Me chamo Gabriel, sou do estado de Veracruz, e isso aconteceu quando eu tinha 30 anos. Vim fazer um curso na capital e fiquei na casa dos meus sogros. Meu sogro trabalhava num escritório e minha sogra era dona de casa. Então, durante a semana eu estava no curso e nos fins de semana dormia num dos quartos – a casa era térrea.<br /><br />Um colega do curso me deu uma revista pornô que, veja só, servia de inspiração para eu fazer umas belas punhetas. Até aí tudo corria bem, até que meus sogros criaram o hábito de ir, nos fins de semana, a festas com seus compadres, onde dançavam e tomavam uma boa quantidade de cerveja, chegando em casa bem bêbados. E aí começa minha história de passar de me aliviar com a mão para minha primeira experiência sexual com uma mulher madura: minha sogra Juanita, uma mulher de 42 anos, com um corpo meio gordinho mas com cintura, uma bunda grande e carnuda, e peitos um pouco pequenos comparados à bunda, mas com os mamilos apontados pra cima.
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[code]Eu esperava que eles chegassem para só então trancar a porta com chave e ir dormir, e foi assim que aconteceu vários fins de semana. Até que, numa madrugada, como sempre, esperei e fui dormir, mas não consegui. Fui pegar um copo d'água na cozinha e vi meu sogro no quarto, comendo minha...[/code]
[code]Minha sogra na posição "de quatro". Como estavam bêbados, não perceberam minha presença e não se preocupavam muito com o barulho que faziam, então fui um espectador privilegiado. Como podem imaginar, procurei o melhor lugar para observá-los. Minha sogra estava só de sutiã e sem a saia, que estava jogada ao lado dela. A calcinha tinha descido até os tornozelos enquanto ela era penetrada com força, poderíamos dizer até brutalmente, pelo meu sogro. Suas nádegas saltavam a cada investida.[/code]
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[code]Ela estava de olhos fechados e ofegava toda putinha, aproveitei na hora para me masturbar com aquele show pornô ao vivo. Depois de alguns minutos, eles terminaram e dormiram. Limpei meu sêmen na saia dela - com certeza nem perceberia na hora de lavar que era porra minha e não do marido dela - e fui dormir. Desde aquele dia, eu abria a porta pra eles e me deitava como se fosse dormir, esperava um tempo e levantava pra vê-los trepar no quarto. Mas até que chegou o dia da minha sorte: como sempre, voltaram de madrugada da festa meio tontos, só que agora meu sogro estava mais bêbado, mal conseguia ficar em pé. Cumprimentei os dois e fui "dormir". Depois de meia hora, levantei e eles estavam no quarto. Ela estava com um vestido vermelho que ele já tinha tirado, o sutiã também, só ficou de calcinha preta. Meu sogro, com dificuldade, tirou a calcinha e já estava pelado. Ele ficou atrás dela, fez ela se curvar e apoiar os cotovelos e metade do corpo na cama, agarrou firme nos quadris dela e... na mesma pose de sempre...[/code]
[code]perrito" encaixou o pau dele entre as bundas dela e começou a tentar meter, mas estava tão bêbado que não conseguia ficar duro. Eu estava junto à porta, que estava entreaberta, e ele ficou uns minutos tentando até que cansou e foi para a cadeira de balanço que tem dentro do quarto, onde acabou dormindo.[/code]
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[code]Fiquei com vontade de ver eles fuck, mas minha sogra estava lá com o cuzão ao vento pronta pra ser comida. Então depois de hesitar alguns segundos, me aproximei pra ver sua boceta peluda e de lábios grossos, estava bem gostosa mas também me deu muito medo. Com muito cuidado toquei sua vagina com dois dedos que simulavam ser um pênis. Ela gemía ao sentir como eu brincava com seu clitóris, mas bêbada como estava também não percebia que era eu. Essa oportunidade não podia perder, mas se meu sogro acordasse era homem morto. Então abri a porta do quarto e fui onde estava meu sogro, mexi nele e nada. Depois falei com ele e sacudi, e também não reagiu. Aí fui em busca de minha sogra Juana María. Deixei a porta aberta porque dali podia vê-lo sentado na cadeira de balanço pelo reflexo da luz, caso acordasse. Como ela estava de short, rapidamente abaixei até as coxas e acomodei meu pau no meio daquelas nalgonas enormes que tantas vezes vi e agora eram minhas. Fui metendo bem devagar, com muito nervosismo, meu pau duro que ao sentir como ia entrando ela se moveu um pouco, mas depois foi recebendo. Pouco a pouco dentro dela até que minhas bolas bateram...[/code]
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[code][code]com suas enormes bundas... Que delícia! Finalmente, eu tinha meu pau pela primeira vez em sua buceta quente e úmida, e comecei a bombear bem devagar no início, aumentando a velocidade aos poucos. Ela, dentro da sua bebedeira, também estava curtindo, quando começou a soltar gemidos. Isso me preocupou um pouco, talvez aquele barulho fosse acordar meu sogro, mas ele estava tão bêbado que não ouvia nada. Já com mais confiança, agarrei seus quadris largos e puxei ela com mais força para mim, o que a deixou completamente louca – ela bufava como uma possessa e balançava a cabeça de um lado para o outro. Eu teria adorado experimentar mais posições com ela, mas era muito perigoso, porque se ela percebesse que estava sendo comida pelo seu genro naquele momento, e não pelo meu sogro, teria sido fatal para mim.[/code][/code]
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[code][code][code]Ahhh... ahhh... ahh... (era a única coisa que saía da minha boca) Diminuí um pouco o ritmo da penetração, queria que durasse ao máximo o prazer que minha querida sogra me dava com sua buceta quente e suculenta, que se adaptava perfeitamente ao tamanho e grossura do meu pau. Seus peitos balançavam no ritmo da minha cavalgada nela, até que senti o prazer mais gostoso que experimentei pela primeira vez ao gozar dentro da minha sogra e jorrar uma boa quantidade de porra na sua vagina. Ahhhhh...!! (não consegui evitar de gemer de prazer) Ela ficou quieta e docilmente recebeu toda minha porra, e depois o sono também venceu ela e ela se jogou na cama sem nunca virar a cabeça, então para ela foi meu sogro quem acabou...[/code][/code][/code]
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[code][code][code][code]nela me limpei com a calcinha dela e fui dormir, mas antes dei um beijo na testa da minha sogra Juana María e agradeci.[/code][/code][/code][/code]
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3 comentários - Me cogí a mi suegra borracha