A noite tinha passado, e amanheci com uma dor de cabeça do caralho. O álcool já tava me afetando cada vez mais. Não sou tão velho, mas parece que os anos tão pesando, talvez por causa do abuso na adolescência. Além disso, as poucas horas de sono e o sexo às vezes cobram seu preço no dia seguinte, ainda mais quando tem que acordar cedo e você leva no cu. Com uma dor de cabeça infernal, sentia a dor no meu cu. — Markus, seu filho da puta, tem uma pica maior do que eu imaginava. Pelo menos a Clara come bem quando não tá comigo. — Pensei, depois de terminar de me arrumar. Nisso, chega uma mensagem da Belén, uma colega da faculdade. — Tô com a tarde livre, a gente podia se ver um pouco, conversar, tomar alguma coisa. A cabeça tava pulsando, mas mesmo assim respondi. — Claro, mas tô fora de beber álcool. Ontem à noite exagerei e tô com uma puta ressaca. — Respondi. Ela me mandou um emoji de rosto corado e depois outro sorrindo. Falei pra ela me ligar quando estivesse livre.
A universidade tava como sempre, fria de manhã, minhas putas pernas e pés congelando, e pra piorar, eu não conseguia sentar direito. Passei a manhã inteira assim até a hora do almoço, quando minhas aulas terminaram. Aí a Belén me ligou pra falar que tava livre naquele horário, que a gente podia se encontrar pra almoçar junto. Aceitei, a gente já tinha transado umas duas vezes, mas por causa dos horários a gente tinha parado de se ver, nossos horários eram incompatíveis. Lembro da primeira vez, eu comi ela enquanto a Clara assistia e se masturbava, já tinha passado um tempinho desde aquilo.
Me encontrei com ela, tava do mesmo jeito, talvez um pouco mais magra. Uma mulher de altura média, morena com um belo par de peitos, embora o corpo dela chamasse atenção, ela tava com uma camiseta larga que não deixava nada à mostra. Também tinha uma bunda do caralho, que só de lembrar já me deixava excitado. Me surpreendeu que ela não tivesse usando um decote, parecia que ela curtia ser vista assim. Ela me abraçou forte quando me viu e eu senti os peitos dela encostando no meu peito, parecia que ela não tava usando sutiã. — Tá sem sutiã? Perguntei. — Não, tô com algo mais provocante. Ela respondeu com um olhar safado. Compramos umas coisas pro almoço, e entre elas ela pegou um pouco de sorvete e uma calda de chocolate pra passar por cima, de sobremesa, como ela disse.
Quando chegamos, ela tirou a camiseta que estava usando, e por baixo pude ver o sutiã preto dela, do tipo lingerie erótica. Meu pau endureceu. —Seus peitos estão tão gostosos como sempre — respondi, babando. Ela apoiou os braços debaixo dos seios e os levantou. —Sei que você gosta dos meus peitos, e faz tempo que a gente não transa. Tô há um bom tempo sem comer uma rola, e sendo solteira, ainda mais por causa do tempo, é foda. Lembrei de como a Clara nos viu transando, daquela vez que eu fiz um anal nela e gozei dentro. O sêmen escorrendo pela bunda dela vinha à minha mente. —Lembro de quanto eu curti você encher meu cu de porra, quero mais disso. Ainda tá com a Clara? — ela comentou enquanto arrumava a comida. —Sim, ela tá comendo meu melhor amigo, o Markus, eles se divertem pra caralho. Ela parou o que tava fazendo e me abraçou. —Aw, o coitadinho vê a namorada sendo comida mas não come ninguém. Imagino você batendo uma vendo e ouvindo eles. Sorri pra ela enquanto ela esfregava os peitos na minha cara. —É verdade, faz tempo que não como outra mulher. Não vou mentir, quero lavar seu útero com meu sêmen, o da Clara já tá acostumado com o meu e o do Markus. Mas a Clara não me deixou ver ela cavalgando no Markus. Ela tirou o sutiã, mostrando os peitos lindos dela, pegou a calda de chocolate e derramou um pouco por cima. —Vem, chupa eles. — ela disse, e eu aceitei sem pensar duas vezes.
Comi cada cantinho dos mamilos e dos peitos dela, lambendo o chocolate com minha língua. — Belém, me diz: como você faria pra uma mina hétero transar com outra mulher? — Ela perguntou enquanto passava a mão no meu pau. — Quer fazer a Clara comer uma buceta? Tem fetiche em sapatão? Podia deixar eu tentar redescobrir a sexualidade dela, quem sabe ela acaba comendo mais conchas do que paus. — Ela puxou meu pau duro pra fora da calça, me jogou no sofá e, depois de tirar a calça dela, começou a me masturbar com as mãos, me beijando de língua. — Cê acha que consegue fazer ela gostar de concha? — Perguntei entre os beijos. — Amor, vou fazer até você gostar de pica. — Passei a língua nos peitos dela de novo, agarrando com força, apertando, e depois dando um tapa na bunda. Os lábios da buceta dela começaram a masturbar meu pau, devagar, enquanto ela rebolava em cima de mim. — Belém, você continua sendo uma puta. — Ela sorriu. — Quero que seu gozo escorra por cada canto da minha bunda e da minha xereca, ouviu? — Então joguei ela no sofá e comecei a meter. A primeira foi devagar, e aos poucos fui aumentando a velocidade, até ficar cada vez mais rápido e forte. Foi aí que ela começou a gritar e gemer de prazer. — Isso, mete mais rápido, mais forte, mais fundo. — Gritava enquanto eu colocava uma mão no pescoço dela e apertava, com a outra apertava um dos peitos dela com força e mordia os mamilos. Eu ouvia ela gemer com o ar preso. Depois disso, soltei ela e dei um tapa forte na bunda, que deixou minha mão marcada. — Adoro que você seja minha puta. — Dizia. — Adoro ser sua puta. — Ela respondia. Porra, meu cu ainda tava doendo pra caralho, mas já não tava nem aí.
Depois dessa penetração, eu tirei, senti minha cabeça girando, puta ressaca. —Vou gozar. Falei. —Sim, enche meus lábios vaginais com teu leite, quero minha buceta cheia do teu gozo. Tirei e gozei na vagina dela, parte do sêmen caiu no sofá. Escorreu pelo clitóris dela até o cu. —Mete esse gozo no meu cu com tua língua. Ela disse, e eu me aproximei, então com minha língua lambi o cu dela, e arrastei o sêmen até lá, introduzindo com a língua. —Já basta pra você? Perguntei sorrindo e sabendo a resposta dela. —Não, claro que não, no mínimo vai ter que ser uma segunda vez. Ela disse, pegando um pouco de sêmen com os dedos e colocando na boca, se preparando pra me beijar. Pelo menos dessa vez eu estava um passo mais perto de fazer a Clara transar com a Yami, a Belém ia me ajudar com isso, ver as duas me comendo dava tesão, porque a Clara já fazia tempo que não queria foder outra mulher.
A universidade tava como sempre, fria de manhã, minhas putas pernas e pés congelando, e pra piorar, eu não conseguia sentar direito. Passei a manhã inteira assim até a hora do almoço, quando minhas aulas terminaram. Aí a Belén me ligou pra falar que tava livre naquele horário, que a gente podia se encontrar pra almoçar junto. Aceitei, a gente já tinha transado umas duas vezes, mas por causa dos horários a gente tinha parado de se ver, nossos horários eram incompatíveis. Lembro da primeira vez, eu comi ela enquanto a Clara assistia e se masturbava, já tinha passado um tempinho desde aquilo.
Me encontrei com ela, tava do mesmo jeito, talvez um pouco mais magra. Uma mulher de altura média, morena com um belo par de peitos, embora o corpo dela chamasse atenção, ela tava com uma camiseta larga que não deixava nada à mostra. Também tinha uma bunda do caralho, que só de lembrar já me deixava excitado. Me surpreendeu que ela não tivesse usando um decote, parecia que ela curtia ser vista assim. Ela me abraçou forte quando me viu e eu senti os peitos dela encostando no meu peito, parecia que ela não tava usando sutiã. — Tá sem sutiã? Perguntei. — Não, tô com algo mais provocante. Ela respondeu com um olhar safado. Compramos umas coisas pro almoço, e entre elas ela pegou um pouco de sorvete e uma calda de chocolate pra passar por cima, de sobremesa, como ela disse.
Quando chegamos, ela tirou a camiseta que estava usando, e por baixo pude ver o sutiã preto dela, do tipo lingerie erótica. Meu pau endureceu. —Seus peitos estão tão gostosos como sempre — respondi, babando. Ela apoiou os braços debaixo dos seios e os levantou. —Sei que você gosta dos meus peitos, e faz tempo que a gente não transa. Tô há um bom tempo sem comer uma rola, e sendo solteira, ainda mais por causa do tempo, é foda. Lembrei de como a Clara nos viu transando, daquela vez que eu fiz um anal nela e gozei dentro. O sêmen escorrendo pela bunda dela vinha à minha mente. —Lembro de quanto eu curti você encher meu cu de porra, quero mais disso. Ainda tá com a Clara? — ela comentou enquanto arrumava a comida. —Sim, ela tá comendo meu melhor amigo, o Markus, eles se divertem pra caralho. Ela parou o que tava fazendo e me abraçou. —Aw, o coitadinho vê a namorada sendo comida mas não come ninguém. Imagino você batendo uma vendo e ouvindo eles. Sorri pra ela enquanto ela esfregava os peitos na minha cara. —É verdade, faz tempo que não como outra mulher. Não vou mentir, quero lavar seu útero com meu sêmen, o da Clara já tá acostumado com o meu e o do Markus. Mas a Clara não me deixou ver ela cavalgando no Markus. Ela tirou o sutiã, mostrando os peitos lindos dela, pegou a calda de chocolate e derramou um pouco por cima. —Vem, chupa eles. — ela disse, e eu aceitei sem pensar duas vezes.
Comi cada cantinho dos mamilos e dos peitos dela, lambendo o chocolate com minha língua. — Belém, me diz: como você faria pra uma mina hétero transar com outra mulher? — Ela perguntou enquanto passava a mão no meu pau. — Quer fazer a Clara comer uma buceta? Tem fetiche em sapatão? Podia deixar eu tentar redescobrir a sexualidade dela, quem sabe ela acaba comendo mais conchas do que paus. — Ela puxou meu pau duro pra fora da calça, me jogou no sofá e, depois de tirar a calça dela, começou a me masturbar com as mãos, me beijando de língua. — Cê acha que consegue fazer ela gostar de concha? — Perguntei entre os beijos. — Amor, vou fazer até você gostar de pica. — Passei a língua nos peitos dela de novo, agarrando com força, apertando, e depois dando um tapa na bunda. Os lábios da buceta dela começaram a masturbar meu pau, devagar, enquanto ela rebolava em cima de mim. — Belém, você continua sendo uma puta. — Ela sorriu. — Quero que seu gozo escorra por cada canto da minha bunda e da minha xereca, ouviu? — Então joguei ela no sofá e comecei a meter. A primeira foi devagar, e aos poucos fui aumentando a velocidade, até ficar cada vez mais rápido e forte. Foi aí que ela começou a gritar e gemer de prazer. — Isso, mete mais rápido, mais forte, mais fundo. — Gritava enquanto eu colocava uma mão no pescoço dela e apertava, com a outra apertava um dos peitos dela com força e mordia os mamilos. Eu ouvia ela gemer com o ar preso. Depois disso, soltei ela e dei um tapa forte na bunda, que deixou minha mão marcada. — Adoro que você seja minha puta. — Dizia. — Adoro ser sua puta. — Ela respondia. Porra, meu cu ainda tava doendo pra caralho, mas já não tava nem aí.
Depois dessa penetração, eu tirei, senti minha cabeça girando, puta ressaca. —Vou gozar. Falei. —Sim, enche meus lábios vaginais com teu leite, quero minha buceta cheia do teu gozo. Tirei e gozei na vagina dela, parte do sêmen caiu no sofá. Escorreu pelo clitóris dela até o cu. —Mete esse gozo no meu cu com tua língua. Ela disse, e eu me aproximei, então com minha língua lambi o cu dela, e arrastei o sêmen até lá, introduzindo com a língua. —Já basta pra você? Perguntei sorrindo e sabendo a resposta dela. —Não, claro que não, no mínimo vai ter que ser uma segunda vez. Ela disse, pegando um pouco de sêmen com os dedos e colocando na boca, se preparando pra me beijar. Pelo menos dessa vez eu estava um passo mais perto de fazer a Clara transar com a Yami, a Belém ia me ajudar com isso, ver as duas me comendo dava tesão, porque a Clara já fazia tempo que não queria foder outra mulher.
0 comentários - Capítulo 3: Parceira e futura aliada sapatão