Já tenho mais de 30 anos e trabalho num lugar onde temos muitos estagiários durante o ano, eles vêm e vão por alguns meses e a gente nunca mais vê, então estamos acostumados a não criar laços com ninguém, mas de vez em quando aparece uma gostosa que vale a pena lembrar.
É o caso da Karla, uma estagiária da faculdade, sua primeira experiência no mundo do trabalho, uma garotinha de 19 anos, pequenininha, 1,50m de altura, uma gata de pele branca com um bumbum pequeno mas notável, empinadinho, uns peitos também pequenos mas que com o sutiã e o uniforme dão pra ver que são suculentos e apetitosos e uma carinha inocente mas com um olhar daqueles que deixam transparecer um desejo tímido e quando você olha de relance percebe que os olhos dela se fixam na sua bunda e depois ela desvia o olhar como se você não tivesse percebido.
Desde o primeiro dia ela me chamou a atenção e pela sua atitude tímida e doce até cheguei a pensar que era virgem, mas não precisei conhecê-la muito para saber que ela já tinha uma certa experiência. Comecei a provocá-la um pouco para chamar sua atenção, misturando um pouco de bullying com elogios, primeiro pelos seus óculos que têm um estilo retrô, tipo secretária dos anos 70, depois por algumas de suas atitudes e aos poucos fui me aproximando, tocando seu abdômen, fazendo cócegas e logo já estava pegando ela no colo, levantando-a pelas bundinhas, girando com ela e apertando todo o seu corpinho ao baixá-la, era só uma brincadeira, mas sempre notei como ao me abraçar ela mantinha os seios colados em mim por alguns segundos a mais.
Finalmente, num dia em que nossos horários de saída mais cedo coincidiram, convidei ela para um milk-shake para "nos conhecermos melhor" e fomos a um daqueles lugares estilo anos 50 de hambúrgueres e milk-shakes. Foi ali que descobri que o atual namorado dela, que também era estagiário, mal estava começando a aprender como tratar uma garota, e a falta de experiência dele já estava começando a desesperá-la, já que ela tinha se acostumado a um ritmo mais intenso com o primeiro namorado, que também era mais velho que ela, embora não tanto quanto eu. Na hora, meus olhos brilharam e falei exatamente assim:
- Hoje, antes de te convidar, meu plano era ver um filme com pipoca e uma cerveja. O que você acha de aproveitarmos a tarde e irmos pro meu apê, botarmos um filme e eu te pago a pipoca e a cerveja? Quem sabe a gente até se acomoda um cadinho...
- mmmmm não sei, de qualquer jeito eu moro com meu namorado, o que eu poderia dizer se não chegar?
- então não se preocupa, manda mensagem pra ele falando que no fim você não saiu mais cedo e que de qualquer jeito amanhã a gente entra cedo, então seja o que for a gente tem pouco tempo, no máximo seria só o filme e pronto. - eu disse, já que no final das contas se tudo desse certo o filme seria só o barulho de fundo 😉 e era verdade que a gente teria pouco tempo já que nosso horário fazia a gente entrar de madrugada.
- mas então seria só isso? - ela disse com um olhar malicioso enquanto num instante percorreu meu corpo com os olhos. Não dava pra ignorar essa insinuação, então sem falar tão descaradamente, já mandei a real ali mesmo.
- então vamos, a gente coloca tudo, se acomoda e se não for o filme, aí a gente vê se tira essa desesperação que seu namorado tá te deixando. No fim das contas, faz quanto tempo que você não fica com ele? - perguntei com malícia, porque eu não gosto dessa coisa de ficar mexendo na buceta dos outros.
- jijijiji - ela riu com uma mistura de ternura e malícia que fez meu pau começar a endurecer - é que já faz quase duas semanas sem nada, absolutamente nada - exatamente o que eu precisava ouvir, mesmo que fosse mentira pelo menos me deu uma certa confiança e eu fui com tudo.
- Não é possível! Temos que mudar isso! Vamos? Para aproveitar o tempo.
- mmm, que delícia - ela me disse com aquele olhar de quem abaixa o rosto e te encara de baixo para cima com um sorriso bem safadinho.
Eu ainda estava tentando ajeitar minha ereção pra conseguir andar e saímos pra pegar um táxi.
Como moro sozinho, tenho tudo concentrado em volta da cama: a TV, o Xbox, o notebook... tudo dá pra fazer direto na cama. E pra aqueles momentos de "Netflix and chill", esse esquema fica perfeito, porque com certeza a gente vai se acomodar na cama.
Chegando, ligo o ar-condicionado e pego umas cervejas, percebo que ela está muito, mas muito nervosa. Pelo que ela tinha me contado, eu pensei que ela ia se soltar assim que ficássemos sozinhos, mas não. Ela ficou parada tomando sua cerveja, olhando em volta, reconhecendo o lugar.
- vamos fazer alguma coisa - eu disse enquanto segurava seu queixo com meus dedos para levantar seu olhar até mim - vamos colocar o primeiro filme que encontrarmos e depois começamos com o resto, mas para você não ficar nervosa vai fazer o que eu mandar, tá?
- não é que eu esteja nervosa, é que não quero que você me brigue por não saber - aí eu lembrei, nessa idade elas têm um ritmo alto, mas em termos de experiência ainda têm muito a aprender, no entanto isso é exatamente o que me atraiu nela e o que estava me deixando mais duro e molhado.
- não vou te ralhar, só vamos passo a passo e faça o que eu digo, deixa suas coisas na mesa, vamos entrar no banho juntinhos primeiro sem fazer mais nada para ficarmos frescos os dois e depois a gente se mete entre os lençóis.
Depois de um dia de trabalho e de andar na rua, eu precisava de um banho e para aproveitar ela bem, eu queria ela bem limpinha para poder comer do jeito que eu gosto. Coloquei a primeira coisa que encontrei na Netflix pra fazer barulho e peguei minha "caixa secreta" que mantenho escondida, que tem o necessário: camisinhas, lubrificante e uns brinquedinhos.
- fecha seus olhinhos, bebê, e deixa eu te desnudar
Parados do lado de fora do chuveiro, comecei a acariciar o rosto dela e com meus lábios percorri seu rosto, pequenos beijos em suas bochechas me aproximando de sua boca. Ela começou a sorrir e suas mãozinhas aos poucos buscavam minhas pernas e minha bunda enquanto nos beijávamos, já sentindo o contato de nossas línguas. Nessa etapa, gosto de só chegar até aí e banhá-la bem primeiro, então peguei seus bracinhos finos para levantá-los e tirar sua blusa. Seu top esportivo roxo me deixou ver que o que aparecia pelo uniforme não estava muito longe da realidade. Ainda com os olhos fechados, me abaixei para tirar seus sapatos, um tênis de cadarço, mas pelo tamanho não foi necessário desfazer o nó, e suas meiazinhas roxas também. Indo para cima, passo minhas mãos por suas pernas, percorrendo suas coxas por dentro, e desaboto seu shortinho. Viro para cima e, já com os olhos abertos, ela tem seu olhar fixo em mim e sua boca entreaberta, com a língua umedecendo seus lábios.
Puxando sua calcinha para baixo já consigo sentir aquele cheirinho característico de uma garota excitada. Até na sua calcinha rosa escuro, pequena mas não chegando a ser fio dental, dá para ver a sombra da umidade da sua buceta. Com ela assim, só de sutiã e calcinha, me despeço de uma vez e sinto sua mãozinha gelada no meu pau, que já está completamente duro e quase tão melado quanto ela. Planto um beijo nela, pego sua mão e sussurro no seu ouvido:
- devagar, gatinha, você vai comer tudinho
Levanto seus bracinhos de novo agora para tirar o sutiã que é do tipo pull up e finalmente posso ver seus peitinhos, com uma leve linha de bronzeado, uns mamilos bem durinhos já esperando para serem beijados, aréolas não muito escuras e pequenas também e seus seios, pequenos mas bem formadinhos, uma curva deliciosa na parte de baixo, tamanho perfeito para eu conseguir envolver com minha língua de baixo até o lado, mas me seguro, eu que estabeleci as regras.
Vou baixando sua calcinha segurando pelas laterais e, conforme ela vai se descolando da sua buceta, meu nariz se enche do seu cheiro e aparece o filete do seu lubrificante que já estava encharcando sua calça e seus pelinhos que dava pra ver que fazia mais de uma semana desde a última depilação, confirmando sua necessidade de ser penetrada e que ela não estava preparada pra isso.
Aí eu lembro de perguntar se ela quer ir ao banheiro antes de começar.
- não, tô de boa
- Tá segura? Porque eu também vou meter no seu cuzinho - falei no ouvido dela enquanto a abraçava.
- ohhhh! mas é que eu não... eu não faço isso... bom... nunca fiz isso - ela me disse agora com um nervosismo genuíno que me deixou com ainda mais vontade de estrear aquele cu apertado e convido ela para ir ao banheiro antes, mas ela me pede para eu sair para ela fazer sozinha.
Finalmente entramos no banho e eu começo a tocar todo o seu corpo molhado e ensaboado, massageando seus seios tão firmes e seus mamilos que vão ficando cada vez mais duros. Meto minha mão entre suas nádegas e com meu polegar começo a massagear seu ânus, fazendo um pouco de força para começar a entrar e deixá-lo bem limpinho. Ela percebe que já estou preparando para penetrá-lo e se inclina, arqueando as costas enquanto geme baixinho. Enquanto brinco com seu ânus, uso o resto da mão para lavar bem sua buceta, que está bem quente e macia. Ela também começa a lavar meu pau e minhas bolas com muita suavidade, e eu já não a seguro mais. Ela puxa a pele do prepúcio e a sensação das mãozinhas dela na minha cabeça me faz gemer. Ela começa a me masturbar, deixando meu pau ainda mais duro, e para minha surpresa, agora é ela quem mete a mão entre minhas nádegas e começa a massagear meu ânus. Ela me olha com um olhar pervertido, e isso só me excita ainda mais.
Já mais do que prontos, nos movemos para a cama e nos enroscamos nos beijos entre os lençóis, já secos da água do chuveiro, sentimos apenas a umidade que vem de sua buceta e meu pau que já estão em contato. Ela parece querer dentro desesperadamente e não penso em decepcioná-la, então a coloco sobre a cama e coloco um travesseiro sob sua lombar enquanto beijo e lambo seus seios, e meu pau continua brincando na entrada de sua vagina. Pego uma camisinha da minha caixa e, enquanto a coloco, ela se acomoda melhor sobre os travesseiros, expondo sua linda buceta para mim. Levanto suas pernas e as coloco sobre meus ombros, começo a passar meu pau por seus lábios vaginais e sua entrada, metendo devagar a cabeça, acariciando suas pernas e tocando seu clitóris com meus dedos. Ela quer meu pau todo dentro e começa a pedir, mas custo um pouco a meter a glande; ela está toda molhada, mas tão apertada que preciso buscar um ângulo melhor. Então me inclino um pouco e seguro seus seios com força, causando-lhe um pouco de dor, e no momento em que vejo uma leve reação de dor em seu rosto, me deixo cair e a penetro até o fundo. Sua reação de dor em um instante se transforma num gemido intenso de prazer, enquanto arqueia as costas e começa a se contorcer, e eu me impulso dentro dela. Já com meu pau todo dentro, é mais fácil me mover cada vez mais forte e rápido. Ela coloca suas perninhas em volta de minhas nádegas, como me prendendo com elas, o que me faz me mover de forma mais vertical e, notavelmente, lhe causa mais prazer. Sinto líquido escorrendo por minhas bolas, produto de sua excitação, e ao sentir isso aumento o ritmo e a força até que seus gemidos começam a se afogar em suspiros intensos, e sinto sua vagina começar a se contrair até que, numa contração, ela me faz sair de repente. Sinto suas perninhas tremendo e ela mesma pede uma pausa. Dou alguns segundos para que ela aproveite seu orgasmo.
Enquanto começo a descer, conforme ela vai permitindo que eu toque de novo, coloco meu rosto diante de sua buceta, meu braço esquerdo por baixo de sua perna envolve pela frente para acariciar seu clitóris por cima da pele, enquanto posiciono minha mão direita para dedá-la ao mesmo tempo que começo a chupá-la. Seu orgasmo deixou aquela creminha branca que, depois que você pega o gosto, vira a nata da nata, e eu lambo com cuidado, pois ela ainda dá pulos quando toco diretamente seus lábios ou seu clitóris. Então, com cuidado, começo a beijar e lamber até que ela finalmente me deixa lamber seu clitóris direto. Aí começo a enfiar meus dedos, seu ponto G parece algo bem pequenininho, não tenho certeza se encontrei, mas a combinação da minha língua no clitóris e meus dedos dentro fizeram ela explodir com um squirt na minha cara, néctar delicioso que tento engolir o máximo possível, enquanto ela se debate sob minhas mãos para eu introduzir um dedo em seu ânus.
Enquanto ela se recupera, eu volto a subir para fazer ela provar seus próprios sucos e sussurro no ouvido dela: vou enfiar no seu cuzinho.
Ela já estava esperando por ele e, olhando diretamente nos meus olhos, me diz que sim apenas balançando a cabeça.
Pego o lubrificante da minha caixa e viro ela de quatro, acaricio seus seios e passo meu pau primeiro pela sua buceta, não consigo me segurar de vê-la com a bunda empinada na minha frente, então sem avisar penetro sua vagina mais uma vez. Nesse momento, eu já estou me aproximando do orgasmo também, então preciso reduzir o ritmo, mas aproveito para encher seu cu de lubrificante. Saio da sua buceta e desço para lamber seu ânus, tento enfiar a língua e ela começa a gemer de novo. Com uma mão, dedo sua vagina enquanto continuo metendo minha língua no seu cu. Quando já entra mais fácil, encho de lubrificante de novo e começo a meter um dedo devagar, tudo enquanto continuo dedando sua buceta com a outra mão. Sinto seu ânus cedendo, se dilatando cada vez mais. Quando consigo meter meu dedo médio inteiro, decido enfiar meu pau. Me levanto e ela se ajeita também, abaixa a cabeça talvez prevendo alguma dor, mas levanta a bunda para receber meu pau. Apoio a cabeça do meu pau na entrada do seu ânus e com um ritmo suave começo a empurrar, me inclinando. Seus gemidos ficam cada vez mais altos e, embora em alguns momentos pareçam de dor, sua bunda não recua; pelo contrário, ela aproxima e ajeita mais para me receber. Finalmente, com a cabeça do meu pau dentro dela, sinto contrações fortes. Talvez seja o suficiente, mas seus gemidos constantes e o fato de que já estava entrando me fizeram me ajeitar mais uma vez para conseguir entrar por completo. A sensação foi indescritível: completamente apertado, ainda mais que sua buceta, e se contraindo o tempo todo. Começo a bombar tão rápido quanto a estreiteza do seu cu permite e, em um momento em que tiro completamente, posso ver aquela cena maravilhosa: uma bundinha pequena com o ânus aberto pela foda que acabou de receber. Entro de novo e continuo bombando um pouco mais até que ela pede para parar um pouco. No fim das contas, era a primeira vez dela.
Deitado de bruços em cima dela, com meu pau tocando seus seios, seus mamilos, já perto do orgasmo e me vendo em cima dela, ela me olha nos olhos e pergunta: "Já posso comer?" — não me resta outra opção senão aproximá-lo da sua boquinha e ela começa a chupar meu pau, que já a penetrou por dois buracos e faltava um. Não precisei de muito mais do que sentir sua boca quentinha, sua língua em volta da minha cabeça e seus olhinhos ternos me olhando enquanto mamava para me fazer gozar. Ela mesma se certificou de que cada gota de porra caísse dentro de sua boca e engoliu tudo, sabendo que eu também havia engolido seus líquidos e que os dois queríamos estar dentro um do outro.
O tempo tinha passado voando, então ela rapidamente pegou um táxi de volta pra casa. No dia seguinte, tudo deveria voltar ao normal, sem nenhum sinal do que aconteceu — exceto, claro, que aquela não seria a última vez.
Obrigado por ler essa história e dê uns pontos se quiser ler a segunda parte.
É o caso da Karla, uma estagiária da faculdade, sua primeira experiência no mundo do trabalho, uma garotinha de 19 anos, pequenininha, 1,50m de altura, uma gata de pele branca com um bumbum pequeno mas notável, empinadinho, uns peitos também pequenos mas que com o sutiã e o uniforme dão pra ver que são suculentos e apetitosos e uma carinha inocente mas com um olhar daqueles que deixam transparecer um desejo tímido e quando você olha de relance percebe que os olhos dela se fixam na sua bunda e depois ela desvia o olhar como se você não tivesse percebido.
Desde o primeiro dia ela me chamou a atenção e pela sua atitude tímida e doce até cheguei a pensar que era virgem, mas não precisei conhecê-la muito para saber que ela já tinha uma certa experiência. Comecei a provocá-la um pouco para chamar sua atenção, misturando um pouco de bullying com elogios, primeiro pelos seus óculos que têm um estilo retrô, tipo secretária dos anos 70, depois por algumas de suas atitudes e aos poucos fui me aproximando, tocando seu abdômen, fazendo cócegas e logo já estava pegando ela no colo, levantando-a pelas bundinhas, girando com ela e apertando todo o seu corpinho ao baixá-la, era só uma brincadeira, mas sempre notei como ao me abraçar ela mantinha os seios colados em mim por alguns segundos a mais.
Finalmente, num dia em que nossos horários de saída mais cedo coincidiram, convidei ela para um milk-shake para "nos conhecermos melhor" e fomos a um daqueles lugares estilo anos 50 de hambúrgueres e milk-shakes. Foi ali que descobri que o atual namorado dela, que também era estagiário, mal estava começando a aprender como tratar uma garota, e a falta de experiência dele já estava começando a desesperá-la, já que ela tinha se acostumado a um ritmo mais intenso com o primeiro namorado, que também era mais velho que ela, embora não tanto quanto eu. Na hora, meus olhos brilharam e falei exatamente assim:
- Hoje, antes de te convidar, meu plano era ver um filme com pipoca e uma cerveja. O que você acha de aproveitarmos a tarde e irmos pro meu apê, botarmos um filme e eu te pago a pipoca e a cerveja? Quem sabe a gente até se acomoda um cadinho...
- mmmmm não sei, de qualquer jeito eu moro com meu namorado, o que eu poderia dizer se não chegar?
- então não se preocupa, manda mensagem pra ele falando que no fim você não saiu mais cedo e que de qualquer jeito amanhã a gente entra cedo, então seja o que for a gente tem pouco tempo, no máximo seria só o filme e pronto. - eu disse, já que no final das contas se tudo desse certo o filme seria só o barulho de fundo 😉 e era verdade que a gente teria pouco tempo já que nosso horário fazia a gente entrar de madrugada.
- mas então seria só isso? - ela disse com um olhar malicioso enquanto num instante percorreu meu corpo com os olhos. Não dava pra ignorar essa insinuação, então sem falar tão descaradamente, já mandei a real ali mesmo.
- então vamos, a gente coloca tudo, se acomoda e se não for o filme, aí a gente vê se tira essa desesperação que seu namorado tá te deixando. No fim das contas, faz quanto tempo que você não fica com ele? - perguntei com malícia, porque eu não gosto dessa coisa de ficar mexendo na buceta dos outros.
- jijijiji - ela riu com uma mistura de ternura e malícia que fez meu pau começar a endurecer - é que já faz quase duas semanas sem nada, absolutamente nada - exatamente o que eu precisava ouvir, mesmo que fosse mentira pelo menos me deu uma certa confiança e eu fui com tudo.
- Não é possível! Temos que mudar isso! Vamos? Para aproveitar o tempo.
- mmm, que delícia - ela me disse com aquele olhar de quem abaixa o rosto e te encara de baixo para cima com um sorriso bem safadinho.
Eu ainda estava tentando ajeitar minha ereção pra conseguir andar e saímos pra pegar um táxi.
Como moro sozinho, tenho tudo concentrado em volta da cama: a TV, o Xbox, o notebook... tudo dá pra fazer direto na cama. E pra aqueles momentos de "Netflix and chill", esse esquema fica perfeito, porque com certeza a gente vai se acomodar na cama.
Chegando, ligo o ar-condicionado e pego umas cervejas, percebo que ela está muito, mas muito nervosa. Pelo que ela tinha me contado, eu pensei que ela ia se soltar assim que ficássemos sozinhos, mas não. Ela ficou parada tomando sua cerveja, olhando em volta, reconhecendo o lugar.
- vamos fazer alguma coisa - eu disse enquanto segurava seu queixo com meus dedos para levantar seu olhar até mim - vamos colocar o primeiro filme que encontrarmos e depois começamos com o resto, mas para você não ficar nervosa vai fazer o que eu mandar, tá?
- não é que eu esteja nervosa, é que não quero que você me brigue por não saber - aí eu lembrei, nessa idade elas têm um ritmo alto, mas em termos de experiência ainda têm muito a aprender, no entanto isso é exatamente o que me atraiu nela e o que estava me deixando mais duro e molhado.
- não vou te ralhar, só vamos passo a passo e faça o que eu digo, deixa suas coisas na mesa, vamos entrar no banho juntinhos primeiro sem fazer mais nada para ficarmos frescos os dois e depois a gente se mete entre os lençóis.
Depois de um dia de trabalho e de andar na rua, eu precisava de um banho e para aproveitar ela bem, eu queria ela bem limpinha para poder comer do jeito que eu gosto. Coloquei a primeira coisa que encontrei na Netflix pra fazer barulho e peguei minha "caixa secreta" que mantenho escondida, que tem o necessário: camisinhas, lubrificante e uns brinquedinhos.
- fecha seus olhinhos, bebê, e deixa eu te desnudar
Parados do lado de fora do chuveiro, comecei a acariciar o rosto dela e com meus lábios percorri seu rosto, pequenos beijos em suas bochechas me aproximando de sua boca. Ela começou a sorrir e suas mãozinhas aos poucos buscavam minhas pernas e minha bunda enquanto nos beijávamos, já sentindo o contato de nossas línguas. Nessa etapa, gosto de só chegar até aí e banhá-la bem primeiro, então peguei seus bracinhos finos para levantá-los e tirar sua blusa. Seu top esportivo roxo me deixou ver que o que aparecia pelo uniforme não estava muito longe da realidade. Ainda com os olhos fechados, me abaixei para tirar seus sapatos, um tênis de cadarço, mas pelo tamanho não foi necessário desfazer o nó, e suas meiazinhas roxas também. Indo para cima, passo minhas mãos por suas pernas, percorrendo suas coxas por dentro, e desaboto seu shortinho. Viro para cima e, já com os olhos abertos, ela tem seu olhar fixo em mim e sua boca entreaberta, com a língua umedecendo seus lábios.
Puxando sua calcinha para baixo já consigo sentir aquele cheirinho característico de uma garota excitada. Até na sua calcinha rosa escuro, pequena mas não chegando a ser fio dental, dá para ver a sombra da umidade da sua buceta. Com ela assim, só de sutiã e calcinha, me despeço de uma vez e sinto sua mãozinha gelada no meu pau, que já está completamente duro e quase tão melado quanto ela. Planto um beijo nela, pego sua mão e sussurro no seu ouvido:
- devagar, gatinha, você vai comer tudinho
Levanto seus bracinhos de novo agora para tirar o sutiã que é do tipo pull up e finalmente posso ver seus peitinhos, com uma leve linha de bronzeado, uns mamilos bem durinhos já esperando para serem beijados, aréolas não muito escuras e pequenas também e seus seios, pequenos mas bem formadinhos, uma curva deliciosa na parte de baixo, tamanho perfeito para eu conseguir envolver com minha língua de baixo até o lado, mas me seguro, eu que estabeleci as regras.
Vou baixando sua calcinha segurando pelas laterais e, conforme ela vai se descolando da sua buceta, meu nariz se enche do seu cheiro e aparece o filete do seu lubrificante que já estava encharcando sua calça e seus pelinhos que dava pra ver que fazia mais de uma semana desde a última depilação, confirmando sua necessidade de ser penetrada e que ela não estava preparada pra isso.
Aí eu lembro de perguntar se ela quer ir ao banheiro antes de começar.
- não, tô de boa
- Tá segura? Porque eu também vou meter no seu cuzinho - falei no ouvido dela enquanto a abraçava.
- ohhhh! mas é que eu não... eu não faço isso... bom... nunca fiz isso - ela me disse agora com um nervosismo genuíno que me deixou com ainda mais vontade de estrear aquele cu apertado e convido ela para ir ao banheiro antes, mas ela me pede para eu sair para ela fazer sozinha.
Finalmente entramos no banho e eu começo a tocar todo o seu corpo molhado e ensaboado, massageando seus seios tão firmes e seus mamilos que vão ficando cada vez mais duros. Meto minha mão entre suas nádegas e com meu polegar começo a massagear seu ânus, fazendo um pouco de força para começar a entrar e deixá-lo bem limpinho. Ela percebe que já estou preparando para penetrá-lo e se inclina, arqueando as costas enquanto geme baixinho. Enquanto brinco com seu ânus, uso o resto da mão para lavar bem sua buceta, que está bem quente e macia. Ela também começa a lavar meu pau e minhas bolas com muita suavidade, e eu já não a seguro mais. Ela puxa a pele do prepúcio e a sensação das mãozinhas dela na minha cabeça me faz gemer. Ela começa a me masturbar, deixando meu pau ainda mais duro, e para minha surpresa, agora é ela quem mete a mão entre minhas nádegas e começa a massagear meu ânus. Ela me olha com um olhar pervertido, e isso só me excita ainda mais.
Já mais do que prontos, nos movemos para a cama e nos enroscamos nos beijos entre os lençóis, já secos da água do chuveiro, sentimos apenas a umidade que vem de sua buceta e meu pau que já estão em contato. Ela parece querer dentro desesperadamente e não penso em decepcioná-la, então a coloco sobre a cama e coloco um travesseiro sob sua lombar enquanto beijo e lambo seus seios, e meu pau continua brincando na entrada de sua vagina. Pego uma camisinha da minha caixa e, enquanto a coloco, ela se acomoda melhor sobre os travesseiros, expondo sua linda buceta para mim. Levanto suas pernas e as coloco sobre meus ombros, começo a passar meu pau por seus lábios vaginais e sua entrada, metendo devagar a cabeça, acariciando suas pernas e tocando seu clitóris com meus dedos. Ela quer meu pau todo dentro e começa a pedir, mas custo um pouco a meter a glande; ela está toda molhada, mas tão apertada que preciso buscar um ângulo melhor. Então me inclino um pouco e seguro seus seios com força, causando-lhe um pouco de dor, e no momento em que vejo uma leve reação de dor em seu rosto, me deixo cair e a penetro até o fundo. Sua reação de dor em um instante se transforma num gemido intenso de prazer, enquanto arqueia as costas e começa a se contorcer, e eu me impulso dentro dela. Já com meu pau todo dentro, é mais fácil me mover cada vez mais forte e rápido. Ela coloca suas perninhas em volta de minhas nádegas, como me prendendo com elas, o que me faz me mover de forma mais vertical e, notavelmente, lhe causa mais prazer. Sinto líquido escorrendo por minhas bolas, produto de sua excitação, e ao sentir isso aumento o ritmo e a força até que seus gemidos começam a se afogar em suspiros intensos, e sinto sua vagina começar a se contrair até que, numa contração, ela me faz sair de repente. Sinto suas perninhas tremendo e ela mesma pede uma pausa. Dou alguns segundos para que ela aproveite seu orgasmo.
Enquanto começo a descer, conforme ela vai permitindo que eu toque de novo, coloco meu rosto diante de sua buceta, meu braço esquerdo por baixo de sua perna envolve pela frente para acariciar seu clitóris por cima da pele, enquanto posiciono minha mão direita para dedá-la ao mesmo tempo que começo a chupá-la. Seu orgasmo deixou aquela creminha branca que, depois que você pega o gosto, vira a nata da nata, e eu lambo com cuidado, pois ela ainda dá pulos quando toco diretamente seus lábios ou seu clitóris. Então, com cuidado, começo a beijar e lamber até que ela finalmente me deixa lamber seu clitóris direto. Aí começo a enfiar meus dedos, seu ponto G parece algo bem pequenininho, não tenho certeza se encontrei, mas a combinação da minha língua no clitóris e meus dedos dentro fizeram ela explodir com um squirt na minha cara, néctar delicioso que tento engolir o máximo possível, enquanto ela se debate sob minhas mãos para eu introduzir um dedo em seu ânus.
Enquanto ela se recupera, eu volto a subir para fazer ela provar seus próprios sucos e sussurro no ouvido dela: vou enfiar no seu cuzinho.
Ela já estava esperando por ele e, olhando diretamente nos meus olhos, me diz que sim apenas balançando a cabeça.
Pego o lubrificante da minha caixa e viro ela de quatro, acaricio seus seios e passo meu pau primeiro pela sua buceta, não consigo me segurar de vê-la com a bunda empinada na minha frente, então sem avisar penetro sua vagina mais uma vez. Nesse momento, eu já estou me aproximando do orgasmo também, então preciso reduzir o ritmo, mas aproveito para encher seu cu de lubrificante. Saio da sua buceta e desço para lamber seu ânus, tento enfiar a língua e ela começa a gemer de novo. Com uma mão, dedo sua vagina enquanto continuo metendo minha língua no seu cu. Quando já entra mais fácil, encho de lubrificante de novo e começo a meter um dedo devagar, tudo enquanto continuo dedando sua buceta com a outra mão. Sinto seu ânus cedendo, se dilatando cada vez mais. Quando consigo meter meu dedo médio inteiro, decido enfiar meu pau. Me levanto e ela se ajeita também, abaixa a cabeça talvez prevendo alguma dor, mas levanta a bunda para receber meu pau. Apoio a cabeça do meu pau na entrada do seu ânus e com um ritmo suave começo a empurrar, me inclinando. Seus gemidos ficam cada vez mais altos e, embora em alguns momentos pareçam de dor, sua bunda não recua; pelo contrário, ela aproxima e ajeita mais para me receber. Finalmente, com a cabeça do meu pau dentro dela, sinto contrações fortes. Talvez seja o suficiente, mas seus gemidos constantes e o fato de que já estava entrando me fizeram me ajeitar mais uma vez para conseguir entrar por completo. A sensação foi indescritível: completamente apertado, ainda mais que sua buceta, e se contraindo o tempo todo. Começo a bombar tão rápido quanto a estreiteza do seu cu permite e, em um momento em que tiro completamente, posso ver aquela cena maravilhosa: uma bundinha pequena com o ânus aberto pela foda que acabou de receber. Entro de novo e continuo bombando um pouco mais até que ela pede para parar um pouco. No fim das contas, era a primeira vez dela.
Deitado de bruços em cima dela, com meu pau tocando seus seios, seus mamilos, já perto do orgasmo e me vendo em cima dela, ela me olha nos olhos e pergunta: "Já posso comer?" — não me resta outra opção senão aproximá-lo da sua boquinha e ela começa a chupar meu pau, que já a penetrou por dois buracos e faltava um. Não precisei de muito mais do que sentir sua boca quentinha, sua língua em volta da minha cabeça e seus olhinhos ternos me olhando enquanto mamava para me fazer gozar. Ela mesma se certificou de que cada gota de porra caísse dentro de sua boca e engoliu tudo, sabendo que eu também havia engolido seus líquidos e que os dois queríamos estar dentro um do outro.
O tempo tinha passado voando, então ela rapidamente pegou um táxi de volta pra casa. No dia seguinte, tudo deveria voltar ao normal, sem nenhum sinal do que aconteceu — exceto, claro, que aquela não seria a última vez.
Obrigado por ler essa história e dê uns pontos se quiser ler a segunda parte.
0 comentários - La Practicante, pt. 1