e queria se desculpar, me disse que mais tarde iria em casa.. Me apressei com minhas coisas, tomei um banho, e nisso tava, quando ouvi ele subindo a escada, minha porta geralmente fica aberta, e abri a do banheiro também, e vi ele pelo reflexo de uma garrafa que tinha ficado na entrada do meu quarto, aí fui Me vestindo, sem colocar calcinha,
Terminei e virei pra sair, ele já não estava mais, desci e ele tava sentado esperando... Cumprimentei ele com um beijo bem sonoro na cara, e ofereci água gelada.. Ele disse que tava bem gelada, pra baixar o calor que tava sentindo. Fomos conversando, e ele foi quem puxou o assunto do que rolou naquela tarde, conforme a gente ia aprofundando, descobri a origem do que tava rolando, o pai dele, Amir, tinha o costume de foder as funcionárias em qualquer lugar da casa, sem o menor pudor... Uau, me senti meio mal, por ter me empolgado, e já ia me desculpar, quando, de repente, Hamed me segurou por uma perna e me pediu pra ensinar ele a foder... Tentei engolir seco, mas tava com a boca seca, tomei um gole de água, e um cubo de gelo desceu, esquecendo que tinha servido gelada... Tentei tirar a mão dele, mas ele enfiou por baixo da minha saia, chegando no meu ursinho... abriu meus lábios da buceta com as pontas dos dedos, acariciando de leve, mas não passou daí, minha cabeça piro completamente... Abri as pernas, e guiei ele pra me dar prazer, levantei a saia pra ele ver melhor o que tava fazendo, peguei a outra mão dele e levei pros meus peitos, aos poucos ele foi pegando gosto, tive um orgasmo forte, e ele ficou olhando como eu molhava a mão dele pra cima, aproximou o rosto e disse que tava com um cheiro delicioso, peguei ele pela cabeça e levei pra chupar minha buceta, me preparei pro primeiro oral dele, arqueei minhas costas na cadeira, abrindo completamente as duas pernas, puxei deixando minha buceta livre, e ele se ajoelhou entre minhas pernas, e foi direto chupar, enfiando a língua o mais fundo que conseguia...
Tive mais uns dois orgasmos, que ele engoliu. Depois, me ajeitei e fui tirando a roupa dele. Dessa vez fui eu que me ajoelhei, chupei o pau dele, engolindo até quase a base. Não perco o sono pensando em tamanho, mas tenho que admitir que o garoto tinha o seu... Me ajeitei e coloquei meus peitos no membro dele, comecei a fazer um espanhol... ele ficou louco, dizendo como estavam quentes... Comentou que queria gozar, segurei as bolas dele, apertei entre suave e forte... mais forte, e puxei elas na direção do chão... Perguntei de novo se ainda queria gozar... Ele me olhou com dor, fechou a boca e disse: "Não, já não quero mais..." Eu ri alto, falei que era normal, mas que não queria vê-lo virar o pai dele... Terminei de tirar a roupa dele e pedi que se ajeitasse bem na cadeira. Ainda ajoelhada como estava, comecei a masturbá-lo de novo, pedi que ele só sentisse, que pensasse em como o universo se formou pra ficar relaxado e não gozar cedo...
Depois de uns 10 minutos, sem parar os movimentos, sem ter gozado, fui me ajeitando pra sentar em cima dele... Sabia que a cadeira podia ser desconfortável, e sugeri a gente se mudar pro meu tapete. Uma vez lá, arrumei ele e finalmente sentei no pau dele... Virei pra ver o rosto dele, e era a coisa mais linda que já vi, uma maravilha natural. Por instinto, ele começou a bombar segurando minha cintura, eu girava fazendo círculos e vai e vem, ele acariciava minhas nádegas, e encontrou minha buceta, acariciou por um bom tempo, e me perguntou timidamente:
Trocamos de posição várias vezes, mas no fim, fazer anal virou a coisa mais básica do momento... Independente de eu ter gostado com ele... Quando ele gozou as duas primeiras vezes, me perguntou se podia continuar. Aproximei meu rosto do ouvido dele e falei:
Eram quase 9 da noite quando ouvimos os pais dele chamando da casa dele. Ele ficou nervoso, e eu apertei minha bunda, segurando firme no pau dele. A gente morreu de rir, e eu sugeri que ele crescesse, se tornasse mais independente. Ele me abraçou, acariciando meus peitos, e continuou me comendo de boa, até gozar. Depois se vestiu numa boa, voltou pra perto de mim, me deu um beijo e disse que continuaria vindo pras aulas dele. E saiu porta afora. Fiquei deitada, descansando... sentindo meu cu se esvaziando.
Fiquei pensando que, com essas novas gerações, é como se o peixe quisesse te cozinhar... Mas de qualquer jeito, é bonito respeitar e lidar com o jeito de cada um... No fim das contas, fazer parte da história deles... Um conto entre dois...
2 comentários - Cuándo el inocénte péz deséa cocinárte....
nou, mi montecito será ménos por mucho y rúbio más cláro... jaja...