Tudo começou no cinema...

Naquele sábado de agosto, quando estávamos voltando da farra por volta das 10 da manhã, eu não fazia ideia de que minha vida daria uma guinada imprevisível. Minha mulher, de 33 anos, estava usando um jeans e um top bem justos; ela tem um corpo bem definido e naquela noite tinha saído sem sutiã. Eu tenho 34 anos e também sou bem apessoado, estamos casados há 6 anos.

Estávamos voltando pra casa depois de passar a noite inteira bebendo e dançando pelas varandas da minha cidade, e enquanto andávamos pelas ruas do centro, conversávamos sobre a foda que íamos dar ao chegar na nossa cama. Eu tinha passado quase a noite toda de pau duro, observando minha mulher marcando os mamilos e dançando com todos os nossos amigos e amigas, com a sensualidade que é característica dela.

Em uma das ruas, vimos um cinema pornô que, para minha surpresa, já estava aberto. Naquele momento, nos olhamos e os dois pensamos a mesma coisa… Por que não? Assim a gente esquentaria legal e nossa transa seria antológica. Tenho que dizer que nunca tínhamos ido a uma sala pornô; como todo mundo, a gente via pornô pra esquentar, mas nunca algo assim.

Pagamos a entrada, entre nervosos e excitados, e sem soltar as mãos, entramos no cinema. A sala estava bem escura e nos sentamos na fileira que o cara da entrada indicou. Pude ver que tinha algumas cabeças lá no fundo, mas a sensação era de que estávamos sozinhos da metade pra frente.

No filme, dois encanadores entravam numa casa onde só tinha uma mulher.

Minha mulher e eu fomos ficando com tesão vendo como a mina na tela dava conta dos dois pauszões dos encanadores. Naquele momento, eu já tinha a mão da minha mulher em cima do meu pacote, e eu lutava com os botões dela pra começar com minha mão na sua bucetinha.

Era nisso que a gente estava, quando um cara de uns 50 anos se sentou na nossa mesma fileira, à minha esquerda, a cerca de dois assentos de distância. Minha mulher ficou nervosa, assim como eu, mas com o tesão que a gente estava, nenhum de nós viu problema em continuar.

Foi assim que comecei a... Toquei sua buceta já molhada e ela colocou a mão dela para me acariciar, sussurrando no meu ouvido "estou louca para chegar em casa e cavalgar em você... mas vou ficar pensando num pau como os do filme".
O senhor ao meu lado se aproximou mais e nos deixou paralisados ao perguntar se podia olhar. Eu disse que não e cruzei minhas pernas, mas o cara não foi embora.
Acho que no fundo gostávamos da ideia de um estranho nos observando. Nisso, outro, este bem mais jovem, sentou à direita da minha mulher, bem ao lado dela. Ela instintivamente cruzou as pernas também, e os dois ficamos imóveis, mas muito excitados.
Perguntei à minha mulher se íamos embora dali, e ela respondeu para esperarmos. Estava percebendo que ela estava ficando cada vez mais excitada. O cara, que tinha aparência de jovem bem cuidado, com braços fortes e mãos bem grossas, começou a falar no ouvido dela. Não sei o que ele estava dizendo, mas notei que minha mulher estava ficando com muito tesão.
Mais ainda, quando o "filho da puta" colocou a mão esquerda na perna da minha garota.
Eu pedi bem baixinho para irmos embora, mas ela me disse para ficar tranquilo, que não ia acontecer nada e que isso a excitava demais. Que ele também tinha pedido para ver como nos tocávamos.
O cara não parava de falar coisas para ela, e eu continuei com minha mão na sua buceta. Nisso, minha mulher abriu as pernas, e o cara subiu a mão até tocar na minha e, dali, foi para os peitos dela. Ela soltou um gemido, apertando mais meu pau. Não sei o que deu na gente, mas pedi de novo para irmos embora. Ela me olhou e sussurrou para eu enfiar um dedo, que ela estava com muito tesão e que eu não me preocupasse, que não aconteceria nada — ela gostava da sensação de um cara que não era eu tocando nos peitos dela. Isso me deixou a mil, senti meu pau crescer muito mais.
Esse cara desceu a mão de novo, dessa vez parou em cima da minha, afastou-a e desabotoou mais a calça dela. Foi quando pude notar que os dedos dele eram fortes e grossos; e vi como ele ficou com a buceta dela. Pensei em morrer, embora... Minha mulher continuou segurando meu pau, que já não se mexia mais e só ficava duro.
Pude perceber como aquele filho da puta enfiou um dedo nela pelo suspiro que minha mina deu e pelo que ela disse, já um pouco mais alto: "ele está me fodendo com o dedo… e é muito grosso". Eu não conseguia entender o que estávamos fazendo, mas o nível de excitação que tínhamos me acelerou ainda mais e perguntei à minha mulher: "você está gostando? Aproveita".

A coisa não parou por aí, porque pude ver minha mulher agarrando o pau desse filho da puta e começando a masturbá-lo. Tenho que dizer que era um pau enorme, grosso e comprido, uns 20 ou 25 cm. Naquele momento, quis morrer, fiquei com um ciúme terrível, mas meu pau continuou duro, mesmo sendo bem menor. Então perguntei à minha mulher o que ela estava fazendo, e ela me respondeu: "ele tem um pau muito grande, sério, e duro", e me pediu para calar a boca ou tirá-la dali, porque ela poderia fazer uma loucura.

Ao ouvir isso, porque ela falou um pouco alto, ele se ajoelhou entre as pernas dela, abaixou suas calças e rasgou a calcinha que eu tinha dado a ela meses atrás. Eu então disse que não, que ele não fizesse nada, que nos deixasse em paz. Ele nem olhou para mim, só fixou o rosto da minha mina e perguntou se ela queria. A resposta me deixou gelado: ela implorou para que ele continuasse.

Foi quando o senhor que estava à minha esquerda me disse: "porra, esse cara vai foder sua mulher, se não quer sofrer, vamos embora". Eu não me mexi, entre o ciúme e a tesão que estava sentindo. E vi como aquele "filho da puta do caralho" enfiou a cabeça entre as pernas dela. Era a primeira vez que via minha mulher curtindo com outro cara.

Pude perceber minha mulher gozando com as primeiras lambidas, aquele filho da puta chupou sua buceta com vontade, dava para ver ele mamando com gula. E foi quando tudo ficou ainda mais intenso…

Tinha mais gente ao nosso redor. Um estava sentado ao lado da minha mulher, e outro estava atrás de nós, em pé, com o pau para fora, se masturbando. Esse último enfiou o pau entre minha mulher e eu. E vi como a… muito puta, ela enfiou na boca, imaginei que com a outra mão ela estava punhetando o outro, pelos gemidos que ele soltava.
Não sei o que estava acontecendo comigo, mas ver aquela cena fez eu quase gozar de verdade. Ainda que não entendesse muito bem, porque eu já estava quase gozando só com a punheta da minha mulher no meu pau, me deu uma vontade louca de botar a língua pra fora e chupar aquele pau entre os dois, mas aí me deu uma raiva que quase gritando perguntei o que estava acontecendo, por que ela estava fazendo isso comigo.
O que estava comendo a buceta dela levantou a cabeça e, sem me olhar, disse pra minha mulher: "Você gosta mesmo de paus, hein? Você tá com muita fome! Nunca te foderam direito! Eu vou te foder. Fala pra esse (por mim) calar a boca ou ir embora". Minha mulher me olhou enquanto chupava um pau, não disse nada… mas com os olhos pedia que eu ficasse quieto.
Falei pra ela parar, que já bastava, mas aquele cara olhou firme pra ela e disse de novo: "Vou te foder porque você tá desejando, porque nunca te foderam direito, esse otário (por mim) não sabe te dar duro, dá pra ver que você é mal comida, manda ele ir embora".
Eu chamei ele de filho da puta, que ele se achava… e o cara, que só olhava pra ela, repetiu bem calmo: "vou te foder", "vou ser eu quem vai te arrebentar", "vou te enfiar essa rola", "você tá desejando", "me olha e pede pra eu te foder", "manda ele ir embora", "fala… que eu te foda, quero ouvir, gostosa, sei que você quer que eu te penetre, que eu meta até o fundo, você quer me sentir", "fala que eu te fodo".
Aí minha mulher gritou: "Me fode!", "mete logo", e pra mim: "vai pra merda, quero que ele me foda, quero esse pau, você não percebe que eu tô com muita fome de pau, quero ser fodida direito", "me deixa em paz e vai tomar no cu, quero gozar de verdade", "vai se foder".
Nesse momento, o cara da minha esquerda pegou meu braço e puxou, deixando minha mulher com aqueles três caras. Enquanto a gente andava até a parte de trás do cinema, ele puxando meu braço e com o pau de Lá fora, ouvi minha mulher gritando: "Isso, assim, enfia, que delícia, siiiiiiiiiiiiiiiiiiim"
Me sentaram na última fileira, de lá pude ver como o que liderava a situação estava montando nela e como, enquanto isso, ela continuava chupando o pau do cara que tinha ficado entre nós. O que me tirou da minha mina se ajoelhou e começou a chupar meu pau, deixou ele duro como uma pedra, mas antes de eu gozar, o cara ejaculou e foi embora.
Fiquei sozinho… olhando como estavam fodendo minha mulher. Não tinha mais ninguém no cinema, eu na última fileira e eles na parte da frente. Vi ela sentando em cima do que começou tudo, conseguindo me ver dessa forma, enquanto outro queria foder o cu dela e ela continuava chupando o pau de antes. Tudo isso enquanto gemiam e insultavam ela e a mim. Longe de ficar com ciúmes, comecei a ficar a mil, com uma ereção que nunca tive e não parava de me masturbar.
O que estava na boca dela gozou primeiro e logo o que estava no cu dela—não vi ejacularem fora, acho que gozaram dentro e minha mulher engoliu. Eles se retiraram se vestindo pela metade. Mas ela não parava de cavalgar naquele pau enorme, não sei quantas vezes ela gozou. Os que tinham terminado vieram para trás; pelo que diziam, iam para os banheiros. Ao me ver, riram e um disse: "Olha, cara, já sei quem vai limpar meu pau". Fiquei gelado.
Se aproximaram, um por trás e outro ao meu lado, o de trás disse rindo: "Não dá pra ter uma mulher com tanta fome, tomara que você aprenda" e falou: "Chupa você também". Porra, não sei por que, mas estava desejando isso, ele enfiou o pau na minha boca… comecei a chupar, tinha gosto de homem e me deixou mais excitado. O outro cuspiu no meu cu e enfiou de uma vez. Me arrebentou, gritei de dor enquanto via minha mulher se contorcendo em cima de um filho da puta. Depois de um tempo, ele começou a se mover e senti a glória… comecei a gemer como uma puta no cio e o que estava me comendo falou alto: "Esse aqui a gente já sabe do que gosta".
Se Corri rápido, senti como minha boca e meu cu encheram de porra, saboreei e engoli; tive o maior orgasmo da minha vida enquanto o outro me masturbou até eu gozar. Os dois foram para os banheiros e ao sair, o que me comeu se aproximou e falou alto "Tchau, viadinho" e chegando perto do meu ouvido disse: "Pega meu número, sei que você gostou, me liga quero que você se encha de rola".

Nisso, minha mulher gritou como uma possessa, gozou como eu nunca consegui fazer ela gozar, ria e gritava ao mesmo tempo. Eu fiquei sozinho vendo minha mulher agora se beijando com o desconhecido. Eles sentaram juntos e estavam rindo e muito agarrados; depois de um tempo, quando uma pessoa entrou na sala, eles se levantaram e foram embora. Não olharam para trás.

Um quarto de hora depois eu saí e fui para casa sem saber o que ia acontecer; no caminho, eram só perguntas, medos e excitação porque me lembrava das duas picas que eu tinha tido e que no fundo me deixou a mil ver minha mina dando para uma rola descomunal e gozando como uma porca.

Quando cheguei, a encontrei sentada na cozinha despenteada, com o top manchado e com uma xícara de café. Ela me olhou e tinha uma cara de relaxamento que há tempos não via nela. Pensei que realmente eu a estava comendo mal e que ela tinha adorado ter levado uma boa trepada.

Foi quando ela me disse: "não fique bravo por favor, se quiser me deixar eu entendo, mas me deixa explicar", eu também sentei olhando para ela e ela contou o que eu já sabia, que tinha ficado muito excitada, que foi impressionante o que sentiu, mas que me amava, que eu perdoasse.

Eu falei muito sério: "me estupraram" e vendo que ela ia começar a chorar, eu comecei a rir e disse: "Não vamos fazer drama, hoje descobri o que estávamos perdendo a vida toda e o quanto é importante foder bem. Eu te amo com minha alma, mas precisamos foder mais", embora mudando o tom de voz, acrescentei: "Agora Estou muito ciumento, isso devia ter sido diferente.
E ainda por cima ela ficou puta comigo, e soltou que eu tinha deixado ela sozinha, por que a gente entrou ali? Que eu era um porco. Aí eu perguntei: você gostou? E ela começou a rir.
E me surpreendeu de novo porque disse: "a gente marca hoje à noite e aqui em casa, se você quiser ficar e aprender, fica quietinho, senão vai pra onde quiser". Fiquei meio empolgado e disse que também queria chamar alguém, e ela respondeu: "Tá, mas a gente fica com a cama".
Podem imaginar quem eu chamei… Fomos pra cama rindo, mas ela fingindo que tava cansada e, com a minha insistência, só deixou eu chupar e limpar a buceta com a língua. Tinha gosto de outro… Tava muito aberta… muito dilatada… ainda molhada… aí ela disse: "amor, não fica bravo, mas eu gosto mais do jeito que ele fode".
Ela gozou quase sem vontade… e eu gostei do sabor novo. Quando comecei a me masturbar do lado dela, ela olhou e com cara meio séria disse: "sabe, não vou te tocar o fim de semana inteiro, mas você vai ter aulas particulares de como se fode, e em casa; e depois eu penso se continuo tocando no seu pau no futuro, porque amor, o Sergio tem um pau…! E agora vai gozar em outro lugar…"
O que aconteceu naquela noite foi foda…

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