Comprei o carro da minha comadre e a gente precisava fazer a transferência. Faltava a assinatura dos 08 do antigo dono, ela nunca tinha transferido. Combinamos de viajar numa sexta de madrugada pra chegar tipo 9h lá em Mar del Plata, resolver a papelada e voltar no mesmo dia. Minha comadre Sabry, uma milf linda da porra, curvas generosas, estilo chubby, recheadinha mas tudo firme. Uns peitos grandes, mas não exagerados, perfeitos, uns 100 eu diria. Quadris largos e, por consequência, uma bunda bem redonda, uma raba de respeito. Pernas não definidas, mas firmes, ela malha. Cintura fina e barriga só de pele, branquinha. Tem uns 1,65m e medidas tipo 100-65-100. Uma carinha de safada, cabelo liso. E ela adora dar pra caras. Tem 37 anos, as vítimas dela não passam dos 27 hahaha, ela diz que gosta porque eles gozam duas ou três vezes seguidas. Mais de uma vez eu olhei pra ela e pensei: esse corpo eu queria conhecer e sentir o perfume dessa pele tão macia, bem cuidada. Sabia que ela também já me olhou mais de uma vez, e ela deixou claro pra minha mulher, porque ela contou sobre o tamanho da minha entreperna e que ficou curiosa. Nunca tinha visto uma grande, só alguns consolos que confessou ter. Mas mesmo assim, nunca rolou nada. Várias vezes a gente ficou sozinho, na minha casa ou na dela, mas nunca passou de um clima dos dois. Sabry: "Como a gente não se conheceu antes? Por que eu não fiquei com você?" Quando conheci minha mulher numa balada, elas estavam juntas. Eu cheguei na Sabri, ela não me deu bola e fiquei com a Ana. "Mas por que você não me disse que era grande, compadre? Eu teria ficado com você hahaha." "Você transa com caras e nenhum te faz gozar no primeiro round, sua safada. Como você enche a cabeça dos mlks." Bom, combinamos de viajar tipo 4:30 pra chegar cedo lá. Cheguei do trabalho morto, dei uma com minha mulher pra deixar ela satisfeita e, com quase nenhum sono, fui buscar minha comadre, que também fez as dela. Ela tava se despedindo de um piá de 22 anos que, quando cheguei, era só um magrelo de O cara confiante que me abriu a porta e disse: "Cuida da Sabri pra mim. Tchau" e foi embora andando sozinho de madrugada. Aí eu falei pra Sabri: "Uma criatura que queria se despedir me banhou e saímos". Ela me disse: "Ahh, qualé, seu arrombado, não faz isso comigo". Preparei uns mates. Ela tomou um banho rápido, saiu e eu sentado à mesa, ela se apresentou com uma toalha que mal cobria o torso, o cabelo todo molhado e aí começaram meus olhares de tarado. Ela tomou um mate e correu pro quarto e de lá me chamou pra levar outro mate. Eu obedeci, entrei no quarto, ela estava de costas, como se estivesse procurando algo numa gaveta, com uma calça legging preta de lycra daquelas que deixam tudo transparente, e me diz: "Não olha, me dá um mate", enquanto coloca um sutiã preto de renda. "Me fecha isso". Eu sacaneio e digo: "Que foi, o moleque não deu conta?" e sorri. Sabry: "Não totalmente, mas você só o sutiã? Não sacanea, a gente vai ficar sozinho por muito tempo e você sabe que eu sou curiosa. Pena que você é tão fiel à minha amiga". E assim era, nunca traí minha mulher. Engoli a resposta, chupei o mate já acabado e fugi do quarto pra não cometer o crime de calar a boca dela na pica. Ao sair, notei sobre a cômoda um monte de calcinhas, tangas, sutiãs, meias de rede e outras peças de roupa íntima bem chamativas. Pra mim, eu imaginava elas decorando a bunda enorme dela. Me surpreendi ela revirando elas e eu saí dizendo: "E isso aí, qualé? Fez um desfile pro cara?" como meio ciumento. E ela disse: "Não, seu burro, esse cara é mais amargo, nem nota o que eu tô usando". Enquanto secava o cabelo e guardava as calcinhas e o resto numa bolsa, eu carreguei o carro dela, com o qual íamos viajar, guardei o meu na garagem dela e saímos. Eu disse que tinha trabalhado e que tinha transado com a Ana, que estava meio cansado, ao que a Sabry: "Eu também, esse cara me deu três, então eu ganhei. Dirige você primeiro, eu durmo e depois já na estrada eu dirijo". Arrombado, tinham enchido ela de porra. Reclinou o banco, desabotoou a jaqueta, esticou as pernas, a legging entrando na buceta e nos peitos. Pareciam estourar a camisa molhada que ela usava. Dirigi por duas horas sem parar de olhar pra ela, aquele passo lento, que gostosa vagabunda, minha comadre. E o fato de pensar que tinham gozado três vezes nela dava voltas na minha cabeça. Já amanhecendo, ela acorda e eu falei: "se cobre, esses peitos me distraem, hahaha. Deixa eu dirigir". Paramos num acostamento, eu desço primeiro, dou a volta por trás do carro até a porta do passageiro e me deparo com a Sabry se alongando, tentando tocar a ponta dos pés. Apontando pra mim aquele bundão enorme de frente. Se fosse minha mulher, ali mesmo eu encostava o pau. Mas me contive só um instante pra ver aquele cenário, onde dava pra ver através da calcinha preta de renda, igual ao sutiã que no quarto ela tinha abotoado.
Subi, reclinrei o banco e fiquei pensando naquele conjunto de renda e nas três gozadas que ela tinha recebido. Não percebi quando, mas minha virilha começou a inchar. Ela notou. E disse: "Ei, você também vai me distrair com esse volume?" Sorriu e continuou dirigindo. Eu, meio envergonhado, cochilei. Ficava observando ela pra que não dormisse, e como ia dormir se passou o tempo todo olhando meu volume?
Chegando no destino, Mar del Ajo, combinamos de encontrar o homem por telefone às dez da manhã. Ele vinha de Mar del Plata. Chegamos às nove, decidimos tomar café. Nem bem ela desceu do carro, notei como todos os homens olhavam, observavam aquele bundão dela caminhando até o banheiro de um posto de gasolina.
Enquanto tomávamos café, o homem que ficou com o carro no caminho nos ligou, dizendo que só poderíamos resolver na segunda-feira. "Nããããoooooo", eu disse, mas tudo bem, ficamos de responder logo. Imediatamente, a Sabry ligou pra uns contatos e conseguiu hospedagem. Eu, por minha parte, comuniquei à minha mulher o que aconteceu, e ela disse pra ver um jeito de ficarmos, que não tinha problema, que resolvêssemos tudo, mas me lembrou de cuidar do pau, porque se a Sabri visse ele duro, ia se jogar em cima, hahaha. Comentei com a Sabri, ela riu. e ela me disse "tanta pica assim você tem, já me intriga demais, chega, deixa pra lá" eu falei pra irmos num hotel, que eu pagava, dois quartos separados, sem saber que ela já tinha arrumado um lugar pra gente ficar, que com essa grana eu pagava a comida e pronto. E foi assim, fomos pegar as chaves da casa e nos instalamos em frente ao mar, uma casa de dois andares estilo duplex. Em Mar del Tuyu, afastado do centro, um pouco bagunçada já que era fim de março e a temporada tinha acabado. Ah, surpresa: tinha dois cômodos mas uma única cama de casal e uns sofás nada confortáveis pra dormir. Decidi tomar um banho enquanto ela ia buscar algo pra cozinhar, já era perto do meio-dia. Tomei banho, fiquei confortável com um short e o torso nu, sem cueca, deitei na cama mal coberto com um cobertor e senti que ela chegou. Ela me viu deitado, pediu pra eu descansar, que ela ia aproveitar e pegar o último sol de março. Na varanda tinha uma espreguiçadeira daquelas que dá pra ficar deitadão. Ela colocou duas bolsas em cima da cama e notei que numa vinha todo aquele arsenal de lingerie que eu tinha imaginado no lindão dela. Saiu do quarto e eu finji que tava dormindo, não sem antes me virar e ficar olhando pra varanda. Não ia perder um espetáculo daqueles. A possibilidade de ver minha comadre ali tomando sol. A safada colocou o fio dental mais minúsculo que podia ter encontrado, pensando que eu tava dormindo, tirou o sutiã, passou creme, deitou de bruços e se jogou ali, me deixando ver aquele cenário: aquele fio dental preto minúsculo que desaparecia naquela bunda de pele branca igual a de bebê recém-nascido. O sol batia nela direto, eram duas ou três da tarde, não sei, perdi noção de tempo e espaço. Não dormi porra nenhuma, nem eu nem meu pau, que já tava duro, com uma vontade de agarrar e passar a pica toda ereta por aquela raba. Deus, que beleza, aquelas costas descobertas. Eu imaginava beijar toda as costas dela e guardar o cheiro dela pro resto dos meus dias. Queria tirar A vontade de uma mulher daquelas e puta ao mesmo tempo, porque ela sabia que me deixava com tesão. Fingi que acordei e disse: "Mas que paisagem linda, hein hahaha". Depois de um sorriso meio tarado, "Ops, desculpa", disse a Sabri, "não vá acordar a fera hahahaha". Ela preparou um mate, disse, tipo pra desviar do assunto, mas logo percebi que ela me queria na cama. "Vou preparar na cama, fica aí e liga a TV", disse. Eu, sem gaguejar, falei: "Pode crer, tá bom". "Siiiim", ouvi da varanda enquanto ela colocava o sutiã e eu olhava pro outro lado, querendo fazer de cavalheiro. "Vamos fazer preguiça na cama, a gente merece, trabalhamos muito", ela disse hahahah, mas notei aquele sorriso de tarada. Ela trouxe a bandeja toda pelada assim mesmo, apoiou na mesinha de cabeceira, algo caiu da bolsa e ela se abaixou pra pegar, tipo quando alongo na estrada, só que dessa vez mais aberta de pernas e só de calcinha fio-dental. Vi até o sobrenome dela, vi aquele **cu** se abrindo, aquele fiozinho entrando entre os lábios da buceta, aquele **papo carnudo depiladinho rente** sendo engolido e se dividindo em dois. Nossa, sem perceber, por instinto, dei um tapa de mão aberta na bunda dela, que nem se moveu de tão firme que era, e pensei: "Porra, eu, seu arrombado, pra quê? Se a fera acorda, chega! Te vi toda, usei a palavra: **buceta**, vai fazer o **pau** ficar duro". Puxei o lençol com uma mão e com a outra apalpei a fera pra chamar a atenção dela pro meu volume, que ainda estava meio duro, abaixei meu short branco. "Epa", ela assentiu. Ao notar o volume, "Não é brincadeira essa história de fera", e sorriu de novo como uma tarada. Tomamos uns mates e ela começou: "Te massageio um pouco, tava doendo as costas, compadre? Vamos, tenho cremes, vira", disse a Sabri. Virei de bruços e ela começou ao meu lado, passando creme, depois subiu na parte de trás da minha coxa. Senti aquela calcinha minúscula se movendo a cada movimento dela. Fiquei de pau duro, ela perguntou várias vezes se eu tava gostando. Até que ela se declarou sozinha: "Quer final feliz?". "O que é?", disse, fazendo de... O babaca. "Uma massagem com final feliz", afirmou ela. "Vira de costas", me pediu. Notei minha vara toda dura. "Que final você vai me dar", e ela me deu um beijo tremendo. Nos beijamos por vários minutos, ela me disse várias vezes: "Como você me deixa com tesão". "Eu sempre tive tesão em você, vou te aproveitar muito", enquanto esfregava no meu quadril para baixo. Eu não podia acreditar, estava prestes a comer minha comadre, que é mais gostosa e puta como nenhuma outra mulher que já provei. Ela colocou a mão por baixo do meu shorts e disse: "Deus, que pica enorme você tem, como não reparei antes?" Hahaha, eu ri. "E agora ela está toda sua". Ela começou a passar a língua no tronco enquanto com o dedão esfregava a cabeça da pica. "Que delícia", eu disse. "Gosto disso, nunca tinham feito em mim". "Sabrina, não, olha para mim agora". Ela começou a passar a língua pela ponta da pica enquanto apertava com força o tronco, fazendo ela inchar toda. Ela lambia como se fosse sorvete e, de repente, plaf, engoliu a cabeça da minha pica sem parar de apertar o tronco, cada vez com mais força. Ela me disse de novo: "Olha para mim, olha o que eu faço agora", enquanto cuspia na pica e, plaf, enfiou ela todinha na boca, engasgando com a pica toda na garganta. Muito poucas conseguiram fazer isso, e essa vadia fez de uma vez. Ela tirou da boca, respirou e de novo, plaf, toda para dentro, assim várias vezes, deixando minha pica toda babada. Ela tirou mais uma vez e deu tapas nas próprias bochechas enquanto elogiava a pica: "Que pica enorme, gostosa e dura para mim. Vou chupar essa pica o fim de semana todo, vadia, eu adoro, me apaixonei pela sua pica". E plaf, ela me chupava como desesperada, chupou bem as bolas e dizia: "Vou te comer todo, quero essa pica na buceta". E plaf, ela engoliu de novo, mas "não consigo parar de chupar sua pica", ela disse de novo, gemendo como uma puta. Eu adorei. Peguei ela pelo pescoço, levantei, beijei e disse: "Vem, quero que você sente e enfie a pica devagar". Ela obedeceu, balançando a cabeça. "Sim, sim, sim, vadia, vou te foder todinha, estou com um tesão como nunca". Ela puxou a calcinha para o lado. de um lado nem precisei molhar, a buceta já estava mais que pronta. Ela sentou lentamente, à medida que a pica entrava, abria a boca e soltava um "ahhahahaaah, Deus, que pica você tem", repetia várias vezes enquanto começava a se mover para trás e para frente, rebolando aquele rabo divino. De repente, escutou: "Não, não, vou gozar, não pode ser, Deus, toma, safado, toma!" E o primeiro jato veio, e sim, começou a tremer o corpo todo.
Agora ela subia e descia com movimentos de quadril, era uma tremenda tesão que ela tinha por mim e eu por ela. Pedi que chupasse minha pica e ela disse: "Não, que foda-se!" O segundo jato, e ela tomou a porra, e pummm, de novo começou a tremer. Jogou-se para trás e já gritando de prazer disse: "Toma, toma, safado, te dou outro, toma!" Olhei nos olhos dela, estava como enfurecida e ao mesmo tempo se desenhava um sorriso no rosto. Ela disse: "É perfeita, sua pica merece que eu tire toda a porra." Desceu para chupar minha pica, para dar duro, para emitir todo tipo de sons como nos filmes pornô, comia a pica com uma vontade... "Deus", disse de novo, "me põe de quatro", ela pediu. Eu disse: "Não tenho camisinha." "Não importa, eu me cuido", ela falou. "Igual, a porra você me dá na boca, ali mesmo." Arranquei a calcinha dela, ela apoiou a cabeça na cama e com as mãos abriu bem a bunda. "Ou joga aqui na bunda, papi, vai, me dá na bunda, faz meu cu", ela pediu. E eu, que tantas vezes pedi para minha mulher e pelo tamanho da pica ela não dava, essa safada na primeira transa me dava o cu. "Tem certeza?", perguntei, e ela assentiu. "Sim, vai, mas devagarinho, e eu quero toda." Meti metade da pica bem suave, a safada gritava de prazer, levou a mão entre as pernas e notou que faltava mais pica para entrar e disse: "Quero toda, toda!" Jogou-se para trás e lá estava toda a pica dentro do cu da minha comadre, aquele que tantas vezes eu disse. Comecei a me mover mais rápido enquanto ela se masturbava e soltava gemidos. Até que de novo tremeu todo o corpo enquanto eu dava palmadas na bunda. "Toma", ela dizia, "toma! Outro, safado, você me faz gozar com a pica no cu!" Ela ficou... Fica quietinha por uns segundos, gozando e lambendo de novo o pau. Eu queria beber a porra, e a putinha virou, ajoelhou na minha frente com a cabeça do pau na boca, me masturbou sem se importar de onde tinha tirado o pau e tirou toda a porra que eu tava guardando pra ela. Encheu a boca, cuspiu no pau e voltou a chupar ele todinho, fez dessa vez eu tremer. Que foda que a gente tinha feito com uma tesão daquela que a gente tava desde a primeira vez que nos vimos. Que puta linda que você é, você devia ter me dito antes que era tão puta assim. Ela se levantou e disse: "Você tá livre sábado e domingo? Pra me conhecer mais." Seeeee, eu disse. Espero que tenham gostado da minha experiência, é real. E em outro relato vou contar do sábado, do domingo e da volta. Tchau, obrigado.
Subi, reclinrei o banco e fiquei pensando naquele conjunto de renda e nas três gozadas que ela tinha recebido. Não percebi quando, mas minha virilha começou a inchar. Ela notou. E disse: "Ei, você também vai me distrair com esse volume?" Sorriu e continuou dirigindo. Eu, meio envergonhado, cochilei. Ficava observando ela pra que não dormisse, e como ia dormir se passou o tempo todo olhando meu volume?
Chegando no destino, Mar del Ajo, combinamos de encontrar o homem por telefone às dez da manhã. Ele vinha de Mar del Plata. Chegamos às nove, decidimos tomar café. Nem bem ela desceu do carro, notei como todos os homens olhavam, observavam aquele bundão dela caminhando até o banheiro de um posto de gasolina.
Enquanto tomávamos café, o homem que ficou com o carro no caminho nos ligou, dizendo que só poderíamos resolver na segunda-feira. "Nããããoooooo", eu disse, mas tudo bem, ficamos de responder logo. Imediatamente, a Sabry ligou pra uns contatos e conseguiu hospedagem. Eu, por minha parte, comuniquei à minha mulher o que aconteceu, e ela disse pra ver um jeito de ficarmos, que não tinha problema, que resolvêssemos tudo, mas me lembrou de cuidar do pau, porque se a Sabri visse ele duro, ia se jogar em cima, hahaha. Comentei com a Sabri, ela riu. e ela me disse "tanta pica assim você tem, já me intriga demais, chega, deixa pra lá" eu falei pra irmos num hotel, que eu pagava, dois quartos separados, sem saber que ela já tinha arrumado um lugar pra gente ficar, que com essa grana eu pagava a comida e pronto. E foi assim, fomos pegar as chaves da casa e nos instalamos em frente ao mar, uma casa de dois andares estilo duplex. Em Mar del Tuyu, afastado do centro, um pouco bagunçada já que era fim de março e a temporada tinha acabado. Ah, surpresa: tinha dois cômodos mas uma única cama de casal e uns sofás nada confortáveis pra dormir. Decidi tomar um banho enquanto ela ia buscar algo pra cozinhar, já era perto do meio-dia. Tomei banho, fiquei confortável com um short e o torso nu, sem cueca, deitei na cama mal coberto com um cobertor e senti que ela chegou. Ela me viu deitado, pediu pra eu descansar, que ela ia aproveitar e pegar o último sol de março. Na varanda tinha uma espreguiçadeira daquelas que dá pra ficar deitadão. Ela colocou duas bolsas em cima da cama e notei que numa vinha todo aquele arsenal de lingerie que eu tinha imaginado no lindão dela. Saiu do quarto e eu finji que tava dormindo, não sem antes me virar e ficar olhando pra varanda. Não ia perder um espetáculo daqueles. A possibilidade de ver minha comadre ali tomando sol. A safada colocou o fio dental mais minúsculo que podia ter encontrado, pensando que eu tava dormindo, tirou o sutiã, passou creme, deitou de bruços e se jogou ali, me deixando ver aquele cenário: aquele fio dental preto minúsculo que desaparecia naquela bunda de pele branca igual a de bebê recém-nascido. O sol batia nela direto, eram duas ou três da tarde, não sei, perdi noção de tempo e espaço. Não dormi porra nenhuma, nem eu nem meu pau, que já tava duro, com uma vontade de agarrar e passar a pica toda ereta por aquela raba. Deus, que beleza, aquelas costas descobertas. Eu imaginava beijar toda as costas dela e guardar o cheiro dela pro resto dos meus dias. Queria tirar A vontade de uma mulher daquelas e puta ao mesmo tempo, porque ela sabia que me deixava com tesão. Fingi que acordei e disse: "Mas que paisagem linda, hein hahaha". Depois de um sorriso meio tarado, "Ops, desculpa", disse a Sabri, "não vá acordar a fera hahahaha". Ela preparou um mate, disse, tipo pra desviar do assunto, mas logo percebi que ela me queria na cama. "Vou preparar na cama, fica aí e liga a TV", disse. Eu, sem gaguejar, falei: "Pode crer, tá bom". "Siiiim", ouvi da varanda enquanto ela colocava o sutiã e eu olhava pro outro lado, querendo fazer de cavalheiro. "Vamos fazer preguiça na cama, a gente merece, trabalhamos muito", ela disse hahahah, mas notei aquele sorriso de tarada. Ela trouxe a bandeja toda pelada assim mesmo, apoiou na mesinha de cabeceira, algo caiu da bolsa e ela se abaixou pra pegar, tipo quando alongo na estrada, só que dessa vez mais aberta de pernas e só de calcinha fio-dental. Vi até o sobrenome dela, vi aquele **cu** se abrindo, aquele fiozinho entrando entre os lábios da buceta, aquele **papo carnudo depiladinho rente** sendo engolido e se dividindo em dois. Nossa, sem perceber, por instinto, dei um tapa de mão aberta na bunda dela, que nem se moveu de tão firme que era, e pensei: "Porra, eu, seu arrombado, pra quê? Se a fera acorda, chega! Te vi toda, usei a palavra: **buceta**, vai fazer o **pau** ficar duro". Puxei o lençol com uma mão e com a outra apalpei a fera pra chamar a atenção dela pro meu volume, que ainda estava meio duro, abaixei meu short branco. "Epa", ela assentiu. Ao notar o volume, "Não é brincadeira essa história de fera", e sorriu de novo como uma tarada. Tomamos uns mates e ela começou: "Te massageio um pouco, tava doendo as costas, compadre? Vamos, tenho cremes, vira", disse a Sabri. Virei de bruços e ela começou ao meu lado, passando creme, depois subiu na parte de trás da minha coxa. Senti aquela calcinha minúscula se movendo a cada movimento dela. Fiquei de pau duro, ela perguntou várias vezes se eu tava gostando. Até que ela se declarou sozinha: "Quer final feliz?". "O que é?", disse, fazendo de... O babaca. "Uma massagem com final feliz", afirmou ela. "Vira de costas", me pediu. Notei minha vara toda dura. "Que final você vai me dar", e ela me deu um beijo tremendo. Nos beijamos por vários minutos, ela me disse várias vezes: "Como você me deixa com tesão". "Eu sempre tive tesão em você, vou te aproveitar muito", enquanto esfregava no meu quadril para baixo. Eu não podia acreditar, estava prestes a comer minha comadre, que é mais gostosa e puta como nenhuma outra mulher que já provei. Ela colocou a mão por baixo do meu shorts e disse: "Deus, que pica enorme você tem, como não reparei antes?" Hahaha, eu ri. "E agora ela está toda sua". Ela começou a passar a língua no tronco enquanto com o dedão esfregava a cabeça da pica. "Que delícia", eu disse. "Gosto disso, nunca tinham feito em mim". "Sabrina, não, olha para mim agora". Ela começou a passar a língua pela ponta da pica enquanto apertava com força o tronco, fazendo ela inchar toda. Ela lambia como se fosse sorvete e, de repente, plaf, engoliu a cabeça da minha pica sem parar de apertar o tronco, cada vez com mais força. Ela me disse de novo: "Olha para mim, olha o que eu faço agora", enquanto cuspia na pica e, plaf, enfiou ela todinha na boca, engasgando com a pica toda na garganta. Muito poucas conseguiram fazer isso, e essa vadia fez de uma vez. Ela tirou da boca, respirou e de novo, plaf, toda para dentro, assim várias vezes, deixando minha pica toda babada. Ela tirou mais uma vez e deu tapas nas próprias bochechas enquanto elogiava a pica: "Que pica enorme, gostosa e dura para mim. Vou chupar essa pica o fim de semana todo, vadia, eu adoro, me apaixonei pela sua pica". E plaf, ela me chupava como desesperada, chupou bem as bolas e dizia: "Vou te comer todo, quero essa pica na buceta". E plaf, ela engoliu de novo, mas "não consigo parar de chupar sua pica", ela disse de novo, gemendo como uma puta. Eu adorei. Peguei ela pelo pescoço, levantei, beijei e disse: "Vem, quero que você sente e enfie a pica devagar". Ela obedeceu, balançando a cabeça. "Sim, sim, sim, vadia, vou te foder todinha, estou com um tesão como nunca". Ela puxou a calcinha para o lado. de um lado nem precisei molhar, a buceta já estava mais que pronta. Ela sentou lentamente, à medida que a pica entrava, abria a boca e soltava um "ahhahahaaah, Deus, que pica você tem", repetia várias vezes enquanto começava a se mover para trás e para frente, rebolando aquele rabo divino. De repente, escutou: "Não, não, vou gozar, não pode ser, Deus, toma, safado, toma!" E o primeiro jato veio, e sim, começou a tremer o corpo todo.
Agora ela subia e descia com movimentos de quadril, era uma tremenda tesão que ela tinha por mim e eu por ela. Pedi que chupasse minha pica e ela disse: "Não, que foda-se!" O segundo jato, e ela tomou a porra, e pummm, de novo começou a tremer. Jogou-se para trás e já gritando de prazer disse: "Toma, toma, safado, te dou outro, toma!" Olhei nos olhos dela, estava como enfurecida e ao mesmo tempo se desenhava um sorriso no rosto. Ela disse: "É perfeita, sua pica merece que eu tire toda a porra." Desceu para chupar minha pica, para dar duro, para emitir todo tipo de sons como nos filmes pornô, comia a pica com uma vontade... "Deus", disse de novo, "me põe de quatro", ela pediu. Eu disse: "Não tenho camisinha." "Não importa, eu me cuido", ela falou. "Igual, a porra você me dá na boca, ali mesmo." Arranquei a calcinha dela, ela apoiou a cabeça na cama e com as mãos abriu bem a bunda. "Ou joga aqui na bunda, papi, vai, me dá na bunda, faz meu cu", ela pediu. E eu, que tantas vezes pedi para minha mulher e pelo tamanho da pica ela não dava, essa safada na primeira transa me dava o cu. "Tem certeza?", perguntei, e ela assentiu. "Sim, vai, mas devagarinho, e eu quero toda." Meti metade da pica bem suave, a safada gritava de prazer, levou a mão entre as pernas e notou que faltava mais pica para entrar e disse: "Quero toda, toda!" Jogou-se para trás e lá estava toda a pica dentro do cu da minha comadre, aquele que tantas vezes eu disse. Comecei a me mover mais rápido enquanto ela se masturbava e soltava gemidos. Até que de novo tremeu todo o corpo enquanto eu dava palmadas na bunda. "Toma", ela dizia, "toma! Outro, safado, você me faz gozar com a pica no cu!" Ela ficou... Fica quietinha por uns segundos, gozando e lambendo de novo o pau. Eu queria beber a porra, e a putinha virou, ajoelhou na minha frente com a cabeça do pau na boca, me masturbou sem se importar de onde tinha tirado o pau e tirou toda a porra que eu tava guardando pra ela. Encheu a boca, cuspiu no pau e voltou a chupar ele todinho, fez dessa vez eu tremer. Que foda que a gente tinha feito com uma tesão daquela que a gente tava desde a primeira vez que nos vimos. Que puta linda que você é, você devia ter me dito antes que era tão puta assim. Ela se levantou e disse: "Você tá livre sábado e domingo? Pra me conhecer mais." Seeeee, eu disse. Espero que tenham gostado da minha experiência, é real. E em outro relato vou contar do sábado, do domingo e da volta. Tchau, obrigado.
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