Minha tia Mayra trabalha como treinadora de pessoal. Ela teve uma queda feia, e o médico mandou ela ficar de repouso por 30 dias... Ela me pediu pra ajudar com o cargo dela, e eu não pude recusar. Preparei cada uma das aulas pra dar, e esperava aquele dia o grupo de 6 pessoas. Pouco antes, chegou um rapaz, recebi ele e me apresentei, ele também, Matías, 23 anos. Depois os outros foram chegando. No fim da primeira semana, o progresso foi satisfatório, menos com o Matías. Ele passava o tempo distraindo os outros com as várias palhaçadas dele. No meio da outra semana, avisei o Matías que seria melhor eu dar um curso intensivo pra ele nos fins de semana pra não atrasar o resto. Tentei fazer ele entender que já era um cara adulto, casado e com um filho... Maaaas ele tava pouco se lixando. Chegou sábado cedo, tão cedo que me surpreendeu. Conforme a gente entrava nos assuntos, o olhar dele tava em todo o meu corpo. Eu mesma ficava checando cada botão existente pra ver se tava tudo certo, usasse calça ou saia, ele fixava o olhar da minha cintura até os pés.
Tinha boa retenção do que aprendia, e foi aí que mudei a forma de ensinar ele. Percebi que era melhor fazer como se fosse uma conversa, não era o sistema, era o jeito que ele prestava atenção e entendia... E assim consegui que ele avançasse, entre comentários de duplo sentido, ele pedia pra foder comigo, eu tentava desviar as palavras dele e me fazer de sonsa... A questão é que as intenções dele foram despertando em mim o desejo, curiosidade, ou sei lá, mas já estava muito inquieta, e de 3 horas de curso, quase tinha dobrado, era agradável passar o tempo com esse garoto... Naquela tarde, o vigia passou pra avisar que ia sair e que demorava pra voltar, eu disse que não tinha problema, e continuamos com o curso... Sabendo que estava sozinho, Matías aumentou a intenção em todos os sentidos, constantemente passava a mão no pau dele, deixando ver a forte ereção, e minha buceta foi ficando mais molhada, essa situação era tipo quando a mãe grita pra todo mundo: A janta tá servida...! Assim mesmo era isso, era só pegar o prato, e mesmo assim, fingi que queria prolongar mais os acontecimentos, tentando provocar mais excitação nele.
Num instante, ela se levantou e veio na minha direção, me enlaçou pela cintura, me surpreendendo com um beijo longo na boca, bem na hora em que acariciava minhas costas e me puxava contra o corpo dela, apertando tão forte, como se quisesse nos fundir. Passou pro meu rosto, meu pescoço, chupou um tempo meus peitos, e seguiu caminho pra baixo, porque tinha como maior objetivo a parte de baixo do corpo. Abriu minhas pernas e começou a chupá-las, foi subindo centímetro por centímetro sem parar de beijar, lamber, chupar e ir sugando entre leves mordidinhas até chegar na minha buceta. E só afastou minha calcinha de lado pra poder lamber meus lábios vaginais, linguar meu clitóris, num ritmo de vai e vem... E ter uma sequência de orgasmos, que ela foi engolindo e se deliciando com eles. Tirou minha calcinha e cheirou fundo...
Depois de um bom tempo, ele me pegou pela mão e me fez trocar de lugar, tomando o meu... Ele baixou a roupa, mostrando o pau que pulou brincalhão e orgulhoso na minha frente, segurou firme na base e me ofereceu ele ereto. Me inclinei completamente e peguei com uma mão, e com a outra as bolas dele, me aproximei e esfreguei no meu rosto, passei a língua desde a base das bolas suavemente, percorrendo até a ponta da cabeça, e ao chegar na ponta, passei um bom tempo com a língua, chupei a cabecinha dele, lambi e suguei o olhinho, e no final, engoli o máximo que pude...
Ele sentou e foi tirando minha roupa, me guiou para me deitar sobre a escrivaninha, colocou a boca de novo na minha buceta, e chupou meus líquidos, enquanto com meus sucos lubrificava meu cu, e enfiava dois dedos nele, voltava a chupar quantas vezes quis minha bunda, distendendo os esfíncteres com ajuda de língua e dedos, e sem parar de atender minha buceta, embora depois voltasse pro lugar entre minhas nádegas... Ele se levantou, no final do meu corpo, entre minhas pernas, ficou me olhando bem sorridente, assim, como quem não quer nada, mas muito muito intencionado de safadeza, sabia bem que esse sorrisinho era por algo, esperei tranquila mas impaciente e senti sobre meus esfíncteres anais, a grande ponta do pau dele, esperei uma dor enorme ao ser penetrada, no entanto, passou como quando você encontra a mão mágica de uma enfermeira quando ela te dá uma boa injeção e você nem percebe que já passou... Assim, Matías, soube fazer delicioso, que nunca senti dor, e começou a dar bombadas, sustentadas num vai e vem gostoso..
Enquanto isso, acariciava meu corpo com um desejo infinito, pra mim era loucura ter ele assim, um prazer imenso, não sou muito de anal, mas impossível negar toda a excitação que gera... Ficamos nessa posição por um bom tempo... Ele começou a bombear sem parar, anunciava uma descarga total, fechou os olhos e soltava um monte de palavras sujas com a voz bem rouca, e jogou o leite dele lá no fundo de mim... Ficamos assim conversando, mas ele continuava fazendo uns movimentos bem sutis, queria manter a ereção... Depois de um tempo, me fez descer, e ele ficou de bruços, subi pra montar nele, mas ele pediu pra eu virar de costas, queria apalpar minha bunda.
Entre nossa dedicação em nos dar prazer, gemidos, sons do chaca-chaca, as respirações ofegantes, nunca percebemos que o vigia já tinha chegado, e nos espiava atrás de umas caixas de papelão. Não sei de que forma, isso despertou toda minha razão, e transbordou meu desejo ao me saber observada... E acabei me movendo tão freneticamente, que Matías gozou pela segunda vez... E me ajeitei pra dar melhor vista pro guarda... Depois de um tempo, Matías me penetrou de novo pelo meu cuzinho, e continuou com seu ritmo variado.
Quando o Matías terminou, a gente desceu sem arrumar as coisas, nos ajeitamos, e fomos andando. Sabendo que o guarda tava me observando, deixei minha calcinha dentro de uma gaveta da escrivaninha — óbvio que sabia que ia sumir... O curso terminou sem falhas, todo mundo capacitado, e depois minha tia voltou, e tudo voltou ao normal...
Tinha boa retenção do que aprendia, e foi aí que mudei a forma de ensinar ele. Percebi que era melhor fazer como se fosse uma conversa, não era o sistema, era o jeito que ele prestava atenção e entendia... E assim consegui que ele avançasse, entre comentários de duplo sentido, ele pedia pra foder comigo, eu tentava desviar as palavras dele e me fazer de sonsa... A questão é que as intenções dele foram despertando em mim o desejo, curiosidade, ou sei lá, mas já estava muito inquieta, e de 3 horas de curso, quase tinha dobrado, era agradável passar o tempo com esse garoto... Naquela tarde, o vigia passou pra avisar que ia sair e que demorava pra voltar, eu disse que não tinha problema, e continuamos com o curso... Sabendo que estava sozinho, Matías aumentou a intenção em todos os sentidos, constantemente passava a mão no pau dele, deixando ver a forte ereção, e minha buceta foi ficando mais molhada, essa situação era tipo quando a mãe grita pra todo mundo: A janta tá servida...! Assim mesmo era isso, era só pegar o prato, e mesmo assim, fingi que queria prolongar mais os acontecimentos, tentando provocar mais excitação nele.
Num instante, ela se levantou e veio na minha direção, me enlaçou pela cintura, me surpreendendo com um beijo longo na boca, bem na hora em que acariciava minhas costas e me puxava contra o corpo dela, apertando tão forte, como se quisesse nos fundir. Passou pro meu rosto, meu pescoço, chupou um tempo meus peitos, e seguiu caminho pra baixo, porque tinha como maior objetivo a parte de baixo do corpo. Abriu minhas pernas e começou a chupá-las, foi subindo centímetro por centímetro sem parar de beijar, lamber, chupar e ir sugando entre leves mordidinhas até chegar na minha buceta. E só afastou minha calcinha de lado pra poder lamber meus lábios vaginais, linguar meu clitóris, num ritmo de vai e vem... E ter uma sequência de orgasmos, que ela foi engolindo e se deliciando com eles. Tirou minha calcinha e cheirou fundo...
Depois de um bom tempo, ele me pegou pela mão e me fez trocar de lugar, tomando o meu... Ele baixou a roupa, mostrando o pau que pulou brincalhão e orgulhoso na minha frente, segurou firme na base e me ofereceu ele ereto. Me inclinei completamente e peguei com uma mão, e com a outra as bolas dele, me aproximei e esfreguei no meu rosto, passei a língua desde a base das bolas suavemente, percorrendo até a ponta da cabeça, e ao chegar na ponta, passei um bom tempo com a língua, chupei a cabecinha dele, lambi e suguei o olhinho, e no final, engoli o máximo que pude...
Ele sentou e foi tirando minha roupa, me guiou para me deitar sobre a escrivaninha, colocou a boca de novo na minha buceta, e chupou meus líquidos, enquanto com meus sucos lubrificava meu cu, e enfiava dois dedos nele, voltava a chupar quantas vezes quis minha bunda, distendendo os esfíncteres com ajuda de língua e dedos, e sem parar de atender minha buceta, embora depois voltasse pro lugar entre minhas nádegas... Ele se levantou, no final do meu corpo, entre minhas pernas, ficou me olhando bem sorridente, assim, como quem não quer nada, mas muito muito intencionado de safadeza, sabia bem que esse sorrisinho era por algo, esperei tranquila mas impaciente e senti sobre meus esfíncteres anais, a grande ponta do pau dele, esperei uma dor enorme ao ser penetrada, no entanto, passou como quando você encontra a mão mágica de uma enfermeira quando ela te dá uma boa injeção e você nem percebe que já passou... Assim, Matías, soube fazer delicioso, que nunca senti dor, e começou a dar bombadas, sustentadas num vai e vem gostoso..
Enquanto isso, acariciava meu corpo com um desejo infinito, pra mim era loucura ter ele assim, um prazer imenso, não sou muito de anal, mas impossível negar toda a excitação que gera... Ficamos nessa posição por um bom tempo... Ele começou a bombear sem parar, anunciava uma descarga total, fechou os olhos e soltava um monte de palavras sujas com a voz bem rouca, e jogou o leite dele lá no fundo de mim... Ficamos assim conversando, mas ele continuava fazendo uns movimentos bem sutis, queria manter a ereção... Depois de um tempo, me fez descer, e ele ficou de bruços, subi pra montar nele, mas ele pediu pra eu virar de costas, queria apalpar minha bunda.
Entre nossa dedicação em nos dar prazer, gemidos, sons do chaca-chaca, as respirações ofegantes, nunca percebemos que o vigia já tinha chegado, e nos espiava atrás de umas caixas de papelão. Não sei de que forma, isso despertou toda minha razão, e transbordou meu desejo ao me saber observada... E acabei me movendo tão freneticamente, que Matías gozou pela segunda vez... E me ajeitei pra dar melhor vista pro guarda... Depois de um tempo, Matías me penetrou de novo pelo meu cuzinho, e continuou com seu ritmo variado.
Quando o Matías terminou, a gente desceu sem arrumar as coisas, nos ajeitamos, e fomos andando. Sabendo que o guarda tava me observando, deixei minha calcinha dentro de uma gaveta da escrivaninha — óbvio que sabia que ia sumir... O curso terminou sem falhas, todo mundo capacitado, e depois minha tia voltou, e tudo voltou ao normal...
4 comentários - Nuévo sistema de cúrsos de capacitación....
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