Os Roubadores de Calcinhas 3

Nos juntamos de novo. Pra falar do que rolou com os guris, távamos super exitadas com nosso joguinho. Aldana: como foi com vocês e seus filhos?
Lorena: muito bem, mas essa fantasia já não tá dando conta, a gente precisa ir um pouco mais longe.
Melina: não sei, a gente já tá no limite, mas eles nos deixam tão putinhas e, se por acaso nossos maridos descobrirem, vão nos matar.
Aldana: sim, mas eles não vão descobrir.
Lorena: e como você sabe? Acha que nossos filhos não podem contar pra alguém?
Melina: acho que nossos filhos tão super tarados com as mães deles, e o tesão e a sacanagem vão ser mais fortes que a consciência ou a lealdade que eles deviam ter com os pais.
Lorena: ou seja, uns punheteiros que vão deixar a gente fazer o que quiser. Aldana_si. (Nesse momento o celular dela toca, é o filho dela) Marcos acabou de me dizer que saíram mais cedo da escola e tão vindo pra cá com os filhos deles. Isso me deu uma ideia, eles já entraram na brincadeira, temos que levar o jogo ao limite. Nos últimos dias eles ficaram de olho na nossa bunda, pediram fotos do nosso corpo pros amigos deles. E a gente não pediu nada em troca até agora. É hora de pedir alguma coisa. melina_ Que puta que você é. Lorena_ Qual é a sua ideia pra esses bebês? Aldana_ Na real, é uma das minhas fantasias. Vamos fazer um striptease pra eles, mas sem ficar peladas, só de lingerie sexy pra eles nos admirarem. Com a desculpa de que compramos lingerie nova e não concordamos como fica em nós, vamos pedir a opinião deles, já que a gente tem essa intimidade há um tempo. Lorena_ Você só quer mostrar a calcinha molhada pro meu filho, hahaha. Melina, Lorena e eu, depois de discutir um pouco, aceitamos fazer um Pequeno strip-tease com a condição de que a gente só ia ficar de lingerie (mas as três sabiam que não ia ser assim, e a gente queria isso por dentro). Passou uma hora e a gente ouviu as chaves na porta — eram eles. Nosso coração acelerou, eles nos viram e todo mundo se cumprimentou com um "oi" normal e subiram pra agitação do Marcos, que era o dono da casa. Passaram 25 minutos.
Marcos: — Sim, mãe, o que você quer?
(Continua, desculpa por essa parte tão ruim, mas deu sono.)

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