-Relato Próprio- !!!!REPOSTADO!!!! POR CULPA DO "ACEBY" VOU PARAR DE POSTAR RELATOS E, SE POSTAR, VOU FAZER QUANDO EU QUISER, ENTÃO SE QUEREM XINGAR ALGUÉM, É NELE. Na Escola/Colégio/Instituto, todos ou quase todos temos ou tivemos uma professora ou, neste caso, uma preceptora que nos enlouquece ao vê-la andar com um corpo esbelto e excitante. (Pra quem não sabe, "Preceptora/Precep" é uma pessoa que trabalha na escola fazendo chamada/faltas e presenças dos alunos). Bom, estávamos eu e um amigo, os dois com quase a mesma idade, cursando o Ensino Médio. Quando voltamos das férias de verão, ficamos falando que esse ano íamos pegar a "Maru" (Maria Julieta Z.) como Preceptora. Nunca tivemos ela, mas já conhecíamos de ver nos recreios e cruzar com ela na saída da escola. Ela é alta, 1,80m descalça (sem salto), mais ou menos, magra, mas grandona e esbelta. O que mais chamava a atenção e enlouquecia a gente e todos os alunos da escola que a conheciam era a bunda/rabo grande e gordo dela. Ela não tinha peitos/tetas tão grandes, mas não dava pra dizer que eram pequenos. Pra ser um pouco mais gráfico, as medidas dela seriam 75, 82, 105/110, cabelo castanho puxando pro loiro até a metade das costas, 27 anos. Eu e meu amigo éramos garotos normais, altura normal, 1,75m a 1,80m, éramos magros mas com uma barriguinha/pança só um pouco, eu um pouco mais que ele, pele branca, ele é mais pálido. Sabendo que íamos ter que ver a "Precep" "Maru" todo dia de manhã e de tarde, começamos a conversar e elogiar o corpo dela, embora a parte que mais elogiávamos fosse a bunda dela, já que era algo que nos provocava, ainda mais a gente que tinha 15/16 anos e nunca tinha transado com ninguém. Então ficamos conversando até que o tempo passou e tivemos que ir cada um pra sua casa. Nos despedimos e fomos embora. O tempo passou e as aulas começaram. Cruzei com meu amigo a alguns metros da escola e conversamos um pouco, depois ficamos em silêncio... Para... Pra quebrar o gelo, eu falei:
—Uuuy, hoje a gente vai ter que ver a bunda linda da "Precep" Maru—
Ele sorriu e confessou que tava doido pra comer ela, e eu concordei:
—Óbviooo, quem não quer—
E a gente continuou falando e alongando o assunto. Quando a gente tava chegando, não tinha ninguém, ou pelo menos quase ninguém, e depois a gente lembrou que tinha o costume de chegar cedo sem perceber. Entre os porteiros e professores da escola, essa era nossa "fama": éramos os dois loucos que sempre chegavam 20 ou 30 minutos antes de entrar. Como a gente tava meio excitado pela conversa que tivemos sobre a "Precep", do jeito que ela é e o que a gente faria se tivesse a chance de transar com ela, decidimos ir pra Preceptoria (o lugar da escola onde os preceptores ou professores descansam), pensando em encontrá-la no caminho. Quando chegamos, não tinha ninguém, mas as coisas de outras pessoas estavam lá (por exemplo: mochilas, bolsas, carteiras e jaquetas penduradas nas cadeiras). A gente andou um pouco por lá, trocando uns comentários sem graça, e vimos uns sapatos pretos de salto. Achamos estranho. Quando a gente tava quase saindo pela porta, ela deu de cara com a gente. Tava linda, com o cabelo solto, um moletom/blusa justa que marcava a silhueta dela e uma calça jeans azul que destacava perfeitamente aquela bunda grande, carnuda e redonda que deixava a gente louco, e os pés descalços, brancos, com uma aparência macia. Ela sorriu pra gente e deu um beijo a uns 3 ou 4 cm dos lábios, entrou apressada enquanto arrumava umas pastas e folhas soltas, foi calçando aqueles sapatos, e a gente trocava uns comentários de que ela ia ser nossa Preceptora. Depois, ela pediu desculpas por a gente ter encontrado ela assim, meio informal, porque tava arrumando umas plantas no pátio e no jardim da escola, e como não tinha ninguém, aproveitou pra tirar os sapatos. Nessa hora, tocou o sinal pra entrar na sala, e como não tinha ninguém na... A preceptora, a gente ajudava ela e quando tinha oportunidade, a gente olhava com tesão. Quando terminamos de ajudar, ela agradeceu com um sorriso lindo. A gente tentou se fazer de esperto e falamos: — Ajudamos com o resto? — e ela respondeu sorrindo, com uma risadinha leve: — Não, não, vocês têm que ir pra aula. — enquanto nos levava até a porta. Depois entramos na sala de aula e cumprimentamos os outros colegas e amigos. Depois de um tempo ouvindo a aula, ela chegou um pouco mais arrumada e com o rosto recém-lavado, porque como estava arrumando o pátio, colocando plantas, tinha um pouco de terra. Quando ela entrou, a maioria, mais tarados que a gente, cumprimentou ela com beijo e um abraço leve, junto com boas-vindas e parabéns por ser nossa preceptora. Eu e meu amigo ficamos meio putos de ver como abraçavam ela, enquanto a gente, mais na nossa, só cumprimentava com palavras ou um beijo no rosto. Quando terminaram de cumprimentar, ela começou a chamar a lista, meio ofegante mas sorrindo, apoiando uma mão na nossa mesa e com a outra anotando quem veio e quem faltou. Eu e ele chegamos a ver um pouco do decote dela, o que a gente não queria olhar muito pra ela não perceber. Enquanto chamava a lista, a gente viu como cada colega que entrava ficava olhando fixamente pra bunda dela, que era uma delícia de ver, enquanto iam pro lugar. A gente ficou com uma inveja boa de como eles puderam ver aquela bunda enorme. Quando terminou, ela se retirou e deu tchau geral, mas pra nós dois ela sorriu, e a gente sorriu de volta. Depois percebi que tinha umas gotas na mesa e na minha pasta; imaginei que era por ela ter lavado o rosto e limpo a roupa. Não liguei muito, porque já tinha visto ela com gotas de água no rosto e na roupa. Passou uns minutos e uns caras falaram baixinho: — A precepe com certeza acabou de dar uma trepada por aí, viram que Ela estava agitada e molhada, jogaram toda a porra (sêmen/leite) nela e ela não teve tempo de se limpar — o que eu não acreditava, porque não tinha passado muito tempo desde que estávamos na Preceptoria até agora, então não teria dado tempo. Mas aquela imagem de ver ela com toda a porra na cara me deixou bem excitado. Depois comentei isso com meu amigo, e pensávamos igual; era algo excitante imaginar ela assim, e ele também confirmou o mesmo. Depois continuamos a aula até tocar o sinal do recreio/descanso. Enquanto todo mundo saía pra fora, a gente ficou conversando. Quando todos foram embora, meu amigo me perguntou: — Você imagina como seria foder com ela? Tocar aquele corpo gostoso? Se tivesse a oportunidade de ficar com ela, com que roupa você gostaria que ela estivesse? — Rindo um pouco, eu disse: — Pelada/nua — e depois confirmei. Aí perguntei: — E você? — Ele respondeu: — De colegial (uma camisa branca e uma saia curta), igual às roupas que usam nos vídeos de hentai, ou com um vestido inteiro de látex preto. Eu sempre tive interesse ou fetiche por pés de mulher (sempre desde que estejam saudáveis, limpos e bonitos), então perguntei o que ele achava dos pés dela, já que me veio à mente vê-la descalça na Preceptoria. Ele respondeu: — Sim, os pés dela são bonitos. A conversa se estendeu, perguntando e falando mais sobre como gostaríamos de fazer com ela se estivéssemos juntos. O tempo passou e a aula terminou. Antes de sair, ela chegou e avisou que no outro dia íamos fazer um evento pelo primeiro dia de aula, só que não deu porque não tinha lugar. Terminou de falar isso e fomos cada um pra casa. No outro dia, como sempre, encontrei meu amigo a alguns metros da escola e começamos a conversar. Só que dessa vez estávamos pensando em como nossos colegas tinham abraçado e beijado a Preceptora. Então meu amigo propôs ganharmos mais confiança com ela, até mais do que nossos colegas mostraram ontem. Tinham com ela. Achei estranho ela falar isso, já que era tão tranquilo, então perguntei:
— Tem certeza?
E ela respondeu firme, franzindo um pouco a testa:
— Óbvio! Não viu como eles abraçavam e beijavam ela, e a gente só fala “Bom dia” ou “Tchau” e uma ou outra pergunta sobre alguma matéria? E olha que ela nos conhece mais.
Aí eu concordei com a cabeça, dizendo que sim, porque como a gente sempre chegava mais cedo, ela olhava pra gente, ou seja, nos conhecia um pouco mais. Então decidimos fazer isso...
—Uuuy, hoje a gente vai ter que ver a bunda linda da "Precep" Maru—
Ele sorriu e confessou que tava doido pra comer ela, e eu concordei:
—Óbviooo, quem não quer—
E a gente continuou falando e alongando o assunto. Quando a gente tava chegando, não tinha ninguém, ou pelo menos quase ninguém, e depois a gente lembrou que tinha o costume de chegar cedo sem perceber. Entre os porteiros e professores da escola, essa era nossa "fama": éramos os dois loucos que sempre chegavam 20 ou 30 minutos antes de entrar. Como a gente tava meio excitado pela conversa que tivemos sobre a "Precep", do jeito que ela é e o que a gente faria se tivesse a chance de transar com ela, decidimos ir pra Preceptoria (o lugar da escola onde os preceptores ou professores descansam), pensando em encontrá-la no caminho. Quando chegamos, não tinha ninguém, mas as coisas de outras pessoas estavam lá (por exemplo: mochilas, bolsas, carteiras e jaquetas penduradas nas cadeiras). A gente andou um pouco por lá, trocando uns comentários sem graça, e vimos uns sapatos pretos de salto. Achamos estranho. Quando a gente tava quase saindo pela porta, ela deu de cara com a gente. Tava linda, com o cabelo solto, um moletom/blusa justa que marcava a silhueta dela e uma calça jeans azul que destacava perfeitamente aquela bunda grande, carnuda e redonda que deixava a gente louco, e os pés descalços, brancos, com uma aparência macia. Ela sorriu pra gente e deu um beijo a uns 3 ou 4 cm dos lábios, entrou apressada enquanto arrumava umas pastas e folhas soltas, foi calçando aqueles sapatos, e a gente trocava uns comentários de que ela ia ser nossa Preceptora. Depois, ela pediu desculpas por a gente ter encontrado ela assim, meio informal, porque tava arrumando umas plantas no pátio e no jardim da escola, e como não tinha ninguém, aproveitou pra tirar os sapatos. Nessa hora, tocou o sinal pra entrar na sala, e como não tinha ninguém na... A preceptora, a gente ajudava ela e quando tinha oportunidade, a gente olhava com tesão. Quando terminamos de ajudar, ela agradeceu com um sorriso lindo. A gente tentou se fazer de esperto e falamos: — Ajudamos com o resto? — e ela respondeu sorrindo, com uma risadinha leve: — Não, não, vocês têm que ir pra aula. — enquanto nos levava até a porta. Depois entramos na sala de aula e cumprimentamos os outros colegas e amigos. Depois de um tempo ouvindo a aula, ela chegou um pouco mais arrumada e com o rosto recém-lavado, porque como estava arrumando o pátio, colocando plantas, tinha um pouco de terra. Quando ela entrou, a maioria, mais tarados que a gente, cumprimentou ela com beijo e um abraço leve, junto com boas-vindas e parabéns por ser nossa preceptora. Eu e meu amigo ficamos meio putos de ver como abraçavam ela, enquanto a gente, mais na nossa, só cumprimentava com palavras ou um beijo no rosto. Quando terminaram de cumprimentar, ela começou a chamar a lista, meio ofegante mas sorrindo, apoiando uma mão na nossa mesa e com a outra anotando quem veio e quem faltou. Eu e ele chegamos a ver um pouco do decote dela, o que a gente não queria olhar muito pra ela não perceber. Enquanto chamava a lista, a gente viu como cada colega que entrava ficava olhando fixamente pra bunda dela, que era uma delícia de ver, enquanto iam pro lugar. A gente ficou com uma inveja boa de como eles puderam ver aquela bunda enorme. Quando terminou, ela se retirou e deu tchau geral, mas pra nós dois ela sorriu, e a gente sorriu de volta. Depois percebi que tinha umas gotas na mesa e na minha pasta; imaginei que era por ela ter lavado o rosto e limpo a roupa. Não liguei muito, porque já tinha visto ela com gotas de água no rosto e na roupa. Passou uns minutos e uns caras falaram baixinho: — A precepe com certeza acabou de dar uma trepada por aí, viram que Ela estava agitada e molhada, jogaram toda a porra (sêmen/leite) nela e ela não teve tempo de se limpar — o que eu não acreditava, porque não tinha passado muito tempo desde que estávamos na Preceptoria até agora, então não teria dado tempo. Mas aquela imagem de ver ela com toda a porra na cara me deixou bem excitado. Depois comentei isso com meu amigo, e pensávamos igual; era algo excitante imaginar ela assim, e ele também confirmou o mesmo. Depois continuamos a aula até tocar o sinal do recreio/descanso. Enquanto todo mundo saía pra fora, a gente ficou conversando. Quando todos foram embora, meu amigo me perguntou: — Você imagina como seria foder com ela? Tocar aquele corpo gostoso? Se tivesse a oportunidade de ficar com ela, com que roupa você gostaria que ela estivesse? — Rindo um pouco, eu disse: — Pelada/nua — e depois confirmei. Aí perguntei: — E você? — Ele respondeu: — De colegial (uma camisa branca e uma saia curta), igual às roupas que usam nos vídeos de hentai, ou com um vestido inteiro de látex preto. Eu sempre tive interesse ou fetiche por pés de mulher (sempre desde que estejam saudáveis, limpos e bonitos), então perguntei o que ele achava dos pés dela, já que me veio à mente vê-la descalça na Preceptoria. Ele respondeu: — Sim, os pés dela são bonitos. A conversa se estendeu, perguntando e falando mais sobre como gostaríamos de fazer com ela se estivéssemos juntos. O tempo passou e a aula terminou. Antes de sair, ela chegou e avisou que no outro dia íamos fazer um evento pelo primeiro dia de aula, só que não deu porque não tinha lugar. Terminou de falar isso e fomos cada um pra casa. No outro dia, como sempre, encontrei meu amigo a alguns metros da escola e começamos a conversar. Só que dessa vez estávamos pensando em como nossos colegas tinham abraçado e beijado a Preceptora. Então meu amigo propôs ganharmos mais confiança com ela, até mais do que nossos colegas mostraram ontem. Tinham com ela. Achei estranho ela falar isso, já que era tão tranquilo, então perguntei:
— Tem certeza?
E ela respondeu firme, franzindo um pouco a testa:
— Óbvio! Não viu como eles abraçavam e beijavam ela, e a gente só fala “Bom dia” ou “Tchau” e uma ou outra pergunta sobre alguma matéria? E olha que ela nos conhece mais.
Aí eu concordei com a cabeça, dizendo que sim, porque como a gente sempre chegava mais cedo, ela olhava pra gente, ou seja, nos conhecia um pouco mais. Então decidimos fazer isso...
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