Fala, galera. Aqui vai um relato que cada um vai saber ou imaginar se é real, se aconteceu com vocês, ou se é só imaginação, ou um "um amigo me contou", e vou contar em primeira pessoa.
Corria o ano de 81... numa área conhecida na Patagônia... Janeiro, chega um telegrama mandando eu me apresentar no quartel. Com esse telegrama, tinha que ir na rodoviária, e lá me davam a passagem de graça. Isso foi em fevereiro. O trajeto, o tratamento, a outra revisão médica, entrega de roupa e distribuição do pessoal, já lá dentro, vou pular.
O negócio é que os primeiros cinquenta dias a gente passou no campo, muito mato, riacho e tempo bom pra essa época por essas bandas. Depois dos primeiros 15 dias, já acostumados com o lugar, lembro que nos domingos de manhã a gente tinha "folga", que era poder sair pra caminhar pelo mato... ou outra besteira pra fazer, mas era livre... Nesse dia, fui com outro cara na beira de um riacho, meio afastado dos outros... Pedro (o nome dele) me pergunta se eu não tava a fim de transar... Sim, falei, mas com quem? Como a gente não se conhecia bem, e eu era só hétero, e falei isso. Aí ele bateu uma punheta, e bateu uma pra mim também... mas fez isso porque viu que a minha era um pouco maior que a dele, e ele topou; ficou por isso, e meio que não andou mais comigo...
Na semana (tava com vontade), fui lá pras 11 da noite, no banheiro (que eram latrinas separadas por umas ripinhas finas), lá encontrei o guarda (outro soldado como eu), perguntei se tinha mais alguém... tudo isso ficava uns 60 metros afastado. Quando ele falou que sim, perguntei se dava pra fazer alguma coisa ali... bom, aí foi que chupei um pau pela primeira vez... encheu minha boca toda de porra... e engoli, claro.
Esse também nunca mais vi, porque ele não me reconheceu, nem eu ele... mas ele me chupou primeiro... haha!
E assim foram passando os dias, até que a gente foi pro quartel (já tava começando a nevar). Lá tinha que voltar a começar a me acomodar... eu fiquei num escritório, já que era office boy antes de entrar.
Lá, fiz amizade com um subtenente jovem... ele morava na frente do quartel, do outro lado da estrada. Viramos grandes amigos, porque eu resolvia toda a papelada do escritório dele. Pra ele, isso era o máximo, já que odiava papelada... e ele ainda me emprestava o carro pra ir pra cidade... ha!
Um dia, conheci a namorada dele, que foi visitá-lo... a puta gostosa tava tomando sol pelada na garagem quando cheguei. Quando ela foi embora, uns 10 dias depois, o oficial me convidou pra jantar com ele. Fui e perguntei se podia dormir lá, porque era sábado e ficava longe voltar pro quartel, arrumar a cama, e já era umas 11 da noite...
Ele disse que sim, mas ia me cobrar... sem problema, te pago, falei... ha! O cara tinha uma pica comprida, uns 22 cm, pelo que calculei... mas aí é que tá: a pica dele era fina, tipo uns 3,5 cm. Naquela noite, ele me fez chupar a pica dele, tomei a porra toda, mas era muito gostosa, porque o cara se cuidava muito na comida; e é incrível como isso faz diferença. Ele quis me comer, mas não deixei, me fiz de difícil... claro!, não era questão de dar o cu de primeira, eu ainda era virgem por lá...
Ficamos assim, no dia seguinte, ele me convidou pra almoçar e de sobremesa me deu porra de pica, direto da fonte... ha!. Mas pra eu colocar na boca, tinha que segurar a pica dele com uma mão na base, pra não engasgar... mesmo assim, me fazia ter ânsia.
Daí em diante, ficamos mais amigos... mas ele queria me comer, e eu ficava de cu cheio d'água... claro, queria experimentar. Durante a semana, reconheci o cara com quem a gente chupava pica no acampamento... descobri porque ele tinha tinta no luva que pintou no campo, e usava a mesma. Com esse, continuamos nos chupando, ele também queria me comer... deixei ele enfiar dois dedos, só; e eu enfiava os dedos nele também.
Naquele sábado, fui convidado pra casa do subtenente... falei pra ele Um dia antes, comprei vaselina. Depois do jantar, fomos pra cama... Aí chupei bem a pica dele, tomei o gozo, ele também chupou a minha. Pedi pra ele chupar meu cu um pouco, e, verdade, de quatro, ele enfiou a língua no meu cu, e o prazer que senti, nunca mais encontrei. Continua...
Corria o ano de 81... numa área conhecida na Patagônia... Janeiro, chega um telegrama mandando eu me apresentar no quartel. Com esse telegrama, tinha que ir na rodoviária, e lá me davam a passagem de graça. Isso foi em fevereiro. O trajeto, o tratamento, a outra revisão médica, entrega de roupa e distribuição do pessoal, já lá dentro, vou pular.
O negócio é que os primeiros cinquenta dias a gente passou no campo, muito mato, riacho e tempo bom pra essa época por essas bandas. Depois dos primeiros 15 dias, já acostumados com o lugar, lembro que nos domingos de manhã a gente tinha "folga", que era poder sair pra caminhar pelo mato... ou outra besteira pra fazer, mas era livre... Nesse dia, fui com outro cara na beira de um riacho, meio afastado dos outros... Pedro (o nome dele) me pergunta se eu não tava a fim de transar... Sim, falei, mas com quem? Como a gente não se conhecia bem, e eu era só hétero, e falei isso. Aí ele bateu uma punheta, e bateu uma pra mim também... mas fez isso porque viu que a minha era um pouco maior que a dele, e ele topou; ficou por isso, e meio que não andou mais comigo...
Na semana (tava com vontade), fui lá pras 11 da noite, no banheiro (que eram latrinas separadas por umas ripinhas finas), lá encontrei o guarda (outro soldado como eu), perguntei se tinha mais alguém... tudo isso ficava uns 60 metros afastado. Quando ele falou que sim, perguntei se dava pra fazer alguma coisa ali... bom, aí foi que chupei um pau pela primeira vez... encheu minha boca toda de porra... e engoli, claro.
Esse também nunca mais vi, porque ele não me reconheceu, nem eu ele... mas ele me chupou primeiro... haha!
E assim foram passando os dias, até que a gente foi pro quartel (já tava começando a nevar). Lá tinha que voltar a começar a me acomodar... eu fiquei num escritório, já que era office boy antes de entrar.
Lá, fiz amizade com um subtenente jovem... ele morava na frente do quartel, do outro lado da estrada. Viramos grandes amigos, porque eu resolvia toda a papelada do escritório dele. Pra ele, isso era o máximo, já que odiava papelada... e ele ainda me emprestava o carro pra ir pra cidade... ha!
Um dia, conheci a namorada dele, que foi visitá-lo... a puta gostosa tava tomando sol pelada na garagem quando cheguei. Quando ela foi embora, uns 10 dias depois, o oficial me convidou pra jantar com ele. Fui e perguntei se podia dormir lá, porque era sábado e ficava longe voltar pro quartel, arrumar a cama, e já era umas 11 da noite...
Ele disse que sim, mas ia me cobrar... sem problema, te pago, falei... ha! O cara tinha uma pica comprida, uns 22 cm, pelo que calculei... mas aí é que tá: a pica dele era fina, tipo uns 3,5 cm. Naquela noite, ele me fez chupar a pica dele, tomei a porra toda, mas era muito gostosa, porque o cara se cuidava muito na comida; e é incrível como isso faz diferença. Ele quis me comer, mas não deixei, me fiz de difícil... claro!, não era questão de dar o cu de primeira, eu ainda era virgem por lá...
Ficamos assim, no dia seguinte, ele me convidou pra almoçar e de sobremesa me deu porra de pica, direto da fonte... ha!. Mas pra eu colocar na boca, tinha que segurar a pica dele com uma mão na base, pra não engasgar... mesmo assim, me fazia ter ânsia.
Daí em diante, ficamos mais amigos... mas ele queria me comer, e eu ficava de cu cheio d'água... claro, queria experimentar. Durante a semana, reconheci o cara com quem a gente chupava pica no acampamento... descobri porque ele tinha tinta no luva que pintou no campo, e usava a mesma. Com esse, continuamos nos chupando, ele também queria me comer... deixei ele enfiar dois dedos, só; e eu enfiava os dedos nele também.
Naquele sábado, fui convidado pra casa do subtenente... falei pra ele Um dia antes, comprei vaselina. Depois do jantar, fomos pra cama... Aí chupei bem a pica dele, tomei o gozo, ele também chupou a minha. Pedi pra ele chupar meu cu um pouco, e, verdade, de quatro, ele enfiou a língua no meu cu, e o prazer que senti, nunca mais encontrei. Continua...
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