Olá, galera!!!!
Aqui trago a segunda e última (por enquanto) parte dessa história de MINHA AUTORIA.
Espero que vocês curtam...
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Olá a todos novamente. Pra quem não me conhece, meu nome é Teresa, tenho 46 anos e, depois de uma vida complicada, encontrei o amor nas mãos do meu neto Ignacio. Sou uma mulher esbelta, cabelo preto azulado meio ondulado e comprido abaixo das omoplatas, pele branca (com um pouco de pigmentação, como um bronzeado leve constante), olhos verdes, uma silhueta muito boa pra minha idade, mais ou menos tenho 110-65-93 de medidas.
Se quiserem saber como começou toda a história, procurem meu relato anterior onde expliquei ( http://www.poringa.net/posts/relatos/3353850/Bisabuela-de-mi-hijo.html#comment-161852 ). Aqui vou contar um acontecimento que rolou uns meses depois do nascimento da minha pequena Penélope (Penny).
Depois que meu amado “adotou” nossos filhos, tivemos mais liberdade pra ir a vários lugares. Embora nossa diferença de idade fosse notada, a gente não deixava de ser uma família com 2 filhos.
Numa sexta, quando voltei do colégio, Nacho me mandou uma mensagem dizendo que tinha uma surpresa pra mim. Eu não sabia o que esperar, até que ouvi ele entrando pela porta da frente.
I: Amor, cheguei. Cadê a mulher, mãe e avó mais gostosa do mundo?
T: Haha, você é demais... Também sou a bisavó mais linda do mundo... Tô na cozinha, amor, dando de mamar pro Miguel e pra Penny.
I: Já vou. – Dizendo isso, ouvi ele largar a mochila na sala e se aproximar da cozinha, onde eu estava. – Amor, trouxe um presentinho pra você, espero que goste, comprei com minhas economias.
T: Meu bem, não precisava ter se incomodado... O que é? – Nisso, vejo meu homem se ajoelhar ao meu lado e dizer –
I: Vó, meu amor, Teresa... – Ele tira um estojo do bolso e o abre na minha frente. – Você quer ser minha esposa?
T: Eu... Eu…
Não sabia o que dizer… Bom, na verdade sabia, só não saía. Fiquei pasada ao ver as alianças de ouro. Foi um balde de água fria pra mim, não porque não quisesse, mas porque não esperava. Então deixei a Penny no carrinho e falei:
T: SIIIIM, EU QUERO!
Na hora, o Nacho se levantou e pegou minha aliança. Eu estendi a mão esquerda e ele disse: “Teresa, com este anel eu te desposo, prometo te amar para sempre e eternamente”. Não aguentei e comecei a chorar; meu neto colocou a aliança na minha mão e me deu a mão esquerda dele pra eu fazer o mesmo, só que eu, de nervoso e felicidade, não consegui emitir som. Depois do ato, selamos nosso love com um beijo apaixonado. Infelizmente, como os bebês estavam acordados, não pudemos continuar celebrando, então decidimos seguir como um dia normal e à noite terminar como manda o figurino.
Lá pelas 21h, os bebês dormiram e eu fui pro leito matrimonial. Lá, meu marido me esperava com um pacotinho estranho: “Toma, love, te comprei o vestido de noiva”. Quando olhei direito, era um vestido erótico de noiva, ou seja, um corset, cinta-liga com as ligas, um véu e até um buquê pequeno. Olhei pro meu neto e fui no banheiro me vestir. Na hora de sair, meu neto colocou a marcha nupcial no celular. Devagar, fui me aproximando dele e falei: “Ainda gosta do que vê, love? Ainda gosta dessa velha toda judiada?” Ele respondeu que sim e que nunca me trocaria por nada nem ninguém, me abraçou e beijou com muito love, beijo que correspondi.
Devagar, fui beijando o pescoço dele e começando a tirar a roupa. Descendo pelo peito tonificado dele, até chegar na entreperna. Brinquei um pouco com a fivela do cinto e afrouxei, desabotoei a calça dele e, ao ir abaixando, saltou aquele pênis lindo, que me deu meus (até aquele momento) dois últimos filhos. Olhei pro meu amado com uma expressão safada e passei a língua naquela maravilhosa rola venosa. começo a masturbá-la e aos poucos inicio a chupada de pau (acho que até hoje ela lembra disso, hehe). Ignacio foi soltando gemidos leves, acompanhados por movimentos da pélvis e colocando uma mão na minha cabeça pra marcar o ritmo e a outra acariciando minha bochecha. Ouvir isso me fez ficar molhada e não consegui resistir, então levei uma das minhas mãos pra satisfazer parte dos meus desejos alojados entre minhas pernas, enquanto com a outra beliscava meus mamilos, fazendo sair gozo. Depois de um bom tempo, sinto que o pau do meu novo marido começa a ficar mais e mais duro, seus ovos a incharem e seus movimentos a ficarem um pouco mais brutos; ele estava prestes a gozar, então olhei pra ele e disse que, como sua nova mulher, queria que ele me desse de beber o gozo e voltei a enfiar aquele pênis delicioso na boca, ao que ele não resistiu por muito mais tempo e começou a ejacular dentro da minha boca, derramando todo o esperma até minha garganta. Não tinha mais espaço pra tanta porra e ele não parava; gozou tanto que escorria pela minha boca.
Não acabou por aí; depois disso, Ignacio me colocou de barriga pra cima, beijou meus lábios, onde instantes atrás escorria o sêmen dele, foi até meu ouvido e sussurrou: "é minha vez de te dar prazer". Só esse comentário já me fez ficar molhada. Ele beijou meu pescoço bem suavemente, enquanto com uma mão acariciava meu rosto, ombro e peito; começou a beijar meus mamilos e beber do meu gozo depois de alguns minutos, continuou descendo pela minha barriga, ainda meio deformada por causa das minhas duas gestações seguidas e porque na minha idade não me regenero como antes. Com os lábios e o nariz roçava minha pele, fazendo me arrepiar e arrepios percorrerem meu corpo até chegar ao meu Monte de Vênus; ali mesmo, abriu minhas pernas e delicadamente começou a lamber minha buceta. A língua dele era uma arma à qual meu clitóris não conseguia se defender, me fazendo explodir de prazer; aos poucos, começou a introduzir os dedos na minha buceta, enquanto com a boca bebia minhas fluidos. Ele fazia tão bem que não consegui segurar o gozo enquanto ele continuava brincando com a língua, bebeu todos os meus fluidos, meu leite. Me senti no limbo.
Meu homem se levanta, fica por cima de mim e lentamente começa a enfiar a cabeça do pau onde há tempo tinha saído a mãe dele. Nossa conexão é indescritível na hora de fazer amor, literalmente viramos um só ser em dois corpos que se complementam. Enquanto me penetrava, eu o envolvia com minhas pernas na cintura dele e ele me abraçava enquanto beijava meu pescoço e debaixo da minha orelha. Naquela noite não tivemos uma sessão de sexo, mas sim uma noite de amor, puro e sincero amor. Meu atual marido não parava de me dizer como eu era linda e tudo que eu valia pra ele, assim como eu fazia o mesmo. Devemos ter ficado umas 3 ou 4 horas fazendo amor, variando de posições, até que, exaustos, caímos rendidos. Completamente suados e eu cheia do sêmen do meu neto no meu cu e na minha buceta, dormimos.
Na manhã seguinte, fui a primeira a acordar. Miguel estava pedindo o café da manhã dele, me levantei e fui dar minha teta pra ele (como Penélope ainda estava amamentando, aproveitava e deixava ele também curtir meu leite). Nisso, percebo que ainda estava com meu "vestido de noiva" e que tinha restos de porra seca na minha buceta. Lembrando daquela noite linda, decidi dar uma surpresa pro meu neto... já que casamos, tínhamos que ter nossa "Lua de Mel", né?
Fui pro meu quarto e, sem soltar meu filho da minha teta, peguei o telefone. Quando desbloqueei, me deparo com um WhatsApp de voz da minha filha. Basicamente era um áudio de choro, mas o que consegui entender é que ela estava passando por uma crise no casamento dela com Pablo, porque tinha encontrado fotos e conversas com outras mulheres, não entendi direito. Naquele momento, tomei uma decisão: minha Lua de Mel vai ser em Madri, onde a Lúcia morava. Ela é minha filha, e por mais que eu tenha formado família com o filho dela, não posso abandoná-la. Liguei pro pediatra dos meus bebês pra ver se Teve algum problema pra levar eles, o que me disse que não era recomendável pra pequena Penny, mas que se era tão importante e urgente a gente ir naquela tarde ao consultório, que, como ficava na casa dele, abriria uma exceção pra nos atender no sábado e que, se eu quisesse, daria as vacinas correspondentes pro Nacho e pra mim. Não pensei nem um segundo e falei que a gente ia os 4 naquela tarde. Comecei a procurar passagens no celular, falei com umas companhias aéreas até achar uma muito boa, acordei o Nacho e contei o que tinha rolado. Nisso, vejo ele saindo do quarto, já esperando umas boas xingadas por não ter consultado ele, mas quando voltou, trouxe uma mala bem grande e disse: “Amor, me fala o que levar, você prepara os bebês pro pediatra e eu cuido da bagagem”.
Não podia acreditar, aquelas palavras encheram minha alma, agarrei ele pelo pescoço, agradeci e comi a boca dele. Falei que tinha comprado passagens pro dia seguinte e que a gente ia ficar mais ou menos uma semana, que ligasse pro instituto ou pra algum amigo e dissesse que a mãe dele teve um problema grave na Espanha e a gente teve que ir de urgência, falei que achava certo levar isso, já que lá tava terminando o verão, e fui pro quarto dos meninos. Quando terminei de arrumar eles, vi que o Nacho tava terminando de guardar a roupa na mala.
Lá pelas 16h, fomos pro consultório do pediatra, expliquei que minha filha tava grave e a gente precisava ir na hora. Como o médico nos conhece, não fez objeção, só deu umas orientações pra evitar problemas, principalmente por causa das mudanças de temperatura. No mesmo esquema, vacinou nós 4. Enquanto voltávamos no carro, começamos a conversar com o Ignacio.
T: Não esperava essa atitude sua.
I: Qual, vó?
T: A que você teve de manhã, de me apoiar sem questionar nada e me acompanhar.
I: Vó, quero que isso entre na sua cabeça. Você é minha mulher e eu sou seu marido. Vou te acompanhar sempre, assim como te apoiar. E nunca vou te deixar sozinha.
T: Valeu, meu amor, o mesmo vale pra você. Além disso, pensei em matar dois coelhos com uma cajadada só.
I: Como assim?
T: Ontem a gente casou, né? Então, tava pensando em ter nossa lua de mel e de quebra visitar sua mãe. Não te incomoda, não?
I: Cê acha mesmo que isso pode me incomodar? Abu, a gente tá falando que minha mãe tá em crise. Não importa se ela tá puta com a gente, ela é sua filha e minha mãe, a gente tem que estar com ela… e juntar essa visita com a lua de mel adorei a ideia.
Chegamos em casa, terminamos de arrumar os detalhes, chamamos um remeiro pra no dia seguinte nos levar pra Ezeiza. No outro dia, acordamos cedo, organizamos tudo e deixamos uma cópia das chaves com um amigo de total confiança do Nacho, pra ele dar uma passada se precisasse. Na hora marcada, o remeiro chegou e fomos pro aeroporto. O voo foi tranquilo, o pior foram as 12 horas de viagem, mas minha filha e a lua de mel valeram a pena. Ao pousar em Madri, pegamos um táxi até onde a Lucía mora. Eu não falei nada pra minha filha, e o Nacho também não sabia que a gente ia de surpresa. Descemos e fomos tocar a campainha da casa. Em um minuto, a porta abriu e apareceu a mãe do Ignacio, toda borrada de maquiagem, os olhos inchados. Ela tava bem acabada.
L: O que… o que vocês tão fazendo aqui?
T: Surpresa! Ouvi sua mensagem ontem, bem, anteontem, e não dava pra ficar de braços cruzados, então decidimos vir.
I: Claro, mãe, além disso, não dava pra te largar. Ela é sua filha, minha velha, e também sua sogra… hahaha
L: Que idiota… — Ela nos abraça — Venham, entrem.
A casa era linda, tinha um jardim muito bonito na entrada, era uma casa só de um andar, mas bem espaçosa, com 4 quartos e 2 banheiros. No fundo, tinha uma piscina bacana e, como bons argentinos, uma churrasqueira.
Ela pediu desculpas pela casa desarrumada, mas é que não esperava visitas. Mostrou 2 quartos (um pro Ignacio e pra mim, e o outro pra Penny e Migue).
L: E aí, me desculpa de novo pela bagunça, normalmente não tá assim.
T: Relaxa, filha, cê também não tinha que deixar a casa arrumada. Cadê minha netinha?
L: Tá com o pai, pedi pra ele dar um tempo fora. Falei que tava arrasada com o que aconteceu.
I: Mas… pai, ele falou alguma coisa? Pediu desculpa?
L: Só disse que não fez de propósito, que precisava sentir que ainda conseguia conquistar apesar da idade. Que não tava afim de ficar com outra mulher, só queria provar pra si mesmo que não tava "morto". Ou algo assim.
T: Ah, minha filha, entendo o que cê tá passando, fica tranquila, mamãe tá aqui.
I: E o pai… haha
L: Idiota, cê é meu filho, não importa o que cê faz com a minha mãe, antes de tudo cê é meu filho, entendeu? – E dá um tapa no ombro dele -.
I: Ai, sim, mãe. Entendi. Mas o que a gente não te contou é que… A vó e eu casamos.
L: Que porra cê falou, cara? – Me olha com cara de surpresa – Mãe, me fala que é brincadeira. Quem casou vocês?
T: Bom, Lu, não. A gente não casou, a gente "casou" anteontem. Tipo, não teve cerimônia, só trocamos nossos votos e o Nachito comprou essas alianças com a poupança dele.
L: Ok… Isso é meio estranho, um pouco mais estranho que antes… mas só um pouco… hahaha
T: Pois é, né, filha? Hahaha.
I: Mãe, me perdoa se eu te magoar com o que vou falar. Cê tem prova de que pai te traiu mesmo ou foram só as mensagens?
L: Não, Nachi, só as mensagens e as fotos. Por quê? Cê sabe de algo e não quer me contar?
I: Não, mãe, nem fodendo. Só lembro que uma vez conversei com o pai do Nicolau, meu colega de escola, porque peguei ele no flagra com a vizinha. E cê sabe que a mãe do Nico é bem gostosa, não tanto quanto você, mas é.
T: Cuidado com o que cê fala, amor, olha que cê tá falando da minha filha e da sua mãe.
I: Sim, vó, é que o Mário me disse que é meio necessário, às vezes em casais que tão juntos há tanto tempo. Ele falou que é bem comum dar uma escorregada nesse tipo de relação. relacionamentos. Não que elas não amem seus parceiros, mas é experimentar "ares novos" só por uma vez. Eu encarei como quando você vai ao Mostaza (é um lugar tipo o Mc daqui) e rouba uma batatinha do combo da pessoa com quem foi.
L: Claaaaro… mas ela podia ter me dito que as coisas não estavam bem.
T: Não, filha, pode ser que não tivesse nada de errado. Era só a rotina.
Nisso, Lucía desaba em choro e a gente tenta consolar ela. Depois que ela se acalmou, mudamos de assunto e tentamos ter conversas bem agradáveis. Já estava dando meia-noite e começamos a sentir um cansaço, não só pelo horário, mas pela tensão da viagem, mas mesmo assim decidimos tomar uns mates e bater papo. Dava pra ver que Ignacio queria pegar na minha mão, roçar em mim e mostrar um pouco de carinho, e nisso Lucía fala: "Se quiserem se beijar, fiquem à vontade, não se preocupem comigo, mesmo sendo minha mãe e meu filho, vocês também são um casal. A única coisa que peço é que se controlem e não transem na mesa na minha frente, haha". Nacho responde com um "Valeu, MÃE" e acaricia minha mão. Minha filha coloca no celular umas músicas que tocavam quando ela era pequena, tipo Batida de Coco. E a gente fica tomando uns mates enquanto ria e conversava.
Lá pelas 2 da manhã, já exaustos, fomos dormir. Claro que Nacho e eu fomos para a mesma cama e minha filha para o quarto dela. Meu neto tirou a roupa e ficou só de cueca, enquanto eu vesti uma camisola rosa, fiquei só de fio dental, sem sutiã. Parece que isso tirou o sono do Nacho e do "amiguinho" dele, porque assim que me deitei, ele se jogou em cima de mim e começou a me beijar no pescoço e a passar a mão em mim; e, bom, eu não sou de pedra, aquelas mãos e beijos me acenderam e eu me deixei levar. Comecei a beijar ele na boca e com minhas mãos percorri suas costas até que, quando cheguei na cueca dele, desci minhas mãos até o pau dele e comecei a masturbar ele. Ignacio separa a boca da minha para ir pros meus peitos, que estavam cheios de leite pronto. para alimentar nossos filhos, mas ele se adiantou e começou a chupar meus peitos e beber meu leite. Satisfeito, desceu até minha virilha, tirou minha calcinha fio-dental e, sem hesitar, dirigiu a boca pra minha buceta, a mesma buceta por onde saíram a mãe dele e os filhos dele.
Com as mãos, eu tentava tampar a boca pra minha filha não ouvir, mas meus gemidos eram incontroláveis. Nisso, sinto que vou gozar e seguro a cabeça do meu marido, fazendo ele lamber todos os meus fluidos até o orgasmo. Depois que ele já tinha bebido meus sucos, meu neto se levanta e se coloca em cima de mim, e vejo que ele ainda estava de cueca. Pergunto se ele não queria tirar, e ele respondeu: "E por que você não tira, vó?". Na hora, virei ele de barriga pra cima e, beijando da boca descendo pelo peito, fui até a pélvis dele. Quando libertei o pau daquela prisão de pano, comecei a beijar, passei a língua das bolas até a cabeça, puxei o prepúcio e meti aquela piroca magnânima na boca. Nacho segurou minha cabeça, marcando o ritmo e a profundidade, enquanto soltava uns gemidos leves de prazer. Já estava ficando sem saliva quando senti a uretra dele engrossar, me dando o sinal de que meu prêmio tão esperado estava chegando. Meu neto me puxou um pouco mais pelo cabelo e começou a se esvaziar dentro da minha boca. Não consigo descrever o gostoso que foi aquela noite, não sei se era porque eu tava feliz com a lua de mel ou se era porque a gente tava fazendo num lugar arriscado, mas aquela gozada foi magnífica.
Depois de receber tudo, mostro as "sementinhas" pro meu marido e engulo tudo enquanto vou me ajeitando em cima dele pra uma penetração gostosa. Beijei ele e me levantei pra ficar confortável enquanto ele apertava meus peitos, fazendo escorrer porra. Nisso, sinto algo na porta e, quando olho de canto, vejo ela ali, minha filha, Lucía, nos olhando e percebo que ela tava se tocando. Isso me excitou ainda mais, causando um orgasmo repentino. Nacho, sem saber o que tava rolando, se animou e agarrou minha bunda. Com uma mão, ele separa minhas nádegas e, com o dedo médio da outra, começa a brincar com meu cu. Proponho que ele me coma de quatro, ele não recusou, e assim que me penetra, olho pra onde Lucía tava e peço pro meu neto meter toda aquela carga de porra dentro de mim, coisa que não demorou, já que em alguns minutos ele se esvaziou em mim. Ignacio caiu desabado na cama e dormiu na hora, enquanto eu olhava de novo pra porta, minha filha ainda tava lá. Nisso, sinto um pouco de porra escorrendo da minha buceta, passo a mão pra pegar e, olhando pra mãe do meu amado, levo à boca e dou um sorriso pra ela, que me devolve, e com a mão me acena e fecha a porta.
Na manhã seguinte, Penélope me acorda pro café da manhã e, segundos depois, o irmão dela vem atrás. Então, como pude, levei os dois pra cozinha. Lá estava minha filha preparando o café.
T: Oi, filha, bom dia.
L: Bom dia, mãe... Como você dormiu? Quer um café com porra?
T: Bem, obrigada, Lu. E você? Sim, adoraria um café com porra.
L: Mãe, queria falar com você sobre ontem à noite, eu...
T: Fica tranquila, filha, sem problema. Eu devia ter me segurado, espero que não tenha ficado chateada.
L: Não, mãe, pelo contrário, me excitou de um jeito sem igual... Não sei o que deu em mim. Depois de ver vocês, tive que ir pro meu quarto e me masturbei umas 2 ou 3 vezes pra me satisfazer... Queria te perguntar uma coisa, como vocês fazem pra manter essa vida sexual?
T: Bom, filha... Não sei como te explicar, é algo quase natural, acho que É a pele que a gente tem, a gente tenta se manter ativo, com variações e com incentivos. Por quê?
L: É que, com o Pablo, aconteceu que aos poucos, desde que a Ludmila nasceu, senti que a chama se apagava, ou que os desejos diminuíam. A gente sempre tava cansado, eu com a casa, a menina e ele com o trabalho.
T: Mas me diz, Lu, vocês usavam brincadeiras, brinquedos ou situações diferentes?
L: Ah… é vergonhoso te falar isso, mas não, a gente até variava as posições, mas sempre era no nosso quarto, depois que a Ludmila dormia.
T: Agora entendi tudo, filha, esse é o motivo da chama ter ido se apagando, a rotina, a falta de criatividade ou de fazer coisas diferentes. É errado eu te dizer isso, porque é teu filho, mas com o Nachito a gente chegou até a transar enquanto eu dava de mamar pros teus irmãozinhos.
L: Ai, mãe, não acredito. Não, eu com o Pablo não conseguiria, teria vergonha. Mas não sei como me soltar, adoraria recuperar meu marido, sinto falta dele. Faria qualquer coisa pra tentar dar certo.
T: Tenho uma ideia pra você quebrar essa casca de vergonha, mas é algo drástico. Você realmente toparia qualquer coisa pelo Pablo?
L: Sim, mãe, o que é? O que você quer dizer com drástico?
Contei minha proposta pra ela, já era tarde pra voltar atrás. Então, naquela mesma noite, coloquei meu plano em prática.
O dia passou sem nenhum problema, saímos pra caminhar, a Lúcia nos levou pra conhecer mais da cidade, passeamos a tarde toda e voltamos pra janta. Jantamos normal, como qualquer família, dei de mamar pros meus bebês, coloquei eles pra dormir e cada um foi pro seu quarto. Quando fui me deitar, coloquei um conjunto que tinha comprado à tarde pro meu homem, enquanto ele mexia em celulares e coisas eletrônicas. Quando o Nacho, já deitado, me viu, não conseguiu disfarçar a excitação, que deu pra ver na cara e entre as pernas: "Uau, vó, como você tá gostosa, me deixa com muito tesão esse look em você", ele disse. Nisso, me aproximei dele de quatro, balançando meus peitos e beijando ele. Desde os pés, subindo pelas pernas, parei no pau dele (ainda dentro da cueca) e fiz um gesto de morder, olhando na cara do meu neto: continuei subindo e beijando a barriga dele, o peito, o pescoço, e quando cheguei na boca, enquanto a gente se fundia num beijo de amor apaixonado, enfio uma mão na roupa íntima dele e começo a bater uma pra ele. Ignacio soltava uns gemidos leves. Resolvi tirar a cueca dele pra poder tocar melhor, cheguei perto do ouvido dele e sussurrei: "Tenho um presente de casamento especial pra você. Quer?" Ele, com os olhos perdidos, balança a cabeça que sim. Aí levanto a cabeça e falo um pouco mais alto: "Pode entrar". Com essa ordem, meu marido olha pra porta e vê ela entrar — minha filha, a mãe dele, com um conjunto igual ao meu.
L: Ai, meu Deus, não acredito que meu menino cresceu tanto, não sei se vou aguentar…
I: Mãe?
T: Agora ela é seu presente de casamento, amor. Esta noite vamos te satisfazer. Lu, vem, quebra a casca e me dá um beijo. — Tentando ser o mais sexy possível (dava pra ver que ela tava se esforçando), ela vem rastejando na cama até mim e me beija. — Agora vai nele, que também vai te libertar, assim como fez comigo.
I: Mãe, não precisa fazer nada, não se sinta obrigada… — Lúcia cala meu neto com um beijo apaixonado, e ele corresponde.
L: Ninguém me obriga a nada, é algo que eu quero.
Aos poucos, ela começa a beijar o filho, assim como eu faço. Pra ajudar, pego a mão dela e guio até a pica enorme do Nacho. Não sei o que ela sentiu, mas a cara dela mudou completamente; com a mão livre, ela segura minha nuca e me beija desesperadamente enquanto com a outra mão começa a masturbar o primogênito dela. Depois do beijo, ela vai direto pra pica do meu neto e começa a chupar. Nacho gemia de prazer, olhou pra mim e também me beijou, enquanto levava uma das mãos pra minha entreperna.
Perdidas na luxúria, eu e Lúcia tiramos o conjunto e ficamos peladas, nos beijamos, e agora eu fui pra aquela pica linda, enquanto minha filha, aproveitando a situação, começou a lamber minha buceta. Eu não podia estar mais excitada, naquele momento não aguentei e tive um orgasmo, que minha filha bebeu. “Agora é minha vez, gostosa”, falei pra mãe do meu homem, e joguei ela na cama, abri as pernas dela e comecei o cunnilingus. Meu neto não perdeu a oportunidade e se posicionou atrás de mim, encostando a glande na entrada da minha buceta. Devagar, foi enfiando, não teve dificuldade porque eu tava toda melada.
Eu gozava igual uma puta no cio sendo penetrada pelo meu amado neto e bebendo o néctar da buceta da minha filha. Lúcia beliscava os próprios mamilos e gemia, de repente sinto as estocadas mais profundas e fortes, e depois de algumas enfiadas senti a descarga do meu amor dentro do meu útero. Ele tira. Ele meteu o pau e colocou na boca da mãe dele pra ela limpar. Quando terminou, a gente trocou de posição de novo, dessa vez o Nacho tava de barriga pra cima na cama, a Lucía, sem perder tempo, subiu em cima dele na hora, encaixando a cabeça da pica do Ignacio na entrada da buceta dela. Devagarzinho foi enfiando até o talo. Meu homem começou a gemer, junto com a minha filha, então decidi calar os dois. Nela, eu dava beijos e mantinha a língua e a boca ocupadas, e com o Ignacio, eu me abaixei o máximo que dava e deixava ele mamar leite dos meus peitos.
Assim ficamos um tempão, alternando umas coisas, claro. Até que num momento sinto que tava chegando a hora, me afastei pra deixar eles um pouco sozinhos e vi os dois, se fundindo num orgasmo simultâneo. Ignacio, meu neto, enchendo a buceta da mãe dele, Lucía, com as sementes dele; e ela, minha filha, recebendo tudo com um orgasmo que terminou em espasmos e com os dois se beijando. Depois que o ato acabou, nós três ficamos na cama, o Nacho no meio e a gente abraçando ele. "Valeu, vó, por esse presente maravilhoso, te amo", meu neto falou e, na sequência, apagou.
Na manhã seguinte, sinto uma mão acariciando a minha, que tava em cima do peito do Ignacio, era minha filha me olhando e só mexendo os lábios dizendo "Obrigada". Aí eu perguntei "Quer uma rodada matinal?" e ela sorriu e aceitou. Nós duas começamos e partimos pra um boquete no nosso homem pra "acordar ele", coisa que não demorou nada. Assim que acordou, botamos a mão na massa pra repetir a façanha noturna. Trocamos as posições e gozamos de novo nós três numa relação bem gostosa.
Os dias passaram e todo dia a gente repetia a rotina matinal e noturna, vale dizer que ele sempre deixava os "soldadinhos" dele nas nossas "bases".
No dia em que tínhamos que voltar, vimos o carro do Pablo estacionar na porta de casa. "Pedi pra ele voltar, que sentia falta dele e perdoava, que queria que a gente desse certo", disse Lucía, e tanto eu quanto o Ignacio ficamos muito felizes por isso ter acontecido. Assim, as duas últimas noites passamos todos juntos em família. No dia da nossa volta, eles nos levaram ao aeroporto e nos despedimos muito felizes, com a promessa de nos vermos em breve em Buenos Aires.
Ao chegar em casa, tivemos que nos atualizar: Nacho voltou pros estudos e eu pro trabalho. Os dias passaram, nossa relação de marido e mulher voltou ao normal, só que... Minha menstruação não vinha. Fui na farmácia e comprei três testes de gravidez de marcas diferentes, já que durante todas as férias a gente não se cuidou. Na hora de fazer os testes, liguei pra Lucía pra contar, porque a gente ficou muito unida. Ela me disse que também comprou três testes, já que não confiava em um só, porque a menstruação dela também não desceu. Decidimos fazer o exame juntas ao mesmo tempo: ela na Espanha e eu na Argentina, tudo enquanto conversávamos por videochamada. Seguimos as instruções e esperamos os resultados.
As duas tivemos os três testes "Positivo" — estávamos grávidas. No meu caso, não tinha dúvida nenhuma de quem era o pai, mas no caso dela eu tinha uma dúvida, que Lucía tirou rapidinho. Ela me disse que só conseguiu transar com Pablo na semana passada, ou seja, uma semana depois da nossa partida. As duas estávamos eufóricas de felicidade. No meio da gritaria, Ignacio se aproximou pra perguntar o que estava rolando. "Sua mãe e eu estamos grávidas. Você vai ser pai em dose dupla." A cara do meu neto foi como se tivéssemos jogado um balde de água fria na cabeça dele, mas ele aceitou muito bem. Lucía fez Pablo acreditar que o bebê era dele, então não houve problema nenhum.
O tempo foi passando, Lucía quis ter o bebê dela em... Argentina, então ela viajou pra cá umas semanas antes; o Pablo ficou fechando uns trampos e viria com a Ludmila. Vale dizer que, na visita dela, no nosso estado de gravidez, nós duas tava com os hormônios a mil, então nosso homem teve que dar conta de nós duas, coitado, deixamos ele seco.
Uma terça-feira eu rompi a bolsa, então nós três saímos correndo pro hospital, avisamos o Pablo, que tava prestes a pegar o voo pra cá. Na hora do parto, o Nacho ficou comigo, enquanto a Lucía tava sendo internada pra programar o parto dela. O Nacho já tava acostumado com isso, já era a terceira vez que ele passava por isso. Os médicos falavam pra eu fazer força, e eu fazia, meu marido segurava minha mão, e de repente eu ouço um choro: "Parabéns, é uma menina! Qual vai ser o nome?" "Christine, ela vai se chamar Christine", disse o Ignacio. "Muito bem, papai, corta o cordão da Christine" (por sorte, a idade do meu neto não dava pra perceber por causa da máscara). Levaram a menina pra limpar, medir e fazer exames, e me mandaram pro quarto. Nisso, fico sabendo que a Lucía tinha entrado em trabalho de parto e meu neto foi ajudar ela. Ela teve um menino, que chamaram de Carlos. Daqui a pouco trazem a Lucía, e depois o Carlos e a Christine. Nisso, aparece o Ignacio com dois buquês de flores e dois ursinhos pros bebês.
T: Aqui está o pai maravilha
L: Filho maravilha também. Filho, aqui estão teus dois filhos: teu filho com tua mãe e tua filha com tua avó.
I: A partir de agora, vamos ser todos mais unidos… Amo vocês.
No dia seguinte, o Pablo chegou pra ver a "cunhada" (e neta) e o "filho" (e neto). Foi um reencontro muito lindo, muitas risadas, muitos presentes pros bebês. Senti que se formou uma conexão de pai e filho mais forte entre o Pablo e o Ignacio, eles começaram a conversar mais e a se entender um pouco. Eu tava muito feliz, tinha meu 4º filho (3ª mulher) nos meus braços. Tanto ela quanto o Carlos foram o fruto do amor de três gerações que perderam os preconceitos e tabus e se deixaram levar pelo amor e pelo desejo mútuo.
Dois dias depois dos partos, nos deram alta, porque nem os bebês nem a gente teve qualquer problema, e, umas semanas depois, a Lucía, a Ludmila, o Carlos e o Pablo voltaram pra Espanha.
O casamento com meu neto continua maravilhoso, e a Lucía e o Pablo estão mais Unidos como nunca. Por enquanto, eu continuo tendo meus períodos normais, o que, por um lado, me assusta por causa do garanhão que tenho como marido, mas por outro me deixa feliz, já que poderíamos aumentar a família de novo; claro que não por agora, porque prefiro que os três bebês cresçam um pouco mais (comecei a tomar anticoncepcionais), mas para o futuro, quem sabe…
Qualquer novidade, vou contando pra vocês. Obrigada por ler.
Aqui trago a segunda e última (por enquanto) parte dessa história de MINHA AUTORIA.
Espero que vocês curtam...
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Olá a todos novamente. Pra quem não me conhece, meu nome é Teresa, tenho 46 anos e, depois de uma vida complicada, encontrei o amor nas mãos do meu neto Ignacio. Sou uma mulher esbelta, cabelo preto azulado meio ondulado e comprido abaixo das omoplatas, pele branca (com um pouco de pigmentação, como um bronzeado leve constante), olhos verdes, uma silhueta muito boa pra minha idade, mais ou menos tenho 110-65-93 de medidas.
Se quiserem saber como começou toda a história, procurem meu relato anterior onde expliquei ( http://www.poringa.net/posts/relatos/3353850/Bisabuela-de-mi-hijo.html#comment-161852 ). Aqui vou contar um acontecimento que rolou uns meses depois do nascimento da minha pequena Penélope (Penny).
Depois que meu amado “adotou” nossos filhos, tivemos mais liberdade pra ir a vários lugares. Embora nossa diferença de idade fosse notada, a gente não deixava de ser uma família com 2 filhos.
Numa sexta, quando voltei do colégio, Nacho me mandou uma mensagem dizendo que tinha uma surpresa pra mim. Eu não sabia o que esperar, até que ouvi ele entrando pela porta da frente.
I: Amor, cheguei. Cadê a mulher, mãe e avó mais gostosa do mundo?
T: Haha, você é demais... Também sou a bisavó mais linda do mundo... Tô na cozinha, amor, dando de mamar pro Miguel e pra Penny.
I: Já vou. – Dizendo isso, ouvi ele largar a mochila na sala e se aproximar da cozinha, onde eu estava. – Amor, trouxe um presentinho pra você, espero que goste, comprei com minhas economias.
T: Meu bem, não precisava ter se incomodado... O que é? – Nisso, vejo meu homem se ajoelhar ao meu lado e dizer –
I: Vó, meu amor, Teresa... – Ele tira um estojo do bolso e o abre na minha frente. – Você quer ser minha esposa?
T: Eu... Eu…
Não sabia o que dizer… Bom, na verdade sabia, só não saía. Fiquei pasada ao ver as alianças de ouro. Foi um balde de água fria pra mim, não porque não quisesse, mas porque não esperava. Então deixei a Penny no carrinho e falei:
T: SIIIIM, EU QUERO!
Na hora, o Nacho se levantou e pegou minha aliança. Eu estendi a mão esquerda e ele disse: “Teresa, com este anel eu te desposo, prometo te amar para sempre e eternamente”. Não aguentei e comecei a chorar; meu neto colocou a aliança na minha mão e me deu a mão esquerda dele pra eu fazer o mesmo, só que eu, de nervoso e felicidade, não consegui emitir som. Depois do ato, selamos nosso love com um beijo apaixonado. Infelizmente, como os bebês estavam acordados, não pudemos continuar celebrando, então decidimos seguir como um dia normal e à noite terminar como manda o figurino.
Lá pelas 21h, os bebês dormiram e eu fui pro leito matrimonial. Lá, meu marido me esperava com um pacotinho estranho: “Toma, love, te comprei o vestido de noiva”. Quando olhei direito, era um vestido erótico de noiva, ou seja, um corset, cinta-liga com as ligas, um véu e até um buquê pequeno. Olhei pro meu neto e fui no banheiro me vestir. Na hora de sair, meu neto colocou a marcha nupcial no celular. Devagar, fui me aproximando dele e falei: “Ainda gosta do que vê, love? Ainda gosta dessa velha toda judiada?” Ele respondeu que sim e que nunca me trocaria por nada nem ninguém, me abraçou e beijou com muito love, beijo que correspondi.
Devagar, fui beijando o pescoço dele e começando a tirar a roupa. Descendo pelo peito tonificado dele, até chegar na entreperna. Brinquei um pouco com a fivela do cinto e afrouxei, desabotoei a calça dele e, ao ir abaixando, saltou aquele pênis lindo, que me deu meus (até aquele momento) dois últimos filhos. Olhei pro meu amado com uma expressão safada e passei a língua naquela maravilhosa rola venosa. começo a masturbá-la e aos poucos inicio a chupada de pau (acho que até hoje ela lembra disso, hehe). Ignacio foi soltando gemidos leves, acompanhados por movimentos da pélvis e colocando uma mão na minha cabeça pra marcar o ritmo e a outra acariciando minha bochecha. Ouvir isso me fez ficar molhada e não consegui resistir, então levei uma das minhas mãos pra satisfazer parte dos meus desejos alojados entre minhas pernas, enquanto com a outra beliscava meus mamilos, fazendo sair gozo. Depois de um bom tempo, sinto que o pau do meu novo marido começa a ficar mais e mais duro, seus ovos a incharem e seus movimentos a ficarem um pouco mais brutos; ele estava prestes a gozar, então olhei pra ele e disse que, como sua nova mulher, queria que ele me desse de beber o gozo e voltei a enfiar aquele pênis delicioso na boca, ao que ele não resistiu por muito mais tempo e começou a ejacular dentro da minha boca, derramando todo o esperma até minha garganta. Não tinha mais espaço pra tanta porra e ele não parava; gozou tanto que escorria pela minha boca.
Não acabou por aí; depois disso, Ignacio me colocou de barriga pra cima, beijou meus lábios, onde instantes atrás escorria o sêmen dele, foi até meu ouvido e sussurrou: "é minha vez de te dar prazer". Só esse comentário já me fez ficar molhada. Ele beijou meu pescoço bem suavemente, enquanto com uma mão acariciava meu rosto, ombro e peito; começou a beijar meus mamilos e beber do meu gozo depois de alguns minutos, continuou descendo pela minha barriga, ainda meio deformada por causa das minhas duas gestações seguidas e porque na minha idade não me regenero como antes. Com os lábios e o nariz roçava minha pele, fazendo me arrepiar e arrepios percorrerem meu corpo até chegar ao meu Monte de Vênus; ali mesmo, abriu minhas pernas e delicadamente começou a lamber minha buceta. A língua dele era uma arma à qual meu clitóris não conseguia se defender, me fazendo explodir de prazer; aos poucos, começou a introduzir os dedos na minha buceta, enquanto com a boca bebia minhas fluidos. Ele fazia tão bem que não consegui segurar o gozo enquanto ele continuava brincando com a língua, bebeu todos os meus fluidos, meu leite. Me senti no limbo.
Meu homem se levanta, fica por cima de mim e lentamente começa a enfiar a cabeça do pau onde há tempo tinha saído a mãe dele. Nossa conexão é indescritível na hora de fazer amor, literalmente viramos um só ser em dois corpos que se complementam. Enquanto me penetrava, eu o envolvia com minhas pernas na cintura dele e ele me abraçava enquanto beijava meu pescoço e debaixo da minha orelha. Naquela noite não tivemos uma sessão de sexo, mas sim uma noite de amor, puro e sincero amor. Meu atual marido não parava de me dizer como eu era linda e tudo que eu valia pra ele, assim como eu fazia o mesmo. Devemos ter ficado umas 3 ou 4 horas fazendo amor, variando de posições, até que, exaustos, caímos rendidos. Completamente suados e eu cheia do sêmen do meu neto no meu cu e na minha buceta, dormimos.
Na manhã seguinte, fui a primeira a acordar. Miguel estava pedindo o café da manhã dele, me levantei e fui dar minha teta pra ele (como Penélope ainda estava amamentando, aproveitava e deixava ele também curtir meu leite). Nisso, percebo que ainda estava com meu "vestido de noiva" e que tinha restos de porra seca na minha buceta. Lembrando daquela noite linda, decidi dar uma surpresa pro meu neto... já que casamos, tínhamos que ter nossa "Lua de Mel", né?
Fui pro meu quarto e, sem soltar meu filho da minha teta, peguei o telefone. Quando desbloqueei, me deparo com um WhatsApp de voz da minha filha. Basicamente era um áudio de choro, mas o que consegui entender é que ela estava passando por uma crise no casamento dela com Pablo, porque tinha encontrado fotos e conversas com outras mulheres, não entendi direito. Naquele momento, tomei uma decisão: minha Lua de Mel vai ser em Madri, onde a Lúcia morava. Ela é minha filha, e por mais que eu tenha formado família com o filho dela, não posso abandoná-la. Liguei pro pediatra dos meus bebês pra ver se Teve algum problema pra levar eles, o que me disse que não era recomendável pra pequena Penny, mas que se era tão importante e urgente a gente ir naquela tarde ao consultório, que, como ficava na casa dele, abriria uma exceção pra nos atender no sábado e que, se eu quisesse, daria as vacinas correspondentes pro Nacho e pra mim. Não pensei nem um segundo e falei que a gente ia os 4 naquela tarde. Comecei a procurar passagens no celular, falei com umas companhias aéreas até achar uma muito boa, acordei o Nacho e contei o que tinha rolado. Nisso, vejo ele saindo do quarto, já esperando umas boas xingadas por não ter consultado ele, mas quando voltou, trouxe uma mala bem grande e disse: “Amor, me fala o que levar, você prepara os bebês pro pediatra e eu cuido da bagagem”.
Não podia acreditar, aquelas palavras encheram minha alma, agarrei ele pelo pescoço, agradeci e comi a boca dele. Falei que tinha comprado passagens pro dia seguinte e que a gente ia ficar mais ou menos uma semana, que ligasse pro instituto ou pra algum amigo e dissesse que a mãe dele teve um problema grave na Espanha e a gente teve que ir de urgência, falei que achava certo levar isso, já que lá tava terminando o verão, e fui pro quarto dos meninos. Quando terminei de arrumar eles, vi que o Nacho tava terminando de guardar a roupa na mala.
Lá pelas 16h, fomos pro consultório do pediatra, expliquei que minha filha tava grave e a gente precisava ir na hora. Como o médico nos conhece, não fez objeção, só deu umas orientações pra evitar problemas, principalmente por causa das mudanças de temperatura. No mesmo esquema, vacinou nós 4. Enquanto voltávamos no carro, começamos a conversar com o Ignacio.
T: Não esperava essa atitude sua.
I: Qual, vó?
T: A que você teve de manhã, de me apoiar sem questionar nada e me acompanhar.
I: Vó, quero que isso entre na sua cabeça. Você é minha mulher e eu sou seu marido. Vou te acompanhar sempre, assim como te apoiar. E nunca vou te deixar sozinha.
T: Valeu, meu amor, o mesmo vale pra você. Além disso, pensei em matar dois coelhos com uma cajadada só.
I: Como assim?
T: Ontem a gente casou, né? Então, tava pensando em ter nossa lua de mel e de quebra visitar sua mãe. Não te incomoda, não?
I: Cê acha mesmo que isso pode me incomodar? Abu, a gente tá falando que minha mãe tá em crise. Não importa se ela tá puta com a gente, ela é sua filha e minha mãe, a gente tem que estar com ela… e juntar essa visita com a lua de mel adorei a ideia.
Chegamos em casa, terminamos de arrumar os detalhes, chamamos um remeiro pra no dia seguinte nos levar pra Ezeiza. No outro dia, acordamos cedo, organizamos tudo e deixamos uma cópia das chaves com um amigo de total confiança do Nacho, pra ele dar uma passada se precisasse. Na hora marcada, o remeiro chegou e fomos pro aeroporto. O voo foi tranquilo, o pior foram as 12 horas de viagem, mas minha filha e a lua de mel valeram a pena. Ao pousar em Madri, pegamos um táxi até onde a Lucía mora. Eu não falei nada pra minha filha, e o Nacho também não sabia que a gente ia de surpresa. Descemos e fomos tocar a campainha da casa. Em um minuto, a porta abriu e apareceu a mãe do Ignacio, toda borrada de maquiagem, os olhos inchados. Ela tava bem acabada.
L: O que… o que vocês tão fazendo aqui?
T: Surpresa! Ouvi sua mensagem ontem, bem, anteontem, e não dava pra ficar de braços cruzados, então decidimos vir.
I: Claro, mãe, além disso, não dava pra te largar. Ela é sua filha, minha velha, e também sua sogra… hahaha
L: Que idiota… — Ela nos abraça — Venham, entrem.
A casa era linda, tinha um jardim muito bonito na entrada, era uma casa só de um andar, mas bem espaçosa, com 4 quartos e 2 banheiros. No fundo, tinha uma piscina bacana e, como bons argentinos, uma churrasqueira.
Ela pediu desculpas pela casa desarrumada, mas é que não esperava visitas. Mostrou 2 quartos (um pro Ignacio e pra mim, e o outro pra Penny e Migue).
L: E aí, me desculpa de novo pela bagunça, normalmente não tá assim.
T: Relaxa, filha, cê também não tinha que deixar a casa arrumada. Cadê minha netinha?
L: Tá com o pai, pedi pra ele dar um tempo fora. Falei que tava arrasada com o que aconteceu.
I: Mas… pai, ele falou alguma coisa? Pediu desculpa?
L: Só disse que não fez de propósito, que precisava sentir que ainda conseguia conquistar apesar da idade. Que não tava afim de ficar com outra mulher, só queria provar pra si mesmo que não tava "morto". Ou algo assim.
T: Ah, minha filha, entendo o que cê tá passando, fica tranquila, mamãe tá aqui.
I: E o pai… haha
L: Idiota, cê é meu filho, não importa o que cê faz com a minha mãe, antes de tudo cê é meu filho, entendeu? – E dá um tapa no ombro dele -.
I: Ai, sim, mãe. Entendi. Mas o que a gente não te contou é que… A vó e eu casamos.
L: Que porra cê falou, cara? – Me olha com cara de surpresa – Mãe, me fala que é brincadeira. Quem casou vocês?
T: Bom, Lu, não. A gente não casou, a gente "casou" anteontem. Tipo, não teve cerimônia, só trocamos nossos votos e o Nachito comprou essas alianças com a poupança dele.
L: Ok… Isso é meio estranho, um pouco mais estranho que antes… mas só um pouco… hahaha
T: Pois é, né, filha? Hahaha.
I: Mãe, me perdoa se eu te magoar com o que vou falar. Cê tem prova de que pai te traiu mesmo ou foram só as mensagens?
L: Não, Nachi, só as mensagens e as fotos. Por quê? Cê sabe de algo e não quer me contar?
I: Não, mãe, nem fodendo. Só lembro que uma vez conversei com o pai do Nicolau, meu colega de escola, porque peguei ele no flagra com a vizinha. E cê sabe que a mãe do Nico é bem gostosa, não tanto quanto você, mas é.
T: Cuidado com o que cê fala, amor, olha que cê tá falando da minha filha e da sua mãe.
I: Sim, vó, é que o Mário me disse que é meio necessário, às vezes em casais que tão juntos há tanto tempo. Ele falou que é bem comum dar uma escorregada nesse tipo de relação. relacionamentos. Não que elas não amem seus parceiros, mas é experimentar "ares novos" só por uma vez. Eu encarei como quando você vai ao Mostaza (é um lugar tipo o Mc daqui) e rouba uma batatinha do combo da pessoa com quem foi.
L: Claaaaro… mas ela podia ter me dito que as coisas não estavam bem.
T: Não, filha, pode ser que não tivesse nada de errado. Era só a rotina.
Nisso, Lucía desaba em choro e a gente tenta consolar ela. Depois que ela se acalmou, mudamos de assunto e tentamos ter conversas bem agradáveis. Já estava dando meia-noite e começamos a sentir um cansaço, não só pelo horário, mas pela tensão da viagem, mas mesmo assim decidimos tomar uns mates e bater papo. Dava pra ver que Ignacio queria pegar na minha mão, roçar em mim e mostrar um pouco de carinho, e nisso Lucía fala: "Se quiserem se beijar, fiquem à vontade, não se preocupem comigo, mesmo sendo minha mãe e meu filho, vocês também são um casal. A única coisa que peço é que se controlem e não transem na mesa na minha frente, haha". Nacho responde com um "Valeu, MÃE" e acaricia minha mão. Minha filha coloca no celular umas músicas que tocavam quando ela era pequena, tipo Batida de Coco. E a gente fica tomando uns mates enquanto ria e conversava.
Lá pelas 2 da manhã, já exaustos, fomos dormir. Claro que Nacho e eu fomos para a mesma cama e minha filha para o quarto dela. Meu neto tirou a roupa e ficou só de cueca, enquanto eu vesti uma camisola rosa, fiquei só de fio dental, sem sutiã. Parece que isso tirou o sono do Nacho e do "amiguinho" dele, porque assim que me deitei, ele se jogou em cima de mim e começou a me beijar no pescoço e a passar a mão em mim; e, bom, eu não sou de pedra, aquelas mãos e beijos me acenderam e eu me deixei levar. Comecei a beijar ele na boca e com minhas mãos percorri suas costas até que, quando cheguei na cueca dele, desci minhas mãos até o pau dele e comecei a masturbar ele. Ignacio separa a boca da minha para ir pros meus peitos, que estavam cheios de leite pronto. para alimentar nossos filhos, mas ele se adiantou e começou a chupar meus peitos e beber meu leite. Satisfeito, desceu até minha virilha, tirou minha calcinha fio-dental e, sem hesitar, dirigiu a boca pra minha buceta, a mesma buceta por onde saíram a mãe dele e os filhos dele.
Com as mãos, eu tentava tampar a boca pra minha filha não ouvir, mas meus gemidos eram incontroláveis. Nisso, sinto que vou gozar e seguro a cabeça do meu marido, fazendo ele lamber todos os meus fluidos até o orgasmo. Depois que ele já tinha bebido meus sucos, meu neto se levanta e se coloca em cima de mim, e vejo que ele ainda estava de cueca. Pergunto se ele não queria tirar, e ele respondeu: "E por que você não tira, vó?". Na hora, virei ele de barriga pra cima e, beijando da boca descendo pelo peito, fui até a pélvis dele. Quando libertei o pau daquela prisão de pano, comecei a beijar, passei a língua das bolas até a cabeça, puxei o prepúcio e meti aquela piroca magnânima na boca. Nacho segurou minha cabeça, marcando o ritmo e a profundidade, enquanto soltava uns gemidos leves de prazer. Já estava ficando sem saliva quando senti a uretra dele engrossar, me dando o sinal de que meu prêmio tão esperado estava chegando. Meu neto me puxou um pouco mais pelo cabelo e começou a se esvaziar dentro da minha boca. Não consigo descrever o gostoso que foi aquela noite, não sei se era porque eu tava feliz com a lua de mel ou se era porque a gente tava fazendo num lugar arriscado, mas aquela gozada foi magnífica.
Depois de receber tudo, mostro as "sementinhas" pro meu marido e engulo tudo enquanto vou me ajeitando em cima dele pra uma penetração gostosa. Beijei ele e me levantei pra ficar confortável enquanto ele apertava meus peitos, fazendo escorrer porra. Nisso, sinto algo na porta e, quando olho de canto, vejo ela ali, minha filha, Lucía, nos olhando e percebo que ela tava se tocando. Isso me excitou ainda mais, causando um orgasmo repentino. Nacho, sem saber o que tava rolando, se animou e agarrou minha bunda. Com uma mão, ele separa minhas nádegas e, com o dedo médio da outra, começa a brincar com meu cu. Proponho que ele me coma de quatro, ele não recusou, e assim que me penetra, olho pra onde Lucía tava e peço pro meu neto meter toda aquela carga de porra dentro de mim, coisa que não demorou, já que em alguns minutos ele se esvaziou em mim. Ignacio caiu desabado na cama e dormiu na hora, enquanto eu olhava de novo pra porta, minha filha ainda tava lá. Nisso, sinto um pouco de porra escorrendo da minha buceta, passo a mão pra pegar e, olhando pra mãe do meu amado, levo à boca e dou um sorriso pra ela, que me devolve, e com a mão me acena e fecha a porta.Na manhã seguinte, Penélope me acorda pro café da manhã e, segundos depois, o irmão dela vem atrás. Então, como pude, levei os dois pra cozinha. Lá estava minha filha preparando o café.
T: Oi, filha, bom dia.
L: Bom dia, mãe... Como você dormiu? Quer um café com porra?
T: Bem, obrigada, Lu. E você? Sim, adoraria um café com porra.
L: Mãe, queria falar com você sobre ontem à noite, eu...
T: Fica tranquila, filha, sem problema. Eu devia ter me segurado, espero que não tenha ficado chateada.
L: Não, mãe, pelo contrário, me excitou de um jeito sem igual... Não sei o que deu em mim. Depois de ver vocês, tive que ir pro meu quarto e me masturbei umas 2 ou 3 vezes pra me satisfazer... Queria te perguntar uma coisa, como vocês fazem pra manter essa vida sexual?
T: Bom, filha... Não sei como te explicar, é algo quase natural, acho que É a pele que a gente tem, a gente tenta se manter ativo, com variações e com incentivos. Por quê?
L: É que, com o Pablo, aconteceu que aos poucos, desde que a Ludmila nasceu, senti que a chama se apagava, ou que os desejos diminuíam. A gente sempre tava cansado, eu com a casa, a menina e ele com o trabalho.
T: Mas me diz, Lu, vocês usavam brincadeiras, brinquedos ou situações diferentes?
L: Ah… é vergonhoso te falar isso, mas não, a gente até variava as posições, mas sempre era no nosso quarto, depois que a Ludmila dormia.
T: Agora entendi tudo, filha, esse é o motivo da chama ter ido se apagando, a rotina, a falta de criatividade ou de fazer coisas diferentes. É errado eu te dizer isso, porque é teu filho, mas com o Nachito a gente chegou até a transar enquanto eu dava de mamar pros teus irmãozinhos.
L: Ai, mãe, não acredito. Não, eu com o Pablo não conseguiria, teria vergonha. Mas não sei como me soltar, adoraria recuperar meu marido, sinto falta dele. Faria qualquer coisa pra tentar dar certo.
T: Tenho uma ideia pra você quebrar essa casca de vergonha, mas é algo drástico. Você realmente toparia qualquer coisa pelo Pablo?
L: Sim, mãe, o que é? O que você quer dizer com drástico?
Contei minha proposta pra ela, já era tarde pra voltar atrás. Então, naquela mesma noite, coloquei meu plano em prática.
O dia passou sem nenhum problema, saímos pra caminhar, a Lúcia nos levou pra conhecer mais da cidade, passeamos a tarde toda e voltamos pra janta. Jantamos normal, como qualquer família, dei de mamar pros meus bebês, coloquei eles pra dormir e cada um foi pro seu quarto. Quando fui me deitar, coloquei um conjunto que tinha comprado à tarde pro meu homem, enquanto ele mexia em celulares e coisas eletrônicas. Quando o Nacho, já deitado, me viu, não conseguiu disfarçar a excitação, que deu pra ver na cara e entre as pernas: "Uau, vó, como você tá gostosa, me deixa com muito tesão esse look em você", ele disse. Nisso, me aproximei dele de quatro, balançando meus peitos e beijando ele. Desde os pés, subindo pelas pernas, parei no pau dele (ainda dentro da cueca) e fiz um gesto de morder, olhando na cara do meu neto: continuei subindo e beijando a barriga dele, o peito, o pescoço, e quando cheguei na boca, enquanto a gente se fundia num beijo de amor apaixonado, enfio uma mão na roupa íntima dele e começo a bater uma pra ele. Ignacio soltava uns gemidos leves. Resolvi tirar a cueca dele pra poder tocar melhor, cheguei perto do ouvido dele e sussurrei: "Tenho um presente de casamento especial pra você. Quer?" Ele, com os olhos perdidos, balança a cabeça que sim. Aí levanto a cabeça e falo um pouco mais alto: "Pode entrar". Com essa ordem, meu marido olha pra porta e vê ela entrar — minha filha, a mãe dele, com um conjunto igual ao meu.
L: Ai, meu Deus, não acredito que meu menino cresceu tanto, não sei se vou aguentar… I: Mãe?
T: Agora ela é seu presente de casamento, amor. Esta noite vamos te satisfazer. Lu, vem, quebra a casca e me dá um beijo. — Tentando ser o mais sexy possível (dava pra ver que ela tava se esforçando), ela vem rastejando na cama até mim e me beija. — Agora vai nele, que também vai te libertar, assim como fez comigo.
I: Mãe, não precisa fazer nada, não se sinta obrigada… — Lúcia cala meu neto com um beijo apaixonado, e ele corresponde.
L: Ninguém me obriga a nada, é algo que eu quero.
Aos poucos, ela começa a beijar o filho, assim como eu faço. Pra ajudar, pego a mão dela e guio até a pica enorme do Nacho. Não sei o que ela sentiu, mas a cara dela mudou completamente; com a mão livre, ela segura minha nuca e me beija desesperadamente enquanto com a outra mão começa a masturbar o primogênito dela. Depois do beijo, ela vai direto pra pica do meu neto e começa a chupar. Nacho gemia de prazer, olhou pra mim e também me beijou, enquanto levava uma das mãos pra minha entreperna.
Perdidas na luxúria, eu e Lúcia tiramos o conjunto e ficamos peladas, nos beijamos, e agora eu fui pra aquela pica linda, enquanto minha filha, aproveitando a situação, começou a lamber minha buceta. Eu não podia estar mais excitada, naquele momento não aguentei e tive um orgasmo, que minha filha bebeu. “Agora é minha vez, gostosa”, falei pra mãe do meu homem, e joguei ela na cama, abri as pernas dela e comecei o cunnilingus. Meu neto não perdeu a oportunidade e se posicionou atrás de mim, encostando a glande na entrada da minha buceta. Devagar, foi enfiando, não teve dificuldade porque eu tava toda melada.
Eu gozava igual uma puta no cio sendo penetrada pelo meu amado neto e bebendo o néctar da buceta da minha filha. Lúcia beliscava os próprios mamilos e gemia, de repente sinto as estocadas mais profundas e fortes, e depois de algumas enfiadas senti a descarga do meu amor dentro do meu útero. Ele tira. Ele meteu o pau e colocou na boca da mãe dele pra ela limpar. Quando terminou, a gente trocou de posição de novo, dessa vez o Nacho tava de barriga pra cima na cama, a Lucía, sem perder tempo, subiu em cima dele na hora, encaixando a cabeça da pica do Ignacio na entrada da buceta dela. Devagarzinho foi enfiando até o talo. Meu homem começou a gemer, junto com a minha filha, então decidi calar os dois. Nela, eu dava beijos e mantinha a língua e a boca ocupadas, e com o Ignacio, eu me abaixei o máximo que dava e deixava ele mamar leite dos meus peitos.
Assim ficamos um tempão, alternando umas coisas, claro. Até que num momento sinto que tava chegando a hora, me afastei pra deixar eles um pouco sozinhos e vi os dois, se fundindo num orgasmo simultâneo. Ignacio, meu neto, enchendo a buceta da mãe dele, Lucía, com as sementes dele; e ela, minha filha, recebendo tudo com um orgasmo que terminou em espasmos e com os dois se beijando. Depois que o ato acabou, nós três ficamos na cama, o Nacho no meio e a gente abraçando ele. "Valeu, vó, por esse presente maravilhoso, te amo", meu neto falou e, na sequência, apagou.Na manhã seguinte, sinto uma mão acariciando a minha, que tava em cima do peito do Ignacio, era minha filha me olhando e só mexendo os lábios dizendo "Obrigada". Aí eu perguntei "Quer uma rodada matinal?" e ela sorriu e aceitou. Nós duas começamos e partimos pra um boquete no nosso homem pra "acordar ele", coisa que não demorou nada. Assim que acordou, botamos a mão na massa pra repetir a façanha noturna. Trocamos as posições e gozamos de novo nós três numa relação bem gostosa.
Os dias passaram e todo dia a gente repetia a rotina matinal e noturna, vale dizer que ele sempre deixava os "soldadinhos" dele nas nossas "bases".
No dia em que tínhamos que voltar, vimos o carro do Pablo estacionar na porta de casa. "Pedi pra ele voltar, que sentia falta dele e perdoava, que queria que a gente desse certo", disse Lucía, e tanto eu quanto o Ignacio ficamos muito felizes por isso ter acontecido. Assim, as duas últimas noites passamos todos juntos em família. No dia da nossa volta, eles nos levaram ao aeroporto e nos despedimos muito felizes, com a promessa de nos vermos em breve em Buenos Aires.Ao chegar em casa, tivemos que nos atualizar: Nacho voltou pros estudos e eu pro trabalho. Os dias passaram, nossa relação de marido e mulher voltou ao normal, só que... Minha menstruação não vinha. Fui na farmácia e comprei três testes de gravidez de marcas diferentes, já que durante todas as férias a gente não se cuidou. Na hora de fazer os testes, liguei pra Lucía pra contar, porque a gente ficou muito unida. Ela me disse que também comprou três testes, já que não confiava em um só, porque a menstruação dela também não desceu. Decidimos fazer o exame juntas ao mesmo tempo: ela na Espanha e eu na Argentina, tudo enquanto conversávamos por videochamada. Seguimos as instruções e esperamos os resultados.
As duas tivemos os três testes "Positivo" — estávamos grávidas. No meu caso, não tinha dúvida nenhuma de quem era o pai, mas no caso dela eu tinha uma dúvida, que Lucía tirou rapidinho. Ela me disse que só conseguiu transar com Pablo na semana passada, ou seja, uma semana depois da nossa partida. As duas estávamos eufóricas de felicidade. No meio da gritaria, Ignacio se aproximou pra perguntar o que estava rolando. "Sua mãe e eu estamos grávidas. Você vai ser pai em dose dupla." A cara do meu neto foi como se tivéssemos jogado um balde de água fria na cabeça dele, mas ele aceitou muito bem. Lucía fez Pablo acreditar que o bebê era dele, então não houve problema nenhum.
O tempo foi passando, Lucía quis ter o bebê dela em... Argentina, então ela viajou pra cá umas semanas antes; o Pablo ficou fechando uns trampos e viria com a Ludmila. Vale dizer que, na visita dela, no nosso estado de gravidez, nós duas tava com os hormônios a mil, então nosso homem teve que dar conta de nós duas, coitado, deixamos ele seco.

Uma terça-feira eu rompi a bolsa, então nós três saímos correndo pro hospital, avisamos o Pablo, que tava prestes a pegar o voo pra cá. Na hora do parto, o Nacho ficou comigo, enquanto a Lucía tava sendo internada pra programar o parto dela. O Nacho já tava acostumado com isso, já era a terceira vez que ele passava por isso. Os médicos falavam pra eu fazer força, e eu fazia, meu marido segurava minha mão, e de repente eu ouço um choro: "Parabéns, é uma menina! Qual vai ser o nome?" "Christine, ela vai se chamar Christine", disse o Ignacio. "Muito bem, papai, corta o cordão da Christine" (por sorte, a idade do meu neto não dava pra perceber por causa da máscara). Levaram a menina pra limpar, medir e fazer exames, e me mandaram pro quarto. Nisso, fico sabendo que a Lucía tinha entrado em trabalho de parto e meu neto foi ajudar ela. Ela teve um menino, que chamaram de Carlos. Daqui a pouco trazem a Lucía, e depois o Carlos e a Christine. Nisso, aparece o Ignacio com dois buquês de flores e dois ursinhos pros bebês.T: Aqui está o pai maravilha
L: Filho maravilha também. Filho, aqui estão teus dois filhos: teu filho com tua mãe e tua filha com tua avó.
I: A partir de agora, vamos ser todos mais unidos… Amo vocês.
No dia seguinte, o Pablo chegou pra ver a "cunhada" (e neta) e o "filho" (e neto). Foi um reencontro muito lindo, muitas risadas, muitos presentes pros bebês. Senti que se formou uma conexão de pai e filho mais forte entre o Pablo e o Ignacio, eles começaram a conversar mais e a se entender um pouco. Eu tava muito feliz, tinha meu 4º filho (3ª mulher) nos meus braços. Tanto ela quanto o Carlos foram o fruto do amor de três gerações que perderam os preconceitos e tabus e se deixaram levar pelo amor e pelo desejo mútuo.
Dois dias depois dos partos, nos deram alta, porque nem os bebês nem a gente teve qualquer problema, e, umas semanas depois, a Lucía, a Ludmila, o Carlos e o Pablo voltaram pra Espanha.
O casamento com meu neto continua maravilhoso, e a Lucía e o Pablo estão mais Unidos como nunca. Por enquanto, eu continuo tendo meus períodos normais, o que, por um lado, me assusta por causa do garanhão que tenho como marido, mas por outro me deixa feliz, já que poderíamos aumentar a família de novo; claro que não por agora, porque prefiro que os três bebês cresçam um pouco mais (comecei a tomar anticoncepcionais), mas para o futuro, quem sabe…
Qualquer novidade, vou contando pra vocês. Obrigada por ler.
7 comentários - Bisavó do meu filho (Bônus ou Parte 2)
-El Ira Pues-