Vou começar dizendo que moro numa área tranquila de Valladolid, meu prédio tem uns dez andares e tem um pouco de tudo, famílias e estudantes nos apartamentos menores. Um dia, voltando do trabalho, vi um caminhão de mudanças, um senhor de terno carregava uma caixa bem grande, ao entrar no prédio ele tropeçou, teria levado um tombo feio se eu não estivesse na frente e o segurasse. Ele se desculpou e eu disse que não tinha problema, ao caminhar pro elevador ele percebeu que tinha machucado o tornozelo, então me ofereci pra levar a caixa, subimos pro apartamento dele, era um dos maiores. Chegando lá ele sentou, o tornozelo doía, não costumo ser muito sociável com os vizinhos mas naquele dia eu tava de bom humor e acabei levando ele no pronto-socorro onde colocaram uma tornozeleira, ele não parava de me agradecer, me contou que tinham se mudado de Valência pra filha poder estudar num colégio do Opus que tinha na região, ele trabalhava como executivo numa grande empresa. A gente se despediu e eu pensei: que perda de tempo.
Uma semana depois, às 7 da noite, bateram na minha porta. Ao abrir, me deparei com uma senhora de uns 45 anos, realmente gata, vestida de forma discreta mas dava pra ver que tinha um corpo incrível sob a roupa. Ela se apresentou como a mulher do Jorge, e disse que pra me agradecer por ter ajudado o marido, me convidavam pra jantar naquela noite. Eu não tinha nenhum plano e pra ser sincero minha geladeira tava vazia, então aceitei. Às 9 subi pro apartamento deles, a porta foi aberta por uma garota de 18 anos, digna filha da mãe. Loira, olhos azuis, e sob a camiseta dava pra ver dois peitos bem generosos, quando ela se virou e eu vi a bunda dela, esqueci qualquer escrúpulo e decidi que tinha que comer ela. O jantar começou com uma bênção à mesa, o que em qualquer outra situação teria me matado de tédio, mas eu tinha um objetivo e isso me manteve firme. Eles falaram dos trabalhos deles e eu comentei do meu com computadores... foi bem chato, na real. É verdade, mas me diverti imaginando como eles dois transariam, a senhora toda dignidade, como será que ela chuparia o pau do marido? A garota me olhava disfarçadamente, ela gostava. Já era mulher demais para como estava vestida, mas o ar quase monástico da casa impunha esse estilo, suponho.
No final do jantar, Jorge me pediu um favor. O computador da filha estava com problemas e ela estava insistindo em um novo, me perguntou se eu podia dar uma olhada. A garota disse que não, que não precisava, que já estava funcionando bem, mas o pai a repreendeu dizendo que fazia um mês que ela estava enchendo o saco pedindo um novo. Ela cedeu e disse que tudo bem, que na segunda-feira ela o baixaria para mim. Ao ver sua ansiedade, decidi que tinha que dar uma olhada antes que ela pudesse mexer nele. Disse a eles que durante a semana era impossível, que estava muito ocupado, mas que era cedo e que se me deixassem naquela noite, eu poderia fazer tranquilamente e devolver no dia seguinte. A garota tentou resistir, mas seu pai mandou que trouxesse seu laptop na hora. Dava para ver quem mandava na casa. Ela olhou para o chão e voltou um minuto depois com seu laptop, era um HP normal com uns adesivos bobos em cima. Ela o estendeu para mim, me olhando nos olhos.
Tomamos uma bebida em uns sofás, eu tinha o laptop ao meu lado e colocava a mão distraidamente sobre ele, ela me olhava preocupada. Depois de um tempo, me despedi e desci correndo para minha casa. Liguei o laptop e conectei um disco rígido para copiar tudo antes de qualquer coisa. Instalei alguns programas para limpá-lo e, com a cópia conectada ao meu, comecei a explorar. A primeira coisa que procurei foram os logs do MSN, ela tinha todas as conversas salvas, essa mania dos adolescentes de guardar tudo... Fiz uma busca por fotos e encontrei as típicas fotos de família, com amigos, tinha umas em Palma onde dava para ver ela e a mãe de biquíni, eram excessivamente grandes, mas os corpos das duas eram impressionantes. Voltei a imaginar o papai dando pau na mamãe, eu adorava. Explorei um pouco mais e Encontrei o que procurava, uma pasta com senha, chamada "trabalhos colégio física", onde os pais dela nunca imaginariam procurar nada, suponho. Burlar a senha não foi nada difícil.
A garota era organizada até nisso, tudo estava arrumadíssimo, havia uma pasta chamada "fotos" onde havia duas dúzias de fotos dela em roupa íntima, sem sutiã, posando na frente do espelho ou de quatro na cama, ver os peitos dela nus foi uma revelação. Ela tinha dois lindos globos com mamilos rosadinhos e pequenos. Ela sorria em quase todas, agora eu é que ia sorrir. Continuei investigando, ela tinha alguns vídeos pornô baixados da internet onde se via chupando paus, dando o cu, um pouco de tudo. Havia outra que dizia "les", cheia de garotas lindas nuas, brincando entre elas, então ela também gostava de meninas. Com os pais tão religiosos, a homossexualidade não devia agradar muito a eles. Revisei suas conversas no MSN, ela tinha dois, um para os pais com amigas do colégio etc, não havia meninos curiosamente, e o pai dela estava no MSN dela, imaginei o quanto deviam controlá-la. E outro para conversar com garotas, nas conversas falavam de sexo, ela era bem tímida, algumas ficavam mais ousadas. E em algumas elas tinham ligado a webcam, procurei os vídeos correspondentes e em um dava para ver outra adolescente massageando os peitos dela. Na conversa falavam dos seios da Eva (ela se chama assim, aliás), ficava claro que tinham brincado da mesma coisa. Fechei, não precisava de mais, revisaria o resto no dia seguinte.
Na manhã seguinte, por volta das onze e meia, bateram na porta. Era a Eva com a mãe. Elas se desculparam dizendo que a menina estava insistindo que precisava do computador. Eu disse que claro, que me dessem alguns minutos porque um programa estava terminando, ofereci um café e deixando-as na cozinha fui ao meu escritório. Ativei a câmera para gravar o que ia acontecer e coloquei na proteção de tela do meu computador a galeria de fotos da Eva. Tenho um monitor de 20 polegadas, então dava pra ver tudo claríssimo. Fiquei de olho se ela vinha com a mãe pra desativar o protetor de tela. A mãe, pelo visto, decidiu terminar o café dela com calma. Quando a Eva entrou no escritório, ficou pálida olhando pro meu monitor.
Eu – E então, Eva?
Eva – O quê? O que você quer dizer?
Eu – Bom, você tira fotos pornô, tem joguinhos sexuais com lésbicas e fala com um vocabulário que acho que não aprendeu na escola. – Ela ficou ainda mais branca –
Eva – Por favor, não.
Eu – Por favor não o quê, Eva? Não tenho outro remédio senão contar pros seus pais. Não se preocupe, quando se recuperar da surra que seu pai vai te dar, vão te mandar pra um daqueles internatos religiosos onde você vai rezar quatro vezes por dia.
Eva – Não, por favor, não faça isso – Ela sussurrava, a mãe dela estava perto e só tínhamos alguns minutos.
Eu – Você vai fazer tudo que eu mandar?
Eva – Tudo? Como assim?
Eu – Esteja aqui às quatro, diga que vai dar uma volta no Vallsur ou algo assim.
Eva – Sozinha? Pra quê? – Ela me olhava preocupada.
Eu – Faça o que eu digo ou às quatro e quinze seu pai e toda a agenda dele, além das suas amigas, lésbicas incluídas, vão receber uma coleção das suas fotos junto com suas conversas quentes. Em alguns dias, sendo tão gostosa, você vai virar a rainha dos sites de adolescentes.
Eu – Aliás, apaguei tudo, agora só existe minha cópia. Não queremos que te peguem sendo uma garotinha safada, né?
Devolvi o notebook dela e a acompanhei até onde estava a mãe. A Eva estava muito quieta. Na porta, a mãe agradeceu o favor e disse pra filha me agradecer. A Eva me olhou com ódio.
Eva – Muito obrigada, Carlos.
Sorri e disse que tinha sido um prazer.
A manhã foi uma eternidade. Me distraí arrumando meu portal, gravando vídeo na sala e outra câmera escondida no canto. Às quatro em ponto ouvi o elevador e alguém que batia na porta com os nós dos dedos. Eu abri, ela entrou rapidamente e fechou a porta.
Eva. - E então, o que você quer? Ela me disse quase chorando.
Eu. - É fácil, o que todos os homens querem de você desde que esses peitos cresceram.
Eva. - Eu não sou uma puta, já chorava e fungava.
Eu. - Tá, eu sei, você não é uma puta, é uma garota normal com vontade de experimentar e explorar.
Eva. - Sim, mas não com você, você é muito mais velho e um pervertido. Ontem eu gostei de você, mas hoje te odeio.
Eu. - Verdade, bom, então amadureça.
Eva. - Sério? E o que vai acontecer com tudo que você me roubou?
Eu. - Bom, eu teria que falar com seu pai, mas talvez eu tente com sua mãe, ela está quase tão gostosa quanto você e com certeza não terá problemas em te substituir para seu pai não descobrir.
Eva. - Ele me bateria se descobrisse, e minha mãe também por não evitar. Ele é muito rígido.
Eu. - Melhor ainda, assim sua mãe não terá problema em me atender.
Eva. - Não, tudo bem, a coitada já tem problemas demais, o que você quer?
Eu. - Primeiro lave seu rosto, depois volte, eu estarei sentado naquele sofá, você vai sentar de cavalinho em mim e, fazendo carinho, vai me implorar para ser minha namorada, eu vou resistir, mas você tem que tentar me convencer a qualquer custo, entendeu?
Eva me olhou com cara de dúvida e foi ao banheiro.
Eu posicionei o laptop para gravar a cena, estava a menos de um metro, não haveria problemas com o som.
Ela voltou e sentou em mim, começou a acariciar meu cabelo. Demorou uns dez minutos para assumir seu papel, mas como eu não dizia nada, acabou assumindo que não tinha alternativa.
Eva. - Carlos, por favor, ontem eu me apaixonei por você, eu quero...
Eu. - O que você quer, Eva?
Eva. - Ser sua namorada.
Eu. - O quê?? O que eu faço com uma namorada de 18 anos? Você está louca?
Ela me olhou com cara de surpresa, esperava que eu pulasse nela, não esses joguinhos.
Eva. - Vamos, eu sei que você gosta de mim, ontem você... você ficava me olhando muito.
Eu. - Claro, porque você é uma gracinha, mas eu busco outras coisas numa mulher.
Eva. - O que você busca? Sexo? Não sei muito sobre isso mas aprendo rápido. Minha mãe diz que eu tenho um corpo muito bonito.
Eu. - E tem mesmo, e ela também. Viu, eu devia ir atrás dela, com certeza ela me daria o que eu quero muito melhor que você. Seu pai é sortudo, certeza que ele come ela todo dia.
Ela fez uma cara contrariada.
Eu. - Viu, eu digo "foder" e você se assusta, e se eu te disser que o papai enfia o pau dele todo dia na buceta da sua mãe? Que com certeza eles estão aproveitando agora que você não está pra ela lamber o pau dele e beber a porra?
Eva se irritou, pegou minhas mãos e colocou sobre seus seios.
Eva. - Eu tô te dizendo que eu faço o que você quiser, e não, minha mãe não faz essas coisas. Ela tem um diário muito detalhado escondido, por isso eu tava te olhando ontem, você é o primeiro homem que não é da família ou da igreja, que deixam que se aproxime de mim. Ela é muito infeliz, meu pai só transa com ela no dia antes da menstruação pra ela não engravidar, e nem sequer a deixa nua. Ela tem uns camisões horríveis daqueles da idade média. Quando eu li decidi que não queria ser tão infeliz como ela.
Eu. - Hahaha, então no final você queria mesmo, hein putinha!
Eva. - Não me chame assim! Eu não sou nenhuma puta!
Apertei bem forte seus dois peitos... Ela suspirou.
Eu. - É, é sim, você é minha putinha, vou fazer com você o que eu quiser e você não só vai obedecer, mas depois, vai me agradecer, igual essa manhã.
Meti as mãos dentro do seu decote, seus peitos estavam bem quentes e seus mamilos duros. Brinquei com eles um tempo apertando e acariciando. Ela cada vez estava mais excitada, lambia os lábios e soltava uns gemidos. Ela estava adorando.
Eu. - Bom, quem é você?
Eva. - Eva
Eu. - quem??
Eva. - Sua putinha?
Eu. - Bom, e agora me diz por que você quer ser.
Eva. - Porque não quero terminar como minha mãe? Eu. - E o que falta pra sua mãe?
Eva. - Fazer mais amor...
Eu. - Perdão?
Eva. - Que o papai coma ela mais?
Eu. - Com o quê?
Eva. - Com o pau dele!
Eu. - Bom, e se eu te disser que vou te transformar numa chupadora de pau de primeira e que um desses dias vou te foder no meu quarto, debaixo do dos seus pais, pra que eles te escutem gemendo e pensem que tô com alguma puta?
Eva. - Ummmmmmmm
Eu. - O que isso significa?
Eva. - Que eu gostei!
Eu. - O que você gostou?
Eva. - De você me ensinar a chupar seu pau e me foder pros meus pais me ouvirem gemer que nem uma putinha
Eu. - Bom, procura meu pau.
Ela baixou suas mãozinhas, colocou na minha cintura e abaixou a calça do pijama que eu estava usando, meu pau que já estava duro há um tempo saltou, ela o agarrou bem devagar.
Eu. - Segura com força.
Ela apertou com uma mão, me esmagando desajeitadamente, e com a outra acariciou a ponta da cabeça, eu já tinha soltado um pouco de líquido, ela levou os dedos ao nariz e cheirou...
Eu. - Chupa eles
Ela os colocou na boca.
Eu. - O que achou?
Eva. - Tem cheiro forte e gosto igual, mas acho que gosto, é isso que engravida?
Eu. - Não, isso sai mais tarde. Depois você prova com calma.
Ela sorriu.
Eu. - Bom, segura meu pau com força pela base e com a outra mão acaricia minhas bolas, bem devagar.
Eva. - Assim? Está tão duro e quente, gostei, e essa parte tão macia...
Eu. - Tira o top e o sutiã, quero brincar com seus peitos enquanto você me chupa.
Ela passou as mãos pelas costas para se desabotochar e com um movimento tirou tudo.
Eu. - Ummm, você tem uns peitos realmente lindos. - Enquanto os segurava com as mãos apertando-os.
Eva. - Obrigada, às vezes tenho vergonha, os homens me olham muito na rua, e as caras deles... bom, às vezes dão medo.
Eu. - Isso é porque você deixa eles o pau tá duro, eles querem te foder igual puta. Não importa se você é simpática ou não. Só querem te comer.
Eva.- É, acho que não ia gostar.
Eu.- Bom, parece que você gosta do meu pau, não larga ele.
Eva.- Bom, o seu eu gosto, o que eu faço agora?
Eu.- Fica de joelhos, e me olhando nos olhos, lambe a base do meu pau e as minhas bolas, bem devagar...
Ela se ajoelhou e começou a lamber que nem uma puta.
Eu.- Você tá uma gostosa de joelhos com esses peitões lambendo minhas bolas, puta.
Ela me olhou com um brilho de rebeldia nos olhos e do nada enfiou quase todo meu pau na boca de uma vez.
Eu.- Tô descobrindo o que você gosta, puta, você gosta né? Gosta que eu te chame de puta – ela chupava cada vez mais forte. – Você é uma safadinha, aqui de joelhos, lambendo o pau de um desconhecido em vez de estar estudando – ela botou a mão na calça e começou a se masturbar. – Olha só que puta, se masturbando... o que será que o papai diria se visse a princesinha dele chupando meu pau? Acha que ele já imaginou alguma vez? –, ela tirou o pau da boca, e lambeu ele todo, o olhar dela já não era mais de menina direita. – Quer que eu ensine a mamãe a chupar pau igual a você? Assim teria duas putas na mesma casa – Sim por favor, ensina ela, que ela aproveite igual a mim, a vida dela é muito triste e ela é tão bonita... – Bom, vou ensinar e você vai me ajudar, sabe no que isso vai transformar seu pai? – Num corno – e ela enfiou o pau de novo até o fundo. Eu já tava quase gozando. Tirei o pau da boca dela – Beleza, puta, agora você pode escolher, pode levantar e ir embora e não vou te chantagear mais ou pode continuar chupando meu pau até eu gozar nessa sua boquinha de puta, você decide. – Não posso ir... se eu for depois não poderia te agradecer – disse piscando pra mim. – Beleza, então engole tudo e me olhando nos olhos – Meu pau não aguentava mais, comecei a jorrar um monte de porra direto na boquinha dela. Ela apertou os lábios Envolvi meu pau para que nada escapasse, coloquei a mão na garganta dela, sentir ela engolindo era delicioso, quando o sêmen parou de sair ela ficou mais alguns minutos lambendo meu pau até deixá-lo bem limpo. Ela também tinha gozado, tirei a calça dela e comi sua buceta como um possesso, estava deliciosa, uma buceta virgem, de minha propriedade e de uma garota linda. Ela gozou mais três vezes.
Eva. - Caralho! Não acredito
Eu. - Você gostou, né puta?
Eva. - Acho que até gosto que me chame assim.
Eu. - hahaha
Eu. - Bom, você deve ir. Já faz uma hora que você está fora, vão ficar chateados, né?
Eva. - Sim, mais ou menos.
Eu. - Bom, seus pais dormem a sesta?
Eva. - Sim, de manhã missa e depois de almoçar dormem um pouco.
Eu. - Bom, diga a eles que vai ao cinema, amanhã vou desvirginar essa buceta linda e esse bumbum.
Eva. - A bunda? Vai doer?
Eu. - Sim, um pouco. Mas uma boa puta deve receber por todos os seus buracos. Você gostou de chupar pau, né? Então o resto você vai adorar, fica tranquila.
Eva. - Bom, sou sua puta, né? Supostamente você pode fazer o que quiser comigo, né? Essa é a ideia.
Eu. - Sim, e você adora
Eva. - Acho que sim.
Eu. - Bom, agora se aproxime da tela do computador e diga...
Ela ficou corada.
Eva. - Você me gravou?
Eu. - Sempre vou gravar, agora faça o que eu disse. - e dei um tapa na sua bunda.
Ela se aproximou da tela, ao mover o mouse apareceu seu rosto em tela cheia, ainda tinha um pouco de sêmen nos lábios, me olhou, lambeu os lábios e olhando para a tela...
Eva. - Oi mãe, acabei de aprender a chupar paus e comeram minha buceta como o papai nunca comeu a sua, espero que em breve você esteja com esse pau na sua buceta, te amo.
Uma semana depois, às 7 da noite, bateram na minha porta. Ao abrir, me deparei com uma senhora de uns 45 anos, realmente gata, vestida de forma discreta mas dava pra ver que tinha um corpo incrível sob a roupa. Ela se apresentou como a mulher do Jorge, e disse que pra me agradecer por ter ajudado o marido, me convidavam pra jantar naquela noite. Eu não tinha nenhum plano e pra ser sincero minha geladeira tava vazia, então aceitei. Às 9 subi pro apartamento deles, a porta foi aberta por uma garota de 18 anos, digna filha da mãe. Loira, olhos azuis, e sob a camiseta dava pra ver dois peitos bem generosos, quando ela se virou e eu vi a bunda dela, esqueci qualquer escrúpulo e decidi que tinha que comer ela. O jantar começou com uma bênção à mesa, o que em qualquer outra situação teria me matado de tédio, mas eu tinha um objetivo e isso me manteve firme. Eles falaram dos trabalhos deles e eu comentei do meu com computadores... foi bem chato, na real. É verdade, mas me diverti imaginando como eles dois transariam, a senhora toda dignidade, como será que ela chuparia o pau do marido? A garota me olhava disfarçadamente, ela gostava. Já era mulher demais para como estava vestida, mas o ar quase monástico da casa impunha esse estilo, suponho.
No final do jantar, Jorge me pediu um favor. O computador da filha estava com problemas e ela estava insistindo em um novo, me perguntou se eu podia dar uma olhada. A garota disse que não, que não precisava, que já estava funcionando bem, mas o pai a repreendeu dizendo que fazia um mês que ela estava enchendo o saco pedindo um novo. Ela cedeu e disse que tudo bem, que na segunda-feira ela o baixaria para mim. Ao ver sua ansiedade, decidi que tinha que dar uma olhada antes que ela pudesse mexer nele. Disse a eles que durante a semana era impossível, que estava muito ocupado, mas que era cedo e que se me deixassem naquela noite, eu poderia fazer tranquilamente e devolver no dia seguinte. A garota tentou resistir, mas seu pai mandou que trouxesse seu laptop na hora. Dava para ver quem mandava na casa. Ela olhou para o chão e voltou um minuto depois com seu laptop, era um HP normal com uns adesivos bobos em cima. Ela o estendeu para mim, me olhando nos olhos.
Tomamos uma bebida em uns sofás, eu tinha o laptop ao meu lado e colocava a mão distraidamente sobre ele, ela me olhava preocupada. Depois de um tempo, me despedi e desci correndo para minha casa. Liguei o laptop e conectei um disco rígido para copiar tudo antes de qualquer coisa. Instalei alguns programas para limpá-lo e, com a cópia conectada ao meu, comecei a explorar. A primeira coisa que procurei foram os logs do MSN, ela tinha todas as conversas salvas, essa mania dos adolescentes de guardar tudo... Fiz uma busca por fotos e encontrei as típicas fotos de família, com amigos, tinha umas em Palma onde dava para ver ela e a mãe de biquíni, eram excessivamente grandes, mas os corpos das duas eram impressionantes. Voltei a imaginar o papai dando pau na mamãe, eu adorava. Explorei um pouco mais e Encontrei o que procurava, uma pasta com senha, chamada "trabalhos colégio física", onde os pais dela nunca imaginariam procurar nada, suponho. Burlar a senha não foi nada difícil.
A garota era organizada até nisso, tudo estava arrumadíssimo, havia uma pasta chamada "fotos" onde havia duas dúzias de fotos dela em roupa íntima, sem sutiã, posando na frente do espelho ou de quatro na cama, ver os peitos dela nus foi uma revelação. Ela tinha dois lindos globos com mamilos rosadinhos e pequenos. Ela sorria em quase todas, agora eu é que ia sorrir. Continuei investigando, ela tinha alguns vídeos pornô baixados da internet onde se via chupando paus, dando o cu, um pouco de tudo. Havia outra que dizia "les", cheia de garotas lindas nuas, brincando entre elas, então ela também gostava de meninas. Com os pais tão religiosos, a homossexualidade não devia agradar muito a eles. Revisei suas conversas no MSN, ela tinha dois, um para os pais com amigas do colégio etc, não havia meninos curiosamente, e o pai dela estava no MSN dela, imaginei o quanto deviam controlá-la. E outro para conversar com garotas, nas conversas falavam de sexo, ela era bem tímida, algumas ficavam mais ousadas. E em algumas elas tinham ligado a webcam, procurei os vídeos correspondentes e em um dava para ver outra adolescente massageando os peitos dela. Na conversa falavam dos seios da Eva (ela se chama assim, aliás), ficava claro que tinham brincado da mesma coisa. Fechei, não precisava de mais, revisaria o resto no dia seguinte.
Na manhã seguinte, por volta das onze e meia, bateram na porta. Era a Eva com a mãe. Elas se desculparam dizendo que a menina estava insistindo que precisava do computador. Eu disse que claro, que me dessem alguns minutos porque um programa estava terminando, ofereci um café e deixando-as na cozinha fui ao meu escritório. Ativei a câmera para gravar o que ia acontecer e coloquei na proteção de tela do meu computador a galeria de fotos da Eva. Tenho um monitor de 20 polegadas, então dava pra ver tudo claríssimo. Fiquei de olho se ela vinha com a mãe pra desativar o protetor de tela. A mãe, pelo visto, decidiu terminar o café dela com calma. Quando a Eva entrou no escritório, ficou pálida olhando pro meu monitor.
Eu – E então, Eva?
Eva – O quê? O que você quer dizer?
Eu – Bom, você tira fotos pornô, tem joguinhos sexuais com lésbicas e fala com um vocabulário que acho que não aprendeu na escola. – Ela ficou ainda mais branca –
Eva – Por favor, não.
Eu – Por favor não o quê, Eva? Não tenho outro remédio senão contar pros seus pais. Não se preocupe, quando se recuperar da surra que seu pai vai te dar, vão te mandar pra um daqueles internatos religiosos onde você vai rezar quatro vezes por dia.
Eva – Não, por favor, não faça isso – Ela sussurrava, a mãe dela estava perto e só tínhamos alguns minutos.
Eu – Você vai fazer tudo que eu mandar?
Eva – Tudo? Como assim?
Eu – Esteja aqui às quatro, diga que vai dar uma volta no Vallsur ou algo assim.
Eva – Sozinha? Pra quê? – Ela me olhava preocupada.
Eu – Faça o que eu digo ou às quatro e quinze seu pai e toda a agenda dele, além das suas amigas, lésbicas incluídas, vão receber uma coleção das suas fotos junto com suas conversas quentes. Em alguns dias, sendo tão gostosa, você vai virar a rainha dos sites de adolescentes.
Eu – Aliás, apaguei tudo, agora só existe minha cópia. Não queremos que te peguem sendo uma garotinha safada, né?
Devolvi o notebook dela e a acompanhei até onde estava a mãe. A Eva estava muito quieta. Na porta, a mãe agradeceu o favor e disse pra filha me agradecer. A Eva me olhou com ódio.
Eva – Muito obrigada, Carlos.
Sorri e disse que tinha sido um prazer.
A manhã foi uma eternidade. Me distraí arrumando meu portal, gravando vídeo na sala e outra câmera escondida no canto. Às quatro em ponto ouvi o elevador e alguém que batia na porta com os nós dos dedos. Eu abri, ela entrou rapidamente e fechou a porta.
Eva. - E então, o que você quer? Ela me disse quase chorando.
Eu. - É fácil, o que todos os homens querem de você desde que esses peitos cresceram.
Eva. - Eu não sou uma puta, já chorava e fungava.
Eu. - Tá, eu sei, você não é uma puta, é uma garota normal com vontade de experimentar e explorar.
Eva. - Sim, mas não com você, você é muito mais velho e um pervertido. Ontem eu gostei de você, mas hoje te odeio.
Eu. - Verdade, bom, então amadureça.
Eva. - Sério? E o que vai acontecer com tudo que você me roubou?
Eu. - Bom, eu teria que falar com seu pai, mas talvez eu tente com sua mãe, ela está quase tão gostosa quanto você e com certeza não terá problemas em te substituir para seu pai não descobrir.
Eva. - Ele me bateria se descobrisse, e minha mãe também por não evitar. Ele é muito rígido.
Eu. - Melhor ainda, assim sua mãe não terá problema em me atender.
Eva. - Não, tudo bem, a coitada já tem problemas demais, o que você quer?
Eu. - Primeiro lave seu rosto, depois volte, eu estarei sentado naquele sofá, você vai sentar de cavalinho em mim e, fazendo carinho, vai me implorar para ser minha namorada, eu vou resistir, mas você tem que tentar me convencer a qualquer custo, entendeu?
Eva me olhou com cara de dúvida e foi ao banheiro.
Eu posicionei o laptop para gravar a cena, estava a menos de um metro, não haveria problemas com o som.
Ela voltou e sentou em mim, começou a acariciar meu cabelo. Demorou uns dez minutos para assumir seu papel, mas como eu não dizia nada, acabou assumindo que não tinha alternativa.
Eva. - Carlos, por favor, ontem eu me apaixonei por você, eu quero...
Eu. - O que você quer, Eva?
Eva. - Ser sua namorada.
Eu. - O quê?? O que eu faço com uma namorada de 18 anos? Você está louca?
Ela me olhou com cara de surpresa, esperava que eu pulasse nela, não esses joguinhos.
Eva. - Vamos, eu sei que você gosta de mim, ontem você... você ficava me olhando muito.
Eu. - Claro, porque você é uma gracinha, mas eu busco outras coisas numa mulher.
Eva. - O que você busca? Sexo? Não sei muito sobre isso mas aprendo rápido. Minha mãe diz que eu tenho um corpo muito bonito.
Eu. - E tem mesmo, e ela também. Viu, eu devia ir atrás dela, com certeza ela me daria o que eu quero muito melhor que você. Seu pai é sortudo, certeza que ele come ela todo dia.
Ela fez uma cara contrariada.
Eu. - Viu, eu digo "foder" e você se assusta, e se eu te disser que o papai enfia o pau dele todo dia na buceta da sua mãe? Que com certeza eles estão aproveitando agora que você não está pra ela lamber o pau dele e beber a porra?
Eva se irritou, pegou minhas mãos e colocou sobre seus seios.
Eva. - Eu tô te dizendo que eu faço o que você quiser, e não, minha mãe não faz essas coisas. Ela tem um diário muito detalhado escondido, por isso eu tava te olhando ontem, você é o primeiro homem que não é da família ou da igreja, que deixam que se aproxime de mim. Ela é muito infeliz, meu pai só transa com ela no dia antes da menstruação pra ela não engravidar, e nem sequer a deixa nua. Ela tem uns camisões horríveis daqueles da idade média. Quando eu li decidi que não queria ser tão infeliz como ela.
Eu. - Hahaha, então no final você queria mesmo, hein putinha!
Eva. - Não me chame assim! Eu não sou nenhuma puta!
Apertei bem forte seus dois peitos... Ela suspirou.
Eu. - É, é sim, você é minha putinha, vou fazer com você o que eu quiser e você não só vai obedecer, mas depois, vai me agradecer, igual essa manhã.
Meti as mãos dentro do seu decote, seus peitos estavam bem quentes e seus mamilos duros. Brinquei com eles um tempo apertando e acariciando. Ela cada vez estava mais excitada, lambia os lábios e soltava uns gemidos. Ela estava adorando.
Eu. - Bom, quem é você?
Eva. - Eva
Eu. - quem??
Eva. - Sua putinha?
Eu. - Bom, e agora me diz por que você quer ser.
Eva. - Porque não quero terminar como minha mãe? Eu. - E o que falta pra sua mãe?
Eva. - Fazer mais amor...
Eu. - Perdão?
Eva. - Que o papai coma ela mais?
Eu. - Com o quê?
Eva. - Com o pau dele!
Eu. - Bom, e se eu te disser que vou te transformar numa chupadora de pau de primeira e que um desses dias vou te foder no meu quarto, debaixo do dos seus pais, pra que eles te escutem gemendo e pensem que tô com alguma puta?
Eva. - Ummmmmmmm
Eu. - O que isso significa?
Eva. - Que eu gostei!
Eu. - O que você gostou?
Eva. - De você me ensinar a chupar seu pau e me foder pros meus pais me ouvirem gemer que nem uma putinha
Eu. - Bom, procura meu pau.
Ela baixou suas mãozinhas, colocou na minha cintura e abaixou a calça do pijama que eu estava usando, meu pau que já estava duro há um tempo saltou, ela o agarrou bem devagar.
Eu. - Segura com força.
Ela apertou com uma mão, me esmagando desajeitadamente, e com a outra acariciou a ponta da cabeça, eu já tinha soltado um pouco de líquido, ela levou os dedos ao nariz e cheirou...
Eu. - Chupa eles
Ela os colocou na boca.
Eu. - O que achou?
Eva. - Tem cheiro forte e gosto igual, mas acho que gosto, é isso que engravida?
Eu. - Não, isso sai mais tarde. Depois você prova com calma.
Ela sorriu.
Eu. - Bom, segura meu pau com força pela base e com a outra mão acaricia minhas bolas, bem devagar.
Eva. - Assim? Está tão duro e quente, gostei, e essa parte tão macia...
Eu. - Tira o top e o sutiã, quero brincar com seus peitos enquanto você me chupa.
Ela passou as mãos pelas costas para se desabotochar e com um movimento tirou tudo.
Eu. - Ummm, você tem uns peitos realmente lindos. - Enquanto os segurava com as mãos apertando-os.
Eva. - Obrigada, às vezes tenho vergonha, os homens me olham muito na rua, e as caras deles... bom, às vezes dão medo.
Eu. - Isso é porque você deixa eles o pau tá duro, eles querem te foder igual puta. Não importa se você é simpática ou não. Só querem te comer.
Eva.- É, acho que não ia gostar.
Eu.- Bom, parece que você gosta do meu pau, não larga ele.
Eva.- Bom, o seu eu gosto, o que eu faço agora?
Eu.- Fica de joelhos, e me olhando nos olhos, lambe a base do meu pau e as minhas bolas, bem devagar...
Ela se ajoelhou e começou a lamber que nem uma puta.
Eu.- Você tá uma gostosa de joelhos com esses peitões lambendo minhas bolas, puta.
Ela me olhou com um brilho de rebeldia nos olhos e do nada enfiou quase todo meu pau na boca de uma vez.
Eu.- Tô descobrindo o que você gosta, puta, você gosta né? Gosta que eu te chame de puta – ela chupava cada vez mais forte. – Você é uma safadinha, aqui de joelhos, lambendo o pau de um desconhecido em vez de estar estudando – ela botou a mão na calça e começou a se masturbar. – Olha só que puta, se masturbando... o que será que o papai diria se visse a princesinha dele chupando meu pau? Acha que ele já imaginou alguma vez? –, ela tirou o pau da boca, e lambeu ele todo, o olhar dela já não era mais de menina direita. – Quer que eu ensine a mamãe a chupar pau igual a você? Assim teria duas putas na mesma casa – Sim por favor, ensina ela, que ela aproveite igual a mim, a vida dela é muito triste e ela é tão bonita... – Bom, vou ensinar e você vai me ajudar, sabe no que isso vai transformar seu pai? – Num corno – e ela enfiou o pau de novo até o fundo. Eu já tava quase gozando. Tirei o pau da boca dela – Beleza, puta, agora você pode escolher, pode levantar e ir embora e não vou te chantagear mais ou pode continuar chupando meu pau até eu gozar nessa sua boquinha de puta, você decide. – Não posso ir... se eu for depois não poderia te agradecer – disse piscando pra mim. – Beleza, então engole tudo e me olhando nos olhos – Meu pau não aguentava mais, comecei a jorrar um monte de porra direto na boquinha dela. Ela apertou os lábios Envolvi meu pau para que nada escapasse, coloquei a mão na garganta dela, sentir ela engolindo era delicioso, quando o sêmen parou de sair ela ficou mais alguns minutos lambendo meu pau até deixá-lo bem limpo. Ela também tinha gozado, tirei a calça dela e comi sua buceta como um possesso, estava deliciosa, uma buceta virgem, de minha propriedade e de uma garota linda. Ela gozou mais três vezes.
Eva. - Caralho! Não acredito
Eu. - Você gostou, né puta?
Eva. - Acho que até gosto que me chame assim.
Eu. - hahaha
Eu. - Bom, você deve ir. Já faz uma hora que você está fora, vão ficar chateados, né?
Eva. - Sim, mais ou menos.
Eu. - Bom, seus pais dormem a sesta?
Eva. - Sim, de manhã missa e depois de almoçar dormem um pouco.
Eu. - Bom, diga a eles que vai ao cinema, amanhã vou desvirginar essa buceta linda e esse bumbum.
Eva. - A bunda? Vai doer?
Eu. - Sim, um pouco. Mas uma boa puta deve receber por todos os seus buracos. Você gostou de chupar pau, né? Então o resto você vai adorar, fica tranquila.
Eva. - Bom, sou sua puta, né? Supostamente você pode fazer o que quiser comigo, né? Essa é a ideia.
Eu. - Sim, e você adora
Eva. - Acho que sim.
Eu. - Bom, agora se aproxime da tela do computador e diga...
Ela ficou corada.
Eva. - Você me gravou?
Eu. - Sempre vou gravar, agora faça o que eu disse. - e dei um tapa na sua bunda.
Ela se aproximou da tela, ao mover o mouse apareceu seu rosto em tela cheia, ainda tinha um pouco de sêmen nos lábios, me olhou, lambeu os lábios e olhando para a tela...
Eva. - Oi mãe, acabei de aprender a chupar paus e comeram minha buceta como o papai nunca comeu a sua, espero que em breve você esteja com esse pau na sua buceta, te amo.
3 comentários - Ensinando uma novinha a se comportar
Quiero saber como sigue