Essa história aconteceu em dezembro de 2005. Sou uma mulher divorciada, de 37 anos, tenho 1,75m, olhos verdes e sou instrutora de spinning na academia onde trabalho, o que, para minha sorte, me mantém com um corpo muito bom. Tenho seios grandes e firmes, pernas duras e bem torneadas, sou magra e tenho um bumbum bonito, firme e duro.
Moro em um apartamento pequeno (que tem 2 quartos, 1 banheiro, sala de estar/jantar e cozinha) com meu filho Alejandro, um jovem de 18 anos que está no último ano do ensino médio.
No começo das férias de dezembro, a mãe do Alfredo, um amigo do meu filho, me perguntou se o Alfredo podia ficar uma semana em casa, já que ela e o marido tinham que ir a uma viagem de negócios e não podiam levá-lo nem tinham com quem deixá-lo. Eu aceitei, pois ele era o melhor amigo do meu filho, conhecia ele e os pais desde que entraram na escola no pré, e ela e eu éramos muito amigas.
Alfredo chegou em casa na segunda-feira de manhã. Eu estava na academia onde trabalhava até o meio-dia. Quando cheguei, Alfredo e Ale já estavam acomodados no quarto dele, que tem uma cama com gaveta, e estavam jogando PlayStation. Preparei o almoço e chamei eles para comer. Conversamos enquanto comíamos, e eu disse para ele se sentir em casa, não ter vergonha de nada e me pedir qualquer coisa. Ele respondeu: "Não se preocupa, Andre" (é assim que ele me chama, já que me conhece há muitos anos e é como o irmão que o Ale nunca teve).
Passaram-se dois dias muito bem. Os garotos ficavam saindo, jogando e, à noite, às vezes eu tinha que ralhar com eles para dormirem, pois faziam muito barulho e não me deixavam dormir para ir trabalhar de manhã.
Na quarta-feira, recebi a ligação do pai do Ale, meu ex-marido, dando a má notícia que a mãe dele tinha morrido e que já tinha comprado a passagem para o Alejandro ir a Madri para o enterro da avó, que saía naquela mesma noite.
Alfredo e eu levamos o Ale ao... aeroporto e depois fomos ver um filme no cinema e tomar sorvete. Quando chegamos em casa, eu disse ao Alfredo que não precisava ficar constrangido pela ausência do Alejandro, que ele podia fazer as mesmas coisas de antes.
Fui tomar banho e coloquei meu camisola para dormir. Quando entrei no quarto onde o Alfredo estava dormindo, o encontrei jogando PlayStation sentado na cama, usando apenas uma cueca, que era a roupa que ele usava para dormir. Comecei a arrumar um pouco a bagunça que o Ale tinha deixado na pressa de fazer as malas e a organizar o quarto, quando de repente percebi que o Alfredo não tirava os olhos de mim. E claro, como a camisola era um pouco larga, quando me abaixei dava para ver tudo por dentro e, como não estava usando sutiã, ele podia ver meus seios. Isso me fez corar e sair rapidinho dali, com a desculpa de que ia levar as roupas para o lavanderia.
Já mais calma, passei de novo, mas só para dar boa noite. Ao vê-lo, sem pensar comecei a detalhar o corpo dele, que estava em ótima forma. Ele ia com meu filho à minha academia e jogavam no time de futebol e natação da escola, o que os mantinha em boa forma. Ele tinha as costas largas e bem definidas, assim como o peito e bons braços, graças à natação, e pernas muito fortes por causa do futebol. Um abdômen com aqueles quadradinhos marcados. Ele deve ter uns 1,82m, já que é um pouquinho mais alto que meu filho, que tem 1,79m. Pele bronzeada pelo sol que pega na piscina, cabelo e olhos negros.
Ao me deitar, não conseguia pegar no sono, pois não conseguia tirar da cabeça o jeito como ele me olhava e seu corpo espetacular. Passei mais de uma hora até conseguir dormir.
Na manhã seguinte, quando já estava saindo para a academia, ele saiu correndo do quarto e me perguntou se podia ir comigo, já que o Ale não estava. Fomos juntos. Quando terminei minha aula de spinning, o encontrei nos aparelhos e ele disse que já estava terminando, que só faltava um exercício. Ajud e enquanto preparava o almoço, ele disse que ia tomar banho e entrou no banheiro, saindo só de toalha e me perguntou onde tinha outro sabonete que tinha acabado, o que eu demorei para conseguir só para apreciar o corpo dele com apenas a toalha amarrada na cintura.
Ao sair do banheiro, eu disse que ia tomar banho, e enquanto tirava a roupa, ele gritou da cozinha que estava cheirando a queimado e abrindo um pouco a porta do quarto, dei as instruções. Como tinha deixado a porta entreaberta sem querer, ele pôde ver como eu terminava de tirar a roupa de academia e, ao perceber que ele estava me olhando, fiz de conta que não vi e continuei no que estava fazendo. Depois saí com o roupão do banho e disse que ia entrar no chuveiro, que ele ficasse de olho, e fui para o banheiro.
Quando entrei, tirei o roupão e notei que ele estava me espiando pelas janelinhas da porta do banheiro. Não disse nada, entrei no chuveiro e fiquei pensando em como gostava que um jovem de 18 anos me espiasse, isso me fazia sentir que meu corpo ainda era sexy.
Ao terminar, abri a cortina do chuveiro e comecei a me enxugar e pentear para que ele tivesse tempo de me ver bem, me sequei bem sensual, coloquei o roupão, o que deu tempo dele ir para a cozinha, e saí para ver como estava a comida. Notei que ele tinha um volume na cueca que dava para disfarçar, e disfarçadamente afrouxei um pouco o roupão para que abrisse quando me inclinasse e permitisse que ele visse um pouco mais. Isso estava me deixando excitada e fui me vestir. Coloquei um short daqueles que uso em casa, mas escolhi os que ficavam mais justos e uma camiseta sem sutiã, claro, para ficar confortável e agradar meu hóspede.
Comemos e depois ele me ajudou a limpar a mesa e me olhava toda vez que eu me abaixava, o que eu fazia com muita frequência para que ele me visse melhor. Ao terminar, tive que sair um momento para fazer umas tarefas e, quando voltei, notei que ele tinha revirado a gaveta da minha roupa íntima, já que a encontrei um pouco bagunçada, e isso é algo que costumo manter organizado. muito organizado e vi que o fio dental que ela tinha usado para ir à academia tinha restos de sêmen, o que me levou à conclusão de que ela tinha se masturbado com ele, o que me deixou com o máximo de tesão e me levou a elaborar um plano.
À noite, aluguei um filme para assistir e perguntei se ela queria ver, que viesse ao meu quarto onde estava o VHS. Eu estava deitada de lado e ele se sentou no chão, e eu disse para ele não ter vergonha e subir na cama, e ele se sentou no cantinho. Depois de um tempo, perguntei se ele queria ficar mais confortável e se deitasse, e ele aceitou.
Quando o filme terminou, fiz movimentos de incômodo no pescoço e disse em voz alta: "Que pena que o Ale não está aqui para me dar uma massagem!". E perguntei: "Você sabe fazer massagem no pescoço?" Ele disse: "Não deve ser muito difícil, mas nunca fiz." "Deixa de vergonha e me dá uma, por favor." Ele se posicionou atrás de mim e começou com as massagens. Baixei um pouco as alças do camisole para ficar mais confortável e peguei um creme que tenho, com um cheiro muito gostoso e sensual. Ele terminou a massagem, se despediu e foi dormir. Fiquei pensando que meu plano não tinha dado certo, o garoto não era desenrolado como eu achava e eu teria que facilitar um pouco as coisas para ele.
Na sexta-feira de manhã não aconteceu nada interessante, fomos à academia e depois de comer eu disse que ia sair e que chegaria um pouco tarde, já que ia ao aniversário de uma amiga. Fiquei um tempo na festa e por volta das 12 da noite voltei para casa.
Ele estava acordado assistindo a um filme no quarto dele e, ao me sentir, saiu para me cumprimentar. Eu tinha bebido um pouco e estava meio alegre (isso fazia parte do meu novo plano para ter um pouco de iniciativa), mas quando o vi, fingi estar mais bêbada do que realmente estava e, cambaleando, sentei no sofá. Ele perguntou se eu estava bem e eu disse que só estava um pouco alterada, que me desculpasse, e ele sorriu. Fingi estar dormindo por alguns minutos, deixando um olho meio aberto... aberto, mas sem que ele percebesse, e ele aproveitou para me ver um pouco. Eu estava com uma minissaia de couro bem curta e justa e uma blusa com um grande decote nas costas, por isso não usei sutiã.
Discretamente, me recostei para o lado, abrindo um pouco minhas pernas, e ele não tirava os olhos de mim, já que dava para ver tudo. Aí, me virei e pedi que ele me ajudasse a ir para o quarto. Ele me deixou sentada na cama e saiu, fechando a porta, mas claro que não completamente. Tirei a blusa e a saia e coloquei o pijama mais sexy que tinha. Ele não parava de me espiar pela fresta da porta. Deitei na cama, fingindo estar dormindo de novo, sem me cobrir nem apagar a luz.
Cinco minutos depois, senti que ele entrou e me chamou para ver se eu estava acordada. Como não respondi, ele achou que não. E ali estava ele, contemplando meu corpo deitado na cama, usando apenas meu fio dental branco minúsculo e meu pijama branco sexy de renda, que deixava meus seios à mostra. Me mexi um pouco, o que fez um dos meus peitos sair do pijama minúsculo, e ouvi um "oh!" que escapou da boca dele. Ele me mexeu um pouco e, como não acordei, se atreveu a tocar meu peito exposto com muito cuidado. Acariciou com delicadeza até meu mamilo ficar duro e ereto, depois deu uma chupadinha. Não aguentei mais e gemei, o que fez ele recuar.
Percebendo que eu continuava "dormindo", ele começou a tocar minhas pernas e, como um reflexo, as abri. Já estava bem molhada, e quando ele tocou minha buceta, não aguentei mais e disse: "Alfredo, quero que você me coma". Ele deu um pulo de susto e foi até a porta do quarto. Eu disse: "Não tenha medo, sempre estive acordada e quero isso tanto quanto você". Ele falou: "Andre, você não estava dormindo". Respondi: "Não, também vi quando você me olhava por dentro da blusa, pela porta do banheiro, e que eu vestia as roupas menores e mais sexy que tinha para te provocar. Parece que consegui", e sorri. Me levantei e Tirei meu pijama, ficando só de calcinha fio-dental, abracei ele e dei um beijo longo, que ele retribuiu enfiando a língua na minha boca e apertando minha bunda.
Levei ele até a cama e deitei ele, coloquei ele de barriga pra cima com os braços abertos e ordenei que não me tocasse nem me beijasse até eu mandar. Ele perguntou: "O que você vai fazer comigo?" e eu disse que ia fazer ele sentir a melhor coisa do mundo. Ele confessou que estava com medo e que era virgem, mas se entregou às minhas ordens.
Comecei a beijar ele por todo o corpo e esfreguei meu corpo no dele. Desci a cueca dele com os dentes e de um salto apareceu seu pau enorme e grosso. Peguei ele com as duas mãos e comecei a masturbar bem devagar. Ele respirava pesado e se contorcia de prazer. Depois levei à boca e comecei a lamber, primeiro a cabeça, desci até o tronco, depois as bolas e me inspirei naquela pele logo abaixo das bolas, antes do cu.
Quando ele estava no auge, enfiei o membro todo na boca e chupei até ele descarregar toda sua porra quente na minha garganta. Deitei do lado dele e disse que era a vez dele.
Ele começou com um beijo quente e apaixonado, enquanto apertava meus peitos. Depois desceu pra eles e começou a lamber e chupar, massageando e mordiscando com muita doçura. Em seguida, desceu beijando minha barriga enquanto tirava minha calcinha, me deixando completamente nua diante dos olhos dele. Abriu minhas pernas ao máximo e começou a beijar minha buceta molhada e depilada. Depois, com os dedos, abriu um pouco e enfiou a língua, começando a brincar com meu clitóris enquanto com um dedo me penetrava. Eu já estava muito excitada e gemendo desesperada. Ele meteu dois e depois três dedos, aumentando os movimentos, e quando senti a língua dele dentro de mim de novo, gozei na boca dele, enchendo ela com meus líquidos vaginais.
Essa chupada sensacional que ele me deu provocou uma nova ereção nele. Sem pensar, pedi que me penetrasse, que eu queria sentir o pau enorme dele dentro de mim. Fiquei deitada com... de pernas abertas e ele se acomodou por cima, apontando seu membro enorme e duro para a entrada da minha buceta molhada e quente. Com um empurrão, enfiou tudo de uma vez, o que me fez gritar de dor, já que estava há meses sem namorado e sem transar há muito tempo. Ele começou devagar com o vai e vem, e a dor foi desaparecendo, se transformando em gemidos de prazer. Ele foi acelerando enquanto chupava meus peitos, até que de repente soltou um grito e gozou, enchendo minha buceta com sua porra morna, o que provocou meu orgasmo imediato.
Quando ele tirou seu pau já mole, eu o lambi até deixá-lo bem limpo, mas ao ver que com minha limpeza ele já estava ficando duro de novo, me coloquei de quatro e perguntei se ele estava cansado. Ele respondeu me empurrando todo seu tronco dentro da minha buceta dilatada e começou a meter de novo. Enquanto fazia isso, com o dedo médio cheio de saliva, começou a enfiar no buraco do meu cu virgem. Eu disse que não, mas ele não me ouviu e disse que queria provar como era. Acabei cedendo pela mesma curiosidade. Depois de ter me dilatado um pouco, ele começou a enfiar a cabeça e eu, chorando, implorava para que não. Ouvir meu choro o excitou mais e ele empurrou mais um pouco, deixando para que meu cu estreito se abrisse. Ele me segurava pelos quadris enquanto eu me debatia para que ele tirasse, e beijando minha bochecha, enfiou o resto de uma só vez, produzindo um grito da minha parte pela imensa dor que senti, enquanto as lágrimas escorriam.
Quando me acalmei um pouco, ele começou com movimentos suaves, e eu comecei a trocar meus choros e queixos por gemidos de prazer, o que fez ele aumentar a velocidade e me deu meu primeiro orgasmo graças à penetração anal. Ele agarrava meus peitos balançando com o movimento, até que notei que ele aumentou a velocidade ao máximo e, entre nossos gritos de prazer, ele gozou dentro do meu cu, me provocando outro orgasmo sensacional. Ficamos... Mortos de cansaço e acabamos dormindo abraçados.
Na manhã seguinte, quando acordei, peguei um pote de mel que tinha na cozinha e derramei por todo o corpo dele enquanto dormia. Comecei a lamber, o que fez ele acordar e me fazer amor mais duas vezes antes de entrarmos no banho juntos, terminando fazendo ensaboados no chuveiro. Tomamos café da manhã e fomos juntos buscar meu filho Alejandro, que estava voltando para a Venezuela.
Quando chegamos em casa, não perdíamos nenhuma oportunidade de nos beijar e tocar escondidos do meu filho, o que nos excitava muito. Quando ele ia tomar banho, fazíamos amor em qualquer canto do apartamento.
Alfredo continua sendo o melhor amigo do Ale, meu filho. Agora ele dorme em casa com mais frequência do que antes, e sempre que pode viaja com a gente. Agora ele não é só amigo do meu filho, mas também virou meu amante e companheiro sexual.
Moro em um apartamento pequeno (que tem 2 quartos, 1 banheiro, sala de estar/jantar e cozinha) com meu filho Alejandro, um jovem de 18 anos que está no último ano do ensino médio.
No começo das férias de dezembro, a mãe do Alfredo, um amigo do meu filho, me perguntou se o Alfredo podia ficar uma semana em casa, já que ela e o marido tinham que ir a uma viagem de negócios e não podiam levá-lo nem tinham com quem deixá-lo. Eu aceitei, pois ele era o melhor amigo do meu filho, conhecia ele e os pais desde que entraram na escola no pré, e ela e eu éramos muito amigas.
Alfredo chegou em casa na segunda-feira de manhã. Eu estava na academia onde trabalhava até o meio-dia. Quando cheguei, Alfredo e Ale já estavam acomodados no quarto dele, que tem uma cama com gaveta, e estavam jogando PlayStation. Preparei o almoço e chamei eles para comer. Conversamos enquanto comíamos, e eu disse para ele se sentir em casa, não ter vergonha de nada e me pedir qualquer coisa. Ele respondeu: "Não se preocupa, Andre" (é assim que ele me chama, já que me conhece há muitos anos e é como o irmão que o Ale nunca teve).
Passaram-se dois dias muito bem. Os garotos ficavam saindo, jogando e, à noite, às vezes eu tinha que ralhar com eles para dormirem, pois faziam muito barulho e não me deixavam dormir para ir trabalhar de manhã.
Na quarta-feira, recebi a ligação do pai do Ale, meu ex-marido, dando a má notícia que a mãe dele tinha morrido e que já tinha comprado a passagem para o Alejandro ir a Madri para o enterro da avó, que saía naquela mesma noite.
Alfredo e eu levamos o Ale ao... aeroporto e depois fomos ver um filme no cinema e tomar sorvete. Quando chegamos em casa, eu disse ao Alfredo que não precisava ficar constrangido pela ausência do Alejandro, que ele podia fazer as mesmas coisas de antes.
Fui tomar banho e coloquei meu camisola para dormir. Quando entrei no quarto onde o Alfredo estava dormindo, o encontrei jogando PlayStation sentado na cama, usando apenas uma cueca, que era a roupa que ele usava para dormir. Comecei a arrumar um pouco a bagunça que o Ale tinha deixado na pressa de fazer as malas e a organizar o quarto, quando de repente percebi que o Alfredo não tirava os olhos de mim. E claro, como a camisola era um pouco larga, quando me abaixei dava para ver tudo por dentro e, como não estava usando sutiã, ele podia ver meus seios. Isso me fez corar e sair rapidinho dali, com a desculpa de que ia levar as roupas para o lavanderia.
Já mais calma, passei de novo, mas só para dar boa noite. Ao vê-lo, sem pensar comecei a detalhar o corpo dele, que estava em ótima forma. Ele ia com meu filho à minha academia e jogavam no time de futebol e natação da escola, o que os mantinha em boa forma. Ele tinha as costas largas e bem definidas, assim como o peito e bons braços, graças à natação, e pernas muito fortes por causa do futebol. Um abdômen com aqueles quadradinhos marcados. Ele deve ter uns 1,82m, já que é um pouquinho mais alto que meu filho, que tem 1,79m. Pele bronzeada pelo sol que pega na piscina, cabelo e olhos negros.
Ao me deitar, não conseguia pegar no sono, pois não conseguia tirar da cabeça o jeito como ele me olhava e seu corpo espetacular. Passei mais de uma hora até conseguir dormir.
Na manhã seguinte, quando já estava saindo para a academia, ele saiu correndo do quarto e me perguntou se podia ir comigo, já que o Ale não estava. Fomos juntos. Quando terminei minha aula de spinning, o encontrei nos aparelhos e ele disse que já estava terminando, que só faltava um exercício. Ajud e enquanto preparava o almoço, ele disse que ia tomar banho e entrou no banheiro, saindo só de toalha e me perguntou onde tinha outro sabonete que tinha acabado, o que eu demorei para conseguir só para apreciar o corpo dele com apenas a toalha amarrada na cintura.
Ao sair do banheiro, eu disse que ia tomar banho, e enquanto tirava a roupa, ele gritou da cozinha que estava cheirando a queimado e abrindo um pouco a porta do quarto, dei as instruções. Como tinha deixado a porta entreaberta sem querer, ele pôde ver como eu terminava de tirar a roupa de academia e, ao perceber que ele estava me olhando, fiz de conta que não vi e continuei no que estava fazendo. Depois saí com o roupão do banho e disse que ia entrar no chuveiro, que ele ficasse de olho, e fui para o banheiro.
Quando entrei, tirei o roupão e notei que ele estava me espiando pelas janelinhas da porta do banheiro. Não disse nada, entrei no chuveiro e fiquei pensando em como gostava que um jovem de 18 anos me espiasse, isso me fazia sentir que meu corpo ainda era sexy.
Ao terminar, abri a cortina do chuveiro e comecei a me enxugar e pentear para que ele tivesse tempo de me ver bem, me sequei bem sensual, coloquei o roupão, o que deu tempo dele ir para a cozinha, e saí para ver como estava a comida. Notei que ele tinha um volume na cueca que dava para disfarçar, e disfarçadamente afrouxei um pouco o roupão para que abrisse quando me inclinasse e permitisse que ele visse um pouco mais. Isso estava me deixando excitada e fui me vestir. Coloquei um short daqueles que uso em casa, mas escolhi os que ficavam mais justos e uma camiseta sem sutiã, claro, para ficar confortável e agradar meu hóspede.
Comemos e depois ele me ajudou a limpar a mesa e me olhava toda vez que eu me abaixava, o que eu fazia com muita frequência para que ele me visse melhor. Ao terminar, tive que sair um momento para fazer umas tarefas e, quando voltei, notei que ele tinha revirado a gaveta da minha roupa íntima, já que a encontrei um pouco bagunçada, e isso é algo que costumo manter organizado. muito organizado e vi que o fio dental que ela tinha usado para ir à academia tinha restos de sêmen, o que me levou à conclusão de que ela tinha se masturbado com ele, o que me deixou com o máximo de tesão e me levou a elaborar um plano.
À noite, aluguei um filme para assistir e perguntei se ela queria ver, que viesse ao meu quarto onde estava o VHS. Eu estava deitada de lado e ele se sentou no chão, e eu disse para ele não ter vergonha e subir na cama, e ele se sentou no cantinho. Depois de um tempo, perguntei se ele queria ficar mais confortável e se deitasse, e ele aceitou.
Quando o filme terminou, fiz movimentos de incômodo no pescoço e disse em voz alta: "Que pena que o Ale não está aqui para me dar uma massagem!". E perguntei: "Você sabe fazer massagem no pescoço?" Ele disse: "Não deve ser muito difícil, mas nunca fiz." "Deixa de vergonha e me dá uma, por favor." Ele se posicionou atrás de mim e começou com as massagens. Baixei um pouco as alças do camisole para ficar mais confortável e peguei um creme que tenho, com um cheiro muito gostoso e sensual. Ele terminou a massagem, se despediu e foi dormir. Fiquei pensando que meu plano não tinha dado certo, o garoto não era desenrolado como eu achava e eu teria que facilitar um pouco as coisas para ele.
Na sexta-feira de manhã não aconteceu nada interessante, fomos à academia e depois de comer eu disse que ia sair e que chegaria um pouco tarde, já que ia ao aniversário de uma amiga. Fiquei um tempo na festa e por volta das 12 da noite voltei para casa.
Ele estava acordado assistindo a um filme no quarto dele e, ao me sentir, saiu para me cumprimentar. Eu tinha bebido um pouco e estava meio alegre (isso fazia parte do meu novo plano para ter um pouco de iniciativa), mas quando o vi, fingi estar mais bêbada do que realmente estava e, cambaleando, sentei no sofá. Ele perguntou se eu estava bem e eu disse que só estava um pouco alterada, que me desculpasse, e ele sorriu. Fingi estar dormindo por alguns minutos, deixando um olho meio aberto... aberto, mas sem que ele percebesse, e ele aproveitou para me ver um pouco. Eu estava com uma minissaia de couro bem curta e justa e uma blusa com um grande decote nas costas, por isso não usei sutiã.
Discretamente, me recostei para o lado, abrindo um pouco minhas pernas, e ele não tirava os olhos de mim, já que dava para ver tudo. Aí, me virei e pedi que ele me ajudasse a ir para o quarto. Ele me deixou sentada na cama e saiu, fechando a porta, mas claro que não completamente. Tirei a blusa e a saia e coloquei o pijama mais sexy que tinha. Ele não parava de me espiar pela fresta da porta. Deitei na cama, fingindo estar dormindo de novo, sem me cobrir nem apagar a luz.
Cinco minutos depois, senti que ele entrou e me chamou para ver se eu estava acordada. Como não respondi, ele achou que não. E ali estava ele, contemplando meu corpo deitado na cama, usando apenas meu fio dental branco minúsculo e meu pijama branco sexy de renda, que deixava meus seios à mostra. Me mexi um pouco, o que fez um dos meus peitos sair do pijama minúsculo, e ouvi um "oh!" que escapou da boca dele. Ele me mexeu um pouco e, como não acordei, se atreveu a tocar meu peito exposto com muito cuidado. Acariciou com delicadeza até meu mamilo ficar duro e ereto, depois deu uma chupadinha. Não aguentei mais e gemei, o que fez ele recuar.
Percebendo que eu continuava "dormindo", ele começou a tocar minhas pernas e, como um reflexo, as abri. Já estava bem molhada, e quando ele tocou minha buceta, não aguentei mais e disse: "Alfredo, quero que você me coma". Ele deu um pulo de susto e foi até a porta do quarto. Eu disse: "Não tenha medo, sempre estive acordada e quero isso tanto quanto você". Ele falou: "Andre, você não estava dormindo". Respondi: "Não, também vi quando você me olhava por dentro da blusa, pela porta do banheiro, e que eu vestia as roupas menores e mais sexy que tinha para te provocar. Parece que consegui", e sorri. Me levantei e Tirei meu pijama, ficando só de calcinha fio-dental, abracei ele e dei um beijo longo, que ele retribuiu enfiando a língua na minha boca e apertando minha bunda.
Levei ele até a cama e deitei ele, coloquei ele de barriga pra cima com os braços abertos e ordenei que não me tocasse nem me beijasse até eu mandar. Ele perguntou: "O que você vai fazer comigo?" e eu disse que ia fazer ele sentir a melhor coisa do mundo. Ele confessou que estava com medo e que era virgem, mas se entregou às minhas ordens.
Comecei a beijar ele por todo o corpo e esfreguei meu corpo no dele. Desci a cueca dele com os dentes e de um salto apareceu seu pau enorme e grosso. Peguei ele com as duas mãos e comecei a masturbar bem devagar. Ele respirava pesado e se contorcia de prazer. Depois levei à boca e comecei a lamber, primeiro a cabeça, desci até o tronco, depois as bolas e me inspirei naquela pele logo abaixo das bolas, antes do cu.
Quando ele estava no auge, enfiei o membro todo na boca e chupei até ele descarregar toda sua porra quente na minha garganta. Deitei do lado dele e disse que era a vez dele.
Ele começou com um beijo quente e apaixonado, enquanto apertava meus peitos. Depois desceu pra eles e começou a lamber e chupar, massageando e mordiscando com muita doçura. Em seguida, desceu beijando minha barriga enquanto tirava minha calcinha, me deixando completamente nua diante dos olhos dele. Abriu minhas pernas ao máximo e começou a beijar minha buceta molhada e depilada. Depois, com os dedos, abriu um pouco e enfiou a língua, começando a brincar com meu clitóris enquanto com um dedo me penetrava. Eu já estava muito excitada e gemendo desesperada. Ele meteu dois e depois três dedos, aumentando os movimentos, e quando senti a língua dele dentro de mim de novo, gozei na boca dele, enchendo ela com meus líquidos vaginais.
Essa chupada sensacional que ele me deu provocou uma nova ereção nele. Sem pensar, pedi que me penetrasse, que eu queria sentir o pau enorme dele dentro de mim. Fiquei deitada com... de pernas abertas e ele se acomodou por cima, apontando seu membro enorme e duro para a entrada da minha buceta molhada e quente. Com um empurrão, enfiou tudo de uma vez, o que me fez gritar de dor, já que estava há meses sem namorado e sem transar há muito tempo. Ele começou devagar com o vai e vem, e a dor foi desaparecendo, se transformando em gemidos de prazer. Ele foi acelerando enquanto chupava meus peitos, até que de repente soltou um grito e gozou, enchendo minha buceta com sua porra morna, o que provocou meu orgasmo imediato.
Quando ele tirou seu pau já mole, eu o lambi até deixá-lo bem limpo, mas ao ver que com minha limpeza ele já estava ficando duro de novo, me coloquei de quatro e perguntei se ele estava cansado. Ele respondeu me empurrando todo seu tronco dentro da minha buceta dilatada e começou a meter de novo. Enquanto fazia isso, com o dedo médio cheio de saliva, começou a enfiar no buraco do meu cu virgem. Eu disse que não, mas ele não me ouviu e disse que queria provar como era. Acabei cedendo pela mesma curiosidade. Depois de ter me dilatado um pouco, ele começou a enfiar a cabeça e eu, chorando, implorava para que não. Ouvir meu choro o excitou mais e ele empurrou mais um pouco, deixando para que meu cu estreito se abrisse. Ele me segurava pelos quadris enquanto eu me debatia para que ele tirasse, e beijando minha bochecha, enfiou o resto de uma só vez, produzindo um grito da minha parte pela imensa dor que senti, enquanto as lágrimas escorriam.
Quando me acalmei um pouco, ele começou com movimentos suaves, e eu comecei a trocar meus choros e queixos por gemidos de prazer, o que fez ele aumentar a velocidade e me deu meu primeiro orgasmo graças à penetração anal. Ele agarrava meus peitos balançando com o movimento, até que notei que ele aumentou a velocidade ao máximo e, entre nossos gritos de prazer, ele gozou dentro do meu cu, me provocando outro orgasmo sensacional. Ficamos... Mortos de cansaço e acabamos dormindo abraçados.
Na manhã seguinte, quando acordei, peguei um pote de mel que tinha na cozinha e derramei por todo o corpo dele enquanto dormia. Comecei a lamber, o que fez ele acordar e me fazer amor mais duas vezes antes de entrarmos no banho juntos, terminando fazendo ensaboados no chuveiro. Tomamos café da manhã e fomos juntos buscar meu filho Alejandro, que estava voltando para a Venezuela.
Quando chegamos em casa, não perdíamos nenhuma oportunidade de nos beijar e tocar escondidos do meu filho, o que nos excitava muito. Quando ele ia tomar banho, fazíamos amor em qualquer canto do apartamento.
Alfredo continua sendo o melhor amigo do Ale, meu filho. Agora ele dorme em casa com mais frequência do que antes, e sempre que pode viaja com a gente. Agora ele não é só amigo do meu filho, mas também virou meu amante e companheiro sexual.
3 comentários - transando com o amigo do meu filho
Ya quisiera ser yo amigo de tu hijo