La historia de Luli una hermosa chica TV parte 3 final

Quando a Luli terminou de me contar a segunda experiência sexual dela quando era novinha, a gente já tava no meio do ato de novo. Adoro ouvir ela contar as experiências dela em detalhes enquanto eu como ela, misturando a realidade com a história dela, tendo ela ali enquanto imagino ela no começo. Além disso, ela adora me contar tudo, ver como eu vou ficando com tesão com o relato dela e como não consigo evitar de foder ela antes dela chegar ao final.

Como eu tava te falando — continua me contando a Luli depois que eu gozei dentro dela — depois de me comer, a Eva me deixou sozinha no quarto, eu fiquei tipo desmaiada, deitada de bruços na cama, com as pernas abertas... do jeito que ela me deixou, não conseguia nem me mexer.

- Que pouca resistência essa menina tem. - ouço a Eva dizer enquanto com um dedo toca minha bunda, acariciando em círculos. Percebi que tinha caído no sono. - Te basta com isso, ou quer mais.

— Mas. — falei enquanto levantava a Booty pra não deixar dúvidas.

Ela começou a rir. — Que putinha gostosa você é, olha como você empina a bunda. — Aí ela me fez virar, ficar de barriga pra cima e levantar bem as perninhas, "como no ginecologista", ela disse. E começou a brincar com um dedo dentro de mim. — Esse é seu ponto G, ou P, acabei de estimular ele com o brinquedo do meu namorado... que sensação saber que o que esteve no cu do meu namorado depois esteve no seu. Bom, também os gozos que você engoliu estiveram dentro de mim em algum momento, isso você já devia ter pensado.

Eu não respondi, mas o comentário me encheu de tesão e meu pau reagiu, crescendo um pouquinho. Ela percebeu e, com a outra mão, começou a massagear minhas bolas, apertando, levantando elas sempre que dava. Me fazia gemer, e ela adorava isso.

— Sabe que você é muito submissa, isso agrada muitos caras. Você tem uma bunda gostosa que já tá pronta pra enfiar uma boa pica, aguenta ser comida gostoso sem resistir nem um pouquinho, e tá sempre disposta a dar o cu na menor insinuação. Você vai fazer mais de um feliz. — Ouvir ela falar assim me deixava louca, ainda mais com a estimulação dupla que eu tava recebendo, eu de olhos fechados, mordendo o lábio e gemendo. — E além disso, nunca pede nada... eu sei que você morre de vontade de eu chupar você, mas nunca pediria, pediria?

- Não. - respondi entre ofegos.
- Eu também tô me segurando. Sua rola é muito gostosa, sabia? Mas não, tenho outras coisas planejadas antes. - Aí ela parou de se tocar e se levantou, eu, todo excitado, fiquei olhando enquanto ela se inclinava pra abrir uma gaveta e pegar alguma coisa do arsenal dela. Acho que de propósito ela se abriu bem pra eu poder ver ela, a buceta rosadinha, o cuzinho bem fechado. Por um segundo passou pela minha cabeça levantar, mas aí ela virou a cabeça e me olhou, balançando a cabeça dizendo não.

— Você acabou de experimentar o cuzinho, agora vamos testar esse aqui. — ele me disse, mostrando um consolo bem maior que o anterior, formado por várias bolas ligadas uma na outra, da menor na ponta até a maior na base. Eu ainda estava com o arnês, então ele só precisou encaixar. O consolador enorme ficou pronto, apontando pra mim. — Me dá espaço que vou deitar.

Então ela se deitou de barriga pra cima, deixando a buceta dura apontando pro teto.

- Esse aqui você vai sentar sozinha. - ele me disse enquanto passava óleo nele, como se estivesse se masturbando. - Esse eu adoro, uso muito pra Booty porque cada bolinha que entra depois te faz gemer igual uma puta quando sai, e quando você acostuma o esfíncter, cavalgar nele é a glória. - Senta devagar que ele já tá lubrificado, amor.

Então, seguindo o conselho, me abaixei sobre o consolo e encostei ele na entrada do meu cu. As duas primeiras bolas entraram fácil, porque eram pequenas, mas cada uma depois foi ficando mais difícil que a anterior. Além disso, cada pedaço que eu enfiava me preenchia mais, sentia aquela fera dentro de mim me abrindo, apertando as bolas por dentro e fazendo meu pau começar a ficar molhado. Devagar, um fiozinho de porra transparente começou a escorrer e molhar a barriga da Eva. Finalmente, depois de um tempão, muito suor e muitos gemidos, consegui enfiar a última... me senti completamente cheia.

- Agora levanta rápido, tira todas de uma vez. Eu fiz e senti uma sensação incrível de dor prazerosa, minhas pernas ficaram moles e eu caí deitada sobre ela, meu peito contra os peitos dela e meu rosto contra o dela, minha respiração a mil. Ela me segurou firme pela nuca, afastou meu rosto do dela e quando pensei que ia me beijar, ela disse:

- Enfia tudo de novo. - Consegui, só que dessa vez não foi tão difícil. Quando eu estava com tudo lá dentro de novo, minhas bolas esmagadas contra a pélvis dela e meu pau babando pra caralho, ela mandou eu cavalgar, pra cima e pra baixo, do meu jeito. Comecei a me mexer, enquanto minha bunda tentava se adaptar à tortura gostosa que eu tava fazendo com ela, com essas bolas entrando e saindo, tentando se fechar enquanto eu insistia em dilatar.

Com pouca força, tentei apoiar as mãos nos lados dela, mas acabei agarrando firme nos peitos dela, apertando como uma louca enquanto ela continuava castigando minha bunda. Pensei que ela ia ficar brava, mas me deixou amassar eles à vontade enquanto fechava os olhos. Eu gemia e ofegava como uma louca.

- Não aguento mais, falei com o pouco de voz que me restava.
- E aí, o que você vai fazer? Dessa vez goza sozinha. - Então comecei a me masturbar, mas ela pegou na minha mão e tirou. - Não, as meninas não têm pinto, só fica mexendo nas bolinhas. - Louca de tesão, obedeci, comecei a apertar minhas bolas, amassá-las com uma mão enquanto com a outra continuava apertando os peitos dela. O orgasmo demorou pra chegar, mas quando veio foi como um raio, meu corpo inteiro tremeu e eu enchi o dela de porra, entre gritos desesperados.

- Me limpa agora. - ela disse, então sem tirar o vibrador do meu cu, me inclinei e chupei a barriga dela, os peitos e o pescoço onde tinha porra minha, engolindo tudo. Depois me levantei, aproveitando enquanto cada bolinha do vibrador saía de dentro de mim, e com as pernas bambas fui pro chuveiro.

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