Vou contar um pouco da minha experiência na nossa viagem pro Uruguai, que eu comentei no post anterior e motivou vários pedidos. Preferia ter continuado com algo mais antigo, já que esse é relativamente recente (2012) e, nessa prática, a gente sempre "avança" com o tempo no nível das coisas que chega a fazer. Contar algo que aconteceu quando já tivemos muitas experiências costuma ter o risco de parecer inacreditável pelo atrevimento ou "putaria". Mas vou atender esses pedidos, agradecendo os comentários e pontos que me deram naquele post, que deixo aqui pra quem não leu:http://www.poringa.net/posts/relatos/3360061/De-swinger-a-cornudo.html Desembarcamos do Buquebus numa manhã em Colonia del Sacramento e, depois de conhecer o apartamentinho que tínhamos alugado numa pousada linda no centro e deixar as malas, fomos andando atrás de um carro pra alugar. Uma lojinha com um letreirão, entramos lá pra perguntar. Na rua, numa das mesinhas do bar do lado, um careca de pele morena tinha nos cumprimentado com um olhar que percorreu o corpo da minha mulher como se visse uma batatinha salgada pra acompanhar a cerveja que ele tava tomando. Tava um calor do caralho e ela, como sempre, chamava atenção com a roupa informal, mas mostrando as pernas de uma brancura exagerada saindo do short azul até as sandálias altíssimas combinando. A funcionária que nos atendeu chamou na hora, assim que perguntamos, o careca, que era um dos donos da agência (aqui vamos chamar de Walter), e ele levantou num pulo e se apresentou. Nos convidou pra mostrar os modelos diferentes numa garagem ao lado, sem parar de falar, todo atencioso, tagarela e simpático, mas eu o incentivei antes a terminar a cerveja dele, sentar com a gente e conversar sobre as opções e preços. Resumindo, o cara (digo cara, porque devia ter uns 33 anos) ofereceu além do carro, os serviços dele como guia pra onde a gente quisesse ir. Depois escolhemos o carro e deixamos os serviços dele em suspenso, pra definir no almoço um pouco depois. Fomos pra pousada tomar banho, desfazer as malas e nos preparar pra comer. Nesse meio tempo, minha mulher me falou da "inquietação" dela, propondo contratar o Walter pra percorrer os povoados de praia e tentar seduzir o careca que (ela confessou) tinha ativado os "instintos animais" dela. Ela disse: "pussy, você imagina aquele gostoso me tendo durante toda a viagem e você olhando pra gente?" e deu uma gargalhada enquanto me beijava o pescoço e deslizava a mão pela minha braguilha. A gente deu uma rapidinha inaugurando as férias, tomou banho e saiu atrás da "presa" dela pra Almoçar. Era evidente que minha esposa tinha decidido botar toda a carne no fogo desde o começo, porque mais do que um vestido, ela tinha vestido o que pra mim parecia uma blusa comprida, azul celeste, que mal cobria a bunda dela, tão larga e de um tecido tão leve que, contra a luz das calçadas ensolaradas, deixava adivinhar o corpo dela quase ao vivo. Tenho que admitir que minha mulher não tem o que se chama de um corpo "exuberante", muito pelo contrário, ela é uma magrela que passa do metro e setenta, peitos menores do que o desejável, mas com atitude, rebolado ao andar e se mexer com uma sensualidade tão grande que "até as velhas viram pra olhar ela" (como diz a amiga mais próxima dela). Os gestos dela, o olhar e o sorriso formam um combo agregado ao corpo extremamente cuidado (ela é professora de Educação Física), complementado pelo uso de roupas e acessórios de bijuteria super provocativos até pra idade dela (na época 44, agora 51). Sentados nós três num restaurante pequeno, a gente se deu super bem com o Walter (especialmente ela), salpicando os planos de roteiro e custos com as piadas que o moreno soltava sem parar e arrancavam gargalhadas dela, com umas palmadas que caíam nas pernas ou no ombro dele (ele tava de bermuda), que não conseguia disfarçar uns olhares "babões" pras pernas dela. Uma intimidade meio apressada, na minha opinião. Combinamos de fazer à tarde um passeio pelos lugares de interesse na cidade linda. Ele veio nos buscar na pousada depois da sesta e saímos no carro nós três. De acordo com as "instruções" que ela me deu como sempre antes de sair, ela sentou do meu lado e ele atrás (pra não apressar as coisas e manter uma certa discrição). Dava pra dizer que a etapa de "provocação" tava em andamento. Ela colocava as pernas em cima do painel e o corpo torcido pra falar e rir sempre com ele. Quando a gente descia, nas oportunidades que surgiam, ela exagerava talvez em uns roçados, pegando ele Mano, ao descer algum degrau ou se apoiar nos braços dele pra aliviar a dificuldade dos saltos tão altos dela. Quando visitamos o farol da cidade e pagamos o ingresso pra subir, acendeu a primeira "jogada a fundo" da minha esposa, tomando a frente na escada e mostrando na subida a paisagem completa que as pernas dela ofereciam por baixo da saia. Suponho que ele via igual a mim (que vinha atrás deles) a tirinha da tanga que se perdia entre os glúteos da minha love. Por ali, caminhando e contando piadas, vi que ela apoiou a cabeça no ombro dele rindo às gargalhadas, abraçou ele pela cintura e enfiou a mão por baixo da camiseta. Deixou por um bom tempo enquanto caminhávamos a mão ali, em contato com a pele do negão e talvez uns "roces" com as unhas. Assim passamos a tarde, com o cara "esquentando o motor", mas sem passar disso. Voltamos, jantamos juntos também em outro restaurante, ele nos acompanhou já de noite até a pousada, batemos papo um pouco na porta do quarto e quando ele foi embora, se despediu de mim quando me excusei por querer tomar banho logo e ela acompanhou ele por um corredor largo, de pedra, entre pérgolas com trepadeiras e lampiões coloniais, até a rua. Da janela do quarto, dava pra ver uma parte do corredor que percorreram a passo lento. Pararam quase no final, conversaram um bom tempo, eu via só as silhuetas deles mas o suficiente pra perceber que se pegaram na mão, depois se abraçaram, se beijaram muito (ele "esfregou ela" contra a parede), se despediram e ela voltou. Ao entrar, a primeira coisa que ela me disse foi "Já era" e riu. Me deu um beijo muito doce e completou "Já é de novo meu corno, meu love". Pedi pra ela me explicar melhor (a pica ficou dura). Peguei ela pela cintura, abracei, ela se pendurou no meu pescoço e sussurrou no meu ouvido: "Amanhã você vai ser testemunha passiva de como eu vou avançar ele... o beijo que ele me deu... tinha um gosto delicioso..." Ela sorriu de novo com tom de deboche, levantou a saia pra se tocar, mordeu o lábio. inferior... e foi pro quarto. Naquela noite, depois de "brincar" um pouco na cama, ela me disse que, de acordo com o plano dela, o cara não ia saber da nossa prática de swing até que minha mulher tivesse certeza de não "assustar" o sujeito com atitudes desconhecidas pra ele (tem homem que não se anima, mesmo vendo o marido agir de boa, ou que sente vergonha de fazer na frente dele). Ela queria garantir que isso não rolasse ou, se fosse o caso, ia fazer o cara comer ela em particular, sem a minha participação (ela faz isso há muito tempo, com um amigo meu da adolescência, que nunca soube que eu sei e que pode ser o caso de um próximo relato). Aceitei como sempre as intenções dela, então ia continuar por enquanto, passando por otário que não sabe o que rola entre eles. Mas ela sempre deixou claro que a maior fantasia dela era eu levar os dois no carro enquanto eles se esbaldavam atrás. De manhã, vi ela se vestir com um biquíni fio dental e se "enfeitar" com colares, brincos e pulseirinhas brilhantes, mas com um detalhe que indicava as intenções safadas dela: uma correntinha enrolando a perna acima do tornozelo, com um pingente preto grandinho, em forma de ás de espadas, símbolo claro no nosso meio da hotwife ou mulher que corneia o marido à vontade. Assim fiquei sabendo que íamos pra praia, que não tem lugar bom pra nadar, mas é boa pra pegar sol. "É, o Walter leva a gente depois do café, prepara sua bolsa..." ela falou enquanto fechava a dela. No bar da pousada, eu via ela da mesa escolhendo os quitutes pra acompanhar o café e, sinceramente, ela tava deslumbrante. Com certeza o Walter também percebeu, ele entrou, me cumprimentou e sentou na minha frente depois de olhar disfarçadamente pra ela. Trocamos duas palavras e ela surpreendeu ele por trás, tapando os olhos dele, descobrindo depois, enquanto segurava os ombros dele pra impedir que ele se levantasse. Ao cumprimentá-la. Em vez disso, baixou a cabeça e, por cima, beijou ele (não foi na boca, mas errou por pouco) e houve um segundo beijo, esse na testa quando ele levantava a cabeça. Ela se virou pra pegar os pratos e ele se animou a me dizer, olhando ela ir embora: "Te parabenizo, Nicolau (aqui vou me chamar assim), ela é muito gostosa, a Eva" (assim vou chamar ela). "Valeu, verdade, é uma mulher maravilhosa em todos os sentidos", respondi. Batemos um papo de besteira, anos de casados (23), filhos (2), etc. O plano da "Eva" era mostrar pra ele, aos poucos e com atitudes, que eu aceitava na minha condição de corno manso o que fosse rolando, até que ele ganhasse confiança de que eu não ia reagir mal. A ida pra praia foi pro saco porque começou a chover. Entramos de novo no apartamento porque ela queria trocar de roupa, já que tinha esfriado. Sentamos na mesinha, um de frente pro outro enquanto ela se trocava, continuamos falando merda. A Eva apareceu, e olha, me surpreendeu de verdade. Tava com a mesma fio dental, descalça e por cima uma blusa aberta... sem sutiã! Veio por trás dele, sentou entre nós dois, passou a mão no pescoço dele e falou: "Não tô mais a fim de sair... fica..." O cara me olhou assustado. Quando eu, com um sorriso, dei de ombros, ele relaxou um pouco, olhou pra ela de novo e ela enfiou um dedo na boca dele. O negão fechou os olhos, chupou o dedo respirando fundo, minha mulher levantou, passou uma perna por cima dele e sentou no colo dele. Aí pude ver o relevo das mãos do cara por baixo da blusa da minha esposa, percorrendo as costas dela. A nuca dela me impedia de ver que eles tavam se beijando, mas o barulhinho das línguas se chupando já entregava. Depois, as mãos do cara desceram e deslizaram pela bunda e pelas coxas dela. Num dado momento, o Walter se inclinou, inquieto, pra ver o que eu tava fazendo, e ela acalmou ele dizendo: "Já te falei, meu bem... ele não vai falar nada... agora sou sua..." E enquanto devorava a boca dele, mandou pra mim: "Faz uns cafés aí, Cornudo"... e fica tranquilinho... "Minha mulher gemia que nem uma gata enquanto se beijavam e o careca apalpava ela cada vez menos tímido. Quando levantei pra ir até a kitchenette, ele fez o mesmo com o corpo da minha mulher grudado nele, as perninhas dela enroladas na cintura do moreno e, embora não fosse daqueles negros bem escuros, o contraste com a brancura da pele da minha love me lembrava o que vivemos com um senegalês em Córdoba, quando a fraqueza dela por homens de raça negra nos fez ter uma das poucas experiências com desconhecidos, mal vistos e sem ideia de quem são, nem saber o que foi das vidas deles depois (um dia conto essa ou outras daquelas coisas). Mas voltando ao assunto, esse neguinho 'meio termo' parecia realizar essas fantasias da minha esposa, a ponto de se deixar levar nos braços até a cama entre gemidos e chupões. Da cozinha eu podia ouvir os barulhos da boca do negro percorrendo a pele da minha bonequinha. Liguei a cafeteira e voltei, espiando o quarto que não tinha separação de porta com a sala e vi ela se revirar gemendo enquanto o cara enfiava a língua na buceta dela. Ela sozinha tinha tirado a blusa e ele cuidou da tanga. Por um instante Eva me viu ali parado e me mandou um beijinho, sorrindo e curtindo o negro chupando ela (acho que gozou mais por me ver olhando do que pela língua do negro que banhava ela de saliva...). Ele se ajoelhou na cama pra terminar de se despir e virou a cabeça pra me ver. Viu que eu tava me masturbando, batendo uma, e esboçou um sorriso debochado. Foi quando ela disse 'traz uma camisinha... vai...' Peguei o pacote de uma gaveta do criado-mudo e quando entreguei pra ele, ela se enfiou por baixo e começou a chupar o pau dele. Vi a rola e, embora não fosse das maiores que minha mulher já tinha comido, ele me olhava sem dizer nada, mas eu entendia como 'olha, otário, o que a putinha da sua mulherzinha tá engolindo...' Aí comecei a entender por que ela tinha apressado as coisas, sendo que ela mesma tinha me recomendado cautela. E é que ela tava louca de tesão por aquele careca que apareceu do nada sem ser chamado. Fui procurando a porta do banheiro, pra não ter que limpar o chão depois por causa da minha gozada. Era daqueles que se acessa pelo quarto (suite, como dizem) e me tranquei lá pra completar minha "tarefa", mas de dentro eu ouvia em detalhe o que minha cabeça imaginava. Plaf, plaf, plaf... as batidas inconfundíveis das coxas do negão contra as bundinhas brancas da minha love. E no mesmo ritmo, ah, ah, ah... os gemidos dos dois, quase em dueto. Com algumas pausas (talvez pra mudar de posição), continuaram por um tempo que pareceu uma eternidade. Depois um silêncio longo, misturado com respirações de exaustão, alguns cochichos, sons de beijos, frases curtas (consegui decifrar "ele tá batendo punheta" seguidas de gargalhadas. Quando saí, o Walter ainda tava em cima da minha mulher e ela envolvia o corpo dele com as pernas. Passando pelo pé da cama, pude perceber que ele ainda tava dentro dela. Minha presença fez ele tentar se levantar, mas ela segurou ele. "Não tira, pussy", ela disse e completou "ainda tá durinha..." Continuou chupando a língua do negão, sinal de que queria mais orgasmos. Saí do quarto indo atrás daquele café, não consegui ouvir o que ela disse pra ele, mas o negão explodiu de rir... Quando voltei com meu café, o negão tava tirando a camisinha (cheia de porra) e, já cheio de confiança, me entregou ela. Começaram a fazer piadas comigo, os dois morrendo de rir, pediram café pros dois, eu trouxe e continuaram me zoando tipo "aqui ó, cuck, sua puta bem comida..." E ela pegava na rola dele e me dizia "olha meu love, essa rola me fez feliz, diferente da sua" e caíam na gargalhada. Depois ela falou "vai lá falar pra dona preparar almoço pra nós três, porque vamos ficar aqui". Na hora do almoço, fui eu primeiro porque eles tomaram banho juntos, eu sentei e depois de um tempo ele chegou (me disse que evitava ser visto sozinho com minha esposa, já que ali o conhecem). Continuou me zoando tipo abuso, mas no fundo eu gostava de sentir a "superioridade" dele. Ele falava da doçura da buceta da minha mulher, depilada, limpinha, macia e como ele tinha saboreado (ela sempre se depilou com um depilador gordinho e gay, que embora nunca tenha comido ela, dá muito prazer a ela quando a masturba com mãos e língua). Ela chegou um tempo depois, linda e feliz, com roupa de academia e sentou como se nada tivesse acontecido pra comer. O cabelo dela estava meio molhado do banho. Durante o almoço, Walter, de vez em quando, quando ninguém olhava, aproveitava pra passar a mão nas pernas da minha esposa, me olhava piscando um olho, sorrindo e mordendo o lábio inferior num gesto de prazer. É claro que os diálogos que conto podem não ser exatos, mas faço o melhor que posso de acordo com o que lembro. Walter foi pra agência dele por causa de trabalho, prometendo voltar. Ele voltou umas 6 horas, depois de nós termos passado a sesta na cama, onde enquanto ela me contava "detalhes" da aventura dela no ouvido, eu me aliviava excitado e consegui comer ela. O cara voltou com planos pra viagem que começava no dia seguinte (a gente tinha mais uma noite lá) e começou a planejar com minha mulher enquanto eu preparava o mate. Ele a deixou nua nos braços dele num sofá (ele continuou vestido impecável) e entre risadas, beijos e carícias, traçavam o roteiro pra área de praias que olhavam num mapa que ele trouxe. Não transaram de novo, mas de vez em quando interrompiam o trabalho se enroscando com todo tipo de carinho e até a masturbou com os dedos até ela gozar. Ele foi embora no anoitecer e nós saímos pra jantar sozinhos, dar uma volta e voltamos pra arrumar a mala pro dia da partida. Ela foi me contando mais da experiência dela pra me excitar e à noite, na cama, me revelou "safadezas" que ela dizia pro negão enquanto ele a penetrava. A É verdade, me excitava muito, mas não o suficiente pra eu comer ela de novo. Ela zoava de mim e se lamentava rindo porque o negão não tava ali no meu lugar. Acordamos cedo, no começo daquela excursão fascinante de 5 dias, onde o amor da minha vida ia curtir o macho dela à beira-mar, enquanto eu ia cumprir o papel que eles decidissem. Ela tava linda. Tinha vestido uma legging super justa rosa até a metade das pernas (tava fresco, mas já não chovia), destacando a bunda dela, combinando com as sandálias altas da mesma cor, amarradas com tirinhas até acima dos tornozelos, e com o cabelo tingido de castanho avermelhado (ela sempre usou o cabelo curto, quase igual homem, mas agora usa um pouco mais comprido) e com as pulseiras, brincos e colares, mas ainda tava com o torso completamente nu e uma toalha pendurada nos ombros. Foi assim que ela abriu a porta pro negão quando ele bateu. Eles se enroscaram se beijando e eu vi as mãos do cara entrando na bunda da minha esposa por baixo da legging. Depois o papo entre eles: "Você vai assim? Não vai sentir calor?" E ela: "Não, meu tesouro, sou meio friorenta e tenho várias blusas compridas que servem de vestido, depois tiro a calça e pronto. Vem, me ajuda a escolher qual vou vestir..." E foram pro quarto. A gente tinha pedido café da manhã e a senhora chamou. Eu recebi, perguntei pro Walter se ele queria um, ele disse que já tinha tomado café e trouxe mate (como todo uruguaio). Eles saíram do quarto atrás da cortina, ele abotoando a blusa dela, preta com elástico abaixo dos ombros que ficavam de fora, e dava pra ver que ela não tava de sutiã. A pegação desenfreada que eles começaram, eu interrompi falando que a gente tinha que desocupar o apartamento às 10. Tomamos café. Tava tudo pronto, mas eles não pararam de se beijar como loucos antes de sair disfarçando, carregando as malas. Nos despedimos da senhora atenciosa do complexo e carregamos o carro. Receio ter me estendido demais e peço desculpas por isso. Às vezes me empolgo com os detalhes e pode ser que incomode muita gente. Espero que me avisem se estiver enchendo o saco, e vou tentar melhorar. Tava pensando em contar a viagem toda, mas vi que ia ficar muito longo, então vou ter que deixar pra continuar em outro (ou outros) posts. Tem muita coisa pra contar dessa experiência que vivi. Só adianto que foi uma das melhores que minha esposa me proporcionou. Até a próxima...
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