Parte 2 – Incentivando maus hábitos
Trouxe pra vocês um novo fanfiction de Dragon Ball. O que rola nesse episódio acontece vários anos depois do que vimos em Super e no filme do Broly (2018). Todos os personagens são maiores de idade.
Apesar de ter dito que seria em duas partes, talvez sejam três. Aceito sugestões: se vocês gostarem, faço uma terceira parte; senão, sigo com outra história 😉 Trunks vai jantar com a Bulma esperando o maior desafio da vida dele depois de ser descoberto por ela, mas, depois de ouvir a história, ela não acredita que a foto foi tirada a pedido do Goten e tá disposta a ir até o fundo da questão.
Protagonistas: Bulma






O dia continuou bem tranquilo, apesar do incidente no quarto. Trunks estava com gelo na cabeça vendo TV quando a Bulma chamou ele pra jantar, de cara fechada. O moleque tinha explicado tudo na desesperação dele... A briga com o Goten, a aposta, o sonífero, a foto, se sentindo muito envergonhado, muito estranho com o que tinha tentado fazer. Agora que tinha passado, não entendia por que quis ir tão longe.
Apesar de tudo, o jantar que iam ter não foi cancelado e o Trunks apareceu no salão, onde o chef deixou dois carrinhos de comida e revelou as iguarias que iam comer. A Bulma fez um sinal e o chef foi embora, deixando os dois sozinhos. O filho dela esperava a bronca a qualquer momento, a tensão só aumentava e ele não aguentava mais o silêncio da mãe.
Apesar de ter sido despida enquanto dormia por um filho tarado, ela estava vestida de matar, mais provocante do que nunca. Um vestido vermelho brilhante colado no corpo com um decote em V profundo que ia até o umbigo, mostrando metade da parte de dentro dos peitos dela, bem juntinhos, desenhando aquele oito deitado de dar água na boca. Das orelhas pendiam brincos caríssimos e os pulsos tinham acessórios enormes, não tinha economizado em enfeites nem maquiagem. Ela não entendia por que estava tão sexy depois do incidente, talvez quisesse testar ele, e por isso se desafiou a nunca perder o contato visual.
- Me desculpa! Não devia ter aceitado esse pedido, fui um imaturo! - Ele se confessou sem receber resposta, a mãe dele comia lagosta molhando a polpa do crustáceo em vários molhos, chupando a carne das patas bem barulhento.
- Come, Trunks. Depois a gente conversa. - Sugeriu calma, mas firme. Apesar de ser um saiyajin, ele estava com o estômago fechado, mas aos poucos foi relaxando e comeu tonkatsu com arroz (milanesa japonesa) e tempura (frutos do mar e legumes fritos) arrumados como uma flor pra pegar com a mão. Quando ele começava a curtir as comidas, a Bulma falou.
- Então o Goten te pediu uma foto.- Ela perguntou séria, parecendo desinteressada.- Esse Goten… embora eu entenda que é a idade. Eles começam a ficar loucos por uns peitos.
- É, quem perde faz essas coisas.- Expliquei sincero, notando que minha mãe ou se segurava ou estava interessada.- Mas eu também tive culpa, não devia ter aceitado aquilo nem perdido. Não vai acontecer de novo.
Bulma parecia relaxar cada vez mais, servindo vinhos caríssimos a cada silêncio.
- Por isso uma vez você se escondeu atrás de uma cortina no quarto da Milk. Foi ideia sua.- Ela deduziu com muita precisão.
- Como você sabe? A gente foi descoberto naquela vez?- Perguntei. Bulma assentiu enquanto terminava outro copo.
- Ela me contou há um tempo, me alertou pra tomar cuidado porque vocês estavam começando a fazer esse tipo de travessura. Ah, e sobre o sonífero, sou imune a essas coisas. A Terra esteve em perigo tantas vezes… nem uma garrafa inteira faz efeito em mim mais.
- Que vergonha.- Falei, arrasado.
Numa nova pausa, a mulher abriu a bandeja de sobremesas e se serviu de sorvete com calda de caramelo como se estivesse falando de fofocas com as amigas. Trunks a imitou, embora bem perturbado e comendo só por inércia.
- Me passa seu celular.- Ordenou a mulher, e ele obedeceu de cabeça baixa. Ele imaginava a gargalhada do Goten ao descobrir que foi pego e o grito dele no céu ao ver que perderia as fotos. Quase parecia vê-lo passar da euforia ao desânimo. Goten sempre cumpria os desafios, por mais difíceis que fossem, e ele falhava logo de cara.
- Tá bloqueado, deixa que…- Mas Bulma colocou uma senha numérica indecifrável e o celular estava desbloqueado, mostrando pra ele.- Como você fez isso?
- Fui eu quem inventou, bobinho. Agora vamos ver seus dotes de fotógrafo.- Disse ela navegando pelo telefone.- Nada mal.- Falou zombeteira ao ver as fotos, deixando o filho vermelho que nem um tomate.- Goten queria uma foto dos meus peitos, mas você foi além, não foi…- Mostrando uma das últimas fotos, da buceta dela.
- Já falei que sinto muito. Não sei o que deu em mim.- Disse ele, muito envergonhado. envergonhado, embora satisfeito por estar tendo o desafio que merecia. Não era um covarde, embora pudesse ter voado dali, ficou para receber o que merecia: uma boa bronca, que gritassem com ele, que o insultassem, que o entendessem… entendessem?
- Se eu soubesse, filho. – Disse ela, limpando a boca com um guardanapo branco e devolvendo o celular sem apagar nada.
- O que você quer dizer?! – Falou incrédulo. Bulma se inclinou sobre a mesa para limpar a boca dele com o guardanapo de pano, com as tetas balançando perigosamente quase para fora do vestido.
- Entendo perfeitamente, Trunks. Não precisa mais esconder isso de mim nem culpar o Goten. Eu já desconfiava, mas agora tá confirmado, seu pervertido.
- Não entendi, é verdade que o Goten pediu… – Disse sem compreender a reviravolta. – Que desconfianças são essas?
- Para de fingir, Trunks. Eu lembro de tudo. – Explicou com calma, sorrindo, quase curtindo a situação apesar de deveria estar furiosa. – No fundo, sabia que podia acontecer, não era normal você mamar no meu peito por tanto tempo e eu não precisei deixar, mas deixei porque achava que era coisa de saiyajin e também queria que você crescesse forte e saudável.
- Até que idade eu mamava?
- Seis anos. Você falava e andava antes de largar a teta. Desconfiava que era um pervertido, e mais ainda quando a Bra nasceu. Sempre soube que era você quem roubava o leite que eu tirava e deixava na geladeira, seu safado. – Disse piscando um olho. – Então, curte as mais velhas, é? Ou é só comigo?
Trunks não soube o que dizer, coçou o cabelo, vermelho que nem um tomate, num gesto parecido com o do Goku, mas sem a inocência dele.
- Não sei por que eu fazia aquilo, talvez ciúmes, só isso. Não era coisa de pervertido nem nada. Bebia pra culparem a Bra de gulosa ou algo assim. Fui um moleque idiota.
- Claro, claro. – Ela minimizou. – Bom, então você não mandou as fotos pro Goten, imagino.
- Óbvio que não. – Respondeu. secante.- Entendi a lição, tenho que largar essas provas, preciso amadurecer e não dar corda pro Goten, nem pedir pra ele fazer essas coisas...
- Chato- Murmurou misteriosa, deixando os pratos sujos do jantar e da sobremesa no carrinho de garçom. – Porque odeio que tirem fotos minhas de surpresa, sem maquiagem, sem vestido, sem estar preparada. Se vão me fotografar, tenho que estar pronta.
- O que você quer dizer?- Disse Trunks, perplexo, enquanto tocava uma campainha pra chamar os garçons e levar todo o resto do jantar. Parecia que ele aproveitava o momento pra deixar ela pensar.
- Bem, se você quer mandar uma foto, vai ser uma que eu escolher. Ainda quer cumprir o combinado, não é?- Propôs ao filho, sem que ele entendesse direito. Ela esperava um desafio da vida dele, não que ele incentivasse os comportamentos quase criminosos dela.
- Pensa rápido ou vou dormir.- Bufou, meio irritada com as dúvidas de Trunks, cruzando os braços de um jeito que parecia que os peitos inchavam.
- Não entendi.- Admitiu com cara de bobo.- Você quer que eu tire a foto?
- Ah, seu idiota! Vem cá… - Perdeu a paciência.
Bulma se levantou sensual como sempre, pegou ele pelo braço e o levou até o sofá. Na frente da TV enorme. Quando ele ia perguntar se iam ver um filme, a mãe fechou as cortinas, diminuiu as luzes e sentou do lado dele sem tirar os olhos.
Com um movimento super suave, pegou a parte central do vestido e abriu como uma janela, liberando os peitos enormes, que encararam ele mais uma vez naquele dia.
- Não acredito.- Ofegou Trunks, sem entender até onde a mãe ia levar a brincadeira. As mãos trêmulas e suadas largaram o celular e ele nem percebeu.
Bulma se inclinou pra trás e olhou pro lado, posando despreocupada, como se não tivesse percebido que os peitos estavam de fora, totalmente expostos pra ele.
- E então? O que tá esperando pra me fotografar?- Impacientou-se, mas falou num sussurro daqueles bem gostosos. Sedutor. O filho dela se apressou pra pegar o celular e tirar fotos, capturando a cena toda — não só os peitos dela, mas também a pose, o lugar, cuidando do ângulo…
Falando em ângulo, a Bulma caprichou na imaginação. Ela se inclinou pra frente, deixando os peitos caírem até o sofá, com a raba pra cima, deixando o filho fotografar de frente e de lado, capturando as curvas gostosas da coluna, da bunda e dos peitos dela olhando pra baixo. Depois, igual uma modelo profissional, mudou de pose de novo, se deitando com os braços esticados e as pernas fechadas de um lado.
O Trunks, antes de perceber, já tava com uma barraca montada na virilha, como um ímã atraído por aqueles dois polos enormes no peito da mãe dele.
— Cê tá gostando de como eu tô, Trunks? — perguntou, jogando um olhar sedutor. A cada posição, os peitos dela pareciam se moldar de novo. Ele tava hipnotizado.
— Porra, isso é errado em tantos níveis… — admitiu, surpreso com como as coisas tinham ido parar ali.
— Se te incomoda tanto, posso ir dormir. E você não respondeu se gosta de como eu tô — ameaçou, sabendo que já tinha fisgado ele.
— Não acredito que cê curte essas coisas. Se o pai descobrir, ele me mata. E sim, cê tá linda, mãe — admitiu o Trunks, preocupado, mas sem querer parar o trem em chamas que tava indo sem escalas pro inferno do Dabura, decidido a ir até onde a mãe sensual dele deixasse. Não acreditava que tava pensando na própria mãe como sensual e chamando ela de linda.
— Ele se diverte do jeito dele, não se preocupa, só cuida disso aqui…
A mulher foi abrindo as pernas devagar, levantando o vestido sozinho conforme as pernas se separavam, mostrando uma calcinha fio-dental minúscula de renda, bem enfiadinha entre as carnes de milf dela. Dessa vez, não esperou ordem e começou a disparar que nem um louco, cada vez mais perto da virilha, enquanto a Bulma começava a gemer e acariciar os próprios peitos, até… chupá-los bem excitada.
- Vamos, fotografa sua mãe sendo uma gostosa, chega mais perto Trunks…
Como uma Vênus papa-moscas, o jovem caiu na armadilha e, quando se aproximou para fotografar a ação, Bulma o agarrou e começou a beijá-lo. Sem saber como, num instante estava debaixo dela, com seus lábios poderosos beijando os dele e sua língua explorando sua boca, sentindo o perfume da pele dela e o peso dos peitos sobre ele, um furacão de sensações excitantes que ele nunca imaginou viver com a mãe.
Sem dúvida, a mulher ficava louca beijando o filho, beijava como uma possessa, metendo tanta língua e passando tanta saliva quanto possível. Trunks sentiu o gosto da lagosta que ela tinha comido minutos antes, da sobremesa gelada e até do vinho, todos esses sabores picantes se misturando na boca dele, fazendo a calça explodir.
- Mãe… não aguento mais. – deixou escapar num pedido, roçando a virilha no quadril dela para que sentisse sua ereção dolorida.
- Quer que eu chupe ele? – perguntou mordiscando o lábio dele. – Nossa, que filho pervertido que eu tenho.
- Uma chupada, uma punheta, qualquer coisa, e não tenho culpa de você me beijar como uma profissional. – confessou completamente fora de si, sem um pingo de atividade neuronal funcionando direito.
- Espera, vamos nos divertir um pouco, afinal temos todo o tempo pela frente. Seu pai está viajando com a Bra, seus avós numa convenção de ciência na Cidade Satã, temos todo o tempo para explorar nossos desejos.
A língua rosada dela surgiu, doce como era, e começou a passar pelos lábios de Trunks, por cada fresta, por cada parte da boca dele, até se enfiar nele quase até a garganta, lambendo toda a boca dele por dentro e terminando num chupão barulhento que deixou os lábios dele inchados. Repetiu a ação até que Trunks quase gozou só com o tesão daqueles beijos tão profissionais que assustavam.
- Você não pode beijar tão bem, mãe. – disse abrindo os olhos. temendo que tudo não tenha passado de um sonho.
- Você sabe o que dizem, não tem amor igual ao de mãe. E agora tenho um presente melhor pra você, o que muitos quiseram fazer comigo por anos.
Em seguida, Bulma colocou os peitos no rosto dele e começou a descer até afundar a cara dele entre as tetas por vários segundos. O filho se esfregou entre os seios, delirando por estar envolto em tão exuberantes maravilhas da natureza, respirando fundo pra se impregnar com o cheiro da pele dela. Depois de deixá-lo respirar por uns segundos, ela testou a boca dele colocando uma teta sobre os lábios, pra ele chupar.
- Isso, assim, assim... sim, muito bem, chupa minhas tetas, me traz lembranças... - gemeu, dando com a mão como se quisesse afogá-lo, passando de uma pra outra, deixando-as brilhando de saliva e vermelhas de tanto sugar. Como se fosse um amante, as mãos de Trunks acariciavam os cabelos da mãe e as costas dela, saboreando o manjar dos deuses que estava provando, sugando cada vez com mais força.
- Ia me deixar seca...
- Não aguento mais, vou explodir. - Voltou ao ataque, tentando levar a cabeça de Bulma pro pau dele, fervendo tanto pelo que fazia quanto pelo que ouvia, mas ela se esquivou e voltou a beijá-lo, escorregadia como uma cobra.
- Já quer partir pra ação? Tem muita coisa pra fazer antes. - Disse, sentando-se de frente pro filho. - Como por exemplo, uma dança privada...
- É tipo uma lição, né? Tenho que aguentar o máximo possível. - Pensou, muito errado.
- Não, bobinho, não é sobre aguentar, é sobre aproveitar. Já te falei, vai ter tempo pra tudo.
Bulma, com o objetivo claro de fazer o filho explodir de prazer, começou a rebolar na frente dele numa dança digna de qualquer balada noturna, cheia de roçadas, perfume, balançando enquanto levantava o vestido, mostrando a bunda linda com uma tirinha minúscula de pano perdida bem no meio das nádegas. A mulher sacudiu a rabeta de um lado pro outro enquanto Segurava o vestido pra não parar de se exibir, girando e dançando de frente pra ele, subindo e descendo a cintura como se estivesse por cima de um homem transando com força…
- Valeu não, não pode tocar. - Impôs como regra boba enquanto descia a bunda até a virilha do jovem, que já começava a se segurar e admirar a vista daquela rabeta roçando no pau dele com tesão.
- Não ganhei nem uma chupada, não posso tocar… pelo menos me mostra essa bunda linda. - Pediu, quase quebrando a regra e se jogando na bunda dela.
- Quer ver meu furinho, pervertido? - Sussurrou no ouvido dele. - Logo você vai fazer mais que ver…
Depois de vários minutos de dança, a mulher ficou exausta e se deixou cair sobre o filho pra recuperar o fôlego com outra rodada de beijos apaixonados dos quais nunca se cansariam. Trunks abria os olhos entre um beijo e outro e via que a mãe mantinha os dela fechados, como uma apaixonada. A desgraçada curtia esse incesto de um jeito inimaginável e, a partir daquele segundo, ele decidiu levar aquilo com a mesma intensidade.
- Você se saiu muito bem, agora quero que faça uma coisa pra mamãe. - Disse se levantando e ajeitando o vestido.
- O que você quiser. - Garantiu, atordoado como se estivesse bêbado, mas com muito medo de que tudo acabasse ali ao vê-la se vestindo.
- Tem uma coisa que eu gosto muito e não faço com seu pai há muito tempo, acho que você pode me ajudar… se fizer, claro que vou te chupar, seu safadinho. - Propôs, tocando o nariz dele com o dedo indicador e convidando-o a segui-la. Trunks, como hipnotizado, foi atrás, sabendo que a diversão estava só começando.
…
Nem ele sabia da existência daquele quarto. Chegava-se até ele pela sacada do quarto do casal, passando por uma porta discreta que Trunks sempre achou que fosse só um armário de material de limpeza. Ficava no centro da casa, no ponto mais alto, tinha uma janela alta e circular de vidro onde dava pra ver as estrelas. Tinha uma maca de massagem, Uma jacuzzi encostada numa parede e armários com loções, cremes, óleos e outras diversões exóticas.
Bulma chamou ele lá de dentro e o encontrou pronta pra receber uma massagem erótica de barriga pra cima na maca, pelada, com uma toalhinha sobre a virilha. Trunks não esperava nada daquilo, mas lembrou que uma hora atrás tava jantando com os testíbooties na boca esperando o desafio da vida dele… e ali estava a mãe dele, pelada, esperando uma massagem.
- Me dá umas massagens boas, quero ver se tu tem mão boa mesmo. - Falou como se fosse uma cliente e ele o massagista. Trunks encarou aquilo não só como um jogo novo, mas também como uma avaliação.
- Então essa é uma das suas atividades favoritas? - Perguntou derramando óleo na barriga lisa dela, tentando se controlar pra não besuntar os peitos dela tão cedo. Tinha visto uns vídeos e era importante não ir direto neles.
- Amo. Pena que seu pai foi perdendo a paciência com o tempo e largava a massagem de lado muito rápido, se é que me entende. Uma massagem pode ser só uma massagem. - Explicou enquanto ele começava a espalhar a substância pelo pescoço, ombros e braços dela, até nas axilas macias, vendo como o óleo se acumulava entre os seios, feito um lago, e a cada movimento, transbordava desenhando rios brilhantes pros lados.
Mesmo não sendo uma atividade puramente sexual, a ereção continuava firme e na expectativa, que nem um foguete esperando a ordem de decolar no hangar. Tentou não pensar em sexo pra agradar ela e ao mesmo tempo não pensar em tudo que tava rolando. Não queria ficar analisando demais as coisas, só se concentrar em curtir o momento como a Bulma queria. Sentia o calor da pele da mulher, os músculos dela, o óleo se espalhando deixando a pele porosa e brilhante como se ela se banhasse em ouro. A mulher começou a curtir as mãos do filho, que massageavam a barriga dela, os flancos e finalmente subiam pros peitos.
Depois de fazer ela esperar o tempo certo, antes assim que ela pediu, as mãos dele massagearam os peitos dela com muito prazer para os dois, sentindo a maciez deles, os mamilos brilhantes e oleados endurecendo entre as palmas. O jovem os acariciou com devoção, fazendo as costas da mulher se arquear de prazer e a toalha começar a escorregar.Aaah, aah, aaah… - Começou a gemer, entregue às mãos do filho.
Trunks, de propósito, não parava de provocar os mamilos dela, fazendo-a se contorcer como se o toque naqueles pontos causasse um curto-circuito. Depois foi descendo pela barriga em direção à virilha, sem chegar ao que a toalha escondia, deixando-a com vontade. Subia, descia, subia, colocava mais óleo e descia de novo, dessa vez decidido a tocar mais do que imaginava tocar naquela noite…
No entanto, Bulma o surpreendeu, virando-se num movimento rápido antes que ele chegasse à buceta dela. Trunks quase se irritou, sua mãe o provocava uma e outra vez, mas ele manteve a compostura e aceitou a mudança de planos. Afinal, estava diante de um pedaço tão ou mais apetitoso que a parte da frente.
Ela foi indicando como gostava das massagens, e obediente, ele seguiu as recomendações à risca, tentando se conter diante de curvas tão gostosas. Trunks massageou os trapézios da mãe e as costas, fazendo movimentos circulares. Passou óleo generosamente e foi descendo, pressionando a coluna com os nós dos dedos e espalhando óleo para os lados, apertando os flancos até os quadris, sempre esbarrando na toalha, que funcionava como uma barreira intransponível. Um sinal simbólico de que ele devia se controlar antes de conseguir o que queria.
O jovem até se surpreendeu com o quanto era eficiente naquela tarefa. Embora estivesse de pau duro, se sua mãe queria uma massagem, não podia reclamar; estava recebendo uma muito boa, e ele, apalpando carnes que davam gosto, esquecendo que aquelas carnes não deviam ser apalpadas assim por um filho.
Ignorando a toalha, continuou pelas pernas, apalpando a musculatura depois de besuntá-las e espalhar o óleo por todas elas. Massageou cada seção, cada parte das coxas e das panturrilhas até os pés, aos quais dedicou as melhores massagens que pôde, se esforçando para mostrar que suas mãos serviam para muito mais…
— Sabe, fica à vontade, pode subir na maca. — Disse ela. indicou, e Trunks aceitou, tirando a camiseta, se assando na própria excitação. Montou-se sobre as pernas dele, preocupado que ele sentisse sua ereção a cada roçada.
- Acho que poderia me dedicar a isso, embora não creia que tenha o prazer de massagear mulheres tão gostosas quanto você. - Ela o elogiou com descaro.Ah, Trunks, você é um amor. Com quem você aprendeu a ser assim? Vegeta é frio que nem gelo, devia aprender com você.
Lá de cima, ele voltou a massagear as costas dela, o pescoço, a cintura, apalpando com vontade, afundando as pontas dos dedos na pele brilhante de óleo, cada vez descendo mais, puxando a toalhinha aos poucos até ver o começo da raba dela, onde as costas perdiam o nome, tudo enquanto começava a esfregar o pau nas pernas dela. Na verdade, ele se posicionou sobre os pés dela, e ela começou a provocar ele com os pés, como se quisesse masturbar ele por fora.
— Você é boa com os pés também? Tem alguma coisa que você não sabe fazer, mamãe?
— O que posso dizer? Experiência, milhões e inteligência, é uma combinação vencedora. — Respondeu ela, rindo, roçando o tronco dele com os dedos dos pés.
Os minutos passavam, o calor e o suor das mãos dele aumentavam até que, sem cerimônia, ele arrancou a toalha dela, deixando ela completamente nua, com aquela raba à disposição para ser oleada e apreciada com os olhos e as mãos. Trunks ficou vidrado naquelas duas nádegas, esperando atenção, agora entendia por que Goten estava louco por ela, era um tesão de mulher, por onde quer que se olhasse.
Bulma começou a se mexer quando ele jogou um jato na base e foi subindo, espalhando a substância oleosa com paixão, desenhando sulcos vermelhos com os dedos, apertando aquelas carnes proibidas sem nenhum pudor, espiando também os lábios da buceta dela, molhados com os próprios lubrificantes, cada vez que ele esticava as nádegas para cima. A mãe dele começou a reboltar de novo, mas dessa vez não ia escapar, ele estava sobre as pernas dela como se segurasse, com aquela raba à mercê sendo massageada de todos os lados.
Não demorou para ele cumprir um dos seus objetivos. Abriu a raba dela para admirar o cuzinho, o precioso asterisco que também não escapou de ser apalpado depois que ele jogou o último jato do vidro. Trunks espalhou o último conteúdo por toda a fenda. sentindo o ânus ceder aos seus dedos e, finalmente, enfiar dois com facilidade graças ao lubrificante.
Bulma gemeu, levantando a raba para ele, que enfiava dois dedos molhados enquanto, com a mão, mantinha o orifício esticado, com o centro rosadinho à mostra.
—Ahh, ahh, ahh… Cê gosta da bunda da sua mãe, pervertido?Ahhh…— Disse num gemido prolongado.
— Não parece te incomodar, mamãe, você tem uma bunda linda. — Ele a admirou sem parar de enfiar dois dedos e apalpar o interior mais proibido possível, o rabo da mãe, oleado e relaxado, recebendo sem resistência os dedos até os nós, girando-os com facilidade dentro dela…
Vem cá, seu filho da putinha, vou te mostrar pra que eu sou boa também.
Bulma virou-se para ele, ficando de frente para a virilha dele com a barriga e os peitos contra a maca. Depois de enfiar a mão por baixo da calça dele, apalpou o pau dele com um olhar brincalhão.
— Você é cruel, depois de uma massagem dessas, ainda me faz querer. — Ele gemeu, tentando não gozar só com o toque da mão dele mexendo no pinto e nas bolas. Agora era a vez dele de fazer a revista incestuosa.
Ela se apiedou e baixou a roupa dele, observando o pau do filho com uma expressão entre lasciva e gulosa, como um mendigo diante de um prato de sushi. Começou a masturbá-lo com afinco, dedicando-lhe um olhar amoroso. De tanto tempo ereto, o pau estava quase roxo, prestes a soltar um jorro inteiro ao menor contato.
— Mamãe… não… vou aguentar pouco. Não enche o saco. — Implorou, fazendo força pra não gozar na mão dela. Bulma tocava a cabeça descoberta e vermelha dele, espalhando fios de saliva enquanto segurava o riso. A safada adorava se fazer de difícil. Trunks perguntou com quantos homens ela tinha sido assim.
— Muito bem, você foi paciente, agora vou chupar você até o tutano, vamos ver qual é o gosto.
Finalmente, os lábios úmidos e ardentes dela envolveram a glande e a lamberam dentro da boca, sem desviar o olhar. O jovem arqueou o quadril para enfiar mais fundo, e Bulma nem piscou. Ela engoliu tudo, até a garganta, como era de se esperar, e com uma mão o masturbava, enquanto com a outra acariciava os testículos inchados dele.Slurph, slurph, slrff, slurp… - Era ouvido entremeado aos gemidos do garoto, usando até seu ki para conter uma ejaculação de potência até perigosa.
- Ahh... Que gostoso, acertei nos saiyajins, são todos uns super dotados.
- Sussurrou ele numa pausa para respirar lá de baixo, com o rosto colado no pênis. O membro, em comparação, era mais comprido que o rosto dela.
- Esperei demais, mamãe, chega de joguinhos.
- Disse ele assumindo uma postura dominante, puxando-a pelo cabelo e guiando-a até seu pau. Bulma chupou, e o jovem sentiu uma quantidade considerável de líquido pré-ejaculatório vazando inevitavelmente. Embora a mãe dele tenha notado, não se abalou e continuou mamando, engolindo o líquido que saía.Uhhh… quase, quase. — Disse ele, aliviado por quase gozar. — Vou aguentar mais alguns minutos, e de quebra, continuar curtindo meu brinquedo novo.
Trunks se espreguiçou pra voltar a meter os dedos. Bulma tava de quatro, e ele abriu as nádegas oleadas dela de um jeito obsceno, enfiando dois dedos de novo e fazendo ganchinho lá dentro.
— Devagar, filhinho, lembra que você é um saiyajin e eu não. — Suplicou ela, sem nem tentar reprimir ele por causa da fixação.
— Cê tem razão, não devia ter sido tão bruto. — Pediu desculpas, tirando os dois dedos, chupando eles pra lubrificar bem e enfiar de novo com mais facilidade. Surpreso com o atrevido que tinha se tornado. Umas horas atrás, ele achava que tirar uma foto dos peitos dela já era uma epopeia.Nnnhhg, não vou aguentar muito mais. - Disse ele diante da excitação daquela felação tão intensa e daquela bunda à sua disposição, vítima das brincadeiras perversas dela.Aaah- Ela emergiu de novo pra respirar como se estivesse nadando, com o queixo encharcado de porra.
- Você chegou na reta final, manda um jato bem gostoso do seu leite pra mamãe, vamos.
- Se é isso que você quer, vai ter... mas te aviso que tô carregado. - Avisou, todo safado.
- Sou humana, mas não sou inútil, vai, cê vai ver que vou engolir tudo...
Bulma voltou pro batente, cabeceando que nem um pica-pau, numa velocidade alucinante que só a experiência dava, fazendo Trunks gozar de um jeito tão bruto que nem conseguiu avisar. Uma enxurrada de porra esguichou em várias cargas grossas e pesadas na boca e na garganta de Bulma, que, apesar da quantidade, lidou com maestria sem parar de cabecear e espirrando leite pra todo lado.
Conforme saía, a mulher chupava que nem um aspirador, continuando a mamar mesmo depois que o pau já tava cansado, meio duro, como se tivesse grudado nele. O queixo dela tava branco de porra e vários jatos tinham derramado na maca, num espetáculo realmente obsceno.
- Muito yummy, Trunks, você é bonito, atencioso e gostoso. - Elogiou, juntando o fiozinho que escorria do queixo pra levar à boca e sorvendo. - Olha a bagunça que você fez, não podemos deixar assim...
Bulma se inclinou sobre uma das duas poças de porra na maca e sorveu com um barulhão, sob o olhar atento de Trunks, que não acreditava na ousadia da mãe.MmmAcho que vou ficar de saco cheio de tanta que você me deu.
- Mãe, não acredito, pensar que eu só queria uma foto…
Ela não conseguiu terminar a frase, sem dúvida, a mãe não ia dar trégua e, segurando ele com as pernas, voltou a beijá-lo apaixonadamente, compartilhando sabores que o jovem achou desagradáveis, embora tenha gostado da fragrância do corpo oleado dela contra o dele, das mãos dela massageando a bunda dele e dos peitos incríveis dela apertados contra o peito dele.
- Não vai achar que vou te deixar ir tão fácil, né? Lembra que a mamãe te chupou, agora você tem que devolver o favor. - Sussurrou no ouvido dele.
- Vai ser um prazer provar todos os seus lábios, vou te chupar toda… - Aceitou com a língua da mãe na boca dele, babando ele de novo.
O jovem tirou toda a roupa e abriu as pernas dela pra comer a buceta dela com uma bocada funda e barulhenta, enfiando a vulva inteira na boca. Provando ela por inteiro, pra depois fazer redemoinhos com a língua tão fundo quanto anatomicamente possível.AaahhTrunks, que selvagem, isso é jeito de tratar sua mãe?
O jovem enfiou dois dedos e pressionou para cima por dentro, como se quisesse puxar o clitóris dela para fora, deixando aquele órgão tão erógeno exposto, atacou com a língua e os lábios para fazê-la gritar de prazer.Aaah, aaah, aaah, uuuhSim, que gostoso, vai, chupa aí, com vontade… – Disse ela se agarrando nos cabelos dele e levando-o até seu botãozinho rosado, totalmente possessa com o jeito bruto, mas eficaz, de ele chupar.
– Por acaso você quer me meter de novo, seu filho da puta?
A boca e o nariz de Trunks estavam enterrados no fundo dela o máximo que podia, respirando através dela, se encharcando dos fluidos e do cheiro de mulher, mostrando que a paixão era hereditária.
– Você deve ter viagra entre as pernas, porque já deixou ele duro como pedra. – Disse ele se levantando todo ereto, com o canhão de carne apontando direto pra buceta.
– Então vai, vamos ver como você se mexe bem… – Convidou Bulma se inclinando na maca e segurando as próprias pernas pra facilitar a penetração. Trunks esfregou a glande nos lábios superiores encharcados, cobrindo toda a ponta de fluido, pra enterrar numa metida que fez escorrer sucos pra todo lado.
Foi como enfiar um punção numa laranja, a mãe dele tava tão cachorra que até jorrava a cada estocada do membro venoso e duro do filho, que começava a curtir a sensação molhada e ardente na ponta do pau. Os gemidos não demoraram enquanto Trunks segurava a bunda dela com força pra socar contra uma das paredes, com veemência, fazendo um barulho de chafurdar bem porra.
– Você vai acordar a cidade inteira, cala essa boca, mamãe… – Repreendeu enfiando a língua até a garganta dela, tomando o controle da situação sem parar de meter nem por um segundo entre beijos cada vez mais molhados.
As posições mudaram, mas não a vontade. Depois a mulher foi deitada e o filho bombou ela, curtindo o espetáculo delicioso dos peitos dela balançando como balões, todos oleosos e túrgidos, as mãos dele não demoraram a apertá-los enquanto ele voltava a ter dificuldade pra controlar a gozada.
Depois ele ajeitou ela de bunda pra cima, onde pôde brincar com o cu dela mais uma vez, sentindo o pau invadir uma e outra vez a porta do lado, saciando ela de carne no buraco. Apesar de ser uma mulher experiente, seus buracos eram delicados e o pau dele se sentia envolto na buceta dela, assim como os dedos girando no cu dela.
Trunks gozou sem nenhum pudor dentro da buceta da mãe, enchendo ela de porra proibida e deixando os olhos dela virados de prazer, embora não fosse a única coisa que ficou branca… Quando tirou o pau, a porra grumosa jorrou como se tivesse destampado uma garrafa.
Bulma ficou ofegante, debaixo da janela que começava a mostrar as primeiras luzes do dia. Deviam ser cinco da manhã, tinha tido mais de cinco horas de diversão com quem ninguém nunca deveria se divertir daquele jeito, e ela adorava demais. O filho dela se inclinou de novo pra beijá-la (ela já tinha perdido a conta de quantos beijos tinham dado) e ela correspondeu com gosto.
- Vem, Trunks, vamos tomar um banho juntos pra dormir limpos e cheirosos, a mamãe ficou exausta.
- Até eu tô cansado, mãe, você é fantástica. - Disse ele sorrindo com a ideia, notando como estava ofegante. O coração dele batia como nunca antes e ele sentia que o incidente da foto tinha ficado muito distante, em outra linha do tempo.
- Sabe, vou sentir falta disso quando o papai voltar. - Disse ele triste enquanto a Bulma ligava a hidromassagem, lamentando não ter tido uma experiência dessas antes.
- Não se apresse, Trunks, a volta do seu pai não é motivo de preocupação, ele está fazendo a mesma coisa com a Bra agora.
- O quê?! Quer dizer que o papai e a Bra…
Bulma riu enquanto o convidava pra entrar na água. Em poucos minutos, contou pra ele o que viu nas câmeras da sala de gravidade e como ele estava cumprindo uma tradição da realeza saiyajin.
O filho dela sorriu depois de ouvir tudo, sem acreditar. Começava a achar que ia acordar na cama dele, com o travesseiro babado e uma ereção dolorosa.
- De repente, essa casa ficou muito mais interessante. Sexo desenfreado no quarto onde Bulma, com o marido, tinha vivido os episódios mais lascivos. Como uma professora, ela ensina ao filho os caminhos da paixão e os segredos do sexo toda noite, em diferentes pontos da casa, vivendo ambos um caso sexual que, sem dúvida, sentiriam falta quando voltassem à rotina diária.
A mulher devassa compartilhou seus saberes com o filho, moldando-o como um amante perfeito, com a dose certa de masculinidade e cavalheirismo que ela gostava na cama. Trunks aprendeu muito rápido quando ser um cavalheiro gentil e atencioso e quando um ogro infame para o bem-estar da sua consorte familiar.
Foi numa noite, depois de transarem repetidamente na cama de casal, que a mulher o convidou a entrar num novo nível na relação de mãe e filho.
— Anal? Você vai me deixar meter aí de uma vez?
— Não, pervertido, ainda não, não é isso que quero te ensinar. — Ela o corrigiu, sem se irritar com os desejos cada vez mais reprováveis dele, abraçada ao filho na cama, depois de uma noite mais que agitada. — Já te falei mil vezes que minha buceta é do seu pai.
— Então do que você tá falando? — Disse ele, igualmente interessado.
— Você mandou a foto dos meus peitos para o Goten? — Trunks não precisou ouvir mais, já sabia onde aquilo ia dar.
— Algo me diz que você quer ver meu trabalho em equipe.
— Que intuitivo, Trunks. Pensei que, já que o Goten gosta tanto de mim, bem que podia dar uma provadinha. Acho que você não tem problema em me compartilhar, afinal vocês fazem tudo juntos…
— A gente não faz tudo junto, isso soa estranho. — Ele a interrompeu. No seu mundo torto, podia comer a própria mãe sem pudor toda noite e aceitar que o pai estava viajando com a irmã transando com ela sem parar, mas insinuar que ele e Goten tinham uma relação homossexual era insuportável.
— Vocês não fazem tudo juntos, por enquanto… — E se aproximou do ouvido dele. — Ainda tenho muito pra dar, e já que seriam dois saiyajins, eu teria que dar o meu máximo. Entendeu?
Trunks ficou maravilhado. Ao ouvir aquilo, pegou o telefone no criado-mudo e mandou as fotos. O Goten tinha deixado uns 50 recados na caixa postal, preocupado por não ter notícias do amigo.
— Coitado, tinha esquecido da aposta, não sei o que me distraiu tanto… — murmurou, dando um selinho na mãe. — Vou mandar as fotos, ele vai ficar muito feliz e não vai acreditar que você posou.
— Perfeito. Amanhã eu mesma vou convidá-lo para jantar. — propôs, tão excitada quanto o filho, feito uma garotinha prestes a ir ao baile com um galã pela primeira vez. — Tenho outro vestido novo que vai fazer o sangue não chegar no cérebro dele por uma semana.
— Sabe? Essa conversa, essa proposta… acho que me deu vontade. — admitiu, olhando para ela por baixo do lençol. — Não vou conseguir dormir se ficar assim, todo duro…
— Nem precisa falar mais, eu sei como o insônia é chato, deixa a mamãe te ajudar com isso… — disse a mulher, subindo em cima dele, encaixando o pau na buceta.
— Lá vamos nós de novo…ahSim.



Valeu por ler! Tenho outras histórias na cabeça (com Milk e 18 como protagonistas), mas se quiserem, posso fazer uma terceira parte dessa. Tô lendo vocês.
Se curtiram, comentem e avaliem! Assim sei que querem mais histórias.
Fanfictions de Dragon Ball Anteriores:
A Tradição Saiyajin. Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3357411/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin.htmlA Tradição Saiyajin. Parte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3361531/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin-Parte-2.htmlFilhos Perversos Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3365942/Fanfiction-Dragon-Ball-Hijos-pervertidos.html
Trouxe pra vocês um novo fanfiction de Dragon Ball. O que rola nesse episódio acontece vários anos depois do que vimos em Super e no filme do Broly (2018). Todos os personagens são maiores de idade.
Apesar de ter dito que seria em duas partes, talvez sejam três. Aceito sugestões: se vocês gostarem, faço uma terceira parte; senão, sigo com outra história 😉 Trunks vai jantar com a Bulma esperando o maior desafio da vida dele depois de ser descoberto por ela, mas, depois de ouvir a história, ela não acredita que a foto foi tirada a pedido do Goten e tá disposta a ir até o fundo da questão.
Protagonistas: Bulma






O dia continuou bem tranquilo, apesar do incidente no quarto. Trunks estava com gelo na cabeça vendo TV quando a Bulma chamou ele pra jantar, de cara fechada. O moleque tinha explicado tudo na desesperação dele... A briga com o Goten, a aposta, o sonífero, a foto, se sentindo muito envergonhado, muito estranho com o que tinha tentado fazer. Agora que tinha passado, não entendia por que quis ir tão longe.
Apesar de tudo, o jantar que iam ter não foi cancelado e o Trunks apareceu no salão, onde o chef deixou dois carrinhos de comida e revelou as iguarias que iam comer. A Bulma fez um sinal e o chef foi embora, deixando os dois sozinhos. O filho dela esperava a bronca a qualquer momento, a tensão só aumentava e ele não aguentava mais o silêncio da mãe.
Apesar de ter sido despida enquanto dormia por um filho tarado, ela estava vestida de matar, mais provocante do que nunca. Um vestido vermelho brilhante colado no corpo com um decote em V profundo que ia até o umbigo, mostrando metade da parte de dentro dos peitos dela, bem juntinhos, desenhando aquele oito deitado de dar água na boca. Das orelhas pendiam brincos caríssimos e os pulsos tinham acessórios enormes, não tinha economizado em enfeites nem maquiagem. Ela não entendia por que estava tão sexy depois do incidente, talvez quisesse testar ele, e por isso se desafiou a nunca perder o contato visual.
- Me desculpa! Não devia ter aceitado esse pedido, fui um imaturo! - Ele se confessou sem receber resposta, a mãe dele comia lagosta molhando a polpa do crustáceo em vários molhos, chupando a carne das patas bem barulhento.
- Come, Trunks. Depois a gente conversa. - Sugeriu calma, mas firme. Apesar de ser um saiyajin, ele estava com o estômago fechado, mas aos poucos foi relaxando e comeu tonkatsu com arroz (milanesa japonesa) e tempura (frutos do mar e legumes fritos) arrumados como uma flor pra pegar com a mão. Quando ele começava a curtir as comidas, a Bulma falou.
- Então o Goten te pediu uma foto.- Ela perguntou séria, parecendo desinteressada.- Esse Goten… embora eu entenda que é a idade. Eles começam a ficar loucos por uns peitos.
- É, quem perde faz essas coisas.- Expliquei sincero, notando que minha mãe ou se segurava ou estava interessada.- Mas eu também tive culpa, não devia ter aceitado aquilo nem perdido. Não vai acontecer de novo.
Bulma parecia relaxar cada vez mais, servindo vinhos caríssimos a cada silêncio.
- Por isso uma vez você se escondeu atrás de uma cortina no quarto da Milk. Foi ideia sua.- Ela deduziu com muita precisão.
- Como você sabe? A gente foi descoberto naquela vez?- Perguntei. Bulma assentiu enquanto terminava outro copo.
- Ela me contou há um tempo, me alertou pra tomar cuidado porque vocês estavam começando a fazer esse tipo de travessura. Ah, e sobre o sonífero, sou imune a essas coisas. A Terra esteve em perigo tantas vezes… nem uma garrafa inteira faz efeito em mim mais.
- Que vergonha.- Falei, arrasado.
Numa nova pausa, a mulher abriu a bandeja de sobremesas e se serviu de sorvete com calda de caramelo como se estivesse falando de fofocas com as amigas. Trunks a imitou, embora bem perturbado e comendo só por inércia.
- Me passa seu celular.- Ordenou a mulher, e ele obedeceu de cabeça baixa. Ele imaginava a gargalhada do Goten ao descobrir que foi pego e o grito dele no céu ao ver que perderia as fotos. Quase parecia vê-lo passar da euforia ao desânimo. Goten sempre cumpria os desafios, por mais difíceis que fossem, e ele falhava logo de cara.
- Tá bloqueado, deixa que…- Mas Bulma colocou uma senha numérica indecifrável e o celular estava desbloqueado, mostrando pra ele.- Como você fez isso?
- Fui eu quem inventou, bobinho. Agora vamos ver seus dotes de fotógrafo.- Disse ela navegando pelo telefone.- Nada mal.- Falou zombeteira ao ver as fotos, deixando o filho vermelho que nem um tomate.- Goten queria uma foto dos meus peitos, mas você foi além, não foi…- Mostrando uma das últimas fotos, da buceta dela.
- Já falei que sinto muito. Não sei o que deu em mim.- Disse ele, muito envergonhado. envergonhado, embora satisfeito por estar tendo o desafio que merecia. Não era um covarde, embora pudesse ter voado dali, ficou para receber o que merecia: uma boa bronca, que gritassem com ele, que o insultassem, que o entendessem… entendessem?
- Se eu soubesse, filho. – Disse ela, limpando a boca com um guardanapo branco e devolvendo o celular sem apagar nada.
- O que você quer dizer?! – Falou incrédulo. Bulma se inclinou sobre a mesa para limpar a boca dele com o guardanapo de pano, com as tetas balançando perigosamente quase para fora do vestido.
- Entendo perfeitamente, Trunks. Não precisa mais esconder isso de mim nem culpar o Goten. Eu já desconfiava, mas agora tá confirmado, seu pervertido.
- Não entendi, é verdade que o Goten pediu… – Disse sem compreender a reviravolta. – Que desconfianças são essas?
- Para de fingir, Trunks. Eu lembro de tudo. – Explicou com calma, sorrindo, quase curtindo a situação apesar de deveria estar furiosa. – No fundo, sabia que podia acontecer, não era normal você mamar no meu peito por tanto tempo e eu não precisei deixar, mas deixei porque achava que era coisa de saiyajin e também queria que você crescesse forte e saudável.
- Até que idade eu mamava?
- Seis anos. Você falava e andava antes de largar a teta. Desconfiava que era um pervertido, e mais ainda quando a Bra nasceu. Sempre soube que era você quem roubava o leite que eu tirava e deixava na geladeira, seu safado. – Disse piscando um olho. – Então, curte as mais velhas, é? Ou é só comigo?
Trunks não soube o que dizer, coçou o cabelo, vermelho que nem um tomate, num gesto parecido com o do Goku, mas sem a inocência dele.
- Não sei por que eu fazia aquilo, talvez ciúmes, só isso. Não era coisa de pervertido nem nada. Bebia pra culparem a Bra de gulosa ou algo assim. Fui um moleque idiota.
- Claro, claro. – Ela minimizou. – Bom, então você não mandou as fotos pro Goten, imagino.
- Óbvio que não. – Respondeu. secante.- Entendi a lição, tenho que largar essas provas, preciso amadurecer e não dar corda pro Goten, nem pedir pra ele fazer essas coisas...
- Chato- Murmurou misteriosa, deixando os pratos sujos do jantar e da sobremesa no carrinho de garçom. – Porque odeio que tirem fotos minhas de surpresa, sem maquiagem, sem vestido, sem estar preparada. Se vão me fotografar, tenho que estar pronta.
- O que você quer dizer?- Disse Trunks, perplexo, enquanto tocava uma campainha pra chamar os garçons e levar todo o resto do jantar. Parecia que ele aproveitava o momento pra deixar ela pensar.
- Bem, se você quer mandar uma foto, vai ser uma que eu escolher. Ainda quer cumprir o combinado, não é?- Propôs ao filho, sem que ele entendesse direito. Ela esperava um desafio da vida dele, não que ele incentivasse os comportamentos quase criminosos dela.
- Pensa rápido ou vou dormir.- Bufou, meio irritada com as dúvidas de Trunks, cruzando os braços de um jeito que parecia que os peitos inchavam.
- Não entendi.- Admitiu com cara de bobo.- Você quer que eu tire a foto?
- Ah, seu idiota! Vem cá… - Perdeu a paciência.
Bulma se levantou sensual como sempre, pegou ele pelo braço e o levou até o sofá. Na frente da TV enorme. Quando ele ia perguntar se iam ver um filme, a mãe fechou as cortinas, diminuiu as luzes e sentou do lado dele sem tirar os olhos.
Com um movimento super suave, pegou a parte central do vestido e abriu como uma janela, liberando os peitos enormes, que encararam ele mais uma vez naquele dia.
- Não acredito.- Ofegou Trunks, sem entender até onde a mãe ia levar a brincadeira. As mãos trêmulas e suadas largaram o celular e ele nem percebeu.
Bulma se inclinou pra trás e olhou pro lado, posando despreocupada, como se não tivesse percebido que os peitos estavam de fora, totalmente expostos pra ele.
- E então? O que tá esperando pra me fotografar?- Impacientou-se, mas falou num sussurro daqueles bem gostosos. Sedutor. O filho dela se apressou pra pegar o celular e tirar fotos, capturando a cena toda — não só os peitos dela, mas também a pose, o lugar, cuidando do ângulo…
Falando em ângulo, a Bulma caprichou na imaginação. Ela se inclinou pra frente, deixando os peitos caírem até o sofá, com a raba pra cima, deixando o filho fotografar de frente e de lado, capturando as curvas gostosas da coluna, da bunda e dos peitos dela olhando pra baixo. Depois, igual uma modelo profissional, mudou de pose de novo, se deitando com os braços esticados e as pernas fechadas de um lado.
O Trunks, antes de perceber, já tava com uma barraca montada na virilha, como um ímã atraído por aqueles dois polos enormes no peito da mãe dele.
— Cê tá gostando de como eu tô, Trunks? — perguntou, jogando um olhar sedutor. A cada posição, os peitos dela pareciam se moldar de novo. Ele tava hipnotizado.
— Porra, isso é errado em tantos níveis… — admitiu, surpreso com como as coisas tinham ido parar ali.
— Se te incomoda tanto, posso ir dormir. E você não respondeu se gosta de como eu tô — ameaçou, sabendo que já tinha fisgado ele.
— Não acredito que cê curte essas coisas. Se o pai descobrir, ele me mata. E sim, cê tá linda, mãe — admitiu o Trunks, preocupado, mas sem querer parar o trem em chamas que tava indo sem escalas pro inferno do Dabura, decidido a ir até onde a mãe sensual dele deixasse. Não acreditava que tava pensando na própria mãe como sensual e chamando ela de linda.
— Ele se diverte do jeito dele, não se preocupa, só cuida disso aqui…
A mulher foi abrindo as pernas devagar, levantando o vestido sozinho conforme as pernas se separavam, mostrando uma calcinha fio-dental minúscula de renda, bem enfiadinha entre as carnes de milf dela. Dessa vez, não esperou ordem e começou a disparar que nem um louco, cada vez mais perto da virilha, enquanto a Bulma começava a gemer e acariciar os próprios peitos, até… chupá-los bem excitada.
- Vamos, fotografa sua mãe sendo uma gostosa, chega mais perto Trunks…
Como uma Vênus papa-moscas, o jovem caiu na armadilha e, quando se aproximou para fotografar a ação, Bulma o agarrou e começou a beijá-lo. Sem saber como, num instante estava debaixo dela, com seus lábios poderosos beijando os dele e sua língua explorando sua boca, sentindo o perfume da pele dela e o peso dos peitos sobre ele, um furacão de sensações excitantes que ele nunca imaginou viver com a mãe.
Sem dúvida, a mulher ficava louca beijando o filho, beijava como uma possessa, metendo tanta língua e passando tanta saliva quanto possível. Trunks sentiu o gosto da lagosta que ela tinha comido minutos antes, da sobremesa gelada e até do vinho, todos esses sabores picantes se misturando na boca dele, fazendo a calça explodir.
- Mãe… não aguento mais. – deixou escapar num pedido, roçando a virilha no quadril dela para que sentisse sua ereção dolorida.
- Quer que eu chupe ele? – perguntou mordiscando o lábio dele. – Nossa, que filho pervertido que eu tenho.
- Uma chupada, uma punheta, qualquer coisa, e não tenho culpa de você me beijar como uma profissional. – confessou completamente fora de si, sem um pingo de atividade neuronal funcionando direito.
- Espera, vamos nos divertir um pouco, afinal temos todo o tempo pela frente. Seu pai está viajando com a Bra, seus avós numa convenção de ciência na Cidade Satã, temos todo o tempo para explorar nossos desejos.
A língua rosada dela surgiu, doce como era, e começou a passar pelos lábios de Trunks, por cada fresta, por cada parte da boca dele, até se enfiar nele quase até a garganta, lambendo toda a boca dele por dentro e terminando num chupão barulhento que deixou os lábios dele inchados. Repetiu a ação até que Trunks quase gozou só com o tesão daqueles beijos tão profissionais que assustavam.
- Você não pode beijar tão bem, mãe. – disse abrindo os olhos. temendo que tudo não tenha passado de um sonho.
- Você sabe o que dizem, não tem amor igual ao de mãe. E agora tenho um presente melhor pra você, o que muitos quiseram fazer comigo por anos.
Em seguida, Bulma colocou os peitos no rosto dele e começou a descer até afundar a cara dele entre as tetas por vários segundos. O filho se esfregou entre os seios, delirando por estar envolto em tão exuberantes maravilhas da natureza, respirando fundo pra se impregnar com o cheiro da pele dela. Depois de deixá-lo respirar por uns segundos, ela testou a boca dele colocando uma teta sobre os lábios, pra ele chupar.
- Isso, assim, assim... sim, muito bem, chupa minhas tetas, me traz lembranças... - gemeu, dando com a mão como se quisesse afogá-lo, passando de uma pra outra, deixando-as brilhando de saliva e vermelhas de tanto sugar. Como se fosse um amante, as mãos de Trunks acariciavam os cabelos da mãe e as costas dela, saboreando o manjar dos deuses que estava provando, sugando cada vez com mais força.
- Ia me deixar seca...
- Não aguento mais, vou explodir. - Voltou ao ataque, tentando levar a cabeça de Bulma pro pau dele, fervendo tanto pelo que fazia quanto pelo que ouvia, mas ela se esquivou e voltou a beijá-lo, escorregadia como uma cobra.
- Já quer partir pra ação? Tem muita coisa pra fazer antes. - Disse, sentando-se de frente pro filho. - Como por exemplo, uma dança privada...
- É tipo uma lição, né? Tenho que aguentar o máximo possível. - Pensou, muito errado.
- Não, bobinho, não é sobre aguentar, é sobre aproveitar. Já te falei, vai ter tempo pra tudo.
Bulma, com o objetivo claro de fazer o filho explodir de prazer, começou a rebolar na frente dele numa dança digna de qualquer balada noturna, cheia de roçadas, perfume, balançando enquanto levantava o vestido, mostrando a bunda linda com uma tirinha minúscula de pano perdida bem no meio das nádegas. A mulher sacudiu a rabeta de um lado pro outro enquanto Segurava o vestido pra não parar de se exibir, girando e dançando de frente pra ele, subindo e descendo a cintura como se estivesse por cima de um homem transando com força…
- Valeu não, não pode tocar. - Impôs como regra boba enquanto descia a bunda até a virilha do jovem, que já começava a se segurar e admirar a vista daquela rabeta roçando no pau dele com tesão.
- Não ganhei nem uma chupada, não posso tocar… pelo menos me mostra essa bunda linda. - Pediu, quase quebrando a regra e se jogando na bunda dela.
- Quer ver meu furinho, pervertido? - Sussurrou no ouvido dele. - Logo você vai fazer mais que ver…
Depois de vários minutos de dança, a mulher ficou exausta e se deixou cair sobre o filho pra recuperar o fôlego com outra rodada de beijos apaixonados dos quais nunca se cansariam. Trunks abria os olhos entre um beijo e outro e via que a mãe mantinha os dela fechados, como uma apaixonada. A desgraçada curtia esse incesto de um jeito inimaginável e, a partir daquele segundo, ele decidiu levar aquilo com a mesma intensidade.
- Você se saiu muito bem, agora quero que faça uma coisa pra mamãe. - Disse se levantando e ajeitando o vestido.
- O que você quiser. - Garantiu, atordoado como se estivesse bêbado, mas com muito medo de que tudo acabasse ali ao vê-la se vestindo.
- Tem uma coisa que eu gosto muito e não faço com seu pai há muito tempo, acho que você pode me ajudar… se fizer, claro que vou te chupar, seu safadinho. - Propôs, tocando o nariz dele com o dedo indicador e convidando-o a segui-la. Trunks, como hipnotizado, foi atrás, sabendo que a diversão estava só começando.
…
Nem ele sabia da existência daquele quarto. Chegava-se até ele pela sacada do quarto do casal, passando por uma porta discreta que Trunks sempre achou que fosse só um armário de material de limpeza. Ficava no centro da casa, no ponto mais alto, tinha uma janela alta e circular de vidro onde dava pra ver as estrelas. Tinha uma maca de massagem, Uma jacuzzi encostada numa parede e armários com loções, cremes, óleos e outras diversões exóticas.
Bulma chamou ele lá de dentro e o encontrou pronta pra receber uma massagem erótica de barriga pra cima na maca, pelada, com uma toalhinha sobre a virilha. Trunks não esperava nada daquilo, mas lembrou que uma hora atrás tava jantando com os testíbooties na boca esperando o desafio da vida dele… e ali estava a mãe dele, pelada, esperando uma massagem.
- Me dá umas massagens boas, quero ver se tu tem mão boa mesmo. - Falou como se fosse uma cliente e ele o massagista. Trunks encarou aquilo não só como um jogo novo, mas também como uma avaliação.
- Então essa é uma das suas atividades favoritas? - Perguntou derramando óleo na barriga lisa dela, tentando se controlar pra não besuntar os peitos dela tão cedo. Tinha visto uns vídeos e era importante não ir direto neles.
- Amo. Pena que seu pai foi perdendo a paciência com o tempo e largava a massagem de lado muito rápido, se é que me entende. Uma massagem pode ser só uma massagem. - Explicou enquanto ele começava a espalhar a substância pelo pescoço, ombros e braços dela, até nas axilas macias, vendo como o óleo se acumulava entre os seios, feito um lago, e a cada movimento, transbordava desenhando rios brilhantes pros lados.
Mesmo não sendo uma atividade puramente sexual, a ereção continuava firme e na expectativa, que nem um foguete esperando a ordem de decolar no hangar. Tentou não pensar em sexo pra agradar ela e ao mesmo tempo não pensar em tudo que tava rolando. Não queria ficar analisando demais as coisas, só se concentrar em curtir o momento como a Bulma queria. Sentia o calor da pele da mulher, os músculos dela, o óleo se espalhando deixando a pele porosa e brilhante como se ela se banhasse em ouro. A mulher começou a curtir as mãos do filho, que massageavam a barriga dela, os flancos e finalmente subiam pros peitos.
Depois de fazer ela esperar o tempo certo, antes assim que ela pediu, as mãos dele massagearam os peitos dela com muito prazer para os dois, sentindo a maciez deles, os mamilos brilhantes e oleados endurecendo entre as palmas. O jovem os acariciou com devoção, fazendo as costas da mulher se arquear de prazer e a toalha começar a escorregar.Aaah, aah, aaah… - Começou a gemer, entregue às mãos do filho.
Trunks, de propósito, não parava de provocar os mamilos dela, fazendo-a se contorcer como se o toque naqueles pontos causasse um curto-circuito. Depois foi descendo pela barriga em direção à virilha, sem chegar ao que a toalha escondia, deixando-a com vontade. Subia, descia, subia, colocava mais óleo e descia de novo, dessa vez decidido a tocar mais do que imaginava tocar naquela noite…
No entanto, Bulma o surpreendeu, virando-se num movimento rápido antes que ele chegasse à buceta dela. Trunks quase se irritou, sua mãe o provocava uma e outra vez, mas ele manteve a compostura e aceitou a mudança de planos. Afinal, estava diante de um pedaço tão ou mais apetitoso que a parte da frente.
Ela foi indicando como gostava das massagens, e obediente, ele seguiu as recomendações à risca, tentando se conter diante de curvas tão gostosas. Trunks massageou os trapézios da mãe e as costas, fazendo movimentos circulares. Passou óleo generosamente e foi descendo, pressionando a coluna com os nós dos dedos e espalhando óleo para os lados, apertando os flancos até os quadris, sempre esbarrando na toalha, que funcionava como uma barreira intransponível. Um sinal simbólico de que ele devia se controlar antes de conseguir o que queria.
O jovem até se surpreendeu com o quanto era eficiente naquela tarefa. Embora estivesse de pau duro, se sua mãe queria uma massagem, não podia reclamar; estava recebendo uma muito boa, e ele, apalpando carnes que davam gosto, esquecendo que aquelas carnes não deviam ser apalpadas assim por um filho.
Ignorando a toalha, continuou pelas pernas, apalpando a musculatura depois de besuntá-las e espalhar o óleo por todas elas. Massageou cada seção, cada parte das coxas e das panturrilhas até os pés, aos quais dedicou as melhores massagens que pôde, se esforçando para mostrar que suas mãos serviam para muito mais…
— Sabe, fica à vontade, pode subir na maca. — Disse ela. indicou, e Trunks aceitou, tirando a camiseta, se assando na própria excitação. Montou-se sobre as pernas dele, preocupado que ele sentisse sua ereção a cada roçada.
- Acho que poderia me dedicar a isso, embora não creia que tenha o prazer de massagear mulheres tão gostosas quanto você. - Ela o elogiou com descaro.Ah, Trunks, você é um amor. Com quem você aprendeu a ser assim? Vegeta é frio que nem gelo, devia aprender com você.
Lá de cima, ele voltou a massagear as costas dela, o pescoço, a cintura, apalpando com vontade, afundando as pontas dos dedos na pele brilhante de óleo, cada vez descendo mais, puxando a toalhinha aos poucos até ver o começo da raba dela, onde as costas perdiam o nome, tudo enquanto começava a esfregar o pau nas pernas dela. Na verdade, ele se posicionou sobre os pés dela, e ela começou a provocar ele com os pés, como se quisesse masturbar ele por fora.
— Você é boa com os pés também? Tem alguma coisa que você não sabe fazer, mamãe?
— O que posso dizer? Experiência, milhões e inteligência, é uma combinação vencedora. — Respondeu ela, rindo, roçando o tronco dele com os dedos dos pés.
Os minutos passavam, o calor e o suor das mãos dele aumentavam até que, sem cerimônia, ele arrancou a toalha dela, deixando ela completamente nua, com aquela raba à disposição para ser oleada e apreciada com os olhos e as mãos. Trunks ficou vidrado naquelas duas nádegas, esperando atenção, agora entendia por que Goten estava louco por ela, era um tesão de mulher, por onde quer que se olhasse.
Bulma começou a se mexer quando ele jogou um jato na base e foi subindo, espalhando a substância oleosa com paixão, desenhando sulcos vermelhos com os dedos, apertando aquelas carnes proibidas sem nenhum pudor, espiando também os lábios da buceta dela, molhados com os próprios lubrificantes, cada vez que ele esticava as nádegas para cima. A mãe dele começou a reboltar de novo, mas dessa vez não ia escapar, ele estava sobre as pernas dela como se segurasse, com aquela raba à mercê sendo massageada de todos os lados.
Não demorou para ele cumprir um dos seus objetivos. Abriu a raba dela para admirar o cuzinho, o precioso asterisco que também não escapou de ser apalpado depois que ele jogou o último jato do vidro. Trunks espalhou o último conteúdo por toda a fenda. sentindo o ânus ceder aos seus dedos e, finalmente, enfiar dois com facilidade graças ao lubrificante.
Bulma gemeu, levantando a raba para ele, que enfiava dois dedos molhados enquanto, com a mão, mantinha o orifício esticado, com o centro rosadinho à mostra.
—Ahh, ahh, ahh… Cê gosta da bunda da sua mãe, pervertido?Ahhh…— Disse num gemido prolongado.
— Não parece te incomodar, mamãe, você tem uma bunda linda. — Ele a admirou sem parar de enfiar dois dedos e apalpar o interior mais proibido possível, o rabo da mãe, oleado e relaxado, recebendo sem resistência os dedos até os nós, girando-os com facilidade dentro dela…
Vem cá, seu filho da putinha, vou te mostrar pra que eu sou boa também.
Bulma virou-se para ele, ficando de frente para a virilha dele com a barriga e os peitos contra a maca. Depois de enfiar a mão por baixo da calça dele, apalpou o pau dele com um olhar brincalhão.
— Você é cruel, depois de uma massagem dessas, ainda me faz querer. — Ele gemeu, tentando não gozar só com o toque da mão dele mexendo no pinto e nas bolas. Agora era a vez dele de fazer a revista incestuosa.
Ela se apiedou e baixou a roupa dele, observando o pau do filho com uma expressão entre lasciva e gulosa, como um mendigo diante de um prato de sushi. Começou a masturbá-lo com afinco, dedicando-lhe um olhar amoroso. De tanto tempo ereto, o pau estava quase roxo, prestes a soltar um jorro inteiro ao menor contato.
— Mamãe… não… vou aguentar pouco. Não enche o saco. — Implorou, fazendo força pra não gozar na mão dela. Bulma tocava a cabeça descoberta e vermelha dele, espalhando fios de saliva enquanto segurava o riso. A safada adorava se fazer de difícil. Trunks perguntou com quantos homens ela tinha sido assim.
— Muito bem, você foi paciente, agora vou chupar você até o tutano, vamos ver qual é o gosto.
Finalmente, os lábios úmidos e ardentes dela envolveram a glande e a lamberam dentro da boca, sem desviar o olhar. O jovem arqueou o quadril para enfiar mais fundo, e Bulma nem piscou. Ela engoliu tudo, até a garganta, como era de se esperar, e com uma mão o masturbava, enquanto com a outra acariciava os testículos inchados dele.Slurph, slurph, slrff, slurp… - Era ouvido entremeado aos gemidos do garoto, usando até seu ki para conter uma ejaculação de potência até perigosa.
- Ahh... Que gostoso, acertei nos saiyajins, são todos uns super dotados.
- Sussurrou ele numa pausa para respirar lá de baixo, com o rosto colado no pênis. O membro, em comparação, era mais comprido que o rosto dela.
- Esperei demais, mamãe, chega de joguinhos.
- Disse ele assumindo uma postura dominante, puxando-a pelo cabelo e guiando-a até seu pau. Bulma chupou, e o jovem sentiu uma quantidade considerável de líquido pré-ejaculatório vazando inevitavelmente. Embora a mãe dele tenha notado, não se abalou e continuou mamando, engolindo o líquido que saía.Uhhh… quase, quase. — Disse ele, aliviado por quase gozar. — Vou aguentar mais alguns minutos, e de quebra, continuar curtindo meu brinquedo novo.
Trunks se espreguiçou pra voltar a meter os dedos. Bulma tava de quatro, e ele abriu as nádegas oleadas dela de um jeito obsceno, enfiando dois dedos de novo e fazendo ganchinho lá dentro.
— Devagar, filhinho, lembra que você é um saiyajin e eu não. — Suplicou ela, sem nem tentar reprimir ele por causa da fixação.
— Cê tem razão, não devia ter sido tão bruto. — Pediu desculpas, tirando os dois dedos, chupando eles pra lubrificar bem e enfiar de novo com mais facilidade. Surpreso com o atrevido que tinha se tornado. Umas horas atrás, ele achava que tirar uma foto dos peitos dela já era uma epopeia.Nnnhhg, não vou aguentar muito mais. - Disse ele diante da excitação daquela felação tão intensa e daquela bunda à sua disposição, vítima das brincadeiras perversas dela.Aaah- Ela emergiu de novo pra respirar como se estivesse nadando, com o queixo encharcado de porra.
- Você chegou na reta final, manda um jato bem gostoso do seu leite pra mamãe, vamos.
- Se é isso que você quer, vai ter... mas te aviso que tô carregado. - Avisou, todo safado.
- Sou humana, mas não sou inútil, vai, cê vai ver que vou engolir tudo...
Bulma voltou pro batente, cabeceando que nem um pica-pau, numa velocidade alucinante que só a experiência dava, fazendo Trunks gozar de um jeito tão bruto que nem conseguiu avisar. Uma enxurrada de porra esguichou em várias cargas grossas e pesadas na boca e na garganta de Bulma, que, apesar da quantidade, lidou com maestria sem parar de cabecear e espirrando leite pra todo lado.
Conforme saía, a mulher chupava que nem um aspirador, continuando a mamar mesmo depois que o pau já tava cansado, meio duro, como se tivesse grudado nele. O queixo dela tava branco de porra e vários jatos tinham derramado na maca, num espetáculo realmente obsceno.
- Muito yummy, Trunks, você é bonito, atencioso e gostoso. - Elogiou, juntando o fiozinho que escorria do queixo pra levar à boca e sorvendo. - Olha a bagunça que você fez, não podemos deixar assim...
Bulma se inclinou sobre uma das duas poças de porra na maca e sorveu com um barulhão, sob o olhar atento de Trunks, que não acreditava na ousadia da mãe.MmmAcho que vou ficar de saco cheio de tanta que você me deu.
- Mãe, não acredito, pensar que eu só queria uma foto…
Ela não conseguiu terminar a frase, sem dúvida, a mãe não ia dar trégua e, segurando ele com as pernas, voltou a beijá-lo apaixonadamente, compartilhando sabores que o jovem achou desagradáveis, embora tenha gostado da fragrância do corpo oleado dela contra o dele, das mãos dela massageando a bunda dele e dos peitos incríveis dela apertados contra o peito dele.
- Não vai achar que vou te deixar ir tão fácil, né? Lembra que a mamãe te chupou, agora você tem que devolver o favor. - Sussurrou no ouvido dele.
- Vai ser um prazer provar todos os seus lábios, vou te chupar toda… - Aceitou com a língua da mãe na boca dele, babando ele de novo.
O jovem tirou toda a roupa e abriu as pernas dela pra comer a buceta dela com uma bocada funda e barulhenta, enfiando a vulva inteira na boca. Provando ela por inteiro, pra depois fazer redemoinhos com a língua tão fundo quanto anatomicamente possível.AaahhTrunks, que selvagem, isso é jeito de tratar sua mãe?
O jovem enfiou dois dedos e pressionou para cima por dentro, como se quisesse puxar o clitóris dela para fora, deixando aquele órgão tão erógeno exposto, atacou com a língua e os lábios para fazê-la gritar de prazer.Aaah, aaah, aaah, uuuhSim, que gostoso, vai, chupa aí, com vontade… – Disse ela se agarrando nos cabelos dele e levando-o até seu botãozinho rosado, totalmente possessa com o jeito bruto, mas eficaz, de ele chupar.
– Por acaso você quer me meter de novo, seu filho da puta?
A boca e o nariz de Trunks estavam enterrados no fundo dela o máximo que podia, respirando através dela, se encharcando dos fluidos e do cheiro de mulher, mostrando que a paixão era hereditária.
– Você deve ter viagra entre as pernas, porque já deixou ele duro como pedra. – Disse ele se levantando todo ereto, com o canhão de carne apontando direto pra buceta.
– Então vai, vamos ver como você se mexe bem… – Convidou Bulma se inclinando na maca e segurando as próprias pernas pra facilitar a penetração. Trunks esfregou a glande nos lábios superiores encharcados, cobrindo toda a ponta de fluido, pra enterrar numa metida que fez escorrer sucos pra todo lado.
Foi como enfiar um punção numa laranja, a mãe dele tava tão cachorra que até jorrava a cada estocada do membro venoso e duro do filho, que começava a curtir a sensação molhada e ardente na ponta do pau. Os gemidos não demoraram enquanto Trunks segurava a bunda dela com força pra socar contra uma das paredes, com veemência, fazendo um barulho de chafurdar bem porra.
– Você vai acordar a cidade inteira, cala essa boca, mamãe… – Repreendeu enfiando a língua até a garganta dela, tomando o controle da situação sem parar de meter nem por um segundo entre beijos cada vez mais molhados.
As posições mudaram, mas não a vontade. Depois a mulher foi deitada e o filho bombou ela, curtindo o espetáculo delicioso dos peitos dela balançando como balões, todos oleosos e túrgidos, as mãos dele não demoraram a apertá-los enquanto ele voltava a ter dificuldade pra controlar a gozada.
Depois ele ajeitou ela de bunda pra cima, onde pôde brincar com o cu dela mais uma vez, sentindo o pau invadir uma e outra vez a porta do lado, saciando ela de carne no buraco. Apesar de ser uma mulher experiente, seus buracos eram delicados e o pau dele se sentia envolto na buceta dela, assim como os dedos girando no cu dela.
Trunks gozou sem nenhum pudor dentro da buceta da mãe, enchendo ela de porra proibida e deixando os olhos dela virados de prazer, embora não fosse a única coisa que ficou branca… Quando tirou o pau, a porra grumosa jorrou como se tivesse destampado uma garrafa.
Bulma ficou ofegante, debaixo da janela que começava a mostrar as primeiras luzes do dia. Deviam ser cinco da manhã, tinha tido mais de cinco horas de diversão com quem ninguém nunca deveria se divertir daquele jeito, e ela adorava demais. O filho dela se inclinou de novo pra beijá-la (ela já tinha perdido a conta de quantos beijos tinham dado) e ela correspondeu com gosto.
- Vem, Trunks, vamos tomar um banho juntos pra dormir limpos e cheirosos, a mamãe ficou exausta.
- Até eu tô cansado, mãe, você é fantástica. - Disse ele sorrindo com a ideia, notando como estava ofegante. O coração dele batia como nunca antes e ele sentia que o incidente da foto tinha ficado muito distante, em outra linha do tempo.
- Sabe, vou sentir falta disso quando o papai voltar. - Disse ele triste enquanto a Bulma ligava a hidromassagem, lamentando não ter tido uma experiência dessas antes.
- Não se apresse, Trunks, a volta do seu pai não é motivo de preocupação, ele está fazendo a mesma coisa com a Bra agora.
- O quê?! Quer dizer que o papai e a Bra…
Bulma riu enquanto o convidava pra entrar na água. Em poucos minutos, contou pra ele o que viu nas câmeras da sala de gravidade e como ele estava cumprindo uma tradição da realeza saiyajin.
O filho dela sorriu depois de ouvir tudo, sem acreditar. Começava a achar que ia acordar na cama dele, com o travesseiro babado e uma ereção dolorosa.
- De repente, essa casa ficou muito mais interessante. Sexo desenfreado no quarto onde Bulma, com o marido, tinha vivido os episódios mais lascivos. Como uma professora, ela ensina ao filho os caminhos da paixão e os segredos do sexo toda noite, em diferentes pontos da casa, vivendo ambos um caso sexual que, sem dúvida, sentiriam falta quando voltassem à rotina diária.
A mulher devassa compartilhou seus saberes com o filho, moldando-o como um amante perfeito, com a dose certa de masculinidade e cavalheirismo que ela gostava na cama. Trunks aprendeu muito rápido quando ser um cavalheiro gentil e atencioso e quando um ogro infame para o bem-estar da sua consorte familiar.
Foi numa noite, depois de transarem repetidamente na cama de casal, que a mulher o convidou a entrar num novo nível na relação de mãe e filho.
— Anal? Você vai me deixar meter aí de uma vez?
— Não, pervertido, ainda não, não é isso que quero te ensinar. — Ela o corrigiu, sem se irritar com os desejos cada vez mais reprováveis dele, abraçada ao filho na cama, depois de uma noite mais que agitada. — Já te falei mil vezes que minha buceta é do seu pai.
— Então do que você tá falando? — Disse ele, igualmente interessado.
— Você mandou a foto dos meus peitos para o Goten? — Trunks não precisou ouvir mais, já sabia onde aquilo ia dar.
— Algo me diz que você quer ver meu trabalho em equipe.
— Que intuitivo, Trunks. Pensei que, já que o Goten gosta tanto de mim, bem que podia dar uma provadinha. Acho que você não tem problema em me compartilhar, afinal vocês fazem tudo juntos…
— A gente não faz tudo junto, isso soa estranho. — Ele a interrompeu. No seu mundo torto, podia comer a própria mãe sem pudor toda noite e aceitar que o pai estava viajando com a irmã transando com ela sem parar, mas insinuar que ele e Goten tinham uma relação homossexual era insuportável.
— Vocês não fazem tudo juntos, por enquanto… — E se aproximou do ouvido dele. — Ainda tenho muito pra dar, e já que seriam dois saiyajins, eu teria que dar o meu máximo. Entendeu?
Trunks ficou maravilhado. Ao ouvir aquilo, pegou o telefone no criado-mudo e mandou as fotos. O Goten tinha deixado uns 50 recados na caixa postal, preocupado por não ter notícias do amigo.
— Coitado, tinha esquecido da aposta, não sei o que me distraiu tanto… — murmurou, dando um selinho na mãe. — Vou mandar as fotos, ele vai ficar muito feliz e não vai acreditar que você posou.
— Perfeito. Amanhã eu mesma vou convidá-lo para jantar. — propôs, tão excitada quanto o filho, feito uma garotinha prestes a ir ao baile com um galã pela primeira vez. — Tenho outro vestido novo que vai fazer o sangue não chegar no cérebro dele por uma semana.
— Sabe? Essa conversa, essa proposta… acho que me deu vontade. — admitiu, olhando para ela por baixo do lençol. — Não vou conseguir dormir se ficar assim, todo duro…
— Nem precisa falar mais, eu sei como o insônia é chato, deixa a mamãe te ajudar com isso… — disse a mulher, subindo em cima dele, encaixando o pau na buceta.
— Lá vamos nós de novo…ahSim.




Valeu por ler! Tenho outras histórias na cabeça (com Milk e 18 como protagonistas), mas se quiserem, posso fazer uma terceira parte dessa. Tô lendo vocês.
Se curtiram, comentem e avaliem! Assim sei que querem mais histórias.
Fanfictions de Dragon Ball Anteriores:
A Tradição Saiyajin. Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3357411/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin.htmlA Tradição Saiyajin. Parte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3361531/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin-Parte-2.htmlFilhos Perversos Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3365942/Fanfiction-Dragon-Ball-Hijos-pervertidos.html
2 comentários - FanFiction Dragon Ball: Filhos Tarados. Parte 2