A nova gostosa do escritório

Bom dia, amigos! Hoje vou compartilhar uma história que meu amigo Josué (a gente chama ele de Joseph) me contou. Joseph e eu somos tão chegados que a gente troca umas histórias bem pesadas sem nenhuma vergonha na cara, e ele me contou quando uma mina nova começou a trabalhar com ele. Deixa eu contar um pouco.

Joseph trabalha numa fábrica ou maquila (como preferirem), mas ele fica na área de recursos humanos. É um espaço meio grande, porque além do pessoal de RH, tem funcionários de outras áreas administrativas lá. Uns meses atrás, entrou uma novata, Valeria. Uma gata muito bonita de cara, mas o mais atraente mesmo é o corpo dela. Claramente é daquelas minas que vivem na academia, chamando atenção pra tudo quanto é lado, e foi isso que ela fez no trampo do Joseph – todo mundo virou pra olhar. Julguem vocês.A nova gostosa do escritório*Para ter mais fluidez na narrativa, vou contar a história como se eu fosse meu amigo Joseph*Obviamente, nem um minuto tinha se passado quando todos os caras do departamento corremos para cumprimentá-la, nos apresentar, dar as boas-vindas, oferecer ajuda com tudo e, claro, vê-la de perto.

Como era de se esperar, Valeria era uma bonequinha feita à mão, com um olhar "doce" mas provocante, uma voz com um tom precioso (nem tão grave nem tão agudo), cada linha do corpo dela era perfeita, a roupa caía como uma luva de látex – mesmo vestida dava pra saber exatamente como ela ficava pelada – e até o cheiro que emanava do corpo dela ativava os instintos mais primitivos da gente. Uma dama perfeita.

Apesar de todos estarmos loucos por ela (tanto solteiros quanto casados), começamos a tratá-la como "uma garota qualquer", talvez porque não queríamos parecer desesperados, mas ao mesmo tempo fazíamos favores pra chamar a atenção dela, coisa que não sabemos se tinha algum efeito.

Não sabíamos se ela era solteira, casada, mãe ou se morava sozinha sequer; tínhamos só algumas informações, como nome e idade (26), que tinha terminado uma graduação em administração e mais alguns dados comuns.

Temos a tradição de pregar peças nos novos funcionários, como pedir pra solicitarem algum documento inútil em outro prédio da maquila, avisar sobre reuniões falsas, entre outras – peças bem inocentes. No entanto, tinha uma pequena brincadeira que a gente fazia entre homens, que era trocar as placas dos banheiros pra que entrassem no feminino.

Com a Valeria, ninguém quis pregar peças no começo, porque queríamos tratá-la de forma especial, mas com o tempo fomos fazendo algumas brincadeiras inocentes. Até que um dia me decidi a fazer a do banheiro – coisa que não tínhamos feito com nenhuma garota, porque podíamos nos meter em problemas se fossemos acusados. Mas a Valeria me passava confiança suficiente pra fazer uma brincadeira dessas e, em vez de ficar chateada, acabar rindo.
A nova gostosa do escritórioEnquanto planejava que brincadeira fazer com ela, fiquei observando para ver o que seria adequado. Em sua perfeição total, notei algo: ela ia ao banheiro todo dia em um certo horário, entre 8 e 9 da manhã. Acho que por causa da rotina de tomar shake de proteína e beber muita água, ela criou esse hábito de ir ao banheiro nesse horário. Notei outras coisas, como ela nunca trancar o computador, o que foi muito benéfico para este post.

Um dia ofereci ajuda para fazer um trabalho. Para isso, me conectei ao computador dela com o meu usando TeamViewer, mas ela nunca mudou a senha. Então, assim que ela se levantou, entrei rapidamente no computador dela e acessei o Google Fotos, compartilhando algumas fotos comigo mesmo, que são as que vocês veem aqui.

Voltando à brincadeira. Ao ver que ela tinha seu horário de ir ao banheiro, decidi fazer a pegadinha do banheiro com algumas mudanças, já que ela estava há um mês conosco e obviamente não ia se confundir de banheiro.

No dia da brincadeira, cheguei bem cedo para trocar a placa do banheiro feminino da nossa área por uma de masculino. Como mencionei antes, essa brincadeira era comum, então o pessoal do departamento já sabia que era pegadinha e ignorava as placas. Depois, fui para a sala de reuniões, que fica em outra área. Essa sala também tem banheiro masculino e feminino, com a diferença de que são banheiros individuais, como os de casa, então só uma pessoa podia usar de cada vez. Nesses banheiros, coloquei placas de feminino em ambos, e como essa sala quase nunca era usada, era improvável que alguém notasse. No final, na nossa área havia dois banheiros masculinos e na sala de reuniões, dois femininos.
A nova gostosa do escritórioComo a Valéria estava há pouco tempo trabalhando lá, ela chegava cedo para causar boa impressão, suponho, então assim que ela chegou eu disse que houve uma mudança temporária nos banheiros, que as mulheres teriam que usar o banheiro na sala de reuniões. Mostrei a ela as placas dos banheiros na nossa área e dei instruções de como chegar à sala de reuniões.

Perto das 8h, horário em que ela costumava ir ao banheiro, me aproximei dela
Ei, preciso sair e não sei que horas volto. Tenho uma cópia da chave da sala de reuniões, deixo com você caso precise usar o banheiro.

Valeria: muito obrigada!Fui quase correndo para a sala de reuniões, tranquei a porta e também tranquei um dos dois banheiros que havia, deixei a chave por dentro e deixei a luz acesa para parecer que estava ocupado.

O objetivo da brincadeira em outros casos era fazer a pessoa entrar no banheiro do sexo oposto e se envergonhar se visse alguém lá, mas como aqui ninguém mais veria a Valéria, tive a ideia de abaixar minhas calças e sentar no vaso esperando que ela abrisse a porta e me visse com o pau pra fora. Não sei por que pensei que seria uma boa brincadeira, não faz sentido, mas na hora achei que seria engraçado.

Enquanto fiquei sentado esperando com as calças abaixadas, não consegui parar de pensar no corpo glorioso da Valéria, como a roupa ficava justa nela. Passava pela minha mente a imagem dela quando se inclinava e deixava o decote à mostra, quando se agachava para pegar algo deixando uma vista deliciosa da sua bunda. Meu pau ficou duro como diamante e comecei a me masturbar. Era a primeira vez que fazia isso no trabalho.

Passei mais de meia hora lá e comecei a pensar que ela não viria. Uns dez minutos depois ouvi a porta, finalmente ela tinha chegado. O tempo que ela levou para ir da entrada da sala de reuniões até a porta do banheiro pareceu uma eternidade. Meu coração estava acelerado, e quando ela bateu na porta para ver se tinha alguém, o tempo parou para mim. Imediatamente ela abriu a porta. O banheiro estava com a luz apagada, então enquanto ela abria a porta, entrava um feixe de luz da sala de reuniões. Em um instante a porta estava aberta e eu estava sentado com o pau ereto, prestes a gozar na frente dela. Valéria ficou me olhando por alguns segundos, fechou a porta e foi embora sem dizer nada.
A nova gostosa do escritórioPor algum motivo, eu esperava uma cena pornô, onde ela começasse a chupar meu pau e a gente transasse, obviamente não rolou e ela provavelmente me acusaria para os outros.

Mesmo com o pau duro, subi minha calça e voltei pro meu lugar esperando meu destino, irônico eu, que sou de recursos humanos, ter feito aquilo.

Ninguém falou nada, não recebi chamadas fora do normal, foi como se nada tivesse acontecido, exceto que ela não olhava mais pra mim. No fim do dia, coloquei as placas dos banheiros corretamente.

No dia seguinte, cheguei cedo de novo pra me desculpar com a Valéria.
Eu: Valeria, desculpa, não sei no que eu estava pensando, só queria fazer uma brincadeira.

Valeria: É a primeira vez que fazem uma piada dessas comigo.

Eu: Foi muito idiota da minha parte, por favor me perdoa.

Valeria: Esquece, não vou te dedurar.Fiquei me desculpando por um tempão, e depois...Valeria: Quanto tempo você esperou por mim no banheiro?

Eu: Quase uma hora.

Valeria: Faz tempo, mas pelo que vi você tava ocupado jogando, né?Não disse nada, fiquei com cara de boba.Valeria: E pelo menos você terminou seu jogo?Fiquei quieto, ela soltou uma risada debochada, virou as costas e voltou pro seu lugar pra trabalhar.

Mais tarde naquele dia, no começo do horário do almoço, todo mundo começou a sair, e eu fui pro banheiro mijar antes de ir. Fiquei em pé no mictório, tirei o pau pra fora e, antes de começar a mijar, ouvi a porta. Na hora ignorei, mas aí alguém parou atrás de mim e sussurrou no meu ouvido:
Então, você gozou ou não?Obviamente era a Valéria. Quando ela sussurrou aquilo, eu fiquei paralisado. Senti a respiração dela no meu ouvido e a vontade de mijar sumiu na hora. Aí ela, como se soubesse o que tava rolando, agarrou meu pau e disse:Valeria: Você perdeu a vontade ou eu cheguei tarde?Enquanto ela segurava meu pau, ele ficou duro quase instantaneamente e eu comecei a urinar. Ela apontou meu pau para o mictório, mas com a ereção minha urina começou a respingar e cair fora do mictório. Enquanto eu urinava, ela esfregava meu pau, me masturbava, sujei a parede, o chão e as mãos dela. Quando terminei de urinar, ela continuou me masturbando de pé atrás de mim, fazia muito bem.

Tentei me virar, mas ela me impediu.
Valeria: Aqui quem manda sou eu.Eu me masturbo por mais um tempinho e me levo até um dos vasos (os banheiros da nossa área são como os de shopping, com vários vasos separados), me empurro para dentro de um deles de forma que fique sentado com a calça abaixada.Valeria: Goza pra mim.

Eu: O que você tá falando?

Valeria: Se você não se masturbar agora, eu vou começar a gritar.Ela estava me chantageando, estava se vingando da minha brincadeira, eu obedeci e comecei a me masturbar, ela pegou o celular e começou a me filmar, me olhava com uma expressão ameaçadora, como se algo ruim fosse acontecer se eu não a obedecesse. Seu corpo gostoso deixou meu pau duríssimo, mas o medo do que ela faria impedia que eu gozasse. Depois de alguns minutos, ela aproximou o rosto de mim e deixou cair saliva para lubrificar meu pau e eu poder me masturbar melhor. Após quase 10 minutos me masturbando, gozei, saiu bastante porra com muita pressão, respingou no braço dela que segurava a câmera. Ela pegou uma bola de papel, limpou meu pau e cuspiu nele de novo.Valeria: Agora é a minha vez.Ela abaixou a calcinha sem tirar a saia e montou em mim, acho que me fez gozar pra não gozar dentro dela, pelo menos não tão cedo. Apertei a bunda dela pra movê-la pra cima e pra baixo, mas ela me parou com a mão livre (continuava filmando em modo selfie de cima).Valeria: Eu que mando.

Eu: Se minha donaFalei aquilo pra entrar na brincadeira de que ela era quem mandava, mas ela não achou graça. Me olhou meio irritada e depois voltou pro que estava fazendo.

Ela foi sentando devagar, cada vez mais no meu pau, que, mesmo depois de ter gozado, continuou duro por ter aquela deusa em cima de mim. Depois de sentar completamente, devagarzinho, ela levantou e desceu de novo, começou a cavalgar. A respiração dela acelerou, mas ela ainda não estava gemendo.

Devolta, fui pegando a bunda dela, e dessa vez ela não me parou. Tava tão imersa no sexo que ignorou. Enquanto ela cavalgava e eu apertava a bunda, ela me deu um tapa e se levantou. Virou de costas e se inclinou, colocando a buceta bem na minha cara.
Valeria: Anda logo!Ela me gritou, queria que eu lambesse enquanto continuava se filmando em selfie.

Comecei a lamber sua buceta suavemente, mas ela pareceu não gostar, esticou a mão até minha cabeça me puxando pelo cabelo com força e apertou meu rosto contra sua bunda, tinha seu cu na minha boca então comecei a lamber, diferente de quando ela cavalgou agora sim ouvi gemidos, usei uma mão para me masturbar e outra para acariciar seu clitóris, ela não me impediu.

Novamente sentou no meu pau, dessa vez de costas, eu quis tentar penetrar seu cu mas não foi possível nem tentar, com a mão ela moveu meu pau direto para sua vagina e o enfiou de novo e começou a pular, eu estava quase gozar outra vez mas não disse nada, não queria que aquele momento delicioso terminasse comecei a agarrar seus peitos por cima da roupa (ela só tinha tirado a calcinha e levantado a saia) mesmo que ela meio que tentou tirar minhas mãos, acabou apertando elas e enfiando as unhas em mim.

Transamos por mais um tempo, ela cavalgando meu pau, entre gemidos e o suor que escorria da sua lombar, passando pelo cu e chegando no meu pau penetrando ela não aguentei mais, enfiei meu pau o mais fundo que pude e gozei, ela gemeu mais ao me sentir tão dentro quanto foi possível e soltando meus líquidos, acho que ela também gozou já que se levantou, ficou de joelhos toda encolhida no canto e seu celular ainda com a câmera ligada estava no chão, não sei até que ponto ela continuou filmando. Tentei levantá-la mas ela não aceitou minha ajuda.
Valeria: Se veste e amadurece, não podemos sair juntos.

Eu: Ainda falta tempo pro horário do almoço, acho que não tem ninguém aqui.

Valeria: Só gozei! Preciso me limpar.Eu segui o conselho, até saí do prédio para a máquina de refrigerantes que tem lá fora, comprei um para recuperar a energia. Faltavam uns 20 minutos do intervalo, nunca vi a Valéria sair, então achei que ela tinha ficado no escritório. Quando entrei junto com os que estavam chegando, ela não estava, dei uma olhada no banheiro, mas também não estava. Ela não voltou pelo resto do dia, nem nos dias seguintes.A nova gostosa do escritórioMeus colegas que ligaram para ela se reportar disseram que o número de celular que ela deixou (e único) não dava linha, tinham o endereço dela mas devido ao pouco tempo que ela ficou no escritório optaram por dar baixa nela. Claro que eu poderia ter investigado o endereço e ido atrás dela, mas preferi não me meter numa encrenca enorme, então simplesmente fico com a lembrança gostosa de tê-la conhecido.A nova gostosa do escritório

2 comentários - A nova gostosa do escritório

Excelente relato, y las fotos ni se diga, ojala tuvieras mas