Comprei o carro da minha comadre

Comprei o carro da minha comadre e a gente precisava fazer a transferência. Faltava a assinatura dos oito do dono anterior, ela nunca tinha transferido. Combinamos de viajar numa sexta de madrugada pra chegar umas 9h da manhã lá em Mar de Ajó, resolver a papelada e voltar no mesmo dia. Minha comadre Sabry, uma milf gostosa pra caralho, toda cheia de curvas, estilo chubby, mas tudo firme. Uns peitões grandes, mas sem exagero, perfeitos, tipo 100, eu diria. Quadrão largo e, por isso, uma bunda redonda, um rabo de respeito. Pernas não muito marcadas, mas firmes, porque ela malha. Cintura fina, barriguinha só de leve, pele branca. Tem uns 1,65m e umas medidas 100-65-100. Uma carinha de puta, cabelo liso. Ela adora comer uns caras mais novos, ela tem 37 anos e as vítimas dela não passam dos 27, hahaha. Ela diz que gosta porque eles gozam duas ou três vezes seguidas. Mais de uma vez eu olhava pra ela e pensava: queria conhecer e sentir o cheiro da pele macia e bem cuidada desse corpo. Sabia que ela também já tinha reparado em mim mais de uma vez. Ela deixou minha mulher saber, porque contou pra ela sobre o tamanho da minha rola e que isso despertava curiosidade nela. Nunca tinha conhecido uma grande, só algum vibrador que confessou ter. Mas mesmo assim, nunca passou disso. Ficamos sozinhos várias vezes, na minha casa ou na dela, mas nunca rolou nada além de uma provocação mútua. Sabry: "Como a gente não se conheceu antes? Por que eu não fiquei com você?" Quando conheci minha mulher numa balada, elas estavam juntas. Eu cheguei na Sabry, ela não me deu bola, e eu fiquei com a Ana. "Mas por que você não me falou que tinha uma rola grande, compadre? Eu teria ficado com você, hahaha." "Você come uns caras e nenhum faz você gozar na primeira transa, filho da puta. Como você come a cabeça desses moleques?" Bom, combinamos de viajar umas 4h30 pra chegar cedo lá. Cheguei do trampo morto de cansado, bati uma com minha mulher pra deixar ela satisfeita e, quase sem dormir, fui buscar minha comadre, que também tinha feito das dela. Ela se despediu de um moleque de 22 anos. Quando cheguei, ele era um magrelo, media... O cara que abriu a porta pra mim e falou "cuida da Sabri". Tchau e foi embora sozinho na madrugada. E aí eu falei pra Sabri, uma criatura que queria se despedir, tomei banho e saímos. Ela falou "huuuh, vai, filho da puta, não faz isso comigo". Preparei uns mates. Ela tomou banho rápido, saiu, e eu sentado na mesa. Ela apareceu com uma toalha que mal cobria o torso, o cabelo todo molhado, e aí começaram minhas tentações. Ela tomou um mate e correu pro quarto, e de lá me chamou pra levar outro mate. Eu obedeci, entrei no quarto, ela tava de costas. Como se tivesse procurando algo numa gaveta, com umas calças pretas de lycra, daquelas que transparentam tudo, e me fala "não olha, me dá um mate" enquanto colocava o sutiã preto de renda. "Me abotoa". Eu brinco e falo: "que foi? O moleque não cumpriu?" E ela sorriu. Sabri: "Não totalmente, mas só o sutiã, não enche o saco que vamos ficar sozinhos por muito tempo e você sabe que eu tenho curiosidade. Pena que você é tão fiel pra minha amiga." E era assim, nunca traí minha mulher. Me segurei, chupei o mate já acabado e fugi do quarto pra não cometer o crime de calar a boca dela na porrada de pica. Ao sair, notei em cima do criado-mudo um monte de calcinhas, tangas, sutiãs, meia arrastão e outras peças de roupa íntima bem chamativas pra mim. Eu imaginava elas enfeitando a bunda enorme dela. Me surpreendi ela revisando aquilo, e eu saí falando "e isso, que porra é essa? Fez um desfile pro cara?" meio com ciúme. E ela falou: "Não, idiota. Esse cara é tão amargo que nem nota o que eu tô vestindo." Enquanto secava o cabelo e guardava as calcinhas e o resto numa bolsa. Eu carreguei o carro dela, que a gente ia viajar, guardei o meu na garagem dela e saímos. Falei que tinha trabalhado e que tinha dado uma foda com a Ana, que tava meio cansado. Aí a Sabri: "Eu também. Esse cara me comeu três vezes, então te ganhei. Dirige você primeiro, eu durmo, e depois na estrada eu dirijo." Filha da puta, tinham enchido ela de porra. Reclinou o banco, desabotoou a jaqueta, esticou as pernas, a legging enfiada na buceta e os peitos de fora. parecia que iam explodir a camiseta apertada que ela usava, dirigi por duas horas sem parar de olhar pra ela, devagar, que puta gostosa minha comadre. E o fato de pensar que tinham dado três gozadas nela não saía da minha cabeça. Já amanhecendo, ela acorda e eu falei: "se cobre, que esses peitos me distraem hahaha. Deixa eu dirigir." Paramos no acostamento da estrada, eu desço primeiro, dou a volta por trás do carro até a porta do passageiro e encontro a Sabry se espreguiçando, curvada, tentando tocar a ponta dos pés. Mostrando toda aquela bunda enorme na minha cara, se fosse minha mulher, na hora eu metia a pica. Mas me segurei só um instante pra ver aquela paisagem, onde dava pra ver uma calcinha fio dental preta de renda, igual ao sutiã que ela tinha abrochado no quarto. Subi, reclamei o banco e fiquei pensando naquele conjunto de renda e nas três gozadas que ela tinha levado. Não percebi quando, mas minha entreperna começou a inchar, ela notou. E falou: "Ei, você também vai me distrair com esse volume", sorriu e continuou dirigindo. Eu fiquei meio sem graça, me fiz de dormido, mas ficava olhando pra ela pra ela não dormir, sendo que ela não ia dormir nada, passou o tempo todo olhando pro meu volume. Chegando no destino, Mar de Ajó, combinamos de encontrar o cara. Por telefone, às dez da manhã, ele vinha de Mar del Plata. Chegamos às nove, decidimos tomar café. Mal desci do carro, notei como todos os homens olhavam pra ela, observavam aquela bunda. Ela foi ao banheiro de um posto de gasolina. Enquanto tomávamos café, o cara liga falando que ficou com o carro no caminho, que teríamos que fazer na segunda. "Nãããooo", falei, mas tudo bem, combinamos de responder em breve. Na hora, a Sabry ligou pra uns contatos e conseguiu hospedagem. Eu, por minha vez, contei pra minha mulher o que aconteceu, e ela disse pra eu dar um jeito de ficar, que não tinha problema, que a gente resolvia tudo, mas reforçou pra eu cuidar da pica, que se a Sabry visse ela dura, ia se jogar em cima hahaha. Contei pra Sabry, ela riu. E ela me disse: "tanta rola você tem, já me intriga demais, chega, deixa pra lá". Eu sugeri irmos pra um hotel, eu pagava, dois quartos separados, sem saber que ela já tinha conseguido onde ficar, e que com aquela grana eu pagava a comida e pronto. Foi assim. Fomos pegar as chaves da casa e nos instalamos de frente pro mar, uma casa de dois andares, estilo duplex. Em Mar del Tuyu, afastado do centro, meio bagunçada porque já era fim de março e a temporada tinha acabado. Oh, surpresa: tinha dois cômodos, mas só uma cama de casal e uns sofás nada confortáveis pra dormir. Decidi tomar um banho enquanto ela ia buscar algo pra cozinhar, já era quase meio-dia. Tomei banho. Fiquei à vontade, só de short e torso nu, sem cueca. Me deitei na cama, mal coberto com um cobertor, e senti que ela chegou. Me viu deitado, pediu pra eu descansar, que ela ia aproveitar e pegar o último sol de março. Na varanda, tinha uma espreguiçadeira daquelas que você fica deitadinho. Ela colocou duas bolsas em cima da cama e notei que numa vinha todo aquele arsenal de lingerie que eu tinha imaginado naquele corpão dela. Ela saiu do quarto e eu fingi que tava dormindo, mas não sem antes me virar e ficar olhando pra varanda. Não ia perder um espetáculo daquele. A chance de ver minha comadre ali tomando sol. A desgraçada colocou a tanga mais minúscula que conseguiu achar, daquelas tipo fio dental. Pensando que eu dormia, tirou o sutiã, passou creme, virou de bruços e se jogou lá, me deixando ver aquela paisagem. Aquela tanga preta minúscula que sumia naquela bunda de pele branca como bebê recém-nascido. O sol batia de cheio, eram umas duas ou três da tarde, não sei, perdi a noção de tempo e espaço. Não dormi porra nenhuma, nem eu nem minha rola, que já tava dura, com uma vontade de pegar e passar a rola toda ereta naquela bunda. Deus, que beleza aquelas costas descobertas. Imaginava beijar todas as costas dela e sentir o cheiro dela pra guardar pro resto dos meus dias. Queria me acabar. A vontade de uma mulher dessas e ao mesmo tempo uma puta, porque ela sabia que me deixava excitado. Fingi que acordei e falei: "Mas que paisagem linda, hahaha." Com um sorriso meio tarado, "ih, desculpa", disse Sabri, "que a besta não acorde, hahahaha." Preparou um chimarrão, como quem queria disfarçar, mas logo percebi que ela me queria na cama. "Vou preparar na cama, fica aí e liga a TV", disse ela. Eu, sem gaguejar, falei: "Dale, o que você acha?" "Siiim", ouvi da sacada enquanto ela colocava o sutiã, e eu olhava pro lado, tentando bancar o cavalheiro. "Vamos fazer uma preguiça na cama, a gente merece, trabalhamos muito", disse ela, hahaha, mas notei aquele sorriso de safada. Ela trouxe a bandeja, toda pelada, colocou em cima do criado-mudo, deixou cair algo da bolsa e se abaixou pra pegar, igual quando estendo na estrada, só que dessa vez com as pernas mais abertas e só de fio dental. Vi até o sobrenome, vi como aquela bunda se abria, como aquele fiozinho se enfiava entre os lábios da buceta, como aquela xota carnuda e depilada na régua engolia e se dividia em dois. Sem perceber, por instinto, dei um tapa de mão aberta na nádega dela, que nem se mexeu de tão firme que é, e falei: "Caralho, para, porque a besta acorda, chega, te vi toda a pussy, vai fazer o pau ficar duro." Puxei o lençol com uma mão e com a outra apalpei a besta pra chamar a atenção dela pro meu volume, que ainda tava meio duro. Abaixei meu short branco, "epa", ela assentiu. Ao notar o volume, "não é brincadeira a besta", e sorriu de novo, toda safada. Tomamos uns mates e ela começou: "Vou te massagear um pouco, que tava doendo as costas, compadre. Fala, tenho cremes, vira", disse Sabri. Me virei de bruços e ela começou do meu lado, passando creme, pra depois subir na parte de trás da minha coxa. Senti aquele fio dental se mexer a cada movimento dela. Fiquei de pau duro. Ela me perguntou várias vezes se eu tava gostando. Até que se declarou sozinha: "Quer final feliz?" "O que é?", perguntei, me fazendo de sonsão. O boludo. "Uma massagem com final feliz", afirmou ela. "Vira pra cá", me pediu. Notou minha pica toda dura. "Que final que vou te dar", e me encaixou um beijo tremendo. A gente transou por vários minutos. Ela disse várias vezes: "Como você me excita. Sempre fiquei afim de você, vou te aproveitar muito." Enquanto se esfregava na minha coxa, descendo, eu não podia acreditar. Tava prestes a comer minha comadre, que é mais gostosa e puta do que qualquer outra mulher que eu já tinha provado. Ela meteu a mão no meu short e disse: "Deus, que pedaço de pica você tem. Como não te dei bola? hahahaha" Eu ri. "E aí, agora ela tá toda pra você." Começou a passar a língua no tronco enquanto com o dedão esfregava a cabeça da pica. "Que gostoso", falei. "Gosto disso, nunca fizeram isso comigo." "Sabry-ha, me olha agora." Começou a passar a língua na ponta da pica enquanto apertava com força o tronco da minha pica, fazendo ela inchar toda, como se fosse sorvete. E de repente, plaft, engoliu a cabeça da minha pica sem parar de apertar o tronco, cada vez com mais força. Voltou a dizer: "Me olha, olha o que eu vou fazer agora." Enquanto cuspia na pica e, plaft, enfiou ela toda, todinha na boca, se engasgando com a pica inteira na garganta. Muito poucas conseguiram fazer isso, e essa filha da puta fez de primeira. Tirou a pica da boca, respirou e, de novo, plaft, toda pra dentro. Assim várias vezes, deixando minha pica toda babada. Tirou mais uma vez e deu tapinhas nas próprias bochechas enquanto elogiava minha pica: "Que pica enorme, gostosa e dura pra mim. Vou chupar sua pica o fim de semana inteiro, filha da puta. Adorei, me apaixonei pela sua pica." E plaft, me mamou como se estivesse desesperada. Chupou bem minhas bolas e dizia: "Vou te comer todinho, quero essa pica na minha buceta." E plaft, engoliu de novo. "Mas não consigo parar de chupar sua pica", voltou a dizer, gemendo como uma puta. Eu adorava. Peguei ela pelo pescoço, levantei, beijei e falei: "Vem, quero que você sente e meta a pica devagarzinho." Ela obedeceu, balançando a cabeça. "Sim, sim, sim, filha da puta, vou te foder todinho, tô com um tesão do caralho." Ela afastou a tanga. de um lado nem precisou molhar, a buceta já tava mais que pronta. ela sentou devagar, enquanto a pica entrava, ela abria a boca e soltava um ahhahahaaah. deus, que pica que tu tem, repetia várias vezes enquanto começava a se mexer pra trás e pra frente, rebolando aquela bunda divina. de repente, escutei: não, não, vou gozar, não pode ser, deus, toma, filha da puta, toma o primeiro. e aí começou a tremer o corpo inteiro. agora subia e descia com movimentos de quadril, era uma puta tesão que ela tava comigo, e eu com ela. pedi pra ela chupar minha pica, e ela disse: não, vai se foder, o segundo e eu tomo teu gozo. e pá, outra vez começou a tremer, se jogou pra trás e, já gritando de prazer, disse: toma, toma, filha da puta, te dou mais um, toma. olhei nos olhos dela, tava como que enfurecida e ao mesmo tempo um sorriso se desenhava no rosto. ela disse: tua pica é perfeita, merece que eu tire o gozo dela. desceu pra chupar minha pica, pra meter duro, pra soltar todo tipo de som, igual nos filmes pornô. ela chupava a pica com uma vontade. deus, ela disse: de novo, me põe de quatro. me pediu, eu falei: não tenho camisinha. não importa, eu me cuido, ela disse, mas o gozo tu me dá na boca. na hora, arranquei a calcinha dela, ela apoiou a cabeça na cama e com as mãos abriu bem a bunda. joga aqui na bunda, pai, me dá na bunda, faz meu cu, ela pediu. e eu, que tantas vezes pedi pra minha mulher e, pelo tamanho da pica, ela não me dava, essa filha da puta logo na primeira transa me presenteou com o cu. firme, eu falei, e ela concordou. sim, vai, mas devagar, e quero ele todo. coloquei meia pica bem devagar, ela gritava, a filha da puta, de prazer. levou a mão entre as pernas e percebeu que faltava mais pica pra entrar, e disse: quero ele todo, todo. se jogou pra trás, e aí tava a pica toda dentro do cu da minha comadre, aquele que eu tantas vezes desejei. comecei a me mexer mais rápido enquanto ela se masturbava e soltava gemidos. até que o corpo dela tremeu de novo, enquanto eu dava tapas na bunda. toma, ela dizia, toma. outro, toma, filha da puta, me faz gozar com a pica no cu. ela ficou parada. quieta por uns segundos gozando e alagando a pica de novo. Quero tomar a porra toda e a putinha se virou, ajoelhou na minha frente com a cabeça da pica na boca, me bateu uma sem se importar de onde eu tinha tirado a pica e tirou toda a porra que eu vinha guardando pra ela. Encheu a boca, cuspiu a pica e voltou a chupar ela toda, fez eu tremer dessa vez. Que puta gostosa que você é, devia ter me dito antes que era tão puta assim. Ela se levantou e disse: "Fica pra sábado e domingo pra você conhecer mais de mim." "Siim", eu disse. Espero que tenham gostado da minha experiência, é real. E em outro relato vou contar o do sábado, o do domingo e a volta. Tchau, valeu.

10 comentários - Comprei o carro da minha comadre

excelente relato muy bien los detalles felicitaciones 10
Me dejó la pija dura de pensar en ese orto ,van puntos y la próxima pone alguna foto de la comadre
Jajaa buen relato! Soy de mar del tuyu y siempre transfiero en mar de ajo 😁😁😁😁