Assim que ela descobriu que eu era primo do marido dela, algo mudou, ela ficava toda animada. A sacanagem de um cara mais novo querer comer ela dava um tesão, mas ao mesmo tempo ela achava difícil que eu pudesse me interessar por ela. Continuamos conversando, e já sabendo quem eu era, começamos a falar pelo meu Facebook de verdade. Nunca vou esquecer que, estando no trabalho, recebi várias fotos dela pelada, do nada. Imaginem meu nervoso de meus colegas verem aquilo. Enfim, um dia eu falei: — Ei, vamos transar? E ela, toda empolgada, aceitou dizendo: — Sim, me fala quando, pra eu ajustar meu horário. E continuamos conversando, sobre como esperávamos que fosse. — Adoro ser comida com força — ela me dizia. — Vou te tratar melhor que aquele pinto pequeno — me referindo ao meu primo — vou te comer como tenho certeza que não te comem há anos. — Que delícia, já quero sentir você dentro de mim. — Ei, mas preciso usar camisinha? — perguntei. — Claro que não, meu amor, eu fiz laqueadura. Uff, meu coração explodiu ao saber disso. Imaginem, ter carta branca com uma mulher, transar sem camisinha... Poder gozar dentro é o sonho, e ainda mais sem o risco de engravidar. Finalmente o dia tinha chegado, e eu estava pronto pra comer aquela gostosa, e tudo estava planejado, e aconteceu algo que quase destruiu minha alma. — Ei, aconteceu uma coisa — ela me chamou cedo. — Acho que não vamos conseguir nos ver. — O que foi? — perguntei. — Acordei doente e não quero arriscar. Ali, todo o tempo investido, toda a sacanagem, tudo estava indo pro lixo. Pra mim, transar é importante, eu planejo esse tipo de coisa, ainda mais se é alguém que eu realmente quero comer. Mas não desisti e mostrei meu lado firme. — Ei, não é justo, a gente planejou isso por um tempão. — Deixa eu ver se tomo algo e te falo. O plano era o seguinte: ela tinha carro na época, eu não. Ela passaria perto da minha casa e iríamos para um motel perto do meu trabalho, mais ou menos às 11 da manhã. Eu sei que de noite é melhor, mas era o que dava, o que ambos conseguíamos. Umas meia hora depois, ela me diz que já está vindo me buscar, e pra eu esperar no lugar combinado. Só que eu já tava esperando há um tempão. Meia hora depois, ela chega, meio desarrumada pro marido não desconfiar. E me dá o lugar do motorista pra eu dirigir até o motel, já que eu sabia onde era. No caminho, a gente tava nervoso, feito dois adolescentes, mas empolgados porque íamos trepar.
Chegamos no tal motel e fechamos tudo, apagamos tudo. Era de dia e entrava um pouco de luz, o suficiente pra gente se ver perfeitamente. E começamos a nos beijar, devagar. Ela é meio desajeitada pra isso, então os beijos eram meio lentos, mas eu tava interessado naquele rabo... Pra mim, é uma coisa que toda mulher tem que ter grande, firme, lindo, e ela tinha: enorme, branco, macio. Enquanto a gente se beijava, eu amassava aquelas montanhas de carne, minhas mãos afundavam naquela pele linda. Os peitos dela eram grandes, lindos, macios. Chupá-los era uma delícia, e aquela gostosa madura me deixar fazer ela minha era um sonho.
Depois de um bom tempo de beijos e carícias, começamos a nos despir devagar. Primeiro a camiseta e a blusa, enquanto continuávamos nos beijando. O momento era delicioso. Quando tirei a calça dela, notei que ela tava com uma lingerie bonita, nada extravagante, era algo simples, mas naquele rabo parecia fio dental. Tirei o sutiã dela e finalmente saíram aqueles peitos lindos, mamilos bonitos, nem grandes nem feios, eram uns mamilos lindos. E, como bom homem, chupei tanto eles que me cansei, mas não tinha acabado. Eu queria comer aquele rabo, então joguei ela na cama e abri as pernas dela. Ela, meio sem jeito, se assusta e fala: — Ei, o que você vai fazer...? Eu não respondi, nem demorei, nem fui preguiçoso: afundei meu rosto naquele monumento lindo. Tinha um gosto delicioso, era um êxtase. Uma buceta pouco usada era minha... só minha.
Vou continuar no próximo capítulo. Deixem seus comentários e me apoiem com seus likes.


Chegamos no tal motel e fechamos tudo, apagamos tudo. Era de dia e entrava um pouco de luz, o suficiente pra gente se ver perfeitamente. E começamos a nos beijar, devagar. Ela é meio desajeitada pra isso, então os beijos eram meio lentos, mas eu tava interessado naquele rabo... Pra mim, é uma coisa que toda mulher tem que ter grande, firme, lindo, e ela tinha: enorme, branco, macio. Enquanto a gente se beijava, eu amassava aquelas montanhas de carne, minhas mãos afundavam naquela pele linda. Os peitos dela eram grandes, lindos, macios. Chupá-los era uma delícia, e aquela gostosa madura me deixar fazer ela minha era um sonho.
Depois de um bom tempo de beijos e carícias, começamos a nos despir devagar. Primeiro a camiseta e a blusa, enquanto continuávamos nos beijando. O momento era delicioso. Quando tirei a calça dela, notei que ela tava com uma lingerie bonita, nada extravagante, era algo simples, mas naquele rabo parecia fio dental. Tirei o sutiã dela e finalmente saíram aqueles peitos lindos, mamilos bonitos, nem grandes nem feios, eram uns mamilos lindos. E, como bom homem, chupei tanto eles que me cansei, mas não tinha acabado. Eu queria comer aquele rabo, então joguei ela na cama e abri as pernas dela. Ela, meio sem jeito, se assusta e fala: — Ei, o que você vai fazer...? Eu não respondi, nem demorei, nem fui preguiçoso: afundei meu rosto naquele monumento lindo. Tinha um gosto delicioso, era um êxtase. Uma buceta pouco usada era minha... só minha.
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