Naquela manhã, notei uma mudança total no olhar da minha mãe e também no jeito dela agir. Parecia que tinham feito uma transformação completa na pessoa dela, naquela personalidade tão caretona que ela mostrava. Fiquei brincando à tarde como sempre com as novidades que tanto minha mãe quanto meu tio me davam no meu quarto, quando sinto alguém bater na porta, não consigo ver nem ouvir quem é, só vejo minha mãe virar para ver se eu estou prestando atenção na conversa dela ou não. Ela num instante se aproxima de mim e diz: fica no quarto, preciso falar com seu tio um pouco. No começo, levei como uma ordem, mas depois que a porta do meu quarto se fechou, encarei como um grande desafio: ir lá e saber o que ela ia conversar com aquele homem que na noite anterior tinha aproveitado a escuridão da noite para se deliciar com o corpo da minha mãe. Fui atrás da minha mãe até o espaço que meu tio ocupava, digo espaço porque era maior e mais completo do que aquele quarto que a gente tinha, felizmente a cozinha e os outros cômodos ficavam bem na parte dos fundos do local do meu tio. Ao entrar, me deparei com a salinha, continuei andando em direção ao quarto do meu tio, que naquele momento estava aberto e pude ver o que rolava lá. Minha mãe estava sentada na beira da cama, com a cabeça jogada para trás, meu tio estava com as costas descobertas e ajoelhado na borda da cama, bem no meio das pernas da minha mãe, que nessa hora tinha levantado a saia dela até a cintura e estava tirando a calcinha de renda da minha mãe, era bem pequena e branca, ela tinha comprado dias antes e experimentou na minha frente, verdade, quando eu vi ela vestida, percebi que minha mãe tinha uma bunda enorme e umas coxas bem grossas; pude ver que, ao terminar de tirar, deixou à mostra uma moita de pelos castanhos da buceta da minha mãe, essa buceta estava com os pelos cortados, formando um lindo triângulo.
Naquele instante, meu pau ficou duro instintivamente, não consegui controlar e na hora não entendi direito, só me toquei e senti prazer nisso. Continuei observando e notei que minha mãe soltava gemidos fortes de prazer.
Mmm, mmm, Eduardo, que língua deliciosa você tem, mmm, pensar que agora você me tem como uma das suas putas no seu quarto.
Não fala isso, Maria, você não é uma vagabunda, você é a mulher do meu primo, que admiro e quero muito. Me diz: alguma vez meu primo já comeu essa buceta linda igual eu tô fazendo?
Não, mmm, não, nunca senti tanto prazer assim, jamais. Na verdade, ele me fode com a luz apagada, porque eu peço, nunca deixei ele ver minhas carnes, porque somos muito certinhos, mmmm.
Parece que essas palavras excitaram ainda mais meu tio, que partiu pra soltar os peitões brancos da minha mãe. Eram grandes mesmo, dignos de serem admirados e de deixar qualquer um de pau duro, porque estavam bem empinados.
Meu tio, com muita vontade, lambeu e mordeu por um bom tempo os lindos peitos que agora estavam à disposição dele, enquanto minha mãe soltava vários gemidos sem se importar de ser ouvida por alguém. Claro, meu pai chegaria muito tarde, como fez durante todos os dias que passamos na casa do meu tio.
"Que delícia os seus peitos, Maria, que mulher mais gostosa você é."
"Não, você fala isso agora, mas com certeza já se deitou com outras melhores."
"Nunca, ninguém vai ser melhor que você, uma mulher muito saudável, muito culta, muito nobre, e o que mais me excita, sabe, é que você é a mulher do meu primo."
"Você não devia falar isso, Eduardo, mmm, embora eu tenha ficado muito excitada por você ter feito aquilo na frente do meu filho pequeno."
Não consegui entender se ela sabia que era ele quem tinha aproveitado dela na noite anterior desde o início e só fingiu, ou se gostou de saber que foi ele quem esteve com ela naquela noite. Continuei observando e vi quando meu tio deixou minha mãe completamente nua. Colocou ela de pé, e pude contemplar aquela figura, uma verdadeira gostosa, cheia de curvas, voluptuosa, uma bunda enorme e uma buceta muito bem cuidada.
Meu tio colocou ela de quatro na cama, dessa posição começou a lamber a buceta da minha mãe, que começou a gritar de tão bom que tava, como sentia aquela língua na buceta dela e que nunca tinha sentido tanto prazer. Percebendo isso, meu tio afastou as nádegas dela pra começar a lamber o cu dela, lambia e lambia, abrindo cada vez mais forte as nádegas da minha mãe como se quisesse partir ela ao meio, mas ela tava gozando.
Finalmente, eu a deito de barriga pra cima e começo a beijá-la de novo com muita paixão, acariciando os peitos dela, a buceta dela, enfiando um, dois, até três dedos naquela buraquinho, brincando com o clitóris dela enquanto a beijava, causando um forte arrepio na minha mãe, que arqueava a coluna pra aproveitar cada pequeno espasmo de prazer.
Foi aí que meu tio se levantou pra aproximar o pau da boca da minha mãe. Ela virou o rosto com nojo, ele deu uns tapinhas leves na cara dela com o membro, ela continuava sem olhar. Ele perguntou se ela já tinha chupado o pau do meu pai, ela respondeu que aquilo era nojento e que não faria com ele.
Meu tio pegou o rosto da minha mãe com força e disse que ela tinha que fazer, porque de hoje em diante ela seria a putinha dele, a putinha dele, e com um empurrão enfiou o pau na boca dela. Ela, com nojo, quis vomitar, mas não conseguiu, porque a ponta ainda tava dentro da boca dela. Por fim, ele tirou e ela respirou fundo, aí começou a tentar enfiar de pouco em pouco. Depois de um tempo, ela já era uma expert, e isso se via na cara do meu tio, que delirava a cada boquete que ela dava. Ele pegava no cabelo dela e gozava pra caralho com aquela boca magnífica. Até então minha mãe nunca tinha feito aquilo, mas parece que pegou um certo gosto, lambendo com desespero, como se quisesse que aquilo nunca acabasse.
Percebi que meu tio começou a arquear as costas, e a voz e a respiração dele tremiam. Foi aí que ele empurrou o rosto da minha mãe e continuou se masturbando, para jorrar o esperma no rosto dela. Ela, de boca aberta, acho que tentou pegar no ar, recebeu até a última gota daquela gozada. O esperma escorria pelo rosto, do nariz até a boca, e ela esticou a língua rosada para o lado para limpar um pouco do que caía na cara dela.
Percebi que ela esfregava o resto que tinha caído nos peitões dela, passava como se fosse aqueles cremes que eu já vi ela passar à noite. Depois, vi que meu tio, com o pau dele, espalhava o resto do esperma no rosto da minha mãe e enfiava na boca dela. Ela lambia como se fosse um pirulito, mas ele continuava naquilo, como se sentisse dor no membro.
Aí eu reagi, pensei que tinha acabado tudo, saí rápido pro meu quarto, esperar minha mãe voltar. Infelizmente, ela demorou mais do que eu aguentava esperar, talvez uma hora ou meia, mas foi uma eternidade no meu quarto.
Quando entrou no quarto, tava com o cabelo bagunçado e a maquiagem meio borrada, os botões do vestido abertos quase mostrando os peitos, e o vestido meio levantado. Ela entrou no chuveiro me dando um sorriso, como quem diz que não tava rolando nada. Tomou banho por um tempão, e eu consegui ver pelo buraco da fechadura que ela se olhava no espelho, se tocava nos peitos, passava os dedos na buceta e voltava pro chuveiro.
Fiquei sentado vendo TV, senti quando ela saiu. Fui no banheiro e encontrei a roupa suja dela, tudo cheirando a marisco. Agora tava claro que era porra do meu tio.
Quando saí, vi ela deitada na cama de roupão. Era cedo pra ela estar vestida assim, mas fazer o quê, eu era só um moleque, não era o pai dela, ela era minha mãe.
Naquele instante, meu pau ficou duro instintivamente, não consegui controlar e na hora não entendi direito, só me toquei e senti prazer nisso. Continuei observando e notei que minha mãe soltava gemidos fortes de prazer. Mmm, mmm, Eduardo, que língua deliciosa você tem, mmm, pensar que agora você me tem como uma das suas putas no seu quarto.
Não fala isso, Maria, você não é uma vagabunda, você é a mulher do meu primo, que admiro e quero muito. Me diz: alguma vez meu primo já comeu essa buceta linda igual eu tô fazendo?
Não, mmm, não, nunca senti tanto prazer assim, jamais. Na verdade, ele me fode com a luz apagada, porque eu peço, nunca deixei ele ver minhas carnes, porque somos muito certinhos, mmmm.
Parece que essas palavras excitaram ainda mais meu tio, que partiu pra soltar os peitões brancos da minha mãe. Eram grandes mesmo, dignos de serem admirados e de deixar qualquer um de pau duro, porque estavam bem empinados.
Meu tio, com muita vontade, lambeu e mordeu por um bom tempo os lindos peitos que agora estavam à disposição dele, enquanto minha mãe soltava vários gemidos sem se importar de ser ouvida por alguém. Claro, meu pai chegaria muito tarde, como fez durante todos os dias que passamos na casa do meu tio. "Que delícia os seus peitos, Maria, que mulher mais gostosa você é."
"Não, você fala isso agora, mas com certeza já se deitou com outras melhores."
"Nunca, ninguém vai ser melhor que você, uma mulher muito saudável, muito culta, muito nobre, e o que mais me excita, sabe, é que você é a mulher do meu primo."
"Você não devia falar isso, Eduardo, mmm, embora eu tenha ficado muito excitada por você ter feito aquilo na frente do meu filho pequeno."
Não consegui entender se ela sabia que era ele quem tinha aproveitado dela na noite anterior desde o início e só fingiu, ou se gostou de saber que foi ele quem esteve com ela naquela noite. Continuei observando e vi quando meu tio deixou minha mãe completamente nua. Colocou ela de pé, e pude contemplar aquela figura, uma verdadeira gostosa, cheia de curvas, voluptuosa, uma bunda enorme e uma buceta muito bem cuidada.
Meu tio colocou ela de quatro na cama, dessa posição começou a lamber a buceta da minha mãe, que começou a gritar de tão bom que tava, como sentia aquela língua na buceta dela e que nunca tinha sentido tanto prazer. Percebendo isso, meu tio afastou as nádegas dela pra começar a lamber o cu dela, lambia e lambia, abrindo cada vez mais forte as nádegas da minha mãe como se quisesse partir ela ao meio, mas ela tava gozando.
Finalmente, eu a deito de barriga pra cima e começo a beijá-la de novo com muita paixão, acariciando os peitos dela, a buceta dela, enfiando um, dois, até três dedos naquela buraquinho, brincando com o clitóris dela enquanto a beijava, causando um forte arrepio na minha mãe, que arqueava a coluna pra aproveitar cada pequeno espasmo de prazer.Foi aí que meu tio se levantou pra aproximar o pau da boca da minha mãe. Ela virou o rosto com nojo, ele deu uns tapinhas leves na cara dela com o membro, ela continuava sem olhar. Ele perguntou se ela já tinha chupado o pau do meu pai, ela respondeu que aquilo era nojento e que não faria com ele.
Meu tio pegou o rosto da minha mãe com força e disse que ela tinha que fazer, porque de hoje em diante ela seria a putinha dele, a putinha dele, e com um empurrão enfiou o pau na boca dela. Ela, com nojo, quis vomitar, mas não conseguiu, porque a ponta ainda tava dentro da boca dela. Por fim, ele tirou e ela respirou fundo, aí começou a tentar enfiar de pouco em pouco. Depois de um tempo, ela já era uma expert, e isso se via na cara do meu tio, que delirava a cada boquete que ela dava. Ele pegava no cabelo dela e gozava pra caralho com aquela boca magnífica. Até então minha mãe nunca tinha feito aquilo, mas parece que pegou um certo gosto, lambendo com desespero, como se quisesse que aquilo nunca acabasse.
Percebi que meu tio começou a arquear as costas, e a voz e a respiração dele tremiam. Foi aí que ele empurrou o rosto da minha mãe e continuou se masturbando, para jorrar o esperma no rosto dela. Ela, de boca aberta, acho que tentou pegar no ar, recebeu até a última gota daquela gozada. O esperma escorria pelo rosto, do nariz até a boca, e ela esticou a língua rosada para o lado para limpar um pouco do que caía na cara dela.Percebi que ela esfregava o resto que tinha caído nos peitões dela, passava como se fosse aqueles cremes que eu já vi ela passar à noite. Depois, vi que meu tio, com o pau dele, espalhava o resto do esperma no rosto da minha mãe e enfiava na boca dela. Ela lambia como se fosse um pirulito, mas ele continuava naquilo, como se sentisse dor no membro.
Aí eu reagi, pensei que tinha acabado tudo, saí rápido pro meu quarto, esperar minha mãe voltar. Infelizmente, ela demorou mais do que eu aguentava esperar, talvez uma hora ou meia, mas foi uma eternidade no meu quarto.
Quando entrou no quarto, tava com o cabelo bagunçado e a maquiagem meio borrada, os botões do vestido abertos quase mostrando os peitos, e o vestido meio levantado. Ela entrou no chuveiro me dando um sorriso, como quem diz que não tava rolando nada. Tomou banho por um tempão, e eu consegui ver pelo buraco da fechadura que ela se olhava no espelho, se tocava nos peitos, passava os dedos na buceta e voltava pro chuveiro.Fiquei sentado vendo TV, senti quando ela saiu. Fui no banheiro e encontrei a roupa suja dela, tudo cheirando a marisco. Agora tava claro que era porra do meu tio.
Quando saí, vi ela deitada na cama de roupão. Era cedo pra ela estar vestida assim, mas fazer o quê, eu era só um moleque, não era o pai dela, ela era minha mãe.
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