Comi a namorada do meu filho

Galera, tô deixando esse contato aqui pra vocês, espero que curtam. Os créditos não são meus, porque não sou o autor, mas a história me prendeu e agora tô compartilhando com vocês... Era festa na cidade e meu filho trouxe a namorada dele. Tenho que dizer que a gente mora num povoado nos arredores da cidade, então era um saco pegar o ônibus noturno pra descer, ainda mais em época de festa. Eu aceitei que a Beatriz dormisse na minha casa. Eles já estavam juntos há uns dois anos e, sinceramente, a menina era muito simpática. Comparado com meu filho, aquela garota era um anjo: atenciosa, boa pessoa, voluntariosa, além de ter uma cara de anjo com aqueles olhos verdes e a boca de lábios finos, e as mãos com dedos longos e delicados. Nunca vou entender o que ela via no meu filho, mas o fato é que eles se aturavam, ela fazia ele feliz e vice-versa.

Naquela sexta-feira de festa, eu e minha esposa fomos pro coreto municipal, enquanto meu filho, minha filha e seus respectivos parceiros foram pra outras barracas. No meio da noite, vi a Beatriz andando em direção a casa com uma cara de poucos amigos, e meu filho atrás. Começaram a discutir fervorosamente, depois continuaram andando e eu perdi eles de vista. Quando cheguei em casa, encontrei os dois discutindo na sala. Parece que meu filho, cheio de pinga, tinha falado um monte de merda pra ela, e ela ficou ofendida. A Beatriz queria ir pra casa, mas já não tinha mais ônibus, e meu filho tava muito bêbado pra levar ela de carro, além de não estar a fim. Então, minha esposa, pra cortar a conversa, decidiu que era eu quem ia levar ela pra casa. Aceitei. A Beatriz pegou todas as coisas dela e colocou na mala, e nós dois entramos no carro.

Dirigi até a casa da Beatriz na cidade em silêncio. Quando chegamos na casa dela, ela começou a chorar. Falei pra ela não descer até parar de chorar. Ela foi me explicando a briga — claro, tudo culpa do meu filho. Então eu disse: "O que você precisa é arrumar um cara mais maduro que o meu filho. Olha, eu... Eu queria pra caralho, mas ele é um puto dum pirralho. Ela ficou pensativa e depois deu uma risada. “O que você quer fazer, ficar na sua casa ou voltar pra minha e fazer as pazes?” perguntei. “Voltar.” Liguei o carro e, já de melhor humor, voltamos pra casa. Meu filho já tinha ido dormir, melhor assim, porque com a mãe não era hora de conversar. Beatriz foi pro quarto da minha filha no andar de cima, e minha esposa estava na sala vendo não sei qual filme meloso, então fui pra salinha no porão, perto da escada, ver um filme do tipo que eu gosto. Pouco depois, minha esposa desceu as escadas, disse que ia se deitar. Eu, ainda sem sono, fiquei lá sentado vendo o filme. Daí a pouco ouvi um barulho lá dentro; pensei que era minha esposa ou meu filho, mas não. Era Beatriz, que não conseguia dormir e desceu a escada com uma camiseta larga e uma calcinha. Quando ela chegou embaixo e se virou, com o balanço da camiseta, eu vi sem querer — foi tudo reflexo, meus olhos foram direto. “Se importa se eu ficar aqui com você?” “Sem problema”, falei. Eu sentado num sofá, ela no outro, continuamos vendo TV. Pouco depois, acho que dormi. Quando senti que estava tocando algo macio e fofinho, mais ainda, senti algo no rosto. Abri os olhos e me deparei com Beatriz sem a camiseta e sem sutiã, acariciando os peitos dela com minhas mãos enquanto me beijava no canto dos lábios. Tentei tirar as mãos, mas ela as prendeu com as dela e, com uma voz sensual, disse: “Já achei um cara mais maduro.” E dizendo isso, começou a me beijar. Tentei manter a cabeça fria, mas foi impossível, e me entreguei. Não tentei mais tirar as mãos; pelo contrário, comecei a acariciar os peitos dela com as mãos. Ela gemia de prazer enquanto mexia a cintura pra cima e pra baixo, roçando a buceta dela no meu pau meio duro. Deixando uma mão nos peitos dela, desci a outra até a bunda e enfiei a mão por dentro da calcinha. comecei a acariciar a pele da bunda dela. As mãos dela não perderam tempo e tiraram minha camiseta do pijama, roçando pele com pele. Meu tesão tava no máximo e comecei a beijar os peitos dela, lamber os bicos, quando ouvimos o barulho da porta. Nós dois paramos e ficamos escutando. "Pai, cê tá aí embaixo?" era minha filha. "Tô, vendo TV", respondi enquanto tinha a namorada do meu filho quase nua em cima de mim. "Ok, não vai dormir tarde", e ela subiu as escadas. Nós dois sorrimos e voltamos a nos beijar. Afastei o corpo dela, fazendo ela se levantar, depois me levantei e, pegando na mão dela, levei ela pro quarto da frente, nosso quarto de hóspedes. Joguei ela na cama, tirando a calcinha dela. A buceta dela tava depilada, nunca imaginaria. Depois, abaixei a calça do meu pijama, tirei meu pau pra fora, subi na cama, abri as pernas dela e enfiei minha cabeça entre as pernas dela, chupando toda a buceta dela, brincando de meter minha língua pra dentro e tirar, batendo com a ponta no clitóris dela. Tava deixando ela louca de tesão. Daí, guiando meu pau com a mão, coloquei na entrada da buceta dela. Devagarzinho, fui metendo até que meu pau inteiro tava dentro dela. Beatriz, quanto mais entrava, mais ela abria a boca, e a expressão dela foi de espanto quando tava tudo dentro da buceta dela. Comecei a meter o pau e tirar devagar, num ritmo lento de balanço, enquanto ela se segurava nos meus ombros. Os peitos dela subiam e desciam, balançando com as estocadas que meu pau tava dando na buceta dela. Aumentei o ritmo, ela cravava as unhas no meu ombro de tanta excitação e, acho, do orgasmo que eu tinha dado nela. Gozei dentro da buceta dela e caí exausto do lado dela. Ela, com mais vontade de ação, colocou a cara na altura do meu pau, meio murcho, e começou a chupar ele, limpando todo resquício de sêmen ou fluido dela no meu pau. Quando terminou, ficamos um tempinho abraçados, e ela me dando um beijo na bochecha, disse: "Valeu, pai. valeu" aí ela vestiu a calcinha e a camiseta dela e subiu as escadas sem fazer barulho. Meu filho e a Beatriz continuaram juntos por mais uns meses, nesse tempo eu e a Beatriz tivemos nossos encontros. Depois ela largou meu filho e a gente virou amantes.

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