Mi prima se viste de novia - Capítulo 14

Minha Prima de Vestido de Noiva - Cap 14



*-* PRIMEIRO CAPÍTULO *-*

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borracha

Pelada


Minha Prima Vestida de Noiva - Capítulo 14Minha prima fechou os olhos com força e apertou os lábios quando a cabeça do meu pau entrou completamente no seu cu, dilatando aos poucos, recebendo em troca o calor do músculo virgem que parecia resignado a ter que se abrir cada vez mais. Pode parecer bobagem, mas até o vermelho furioso que nossas lençóis tinham naquela noite parecia combinar com tanto pecado pairando no ar. O inferno inteiro parecia estar pendente dos nossos atos, nos observando atônito pelo que fazíamos em segredo.

- Ai. Aii. Aiii. – gritou diante de um novo empurrão meu. – Tá doendo. – disse depois, à beira do choro.

Quando metade do pau conseguiu entrar na bunda, Julia levou uma mão até as costas e conseguiu apoiá-la na sua raba. Um pouco para me ajudar, abrindo uma nádega, e outro pouco para sentir a segurança de que poderia me empurrar e tirar o pau de dentro se começasse a doer demais.

Não pensem que foi um descuido. Ou que, de tanta desesperação, não levei isso em conta. Nós dois estávamos com o tesão de não usar nenhum tipo de lubrificante, completamente de propósito. Queríamos que, mesmo sendo a primeira vez, sentisse como naturalmente deveria sentir. Que houvesse dor, se necessário, que houvesse dificuldade, se isso fosse o natural.

- Deixa assim, Rodri. – disse ao sentir outro empurrãozinho que dei para tentar enfiar tudo. – Me deixa sentir aos poucos como você tá arrombando minha bunda.

Não pude e nem quis me negar. A sensação do seu cuzinho meio desvirgado abraçando meu pau era espetacular. Embora eu estivesse desesperado para provar a bunda dela cada vez mais fundo, também queria sentir tudo aos poucos. Como se aquele estado mental em que eu estava nunca fosse acabar.

Finalmente estava comendo minha prima pelo cu! Não conseguia acreditar.

- Você vai entender a diferença entre arrombar sua bunda e só dar uma aliviada, como estou fazendo agora – corrigi e empurrei mais um pouco.

Minha prima respondeu com um grito. Seguido do um suspiro misturado ao risinho de garota nerviosa que eu tanto adorava.

- Não acredito que meu primo vai desvirginar minha bunda. - disse depois, como se refletindo um pouco - Me sinto tão putinha... - e gemeu de novo

Com suas palavras, ela não ajudava em nada a acalmar minha ansiedade de enfiar toda a pica de uma vez. Eram um incentivo sério para ignorar meu desejo de deixar que seu esfínter se acostume bem, de ficar ali a noite toda se fosse necessário. Com movimentos de entrada e saída tão lentos que pareciam uma simples respiração. Ouvindo seus gemidos diluídos entre meus suspiros. Quietinhos os dois, de lado, fazendo conchinha, com meu pau pela metade dentro do cu, como se fosse uma brincadeira, ficamos mais um tempinho para continuar aproveitando. O atrito da cabeça com o calor do esfínter dela e as laterais da pica com as nádegas da minha prima nos levavam ao limite da perversão, que conscientemente entendíamos como algo tão proibido, tão sujo e imoral, que tirava nosso fôlego.

- Você gosta, Ro? - perguntou.

Deveria ser eu perguntando a ela, mas ela estava determinada a ser minha putinha.

- Você gosta da bunda da sua priminha? Já está aberta? Ou precisa de mais pica?

Foi quando senti que não aguentava mais. O momento de desvirginá-la completamente ignorou qualquer outro desejo que houvesse na minha mente. Peguei-a pela cintura e me propus a dar o empurrão final. Enfiar a pica finalmente toda dentro do seu cu apertado, bombear quantas vezes conseguisse até encher ela de porra. Mas quando estava a milésimos de segundo de fazer isso, a conexão entre primos jogou dessa vez contra mim.

- Para! - gritou - Para, deslocado, você não pode desvirginar minha bunda assim do nada!

"Puta que pariu!", pensei. Estava tão perto e por pura ambição de aproveitar mais, deixei que uma interrupção me fizesse correr o risco de perder tudo. Não podia me permitir falhar assim.
Mas meu medo durou só um instante, o tempo de um gemido numa cama proibida. Ou menos. - Me espera que tenho uma surpresa – disse sorrindo, sabendo que me tinha assustado - Quase me esqueci.

Julia procurou algumas coisas que não consegui ver o que eram e foi ao banheiro. Deixando-me na cama sozinho, nu com o pau duro, sem se importar. Não demorou muito, mas me pareceu uma eternidade. Quando saiu, meus olhos encontraram a oitava maravilha do mundo. A primeira e melhor maravilha do meu mundo.

Sendo difícil encontrar palavras para tamanha imagem, escrevo isto: Minha prima estava vestida mais uma vez como uma noiva, mas sem o vestido e sem a fantasia.

Ela usava uma calcinha branca de renda, muito profissional, parecia até feita à mão por um verdadeiro artista. Por cima de suas pernas cresciam duas meias de rede até mais ou menos a metade de suas coxas, também brancas, e um cinto-liga combinando. Seus peitos ao ar e uma pequena florzinha em seu cabelo, que ela tinha penteado em segundos, mas ficou perfeito. Até uma trançinha cruzava sua cabeça da frente para trás, como se fosse um pequeno rabo de cavalo de um mecha de cabelo se perdendo no resto de sua cabeleira. Os lábios pintados de um rosa suave e uma expressão inocente que se encaixava harmoniosamente com seu rosto tão angelical. Ela tinha delineado os olhos e o verde de suas córneas se destacava ainda mais. Ela estava linda. Sempre me tinha parecido linda, mas desta vez merecia uma redundância a mais.

- Assim iam me foder a bunda pela primeira vez - me disse com certa timidez, mordendo a unha de um de seus dedos - Você gosta da calcinha que eu ia usar na minha noite de núpcias?

Senti um tesão enorme. E uma emoção indescritível. Muitas vezes tinha ouvido falar desse tipo de emoção. A de um pai ao ver sua filha caminhando em direção ao altar da igreja. Ou a de um irmão. Ou a de um primo. Essa beleza que ronda uma noiva em um momento tão especial como esse. Essa energia tão fácil de perceber por todos os presentes, ao seu redor, em cada passo que ela dá sobre o tapete vermelho em direção a uma nova vida. vida.

Essa emoção não era muito complicada de identificar. Era amor. Amava minha prima com toda a minha alma. Mas que não se entenda mal. Não a amava da forma como um namorado apaixonado ama. Amava-a porque ao seu lado eu era uma pessoa muito melhor. Ela trazia à tona o pior de mim, o pior do pior, mas tinha esse poder infinito de transformar isso em algo melhor. E era tão claro que eu fazia o mesmo com ela...

Entendi tudo quando a vi vestida de noiva. Não fantasiada. Não brincando. Não para me excitar, nem ao seu futuro marido, nem ao chinês das cartelinhas. Não para impressionar os críticos que parecem saídos de uma história em quadrinhos quando falam mal das roupas que a gente usa. Vestida de noiva como se fosse um anjo. O anjo que eu já sabia que ela era. Que eu já sabia que tinha ao meu lado. Vestida de noiva, diante dos meus olhos e sem vestido, minha prima me mostrou que aquilo que se movia no ar, entre nós dois e apenas entre nós dois, era amor. Verdadeiro. Puro. Tomando a forma mais humanamente possível entre duas pessoas que compartilham esses sentimentos.

Levantei-me e joguei uma latinha, que ela pegou novamente no ar. Aproximei-me com os olhos um pouco brilhantes, beijei-a e propus um brinde.

- Pela minha prima, que se veste de noiva - disse ao ar antes de dar um gole de cerveja.

- Pela tua prima, que se veste de noiva para que você faça a bunda dela - respondeu. E embora já desse para sentir que ela ia desmaiar de tanto álcool, também bebeu um gole para me deixar satisfeito.

Julia desviou do meu corpo e caminhou até o pé da cama. Lá colocou as mãos sobre o colchão e, dando um segundo extra ao tesão, arqueou a cintura e levantou a bunda. Moveu-a de um lado para o outro como para me chamar. Meu olhar estava perdido entre a fina linha de tecido branco que ficava entre as nádegas da bundinha que eu ia foder e os movimentos tão sensuais da minha prima bêbada. Essa era, sem dúvida alguma, mais uma das cenas que ficaria na minha memória para sempre.

Para fazer um quadro dela e nem se deu ao trabalho de colocar uma moldura. Nada poderia melhorá-lo.

Fiquei imóvel por um momento para apreciar. Senti que era a primeira vez que realmente via a bunda da minha prima de calcinha. Ou a primeira vez que realmente parei para observá-la com atenção.

Vê-la tão exposta, redondinha e dura, do tamanho perfeito para minhas mãos, fez minha imaginação delirar ainda mais. A forma e os elásticos da lingerie se ajustando às curvas de suas nádegas, com buraquinhos pequenos, mas suficientes para que o branco de sua pele contrastasse com o branco da peça tão íntima que ela vestia.

Dei um passo para me aproximar e, quando coloquei uma mão na parte da calcinha que estava enfiada entre as nádegas, minha prima apoiou um joelho no colchão. A outra perna ela levantou quando puxei a calcinha de lado e, sem pensar muito, enfiei meu dedo indicador na buceta, bem quando Julia ficou de quatro em cima da cama.

—Mmmm — ouvi sair de sua boca quando ela apertou os lábios com força novamente.

Mais uma vez, me preparei para apreciar o momento. Para sentir o calor do cu da minha prima apertando meu dedo. Girei-o lentamente para ir enfiando mais fundo aos poucos. Para aproveitar suas expressões enquanto eu o tirava e enfiava de novo. Para ver como, aos poucos, a resistência dela ia cedendo e ela também começava a gostar.

Foi quando entendi que aquele espetáculo não tinha sido pensado para mim que percebi que ainda havia espaço no meu cérebro para mais uma gota de tesão. Aquela calcinha era para outro aproveitar, não para mim.

Quem deveria estar na minha situação era o marido dela, não o primo.

Eu estava prestes a foder uma bunda vestida para outra pessoa. E então minha mente transbordou de excitação, perversão e tesão. Dessa vez, duvidava seriamente se haveria espaço para sequer um único pensamento a mais sobre o proibido. Nunca me senti tão completo.

Foi exatamente nesse segundo que uma bomba explodiu na minha cabeça, um monstro que já... A loucura se apoderou de mim. Não havia mais nem tempo para raciocinar. Como se a lua sobre o oceano infinito que víamos através da janela da varanda estivesse cheia, uma fera animal encarnou na minha pele para finalmente, de uma vez por todas, comer o cu da minha prima.

Me posicionei de uma vez para penetrá-la, com a mente completamente distorcida. Com uma mão agarrei seu cabelo e, já sem nenhuma paciência, bati na entrada da bunda sem piedade até que a cabeça novamente recebeu o abraço quente do esfíncter do cu.

— Ahh. — ela disse quando sentiu a glande. — Ahhhh — quando já metade do meu pau estava dentro dela. — Ahhhhhhh — quando o sentiu entrar por completo, depois de um “trac. Trac. Trac.” que pensei ter sido um rasgo.

Ela começou a gritar de dor quando quis começar a bombear. Parei e, como um gesto de carinho, deixei quieta por um tempo, tudo dentro do cu. Julia mexia a cabeça e os gritos foram se transformando em gemidos. Agora parecia que era ela quem queria começar a se mexer e deixei que fizesse. Ela mesma, movendo a cintura para frente e para trás o máximo que podia, metia e tirava bem de leve.

Agarrei seus quadris para retomar o controle e empurrei com força até o fundo da bunda. Com uma mão puxei seu cabelo para fazê-la levantar e deixar seu ouvido mais perto da minha boca.

— Já tá com o cuzinho feito. — sussurrei — Gosta do pau do seu primo dentro do cu?

Ela respondeu que sim entre gemidos. E novamente empurrei o pau com força.

— Gosta de ser minha putinha do cu? Gosta? — perguntei com tom mais firme. — Me diz o que você é. Me diz. — ordenei um segundo depois.

Julia mal conseguia respirar. Entre a dor e a excitação, era muito difícil para ela emitir alguma palavra.

— A putinha do cu. — disse finalmente. — Sou a putinha do cu.

Comecei na mesma hora a meter e tirar. A deixar que todo o pau recebesse o calor do bumbum apertado da minha priminha. favorita. Sentir de novo e de novo a fricção que o cuzinho, recentemente desvirginado, provocava ao se abrir. Ou abrindo caminho para o meu pau. Aproveitar o quão apertado estava e como ele apertava meu pau cada vez que eu queria enfiar de novo, ou ir mais fundo. E saber que nunca mais ele ficaria tão apertadinho como naquela vez. Ouvir os gemidos e até sentir o hálito dela enquanto puxava o cabelo para que ela me mostrasse o rosto também.

Dessa vez, o arrepio que percorreu meu corpo durou muito mais tempo. O cu da minha prima já não era mais virgem. Já era meu. Mas eu parei antes de encher ela de porra.

— De quem? — gritei, como se estivesse desafiando.

— Do meu primo. Eu sou a puta do meu primo. A vadia do meu primo. — disse, simulando medo de errar de novo.

Soltei a cabeça dela para que soubesse que tinha respondido exatamente o que eu esperava e, com força, empurrei ela na cama e me deitei em cima, imobilizando-a com minhas pernas para que não abrisse as dela. Ainda com o pau dentro, peguei o cabelo dela de novo e virei o rosto para poder beijá-la, mas em vez disso, deixei ela com vontade. Julia deu duas ou três lambidas no ar e, como não encontrou minha boca, cuspiu, fingindo estar ofendida.

— Já fiz o seu cuzinho apertado. — falei no ouvido dela, com calma. — Agora vou arrombar seu cu como se fosse uma puta de quinta categoria. Agora você vai aprender a diferença.

Minha prima se mexeu bruscamente, como se quisesse fugir. Quando conseguiu soltar uma mão, usou para tocar e bater várias vezes na fronha do travesseiro que estava ao lado e amassá-la, fechando o punho. A mensagem foi recebida. Se Julia queria brincar, eu ia mostrar que também podia ser tão bom quanto ela.

— Não sei, Rodri. — disse com voz de menina mimada. — Aih. Aiii. — repetiu várias vezes quando puxei um pouco do cabelo. — Você tá me machucando, sério, Rodrigo. Para. Já chega, sério. Para. — gritou antes que minha mão tapasse a boca dela.

As palavras dela só me deixavam mais excitado. Eu estava presa por uma doença incontrolável. Não apenas me entreguei à fera, como também passei a curtir o ser estranho em que estava me transformando naquela noite.

Apesar dos movimentos que ela fazia para tentar me tirar de cima, enfiei meu pau até o fundo do cu dela e, ignorando as vibrações que sentia na palma da mão vindas do "mmmm" que minha prima soltava sem entender direito minha atitude, no meio dos "Não. Não. Não." que ela conseguia pronunciar, comecei a meter com força.

Dessa vez o "Toc. Toc. Toc." ecoou com mais intensidade. Mas continuei. Sabendo que estava doendo o máximo possível. Sabendo que a sutileza tinha acabado. Mesmo assim, eu sabia que não ia parar até deixar o cu dela arrombado, aberto e vermelho como nunca antes.

Arrombar aquele cu tinha deixado de ser um desejo proibido para virar uma obsessão incontrolável, em poucos minutos. A doença crescia e crescia dentro de mim e minha consciência ia enfraquecendo. Sentia isso com total clareza.

— Filho da puta, você tá me machucando! Tá arrombando meu cu, Rodrigo. Para! Sério. Tá doendo — gritou desesperada quando minha mão soltou sua boca por um instante. Sentia os calcanhares dela batendo nas minhas costas com os chutes que dava no ar, mas não ligava. — Filho da puta, você tá me forçando! — disse depois, resignada ao ver que eu ignorava seus pedidos uma vez atrás da outra.

As palavras dela só serviam para alimentar a fera. Com ainda mais força do que antes, continuei metendo. Agora deixei sua boca livre para ouvi-la gritar e me implorar para parar. Usei uma mão para imobilizar seus braços e com a outra puxei seu cabelo, que já estava todo despenteado.

— Tá se abrindo muito, esse seu cu, prima. Tá gostando? — perguntei retoricamente. — Meu pau tá vermelho de tanto arrombar você. E ainda falta, puta. Vou arrombar ainda mais.

Ela só se mexia e pedia para eu parar. Seus olhos encheram de lágrimas e ela continuou me xingando. desesperada, agora chorando.

- Por favor, forro. Filho da puta. Para! – ouvi uma vez atrás da outra entre seu choro.

Mas eu não conseguia. Nem mesmo com uma arma apontada na minha cabeça acho que teria conseguido parar. Continuei comendo o cu da minha prima de uma forma desenfrenada, com ela de bruços, aquele rabinho empinado, submetido completamente à luxúria do meu pau e às bombadas que eu estava dando tão forte que até a mim mesmo me surpreendia todo o tempo que eu tinha aguentado sem gozar.

Quando senti seu sangue escorrer pelas minhas bolas, tirei ele de uma vez. Não tinha feito por piedade.

Queria observar como estava ficando o cu dela. Queria ver bem como eu tinha deixado. Queria apreciar os resultados como um artista revisando sua obra de arte para continuar melhorando.

Ao ver ele tão aberto, tão arrombado, tão vermelho, completamente vermelho, não só pelas manchas avermelhadas que escorriam até pela parte interna de suas coxas, colorindo a calcinha que um dia tinha sido branca, me senti satisfeito.

Enfiei ele todo de novo sem aviso. O grito de dor da minha prima ecoou por todo o quarto quando me deixei cair sobre ela, deixando meu pau completamente dentro da sua bunda. De novo senti seus fluidos me sujando até as bolas e, tirando o cabelo que ela tinha sobre o lado do rosto, voltei a falar com ela.

- Quer que eu pare? Tá doendo muito a raba, prima? Você tá toda arrombada. Não sabe como você tá. O cu todo arrombado você tá.

Ver sua maquiagem completamente arruinada pelas lágrimas me enchia ainda mais de ambição, de perversão bestial. Aqueles olhos lindos, agora tinham as bordas vermelhas por causa do choro e da força que ela tinha que fazer para aguentar a dor. O preto do delineador escorria por todas as suas bochechas. Minha excitação não parava de aumentar.

- Sim. Para, por favor. – me respondeu já sem forças – faço o que você quiser, mas tira do meu cu, Rodrigo. Por favor!

Dessa vez eu dei ouvidos e me levantei. Ao ver que Júlia ela continuou chorando com o rosto no colchão. Peguei ela pelo cabelo para que me olhasse.

– Ajoelha e chupa. Limpa com a língua, tá toda suja. Deixou meu pau todo sujo de cu.

Ela disse que não. Me olhando nos olhos como se procurasse um pouco de misericórdia, pra que eu não a obrigasse a fazer aquilo. Mas nem suas lágrimas nem a carinha de novinha abusada me comoveram. Joguei-me sobre ela de novo e, enfiando meu pau lá no fundo do cu dela, ouvi seus gritos de dor mais uma vez.

– Então vou continuar arrombando seu cu. A noite toda e todos os dias que faltam, você vai sentir minha rola rasgando mais e mais sua bunda. Tem certeza que não quer mamar?

Bombeei duas, três, quatro vezes com força até que ela aceitou minha oferta. Sem parar de chorar, disse que estava bem. Mas que parasse. Que limpava meu pau sujo com a boca. Mas que por favor parasse.

Fiquei de pé e, no mesmo instante, minha prima se ajoelhou. Dessa vez sem me olhar nos olhos, abriu a boquinha e mal tocou com a língua – sentindo o gosto – e tirou. Tossiu várias vezes, de forma violenta, para o lado, como se tivesse tanto nojo que fosse vomitar no tapete. Deixei as ânsias passarem um pouco e, sem precisar dizer nada, ela mesma, ainda sem me olhar, colocou na boca de novo e começou a chupar.

Dessa vez, ela chupava diferente. Como se a vontade tivesse sumido. Mesmo sem usar tanta saliva e com as ânsias voltando de vez em quando, interrompendo o boquete, eu adorei. Me fez ver estrelas notar minha prima tão submissa, tão humilhada, chupando meu pau recém-saído do próprio cu. Até me excitava pensar que o amor dela pela porra parecia ter acabado.

Ficava louco refletindo, entre seus gestos de nojo, sobre as diferentes fases que o amor tem. Não só o amor dela pelo sêmen, mas também aquela emoção que, minutos antes, tinha me feito sentir ao vê-la vestida de noiva.

Ela ficou limpando com a boca a os lambeijos e chupadas por vários minutos. Sempre com uma atitude distante. Quando fiquei satisfeito com como tinha deixado ela, mandei ela se levantar de novo. Custou um pouco por causa da dor, mas ela fez sem dizer uma única palavra.

Quando o rosto dela ficou na altura do meu, deu pra ver a raiva no olhar.

— Fica de quatro, prima. — falei sorrindo. — Tô com vontade de arrombar seu cu mais um pouco.

Júlia me encarou fixamente, se equilibrando pelo tremor nas pernas e com uma expressão de ódio que congelaria o sangue de qualquer um. Mas pra mim não mexeu nem um fio de cabelo. Ela se aproximou mais e cuspiu com força, juntando saliva. Quando tirei o cuspe que tinha grudado no meu rosto, ela cuspiu de novo com fúria. Depois limpou o canto da boca com uma mão e, ainda sem dizer absolutamente nada, me obedeceu. Se colocou lentamente sobre o colchão, levantando a bunda pra que eu fizesse o que quisesse.

Parei de novo pra olhar o cu dela. Agora arrombado. A calcinha fio-dental esticada pro lado, manchada de sangue, com o esfíncter começando a fechar aos poucos era, sem dúvidas, uma imagem melhor que a anterior.

— Vou encher de porra e te deixo descansar — falei e enfiei de uma vez, agora segurando pela cintura pra poder meter com mais força. Minha prima não respondeu.

Não sei se já não tava sentindo tanta dor ou se tava tentando parecer resignada, mas ela nem reclamou quando sentiu entrar e sair até o fundo da bunda. Uma vez atrás da outra, enquanto eu também sentia minhas pernas tremendo. Mas de prazer.

Só acho que ouvi um gemido quando a primeira jorrada de leite bateu no fundo do intestino dela. Fiz força pra chegar mais fundo e os jatos restantes de sêmen encheram o cu dela.

O orgasmo durou pra caramba. Depois de ter sodomizado ela do meu jeito, tirei o pau e apertei as nádegas pra que a porra ficasse no ânus dela o máximo de tempo possível, pra que a absorva e leve sempre com você. Mas, apesar do meu esforço, quando soltei, uma boa quantidade escorreu entre suas coxas, imitando os rastros que o sangue havia deixado antes, agora seco e grudado em sua pele. Ambos respiramos aliviados por finalmente ter acabado.

Ficamos exaustos em silêncio por um bom tempo. Minha prima deitou e se acomodou na cama até chegar ao travesseiro, e com a bunda para cima, ainda aberta, suspirou. Eu, por outro lado, fiquei sentado olhando para ela.

O esforço que ela fazia para respirar e relaxar depois da foda que havia recebido já estava fazendo meu pau endurecer de novo. Quando vi que estava começando a amanhecer, percebi que havia estado arrombando a bunda dela por horas.

Novamente a perversão me dominou e me deitei em cima dela outra vez. Ainda com o pau para fora, mas apoiando-o entre suas nádegas, afastei o cabelo de seu rosto e sequei as lágrimas que ainda tinha em suas bochechas, misturadas com o suor e os restos de sua maquiagem.

No segundo seguinte, minha prima reagiu.

— Outra vez você está de pau duro? — me perguntou. — Não acho que aguento outra vez, Rodrigo. Sério, minha bunda está ardendo como nunca.

Beijei-a ternamente e disse que acreditava nela. Que ela conseguiria aguentar. Me posicionei para enfiá-lo selvagemente de novo, e Julia mais uma vez fez o quarto tremer com seu grito assim que a cabeça entrou.

— Vermelho. Vermelho. Vermelho! — disse agora — Me perdoa, Rodrigo, mas "Vermelho".

O tom de sua voz me fez soltar uma gargalhada. Tirei o pau do ânus e me deitei ao seu lado. Minha prima virou o rosto para o meu e me beijou. Uma vez atrás da outra. Não só na boca, mas em todo o rosto.

— Me perdoa, Ro. Me perdoa. — repetia sorrindo entre cada beijo. — Amanhã vou conseguir aguentar mais. — disse por fim.

Não podia repreendê-la absolutamente por nada. O que eu ia repreender? Se ela era a prima perfeita.

Disse que estava tudo bem. Que ela havia aguentado mais do que bem. Quando Perguntei se ela tinha gostado e ela me respondeu com aquele sorrisinho típico que eu adorava tanto, mas tanto. Depois disse que sim. Que nunca tinha se sentido tão puta e que não sabia se algum dia voltaria a se sentir assim. Que tinha adorado.

Com cuidado para não apoiar muito a bunda no colchão, porque ainda doía, ela virou de lado e me pediu para abraçá-la.

– Não acho que agora eu aguente que você me arrombe de novo, Rodri – repetiu – Mas pode me comer o cuzinho se quiser.

Sem hesitar, a abracei de conchinha, envolvi seu pescoço com meu braço e suavemente fui colocando o pau dentro da bunda que já estava aberta.

– Ahh. Isso. Assim – sussurrou como uma puta quando sentiu. – Deixa aí a noite toda.

Obedecendo, nem me mexi. E embora a noite já tivesse acabado, não pensava em tirar até a gente acordar de novo.

Julia, como já era costume, antes de dormir de vez, falou de novo.

– É lindo, Rodri – disse ao ver pela janela que dava para a varanda – O oceano e o céu têm a mesma cor. Parece que estamos voando.

Sorri, lembrando daquele primeiro dia, pensando como eu queria que nossa nave-mãe nunca mais voltasse para a Terra. Dominado por tanto prazer e tanto amor, eu também adormeci.

Satisfeito, mas também tranquilo, porque a festa da bunda só estava começando.

Nem eu sabia, naquele momento, tudo o que ainda faltava para a festa.
Continua...




garota

Próximo Capítulo:


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Bunda


dormindo


primeira vez

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prima

14 comentários - Mi prima se viste de novia - Capítulo 14

Tenes futuro como escritor eroticos, exelente relato, solo con una duda la foto es solo como referencia, o si es real, ya imagino que muchos diran el aclaro que es falso el relato pero en la vida eh aprendido que la realidad supera a la ficción y que no todo lo que se lee en internet es real, pero tampoco todo lo que se lee es falso
Zarpado! Hacía varios años no leía un relato tan bien escrito!
la historia, la situacion, la redaccion, el morbo de saber que alguien tiene la imaginacion o la suerte de que no lo sea... es genial.

No pares loco...
Jazyary +1
Geniiooo... Es el primer relato q m atrapa de principio a fin... Excelente... Faltó alguna foto o algo pero a modo frutilla de postre.. los leí los 14.. antes a todos los días para ver si subías una nueva entrega... La verdad sin paabras
El gran Premio que buena como se dieron las cosas
Buenisimo, clarita la diferencia entre hacer y romper un orto! Más 10 de una