Naquele dia, meu carro teve a cara de pau de não querer funcionar, por mais que eu checasse, ele escondia o defeito, e naquela manhã, não foi exceção: eu tinha confiado na hora de sair, mas sem meu carro, estava perdidamente atrasado. Saí correndo, e não tinha jeito, todos os táxis ocupados... Então quase corri, me dirigindo para o metrô. Tinha uma fila maior do que para comprar ingresso pra ver uma Copa do Mundo... Me senti frustrado, quando de repente, me deparei com um olhar lindo, acompanhado de um sorriso maravilhoso de uma mulher madura bem gostosa. Correspondi do mesmo jeito, e aconteceu o que eu esperava: ela fez sinal pra eu me aproximar, e sem pensar duas vezes, fui até ela... Na frente de todo mundo, me "repreendeu" com intimidade, com tanta naturalidade que até eu mesmo acreditei... . Ela disse, eu achei muita graça, pois em troca tive que carregar as coisas dela, que realmente estavam pesadas... Ela me ajudou a entrar, tentei pagar a passagem, mas ela recusou, e então, eu carreguei aquele peso todo até a plataforma. Assim que o trem chegou, ela tirou as coisas de mim e disse: . Eu disse Sergio, e ela disse... Anônima... E depois de dar um sorriso safado, entrou rápido procurando um lugar.
A mesma bagunça do povo entrando não me deixou pegar um lugar pra sentar, e ainda por cima, em menos de 1 minuto já não dava nem pra respirar com a quantidade de usuários, e não é que foi bom, só me enfiei entre pilares de carne... Se ouvia reclamação, risada, conversa entre gritos, não faltava a mão da malandragem, vendedor se abrindo caminho no meio da multidão, apalpada rápida, olhar safado... pisão... Pô, pra falar a verdade já tava de saco cheio, e o pior, a lentidão do metrô... Depois fiquei, ou me enfiaram, na frente daquela mulher gostosa, meu "bilhete" da sorte, tava a 3 metros de distância de mim, eu observava ela, tava bem sentada, com os joelhos juntos, juro... Foi só ela me ver, sorriu, e fez uma pose deliciosa... Que atiçou meus cinco sentidos, e esquentou minha cabeça, e fiquei olhando pra ela com a pica dura até nos meus olhos...
Ela me fez sinal de novo, mas dessa vez com a cabeça. Me abri caminho como pude e me aproximei do assento dela. Ela me fez um espaço, onde só caberia uma carteira de pendurar. Sorri com cara de bobo, e ela insistiu pra eu sentar. Aceitei o convite, e num instante estávamos quase fundidos um no outro. O corpo dela irradiava tanto calor que tive que puxar um pouco a gravata, afrouxando do pescoço. A perna dela estava sobre a minha, e o que dizer da bunda dela, que apertava tão gostosa minha cintura, e eu desejava tocar ela com minha piroca dura já presente. Alguns viravam pra olhar as pernas dela, e ela tirou o blazer e colocou cobrindo-as. Achei que os olhares tivessem incomodado ela, e de repente, só senti a mão dela no meu pau. Começou a passar a mão, apertando, brincava suavemente com minhas bolas. Alguns desses olheiros acabaram percebendo e ficaram assistindo em silêncio. Algumas mulheres que descobriram também se juntaram pra ver no maior silêncio. Isso me deixou mega, super excitado, e me deixei fazer.
E o mais excitante foi quando a mão dela foi além do que eu tanto desejava, não esperava... Ela acabou tirando meu pau pra fora e começou a me masturbar, me levando em diferentes níveis de ritmo, fazia como se quisesse me fazer gozar, e como se não quisesse... De repente, parava, e me deixava naquela. Numa dessas, ela tirou a mão e ficou assim, tranquila. Eu esperei mais tempo, mas ela não colocou a mão de novo... Isso era um crime, como ela esperava que eu ficasse daquele jeito...
Resignado, acomodei meu moleque e me levantei meio desiludido. Ela me observava e perguntou se eu não ia mais ficar sentado. Falei que não, que ela se acomodasse bem. Puxei conversa, ela me disse onde trabalhava e me passou o número dela, e só. Não falou o nome, por mais que eu insistisse. Bom, pelo menos disse ter 45 anos, muito bem conservados. Aliás, ela adorava se exibir pros meus olhos e eu tava gostando pra caralho de percorrer ela enquanto a gente conversava. Ela perguntou até onde eu descia, falei que era no último ponto do trajeto... De repente, ela se "ajeitou", e eu percebi a entreperna dela. A linda buceta dela tava ali, ao vivo, no ar... Só pros meus olhos... Bom, e de alguns que conseguiram perceber também...
Ele se levantou, cedendo o lugar pra uma senhora mais velha, e chegou bem coladinha em mim. Enquanto a gente conversava, ela ia me agradando o peito com as tetas dela, enfiou o dedo dentro da minha camisa e brincava com meu torso peludo. O hálito gostoso dela cobria meu rosto, ela encostou a cara na minha e pegou meu queixo com os dentes, mordendo com uma puta safadeza. Disse: "Casado também?" "Não", respondi. "Bom, às vezes..." Ela riu e queria que eu explicasse... Enquanto eu ia contando, as mãos dela não paravam quietas, pegou meu pau e foi acariciando, fazendo uma punheta por cima do tecido da calça. Não parava de me morder, de me beijar e de passar a língua no meu rosto... Pegou minha mão, que tava acariciando a cintura e a bunda dela, e levou pra frente. Toquei nos lábios da buceta dela, abri e enfiei os dedos o mais fundo possível... E fui mexendo, fazendo um vai e vem delicioso. O rosto dela tava bem vermelho de tanto tesão que tava tomando conta da gente. Ela grudou o corpo inteiro no meu e se esfregou com uma loucura... E foi aí que ela soltou um jorro quente e cheio dos fluidos dela.
Ela se virou e se esfregou em mim, me dando uns massagens gostosos com a bunda no meu pau... Passou as duas mãos pra trás, pegou meu pau, acariciou, apertou, passou a palma de uma mão nas bolas, bem suave, e com a outra palma, foi me masturbando sem apertar com os dedos... Nossa, que mulher deliciosa, que jeito de acariciar, tão diferente e caprichado... Lembrei onde a gente tava, e virei os olhos de um lado pro outro, observando as reações, pelo menos uns 95% tavam na deles, ignorando tudo ao redor, só uns tarados bisbilhoteiros, talvez esperando ela ficar sozinha, ou pra ver onde isso ia parar... Sugeri sair dali, e com voz melosa, ela disse: "Já tamo aqui, você continua como tava..." De repente, sem aviso, abriu meu zíper, tirou meu pau, colocou entre as nádegas dela, e quando senti pele com pele, não consegui mais me segurar, segurei meu pau e guiei pra buceta dela, abri os lábios molhados, e meti ali mesmo, sem mais nem menos, ela fez de tudo pra ser "uma rapidinha"... E assim meu pau soltou aquele líquido seminal barulhento dentro dela, ela se soltou quase na hora, notei os longos fios de porra escorrendo entre as pernas dela, ela ajeitou a saia, pegou com os dedos um pouco da minha porra, e levou à boca, lambendo com gosto, piscou um olho, e disse que voltaria daqui a 4 estações, eu desceria em mais 2.
Ela me pediu pra ligar depois, falei que não sabia o nome dela, e ela disse Aurora... Saiu rápido pra porta, e desceu me mandando um beijo no ar... A gente se via de vez em quando por uns dois anos, parei de ver ela porque o marido arrumou um trampo fora daqui... E, pô, o que cê vai fazer...
A mesma bagunça do povo entrando não me deixou pegar um lugar pra sentar, e ainda por cima, em menos de 1 minuto já não dava nem pra respirar com a quantidade de usuários, e não é que foi bom, só me enfiei entre pilares de carne... Se ouvia reclamação, risada, conversa entre gritos, não faltava a mão da malandragem, vendedor se abrindo caminho no meio da multidão, apalpada rápida, olhar safado... pisão... Pô, pra falar a verdade já tava de saco cheio, e o pior, a lentidão do metrô... Depois fiquei, ou me enfiaram, na frente daquela mulher gostosa, meu "bilhete" da sorte, tava a 3 metros de distância de mim, eu observava ela, tava bem sentada, com os joelhos juntos, juro... Foi só ela me ver, sorriu, e fez uma pose deliciosa... Que atiçou meus cinco sentidos, e esquentou minha cabeça, e fiquei olhando pra ela com a pica dura até nos meus olhos...
Ela me fez sinal de novo, mas dessa vez com a cabeça. Me abri caminho como pude e me aproximei do assento dela. Ela me fez um espaço, onde só caberia uma carteira de pendurar. Sorri com cara de bobo, e ela insistiu pra eu sentar. Aceitei o convite, e num instante estávamos quase fundidos um no outro. O corpo dela irradiava tanto calor que tive que puxar um pouco a gravata, afrouxando do pescoço. A perna dela estava sobre a minha, e o que dizer da bunda dela, que apertava tão gostosa minha cintura, e eu desejava tocar ela com minha piroca dura já presente. Alguns viravam pra olhar as pernas dela, e ela tirou o blazer e colocou cobrindo-as. Achei que os olhares tivessem incomodado ela, e de repente, só senti a mão dela no meu pau. Começou a passar a mão, apertando, brincava suavemente com minhas bolas. Alguns desses olheiros acabaram percebendo e ficaram assistindo em silêncio. Algumas mulheres que descobriram também se juntaram pra ver no maior silêncio. Isso me deixou mega, super excitado, e me deixei fazer.
E o mais excitante foi quando a mão dela foi além do que eu tanto desejava, não esperava... Ela acabou tirando meu pau pra fora e começou a me masturbar, me levando em diferentes níveis de ritmo, fazia como se quisesse me fazer gozar, e como se não quisesse... De repente, parava, e me deixava naquela. Numa dessas, ela tirou a mão e ficou assim, tranquila. Eu esperei mais tempo, mas ela não colocou a mão de novo... Isso era um crime, como ela esperava que eu ficasse daquele jeito...
Resignado, acomodei meu moleque e me levantei meio desiludido. Ela me observava e perguntou se eu não ia mais ficar sentado. Falei que não, que ela se acomodasse bem. Puxei conversa, ela me disse onde trabalhava e me passou o número dela, e só. Não falou o nome, por mais que eu insistisse. Bom, pelo menos disse ter 45 anos, muito bem conservados. Aliás, ela adorava se exibir pros meus olhos e eu tava gostando pra caralho de percorrer ela enquanto a gente conversava. Ela perguntou até onde eu descia, falei que era no último ponto do trajeto... De repente, ela se "ajeitou", e eu percebi a entreperna dela. A linda buceta dela tava ali, ao vivo, no ar... Só pros meus olhos... Bom, e de alguns que conseguiram perceber também...
Ele se levantou, cedendo o lugar pra uma senhora mais velha, e chegou bem coladinha em mim. Enquanto a gente conversava, ela ia me agradando o peito com as tetas dela, enfiou o dedo dentro da minha camisa e brincava com meu torso peludo. O hálito gostoso dela cobria meu rosto, ela encostou a cara na minha e pegou meu queixo com os dentes, mordendo com uma puta safadeza. Disse: "Casado também?" "Não", respondi. "Bom, às vezes..." Ela riu e queria que eu explicasse... Enquanto eu ia contando, as mãos dela não paravam quietas, pegou meu pau e foi acariciando, fazendo uma punheta por cima do tecido da calça. Não parava de me morder, de me beijar e de passar a língua no meu rosto... Pegou minha mão, que tava acariciando a cintura e a bunda dela, e levou pra frente. Toquei nos lábios da buceta dela, abri e enfiei os dedos o mais fundo possível... E fui mexendo, fazendo um vai e vem delicioso. O rosto dela tava bem vermelho de tanto tesão que tava tomando conta da gente. Ela grudou o corpo inteiro no meu e se esfregou com uma loucura... E foi aí que ela soltou um jorro quente e cheio dos fluidos dela.
Ela se virou e se esfregou em mim, me dando uns massagens gostosos com a bunda no meu pau... Passou as duas mãos pra trás, pegou meu pau, acariciou, apertou, passou a palma de uma mão nas bolas, bem suave, e com a outra palma, foi me masturbando sem apertar com os dedos... Nossa, que mulher deliciosa, que jeito de acariciar, tão diferente e caprichado... Lembrei onde a gente tava, e virei os olhos de um lado pro outro, observando as reações, pelo menos uns 95% tavam na deles, ignorando tudo ao redor, só uns tarados bisbilhoteiros, talvez esperando ela ficar sozinha, ou pra ver onde isso ia parar... Sugeri sair dali, e com voz melosa, ela disse: "Já tamo aqui, você continua como tava..." De repente, sem aviso, abriu meu zíper, tirou meu pau, colocou entre as nádegas dela, e quando senti pele com pele, não consegui mais me segurar, segurei meu pau e guiei pra buceta dela, abri os lábios molhados, e meti ali mesmo, sem mais nem menos, ela fez de tudo pra ser "uma rapidinha"... E assim meu pau soltou aquele líquido seminal barulhento dentro dela, ela se soltou quase na hora, notei os longos fios de porra escorrendo entre as pernas dela, ela ajeitou a saia, pegou com os dedos um pouco da minha porra, e levou à boca, lambendo com gosto, piscou um olho, e disse que voltaria daqui a 4 estações, eu desceria em mais 2.
Ela me pediu pra ligar depois, falei que não sabia o nome dela, e ela disse Aurora... Saiu rápido pra porta, e desceu me mandando um beijo no ar... A gente se via de vez em quando por uns dois anos, parei de ver ela porque o marido arrumou um trampo fora daqui... E, pô, o que cê vai fazer...
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