Surpresa no trabalho

Bom, a coisa é mais ou menos assim. Primeiro, preciso contar que essa história é totalmente real e não pude compartilhar com ninguém, então aproveito para escrever aqui nessa comunidade maravilhosa enquanto me masturbo lembrando do momento. Um dos mais quentes e prazerosos da minha vida.
Tenho pouco mais de 30 anos, trabalho em Córdoba capital e a empresa onde atuo tem vários espaços onde ficam diferentes equipes. Um deles é a área de embalagem, onde ficam 3 colegas, das mais gatas da empresa. Todo mundo passa pelo menos uma vez por dia por lá só pra dar uma olhada nelas.
Uma delas é a Flavia, uma milf de 42 anos recém-divorciada, gata, 1,70 mais ou menos, cabelo liso e loiro, uns peitões bem grandes e pernas longas, sempre de botinhas curtas, jeans daqueles meio rasgados mas bem justos e em cima blusinhas coladas, às vezes mais decotadas que outras.
A outra é a Milagros, uma morena de cabelo cacheado, não tem mais de 1,60, também gata, sorriso muito safado e uma bunda linda, sempre de legging e tênis estilo vans.
E a última é a Julieta, a chefe da área, loira, alta, fumante de voz rouca mas sempre muito perfumada e a mais ousada e sem filtro pra se dirigir aos colegas.
Nos últimos dias eu tinha me cruzado várias vezes com a Flavia no horário do almoço e a gente tinha conversado sobre vários aspectos da vida e um deles tinha sido sexo sem compromisso. Claro que eu tinha ficado com o pau latejando, mas não tinha avançado porque estou namorando há bastante tempo, é um relacionamento conhecido no meu trabalho e até algumas pessoas conhecem minha namorada.
Mas há 5 ou 6 dias tive um sonho com a Flavia, muito, mas muito quente, e acordei convencido de que tinha que contar pra ela. Nesse dia cheguei na empresa, participei de uma reunião e a uns metros dava pra ver a Flavia, a gente trocou olhares várias vezes e mantinha o contato visual. Saí e nos cruzamos, cumprimentei ela e falei:
- "Depois tenho que te contar uma coisa"
- "Sério? Eu também tenho uma pra te contar" Ela respondeu Combinamos que em 30 minutos, na hora do almoço, a gente se encontrava e batia um papo.
Chegamos no refeitório e entre uma piada e outra pra ver quem contava primeiro, eu digo:

Eu — Ontem sonhei com você.
Flávia — Sério?
E — Sim, nossa, foi muito real.
F — Você falou com a Milagros? (ela me pergunta)
E — Não, por quê?
F — Ah, que estranho, porque hoje eu contei pra ela que também tinha sonhado com você e que tava com vergonha de te contar, e ela insistiu pra eu contar.
E — Hahahaha será que a gente se encontrou nos sonhos? (pergunto)
F — Sei lá (e ela pisca pra mim).

Aí eu entendi que o negócio ia ficar bom, mas ainda não tava seguro se devia avançar por causa do meu relacionamento.
Juntei coragem e disse:

E — Flávia, vou te contar: essa sua bunda com o fio dental branco que tava no meu sonho foi a coisa mais linda que vi em anos, cansei de chupar ela todinha!
F — Epa! Já chegou mandando ver! Pena que você sempre vai embora cedo do trabalho.
E — Por quê?
F — Aparece lá no setor de embalagem às 18h30.

E ela saiu do refeitório…
Era verdade, eu sempre saía por volta das 17h do trabalho, mas naquele dia decidi ficar.
Os colegas que iam embora comigo mais cedo começaram a sair, e eu inventei a desculpa de que tava atrasado com umas entregas pra ficar. Também liguei pra minha namorada pra avisar que ia me atrasar por causa das entregas.
Eram cerca de 18h20, pra ser sincero já tinha começado a me tocar várias vezes imaginando o que podia rolar mais tarde, não tinha mais ninguém na empresa e de fundo ouço música começando a tocar. “I Want to Know What Love Is” do Foreigner, mais precisamente, e segundos depois o interno toca.
F — Tô vendo que você ficou. Vem?
E — Tô indo! (enquanto o pau já ficava duro).

As luzes estavam apagadas, só entrava algum raio de sol refletido em alguma parede, as cortinas estavam fechadas e só o abajur de uma mesa tava aceso. O cenário era a Flávia apoiada na mesa com a bunda apontando pra porta, usando um fio dental branco minúsculo, as pernas completamente livres, descalça e com um top branco que cobria seus seios apoiados sobre a escrivaninha.
F— Era assim a calcinha fio-dental nos seus sonhos? (ela diz enquanto vira a cabeça para me olhar)

Fiquei mudo por alguns segundos e caminhei até ela, parei atrás e comecei a acariciar suas pernas, me abaixei para beijar sua cintura e começar a beijar aquela bunda. Sem falar ainda, comecei a chupá-la desenfreadamente, com a língua fui deixando aquela calcinha fio-dental ainda mais pequena e metendo a linguinha mais e mais para dentro.
Enquanto chupava, minhas mãos se desesperavam para acariciar as pernas, mas sem abandonar a cintura e as outras partes do seu corpo. Aí comecei a levantar o top que ela usava e quase sem perceber acabei deixando à mostra aqueles peitos que eram maiores e mais lindos do que eu imaginava.

Sem que eu pedisse, Flavia se virou, ficou sentada sobre a escrivaninha e ficamos frente a frente, começamos a nos beijar muito, suas mãos começaram a desabotoar meu jeans, meu pau já estava explodindo, mal começou a descer e ele já apareceu por cima da cueca, e suas mãos foram mais para dentro. Aí eu me afasto da boca e dos peitos dela e ela disse:
F— Senta aqui

Trocamos de lugar, sentei na escrivaninha e ela se ajoelhou para começar a chupar meu pau. Ela terminou de baixar meu jeans e eu pedi para ela tirar para eu ficar mais confortável.
Juro que nunca pensei que Flavia fosse chupar um pau daquele jeito, em 2 minutos eu já estava pedindo para ela parar porque eu ia encher a boca dela de porra e queria manter o nível de excitação um pouco mais.

Por alguns segundos ela soltou e enquanto dava beijinhos em mim, ela disse:
F— Era assim seu sonho?
Y— Você não chupava tão bem, eu disse
F— Meu sonho ia além e estou realizando.
Y— O quê? Sério?
F— Sim, mas não sei se você vai gostar do que eu sonhei, eu me arrisco. (ela dizia enquanto dava beijos no meu pau)
Y— Por enquanto já é mais do que imaginei
F— O melhor ainda está por vir…

Flavia se levanta, se apoia contra a parede e começa a baixar a calcinha fio-dental enquanto dançava sensual ao ritmo de uma música lenta dos anos 80. que nem lembro mais qual era. Ela começa a se agachar sem tirar as mãos da parede e quando fica parada por 1 segundo, eu avanço, me agacho e começo a chupar sua buceta que já estava bem molhada, fiquei alguns minutos ali embaixo para depois me levantar atrás dela e sem hesitar penetrar até o fundo por aquela buceta que pedia por pau aos gritos. Não teve piedade e ela pareceu gostar muito, foram dois ou três gemidos e depois começou a me pedir para meter tudo e mais forte. Alguns minutos depois de foder ela assim, senti um gemido bem profundo e meu pau muito mais quente. Percebi que ela tinha gozado, diminui o ritmo por 2 segundos, ela saiu mas só para pegar minha mão, me sentar numa cadeira que tínhamos atrás e sentar de frente em cima de mim, ela cavalgou com uma luxúria que chegou a doer um pouco. Eu disse que queria encher a boquinha dela de porra e ela falou: F- Ainda não, te falei que te espera o melhor… Ela se levantou para eu respirar uns segundos e da mesa pegou um pacotinho… F- Eu sonhei que te vendava os olhos. Posso? (Disse enquanto colocava uma venda preta em mim) Y- Sou seu, todo seu F- Eu sonhei em amarrar suas mãos. Posso? (Disse enquanto colocava algemas atrás da cadeira em que eu estava sentado) Y- Se for necessário para arrombar seu cuzinho, o que você quiser F- O cuzinho e o que você pedir Ouvi ela dar uns passos se afastando de mim e ouvi a música um pouco mais alta do que estava e no segundo seguinte tinha uma boca chupando meu pau de novo. Y- Calma que é todo seu e não vai baixar. Você está lubrificando o cuzinho? Ninguém respondeu e meu pau continuou um tempinho dentro daquela boca. Pouco depois, Flavia se aproximou da minha boca, me beijou alguns segundos, começou a descer pelo meu peito, minha barriga e chegou novamente no meu pau. Comecei a sentir que de novo ela engolia ele todo, mas era diferente, como se aquela boca fosse mais seca que a anterior. F- Você vai ter muito mais que minha bunda hoje, realize meu sonho Me disse Flavia ao ouvi, mas meu pau continuou dentro de uma boca. Aí entendi o motivo da diferença, não sabia quem estava me chupando, mas Flavia começou a me beijar na boca, a me acariciar, e meu prazer era muito mais forte que minhas dúvidas. Eu estava completamente entregue àquele momento.

Da minha virilha ouvi: "Finalmente trouxeram esse cara, olha o pau que ele tem". A voz me soava familiar, mas na loucura do tesão não consegui identificar. Só percebi que havia duas bocas chupando meu pau, elas se revezavam, chupavam, beijavam, apalpavam.

Tentei tirar as algemas, mas não eram tão de brinquedo assim, não consegui. Flavia percebeu e, enquanto me beijava, disse:

F – Quer começar a conhecer meu sonho?
Y – Tô curtindo muito assim, mas tô morrendo de vontade de ver o que tá rolando. Vai, tira tudo isso de mim.
F – Vamos brincar. Se responder direitinho as perguntinhas que eu fizer, tiro as coisas.
Y – Quantas perguntas?
F – Mmmm, 3.
Y – Vai!
F – Quantas bocas chuparam seu pau hoje?
Y – 3 (nem hesitei, poderiam ter sido mais).
F – Muito bem! Merece um presentinho.

Alguém cavalgou no meu pau por alguns segundos e saiu…

Y – Que prêmio gostoso, não tem mais um pouquinho?
F – Não! Tenho outra perguntinha. Acha que as outras duas bocas são de pessoas conhecidas suas?

Pensei um momento, realmente não tinha visto nada nem ouvido muito desde que Flavia aumentou o volume.

F – Vamos te dar uma dica…

Três línguas percorreram meu pescoço e respiraram ofegantes bem perto dos meus ouvidos e nariz.

F – Conhece os perfumes?
Y – Vão me deixar louco. Me arrisco: SIM, conheço.
F – Que bom olfato! Lá vai seu segundo prêmio.

Entre as três, me deitaram amarrado na cadeira e colocaram suas bucetinhas ao alcance da minha língua, um pouquinho cada uma. As três estavam deliciosas, molhadas e bem quentinhas.

F – Tá preparado para a última pergunta?
Y – Sim, vai!
F – Vou soltar suas mãos e fazer você pegar um pouquinho na bunda de cada uma de nós. Se adivinhar qual é a minha, tiro a venda dos seus olhos.
Y – Confio no meu tato e, acima de tudo, nos meus sonhos, tragam essas bundas!

Flavia se aproximou para tirar as algemas, uma boca aproveitou para chupar meu pau por alguns segundos e outra se posicionou na minha frente, deixando eu chupar seus seios. Os mamilos estavam bem duros e não eram tão grandes quanto os da Flavia, mas estavam uma delícia.

F- Levanta e dá dois passos pra frente. Você vai ter as três bundinhas uma ao lado da outra para tocar. Ninguém vai falar com você e você não pode tocar em nenhuma outra parte além das nossas bundinhas.

Me levanto, encontro a primeira bunda e, para minha surpresa, estava oleada. Não resisti e enfiei um dedinho. Ouvi um gemidinho. Por isso, e porque me pareceu ter um pouco mais "carne" do que a da Flavia, que eu havia beijado loucamente alguns minutos antes, imaginei que não era ela.

Fui para a direita e encontrei outra bunda. Também estava oleada. Desci um pouco mais e consegui tocar a base daquela buceta. Quase certeza de que era a que eu havia chupado e fodido antes de vendar meus olhos.

Mesmo assim, dei mais alguns passos para a direita e lá estava a terceira bundinha. Essa também estava oleada e com um fio-dental. Passei a mão e era o mesmo fio-dental que a Flavia usava no começo do nosso encontro. Continuei tocando, comecei a descer o fio-dental e me deparei com um dilatador anal bem enfiado dentro! Fiquei louco, quis começar a brincar com ele, mas uma mão não me deixou.

O fio-dental era da Flavia, a bunda era bem parecida, embora me parecesse um pouco mais macia que a dela, mas o dilatador também me fazia pensar na Flavia, porque ela sabia que eu queria a bunda dela. Nesse instante, levanto minha mão e percebo que deixaram cheiro de cigarro na que me tocou.

Fui imediatamente para a bunda do meio, agarrei as duas nádegas com força e disse:

Y- Essa é a bunda dos meus sonhos!

Ouviram-se três risadas e Flavia disse:

F- Como você fez?

Y- Vamos, tira minha venda ou eu mesmo tiro.

F- Não trapaceie ou a gente vai embora. Nos dê 1 minuto e avisamos para você tirar a venda. Senti elas se afastando um pouquinho...

F- Pronto, tira a venda

Na minha frente estavam as 3 garotas do empacotamento com a mesma calcinha fio dental branca e completamente à minha disposição.
Fiquei mudo, elas estavam ali, na versão mais putinha pra mim.

Y- Sério? O que aconteceu?
F- A recompensa de quem faz "hora extra" (disse brincando)

Pela primeira vez as outras duas gostosas falaram.
Milagros - Nós três estávamos com vontade de você, a Flavia nos contou sobre hoje ao meio-dia mais o sonho dela e organizamos isso.
Y- Mas o que a Flavia sonhou?
Julieta - Que você entrava nesse lugar e comia todas nós!
Y - Ah, tá! E falta muito pra começar?

Julieta se aproximou, lembrem que ela é a chefe da área e a mais atrevida, e me disse:
J- Minha bunda é a que tá com o dilatador. Começa por aqui?
Y- Vou arrebentar ela toda agora

Julieta ficou de quatro, puxou a calcinha fio dental e começou a dar ordens:

J- Mili, chupa o pau dele um pouco pra deixar bem molhado. Você Flavia senta aqui embaixo de mim pra eu chupar sua buceta, você vai ser a sobremesa da tarde.

Ambas obedeceram como se ela também fosse a chefe nesse momento, tinha a Milagros ajoelhada chupando meu pau e via a Juli chupando a buceta da Flavia enquanto ela explodia de prazer.
Tirei o pau da boca da Milagros e enquanto a Juli estava muito concentrada na buceta da Flavia, fui por trás, tirei o dilatador da bunda dela, cuspi e entrei com tudo. Aquela bunda já tava acostumada com pau, foi só um gemido de dor que logo virou puro prazer pros dois. Fui comendo mais e mais.

J- Enche minha bunda de porra

Milagros tinha ido sentar na boca da Flavia e curtia uma chupada gostosa na buceta enquanto Julieta chupava a dela, mas não hesitei em afastá-la um segundo:

F- Nem pense nisso, toda essa porra é minha hoje!
J- Ele tem cara de leiteiro, não se preocupa
F- Não, toda essa porra é minha (impos Flavia)

Eu continuava bombando aquela bunda e realmente não aguentava mais, mas queria a mesma coisa. Que Flavia, acabar nela, banhá-la na minha porra, então saí um segundo.

E - Mili, vem aqui

Eu ainda tinha o dilatador nas mãos, pedi que ela se sentasse na mesa e que Flavia se sentasse ao lado dela. Empurrei as duas e deixei as duas deitadas de costas, uma ao lado da outra. Coloquei as pernas da Mili nos meus ombros e me enfiei entre as pernas dela para chupar seu cuzinho, com muita saliva até começar a enfiar o dilatador no seu cuzinho.

Ao lado, a Juli estava se beijando com a Flavia, parecia que finalmente não tinham brigado por causa da porra.

E - Juli, coloca as pernas da Flavia nos ombros e começa a molhar o cuzinho dela

Ficamos assim, Julieta e eu chupando os dois cus que depois eu ia ter que foder.

O da Mili parecia estar pronto, o dilatador tinha entrado completamente e ela até tinha bombado algumas vezes enquanto eu avançava nela para chupar seus peitos.

Tirei o dilatador e apontei a ponta do meu pau para aquele buraquinho. Estava muito mais fechadinho que o da Julieta, via carinhas de dor enquanto entrava. Flavia viu isso e, do lado, agarrou o rosto dela e começou a beijá-la com todas as forças enquanto a Juli já tinha roubado o dilatador e tentava enfiar na bunda da Flavia.

Finalmente consegui entrar completamente na bunda da Mili, que bruneta linda, agora sim ela estava curtindo meu pau, comecei a bombear devagar e ela começou a se levantar. Terminei em pé com ela no meu colo, cavalgando no meu pau com sua bunda.

M - Que pena que você escolheu dar sua porra pra Flavia, eu quero ela toda!

Na hora, comecei a bombear com tudo, segurava a vontade de gozar, mas queria sentir como essa bruneta fofa e divina acabava. Ela começou a gemer alto, cada vez mais, até sentir que ela desabou nos meus ombros e meu pau ficou molhado com um líquido quente.

Tirei ela de cima de mim para não gozar, respirei dois segundos com ela nos meus braços e desafiei a Flavia.

E - Já está pronto o cuzinho dos meus sonhos?

F - Siii, me arrebenta toda!

Julieta a soltou, mas Milagros a agarrou de Imediatamente, jogou-a no chão e a deixou pronta para fazer 69 entre elas.

Flavia se aproximou de mim, ficamos de pé nos beijando muito, acariciando todas as nossas partes, e ela disse:

F- Como você fodia minha bunda no seu sonho?
Y- Eu estava deitado de costas e você sentava em mim de costas.
F- Vamos, deita no chão

Nem pensei duas vezes e em segundos tinha Flavia, aquela milf gostosa que eu tinha sonhado, sentando devagar mas com força no meu pau com aquela raba para entrar tudo. A cabecinha passou e eu não aguentava mais, agarrei sua cintura e empurrei com força para baixo para arrombar bem forte aquele cuzinho apertado.

Y- Gostou, gata?
F- Adorei, me dá mais forte!

Quando ela disse isso começamos a transar com tudo, ela pulava e eu empurrava para baixo, os dois com muita força, explodindo de prazer.
Me levantei, coloquei ela de quatro e continuei metendo. Agarrei seus peitos, aproximei-me de seus ouvidos e disse:

Y- Não vai compartilhar minha porra com suas amigas?
F- Não, essa porra é toda minha.

Continuei dando com força por alguns segundos, até encher sua bunda de porra. Coloquei-a na minha frente, nos beijamos, agarrei suas mãos e disse:

Y- Juli, Mili, querem porra?
J e M - Simmm
Y- Chupem o cuzinho da Flavia para ficarem com a porra que escorrer

Enquanto elas se abaixavam lá atrás, Flavia passava a língua na cabecinha do meu pau para pegar até a última gota.

F- Parece que o cara gostou
Y- Vocês são umas safadas, não aguento mais
M- Que pena, eu queria mais!
Y- Podemos repetir quando quiserem.
F- Faltou cumprir uma parte do meu sonho. Estávamos as três apoiadas na mesa e você nos comia por trás, um pouco na Juli e um pouco em mim, um pouco na Mili e um pouco em mim, eu no meio porque queria que você passasse os suquinhos das minhas amigas bem dentro de mim.
J- Que puta que você é, Flavia! hahahahaha

Nos vestimos, arrumamos um pouco e saímos separados do escritório.
Até hoje não fizemos mais nada, só continuamos com alguns chats, embora com a Mili estamos Tão perto de fazer algo sozinhos. Depois eu conto! Espero que tenham gostado e tenham se masturbado tanto quanto eu enquanto liam.

6 comentários - Surpresa no trabalho

Excelente relato me dejaron te caliente
Sabe de Poringa tu novia?
@lechudito84 no le gusta la idea. Tal vez con el tiempo la haga poringuera
Hacemos un relato los 3?
EXCELENTE LOCO!!!
Faaaa que relato!!! Me da mucho morbo saber que son de Córdoba como yo....
Van +10 y a favoritos!!!
Se podrá tener alguna data de Flavia, Mili o Juli? Abrazo capo!!!
En Córdoba pasan estas cosas y estoy seguro que mucho más!
Perdón pero los nombres son de fantasía para cuidar la privacidad de todos.
Fotossssssssssssssss
No tengo, si pasa algo más trato de sacar algunas!
jaja pasame la data del lugar, me hace falta laburoooo
Sueño y realidad conjugados, muy bueno!!
Cuando hacemos un sueño realidad juntos?
por suerte, mis sueños estan siempre acompañados, y muy bien, jajaja, saludos
@horrotika pero en los sueños está todo permitido no? Hasta podemos invitar a tu compañía, que opinas?