Morbo e fantasias de casal

Como primeiro diálogo e introdução, vou me apresentar: meu nome é Diego, tenho 39 anos, moro na província de Buenos Aires, Argentina, estou em um relacionamento atualmente, e vim contar um pouco do que está rolando comigo ultimamente, um pouco da minha vida, e espero não entediar ninguém. Não tô atrás de pontos, mas sim de comentários sobre o que tô passando. Conheci o site há um tempo, pra ser sincero, não muito tempo, por causa de comentários de um amigo, até que um dia entrei, dei uma olhada, e me chamou muito a atenção, acima de tudo, as coisas que o pessoal conta sobre suas vidas. Alguns casos são claramente fictícios, mas outros me pareceram reais, pelo menos pra mim, e a verdade é que me prendeu o lance de ler, tanto que ultimamente tenho buscado uns momentos de solidão no relacionamento pra parar e ler relatos e me excitar, principalmente por ler coisas que achava que só aconteciam comigo. Por isso, resolvi me logar e contar a minha história. Bem como se fosse um fórum de amigos.

Vou voltar minha história uns anos atrás pra entrar melhor na sequência da minha vida. Sou comerciante, tenho um negócio que não vou dizer o ramo por questões pessoais. Um comércio com vários funcionários numa área central da cidade onde moro. Dos 25 aos 30 anos, estive num relacionamento com a mãe do meu primeiro filho. Aos 30, de comum acordo, decidimos nos separar por questões que não vêm ao caso, eram muitas e se acumulavam. Daí fiquei morando sozinho na minha casa, que comprei com muito sacrifício. Desde então, o primeiro ano foi bem difícil, principalmente pra me acostumar com a solidão, que eu não curtia muito, e a distância do meu filho me afetava. De vê-lo todo dia, passei a vê-lo só nos fins de semana, e isso realmente me custou. Tentei me acostumar com minha nova vida naquele primeiro ano. Nunca fui um cara mulherengo, não consumo putas, então, como tava mal de ânimo naquela época, a última coisa que procurei foi ter relações com outra mulher. Passei aquele ano inteiro trabalhando. como um burro. O negócio prosperou, até chegar hoje a ter quase 20 funcionários. Também me refugiei nos amigos, uns poucos que tenho, então minhas saídas eram churrascos em família e com amigos e suas famílias, jogar paddle nas sextas à noite, um ou outro passeio de pesca, tudo bem tranquilo e normal, como qualquer pessoa.

Aos meus 32 anos, entra pra trabalhar no meu negócio uma mina que hoje é minha mulher. Eu já separado, fiz a entrevista pessoalmente, naquela época ela tinha 18 anos (uma novinha), e eu 32. Mantivemos uma relação de chefe e funcionária por três anos. Juro que nunca tinha reparado nela com pensamentos sexuais, era só mais uma funcionária, sinceramente via ela como uma garota muito nova pra mim, tenho uma irmã da mesma idade dela, e juro que parecia distante uma situação com ela por causa da idade principalmente, aliás, nem pensei em algo com ela porque sou do tipo que achava que não devia misturar trabalho com putaria, porque isso daria merda, não era a única funcionária mulher que eu tinha, e sempre pensei que não devia misturar essa relação e tratava todas do mesmo jeito. A questão é que essa mina, que hoje é minha mulher, se chama Florencia e atualmente tem 25 anos, e nos casamos há um ano. Pra contar um pouco mais de como acabei com ela e tentando resumir pra não encher o saco, ela naquela época tinha namorado, foi inevitável saber porque o namoradinho acompanhava ela quando entrava pra trabalhar e vinha buscar ela toda noite quando fechávamos, dela por três anos só soube disso e nada mais. Não era uma mina de se vestir provocativamente nem chamar atenção por alguma atitude anormal, era uma garota e funcionária normal, ainda mais que no comércio eles usam uma espécie de avental que não permite ver ou insinuar muito. Todo fim de ano os funcionários do negócio costumavam sair pra fazer a despedida de ano em algum lugar à noite, eu nunca ia quando estava em um relacionamento, mas Quando me separei, fiz isso todos os anos. Já a Florença nunca ia nessas reuniões, até três anos depois. Eu com 35 anos e ela com 21. Lembro dessa despedida não só porque foi a primeira vez que ela apareceu, mas pela mudança e impacto visual. De vê-la com roupa de trabalho, ela chegou num restaurante onde tínhamos mesas reservadas, vestida pra sair. E olha, não fui o único que ficou de queixo caído. Os colegas dela, entre brincadeiras, encheram ela de cantadas, até as mulheres ficaram surpresas. Nunca esqueço: só uma calça jeans justa, uns saltos e uma regata foram o suficiente pra mostrar que a Florença tinha um rabo do caralho. Sério, todo mundo ficou impressionado, principalmente porque ela sempre se vestia feito uma freira. Cintura fina, magra, pernas com coxas grossas e uma bunda não daquelas de modelo, mas sim grandona, bem carnuda, que presa naquele jeans só fez com que todos os homens naquela janta não só olhassem pra rabeta da mina, como vários soltavam comentários quando ela levantava pra ir ao banheiro. O clássico "que raba que a gata tem" ou "olha a bunda que essa mina escondeu" foi algo que eu ouvi. Cabelo castanho claro, meio ondulado e comprido, pele branca. Ela se maquiou tão delicadamente naquela noite que parecia outra garota, sinceramente, tipo quando transformaram a "Betty, a Feia". Tava divina, e muito bonita de rosto, pelo menos pra mim. Aqui eu admito que foi a primeira vez que olhei pra ela com outros olhos, principalmente quando a noite se esticou e os copos começaram a fazer efeito. Não vou encher o saco, mas naquela noite fomos dançar depois da janta, e acabei levando ela no meu carro até a casa dela, onde, antes de descer, por questões da vida e dos planetas, acabamos nos beijando. Só beijando, e nada mais.

Foi durante meus 35 e os 21 dela, por quase um ano, que fomos devagar. Os primeiros meses de reconhecimento, até que um dia ela me convida pra casa dela. Ela alugava um departamento e morava sozinha, e depois do jantar a gente acabou se enrolando na cama. Foi a primeira transa, mas meio tímida, cobertos pelos lençóis. Nesse primeiro ano, não assumimos o relacionamento pra absolutamente ninguém, só nos víamos nos fins de semana na minha casa ou na dela pra trepar, durante a semana nada. A diferença de idade me incomodava um pouco, principalmente por causa dela, sempre senti que em algum momento ela agiria como uma garota da idade dela, com besteiras ou infantilidades, e eu tinha um certo medo disso, da conta que mais cedo ou mais tarde eu ia pagar por estar com uma novinha. Vinha de uma separação e não queria encheção de saco feminina. Outra coisa que passava pela minha cabeça era a apresentação da minha nova parceira pros outros, o medo do que falam primeiro: "você tem 40 anos e tá com uma novinha". As mulheres dos meus amigos estão na casa dos 40, algumas passam disso, e eu ia chegar com uma guria de 21 anos. Resumindo, eu tinha um pouco de medo da crítica e do que iam pensar. A questão é que não assumimos nada nesse primeiro ano, mas todos esses pensamentos e preconceitos que eu tinha sobre a idade dela desapareciam quando eu estava com ela por dois motivos: primeiro porque até hoje a Florencia nunca teve nenhum comportamento, atitude ou algo parecido com uma idiotice de novinha, ela é uma garota madura pra idade que tem, segura de si e do que faz (amo mulheres assim, seguras, com personalidade, jovens e maduras ao mesmo tempo), e segundo porque desde que vi ela pelada, soube que queria ficar ali por um tempo pelo menos. Ela tinha o que sempre gostei, principalmente sexualmente falando. A Flor é dona de uma bunda viciante e hipnótica, uma perfeição da humanidade e da genética, redonda e grande, sem nenhuma marca ou celulite, branquinha, bem empinada, tinha e tem umas pernas e uma raba infernais. Porque naquela época eu nunca medi, mas hoje a fita métrica marca 105 centímetros de raba, nada de bundinha pequena, é rabão mesmo, e dois peitos lindos. Seios redondos e naturais. Ela não é alta nem baixa, deve ter um metro e setenta, porque eu tenho um metro e oitenta e ela é um pouco mais baixa que eu.

Aos meus 36 e aos 22 dela, decidimos não nos esconder mais. Primeiro, contamos para amigos e familiares, depois no trabalho. Já éramos um casal, ela veio morar comigo, passou de minha funcionária a trabalhar comigo em um cargo mais alto e só meio período, porque depois começou a estudar na faculdade. Ela continuou me surpreendendo no dia a dia, apesar da idade dela, trabalhando e estudando, ainda sobrava tempo para ser uma excelente dona de casa, cozinha bem, faz as compras e cuidou de organizar minha casa, que é grande e estava bem bagunçada. Desde que a Flor pisou naquela casa, ela modernizou tudo, enfeites, pintura, perfumes, até arrumou o jardim e plantou flores. Fanática por organização, minhas roupas começaram a ficar no armário sempre arrumadas e passadas, uma coisa nova pra mim, principalmente por causa da minha ex, que era uma péssima dona de casa, uma das coisas que detonou o relacionamento, junto com o fato de que ela não trabalhava e ficava o dia inteiro à toa. Minha família a recebeu bem, a dela também me recebeu bem, as únicas que percebi que não a deixavam tão à vontade eram as mulheres dos meus amigos, repito, todas com filhos, algumas chegando e passando dos 40 anos, e pra piorar, nenhuma era gostosa ou algo do tipo, pelo menos pra mim. Mais tarde, fiquei sabendo que também tinham ciúmes dela, por causa de dois ou três amigos meus que não tiravam os olhos da bunda da Flor em algum churrasco, as esposas pegavam e quem se ferrava era a Flor, vinha o comentário de que não precisava usar roupas tão justas e blá blá blá. Já com o grupo fechado dos meus 7 ou 8 amigos, a Flor se dava muito bem, os caras são legais, sempre puxavam conversa e tratavam ela bem nas reuniões, porque era normal vê-la mais entre os homens do que com as mulheres.

Pra coroar tudo que estou contando e acabar de eliminar qualquer preconceito em relação à idade, já morando juntos em casa, o sexo virou minha obsessão, coisa que não rolava com minha ex, apesar de ela ser e continuar sendo uma mulher muito gostosa. O sexo até que não era ruim, mas era sempre o mesmo e tradicional. A Florencia foi se soltando sozinha, aos poucos, sem eu falar nada ou pedir nada sobre sexo. De um sexo romântico, depois de um ano e meio, passamos para um sexo safado, transar em qualquer lugar da casa, a qualquer hora, chupar minha pica até eu gozar (no começo na mão dela, na primeira vez que gozei na boca dela, ela achou nojento, hoje em dia chupa e engole). Ela aparecia em casa e, sem dizer nada, enfiava a mão dentro da minha calça para me masturbar, deixar minha pica dura e acabar transando. Me surpreendia com cada lingerie para pirar minha cabeça, fio dental, meia até o joelho, cinta-liga, sexo oral, vaginal e, com o tempo, anal, onde ela era virgem. No começo foi difícil, mas depois virou algo que ela curtia. Aí percebi que tava apaixonado por ela, pelo menos no sexual, e ela por mim. A gente se firmou como casal em todos os aspectos. Uma noite, depois de transar, não sei como, começamos a falar dos nossos ex e das coisas que não gostávamos em cada um. Contei as minhas, e ela confessou que terminou com o ex-namorado principalmente por causa do ciúme dele. Ele era obcecado com ciúme, sufocava ela, acompanhava em todo lugar, não deixava ela sair com as amigas ou usar roupa justa. E o que mais me surpreendeu foi ela contar que uma noite quis chupar a pica do namorado, e ele perguntou onde ela tinha aprendido aquilo e que com certeza ela era uma puta chupa-pica, ficando bravo com ela. Por mais que não acreditem, era por isso que ela não vinha nas despedidas de ano naquela época e se vestia do jeito mais largado possível, pra ele não ficar bravo. Ela chegou a ter medo dele. Também confessou que, uma vez que terminou com ele, ele a seguiu. atormentada por um tempo com mensagens que chegavam até a ser ameaçadoras. Totalmente o contrário de mim, que gosto de ser cavalheiro com as mulheres, sou tranquilo e ciúme doentio é algo que pra mim não existe, nunca senti nada nem parecido. Ela me agradeceu pela minha confiança e tranquilidade nesse aspecto, começou a se vestir como a maioria das mulheres argentinas gosta e a meu pedido, mostrando curvas, sugerindo, provocando ao andar, mas sem maldade e sem deixar de ser elegante. Começou a ser ela mesma. Sendo jovem, era uma garota trabalhadora, que ia pra faculdade, uma moça de bem, dona de casa, e na cama um motorzinho. Eu passei de ser uma pessoa normal em relação ao sexo a ter vontade de comer ela todo dia, e adorava essa mudança de transar em qualquer lugar, na sala com a janela aberta dando pra rua mas com cortinas, no banheiro, na cozinha, no quintal à luz do dia, no trabalho, em todo canto, eu provocava um pouco e ela já embarcava na hora sem reclamar.

A noite que começou a mudar um pouco nossas vidas foi um sábado à noite que saímos pra jantar. Eu tinha combinado com minha ex que naquele fim de semana não levaria nosso filho pra casa. Com a Flor, jantamos, e de papo em papo ela me diz que nunca tinha ido a um motel, e tinha a fantasia de conhecer um. Obviamente que no começo me surpreendi, mas rapidamente combinamos de terminar a noite num bom motel. Já quando estávamos no lugar, a primeira coisa que acontece é que tinha que esperar por um quarto, e depois de deixar o carro no estacionamento, um funcionário do lugar nos acompanha a uma sala de espera. Foi engraçado e até excitante estar sentados com vários casais que estavam prestes a transar e esperavam sua vez pra fazer isso, a maioria super desinibida se beijava, se apalpava e esquentava os motores ali na vista de todo mundo, e isso nos esquentava também. Nós, abraçados, esperamos a vez, e também trocamos alguns beijos e nos Acariciamos, até que chegou. Um quarto bem luxuoso, vários espelhos, hidro, e tudo que um hotel costuma ter. Eu já conhecia, mas ela ficava explorando tudo. A gente se jogou na cama e no centro tinha um catálogo de produtos de sex shop. Divertidos, excitados e meio altos, começamos a olhar o que tinha à venda. A questão é que pedimos algo pra beber e depois de rirmos pra caralho, cada um tinha que escolher um produto que eu ia pedir pelo telefone. O jogo nos agradou, foi ideia minha. Primeiro eu escolhi uma legging de couro com um buraco na bunda, e ela escolheu um pênis realista de 18 cm, igual ao tamanho do meu pau. Ela escolheu meio com medo da minha reação, lembro disso até hoje, mas se acalmou quando viu que eu não falei absolutamente nada. Na verdade, eu tinha gostado da escolha dela. Aquela noite foi uma carnificina sexual. Comi ela três vezes a noite toda pelo quarto inteiro: uma vez na pussy e duas vezes no cu com aquela legging vestida. Fiz o cu dela na cama, num banquinho, em pé contra um espelho, sempre de costas porque me enlouquece ver aquela bunda enorme engolindo meu pau. Mas o mais legal dessa história foi antes de comer o cu dela: eu tinha dilatado devagar e suave com o pênis de borracha que ela tinha escolhido.

Como eu disse antes, nossa liberdade sexual começou quando eu tinha 36 e ela 22, mais ou menos. Daí até hoje nunca paramos nesse jeito de ser. Não somos de consumir tanta pornografia ou entrar juntos em sites como este, pelo menos não sei se ela conhece e/ou acessa. Quando tirávamos férias, era outra desgraceira. Já transamos na estrada encostados no carro ouvindo as buzinas de alguns passando, em lugares desertos, nas sacadas, em praias vazias, no banheiro de um posto de gasolina na estrada à noite. Sinceramente, isso nos alimenta muito o tesão, transar com o perigo ou a sensação de que estão nos vendo. Quando eu tinha 38 e ela 24, pedi ela em casamento, ela aceitou e nos casamos. Lua de mel no Brasil. que também foi testemunha de nos ver transando em qualquer lugar fora do nosso hotel, é como se a gente estivesse sempre de olho num lugar meio deserto pra dar uma rapidinha, a gente ama isso. Uma dessas noites de lua de mel, voltando de uma balada, já no hotel, a gente tava com um canal pornô ligado, a Playboy tava passando uma série tipo reality onde casais iam pra uma espécie de casa de campo e realizavam fantasias sexuais, mas pesadas, porque chegavam até troca de casal ou sexo grupal, a gente acabou falando sobre isso enquanto se pegava antes de transar, e a gente se perguntou sobre nossas fantasias, tentando ser o mais sinceros possível. Ela com medo de falar primeiro, então eu comecei dizendo que, embora não tivesse uma fantasia definida, eu me inclinava pra algum tipo de festa sexual ou grupal, algo fora do normal, e falei rápido porque não tinha uma bem definida como eu disse. Quando chegou a vez dela, ela me conta duas e ri: uma era que sempre teve fantasias sexuais com o "Vin Diesel", e a outra era transar enquanto outro casal também estivesse no mesmo quarto, ou seja, ela fantasiava em ver os outros transando e ser vista transando. Obviamente, depois de tudo isso, a gente acabou transando maratonicamente, e a do Vin Diesel e as outras fantasias apareciam em cada momento seguinte na nossa vida sexual, a ponto de o brinquedo dela, que ela guarda até hoje, se chamar Toretto.

Depois que casamos, a única coisa que apareceu no nosso quarto foram algumas fantasias, algumas fotos que ela deixa eu tirar e o Toretto de forma ativa, porque uma dessas noites eu pedi pra ela se masturbar pra mim, e ela começou com uma dança sensual, ficou nua, me olhando e lambendo o brinquedo dela, e foi tão quente aquela noite que ela colocou o pênis de borracha na cadeira e começou a sentar nele de costas pra mim, enfiando na pussy. Naquela noite mágica, eu fiquei tão excitado vendo ela se acabar no brinquedo dela, acho que nunca tinha ficado tão tesudo daquele jeito, que por trás eu pedi pra meter no cu dela e ela quis tirar o pênis de borracha, mas eu pedi pra deixar enfiado, foi difícil mas no fim a gente fez uma dupla penetração com o amigo de borracha, lembro bem desse dia porque com a cintura que ela tinha, eu rasguei muito a buceta dela com fios de sangue no pau, que sua esposa seja muito mais nova com um par de bundão e um brinquedo enfiado na pussy era pra descontrolar qualquer um. Com a Florencia a gente descobriu um prazer sexual que vai além do romântico, bem de inovar sempre, coisa que nem de longe eu fazia com minha ex, e que apesar dela ser uma mulher muito gostosa, era sem graça na cama. Com a Florencia percebi que eu também gostava de mudança constante.

No último verão a gente organizou um churrasco de amigos em casa, acho que foi em janeiro, mais de 7 ou 8 casais, caras pra todo lado. De manhã naquele dia, no café da manhã, a Flor aparece e me fala:

Flor: Tá de boa eu usar esse vestido? Vai ver se as mulheres dos seus amigos reclamam.

Eu: Não, por quê..? Você tá na sua casa, além disso é solto.

Flor: Sim, mas é meio transparente, é mais pra ir pra praia.

Eu: Também não é tanto.

Flor: Bah, já foi, vou usar, gosto porque é fresquinho. Além disso não tô fazendo nada de errado, né? Quem não gostar que vá embora, pelo problema que eu me faço.

Eu: Usa o que você quiser, meu amor.

Florencia me perguntou isso porque a gente já sabia que elas não engoliam ela, que tinham uma espécie de ciúmes pela simples razão de que alguns dos meus amigos perdiam o olhar nela de vez em quando, meus amigos tudo meio tarados, as mulheres deles não muito bonitas fisicamente, e a única que era mina e ainda por cima tinha uma bunda gostosa era a Flor, óbvio que iam olhar. Mas o pior daquela tarde é que a gente fez o churrasco no quintal, e o tecido fino e leve daquele vestido, apesar de ser colorido, quando batia o sol dava pra ver perfeitamente a fio dental enfiada na bunda, e o vestido descansava naquele par de bundão. Não sei se a Flor fez de propósito pra irritar ainda mais as mulheres dos meus amigos, que obviamente se juntaram todas num canto e ficaram de fofoca, com certeza criticando ela, e olhando fixo pra cada marido. Meus amigos também não são nenhuns Adônis, só um é magro, os outros são mais cheinhos, alguns barrigudos, mas fazer o quê, cada mulher com ciúmes do próprio marido. A questão é que no meio da tarde não ficou ninguém em casa, foram todos embora cedo, provavelmente por culpa da Flor.

Peço desculpas por essa introdução tão longa, aceito críticas de todo tipo, mas o que quero contar é que uns meses atrás um dos meus amigos se separou da mulher, até hoje separado. Foi num domingo que convidei ele pra almoçar em casa, pela simples razão de que ele estava sozinho e triste por causa da separação. Meu filho estava com a mãe, então ficamos só eu, meu amigo e a Florencia desde de manhã tomando chimarrão, fomos comprar comida, depois comemos um churrasco e ficamos numa longa conversa no quintal, tomando vinho no sol, até que o papo foi parar no sexo, que tinha sido uma das causas da separação do meu amigo. Falamos de sexo por um bom tempo, o assunto surgiu naturalmente, sem nada planejado e muito menos imaginando o que aconteceu. Nunca tinha falado disso com meu amigo, nem entre eu e a Flor. Mas a questão, que vou contar no próximo relato, é que eu e meu amigo acabamos comendo minha mulher juntos a tarde inteira daquele domingo. Quando começou, ainda tinha sol, e quando ele foi embora já era noite, num sexo que teve oral, vaginal e anal, os dois nela. Nós dois comemos ela pela buceta e pelo cu na sala da nossa casa, onde vi uma Florencia nervosa e extra gostosa, e onde minha mulher fez a primeira dupla penetração dela, sendo a coisa mais louca e intensa que já vivi na minha vida, que não consigo tirar da cabeça até hoje, e que devo admitir sem sei lá por que, mas eu gostei, e essa raramente não trouxe problema nem reclamação entre eu e a flor, porque nós dois sabíamos o que fizemos e cada um do seu jeito curtiu.

Fica pra próxima.

Diego.

19 comentários - Morbo e fantasias de casal

La verdad Excelente relato, lo lei todo! TE dejo +10 y espero el segundo.
Por lo pronto te omento que estoy casado hace 18 años y tengo 40 y la verdad que mi fantasia es meter a un tercero en la casa para que mi mujer disfrute mas. El tema es que es muy reservada y ni sabe que estoy en esta pagina. Espero algun dia hacer un post con eso.
Saludos
Ojala puedas cumplir lo que deseas. En nuestra cama hasta ahora fue positivo.
Ojala puedas cumplir lo que deseas. En nuestra cama hasta ahora fue positivo.
interesante forma de contar.... me hace acordar a esta pareja y sus relatos, te la recomiendo,

http://www.poringa.net/cornudoafull/posts

espero que no te tardes mucho tiempo como ellos a la hora de escribir cada capitulo o encuentro ja! abrazo.
a Cornudoafull lo lei entero, hay muchos autores buenos, pero ellos creo son los mejorcitos junto a nickbendt, y muy real su historia. Aparte hable con javier por mp hace un tiempito, un capo. Pero lo nuestro ni se acerca a lo de ellos.
Pronto el proximo capitulo nuestro.
CjC12 +1
Buen relato. Pero me contaste la segunda parte y ahora quiero leerla!!!
Pronto la segunda
Un poco largo pero buen relato y los felicito espero el próximo con alguna foto
nissan
flaco, muy buen relato, distinta forma de contar, la historia parece ser muy buena y por lo visto ya te pico el bichito...... excelente +10
ya pico el bichito
para mi fuiste medio boludo que queres que te diga
no te juzgo por ser calenton y fantasear con eso
pero entregarsela a un amigo? y si se calienta con el y te deja despues? hay cosas que no podes controlar en la cabeza de una mujer
mejor hubiese sido que busques algun desconocido
También se puede enamorar e irse con un desconocido. "CONFIANZA " es la palabra para conocer el goce mutuo y supremo.
hay menos probabilidades y es peor que se vaya con un amigo y despues la veas con el siendo vos el que diste paso a eso, que se vaya con un desconocido y no la veas nunca mas
Nada fue planeado, se dio. Y todo tiene su riesgo, y existe como lo decis. Pero aca estamos
Rub1t0
buen relato! te aseguro que ella fantasea con una chica..saludos!
Puede ser que haya algo de eso
No se porque pero despues de los 30 y pico es una fantasía q sale... algunos con un juguete para ella lo resuelven y otros casos son como el tuyo... el tema es tenerlo claro q se permiten y disfrutarlo
Ya me escribieron muchos por mp con lo que decis, despues de los 30 muchos quieren meter en la cama un tercero para ver disfrutar a sus parejas.
Excelente loco. Me calenté mucho. Van 10 puntos y a favoritos 👏
Falto una fotito de Flor!!! Lo demas espectacular. Saludos.
net21
Épico relato , dejo 10+ y esperando alguna foto de flor!
Me encantto. Si siguen con la onda, soy macanudo, discreto y se ocupar el lugar del tercero. Tengo movilidad propia, voy a cualquier punto de la provincia de Buenos Aires. Si interesa hablamos por mp.

Besos
Muy bien, un lujo tu pareja! Sería lindo verla.