Quando cheguei em casa, era umas onze da manhã. Ao entrar, encontrei minha mãe, a Alba e minha tia arrumadas pra sair. Minha tia me olhou com carinho, e isso de alguma forma me aliviou. A Alba me deu um beijo de bom dia.
— Aggg… Luismi, você tá todo suado. Vai tomar um banho.
— Alba, é o que acontece quando você volta de uma corrida — falei, brincando, enquanto me aproximava dela pra abraçar, e ela se esquivava entre risadas.
Minha tia subiu pro quarto dela pra pegar algo que tinha esquecido, e minha mãe, mesmo eu estando suado, me abraçou.
— Mãe, tô encharcado — reclamei.
— E daí? É só água. Além disso, é o suor do meu menino, do meu homem — disse ela, com orgulho.
Olhei pra ela estranho. De onde vinha aquilo agora?
— Sua tia me contou o que aconteceu ontem à noite quando você chegou. Como você tratou ela, como a escutou e como deu carinho e compreensão. Ontem, quando fui dormir, deixei uma mulher destruída, e hoje de manhã eu tinha a Paula de sempre, alegre e divertida. Só posso te agradecer, meu amor. Obrigada por ser quem você é.
— Ah, mãe… Se você soubesse minhas reais intenções ontem à noite, com certeza me daria um tapa na cara de tão tarado — pensei, olhando nos olhos dela.
— Não me agradeça, mãe. Acho que fiz o que tinha que fazer e o que você me pediu. Ajudei e fui carinhoso com ela. Ela precisava.
— Claro que sim, querido — disse ela, com amor. — Vai lá pra cima tomar um banho. A gente se vê na hora do almoço.
Antes de entrar no meu quarto, minha tia, que saía do dela, me chamou. Ela estava linda demais, com uma camisa justa mostrando uns peitos incríveis e um decote sedutor, uma calça jeans apertadíssima que destacava a silhueta invejável e uns sapatos de salto que valorizavam as pernas e aquela bunda impressionante. Me apaixonei por ela.
— Bom dia, querido. Dormiu bem? Se aliviou pensando em mim?
Fiquei travado, sem saber o que dizer. Senti o olhar excitado dela, o perfume, e então ela se aproximou do meu ouvido e sussurrou:
— Eu me deitei na minha cama, tirei minha calcinha e me abri bem. de pernas abertas, enfiando três dedos dentro de mim enquanto pensava em você… gozei que nem uma égua.
—Ti… tia, falei excitado, com a voz baixinha, por que você faz isso comigo? Perguntei inocente.
—Por isso, meu amor, ela disse, apontando pra minha ereção descontrolada, adoro te provocar. Aliás, falou se afastando com um sorriso malvado no rosto, sua prima Noelia vai ficar aqui em casa, toma cuidado com ela.
Fechei a porta, me despi e me masturbei de novo pensando na minha tia e no que ela tinha dito. Gozei que nem um bicho, enquanto na minha cabeça aparecia minha tia de pernas abertas se esgoelando. É uma puta, pensei, ela me tem na mão.
Fui pro chuveiro puto comigo mesmo, por ser idiota, inocente, otário, cheira-calcinha e mais uns adjetivos que não me vêm agora, mas que descreveriam o quão estúpido um homem pode ser nas mãos de uma mulher gostosa.
Minha raiva da minha tia aumentava a cada minuto, se tem uma coisa que eu odeio é me sentir manipulado e nas mãos de uma pessoa mimada, e minha tia sabia como me controlar, tenho certeza que ela sabia da minha atração por ela desde que eu era adolescente e agora, na minha casa e com toda essa história, ela ia me ter como um cachorrinho de colo e eu não ia aceitar isso.
Quando terminei, me vesti e desci pra cozinha pegar alguma coisa, uma cerveja cairia bem.
—Bom dia, Luismi.
A voz da Noelia soou doce atrás de mim. Quando me virei, ela estava de pé e eu fiz uma cara de…«isso não pode ser»ali na minha frente estava minha prima com uma camiseta super justa e sem sutiã por baixo, os peitos dela se desenhavam perfeitamente, assim como os bicos que pareciam que iam rasgar o tecido. Um leggings que era como uma segunda pele se ajustava na anatomia dela perfeitamente, ela não tava de calcinha, os lábios da bucetinha dela se marcavam nítidos no tecido, ela se virou e abriu a porta do armário pra procurar alguma coisa, ficando na ponta dos pés e mostrando uma bunda redonda, empinada, com formato de maçã. Aquele tecido desenhava o contorno dela, parecia que tava pelada e me confirmou que não tava de calcinha, não tinha marca de costura nem nada.
Ela veio na minha direção, me encarando desafiante nos olhos, abriu a porta da geladeira e serviu um suco de laranja pra voltar de novo na minha frente, se apoiando na bancada da cozinha e me encarando fixamente.
— Ontem à noite te vi falando com minha mãe. Sobre o que vocês conversaram?
— De tudo e de nada. Falei com indiferença.
— Ela te contou que a gente brigou ontem no jantar.
— Ela me contou que a filha mais velha tinha envergonhado ela na frente da família e chamado ela de puta não uma ou duas vezes, mas um monte delas.
— Essa rabuda arruinou minha vida, explodiu Noelia furiosa, por culpa dessa puta olha como eu tô agora, vivendo da caridade de vocês, sem um puto centavo e com meu futuro bem incerto, tudo porque na época ela não soube fechar as pernas, a vagabunda.
Olhei pra minha prima Noelia desencantado, como sempre egoísta, arrogante, superficial e mal-educada, isso feiava ela pra caralho.
— Você se ouviu, Noelia? Só escutei eu, eu, eu e mais eu, você é a menina mais egoísta que já conheci e acho que antes de julgar sua mãe, você devia saber por que ela fez o que fez. Lembra que não é só você que tá numa situação difícil, sua irmã mais nova também tá, que tá mostrando mais maturidade e firmeza que você, e sua mãe, que tem uma culpa enorme por ter metido vocês nessa história. E por favor, Não chama sua mãe de puta. Você já se olhou no espelho pra ver como tá vestida? Você sim que parece uma puta, e das mais vulgares e baratas. Vai se trocar antes que todo mundo chegue e, pelo amor de Deus, tenha um pouco de respeito pela sua mãe.
Noelia estava chorando em silêncio. Toda aquela arrogância dela estava caindo em lágrimas pelo rosto, mas eu não senti nenhuma empatia por ela. Ela foi em direção à porta, mas antes me olhou confusa.
— Sabe de uma? Você me decepcionou, Luismi. Pensei que você me entenderia, mas vejo que também está contra mim.
— Fico feliz em ter te decepcionado, priminha. Você sozinha coloca as pessoas contra você, do jeito que elas veem sua personalidade e como você é.
Minha prima saiu daquela cozinha chorando e se trancou no quarto dela. Noelia achou que, se aparecesse vestida daquele jeito, eu babaria por ela, me ganharia e me colocaria contra a mãe dela, formando uma frente unida pra foder com a vida dela. Mas isso era só mais uma forma de manipulação, e eu me recusei a entrar nesse jogo.
Fui pro meu quarto, comecei a estudar e continuei um trabalho que tinha que apresentar. Percebi que, mesmo vendo minha prima do jeito que ela estava vestida, nem me abalei. O normal seria eu ter tido uma ereção do caralho, mas fiquei tranquilo o tempo todo que a gente conversou. Coloquei uma música e me concentrei no que estava fazendo. Por algumas horas, minha tia e minha prima sumiram da minha cabeça.
Pouco depois, as vozes da minha mãe e da minha tia anunciaram que tinham chegado em casa. Esperei minha mãe entrar, como ela sempre fazia pra me cumprimentar, e quando ela me viu, soube que algo tinha acontecido. Contei o que rolou com Noelia, até falei como ela estava vestida, e ela aprovou minha atitude e o que eu respondi.
— Querido, sei que isso vai ser difícil pra todo mundo, disse minha mãe, mas você vai ver que em algumas semanas tudo muda.
— Tomara, mãe. Tomara.
— Além disso, sua tia arrumou um emprego numa loja de lingerie bem famosa. A gente tava andando no shopping e, quando passou pela vitrine, tinha um cartaz escrito "precisa-se de vendedora". Ela não hesitou. Duvidoso, ele entrou e falou com a dona. Segunda-feira ele começa à tarde.
— Pois olha, isso vai ajudar ele a passar melhor esse momento difícil.
— Ah! E outra coisa, a Alba me falou sobre o instituto, deixa comigo, conheço o diretor do Joaquín Rodrigo e ele vai poder dar uma força, com certeza.
O instituto Joaquín Rodrigo ficava a uns trezentos metros da minha casa e, se a Alba conseguisse entrar lá, seria ótimo pela proximidade. Minha tia tentou falar comigo no meu quarto, mas educadamente falei pra ela esperar lá embaixo, que naquele momento não dava pra atendê-la. Eu precisava que tivesse gente por perto pra minha tia não me excitar até eu ficar louco, não ia deixar ela me manipular do jeito que quisesse. Sei que isso a irritou, mas ela agradeceu eu ter falado com a Noelia.
Naquele dia, o almoço foi meio tenso, todo mundo comeu em silêncio. A Noelia estava com os olhos vermelhos de tanto chorar e praticamente não comeu nada. Ninguém falou nada, mas eu conhecia minha mãe e ela não aguentava aquela atitude, com certeza à noite, no jantar, o prato estaria lá de novo.
Naquela noite, saí de novo com os amigos e tentei esquecer um pouco a confusão que tava rolando em casa, mas não consegui. Lá pelas quatro da manhã cheguei em casa e vi luz acesa na sala de novo, xinguei pra caralho, pensando que podia ser minha tia de novo, mas quando entrei, encontrei a Noelia dormindo no sofá com a televisão desligada. Ela tava linda pra caralho, mentiria se dissesse o contrário, só me limitei a colocar um cobertor por cima dela e fui dormir, tava muito cansado.
No domingo de manhã, acordei tarde. Minha mãe e minha tia estavam na cozinha conversando e vendo televisão, minhas primas estavam lá. Com carinho, cumprimentei minhas primas e dei um beijo em cada uma de bom dia, esse gesto sei que a Noelia agradeceu. Quando entrei na cozinha, as duas me olharam com carinho.
— Bom dia, "belo adormecido" — disse minha tia com um sorrisão.
— Moleque — minha mãe me repreendeu —, todo fim de semana você acorda mais tarde.
— Ai, Maripi — minha tia protestou —, ele tem 20 anos, pelo amor de Deus, ela tá na idade de fazer loucuras e, se não, lembra dos seus 20 anos na faculdade. Eu ainda me lembro, e olha que eu tinha 13 anos, do quanto você chegava tarde em casa.
As duas caíram na risada e relembravam as broncas que meu avô dava na minha mãe quando ela chegava quase de manhã.
— Além disso — disse minha tia —, com certeza teve "assuntinho", né? Mais divertida.
— Isso, isso, teve "assuntinho"? — perguntou minha mãe, inquisidora.
As duas apoiaram os queixos nas palmas das mãos enquanto me olhavam com sarcasmo. Olha, me entendam: domingo de manhã, meio de ressaca e recém-acordado. Não tava a fim de zoeira e, pra piorar, não teve "assuntinho" nenhum, então não dava pra calar os ataques de fofoca delas tentando descobrir minha atividade com o sexo oposto. Podia ter mentido, inventado algo, mas tava lerdo e só olhei pra elas, desistindo.
— Não teve "assuntinho", suas mentes taradas, só saí com os amigos pra balada. E agora me deixem em paz, vou tomar café e ir pro meu quarto chorar meu fracasso com as mulheres — falei, teatralmente.
As duas caíram na gargalhada e cochicharam algo, as risadas ecoavam pela casa toda. Pô, fiquei meio irritado, então tomei café o mais rápido que pude enquanto minha mãe e minha tia, sei lá, riam de mim ou comigo. Mesmo me chamando pra ficar com elas e bater papo, preferi sumir e ir pro meu quarto estudar e continuar preparando meu trabalho.
Perto da hora do almoço, uns nós dos dedos bateram na minha porta e, antes que eu dissesse algo, minha tia entrou no meu quarto e fechou a porta atrás de si. Ficou encostada na porta, com as mãos pra trás, me olhando com carinho. Fiquei meio assustado e ao mesmo tempo excitado; o jeito dela se vestir era provocante, e agora ela tava na minha frente com uma blusa de lã de angorá, um decote em V e uma saia curta. Dava pra ver que não tava de sutiã, os bicos dos peitos marcavam nítidos na lã, e as pernas dela estavam à mostra sem mídias.
—Oi tia, o que você quer? — falei timidamente.
—Nada, meu amor, só vim te ver e falar pra você descer, daqui a pouco vamos comer.
Minha tia veio até onde eu estava, me abraçou, apoiando os peitos nos meus ombros, e os lábios dela beijaram minha bochecha. As mãos dela começaram a acariciar meu torso, descendo perigosamente até minha barriga e se aproximando da minha ereção já crescendo. Porra, essa mulher tinha um poder total sobre mim, e eu não sabia como agir — era minha tia, mas me deixava louco de desejo.
— Uff… tia, paraa…
— Quer que eu pare? — ela disse, ronronando.
— Você… você é minha tia… isso não… não tá certo… uffff… não é correto.
A mão dela já tinha roçado a ponta do meu pau várias vezes, enquanto os lábios passeavam pelo meu pescoço. Ela virou minha cabeça e me beijou, mas dessa vez nossas línguas se encontraram e se enroscaram.
— Meu bem — disse ela, olhando nos meus olhos —, eu só vejo um homem jovem e uma mulher que se sente desejada há muito tempo.
Nos beijamos de novo, e dessa vez a mão dela entrou dentro da minha calça de pijama e agarrou meu pau, batendo uma punheta suave. Essa sensação quase me fez gozar.
— Paulaaaa, que delícia — gemi, excitado.
— Ummmm, meu menino, como você cresceu, é um homem feito.
Ela tirou a mão de dentro da minha calça; pensei que tudo ia acabar ali, mas ela girou minha cadeira e se posicionou na minha frente. Nos olhávamos nos olhos, e eu via o rostinho carinhoso dela, enquanto ela acariciava meu rosto e nossos lábios se encontravam de novo. Ela se ajoelhou e, segurando minha calça, puxou.
— Levanta a bunda, querido, isso vai te agradar ainda mais.
Quando ela abaixou minha calça, meu pau saltou ereto, arroxeado, colado na minha barriga. Vi minha tia arregalar os olhos e me olhar, sorrindo.
— QUERIDOOO! — exclamou minha tia, surpresa —, você cresceu mesmo, hein.
Ela agarrou ele de novo, olhando como se estivesse hipnotizada. Eu sabia o que ia acontecer e me preparei; não queria passar vergonha na frente da mulher dos meus sonhos, mas ia ser inevitável — assim que sentisse o calor da boca dela, A maciez dos lábios dela tava me fazendo gozar que nem um adolescente tarado.
E aconteceu, ela beijou a ponta enquanto me olhava nos olhos e eu vi ela abrir a boquinha dela e sumir com mais da metade do meu pau lá dentro, pra depois tirar devagar, chupando, sugando, fazendo a língua envolver minha cabeça.
— Paulaaaa… porra… pooooorra…
Eu ia gozar, era inevitável, mas minha tia tava me dando um dos melhores boquetes da minha curta vida. Joguei a cabeça pra trás e fechei os olhos pensando na coisa mais nojenta que viesse na cabeça, mas era totalmente impossível. Senti os lábios dela, a língua brincando com minha glande, e depois o calor escaldante da boca dela no meu pau inteiro. Quando olhei, vi que o nariz dela tinha encostado no meu púbis e meu pau tava enfiado até o talo na boquinha dela, isso foi devastador pra mim. Senti as pulsações no meu períneo, e aquele formigamento gostoso antes de gozar, e avisei ela.
— Paulaaaa… vou gozar, não aguento mais…
Minha tia tirou meu pau da garganta dela, toda babada, me olhou safada enquanto batia uma pra mim e enfiou de novo até a garganta me encarando com tesão, e eu explodi na boquinha dela. Foi inevitável e ela sabia, quando sentiu minha gozada começou a engolir como se a vida dela dependesse disso enquanto segurava minha cabecinha, acariciava minhas bolas e sugava, tirando meu pau da boca dela como se quisesse arrancar meu cérebro também. Foi um orgasmo longo pra caralho e muito gostoso que me deixou com vontade dela, de sentir pele com pele, de devolver o prazer que ela me deu.
— Melhorô, meu amor? Cê gostô? — perguntou minha tia.
— Porra, tia, foi fantástico… não… não consigo explicar.
Levantei e abracei ela, beijando com amor. Minhas mãos desceram até a bunda dela, aquela bunda desejada, e minhas mãos agarraram aqueles dois globos perfeitos de carne, puxando ela pra perto e deixando meu pau entre nossos corpos. Beijei ela com desespero, mas minha tia me parou na hora e me olhou com pena.
— Eu sei o que cê quer, minha vida — disse minha tia, mas agora não é hora, fizemos uma loucura que poderia ter saído caro. Te desejo, meu amor, te desejo como você nem imagina, mas precisamos ser cautelosos, isso não acaba aqui.
Ela pegou minha mão e a levou entre as pernas dela, foi incrivelmente excitante sentir a calcinha dela encharcada, meus dedos afastaram o tecido e meu dedo brincou com a buceta já toda molhada, mas a mão dela tirou a minha dali na hora e mostrou na frente dos meus olhos.
— Chupa seus dedos, querido — disse minha tia num sussurro.
Enfiei os dedos na boca, provando o gosto dela, a excitação dela, o desejo dela, e meu pau endureceu de novo, procurando ela mais uma vez. Minha tia olhou satisfeita e me beijou com gula, sentindo nossos próprios sabores.
— E agora, meu rei, vamos comer. Tô morrendo de vontade de ter você dentro de mim.
Quando ela ia saindo pela porta, levantou a saia e mostrou a bunda perfeita, só coberta pela tirinha fina da calcinha fio dental. Olhou por cima do ombro, safada, e me mandou um beijinho no ar. Quando a porta se fechou atrás dela, me deixei cair na cadeira, sem acreditar no que tinha acontecido, mas isso era só o começo.
— Luismiiii... Paulaaaa, vamo comeeeer — ouvi minha mãe gritar.
Pouco depois estávamos todos sentados à mesa comendo, eu ainda não acreditava no que tinha rolado, tentava entrar na conversa, mas na minha cabeça só via aquela mulher incrível do meu lado me fazendo um boquete inacreditável. Ela sabia que eu tava olhando, mas tava falando não sei o quê sobre umas calças pro trabalho. Senti o pé descalço dela acariciando minha panturrilha, como se dissesse «tô contigo, do teu lado». Me limitei a sorrir pros comentários que todo mundo fazia, como se eu estivesse prestando atenção no que diziam.
— Luismi, Luismiiii — ouvi a voz da minha mãe me chamando. Filho, parece que você tá no mundo da lua, aconteceu alguma coisa?
— Não, mãe, é que tô com um problema no trabalho que preciso entregar e não consigo tirar da cabeça.
— Esse menino não sabe desligar da faculdade, nem quando tá dormindo — disse minha mãe, num tom de bronca. Carinhoso. Tava te perguntando se você quer sobremesa.
—Não, mãe, obrigado, só vou tomar um café puro.
—Então ajuda a recolher a mesa enquanto preparo os cafés, falou minha mãe.
Foi o que fiz, recolhemos a mesa num instante. Minha mãe, minha tia e a Alba foram pra sala com uma bandeja e o café, e na cozinha só ficamos eu e minha prima Noelia terminando de colocar tudo na lava-louças. Quando íamos sair, minha prima me segurou pelo braço.
—Luismi, podemos conversar um minuto?
—Claro, Noelia, fala.
—Só queria te pedir desculpa pela minha atitude de ontem. Sei que fui egoísta e mal-educada, mas me entende, minha vida, perdão, nossa vida deu uma guinada de 180 graus e ainda tô meio atordoada, sem acreditar que isso tá acontecendo com a gente.
—Noelia, eu não tenho que te perdoar nada, é sua mãe que você ofendeu. Já falou com ela?
—Sim, e ela me explicou o que acho que também contou pra você. Não aprovo o que ela fez, mas entendo por que fez e os motivos dela. Isso me fez ver minha mãe de um jeito diferente do que eu via antes.
—E como você via ela?
—Melhor não querer saber.
Imaginei que ela via ela como uma foxy ninfomaníaca devoradora de homens que todo dia comia quatro ou cinco caras e depois chegava em casa esperando o marido com um olhar apaixonado, mas cheio de gozo em todos os buraquinhos dela. Acho que eu via ela assim antes de conversar. Olhei pra Noelia com carinho, puxei ela pra perto e dei um abraço. Adorei sentir o corpinho dela colado no meu, e isso fez meu pau, já bem sensível antes do almoço, se erguer de novo. Mesmo tentando disfarçar, foi bem evidente, e ela se abraçou ainda mais, encostando o púbis na minha ereção.
—Então, Luismi... você não tá bravo comigo?
—Não, querida, no máximo um pouco irritado.
—Irritado? Por quê?
—Pela sua roupa de ontem. Quando você entrou na cozinha, tava de dar água na boca, com roupa e tudo.
—E por que não comeu? — perguntou, safada.
—É óbvio, Noelia, você ia me usar pra fazer frente contra sua mãe.
O olhar dela era entre divertida, safada e tarada. Continuava abraçada em mim e se esfregava de leve no meu pau, a danadinha tava me deixando a mil, mas me olhava esperando algo mais.
—Espera, falei confuso, cê tá me dizendo que se eu... tipo, se eu tivesse, como dizer... vamos ver... se eu tivesse dado em cima... você e eu...
—Tivéssemos acabado na cama? — esclareceu minha prima de forma sedutora. Pois é, Luismi, talvez, mas isso a gente nunca vai saber, não acha?
Ela me deu um selinho nos lábios e saiu pela porta rebolando a bunda provocadoramente, eu fiquei na cozinha pra me acalmar. Isso era demais pra mim, primeiro minha tia, tava claro que ia comer ela de qualquer jeito, mas e minha prima Noélia? Nem passava pela minha cabeça, mesmo que eu também desejasse, e o que rolou agora pouco mostrou que tudo podia ser possível.
Quando entrei na sala, todo mundo tava sentado batendo papo e tomando café. Minha tia me olhou e fez sinal pra eu sentar do lado dela no sofá. Ela me serviu um café e a gente começou a ver um filme romântico sem graça, mas que prendia o espectador na história e no final que todo mundo já conhecia. Eu queria abraçar ela e que ela me abraçasse de volta. Queria sentir os lábios dela de novo e queria ter ela nua só pra mim, mas o filme foi passando entre carinhas de "que lindooooo" ou "que romântico, quero algo assim". Minha tia aproveitava cada chance pra se agarrar no meu braço e deixar eu sentir a peita dela do jeito mais inocente, mas sabendo que aquilo me deixava louco.
Minhas primas não perdiam um detalhe do filme, e minha mãe, na dela como sempre, sem prestar atenção no filme, mas lendo as notícias no tablet. Quando o filme acabou, todo mundo comentou como tinha sido lindo, e nessa hora minha mãe soltou algo que me arrepiou todo.
—Vocês tão a fim de ir ao cinema?
Minhas primas pularam de alegria com um sonoro "siimm", minha tia só me lançou um olhar que dizia tudo.
—Eu até toparia, falei com uma tristeza fingida, mas tenho que estudar. Muito.
—Eu até gostaria, mas prefiro ficar e preparar a roupa de amanhã, quero causar uma boa impressão no meu primeiro dia de trabalho.
—Que chatos vocês são, disse minha mãe. Vamos, meninas, se arrumem que vamos ao cinema e vamos nos divertir pra caralho.
As três subiram para se arrumar. Meu coração ia sair pela boca, batia a mil por hora e meu pau começava a encher de sangue, sabendo o que ia rolar. Minha tia olhou para os quartos, certificando-se de que não havia ninguém, e segurou minha mão com força enquanto me olhava e sorria.
—Se você colocasse sua mão entre minhas pernas, saberia como estou por você. Estou desejando isso há muito tempo.
—Estar comigo? Perguntei idiotamente.
—Meu amor, é te foder. Não conseguia ignorar seus olhares na piscina e as vezes que você ia ao banheiro. Você me parecia tão fofo, tão desejável que, se não estivesse com meu marido, teria te comido quando você tinha quinze anos.
—Tia, eu adoraria que você tivesse feito isso, você é minha deusa, a mulher dos meus sonhos, algo inalcançável para mim.
Recuperamos a compostura quando ouvimos a bagunça das minhas primas e da minha mãe descendo as escadas. Quando chegaram perto de nós, se despediram.
—Bom, seus mortos-vivos, vocês é que perdem, disse minha mãe. Vamos chegar tarde, então se quiserem jantar, a geladeira tá aí, sirvam-se.
Vimos elas saírem e, assim que a porta se fechou, nos fundimos num beijo cheio de paixão, embora minha tia tenha cortado rapidamente.
—Querido, eu sei o que nós dois queremos, mas toda precaução é pouca. Vou tomar um banho, vamos deixar passar um tempo, só por precaução.
Eu estava muito excitado, meu pau doía pra caralho de tão duro que tava, precisava fazer alguma coisa, até pensei em bater uma pra aguentar mais depois, mas queria gozar com minha tia. Adoraria ter entrado no banho com ela e começado o jogo, era algo que desejava há muito tempo, desde que vi um filme pornô onde os atores fodiam debaixo d'água. Chuveiro.
Pensei comigo mesmo que já tinha passado tempo suficiente. Nem minha mãe nem minhas primas iam voltar. Tirei a roupa, fui pro banheiro que minha tia tava usando e entrei debaixo d'água com ela. Quando me viu, mordeu o lábio inferior e na hora se abraçou em mim. Finalmente sentia o corpo nu dela colado no meu, e essa sensação nunca vou esquecer.
— Meu amor, achei que não ia ter coragem de entrar. Gosto que você não me obedeceu.
— Não aguentava mais, tia. Preciso sentir você.
— Querido, quero que me chame de Paula. Me deixa louca quando ouço isso da sua boca.
— Tá bem, Paula.
A gente se fundiu num beijo longo, cheio de safadeza e desejo. Nossas mãos não paravam quietas, acariciando nossos corpos. A pele da minha tia era igual seda, macia e quentinha. Meus lábios foram pro pescoço dela e comecei a beijar, lamber e mordiscar aquela área tão sensível. Os gemidos da minha tia ficaram mais profundos. Meus dedos brincavam com o cuzinho e o clitóris dela, e minha boca chegou nos peitos dela, enormes, generosos, com um mamilo bem marcado, quase como um feijão, e uma aréola marrom e pequena. Com certeza o cirurgião que operou ela fez um trabalho incrível, porque eram totalmente simétricos e perfeitos. Meus dedos continuavam brincando entre as pernas dela, e minha boca devorava aqueles peitos divinos, chupando e mordendo aqueles mamilos esplêndidos, enquanto a mão que tava livre amassava e maltratava eles.
— Meu amor, você me deixou no ponto. Quero sentir sua boca na minha buceta.
Minha tia encostou as costas na parede e colocou um pé numa das prateleiras de obra do chuveiro. Com as mãos nos meus ombros, ela me mostrou o caminho pra minha boca tomar conta da bucetinha dela. Tinha visto poucas bucetas na vida — com a da minha tia, era a terceira —, mas me apaixonei por ela. Fechadinha, pequena, com uns lábios maiores macios e fofinhos e uns lábios menores pequenos cobrindo minimamente o clitóris, que tava vermelho e pra fora da capinha. Minha boca não demorou pra tomar conta dele, lamber e mimar. Minha língua brincava com a bucetinha dela e a penetrava. até que não aguentava mais, a posição estava meio desconfortável, então me concentrei no clitóris dela e enfiei dois dedos dentro da bucetinha dela pra poder foder com eles.
—Vou gozar, céu, anunciou minha tia com a respiração acelerada, não para, meu amor…assim…assiiiiim…aahhh.
As mãos dela se agarraram na minha cabeça pra eu não parar de chupar, o corpo dela tremia e as coxas dela apertavam meu rosto. Senti a gozada dela escorrendo pela minha mão e meu braço, inundando minha boca e molhando meu queixo e pescoço. Isso me deixou louco, o gosto dela era tipo adrenalina, ela ainda tava se recuperando do orgasmo, mas eu não aguentava mais. Levantei, e com um pouco de violência virei ela, e ela, sabendo o que ia rolar, apoiou as mãos e o rosto nos azulejos e empinou a raba provocativamente.
—Vou te foder, Paula, vou te foder até arder sua buceta e transbordar com minhas gozadas.
—Ahhhh…minha vida, sim, me fode, vamos, faz isssoooo.
Meu pau procurou a entrada da bucetinha dela e enfiei até o talo devagar, mas sem parar.
—¡AHHHHHHH! Que gostosoooo pelo amor de deuuuus…me fodeeeee.
Finalmente meu desejo se realizava, e a sensação de estar fodendo minha tia era incrivelmente melhor do que eu imaginava. A buceta dela era apertadinha ou meu pau grande demais, não sei, o fato é que a vagina dela apertava minha cabeça deliciosamente, eu sentia a maciez do interior dela, como minha glande abria ela sem problemas enquanto ela gemia pedindo mais e o calor abrasador que saía daquela caverna do prazer. Meu orgasmo já tava na porta, muitos anos desejando isso e agora meus cinco sentidos estavam se inundando dela. Agarrei os peitos dela enquanto bombava furiosamente a buceta dela e minha tia literalmente morria de prazer.
—Paulaaa, vou gozar, não aguento maaaais.
—Dentro, meu amor, faz dentrooo…deus, vou gozar…vou gozar…sim…sim…siiiiiiiiiiiii.
Senti como a vagina dela espremia meu pau, como se agarrava nele e estrangulava pra tirar toda a porra dos meus ovos. Enfiei meu pau no fundo do ser dela até roçar o útero, minha tia Arqueou as costas e jogou a cabeça pra trás, ferida de prazer. Acho que na minha vida nunca gozei tão brutal assim, meu pau não parava de soltar porra que batia no útero da minha tia, fazendo ela gemer de desejo.
— Meu amor, para, paraaa pelo que você mais quiser. Dizia ela, tentando recuperar o fôlego.
— Te amo, Paula, falava eu beijando as costas dela.
Meu pau ainda tava dentro dela, duro feito diamante, sentia as pulsações do orgasmo dela ainda no meu pau, isso me mantinha aceso. Isso e saber que eu tava comendo a mulher dos meus sonhos. Meus quadris tomaram a iniciativa e comecei uma bombada lenta na buceta da minha tia.
— Meu amoooor que que você tá me fazendo… ummmmm… continuaaaa.
Quis mudar de posição, precisava ver o rosto dela, beijar os lábios dela. Saí de dentro dela e virei ela, tava linda, com a carinha corada e os olhinhos brilhando de desejo. Nos abraçamos, levantei uma perna dela, passei meu braço pela curva do joelho e penetrei ela de novo.
— Deeeeus que delíciaaaa, gemeu minha tia.
Comecei a bombar de novo, sabendo que dessa vez ia durar muito mais. Não demorou muito quando vi minha tia respirando mais fundo e me beijando com paixão, minha outra mão tava agarrada numa bunda dela, sentindo a dureza e a maciez, amassando, puxando ela pra mim pra fazer a penetração mais funda. Os quadris dela começaram a se mexer sem controle e ela deu um grito que devia ter dado pra ouvir no quarteirão inteiro.
— Tô gozandoooo… tô gozandoooo.
Abracei ela contra mim e procurei a boca dela pra calar os gritos. Ela se agarrou no meu pescoço e eu senti os quadris dela se mexendo sem controle, o corpo dela tremia e ela bufava presa do prazer que tava sentindo. Eu não parava de bombar aquela bucetinha divina, com uma cadência constante, mas de vez em quando comia ela selvagemente, acho que ela não tinha terminado o orgasmo quando veio outro e logo depois mais um, eu não aguentava, meu orgasmo crescia sem parar e com um bufão descarreguei minha gozada dentro da buceta dela. minha tia. A gente demorou pra se acalmar, pra recuperar o fôlego, mas por sorte ainda estávamos debaixo do chuveiro, senão acho que a gente estaria encharcado de suor. A gente continuava bem abraçado, minha tia, com um movimento suave de quadril, tirou meu pau de dentro dela, deixei ela se apoiar com os dois pés, embora não tenhamos desfeito o abraço, a gente continuava se beijando apaixonadamente.
—Minha vida, foi impressionante, amei o que você me fez sentir — disse minha tia com carinho, enquanto apoiava a cabeça no meu ombro.
—Paula, você é meu sonho realizado. Te amo.
—Também te amo, meu amor. Anda, vamos nos lavar, nos secar e ir pra cama.
Isso foi música celestial pros meus ouvidos, minha tia e eu nos ensaboamos mutuamente, prestando atenção especial nas nossas partes, e foi inevitável que meu pau se erguesse de novo, altivo e desafiador, pronto pra um novo ataque. Minha tia olhou hipnotizada pra ele e deu umas boas chupadas.
—Bendita juventude, você vai deixar minha buceta toda arrombada.
Quando chegamos na cama da minha tia, ela entrou de quatro, provocante, mostrando a buceta vermelha de tanto foder e o cuzinho, lindo e meio dilatado. Parecia uma cratera em miniatura e pedia pra ser lambido, chupado e possuído. A bunda dela era tipo uma obra de arte esculpida na academia, era redondinha e empinada. Agarrei aqueles dois globos perfeitos de carne e separei eles pra enfiar minha boca e minha língua naquele esfíncter, lubrificar bem e meter nele. Acho que minha tia entendeu minhas intenções e me fez parar.
—Não, meu amor, por aí ainda não fiz e além disso precisa limpar muito bem. Senão, seria nojento pra caralho.
Minha tia viu minha cara de decepção. Meter naquela bunda gostosa já era o auge do prazer pra mim com aquela deusa.
—Mas isso não significa que eu não queira que você me coma o cu. Só me dá um tempo e deixa eu preparar bem pro meu homem. E agora, meu amor, me dá mais um orgasmo.
Minha tia apoiou o rosto no colchão, me oferecendo a buceta dela. Tava aberta e brilhando com os sucos que saíam da boceta dela. Apontei meu Pau e deixei ela gozar dentro de uma vez só até minhas bolas baterem no clitóris dela.
—Ai meu Deus, siiiiiim... arrebenta sua foxy com teu pau. Minha tia uivou.
Comecei a foder ela brutalmente, minha pélvis batendo na bunda dela enchendo o quarto com sons de tapas, minhas bolas batendo no clitóris dela fazendo ela soltar uns gritinhos bem sensuais. O cuzinho dela boiava pra mim, me chamando, me provocando. Chupei meu dedão e comecei a acariciar o esfíncter dela, sei que ela gostou pelo gemido de prazer que deu, mas ela me chamou a atenção.
—Não, querido, falou com voz entrecortada, por aí não.
Um tapa naquela bunda perfeita fez ela gritar e me olhar submissa.
—Cala a boca e aproveita, foxy.
Enfiei meu dedo no cu dela e ela suspirou de prazer enquanto meu pau perfurava ela e meu dedo dilatava um pouco o esfíncter. Os quadris dela começaram a se mover de novo, prelúdio do orgasmo que crescia dentro dela. Era terrivelmente excitante ver como a buceta dela devorava meu pau, como a bunda redonda dela se mexia no ritmo das minhas estocadas e como ela gemia, era algo que sempre quis, fazer minha tia gemer de prazer enquanto a fodia.
—Meu amor, meu amor... vou gozar... aaaaaah... ai meu Deus.
Minha tia arqueou as costas e levantou a cabeça tentando pegar ar, o orgasmo dela espremia meu pau de novo e meu dedo enfiado no cu dela sentia como também estrangulava ele, presa do orgasmo que atravessava o corpo dela.
—Querido... faz isso não acabar, falou com voz entrecortada, te amo.
—Paulaaaa, vou gozar... aggggg... tomaaaa... tomaaaaaa.
Enfiei meu pau de novo até as bolas enquanto me esvaziava dentro dela, pros dois foi um orgasmo muito longo que nos deixou exaustos. Minha tia se deixou cair na cama e eu caí em cima dela com meu pau bem enfiado dentro dela. Sabia que isso estava chegando ao fim, não sabia que horas seriam, mas com certeza teríamos que nos vestir.
—Adoro sentir você dentro de mim, como me enche, como me faz ter uns orgasmos incríveis.
Meus lábios cobriam ela de beijos, e eu sussurrava no ouvido dela. o quanto a queria e o quanto a desejava. Minha tia ronronava dengosa se sentindo amada. Naqueles momentos, um alarme tocou insistentemente, nós dois nos assustamos, minha tia me fez sair de dentro dela e esticou a mão desligando um despertador.
— Temos que nos vestir, meu amor, acho que o filme já deve ter terminado e sua mãe e as meninas vão chegar daqui a pouco. Disse minha tia com tristeza.
— Paula, adoraria passar a noite com você.
— Eu sei, meu céu, eu também quero, mas temos que ser muito cuidadosos. Anda, vai se vestir.
Nós demos um beijo e foi difícil nos separar, nossa, tinha sido uma tarde incrível, ainda não acreditava, eu um moleque de 20 anos tinha comido uma mulher gostosa pra caralho, meu amor platônico. Logo já estava vestido e tinha mudado um pouco a aparência da minha escrivaninha. Conhecia minha mãe e sabia que ela reparava muito nas coisas e, como minha tia disse, todo cuidado era pouco.
Me aproximei do quarto dela e ela já tinha arrumado a cama, tinha um pouco de roupa cuidadosamente colocada sobre a cama, mas ela só estava de calcinha bem sensual, isso fez meu pau ficar duro de novo, enquanto me aproximava dela e a abraçava encostando minha dureza na bunda dela.
— Luismi, para, disse minha tia com voz séria. Sabe que adoraria continuar, mas temos que parar. Desce e me espera na cozinha, anda, falou secamente.
CONTINUA
— Aggg… Luismi, você tá todo suado. Vai tomar um banho.
— Alba, é o que acontece quando você volta de uma corrida — falei, brincando, enquanto me aproximava dela pra abraçar, e ela se esquivava entre risadas.
Minha tia subiu pro quarto dela pra pegar algo que tinha esquecido, e minha mãe, mesmo eu estando suado, me abraçou.
— Mãe, tô encharcado — reclamei.
— E daí? É só água. Além disso, é o suor do meu menino, do meu homem — disse ela, com orgulho.
Olhei pra ela estranho. De onde vinha aquilo agora?
— Sua tia me contou o que aconteceu ontem à noite quando você chegou. Como você tratou ela, como a escutou e como deu carinho e compreensão. Ontem, quando fui dormir, deixei uma mulher destruída, e hoje de manhã eu tinha a Paula de sempre, alegre e divertida. Só posso te agradecer, meu amor. Obrigada por ser quem você é.
— Ah, mãe… Se você soubesse minhas reais intenções ontem à noite, com certeza me daria um tapa na cara de tão tarado — pensei, olhando nos olhos dela.
— Não me agradeça, mãe. Acho que fiz o que tinha que fazer e o que você me pediu. Ajudei e fui carinhoso com ela. Ela precisava.
— Claro que sim, querido — disse ela, com amor. — Vai lá pra cima tomar um banho. A gente se vê na hora do almoço.
Antes de entrar no meu quarto, minha tia, que saía do dela, me chamou. Ela estava linda demais, com uma camisa justa mostrando uns peitos incríveis e um decote sedutor, uma calça jeans apertadíssima que destacava a silhueta invejável e uns sapatos de salto que valorizavam as pernas e aquela bunda impressionante. Me apaixonei por ela.
— Bom dia, querido. Dormiu bem? Se aliviou pensando em mim?
Fiquei travado, sem saber o que dizer. Senti o olhar excitado dela, o perfume, e então ela se aproximou do meu ouvido e sussurrou:
— Eu me deitei na minha cama, tirei minha calcinha e me abri bem. de pernas abertas, enfiando três dedos dentro de mim enquanto pensava em você… gozei que nem uma égua.
—Ti… tia, falei excitado, com a voz baixinha, por que você faz isso comigo? Perguntei inocente.
—Por isso, meu amor, ela disse, apontando pra minha ereção descontrolada, adoro te provocar. Aliás, falou se afastando com um sorriso malvado no rosto, sua prima Noelia vai ficar aqui em casa, toma cuidado com ela.
Fechei a porta, me despi e me masturbei de novo pensando na minha tia e no que ela tinha dito. Gozei que nem um bicho, enquanto na minha cabeça aparecia minha tia de pernas abertas se esgoelando. É uma puta, pensei, ela me tem na mão.
Fui pro chuveiro puto comigo mesmo, por ser idiota, inocente, otário, cheira-calcinha e mais uns adjetivos que não me vêm agora, mas que descreveriam o quão estúpido um homem pode ser nas mãos de uma mulher gostosa.
Minha raiva da minha tia aumentava a cada minuto, se tem uma coisa que eu odeio é me sentir manipulado e nas mãos de uma pessoa mimada, e minha tia sabia como me controlar, tenho certeza que ela sabia da minha atração por ela desde que eu era adolescente e agora, na minha casa e com toda essa história, ela ia me ter como um cachorrinho de colo e eu não ia aceitar isso.
Quando terminei, me vesti e desci pra cozinha pegar alguma coisa, uma cerveja cairia bem.
—Bom dia, Luismi.
A voz da Noelia soou doce atrás de mim. Quando me virei, ela estava de pé e eu fiz uma cara de…«isso não pode ser»ali na minha frente estava minha prima com uma camiseta super justa e sem sutiã por baixo, os peitos dela se desenhavam perfeitamente, assim como os bicos que pareciam que iam rasgar o tecido. Um leggings que era como uma segunda pele se ajustava na anatomia dela perfeitamente, ela não tava de calcinha, os lábios da bucetinha dela se marcavam nítidos no tecido, ela se virou e abriu a porta do armário pra procurar alguma coisa, ficando na ponta dos pés e mostrando uma bunda redonda, empinada, com formato de maçã. Aquele tecido desenhava o contorno dela, parecia que tava pelada e me confirmou que não tava de calcinha, não tinha marca de costura nem nada.
Ela veio na minha direção, me encarando desafiante nos olhos, abriu a porta da geladeira e serviu um suco de laranja pra voltar de novo na minha frente, se apoiando na bancada da cozinha e me encarando fixamente.
— Ontem à noite te vi falando com minha mãe. Sobre o que vocês conversaram?
— De tudo e de nada. Falei com indiferença.
— Ela te contou que a gente brigou ontem no jantar.
— Ela me contou que a filha mais velha tinha envergonhado ela na frente da família e chamado ela de puta não uma ou duas vezes, mas um monte delas.
— Essa rabuda arruinou minha vida, explodiu Noelia furiosa, por culpa dessa puta olha como eu tô agora, vivendo da caridade de vocês, sem um puto centavo e com meu futuro bem incerto, tudo porque na época ela não soube fechar as pernas, a vagabunda.
Olhei pra minha prima Noelia desencantado, como sempre egoísta, arrogante, superficial e mal-educada, isso feiava ela pra caralho.
— Você se ouviu, Noelia? Só escutei eu, eu, eu e mais eu, você é a menina mais egoísta que já conheci e acho que antes de julgar sua mãe, você devia saber por que ela fez o que fez. Lembra que não é só você que tá numa situação difícil, sua irmã mais nova também tá, que tá mostrando mais maturidade e firmeza que você, e sua mãe, que tem uma culpa enorme por ter metido vocês nessa história. E por favor, Não chama sua mãe de puta. Você já se olhou no espelho pra ver como tá vestida? Você sim que parece uma puta, e das mais vulgares e baratas. Vai se trocar antes que todo mundo chegue e, pelo amor de Deus, tenha um pouco de respeito pela sua mãe.
Noelia estava chorando em silêncio. Toda aquela arrogância dela estava caindo em lágrimas pelo rosto, mas eu não senti nenhuma empatia por ela. Ela foi em direção à porta, mas antes me olhou confusa.
— Sabe de uma? Você me decepcionou, Luismi. Pensei que você me entenderia, mas vejo que também está contra mim.
— Fico feliz em ter te decepcionado, priminha. Você sozinha coloca as pessoas contra você, do jeito que elas veem sua personalidade e como você é.
Minha prima saiu daquela cozinha chorando e se trancou no quarto dela. Noelia achou que, se aparecesse vestida daquele jeito, eu babaria por ela, me ganharia e me colocaria contra a mãe dela, formando uma frente unida pra foder com a vida dela. Mas isso era só mais uma forma de manipulação, e eu me recusei a entrar nesse jogo.
Fui pro meu quarto, comecei a estudar e continuei um trabalho que tinha que apresentar. Percebi que, mesmo vendo minha prima do jeito que ela estava vestida, nem me abalei. O normal seria eu ter tido uma ereção do caralho, mas fiquei tranquilo o tempo todo que a gente conversou. Coloquei uma música e me concentrei no que estava fazendo. Por algumas horas, minha tia e minha prima sumiram da minha cabeça.
Pouco depois, as vozes da minha mãe e da minha tia anunciaram que tinham chegado em casa. Esperei minha mãe entrar, como ela sempre fazia pra me cumprimentar, e quando ela me viu, soube que algo tinha acontecido. Contei o que rolou com Noelia, até falei como ela estava vestida, e ela aprovou minha atitude e o que eu respondi.
— Querido, sei que isso vai ser difícil pra todo mundo, disse minha mãe, mas você vai ver que em algumas semanas tudo muda.
— Tomara, mãe. Tomara.
— Além disso, sua tia arrumou um emprego numa loja de lingerie bem famosa. A gente tava andando no shopping e, quando passou pela vitrine, tinha um cartaz escrito "precisa-se de vendedora". Ela não hesitou. Duvidoso, ele entrou e falou com a dona. Segunda-feira ele começa à tarde.
— Pois olha, isso vai ajudar ele a passar melhor esse momento difícil.
— Ah! E outra coisa, a Alba me falou sobre o instituto, deixa comigo, conheço o diretor do Joaquín Rodrigo e ele vai poder dar uma força, com certeza.
O instituto Joaquín Rodrigo ficava a uns trezentos metros da minha casa e, se a Alba conseguisse entrar lá, seria ótimo pela proximidade. Minha tia tentou falar comigo no meu quarto, mas educadamente falei pra ela esperar lá embaixo, que naquele momento não dava pra atendê-la. Eu precisava que tivesse gente por perto pra minha tia não me excitar até eu ficar louco, não ia deixar ela me manipular do jeito que quisesse. Sei que isso a irritou, mas ela agradeceu eu ter falado com a Noelia.
Naquele dia, o almoço foi meio tenso, todo mundo comeu em silêncio. A Noelia estava com os olhos vermelhos de tanto chorar e praticamente não comeu nada. Ninguém falou nada, mas eu conhecia minha mãe e ela não aguentava aquela atitude, com certeza à noite, no jantar, o prato estaria lá de novo.
Naquela noite, saí de novo com os amigos e tentei esquecer um pouco a confusão que tava rolando em casa, mas não consegui. Lá pelas quatro da manhã cheguei em casa e vi luz acesa na sala de novo, xinguei pra caralho, pensando que podia ser minha tia de novo, mas quando entrei, encontrei a Noelia dormindo no sofá com a televisão desligada. Ela tava linda pra caralho, mentiria se dissesse o contrário, só me limitei a colocar um cobertor por cima dela e fui dormir, tava muito cansado.
No domingo de manhã, acordei tarde. Minha mãe e minha tia estavam na cozinha conversando e vendo televisão, minhas primas estavam lá. Com carinho, cumprimentei minhas primas e dei um beijo em cada uma de bom dia, esse gesto sei que a Noelia agradeceu. Quando entrei na cozinha, as duas me olharam com carinho.
— Bom dia, "belo adormecido" — disse minha tia com um sorrisão.
— Moleque — minha mãe me repreendeu —, todo fim de semana você acorda mais tarde.
— Ai, Maripi — minha tia protestou —, ele tem 20 anos, pelo amor de Deus, ela tá na idade de fazer loucuras e, se não, lembra dos seus 20 anos na faculdade. Eu ainda me lembro, e olha que eu tinha 13 anos, do quanto você chegava tarde em casa.
As duas caíram na risada e relembravam as broncas que meu avô dava na minha mãe quando ela chegava quase de manhã.
— Além disso — disse minha tia —, com certeza teve "assuntinho", né? Mais divertida.
— Isso, isso, teve "assuntinho"? — perguntou minha mãe, inquisidora.
As duas apoiaram os queixos nas palmas das mãos enquanto me olhavam com sarcasmo. Olha, me entendam: domingo de manhã, meio de ressaca e recém-acordado. Não tava a fim de zoeira e, pra piorar, não teve "assuntinho" nenhum, então não dava pra calar os ataques de fofoca delas tentando descobrir minha atividade com o sexo oposto. Podia ter mentido, inventado algo, mas tava lerdo e só olhei pra elas, desistindo.
— Não teve "assuntinho", suas mentes taradas, só saí com os amigos pra balada. E agora me deixem em paz, vou tomar café e ir pro meu quarto chorar meu fracasso com as mulheres — falei, teatralmente.
As duas caíram na gargalhada e cochicharam algo, as risadas ecoavam pela casa toda. Pô, fiquei meio irritado, então tomei café o mais rápido que pude enquanto minha mãe e minha tia, sei lá, riam de mim ou comigo. Mesmo me chamando pra ficar com elas e bater papo, preferi sumir e ir pro meu quarto estudar e continuar preparando meu trabalho.
Perto da hora do almoço, uns nós dos dedos bateram na minha porta e, antes que eu dissesse algo, minha tia entrou no meu quarto e fechou a porta atrás de si. Ficou encostada na porta, com as mãos pra trás, me olhando com carinho. Fiquei meio assustado e ao mesmo tempo excitado; o jeito dela se vestir era provocante, e agora ela tava na minha frente com uma blusa de lã de angorá, um decote em V e uma saia curta. Dava pra ver que não tava de sutiã, os bicos dos peitos marcavam nítidos na lã, e as pernas dela estavam à mostra sem mídias.
—Oi tia, o que você quer? — falei timidamente.
—Nada, meu amor, só vim te ver e falar pra você descer, daqui a pouco vamos comer.
Minha tia veio até onde eu estava, me abraçou, apoiando os peitos nos meus ombros, e os lábios dela beijaram minha bochecha. As mãos dela começaram a acariciar meu torso, descendo perigosamente até minha barriga e se aproximando da minha ereção já crescendo. Porra, essa mulher tinha um poder total sobre mim, e eu não sabia como agir — era minha tia, mas me deixava louco de desejo.
— Uff… tia, paraa…
— Quer que eu pare? — ela disse, ronronando.
— Você… você é minha tia… isso não… não tá certo… uffff… não é correto.
A mão dela já tinha roçado a ponta do meu pau várias vezes, enquanto os lábios passeavam pelo meu pescoço. Ela virou minha cabeça e me beijou, mas dessa vez nossas línguas se encontraram e se enroscaram.
— Meu bem — disse ela, olhando nos meus olhos —, eu só vejo um homem jovem e uma mulher que se sente desejada há muito tempo.
Nos beijamos de novo, e dessa vez a mão dela entrou dentro da minha calça de pijama e agarrou meu pau, batendo uma punheta suave. Essa sensação quase me fez gozar.
— Paulaaaa, que delícia — gemi, excitado.
— Ummmm, meu menino, como você cresceu, é um homem feito.
Ela tirou a mão de dentro da minha calça; pensei que tudo ia acabar ali, mas ela girou minha cadeira e se posicionou na minha frente. Nos olhávamos nos olhos, e eu via o rostinho carinhoso dela, enquanto ela acariciava meu rosto e nossos lábios se encontravam de novo. Ela se ajoelhou e, segurando minha calça, puxou.
— Levanta a bunda, querido, isso vai te agradar ainda mais.
Quando ela abaixou minha calça, meu pau saltou ereto, arroxeado, colado na minha barriga. Vi minha tia arregalar os olhos e me olhar, sorrindo.
— QUERIDOOO! — exclamou minha tia, surpresa —, você cresceu mesmo, hein.
Ela agarrou ele de novo, olhando como se estivesse hipnotizada. Eu sabia o que ia acontecer e me preparei; não queria passar vergonha na frente da mulher dos meus sonhos, mas ia ser inevitável — assim que sentisse o calor da boca dela, A maciez dos lábios dela tava me fazendo gozar que nem um adolescente tarado.
E aconteceu, ela beijou a ponta enquanto me olhava nos olhos e eu vi ela abrir a boquinha dela e sumir com mais da metade do meu pau lá dentro, pra depois tirar devagar, chupando, sugando, fazendo a língua envolver minha cabeça.
— Paulaaaa… porra… pooooorra…
Eu ia gozar, era inevitável, mas minha tia tava me dando um dos melhores boquetes da minha curta vida. Joguei a cabeça pra trás e fechei os olhos pensando na coisa mais nojenta que viesse na cabeça, mas era totalmente impossível. Senti os lábios dela, a língua brincando com minha glande, e depois o calor escaldante da boca dela no meu pau inteiro. Quando olhei, vi que o nariz dela tinha encostado no meu púbis e meu pau tava enfiado até o talo na boquinha dela, isso foi devastador pra mim. Senti as pulsações no meu períneo, e aquele formigamento gostoso antes de gozar, e avisei ela.
— Paulaaaa… vou gozar, não aguento mais…
Minha tia tirou meu pau da garganta dela, toda babada, me olhou safada enquanto batia uma pra mim e enfiou de novo até a garganta me encarando com tesão, e eu explodi na boquinha dela. Foi inevitável e ela sabia, quando sentiu minha gozada começou a engolir como se a vida dela dependesse disso enquanto segurava minha cabecinha, acariciava minhas bolas e sugava, tirando meu pau da boca dela como se quisesse arrancar meu cérebro também. Foi um orgasmo longo pra caralho e muito gostoso que me deixou com vontade dela, de sentir pele com pele, de devolver o prazer que ela me deu.
— Melhorô, meu amor? Cê gostô? — perguntou minha tia.
— Porra, tia, foi fantástico… não… não consigo explicar.
Levantei e abracei ela, beijando com amor. Minhas mãos desceram até a bunda dela, aquela bunda desejada, e minhas mãos agarraram aqueles dois globos perfeitos de carne, puxando ela pra perto e deixando meu pau entre nossos corpos. Beijei ela com desespero, mas minha tia me parou na hora e me olhou com pena.
— Eu sei o que cê quer, minha vida — disse minha tia, mas agora não é hora, fizemos uma loucura que poderia ter saído caro. Te desejo, meu amor, te desejo como você nem imagina, mas precisamos ser cautelosos, isso não acaba aqui.
Ela pegou minha mão e a levou entre as pernas dela, foi incrivelmente excitante sentir a calcinha dela encharcada, meus dedos afastaram o tecido e meu dedo brincou com a buceta já toda molhada, mas a mão dela tirou a minha dali na hora e mostrou na frente dos meus olhos.
— Chupa seus dedos, querido — disse minha tia num sussurro.
Enfiei os dedos na boca, provando o gosto dela, a excitação dela, o desejo dela, e meu pau endureceu de novo, procurando ela mais uma vez. Minha tia olhou satisfeita e me beijou com gula, sentindo nossos próprios sabores.
— E agora, meu rei, vamos comer. Tô morrendo de vontade de ter você dentro de mim.
Quando ela ia saindo pela porta, levantou a saia e mostrou a bunda perfeita, só coberta pela tirinha fina da calcinha fio dental. Olhou por cima do ombro, safada, e me mandou um beijinho no ar. Quando a porta se fechou atrás dela, me deixei cair na cadeira, sem acreditar no que tinha acontecido, mas isso era só o começo.
— Luismiiii... Paulaaaa, vamo comeeeer — ouvi minha mãe gritar.
Pouco depois estávamos todos sentados à mesa comendo, eu ainda não acreditava no que tinha rolado, tentava entrar na conversa, mas na minha cabeça só via aquela mulher incrível do meu lado me fazendo um boquete inacreditável. Ela sabia que eu tava olhando, mas tava falando não sei o quê sobre umas calças pro trabalho. Senti o pé descalço dela acariciando minha panturrilha, como se dissesse «tô contigo, do teu lado». Me limitei a sorrir pros comentários que todo mundo fazia, como se eu estivesse prestando atenção no que diziam.
— Luismi, Luismiiii — ouvi a voz da minha mãe me chamando. Filho, parece que você tá no mundo da lua, aconteceu alguma coisa?
— Não, mãe, é que tô com um problema no trabalho que preciso entregar e não consigo tirar da cabeça.
— Esse menino não sabe desligar da faculdade, nem quando tá dormindo — disse minha mãe, num tom de bronca. Carinhoso. Tava te perguntando se você quer sobremesa.
—Não, mãe, obrigado, só vou tomar um café puro.
—Então ajuda a recolher a mesa enquanto preparo os cafés, falou minha mãe.
Foi o que fiz, recolhemos a mesa num instante. Minha mãe, minha tia e a Alba foram pra sala com uma bandeja e o café, e na cozinha só ficamos eu e minha prima Noelia terminando de colocar tudo na lava-louças. Quando íamos sair, minha prima me segurou pelo braço.
—Luismi, podemos conversar um minuto?
—Claro, Noelia, fala.
—Só queria te pedir desculpa pela minha atitude de ontem. Sei que fui egoísta e mal-educada, mas me entende, minha vida, perdão, nossa vida deu uma guinada de 180 graus e ainda tô meio atordoada, sem acreditar que isso tá acontecendo com a gente.
—Noelia, eu não tenho que te perdoar nada, é sua mãe que você ofendeu. Já falou com ela?
—Sim, e ela me explicou o que acho que também contou pra você. Não aprovo o que ela fez, mas entendo por que fez e os motivos dela. Isso me fez ver minha mãe de um jeito diferente do que eu via antes.
—E como você via ela?
—Melhor não querer saber.
Imaginei que ela via ela como uma foxy ninfomaníaca devoradora de homens que todo dia comia quatro ou cinco caras e depois chegava em casa esperando o marido com um olhar apaixonado, mas cheio de gozo em todos os buraquinhos dela. Acho que eu via ela assim antes de conversar. Olhei pra Noelia com carinho, puxei ela pra perto e dei um abraço. Adorei sentir o corpinho dela colado no meu, e isso fez meu pau, já bem sensível antes do almoço, se erguer de novo. Mesmo tentando disfarçar, foi bem evidente, e ela se abraçou ainda mais, encostando o púbis na minha ereção.
—Então, Luismi... você não tá bravo comigo?
—Não, querida, no máximo um pouco irritado.
—Irritado? Por quê?
—Pela sua roupa de ontem. Quando você entrou na cozinha, tava de dar água na boca, com roupa e tudo.
—E por que não comeu? — perguntou, safada.
—É óbvio, Noelia, você ia me usar pra fazer frente contra sua mãe.
O olhar dela era entre divertida, safada e tarada. Continuava abraçada em mim e se esfregava de leve no meu pau, a danadinha tava me deixando a mil, mas me olhava esperando algo mais.
—Espera, falei confuso, cê tá me dizendo que se eu... tipo, se eu tivesse, como dizer... vamos ver... se eu tivesse dado em cima... você e eu...
—Tivéssemos acabado na cama? — esclareceu minha prima de forma sedutora. Pois é, Luismi, talvez, mas isso a gente nunca vai saber, não acha?
Ela me deu um selinho nos lábios e saiu pela porta rebolando a bunda provocadoramente, eu fiquei na cozinha pra me acalmar. Isso era demais pra mim, primeiro minha tia, tava claro que ia comer ela de qualquer jeito, mas e minha prima Noélia? Nem passava pela minha cabeça, mesmo que eu também desejasse, e o que rolou agora pouco mostrou que tudo podia ser possível.
Quando entrei na sala, todo mundo tava sentado batendo papo e tomando café. Minha tia me olhou e fez sinal pra eu sentar do lado dela no sofá. Ela me serviu um café e a gente começou a ver um filme romântico sem graça, mas que prendia o espectador na história e no final que todo mundo já conhecia. Eu queria abraçar ela e que ela me abraçasse de volta. Queria sentir os lábios dela de novo e queria ter ela nua só pra mim, mas o filme foi passando entre carinhas de "que lindooooo" ou "que romântico, quero algo assim". Minha tia aproveitava cada chance pra se agarrar no meu braço e deixar eu sentir a peita dela do jeito mais inocente, mas sabendo que aquilo me deixava louco.
Minhas primas não perdiam um detalhe do filme, e minha mãe, na dela como sempre, sem prestar atenção no filme, mas lendo as notícias no tablet. Quando o filme acabou, todo mundo comentou como tinha sido lindo, e nessa hora minha mãe soltou algo que me arrepiou todo.
—Vocês tão a fim de ir ao cinema?
Minhas primas pularam de alegria com um sonoro "siimm", minha tia só me lançou um olhar que dizia tudo.
—Eu até toparia, falei com uma tristeza fingida, mas tenho que estudar. Muito.
—Eu até gostaria, mas prefiro ficar e preparar a roupa de amanhã, quero causar uma boa impressão no meu primeiro dia de trabalho.
—Que chatos vocês são, disse minha mãe. Vamos, meninas, se arrumem que vamos ao cinema e vamos nos divertir pra caralho.
As três subiram para se arrumar. Meu coração ia sair pela boca, batia a mil por hora e meu pau começava a encher de sangue, sabendo o que ia rolar. Minha tia olhou para os quartos, certificando-se de que não havia ninguém, e segurou minha mão com força enquanto me olhava e sorria.
—Se você colocasse sua mão entre minhas pernas, saberia como estou por você. Estou desejando isso há muito tempo.
—Estar comigo? Perguntei idiotamente.
—Meu amor, é te foder. Não conseguia ignorar seus olhares na piscina e as vezes que você ia ao banheiro. Você me parecia tão fofo, tão desejável que, se não estivesse com meu marido, teria te comido quando você tinha quinze anos.
—Tia, eu adoraria que você tivesse feito isso, você é minha deusa, a mulher dos meus sonhos, algo inalcançável para mim.
Recuperamos a compostura quando ouvimos a bagunça das minhas primas e da minha mãe descendo as escadas. Quando chegaram perto de nós, se despediram.
—Bom, seus mortos-vivos, vocês é que perdem, disse minha mãe. Vamos chegar tarde, então se quiserem jantar, a geladeira tá aí, sirvam-se.
Vimos elas saírem e, assim que a porta se fechou, nos fundimos num beijo cheio de paixão, embora minha tia tenha cortado rapidamente.
—Querido, eu sei o que nós dois queremos, mas toda precaução é pouca. Vou tomar um banho, vamos deixar passar um tempo, só por precaução.
Eu estava muito excitado, meu pau doía pra caralho de tão duro que tava, precisava fazer alguma coisa, até pensei em bater uma pra aguentar mais depois, mas queria gozar com minha tia. Adoraria ter entrado no banho com ela e começado o jogo, era algo que desejava há muito tempo, desde que vi um filme pornô onde os atores fodiam debaixo d'água. Chuveiro.
Pensei comigo mesmo que já tinha passado tempo suficiente. Nem minha mãe nem minhas primas iam voltar. Tirei a roupa, fui pro banheiro que minha tia tava usando e entrei debaixo d'água com ela. Quando me viu, mordeu o lábio inferior e na hora se abraçou em mim. Finalmente sentia o corpo nu dela colado no meu, e essa sensação nunca vou esquecer.
— Meu amor, achei que não ia ter coragem de entrar. Gosto que você não me obedeceu.
— Não aguentava mais, tia. Preciso sentir você.
— Querido, quero que me chame de Paula. Me deixa louca quando ouço isso da sua boca.
— Tá bem, Paula.
A gente se fundiu num beijo longo, cheio de safadeza e desejo. Nossas mãos não paravam quietas, acariciando nossos corpos. A pele da minha tia era igual seda, macia e quentinha. Meus lábios foram pro pescoço dela e comecei a beijar, lamber e mordiscar aquela área tão sensível. Os gemidos da minha tia ficaram mais profundos. Meus dedos brincavam com o cuzinho e o clitóris dela, e minha boca chegou nos peitos dela, enormes, generosos, com um mamilo bem marcado, quase como um feijão, e uma aréola marrom e pequena. Com certeza o cirurgião que operou ela fez um trabalho incrível, porque eram totalmente simétricos e perfeitos. Meus dedos continuavam brincando entre as pernas dela, e minha boca devorava aqueles peitos divinos, chupando e mordendo aqueles mamilos esplêndidos, enquanto a mão que tava livre amassava e maltratava eles.
— Meu amor, você me deixou no ponto. Quero sentir sua boca na minha buceta.
Minha tia encostou as costas na parede e colocou um pé numa das prateleiras de obra do chuveiro. Com as mãos nos meus ombros, ela me mostrou o caminho pra minha boca tomar conta da bucetinha dela. Tinha visto poucas bucetas na vida — com a da minha tia, era a terceira —, mas me apaixonei por ela. Fechadinha, pequena, com uns lábios maiores macios e fofinhos e uns lábios menores pequenos cobrindo minimamente o clitóris, que tava vermelho e pra fora da capinha. Minha boca não demorou pra tomar conta dele, lamber e mimar. Minha língua brincava com a bucetinha dela e a penetrava. até que não aguentava mais, a posição estava meio desconfortável, então me concentrei no clitóris dela e enfiei dois dedos dentro da bucetinha dela pra poder foder com eles.
—Vou gozar, céu, anunciou minha tia com a respiração acelerada, não para, meu amor…assim…assiiiiim…aahhh.
As mãos dela se agarraram na minha cabeça pra eu não parar de chupar, o corpo dela tremia e as coxas dela apertavam meu rosto. Senti a gozada dela escorrendo pela minha mão e meu braço, inundando minha boca e molhando meu queixo e pescoço. Isso me deixou louco, o gosto dela era tipo adrenalina, ela ainda tava se recuperando do orgasmo, mas eu não aguentava mais. Levantei, e com um pouco de violência virei ela, e ela, sabendo o que ia rolar, apoiou as mãos e o rosto nos azulejos e empinou a raba provocativamente.
—Vou te foder, Paula, vou te foder até arder sua buceta e transbordar com minhas gozadas.
—Ahhhh…minha vida, sim, me fode, vamos, faz isssoooo.
Meu pau procurou a entrada da bucetinha dela e enfiei até o talo devagar, mas sem parar.
—¡AHHHHHHH! Que gostosoooo pelo amor de deuuuus…me fodeeeee.
Finalmente meu desejo se realizava, e a sensação de estar fodendo minha tia era incrivelmente melhor do que eu imaginava. A buceta dela era apertadinha ou meu pau grande demais, não sei, o fato é que a vagina dela apertava minha cabeça deliciosamente, eu sentia a maciez do interior dela, como minha glande abria ela sem problemas enquanto ela gemia pedindo mais e o calor abrasador que saía daquela caverna do prazer. Meu orgasmo já tava na porta, muitos anos desejando isso e agora meus cinco sentidos estavam se inundando dela. Agarrei os peitos dela enquanto bombava furiosamente a buceta dela e minha tia literalmente morria de prazer.
—Paulaaa, vou gozar, não aguento maaaais.
—Dentro, meu amor, faz dentrooo…deus, vou gozar…vou gozar…sim…sim…siiiiiiiiiiiii.
Senti como a vagina dela espremia meu pau, como se agarrava nele e estrangulava pra tirar toda a porra dos meus ovos. Enfiei meu pau no fundo do ser dela até roçar o útero, minha tia Arqueou as costas e jogou a cabeça pra trás, ferida de prazer. Acho que na minha vida nunca gozei tão brutal assim, meu pau não parava de soltar porra que batia no útero da minha tia, fazendo ela gemer de desejo.
— Meu amor, para, paraaa pelo que você mais quiser. Dizia ela, tentando recuperar o fôlego.
— Te amo, Paula, falava eu beijando as costas dela.
Meu pau ainda tava dentro dela, duro feito diamante, sentia as pulsações do orgasmo dela ainda no meu pau, isso me mantinha aceso. Isso e saber que eu tava comendo a mulher dos meus sonhos. Meus quadris tomaram a iniciativa e comecei uma bombada lenta na buceta da minha tia.
— Meu amoooor que que você tá me fazendo… ummmmm… continuaaaa.
Quis mudar de posição, precisava ver o rosto dela, beijar os lábios dela. Saí de dentro dela e virei ela, tava linda, com a carinha corada e os olhinhos brilhando de desejo. Nos abraçamos, levantei uma perna dela, passei meu braço pela curva do joelho e penetrei ela de novo.
— Deeeeus que delíciaaaa, gemeu minha tia.
Comecei a bombar de novo, sabendo que dessa vez ia durar muito mais. Não demorou muito quando vi minha tia respirando mais fundo e me beijando com paixão, minha outra mão tava agarrada numa bunda dela, sentindo a dureza e a maciez, amassando, puxando ela pra mim pra fazer a penetração mais funda. Os quadris dela começaram a se mexer sem controle e ela deu um grito que devia ter dado pra ouvir no quarteirão inteiro.
— Tô gozandoooo… tô gozandoooo.
Abracei ela contra mim e procurei a boca dela pra calar os gritos. Ela se agarrou no meu pescoço e eu senti os quadris dela se mexendo sem controle, o corpo dela tremia e ela bufava presa do prazer que tava sentindo. Eu não parava de bombar aquela bucetinha divina, com uma cadência constante, mas de vez em quando comia ela selvagemente, acho que ela não tinha terminado o orgasmo quando veio outro e logo depois mais um, eu não aguentava, meu orgasmo crescia sem parar e com um bufão descarreguei minha gozada dentro da buceta dela. minha tia. A gente demorou pra se acalmar, pra recuperar o fôlego, mas por sorte ainda estávamos debaixo do chuveiro, senão acho que a gente estaria encharcado de suor. A gente continuava bem abraçado, minha tia, com um movimento suave de quadril, tirou meu pau de dentro dela, deixei ela se apoiar com os dois pés, embora não tenhamos desfeito o abraço, a gente continuava se beijando apaixonadamente.
—Minha vida, foi impressionante, amei o que você me fez sentir — disse minha tia com carinho, enquanto apoiava a cabeça no meu ombro.
—Paula, você é meu sonho realizado. Te amo.
—Também te amo, meu amor. Anda, vamos nos lavar, nos secar e ir pra cama.
Isso foi música celestial pros meus ouvidos, minha tia e eu nos ensaboamos mutuamente, prestando atenção especial nas nossas partes, e foi inevitável que meu pau se erguesse de novo, altivo e desafiador, pronto pra um novo ataque. Minha tia olhou hipnotizada pra ele e deu umas boas chupadas.
—Bendita juventude, você vai deixar minha buceta toda arrombada.
Quando chegamos na cama da minha tia, ela entrou de quatro, provocante, mostrando a buceta vermelha de tanto foder e o cuzinho, lindo e meio dilatado. Parecia uma cratera em miniatura e pedia pra ser lambido, chupado e possuído. A bunda dela era tipo uma obra de arte esculpida na academia, era redondinha e empinada. Agarrei aqueles dois globos perfeitos de carne e separei eles pra enfiar minha boca e minha língua naquele esfíncter, lubrificar bem e meter nele. Acho que minha tia entendeu minhas intenções e me fez parar.
—Não, meu amor, por aí ainda não fiz e além disso precisa limpar muito bem. Senão, seria nojento pra caralho.
Minha tia viu minha cara de decepção. Meter naquela bunda gostosa já era o auge do prazer pra mim com aquela deusa.
—Mas isso não significa que eu não queira que você me coma o cu. Só me dá um tempo e deixa eu preparar bem pro meu homem. E agora, meu amor, me dá mais um orgasmo.
Minha tia apoiou o rosto no colchão, me oferecendo a buceta dela. Tava aberta e brilhando com os sucos que saíam da boceta dela. Apontei meu Pau e deixei ela gozar dentro de uma vez só até minhas bolas baterem no clitóris dela.
—Ai meu Deus, siiiiiim... arrebenta sua foxy com teu pau. Minha tia uivou.
Comecei a foder ela brutalmente, minha pélvis batendo na bunda dela enchendo o quarto com sons de tapas, minhas bolas batendo no clitóris dela fazendo ela soltar uns gritinhos bem sensuais. O cuzinho dela boiava pra mim, me chamando, me provocando. Chupei meu dedão e comecei a acariciar o esfíncter dela, sei que ela gostou pelo gemido de prazer que deu, mas ela me chamou a atenção.
—Não, querido, falou com voz entrecortada, por aí não.
Um tapa naquela bunda perfeita fez ela gritar e me olhar submissa.
—Cala a boca e aproveita, foxy.
Enfiei meu dedo no cu dela e ela suspirou de prazer enquanto meu pau perfurava ela e meu dedo dilatava um pouco o esfíncter. Os quadris dela começaram a se mover de novo, prelúdio do orgasmo que crescia dentro dela. Era terrivelmente excitante ver como a buceta dela devorava meu pau, como a bunda redonda dela se mexia no ritmo das minhas estocadas e como ela gemia, era algo que sempre quis, fazer minha tia gemer de prazer enquanto a fodia.
—Meu amor, meu amor... vou gozar... aaaaaah... ai meu Deus.
Minha tia arqueou as costas e levantou a cabeça tentando pegar ar, o orgasmo dela espremia meu pau de novo e meu dedo enfiado no cu dela sentia como também estrangulava ele, presa do orgasmo que atravessava o corpo dela.
—Querido... faz isso não acabar, falou com voz entrecortada, te amo.
—Paulaaaa, vou gozar... aggggg... tomaaaa... tomaaaaaa.
Enfiei meu pau de novo até as bolas enquanto me esvaziava dentro dela, pros dois foi um orgasmo muito longo que nos deixou exaustos. Minha tia se deixou cair na cama e eu caí em cima dela com meu pau bem enfiado dentro dela. Sabia que isso estava chegando ao fim, não sabia que horas seriam, mas com certeza teríamos que nos vestir.
—Adoro sentir você dentro de mim, como me enche, como me faz ter uns orgasmos incríveis.
Meus lábios cobriam ela de beijos, e eu sussurrava no ouvido dela. o quanto a queria e o quanto a desejava. Minha tia ronronava dengosa se sentindo amada. Naqueles momentos, um alarme tocou insistentemente, nós dois nos assustamos, minha tia me fez sair de dentro dela e esticou a mão desligando um despertador.
— Temos que nos vestir, meu amor, acho que o filme já deve ter terminado e sua mãe e as meninas vão chegar daqui a pouco. Disse minha tia com tristeza.
— Paula, adoraria passar a noite com você.
— Eu sei, meu céu, eu também quero, mas temos que ser muito cuidadosos. Anda, vai se vestir.
Nós demos um beijo e foi difícil nos separar, nossa, tinha sido uma tarde incrível, ainda não acreditava, eu um moleque de 20 anos tinha comido uma mulher gostosa pra caralho, meu amor platônico. Logo já estava vestido e tinha mudado um pouco a aparência da minha escrivaninha. Conhecia minha mãe e sabia que ela reparava muito nas coisas e, como minha tia disse, todo cuidado era pouco.
Me aproximei do quarto dela e ela já tinha arrumado a cama, tinha um pouco de roupa cuidadosamente colocada sobre a cama, mas ela só estava de calcinha bem sensual, isso fez meu pau ficar duro de novo, enquanto me aproximava dela e a abraçava encostando minha dureza na bunda dela.
— Luismi, para, disse minha tia com voz séria. Sabe que adoraria continuar, mas temos que parar. Desce e me espera na cozinha, anda, falou secamente.
CONTINUA
CONTINUARÁ
8 comentários - Minha tia e primas se mudam pra minha casa. Parte 3