Nacho foi meu primeiro namorado sério, com quem achei que um dia ia me casar.
Tinha 19 anos e, por recomendação de um conhecido, comecei a trabalhar num escritório de contabilidade lá em San Telmo. Foi aí que eu conheci ele. Era o filho do dono, estudava ciências econômicas e, como costuma acontecer em certas famílias ricas, se chamava Ignácio igual ao pai e ao avô.
Naquela época, já tinha transado com meu tio e com mais uns caras, mas quando conheci ele, e principalmente quando a gente começou a namorar, me deu uma crise de fidelidade que eu respeitei quase que à risca. E digo quase porque fui infiel uma única vez, já quase no final do nosso relacionamento.
Quem terminou fui eu. Ele tentou me convencer, me fazer entender que éramos feitos um pro outro, mas eu já tinha decidido. E minha decisão não era porque eu tinha parado de amá-lo, muito pelo contrário. Exatamente porque eu o amava, depois daquele único vacilo, percebi que o melhor pros dois era me afastar.
Quase que na mesma hora conheci o Ernesto e o resto, como dizem, é história.
Faço esse relato porque o Nacho tinha uma irmã, a Cecilia, que na época devia ter uns dez anos. Enquanto a gente ficou junto, ela foi tipo minha irmãzinha mais nova; se o Nacho não tava disponível, eu levava ela no cinema, pra passear, mimava ela como se fosse da minha própria família. Mas depois que terminei com o irmão dela, me afastei não só dele, mas de todo mundo, inclusive dela.
O tempo passou e um belo dia me surpreendi quando ela me mandou um pedido de amizade no Facebook. Aceitei na hora e desde então a gente se reencontrou, mesmo que só virtualmente, porque ela tava estudando nos Estados Unidos.
Imagina a surpresa que tive quando, uns dias atrás, recebi um convite pro casamento dela. Claro que as crianças crescem e hoje a pequena Ceci deve ter uns 27 anos, mas, de longe, pra mim ela ainda era uma menininha.
A surpresa foi ainda maior quando, ao abrir o convite, encontro um bilhete onde ela explica que não serei apenas mais uma convidada, mas sim uma das damas de honra dela. Meus olhos se encheram de lágrimas. Que depois de tanto tempo ela ainda se lembrasse de mim mostrava o quanto eu tinha significado na vida dela, apesar do pouco tempo que passamos juntas.
Os dias antes do casamento foram uma verdadeira bagunça de emoções. Não só por me reencontrar, agora sim, cara a cara com minha amada Ceci, mas também com o resto da família dela, conhecidos do Estúdio, e claro com o Nacho, que já era casado e tinha filhos na pré-adolescência.
Devo dizer que não sei o quanto apaixonada eu pude ter estado, porque ao vê-lo de novo não senti nada. A gente se cumprimentou como dois velhos conhecidos, e quando ele me apresentou pra esposa dele, falou de mim como uma ex-estagiária do Estúdio e amiga incondicional da irmã dele.
Então, se vocês tão esperando uma história sobre o reencontro apaixonado com a minha ex, sinto decepcionar vocês. Mas com quem eu realmente me reencontrei, e olha que juro que nem esperava, foi com o meu ex-sogro.
O Doutor Ignacio C. H., Contador Público Nacional, registro número... (haha, lembro dele mas não vou colocar), consultor financeiro dos principais holdings econômicos do país, e pelo que consegui descobrir, atual assessor econômico de um conhecido Senador Nacional.
Ignacio pai, apesar dos anos passados, continuava gostoso como sempre, com menos cabelo e mais cabelos brancos, talvez, mas sempre com aquele bronzeado caribenho eterno que não perdia nem no inverno. Suponho que já devia estar perto dos 60, embora pareça muito mais novo.
Enquanto fui a namorada do filho dele, o tratamento foi correto, o esperado pra uma futura nora, e mesmo depois do término ele não guardou rancor de mim, até porque também era meu chefe.
Ainda lembro o que ela me disse quando soube da separação, que era uma pena porque eu teria sido uma ótima esposa pro filho dela.
Sempre foi muito correto e nunca demonstrou nenhum interesse que não estivesse focado na minha futura inclusão na família como nora. Mas agora, por causa dos ensaios do casamento, começamos a nos ver com mais frequência, ele até se ofereceu pra me levar pra provar o vestido de dama de honra.
O ensaio naquele dia tinha terminado muito tarde, e por causa de uns pepinos no trabalho, junto com os feriados da Semana Santa, eu tava bem atarefada, então não consegui ir na costureira pra fazer os ajustes necessários.
Naquele dia, ao ouvir a insistência da Cecília pra eu ir o mais rápido possível, ele se ofereceu pra me levar na mesma hora.
— Já é tarde, com certeza deve estar fechado — falo pra ela, conferindo no celular que já passava das oito da noite.
—Não se preocupa, com uma ligada eu resolvo isso — me garante o Pai do Nacho e da Cecilia, piscando um olho pra mim.
Ela se afasta pra falar no celular, e depois de uma conversa rápida, volta e me diz:
-Pronto, ela tá nos esperando.
Então subo com ele no carro dele, um Mercedes brilhante, e a gente parte pra loja da costureira que fica na Avenida Alvear.
Chegamos, experimento o vestido, a costureira tira as medidas certas, coloca uns alfinetes, e me pede pra provar de novo.
Volto pro provador, visto a roupa, me olho nos espelhos, de frente, de perfil, até de costas, avaliando como o tecido cai e o aperto na cintura.
Quanto ao decote, vai ter que dar uns ajustes porque as tetas escapam igual melão numa cesta.
Tô me olhando, levantando o vestido, abaixando ele, testando as diferentes maneiras de arrumar elas. Nisso, sem pedir permissão nem nada, o pai do Ignacio puxa a cortina e entra no provador.
—Posso te ver? — pergunta quando já está me olhando, e não exatamente como um sogro olharia para a nora.
Sempre foi uma figura que merecia respeito e obediência pra mim, então não posso falar nada pra ele.
—Lamento dizer, mas com esse vestido você vai ofuscar até a noiva — ele me elogia, com um brilho nos olhos que eu nunca tinha visto antes.
—Esse decote me parece muito cavado — argumento eu, me arrependendo do que digo antes mesmo de terminar a frase.
—Pra mim tá perfeito — garante, me olhando já sem nenhum disfarce.
Como se eu voltasse a ser aquela garotinha que trabalhava como office boy no seu Estúdio, fico toda vermelha. Até sinto minhas bochechas queimando.
— Tenho que ser egoísta e agradecer que você não casou com o Nacho — ele me diz enquanto se aproxima perigosamente.
—Por quê? — pergunto curiosa.
—Porque se você fosse a esposa do meu filho, a mãe dos meus netos, eu não poderia fazer isso... — ele responde e, me encurralando contra um dos espelhos, começa a beijar meu pescoço.
Mais por reflexo do que por vontade, viro a cabeça de lado, oferecendo a lisura da minha pele pra ele saborear sem restrições. Vendo esse gesto como uma aceitação da minha parte, ele procura minha boca e me beija. Não recuso, pelo contrário, entrelaço minha língua com a dele, ávida e suculenta, comendo ele e me deixando comer.
Quase sem que eu perceba, distraída como tô com o beijo, ele pega minha mão e faz eu tocar no volume dele.
—A modista... —tento dizer, com a respiração ofegante —Ela pode nos ver.
—Não se preocupa, ele saiu pra fumar e vai demorar — me tranquiliza, apertando a coxa dela contra a minha buceta.
Tô pegando fogo de tesão, nunca imaginei que o Pai do Nacho pudesse despertar essas emoções em mim. Tipo, eu curto caras grandes, mais velhos que eu, mas esse era nada mais nada menos que o pai do meu ex-namorado. E não um ex qualquer, mas um com quem quase tive um relacionamento sério.
Então lá estava eu, apertando com quem poderia ter sido meu sogrão, no ateliê de uma costureira de alta-costura, provando o vestido de daminha pro casamento da filha dela, a que poderia ter sido minha cunhada.
Sabendo que não teríamos interrupções, me livro de qualquer preconceito e me entrego por completo aos desejos dele.
—Que vontade que eu tava de te comer todinha quando você tava no Estúdio... — ele sussurra pra mim, enquanto continua marcando meu pescoço com uns chupões que com certeza vão deixar a marca dele.
—Te viava com aquela calça branca que você usava e eu tinha que ir pro meu escritório pra ninguém perceber o quanto você me deixava duro.
Nunca cheguei a suspeitar que o pai do meu namorado, na época também meu chefe, tivesse tesão em mim. E claro que lembrava da calça branca que ele menciona. Uma calça elástica que marcava bem a minha bunda. Adorava usar quando precisava resolver coisas no centro, porque sentia melhor as encostadas no ônibus.
Enquanto a gente continua se beijando, com a respiração ofegante, se incendiando, meu ex-sogro desabotoa a calça e tira o pau pra fora. Eu agarro ele na hora, apertando, sentindo como ele fica molhado e duro entre meus dedos.
O provador é amplo, com vários espelhos de corpo inteiro e até um sofá, então eu sento nele, com as pernas abertas pra ele ficar entre elas, e começo a chupar a rola dele.
Não sei se fazia muito tempo desde a última vez que chuparam ela, ou se nunca tinham chupado daquele jeito, mas pelos gemidos dela parecia que era a primeira vez que curtia um boquete. Ligada nisso e pronta pra deixar marcado a fogo minha habilidade nessa parada, eu comia ela inteira, engolia até fazer garganta profunda, pra soltar ela toda dura e coberta de babaca. Passava a língua por todo o comprimento, até chegar na ponta e comer ela de novo com ainda mais gosto.
—Com as tetas..., faz uma punheta com as tetas pra mim! — ele pedia desesperado.
Abaixo o decote do vestido, mostro as tetas, coloco a pica no meio, aperto uma contra a outra e começo a esfregar com todo meu peso leitoso.
Vou bombar ela, observando de baixo suas diferentes expressões de prazer, até que parece não aguentar mais e goza entre suspiros exaltados.
Rápida nos reflexos, meto a pica na boca e engulo todo o leite, pra não sujar o vestido. E mesmo depois de engolir até a última gota, continuo chupando ele, mantendo a ereção.
Levanto, tiro o vestido e, nua, me deito de costas no sofá. Abro as pernas e massageio o clitóris, esticando ele, mostrando pra ele como ele tá inchado.
Ele também tira a roupa e, deitando no chão, chupa minha buceta.
O que ela faz com a língua, com os lábios, não dá pra descrever com palavras. Basta dizer que ela me fez gozar com só umas chupadas.
Aproveitando então aquela emulsão que me encharca toda a virilha, o pai do Nacho se levanta, se ajeita por cima de mim e mete a pica. E igual a ele, enquanto vai me enchendo, também agradeço por não ter virado nora dele.
Enrolei o corpo dela com as pernas e me movo no ritmo dela, me deixando foder até o fundo, me entregando por completo àquele homem que poderia ter sido o avô do meu filho.
Enquanto a gente trepa, a gente chupa as línguas um do outro, os lábios, se morde com avidez e desespero, literalmente se fundindo um no outro, apaixonados, transbordando de tanta excitação.
A pica do meu ex-sogro entra e sai, sem perder um pingo de dureza, grossa, quente, descomunal, banhada em lubrificação e porra.
Sempre com essa grosseria que eu adoro, ele abre minhas pernas e me arromba na base da porrada, enfiando tudo, enchendo bem minha buceta de pau.
—Você não faz ideia de quanto tempo eu tava morrendo de vontade de provar essa buceta... — ele me confessa enquanto percorre ela toda por dentro, fluindo, se expandindo, ocupando com o volume até o último cantinho disponível.
Sempre duro, ereto, ele se levanta e enfia a rola na minha boca pra eu chupar de novo. Eu faço, chupo ele, me lambuzando toda em êxtase naquele melzinho que impregna a pica inteira.
Depois ela senta no sofá do provador e manda eu subir em cima dela. De montada, mas de costas pra ela, pra ela poder olhar minha bunda, ela fala.
Faço o que ele pede, porque adoro agradar. Então me acomodo nas pernas dele, enfio a rola pra dentro e, bem montada, começo a subir e descer.
Na minha frente tem um espelho de corpo inteiro, e também nas laterais, então consigo me ver montando no meu ex-sogro de todos os ângulos.
As mãos dele, ávidas, possessivas, agora amassam minha raba, passando os dedos pela fenda, até enfiar um dos polegares no meu cu.
—Tá bem arrombada! —exclama ao perceber a facilidade com que o dedo ultrapassa essa primeira barreira.
Faz eu me levantar um pouquinho, só o bastante pra pica sair da minha buceta, e depois de lubrificá-la ele mesmo com bastante saliva, me faz sentar de novo, mas enfiando agora por trás.
Nunca imaginei que um dia o pai do Nacho, o Dr. Ignacio C. H., tão certinho e recatado, ia estar serrando minha buceta. Mas ali estava ele, debaixo de mim, com toda aquela pica deslizando pelo meu buraco mais apertado.
Nós dois nos movemos, nos encaixando da forma mais íntima, acesos de luxúria e paixão, quase nos chocando com fúria a cada vez que a penetração fica mais profunda.
Sem tirar ela de dentro, com tudo pra dentro, ela se levanta e, me colocando de frente pro espelho, me come divinamente. Me aniquila a bombadas, uma atrás da outra, profundas, brutais, enérgicas.
Sem me dar nem um minuto de descanso, ele me pega de novo pela buceta, me surrando de forma intensa e desenfreada, até que, no meio de gemidos exaltados, ele goza dentro de mim.
—Não sei como o Nacho deixou você escapar...! — ele me diz com a voz rouca e ofegante, ainda sem tirar ela de dentro, bombeando porra até no último cantinho da minha buceta.
Não falei isso pra ela, mas acho que depois do que acabou de rolar naquele provador, ela percebeu que se o filho dela casasse comigo, ele ia ser o Rei dos corno.
—Me desculpa, não quis... — ele se desculpa ao me ver me limpando entre as pernas.
—...me encher de porra? —completei a desculpa por ele.
-Não se preocupa, tá tudo bem...- tranquilizo ele, enquanto termino de limpar a buceta e visto o vestido de dama de honra de novo.
Quando estamos apresentáveis de novo, a costureira volta do seu exílio forçado e, como se nada tivesse acontecido, continua com os ajustes, apesar do cheiro forte de sexo que impregna o provador.
Quando terminamos, meu ex-sogro me leva até em casa. A gente se despede com um beijo de amantes, o que parece se confirmar quando, na mesma semana, depois de um dos ensaios na igreja, a gente vai junto pra um hotel.
Não sei se vai ser algo fixo ou esporádico, eu gosto, ele me fode bem, chupa como ninguém, então por enquanto estamos bem assim. Depois, o tempo dirá.
Tinha 19 anos e, por recomendação de um conhecido, comecei a trabalhar num escritório de contabilidade lá em San Telmo. Foi aí que eu conheci ele. Era o filho do dono, estudava ciências econômicas e, como costuma acontecer em certas famílias ricas, se chamava Ignácio igual ao pai e ao avô.
Naquela época, já tinha transado com meu tio e com mais uns caras, mas quando conheci ele, e principalmente quando a gente começou a namorar, me deu uma crise de fidelidade que eu respeitei quase que à risca. E digo quase porque fui infiel uma única vez, já quase no final do nosso relacionamento.
Quem terminou fui eu. Ele tentou me convencer, me fazer entender que éramos feitos um pro outro, mas eu já tinha decidido. E minha decisão não era porque eu tinha parado de amá-lo, muito pelo contrário. Exatamente porque eu o amava, depois daquele único vacilo, percebi que o melhor pros dois era me afastar.
Quase que na mesma hora conheci o Ernesto e o resto, como dizem, é história.
Faço esse relato porque o Nacho tinha uma irmã, a Cecilia, que na época devia ter uns dez anos. Enquanto a gente ficou junto, ela foi tipo minha irmãzinha mais nova; se o Nacho não tava disponível, eu levava ela no cinema, pra passear, mimava ela como se fosse da minha própria família. Mas depois que terminei com o irmão dela, me afastei não só dele, mas de todo mundo, inclusive dela.
O tempo passou e um belo dia me surpreendi quando ela me mandou um pedido de amizade no Facebook. Aceitei na hora e desde então a gente se reencontrou, mesmo que só virtualmente, porque ela tava estudando nos Estados Unidos.
Imagina a surpresa que tive quando, uns dias atrás, recebi um convite pro casamento dela. Claro que as crianças crescem e hoje a pequena Ceci deve ter uns 27 anos, mas, de longe, pra mim ela ainda era uma menininha.
A surpresa foi ainda maior quando, ao abrir o convite, encontro um bilhete onde ela explica que não serei apenas mais uma convidada, mas sim uma das damas de honra dela. Meus olhos se encheram de lágrimas. Que depois de tanto tempo ela ainda se lembrasse de mim mostrava o quanto eu tinha significado na vida dela, apesar do pouco tempo que passamos juntas.
Os dias antes do casamento foram uma verdadeira bagunça de emoções. Não só por me reencontrar, agora sim, cara a cara com minha amada Ceci, mas também com o resto da família dela, conhecidos do Estúdio, e claro com o Nacho, que já era casado e tinha filhos na pré-adolescência.
Devo dizer que não sei o quanto apaixonada eu pude ter estado, porque ao vê-lo de novo não senti nada. A gente se cumprimentou como dois velhos conhecidos, e quando ele me apresentou pra esposa dele, falou de mim como uma ex-estagiária do Estúdio e amiga incondicional da irmã dele.
Então, se vocês tão esperando uma história sobre o reencontro apaixonado com a minha ex, sinto decepcionar vocês. Mas com quem eu realmente me reencontrei, e olha que juro que nem esperava, foi com o meu ex-sogro.
O Doutor Ignacio C. H., Contador Público Nacional, registro número... (haha, lembro dele mas não vou colocar), consultor financeiro dos principais holdings econômicos do país, e pelo que consegui descobrir, atual assessor econômico de um conhecido Senador Nacional.
Ignacio pai, apesar dos anos passados, continuava gostoso como sempre, com menos cabelo e mais cabelos brancos, talvez, mas sempre com aquele bronzeado caribenho eterno que não perdia nem no inverno. Suponho que já devia estar perto dos 60, embora pareça muito mais novo.
Enquanto fui a namorada do filho dele, o tratamento foi correto, o esperado pra uma futura nora, e mesmo depois do término ele não guardou rancor de mim, até porque também era meu chefe.
Ainda lembro o que ela me disse quando soube da separação, que era uma pena porque eu teria sido uma ótima esposa pro filho dela.
Sempre foi muito correto e nunca demonstrou nenhum interesse que não estivesse focado na minha futura inclusão na família como nora. Mas agora, por causa dos ensaios do casamento, começamos a nos ver com mais frequência, ele até se ofereceu pra me levar pra provar o vestido de dama de honra.
O ensaio naquele dia tinha terminado muito tarde, e por causa de uns pepinos no trabalho, junto com os feriados da Semana Santa, eu tava bem atarefada, então não consegui ir na costureira pra fazer os ajustes necessários.
Naquele dia, ao ouvir a insistência da Cecília pra eu ir o mais rápido possível, ele se ofereceu pra me levar na mesma hora.
— Já é tarde, com certeza deve estar fechado — falo pra ela, conferindo no celular que já passava das oito da noite.
—Não se preocupa, com uma ligada eu resolvo isso — me garante o Pai do Nacho e da Cecilia, piscando um olho pra mim.
Ela se afasta pra falar no celular, e depois de uma conversa rápida, volta e me diz:
-Pronto, ela tá nos esperando.
Então subo com ele no carro dele, um Mercedes brilhante, e a gente parte pra loja da costureira que fica na Avenida Alvear.
Chegamos, experimento o vestido, a costureira tira as medidas certas, coloca uns alfinetes, e me pede pra provar de novo.
Volto pro provador, visto a roupa, me olho nos espelhos, de frente, de perfil, até de costas, avaliando como o tecido cai e o aperto na cintura.
Quanto ao decote, vai ter que dar uns ajustes porque as tetas escapam igual melão numa cesta.
Tô me olhando, levantando o vestido, abaixando ele, testando as diferentes maneiras de arrumar elas. Nisso, sem pedir permissão nem nada, o pai do Ignacio puxa a cortina e entra no provador.
—Posso te ver? — pergunta quando já está me olhando, e não exatamente como um sogro olharia para a nora.
Sempre foi uma figura que merecia respeito e obediência pra mim, então não posso falar nada pra ele.
—Lamento dizer, mas com esse vestido você vai ofuscar até a noiva — ele me elogia, com um brilho nos olhos que eu nunca tinha visto antes.
—Esse decote me parece muito cavado — argumento eu, me arrependendo do que digo antes mesmo de terminar a frase.
—Pra mim tá perfeito — garante, me olhando já sem nenhum disfarce.
Como se eu voltasse a ser aquela garotinha que trabalhava como office boy no seu Estúdio, fico toda vermelha. Até sinto minhas bochechas queimando.
— Tenho que ser egoísta e agradecer que você não casou com o Nacho — ele me diz enquanto se aproxima perigosamente.
—Por quê? — pergunto curiosa.
—Porque se você fosse a esposa do meu filho, a mãe dos meus netos, eu não poderia fazer isso... — ele responde e, me encurralando contra um dos espelhos, começa a beijar meu pescoço.
Mais por reflexo do que por vontade, viro a cabeça de lado, oferecendo a lisura da minha pele pra ele saborear sem restrições. Vendo esse gesto como uma aceitação da minha parte, ele procura minha boca e me beija. Não recuso, pelo contrário, entrelaço minha língua com a dele, ávida e suculenta, comendo ele e me deixando comer.
Quase sem que eu perceba, distraída como tô com o beijo, ele pega minha mão e faz eu tocar no volume dele.
—A modista... —tento dizer, com a respiração ofegante —Ela pode nos ver.
—Não se preocupa, ele saiu pra fumar e vai demorar — me tranquiliza, apertando a coxa dela contra a minha buceta.
Tô pegando fogo de tesão, nunca imaginei que o Pai do Nacho pudesse despertar essas emoções em mim. Tipo, eu curto caras grandes, mais velhos que eu, mas esse era nada mais nada menos que o pai do meu ex-namorado. E não um ex qualquer, mas um com quem quase tive um relacionamento sério.
Então lá estava eu, apertando com quem poderia ter sido meu sogrão, no ateliê de uma costureira de alta-costura, provando o vestido de daminha pro casamento da filha dela, a que poderia ter sido minha cunhada.
Sabendo que não teríamos interrupções, me livro de qualquer preconceito e me entrego por completo aos desejos dele.
—Que vontade que eu tava de te comer todinha quando você tava no Estúdio... — ele sussurra pra mim, enquanto continua marcando meu pescoço com uns chupões que com certeza vão deixar a marca dele.
—Te viava com aquela calça branca que você usava e eu tinha que ir pro meu escritório pra ninguém perceber o quanto você me deixava duro.
Nunca cheguei a suspeitar que o pai do meu namorado, na época também meu chefe, tivesse tesão em mim. E claro que lembrava da calça branca que ele menciona. Uma calça elástica que marcava bem a minha bunda. Adorava usar quando precisava resolver coisas no centro, porque sentia melhor as encostadas no ônibus.
Enquanto a gente continua se beijando, com a respiração ofegante, se incendiando, meu ex-sogro desabotoa a calça e tira o pau pra fora. Eu agarro ele na hora, apertando, sentindo como ele fica molhado e duro entre meus dedos.
O provador é amplo, com vários espelhos de corpo inteiro e até um sofá, então eu sento nele, com as pernas abertas pra ele ficar entre elas, e começo a chupar a rola dele.
Não sei se fazia muito tempo desde a última vez que chuparam ela, ou se nunca tinham chupado daquele jeito, mas pelos gemidos dela parecia que era a primeira vez que curtia um boquete. Ligada nisso e pronta pra deixar marcado a fogo minha habilidade nessa parada, eu comia ela inteira, engolia até fazer garganta profunda, pra soltar ela toda dura e coberta de babaca. Passava a língua por todo o comprimento, até chegar na ponta e comer ela de novo com ainda mais gosto.
—Com as tetas..., faz uma punheta com as tetas pra mim! — ele pedia desesperado.
Abaixo o decote do vestido, mostro as tetas, coloco a pica no meio, aperto uma contra a outra e começo a esfregar com todo meu peso leitoso.
Vou bombar ela, observando de baixo suas diferentes expressões de prazer, até que parece não aguentar mais e goza entre suspiros exaltados.
Rápida nos reflexos, meto a pica na boca e engulo todo o leite, pra não sujar o vestido. E mesmo depois de engolir até a última gota, continuo chupando ele, mantendo a ereção.
Levanto, tiro o vestido e, nua, me deito de costas no sofá. Abro as pernas e massageio o clitóris, esticando ele, mostrando pra ele como ele tá inchado.
Ele também tira a roupa e, deitando no chão, chupa minha buceta.
O que ela faz com a língua, com os lábios, não dá pra descrever com palavras. Basta dizer que ela me fez gozar com só umas chupadas.
Aproveitando então aquela emulsão que me encharca toda a virilha, o pai do Nacho se levanta, se ajeita por cima de mim e mete a pica. E igual a ele, enquanto vai me enchendo, também agradeço por não ter virado nora dele.
Enrolei o corpo dela com as pernas e me movo no ritmo dela, me deixando foder até o fundo, me entregando por completo àquele homem que poderia ter sido o avô do meu filho.
Enquanto a gente trepa, a gente chupa as línguas um do outro, os lábios, se morde com avidez e desespero, literalmente se fundindo um no outro, apaixonados, transbordando de tanta excitação.
A pica do meu ex-sogro entra e sai, sem perder um pingo de dureza, grossa, quente, descomunal, banhada em lubrificação e porra.
Sempre com essa grosseria que eu adoro, ele abre minhas pernas e me arromba na base da porrada, enfiando tudo, enchendo bem minha buceta de pau.
—Você não faz ideia de quanto tempo eu tava morrendo de vontade de provar essa buceta... — ele me confessa enquanto percorre ela toda por dentro, fluindo, se expandindo, ocupando com o volume até o último cantinho disponível.
Sempre duro, ereto, ele se levanta e enfia a rola na minha boca pra eu chupar de novo. Eu faço, chupo ele, me lambuzando toda em êxtase naquele melzinho que impregna a pica inteira.
Depois ela senta no sofá do provador e manda eu subir em cima dela. De montada, mas de costas pra ela, pra ela poder olhar minha bunda, ela fala.
Faço o que ele pede, porque adoro agradar. Então me acomodo nas pernas dele, enfio a rola pra dentro e, bem montada, começo a subir e descer.
Na minha frente tem um espelho de corpo inteiro, e também nas laterais, então consigo me ver montando no meu ex-sogro de todos os ângulos.
As mãos dele, ávidas, possessivas, agora amassam minha raba, passando os dedos pela fenda, até enfiar um dos polegares no meu cu.
—Tá bem arrombada! —exclama ao perceber a facilidade com que o dedo ultrapassa essa primeira barreira.
Faz eu me levantar um pouquinho, só o bastante pra pica sair da minha buceta, e depois de lubrificá-la ele mesmo com bastante saliva, me faz sentar de novo, mas enfiando agora por trás.
Nunca imaginei que um dia o pai do Nacho, o Dr. Ignacio C. H., tão certinho e recatado, ia estar serrando minha buceta. Mas ali estava ele, debaixo de mim, com toda aquela pica deslizando pelo meu buraco mais apertado.
Nós dois nos movemos, nos encaixando da forma mais íntima, acesos de luxúria e paixão, quase nos chocando com fúria a cada vez que a penetração fica mais profunda.
Sem tirar ela de dentro, com tudo pra dentro, ela se levanta e, me colocando de frente pro espelho, me come divinamente. Me aniquila a bombadas, uma atrás da outra, profundas, brutais, enérgicas.
Sem me dar nem um minuto de descanso, ele me pega de novo pela buceta, me surrando de forma intensa e desenfreada, até que, no meio de gemidos exaltados, ele goza dentro de mim.
—Não sei como o Nacho deixou você escapar...! — ele me diz com a voz rouca e ofegante, ainda sem tirar ela de dentro, bombeando porra até no último cantinho da minha buceta.
Não falei isso pra ela, mas acho que depois do que acabou de rolar naquele provador, ela percebeu que se o filho dela casasse comigo, ele ia ser o Rei dos corno.
—Me desculpa, não quis... — ele se desculpa ao me ver me limpando entre as pernas.
—...me encher de porra? —completei a desculpa por ele.
-Não se preocupa, tá tudo bem...- tranquilizo ele, enquanto termino de limpar a buceta e visto o vestido de dama de honra de novo.
Quando estamos apresentáveis de novo, a costureira volta do seu exílio forçado e, como se nada tivesse acontecido, continua com os ajustes, apesar do cheiro forte de sexo que impregna o provador.
Quando terminamos, meu ex-sogro me leva até em casa. A gente se despede com um beijo de amantes, o que parece se confirmar quando, na mesma semana, depois de um dos ensaios na igreja, a gente vai junto pra um hotel.
Não sei se vai ser algo fixo ou esporádico, eu gosto, ele me fode bem, chupa como ninguém, então por enquanto estamos bem assim. Depois, o tempo dirá.
23 comentários - Minha ex...
Cada relato tuho me deja asi sos u a hermosura, de solo leerte te imagino y me desvivo por lo divina q debes ser!! Lo q daria por probar esos jugos!!! Van +10 reina!!!
A más de uno le gustará saber tus aventuras y como se fue convirtiendo Mariela en Maritainfiel