A Euge é uma gostosa, e junto com a Vane (minha parceira de tantas aventuras e protagonista de várias histórias) são duas das minhas melhores amigas. A Euge morava em La Plata, mas depois se mudou com a família pro Sul quando eu tinha 22 anos e nunca mais a vi pessoalmente, embora a gente sempre mantivesse contato. Um ano atrás (quando eu tava nos EUA), ela decidiu voltar pra nossa terra e foi morar em Capital, bem perto de onde eu tô agora. Por isso, ter vindo pra cá significava também que as aventuras com ela iam voltar.
A Euge é mais velha que eu, tem 29 anos, e embora tivesse tido vários namorados, chegou na mesma conclusão que eu: solteira se fode mais e muito melhor. Minha amiga também tinha muita experiência no sexo e com ela aprendi um monte de coisas. Por exemplo, os exercícios que ela me passou quando eu tinha meus 18 anos inocentes pra fortalecer a língua e não dar cãibra quando eu chupava muito tempo a pica. Sim, aos 18 eu já era fanática por sexo oral.
Naquela noite tava frio e o sobretudo cobria ela... tudo. Mas quando ela tirou no restaurante, fiquei olhando, realmente aos 29 anos ela era uma deusa. Embora não tivesse peitos, tinha uma bunda escultural e uma cinturinha fina, desde pequena fazia patinação e mantinha a forma. Era um corpo muito parecido com o meu, só que, como vocês sabem, eu operei os peitos.
Já no jantar, a Euge foi direto ao que interessa. "Bom, vou te passar o roteiro: à 1h da manhã no vip direto, os caras tão nos esperando. Tem dois manos que perguntaram por você e querem te conhecer, depois vão estar os que você já conhece e algumas amigas minhas também, as de sempre. Ah! E temos dois convites pra casas: dos caras do Delta e do clube."
Eu fiquei chocada... parecíamos realmente putas de programa. Não me surpreendeu porque a Euge era assim, além de ficar com mil caras por mês (ousaria dizer que até pega mais caras do que eu), ela sempre queria ter todas as opções na mesa pra escolher. Ela não se privava de nada. aproveitar com ninguém. Por alguma coisa a gente sempre se dava tão bem.
- A gente é puta? Falei rindo
- Não, sua burra, mas você sabe como eu sou, além disso, não sei, me mandaram mensagem e falaram pra gente se ver! Você já conhece eles, já comeu todos, garota. Você escolhe, pra mim tanto faz ficar com qualquer um, mas quero transar!
- Eu também quero transar!
- Cara de pau, você deu há menos de 3 horas atrás
E era verdade. À tarde mesmo tinha tido uma sessão de sexo gostosa com meuvizinhoConversa vai, conversa vem, quando percebemos, já estávamos indo pra balada... tarde como sempre e bem bebadas. No jantar já tínhamos descido três vinhos.
No vip, nos receberam com muito álcool como de costume: champanhe e espumante à vontade. Mas naquela noite eu tava afim de algo mais forte, então com a Euge pedimos umas tequilas e começamos a dançar.
Enquanto postávamos Stories no Instagram e as garrafas de champanhe desfilavam por todo lado, logo ficamos chapadas pra caralho. Com a Euge dançávamos juntinhas, nos tocando na bunda e nos peitos. Ela amassava os meus e de vez em quando passava algum cara e também apalpava um pouco. Todos amigos nossos, claro.
A temperatura foi subindo quando a Euge se colocou atrás de mim e, enfiando a mão por baixo da minha regata (não tava de sutiã, como sempre falo, nunca uso tendo os peitos feitos), começou a apertá-los.
Depois, puxou a alça dos lados da minha regata e a baixou, deixando meus peitos de fora, mas isso foi só por uns segundos porque logo atrás ela os tapou com as mãozinhas dela, que não conseguiam cobrir tudo.
Depois de um tempo dançando, me virei e começamos a nos pegar, agora eu esfregando todos os meus peitos nos dela, com a regata ainda pra baixo, tinha que cobri-los de algum jeito. Depois de um beijo violento com muita língua, abracei ela enquanto trocávamos beijinhos. As duas, nessa altura, já estávamos pegando fogo e os caras... totalmente loucos.
Depois, levantei a regata de novo como pude enquanto tentava tirar a mão da minha buceta da Euge. Do nada, ela tinha metido a mão e tava me tocando. O vip já era um caos, só de dar uma olhada dava pra ver três ou quatro casais se pegando com mãos pra todo lado. O nosso não era exceção.
Pra piorar, minha saia mini mal cobria, só de levantar já me deixava toda exposta. "Chegaaa", falei. disse rindo enquanto continuava bebendo vinho.
Logo apareceu um cara magro trazendo outra garrafa de champanhe, que também meteu a mão na minha buceta, tocando ela. Não só não falei nada, como comecei a rir de novo. "Todo mundo quer te tocar", disse Euge passando a mão de novo. "Chega, pessoal", gritei.
Eu tava bêbada e super entregue. Um cara de trás apalpou meus peitos enquanto as mãos do Euge e daquele cara que eu nem conhecia (depois descobri que se chamava Gastão) metiam a mão de novo na minha buceta. Me senti uma puta absoluta sendo apalpada daquele jeito.
Depois Euge tirou a mão, foi pro sofá e sentou literalmente em cima de um homem de uns 50 anos que começou a beijar violentamente. A verdade é que não conhecia ele, não fazia ideia de quem era, mas imaginei que fosse um dos rolos dela. Embora me chamasse a atenção ele ser tão velho, ela costumava pegar caras mais novos.
Enquanto Gastão continuava me apalpando, enfiei a língua de surpresa e começamos a nos beijar violentamente. Enquanto isso, ele levantava ainda mais minha minissaia e tocava minha raba. Tava tão louca que teria fodido ali mesmo, mas tentei me controlar.
"Beleza, chega", falei quando tive um segundo de consciência do que tava rolando. A gente realmente ia acabar transando entre todos se continuasse assim.
Me aproximei de Euge, peguei na mão dela e tirei ela de cima do homem. "Ei, o que cê tá fazendo?", gritou o cara dela. Eu tinha cortado toda a diversão dele. Levei minha amiga pra um canto e falei pra ela se acalmar, que a gente não podia se soltar tanto. Até eu me surpreendi com o que tinha dito.
Euge começou a se contorcer de tanto rir, literalmente se abaixou de tanto rir, e tava tão bêbada que mal dava pra entender o que ela dizia. "Ah, mas sua burra, é o Marcos! O dono dessa porra de balada!", gritou no meu ouvido. Eu fiquei paralisada e surda com o grito no meu ouvido, não só tinha ficado como uma idiota, ainda por cima tinha tirado a mina do cara que bancava tantas bebidas de graça. Não sabia onde me enfiar.
A gente se pegou pela mão e voltou pra onde todo mundo estava. Marcos continuava no sofá, esperando a mina dele, imagino. A Euge foi direto nele de novo, sentou no colo dele e começou a beijá-lo com tudo.
Eu procurei o Gastón e o beijei de novo. "Agora sim, que se foda tudo", pensei. Enquanto nossas línguas se enroscavam, eu passei a mão na pica dele por cima da calça, já tava bem durinha e parecia ter um tamanho bem bom.
Depois de mais uma agarrada com meu gato (que até aquele momento eu ainda nem sabia quem era, só que se chamava Gastón e era bonito), ele me pegou pela mão e me levou pro lado, passamos por umas cortinas onde tinha uma parte mais afastada com mais sofás.
Aí eu sentei em cima dele e começamos a nos agarrar de novo. Gastón já tinha abaixado minha regata e agora eu tava com os peitos de fora. Na hora coloquei eles no rosto dele e a ação começou, mas primeiro ele deu uma olhada.
Depois sim, começou a chupar e passar a língua nos meus bicos. Eu comecei a gemer bem alto, entre a bebedeira, a música no talo e a excitação; já não tinha mais controle sobre mim.
"Caralho, que peituda gostosa você é", ele gritava enquanto continuava curtindo meus peitos. Eu, de olhos fechados e sentada em cima dele, sentindo a pica dele crescer, só me dedicava a aproveitar a chupada de peitos maravilhosa que ele tava me dando.
Depois de uns minutos, tudo ficou mais louco. Eu me levantei do sofá, abaixei o zíper da calça dele e tirei a pica pra fora. Tava duríssima e, pra minha surpresa, era bem maior do que eu imaginava. Olhei por uns segundos e comecei o que sei fazer de melhor: chupar pica.
Na hora, Gastón me pegou pelo cabelo e puxou minha cabeça pra baixo, pra eu engolir a pica toda dele. Enquanto eu chupava e batia uma pra ele. Em todo ritmo, aparece a Euge com um cara, mas não era o Marcos, era outro. "Essa é mais puta que eu", pensei e continuei na minha.
Depois de um bom tempo de punheta, cheguei perto e perguntei no ouvido se ele tinha camisinha. O cara tirou do bolso um pacote com três e já colocou uma. Eu tirei a calcinha fio dental sem tirar a saia e sentei em cima dele, ou melhor, no pau dele. Aos poucos, minha buceta foi cedendo pra dar lugar ao pau duro dele me penetrando devagar.
Quando tava tudo dentro, esfreguei meu clitóris nele e comecei a gemer alto... muito alto. Em poucos segundos, apoiei minhas mãos no peito do meu macho e comecei a montá-lo devagar, aumentando o ritmo das minhas sentadas. A Euge tava do lado, o macho dela tava de quatro e ele tava comendo ela segurando o cabelo dela. Do ladinho, tinha outra punheteira começando a transar.
As sentadas que eu dava no meu guri começaram a ficar cada vez mais fortes, nossos corpos batendo com tudo enquanto eu gemia desesperada pra gozar, tava excitadíssima, muito molhada e com vontade de gozar. E pra piorar, ele não parava de apertar meus peitos enquanto falava pra eu sentar mais forte. "Vai, senta mais forte em mim", ele repetia toda hora.
"Ai, vou gozar! Ai, vou gozar!", comecei a gritar pro meu macho no maior volume, mas minha voz mal dava pra ouvir, a música tava no talo. Sentei nele uma, duas, três, várias vezes enquanto aproveitava o orgasmo, me contorcia, tremia, gemia, continuava sentando, continuava gemendo, continuava me contorcendo.
O orgasmo foi super intenso, não sei se por causa da vontade, da excitação ou porque já tinha gozado duas vezes um pouco antes. Também não importava, só sabia que tava gozando igual uma puta no puro sexo. Depois que meu orgasmo acabou, parei de montá-lo e só me esfregava no corpo dele. Não tinha durado nada, mas eu tinha gozado como nunca.
Na hora, o Gastão levantou do sofá, me puxou forte pelo cabelo e me fez agachar. pra ela chupar de novo. A Euge agora tava em cima do cara dela, cavalgando gostoso, e do lado tinha outra mina que eu não tinha visto até então, pegando com dois caras. Tavam dominando ela, uma pica por trás e outra na boca. "Essa aqui tá se divertindo pra caralho", pensei.
Eu continuava chupando no ritmo que meu cara queria, porque era ele quem controlava a rola dentro da minha boca, me fazia engolir no tempo dele, do jeito dele, e eu nem sabia quem era. Isso me deixava doida. Me sentia a maior puta do rolê. "Vai, come ela, vai", o Gastão gritava pra mim. A puta excitação que isso me dava já era o suficiente pra querer continuar dando a noite inteira.
Sem avisar nem falar nada, uma onda de dois jatos de porra quente entrou na minha boca, na hora que meu cara gozou eu tive que engolir na marra a porra pra não me afogar, enquanto abria a boca pra continuar recebendo os jatos de gozo que agora iam pra minha cara. Um foi direto no olho, tive que fechar ele enquanto chupava a cabeça da pica com muita pressão pra dar mais tesão.
Meu macho se contorcia de prazer enquanto via que eu tinha engolido tudo sem problema. E eu, sorrindo igual uma puta boazuda enquanto passava a mão pra tirar a porra do olho.
Enquanto eu tava me levantando, apareceu a Euge com uma garrafa de champanhe na mão, levantou ela e jogou na minha cara. A maior parte da garrafa ela despejou no meu corpo, molhando tudo, a regata inteira e a minissaia, mesmo eu tendo aberto a boca, só tinha engolido um pouco.
"Que porra é essa??", gritei meio puta, por mais que eu tivesse a fim, sabia que ela tinha passado do ponto, tava toda molhada. Mas minha amiga não respondeu e começou a chupar meus peitos. Depois levantou meus braços e tirou a minha roupa. Me jogou no sofá e começou a chupar e amassar eles. Tava louca pra caralho. A gente se pegou gostoso por um bom tempo enquanto uns continuavam comendo, e outros olhavam e tocavam a gente.
"Ai, aquele é o Rodri, um dos meus contatinhos e o que Eu te disse que queria te conhecer", falou a Euge. Rodri é o cara com quem eu estava transando até agora. Me deu tanta graça que comecei a rir. Parecia piada, ele tinha comido o cara que queria me conhecer.
Rodri não falou nem "Oi", abriu minhas pernas e me penetrou. "Porra, bem gostoso", falou a Euge que estava do meu lado. Não consegui falar nada porque minha amiga enfiou a língua e começamos a nos beijar de novo enquanto Rodri começava a me comer cada vez mais forte. De novo, a excitação de ser macetada por um cara que eu não conhecia, numa balada, no escuro e ainda pegando minha amiga ao mesmo tempo, era sublime.
A mina que estava transando do lado com os dois caras eu nunca tinha visto, mas no momento em que minha amiga parou de meter a língua, consegui ver que ela estava de cócoras e os dois caras estavam descarregando toda a porra na cara dela. Mal dava pra ver, tava tudo muito escuro.
Depois de uns minutos de foda, Rodri me colocou de quatro e continuou no ritmo. Nessa hora, minha amiga começou a transar do lado com o cara que tinha me comido antes, o Gastón. E agora tinham entrado mais duas minas e vários caras. A bagunça era total. Nessa altura já deviam ser umas 6 da manhã, ou mais.
Primeiro Rodri enfiou um dedo no meu cu, depois dois. Como sempre, depois de enfiar os dois dedos, vem a penetração anal. E foi isso mesmo... não fiquei só nos dedos, ele mandou ver. Devagar começou a empurrar a pica dentro do meu cu. Eu comecei a gritar pra caralho, doía, mas no meio daquela maré de gemidos, podia gritar o que quisesse que ninguém ia ter pena, muito menos ele.
"Ai, tá doendo!", comecei a gritar cada vez mais alto. Mas Rodri não teve pena, continuava enfiando mais e mais a rola. Depois de vários minutos, conseguiu enfiar tudo e começou a me comer no cu, sempre de quatro e me segurando muito, mas muito forte pelo cabelo. Ele puxava tanto meu cabelo que doía, ainda mais com ele me macetando. Arrombando o cu... era uma dor atrás da outra. Mas eu tava gostando. Aí ele começou a meter mais forte, eu gritava igual uma puta, e quando senti que ele soltou meu cabelo e agarrou meu pescoço com força, eu gozei.
Meu corpo inteiro tremeu de novo, e o meu macho não parou nem um segundo de meter e tirar do meu cu. Se já não tinham feito isso antes no meio do orgasmo, agora que tavam me comendo pela bunda, muito menos.
Gritei por uns 30 segundos, até que o orgasmo foi passando devagar. Nessa hora, depois de tantas gozadas, o cansaço bateu de uma vez. "Como essa mina grita", alguém falou gritando perto de mim. Tentei ver quem era, mas só vi uma pica batendo na minha boca, abri e chupei. Não dava pra fazer outra coisa.
Enquanto o Rodri continuava arrombando meu cu, outro cara enfiava a pica na minha boca, me comendo cada vez mais forte. O cara não durou nada, logo senti a boca enchendo de porra, engoli o que dava e o resto escorreu pro sofá.
Quase ao mesmo tempo, o Rodri tirou a rola e esvaziou tudo na minha bunda, senti o leite quentinho nas nádegas. Eu tava exausta. Tirei o vestido curto que ainda tava usando porque tava encharcado de champanhe, e sentei no sofá. Só tava de salto, depois... pelada total. Nessa hora tive uns segundos de lucidez e senti vergonha, mas olhando em volta, só via casais transando. Só via sexo.
Minha amiga ainda tava sendo comida, e outra mina que acho que era amiga da Euge tava deitada num outro sofá descansando também, dois caras comiam outra garota. Quando a Euge gozou e o cara dela também, ela veio pro meu lado e ficamos as duas largadas no sofá. A música agora tava bem mais baixa, a noite tava acabando... pelo menos pra maioria das pessoas.
A Euge levantou, falou com um cara e voltou pra mim. "Vamos continuar?", ela perguntou.
Eu não aguentava mais, tava muito cansada e tonta. Falei pra minha amiga me deixar quieta. descansar um pouco. Acabei dormindo e acordei quando alguém me penetrou. Era o Gastão de novo. Ele me comeu de ladinho enquanto eu gemia já sem forças, sempre uma pica dentro é pra gozar e eu tava fazendo isso, mas o sono também me vencia. Depois ele me virou pro outro lado, depois de quatro, depois ele por cima de mim.
Não sei quanto tempo ele me teve, pra mim foi uma eternidade. Naquele momento eu só queria dormir, tava ardendo minha buceta e doía minha raba, mas eu continuava comendo sem parar. Logo percebi que tava chegando ao orgasmo de novo, mas não queria gozar, sentia que ia morrer. Se da última vez ele fez meu corpo inteiro tremer e minhas pernas cederam, dessa vez ia ser pior. No meio dos pensamentos, gozei, mais uma vez. Era impossível não chegar ao orgasmo com uma pirocada daquela.
Gritei menos que das outras vezes, senti dessa vez um calor que percorreu meu corpo todo, a pica entrando e saindo eu sentia mais do que nunca e o prazer, apesar do sono, era total. Depois disso, o Gastão começou a fazer minha raba. E claro, ele tinha visto o Rodri e não ia ficar sem vontade de arrebentar meu cu.
Naquele momento, todo o sono foi pro caralho, ele meteu de uma vez e doeu tanto que acordei na hora. Comecei a gritar e pedir pra ele ir mais devagar, mas meu macho tava tão excitado que tava arrombando meu cu de ladinho cada vez mais forte. Depois ele me colocou de quatro e aí foi melhor, porque a porra da pica entrava mais fácil.
A Euge continuava comendo do meu lado com dois caras, pensei por um momento como é que ela aguentava tanto, mas meu pensamento foi cortado quando o Gastão tirou a camisinha e gozou na minha cara. Comecei a rir enquanto pedia pros caras que comiam minha amiga me darem o esperma deles também, afinal... toda melada de champanhe e porra, o que era um pouco mais?
Fiquei de joelhos e eles começaram a bater punheta na minha cara, gozando quase ao mesmo tempo os dois. Eu tava com a cara toda cheia de sêmen e realmente morta. A Euge se Chegou perto, me beijou e passou a língua no meu rosto enquanto engolia tudo.
Acordei um tempinho depois, não dormi muito, uns 20 minutos. Tava morrendo de frio e pelada, minha amiga do meu lado me abraçando. Me sentia super tonta, tinha bebido demais. Alguns já tinham ido embora, do Gastón nem sinal, mas o Rodri tava sentado perto da gente.
O Marcos, o dono, tava comendo uma mina gostosa bem novinha, com sorte tinha 18 anos. Ele tava destruindo ela, a cara de dor que a mina fazia impressionava. O Marcos era grandão e ela, além de tudo, era bem pequenininha de corpo. Tava de quatro, totalmente dominada.
"Ei, você comeu ele?", perguntei pra Euge enquanto olhava o Marcos comendo. "Sim, sim, foi o primeiro da noite", minha amiga respondeu. Na hora entendi: ela comeu o Marcos, pegou o Rodri e levou ele pro vip pra comer ele também.
"Vamos nessa?", falei pra minha amiga. Mas a Euge já tinha dormido de novo e mal sabia onde tava, respondeu algo sem sentido e virou de lado, dormindo de novo.
O que veio depois foi uma puta confusão, tiveram que buscar meu sobretudo pra me cobrir, minha roupa tava jogada e toda molhada. O Rodri ajudou a levantar a Euge e se ofereceu pra levar a gente. Então, com a Euge destruída e eu pelada, mas coberta com meu sobretudo que, por sorte, me cobria toda, ele nos levou pro meu apê.
No caminho, batemos um papo, mas eu ainda tava tão bêbada que não conseguia ter uma conversa coerente e tava morrendo de sono. O Rodri tava bem melhor, não parecia bêbado, mas ficava me olhando com muita vontade.
Quando chegamos, a Euge ainda tava dormindo, então o Rodrigo levantou ela e levou direto pra porta do meu apê, eu abri a porta e ele deixou ela no sofá.
- Ficou knockout. Ele disse
- Ficamos todos assim, eu também não aguento mais.
- Eu tô bem. Ele falou, chegando perto de mim. Como foi bom...
- Sim, mas sério, não para, tô ardendo toda. Não sei quantos me comeram, tô toda melada e morrendo de sono, acho que não consigo mais transar por hoje. Preciso de um banho!
- Calma! Não tem problema. Se quiser, vai tomar banho que eu cuido dela um pouco.
- Beleza. Eu confiava nele porque sabia que era um contatinho/amigo da Euge.
Fui então tomar um banho quente e quando saí me senti muito melhor, a água tinha feito bem. Euge continuava dormindo como uma ursa no sofá, não tinha nem se mexido. Rodrigo estava largado na minha cama, num cantinho, como se tentasse não incomodar. Até me deu uma ternura.
Acordei ele e falei pra se acomodar direito e dormir um pouco, que eu também ia dormir. Deitei então na minha cama do jeito que saí do banho, pelada, não tinha nem energia pra me vestir. Me cobri toda e apaguei.
Acordei com o Rodri me chamando, dizendo que tinha que ir. Olhei o relógio e eram 2 da tarde. Não lembro o que respondi, só sei que quando fui ver, ele já estava em cima de mim me comendo.
Quando senti a pica entrando até o fundo, acordei de vez. "Ai, devagar", eu falava pro Rodri, que tava me metendo como se nunca tivesse me comido antes. "Fiquei com umas vontades de continuar te comendo", ele disse enquanto olhava como a pica entrava na minha buceta.
Rodri então subiu minhas perninhas no ombro e começou a me penetrar com toda violência. A cama batia na parede fazendo um barulho do caralho. Eu tinha começado a gemer alto pra caralho, não fazia ideia de como ainda aguentava a voz.
Ele me comeu de todas as formas que imaginou, até uma posição que me quebra: de bruços ou com as pernas meio abertas e ele por cima me penetrando fundo. Mas mesmo nessa posição e tendo dormido um pouco, eu custava a gozar.
Enquanto o Rodri continuava metendo assim, ele me segurava pelo pescoço e sussurrava no meu ouvido: "Vai, goza pra mim, putinha, vai!". Era a submissão total, era me sentir a putinha dele. Foi assim que consegui gozar de novo, mais uma vez.
Foi o orgasmo que mais aproveitei de todos, quase ao ponto de chorar de tão intenso. Minhas pernas tremiam. Para todo lado, todas tremendo enquanto eu não parava de gritar, meu coração tava explodindo, uma mistura de calor intenso com calafrios me fazia tremer inteira.
E nisso, o Rodri tinha me pegado pelo pescoço e continuava me comendo. Depois de uns minutos, ele tirou o pau e gozou tudo nos meus peitos. Não saiu muita porra, porque ele já tinha gozado umas quantas vezes.
Depois de uns minutos recuperando o fôlego, meu macho se vestiu e eu desci com ele pra abrir a porta. Coloquei o mesmo sobretudo da balada, ainda sem vontade de me vestir. Quando voltei, acordei a Euge, que já tava meio acordada. "Ainda é aquela puta vagabunda?", ela falou com uma voz de outro mundo. "Só um rapidinha com seu amigo", respondi, pegando a mão dela e levando pra minha cama.
Quando acordamos, já eram 20h. A gente tinha dormido umas 6 horas a mais. A Euge tomou um banho no meu apê, emprestei uma roupa decente pra ela e ela pegou um taxi pra casa dela.
Eu, meio recuperada mas com o corpo todo dolorido, tentava lembrar com quantos caras tinha ficado ou quantas vezes tinha gozado. "Impossível", pensei. A verdade é que só lembrava de algumas coisas, não tudo.
Me joguei no sofá com o tablet e um chá, mas antes tomei um ibuprofeno pra dor. Entrei no Poringa e comecei a ler umas mensagens. A mais repetida era:
"O que você fez no fim de semana? Se comportou?"
"Sim, foi tranquilo, sempre me comporto", respondi pra vários. Ninguém acreditou, e eu... muito menos. Os anos passavam e, em vez de ficar mais calma, eu ficava cada vez mais puta. Enquanto fazia isso, chegou uma mensagem no WhatsApp do meu vizinho.
"Vamos transar? Minha namorada acabou de sair e volta amanhã às 8h"
"Hoje não", respondi, e segui minha vida. Recusar uma oferta de sexo bom era sinal de que, realmente, eu tinha ficado satisfeita.
A Euge é mais velha que eu, tem 29 anos, e embora tivesse tido vários namorados, chegou na mesma conclusão que eu: solteira se fode mais e muito melhor. Minha amiga também tinha muita experiência no sexo e com ela aprendi um monte de coisas. Por exemplo, os exercícios que ela me passou quando eu tinha meus 18 anos inocentes pra fortalecer a língua e não dar cãibra quando eu chupava muito tempo a pica. Sim, aos 18 eu já era fanática por sexo oral.
Naquela noite tava frio e o sobretudo cobria ela... tudo. Mas quando ela tirou no restaurante, fiquei olhando, realmente aos 29 anos ela era uma deusa. Embora não tivesse peitos, tinha uma bunda escultural e uma cinturinha fina, desde pequena fazia patinação e mantinha a forma. Era um corpo muito parecido com o meu, só que, como vocês sabem, eu operei os peitos.
Já no jantar, a Euge foi direto ao que interessa. "Bom, vou te passar o roteiro: à 1h da manhã no vip direto, os caras tão nos esperando. Tem dois manos que perguntaram por você e querem te conhecer, depois vão estar os que você já conhece e algumas amigas minhas também, as de sempre. Ah! E temos dois convites pra casas: dos caras do Delta e do clube."
Eu fiquei chocada... parecíamos realmente putas de programa. Não me surpreendeu porque a Euge era assim, além de ficar com mil caras por mês (ousaria dizer que até pega mais caras do que eu), ela sempre queria ter todas as opções na mesa pra escolher. Ela não se privava de nada. aproveitar com ninguém. Por alguma coisa a gente sempre se dava tão bem.
- A gente é puta? Falei rindo
- Não, sua burra, mas você sabe como eu sou, além disso, não sei, me mandaram mensagem e falaram pra gente se ver! Você já conhece eles, já comeu todos, garota. Você escolhe, pra mim tanto faz ficar com qualquer um, mas quero transar!
- Eu também quero transar!
- Cara de pau, você deu há menos de 3 horas atrás
E era verdade. À tarde mesmo tinha tido uma sessão de sexo gostosa com meuvizinhoConversa vai, conversa vem, quando percebemos, já estávamos indo pra balada... tarde como sempre e bem bebadas. No jantar já tínhamos descido três vinhos.
No vip, nos receberam com muito álcool como de costume: champanhe e espumante à vontade. Mas naquela noite eu tava afim de algo mais forte, então com a Euge pedimos umas tequilas e começamos a dançar.
Enquanto postávamos Stories no Instagram e as garrafas de champanhe desfilavam por todo lado, logo ficamos chapadas pra caralho. Com a Euge dançávamos juntinhas, nos tocando na bunda e nos peitos. Ela amassava os meus e de vez em quando passava algum cara e também apalpava um pouco. Todos amigos nossos, claro.
A temperatura foi subindo quando a Euge se colocou atrás de mim e, enfiando a mão por baixo da minha regata (não tava de sutiã, como sempre falo, nunca uso tendo os peitos feitos), começou a apertá-los.
Depois, puxou a alça dos lados da minha regata e a baixou, deixando meus peitos de fora, mas isso foi só por uns segundos porque logo atrás ela os tapou com as mãozinhas dela, que não conseguiam cobrir tudo.
Depois de um tempo dançando, me virei e começamos a nos pegar, agora eu esfregando todos os meus peitos nos dela, com a regata ainda pra baixo, tinha que cobri-los de algum jeito. Depois de um beijo violento com muita língua, abracei ela enquanto trocávamos beijinhos. As duas, nessa altura, já estávamos pegando fogo e os caras... totalmente loucos.
Depois, levantei a regata de novo como pude enquanto tentava tirar a mão da minha buceta da Euge. Do nada, ela tinha metido a mão e tava me tocando. O vip já era um caos, só de dar uma olhada dava pra ver três ou quatro casais se pegando com mãos pra todo lado. O nosso não era exceção.
Pra piorar, minha saia mini mal cobria, só de levantar já me deixava toda exposta. "Chegaaa", falei. disse rindo enquanto continuava bebendo vinho.
Logo apareceu um cara magro trazendo outra garrafa de champanhe, que também meteu a mão na minha buceta, tocando ela. Não só não falei nada, como comecei a rir de novo. "Todo mundo quer te tocar", disse Euge passando a mão de novo. "Chega, pessoal", gritei.
Eu tava bêbada e super entregue. Um cara de trás apalpou meus peitos enquanto as mãos do Euge e daquele cara que eu nem conhecia (depois descobri que se chamava Gastão) metiam a mão de novo na minha buceta. Me senti uma puta absoluta sendo apalpada daquele jeito.
Depois Euge tirou a mão, foi pro sofá e sentou literalmente em cima de um homem de uns 50 anos que começou a beijar violentamente. A verdade é que não conhecia ele, não fazia ideia de quem era, mas imaginei que fosse um dos rolos dela. Embora me chamasse a atenção ele ser tão velho, ela costumava pegar caras mais novos.
Enquanto Gastão continuava me apalpando, enfiei a língua de surpresa e começamos a nos beijar violentamente. Enquanto isso, ele levantava ainda mais minha minissaia e tocava minha raba. Tava tão louca que teria fodido ali mesmo, mas tentei me controlar.
"Beleza, chega", falei quando tive um segundo de consciência do que tava rolando. A gente realmente ia acabar transando entre todos se continuasse assim.
Me aproximei de Euge, peguei na mão dela e tirei ela de cima do homem. "Ei, o que cê tá fazendo?", gritou o cara dela. Eu tinha cortado toda a diversão dele. Levei minha amiga pra um canto e falei pra ela se acalmar, que a gente não podia se soltar tanto. Até eu me surpreendi com o que tinha dito.
Euge começou a se contorcer de tanto rir, literalmente se abaixou de tanto rir, e tava tão bêbada que mal dava pra entender o que ela dizia. "Ah, mas sua burra, é o Marcos! O dono dessa porra de balada!", gritou no meu ouvido. Eu fiquei paralisada e surda com o grito no meu ouvido, não só tinha ficado como uma idiota, ainda por cima tinha tirado a mina do cara que bancava tantas bebidas de graça. Não sabia onde me enfiar.
A gente se pegou pela mão e voltou pra onde todo mundo estava. Marcos continuava no sofá, esperando a mina dele, imagino. A Euge foi direto nele de novo, sentou no colo dele e começou a beijá-lo com tudo.
Eu procurei o Gastón e o beijei de novo. "Agora sim, que se foda tudo", pensei. Enquanto nossas línguas se enroscavam, eu passei a mão na pica dele por cima da calça, já tava bem durinha e parecia ter um tamanho bem bom.
Depois de mais uma agarrada com meu gato (que até aquele momento eu ainda nem sabia quem era, só que se chamava Gastón e era bonito), ele me pegou pela mão e me levou pro lado, passamos por umas cortinas onde tinha uma parte mais afastada com mais sofás.
Aí eu sentei em cima dele e começamos a nos agarrar de novo. Gastón já tinha abaixado minha regata e agora eu tava com os peitos de fora. Na hora coloquei eles no rosto dele e a ação começou, mas primeiro ele deu uma olhada.
Depois sim, começou a chupar e passar a língua nos meus bicos. Eu comecei a gemer bem alto, entre a bebedeira, a música no talo e a excitação; já não tinha mais controle sobre mim.
"Caralho, que peituda gostosa você é", ele gritava enquanto continuava curtindo meus peitos. Eu, de olhos fechados e sentada em cima dele, sentindo a pica dele crescer, só me dedicava a aproveitar a chupada de peitos maravilhosa que ele tava me dando.
Depois de uns minutos, tudo ficou mais louco. Eu me levantei do sofá, abaixei o zíper da calça dele e tirei a pica pra fora. Tava duríssima e, pra minha surpresa, era bem maior do que eu imaginava. Olhei por uns segundos e comecei o que sei fazer de melhor: chupar pica.
Na hora, Gastón me pegou pelo cabelo e puxou minha cabeça pra baixo, pra eu engolir a pica toda dele. Enquanto eu chupava e batia uma pra ele. Em todo ritmo, aparece a Euge com um cara, mas não era o Marcos, era outro. "Essa é mais puta que eu", pensei e continuei na minha.
Depois de um bom tempo de punheta, cheguei perto e perguntei no ouvido se ele tinha camisinha. O cara tirou do bolso um pacote com três e já colocou uma. Eu tirei a calcinha fio dental sem tirar a saia e sentei em cima dele, ou melhor, no pau dele. Aos poucos, minha buceta foi cedendo pra dar lugar ao pau duro dele me penetrando devagar.
Quando tava tudo dentro, esfreguei meu clitóris nele e comecei a gemer alto... muito alto. Em poucos segundos, apoiei minhas mãos no peito do meu macho e comecei a montá-lo devagar, aumentando o ritmo das minhas sentadas. A Euge tava do lado, o macho dela tava de quatro e ele tava comendo ela segurando o cabelo dela. Do ladinho, tinha outra punheteira começando a transar.
As sentadas que eu dava no meu guri começaram a ficar cada vez mais fortes, nossos corpos batendo com tudo enquanto eu gemia desesperada pra gozar, tava excitadíssima, muito molhada e com vontade de gozar. E pra piorar, ele não parava de apertar meus peitos enquanto falava pra eu sentar mais forte. "Vai, senta mais forte em mim", ele repetia toda hora.
"Ai, vou gozar! Ai, vou gozar!", comecei a gritar pro meu macho no maior volume, mas minha voz mal dava pra ouvir, a música tava no talo. Sentei nele uma, duas, três, várias vezes enquanto aproveitava o orgasmo, me contorcia, tremia, gemia, continuava sentando, continuava gemendo, continuava me contorcendo.
O orgasmo foi super intenso, não sei se por causa da vontade, da excitação ou porque já tinha gozado duas vezes um pouco antes. Também não importava, só sabia que tava gozando igual uma puta no puro sexo. Depois que meu orgasmo acabou, parei de montá-lo e só me esfregava no corpo dele. Não tinha durado nada, mas eu tinha gozado como nunca.
Na hora, o Gastão levantou do sofá, me puxou forte pelo cabelo e me fez agachar. pra ela chupar de novo. A Euge agora tava em cima do cara dela, cavalgando gostoso, e do lado tinha outra mina que eu não tinha visto até então, pegando com dois caras. Tavam dominando ela, uma pica por trás e outra na boca. "Essa aqui tá se divertindo pra caralho", pensei.
Eu continuava chupando no ritmo que meu cara queria, porque era ele quem controlava a rola dentro da minha boca, me fazia engolir no tempo dele, do jeito dele, e eu nem sabia quem era. Isso me deixava doida. Me sentia a maior puta do rolê. "Vai, come ela, vai", o Gastão gritava pra mim. A puta excitação que isso me dava já era o suficiente pra querer continuar dando a noite inteira.
Sem avisar nem falar nada, uma onda de dois jatos de porra quente entrou na minha boca, na hora que meu cara gozou eu tive que engolir na marra a porra pra não me afogar, enquanto abria a boca pra continuar recebendo os jatos de gozo que agora iam pra minha cara. Um foi direto no olho, tive que fechar ele enquanto chupava a cabeça da pica com muita pressão pra dar mais tesão.
Meu macho se contorcia de prazer enquanto via que eu tinha engolido tudo sem problema. E eu, sorrindo igual uma puta boazuda enquanto passava a mão pra tirar a porra do olho.
Enquanto eu tava me levantando, apareceu a Euge com uma garrafa de champanhe na mão, levantou ela e jogou na minha cara. A maior parte da garrafa ela despejou no meu corpo, molhando tudo, a regata inteira e a minissaia, mesmo eu tendo aberto a boca, só tinha engolido um pouco.
"Que porra é essa??", gritei meio puta, por mais que eu tivesse a fim, sabia que ela tinha passado do ponto, tava toda molhada. Mas minha amiga não respondeu e começou a chupar meus peitos. Depois levantou meus braços e tirou a minha roupa. Me jogou no sofá e começou a chupar e amassar eles. Tava louca pra caralho. A gente se pegou gostoso por um bom tempo enquanto uns continuavam comendo, e outros olhavam e tocavam a gente.
"Ai, aquele é o Rodri, um dos meus contatinhos e o que Eu te disse que queria te conhecer", falou a Euge. Rodri é o cara com quem eu estava transando até agora. Me deu tanta graça que comecei a rir. Parecia piada, ele tinha comido o cara que queria me conhecer.
Rodri não falou nem "Oi", abriu minhas pernas e me penetrou. "Porra, bem gostoso", falou a Euge que estava do meu lado. Não consegui falar nada porque minha amiga enfiou a língua e começamos a nos beijar de novo enquanto Rodri começava a me comer cada vez mais forte. De novo, a excitação de ser macetada por um cara que eu não conhecia, numa balada, no escuro e ainda pegando minha amiga ao mesmo tempo, era sublime.
A mina que estava transando do lado com os dois caras eu nunca tinha visto, mas no momento em que minha amiga parou de meter a língua, consegui ver que ela estava de cócoras e os dois caras estavam descarregando toda a porra na cara dela. Mal dava pra ver, tava tudo muito escuro.
Depois de uns minutos de foda, Rodri me colocou de quatro e continuou no ritmo. Nessa hora, minha amiga começou a transar do lado com o cara que tinha me comido antes, o Gastón. E agora tinham entrado mais duas minas e vários caras. A bagunça era total. Nessa altura já deviam ser umas 6 da manhã, ou mais.
Primeiro Rodri enfiou um dedo no meu cu, depois dois. Como sempre, depois de enfiar os dois dedos, vem a penetração anal. E foi isso mesmo... não fiquei só nos dedos, ele mandou ver. Devagar começou a empurrar a pica dentro do meu cu. Eu comecei a gritar pra caralho, doía, mas no meio daquela maré de gemidos, podia gritar o que quisesse que ninguém ia ter pena, muito menos ele.
"Ai, tá doendo!", comecei a gritar cada vez mais alto. Mas Rodri não teve pena, continuava enfiando mais e mais a rola. Depois de vários minutos, conseguiu enfiar tudo e começou a me comer no cu, sempre de quatro e me segurando muito, mas muito forte pelo cabelo. Ele puxava tanto meu cabelo que doía, ainda mais com ele me macetando. Arrombando o cu... era uma dor atrás da outra. Mas eu tava gostando. Aí ele começou a meter mais forte, eu gritava igual uma puta, e quando senti que ele soltou meu cabelo e agarrou meu pescoço com força, eu gozei.
Meu corpo inteiro tremeu de novo, e o meu macho não parou nem um segundo de meter e tirar do meu cu. Se já não tinham feito isso antes no meio do orgasmo, agora que tavam me comendo pela bunda, muito menos.
Gritei por uns 30 segundos, até que o orgasmo foi passando devagar. Nessa hora, depois de tantas gozadas, o cansaço bateu de uma vez. "Como essa mina grita", alguém falou gritando perto de mim. Tentei ver quem era, mas só vi uma pica batendo na minha boca, abri e chupei. Não dava pra fazer outra coisa.
Enquanto o Rodri continuava arrombando meu cu, outro cara enfiava a pica na minha boca, me comendo cada vez mais forte. O cara não durou nada, logo senti a boca enchendo de porra, engoli o que dava e o resto escorreu pro sofá.
Quase ao mesmo tempo, o Rodri tirou a rola e esvaziou tudo na minha bunda, senti o leite quentinho nas nádegas. Eu tava exausta. Tirei o vestido curto que ainda tava usando porque tava encharcado de champanhe, e sentei no sofá. Só tava de salto, depois... pelada total. Nessa hora tive uns segundos de lucidez e senti vergonha, mas olhando em volta, só via casais transando. Só via sexo.
Minha amiga ainda tava sendo comida, e outra mina que acho que era amiga da Euge tava deitada num outro sofá descansando também, dois caras comiam outra garota. Quando a Euge gozou e o cara dela também, ela veio pro meu lado e ficamos as duas largadas no sofá. A música agora tava bem mais baixa, a noite tava acabando... pelo menos pra maioria das pessoas.
A Euge levantou, falou com um cara e voltou pra mim. "Vamos continuar?", ela perguntou.
Eu não aguentava mais, tava muito cansada e tonta. Falei pra minha amiga me deixar quieta. descansar um pouco. Acabei dormindo e acordei quando alguém me penetrou. Era o Gastão de novo. Ele me comeu de ladinho enquanto eu gemia já sem forças, sempre uma pica dentro é pra gozar e eu tava fazendo isso, mas o sono também me vencia. Depois ele me virou pro outro lado, depois de quatro, depois ele por cima de mim.
Não sei quanto tempo ele me teve, pra mim foi uma eternidade. Naquele momento eu só queria dormir, tava ardendo minha buceta e doía minha raba, mas eu continuava comendo sem parar. Logo percebi que tava chegando ao orgasmo de novo, mas não queria gozar, sentia que ia morrer. Se da última vez ele fez meu corpo inteiro tremer e minhas pernas cederam, dessa vez ia ser pior. No meio dos pensamentos, gozei, mais uma vez. Era impossível não chegar ao orgasmo com uma pirocada daquela.
Gritei menos que das outras vezes, senti dessa vez um calor que percorreu meu corpo todo, a pica entrando e saindo eu sentia mais do que nunca e o prazer, apesar do sono, era total. Depois disso, o Gastão começou a fazer minha raba. E claro, ele tinha visto o Rodri e não ia ficar sem vontade de arrebentar meu cu.
Naquele momento, todo o sono foi pro caralho, ele meteu de uma vez e doeu tanto que acordei na hora. Comecei a gritar e pedir pra ele ir mais devagar, mas meu macho tava tão excitado que tava arrombando meu cu de ladinho cada vez mais forte. Depois ele me colocou de quatro e aí foi melhor, porque a porra da pica entrava mais fácil.
A Euge continuava comendo do meu lado com dois caras, pensei por um momento como é que ela aguentava tanto, mas meu pensamento foi cortado quando o Gastão tirou a camisinha e gozou na minha cara. Comecei a rir enquanto pedia pros caras que comiam minha amiga me darem o esperma deles também, afinal... toda melada de champanhe e porra, o que era um pouco mais?
Fiquei de joelhos e eles começaram a bater punheta na minha cara, gozando quase ao mesmo tempo os dois. Eu tava com a cara toda cheia de sêmen e realmente morta. A Euge se Chegou perto, me beijou e passou a língua no meu rosto enquanto engolia tudo.
Acordei um tempinho depois, não dormi muito, uns 20 minutos. Tava morrendo de frio e pelada, minha amiga do meu lado me abraçando. Me sentia super tonta, tinha bebido demais. Alguns já tinham ido embora, do Gastón nem sinal, mas o Rodri tava sentado perto da gente.
O Marcos, o dono, tava comendo uma mina gostosa bem novinha, com sorte tinha 18 anos. Ele tava destruindo ela, a cara de dor que a mina fazia impressionava. O Marcos era grandão e ela, além de tudo, era bem pequenininha de corpo. Tava de quatro, totalmente dominada.
"Ei, você comeu ele?", perguntei pra Euge enquanto olhava o Marcos comendo. "Sim, sim, foi o primeiro da noite", minha amiga respondeu. Na hora entendi: ela comeu o Marcos, pegou o Rodri e levou ele pro vip pra comer ele também.
"Vamos nessa?", falei pra minha amiga. Mas a Euge já tinha dormido de novo e mal sabia onde tava, respondeu algo sem sentido e virou de lado, dormindo de novo.
O que veio depois foi uma puta confusão, tiveram que buscar meu sobretudo pra me cobrir, minha roupa tava jogada e toda molhada. O Rodri ajudou a levantar a Euge e se ofereceu pra levar a gente. Então, com a Euge destruída e eu pelada, mas coberta com meu sobretudo que, por sorte, me cobria toda, ele nos levou pro meu apê.
No caminho, batemos um papo, mas eu ainda tava tão bêbada que não conseguia ter uma conversa coerente e tava morrendo de sono. O Rodri tava bem melhor, não parecia bêbado, mas ficava me olhando com muita vontade.
Quando chegamos, a Euge ainda tava dormindo, então o Rodrigo levantou ela e levou direto pra porta do meu apê, eu abri a porta e ele deixou ela no sofá.
- Ficou knockout. Ele disse
- Ficamos todos assim, eu também não aguento mais.
- Eu tô bem. Ele falou, chegando perto de mim. Como foi bom...
- Sim, mas sério, não para, tô ardendo toda. Não sei quantos me comeram, tô toda melada e morrendo de sono, acho que não consigo mais transar por hoje. Preciso de um banho!
- Calma! Não tem problema. Se quiser, vai tomar banho que eu cuido dela um pouco.
- Beleza. Eu confiava nele porque sabia que era um contatinho/amigo da Euge.
Fui então tomar um banho quente e quando saí me senti muito melhor, a água tinha feito bem. Euge continuava dormindo como uma ursa no sofá, não tinha nem se mexido. Rodrigo estava largado na minha cama, num cantinho, como se tentasse não incomodar. Até me deu uma ternura.
Acordei ele e falei pra se acomodar direito e dormir um pouco, que eu também ia dormir. Deitei então na minha cama do jeito que saí do banho, pelada, não tinha nem energia pra me vestir. Me cobri toda e apaguei.
Acordei com o Rodri me chamando, dizendo que tinha que ir. Olhei o relógio e eram 2 da tarde. Não lembro o que respondi, só sei que quando fui ver, ele já estava em cima de mim me comendo.
Quando senti a pica entrando até o fundo, acordei de vez. "Ai, devagar", eu falava pro Rodri, que tava me metendo como se nunca tivesse me comido antes. "Fiquei com umas vontades de continuar te comendo", ele disse enquanto olhava como a pica entrava na minha buceta.
Rodri então subiu minhas perninhas no ombro e começou a me penetrar com toda violência. A cama batia na parede fazendo um barulho do caralho. Eu tinha começado a gemer alto pra caralho, não fazia ideia de como ainda aguentava a voz.
Ele me comeu de todas as formas que imaginou, até uma posição que me quebra: de bruços ou com as pernas meio abertas e ele por cima me penetrando fundo. Mas mesmo nessa posição e tendo dormido um pouco, eu custava a gozar.
Enquanto o Rodri continuava metendo assim, ele me segurava pelo pescoço e sussurrava no meu ouvido: "Vai, goza pra mim, putinha, vai!". Era a submissão total, era me sentir a putinha dele. Foi assim que consegui gozar de novo, mais uma vez.
Foi o orgasmo que mais aproveitei de todos, quase ao ponto de chorar de tão intenso. Minhas pernas tremiam. Para todo lado, todas tremendo enquanto eu não parava de gritar, meu coração tava explodindo, uma mistura de calor intenso com calafrios me fazia tremer inteira.
E nisso, o Rodri tinha me pegado pelo pescoço e continuava me comendo. Depois de uns minutos, ele tirou o pau e gozou tudo nos meus peitos. Não saiu muita porra, porque ele já tinha gozado umas quantas vezes.
Depois de uns minutos recuperando o fôlego, meu macho se vestiu e eu desci com ele pra abrir a porta. Coloquei o mesmo sobretudo da balada, ainda sem vontade de me vestir. Quando voltei, acordei a Euge, que já tava meio acordada. "Ainda é aquela puta vagabunda?", ela falou com uma voz de outro mundo. "Só um rapidinha com seu amigo", respondi, pegando a mão dela e levando pra minha cama.
Quando acordamos, já eram 20h. A gente tinha dormido umas 6 horas a mais. A Euge tomou um banho no meu apê, emprestei uma roupa decente pra ela e ela pegou um taxi pra casa dela.
Eu, meio recuperada mas com o corpo todo dolorido, tentava lembrar com quantos caras tinha ficado ou quantas vezes tinha gozado. "Impossível", pensei. A verdade é que só lembrava de algumas coisas, não tudo.
Me joguei no sofá com o tablet e um chá, mas antes tomei um ibuprofeno pra dor. Entrei no Poringa e comecei a ler umas mensagens. A mais repetida era:
"O que você fez no fim de semana? Se comportou?"
"Sim, foi tranquilo, sempre me comporto", respondi pra vários. Ninguém acreditou, e eu... muito menos. Os anos passavam e, em vez de ficar mais calma, eu ficava cada vez mais puta. Enquanto fazia isso, chegou uma mensagem no WhatsApp do meu vizinho.
"Vamos transar? Minha namorada acabou de sair e volta amanhã às 8h"
"Hoje não", respondi, e segui minha vida. Recusar uma oferta de sexo bom era sinal de que, realmente, eu tinha ficado satisfeita.
10 comentários - 3. Fim de semana só putaria (Parte 2)
esto fue como esa fiesta en la que te garcharon anda a saber cuantos y perdiste tu vestido
no me puedo imaginar lo puta que sos
buen relato y van puntos