Diana foi trocar para o pijama 'decente' bem na hora que a mãe dela voltava da igreja. Ela ouviu a mãe falando com o pai. Ele dizia que tinha conversado com a Diana e que tinha deixado tudo bem clarinho. Quando a Diana saiu do quarto e a mãe dela viu que ela estava sem maquiagem e com o pijama que tinha dado de presente há pouco tempo, começou a chorar e abraçou ela.
- Deus ouviu minhas preces. Me devolveu minha menina boazinha... Louvado seja o Senhor.
- Viu como tudo se resolveu? - disse meu Valentim se aproximando delas.
- O Senhor usou você para expulsar o demônio que estava dentro da minha menina.
Enquanto a mãe continuava com seus louvores, não viu como Valentim, a 'mão do Senhor', enfiava a mão por trás da calça da Diana, agarrando a bunda dela e enfiando um dedo lá dentro. A mãe de olhos fechados louvando a Deus, o pai enfiando um dedo no cu da menina boazinha.
O resto do dia passaram como de costume, exceto que Valentim aproveitava qualquer oportunidade para passar a mão na putinha da filha dele. A Diana passou o dia com a bucetinha molhada, esperando chegar a noite para sair com o pai.
Depois do jantar, lá pelas dez da noite, a mãe foi dormir. Esperaram um tempinho prudente para ela pegar no sono.
- Beleza, putinha. Veste algo bem gostoso.
- Sim, papai.
Diana foi se trocar enquanto o pai esperava. Quando ele viu ela aparecer, o pau ficou duro em milissegundos. Vestido cor creme, bem curto, curtíssimo. Justo e com um decidaço. Não estava de sutiã e os bicos dos peitos marcavam, parecendo duas pitonisas. Maquiada como uma verdadeira rabuda. Olhos pretos, lábios vermelho intenso. E uns lindos sapatos pretos de salto agulha.
- Uau! Diana. Dava pra te foder aqui mesmo.
- Por mim, papai, adoraria.
- Kkkkkk. Depois. Agora tenho outros planos.
Ele se aproximou dela e enfiou a mão por baixo da saia curta. Passou a mão na bucetinha recém-depilada, por cima da minúscula calcinha fio dental que ela tinha colocado.
- Mas Você vai ser uma putinha. Se já tá toda molhada
—Tô com tesão o dia inteiro, papai... Não quer me foder?
—Que nada. Vamo embora
Ele virou ela e deu um tapinha carinhoso na bunda dela. Saíram, entraram no carro e deram partida.
—Pra onde a gente vai, papai?
—Me falaram de um lugar onde uns coroas vão pra 'tentar' pegar alguém. Ainda é cedo, mas com certeza já tem algum por lá. Hoje à noite você vai deixar uns paus duros.
—Ummmm, adoro deixar paus duros e ser olhada com olhos de desejo.
—A gente vai fingir que não se conhece. Eu entro primeiro e peço uma bebida. Depois você entra e começa a dançar igual uma putinha, pra ver quantos se aproximam. Deixa eles te apalparem.
—Hahaha. Tá bom.
Valentim colocou a mão no joelho de Diana e foi descendo devagar. Ela abriu as pernas. O pai dela olhou pra ela, se distraindo por um momento.
—Merda!
—O que foi, papai?
—Passei o sinal vermelho. Espero que...
WUUUUUUUUUUUUUUUUU — De trás de uma cerca apareceu um carro de polícia que ficou atrás do carro de Valentim, fazendo sinal pra ele parar.
—Porra. Fomos pegos.
A área estava deserta. Embora ele tivesse passado o sinal, não tinha mais trânsito. Mas a multa ele ia ter que engolir. Essa porra de polícia só queria arrecadar. Ele estacionou na beira da estrada e o carro da polícia parou atrás. O agente saiu do carro. Era um cara normal, meio gordinho e com bigode. Cheio de marra, ele se aproximou da janela de Valentim.
—Boa noite
—Boa noite, agente.
—O senhor passou um sinal vermelho, moço.
Da posição dele, o policial via Valentim e as pernas de Diana. Ele se abaixou um pouco mais pra olhar a mulher. Aquele filho da puta, além de passar o sinal, ainda tinha uma puta no carro. Certeza que ele tava tocando a rola dela e por isso não viu o sinal.
—Sim, agente. Não percebi. Não vai acontecer de novo.
—Os documentos e a carteira de motorista, por favor.
Valentim deu o que ele pediu. O policial conferiu que tava tudo certo.
—Espere um Momento, senhor. Vou verificar se o senhor tem multas pendentes.
O policial voltou pro carro dele.
—Merda. Só o que me faltava, uma multa.
—Quer que eu fale com ele, papai?
Valentín olhou pra ela. Talvez funcionasse. Ele tinha reparado como o policial olhava pra ela.
—Tá bom. Faz tudo o que for preciso pra ele não nos multar.
—Tá bom, papai.
Diana saiu do carro. Valentín via ela se aproximando do carro do policial, rebolando a bunda provocativamente. Viu quando ela abriu a porta do passageiro e entrou, sentando do lado do policial. Diana falava com o policial, e ele respondia, mas Valentín não ouvia o que diziam.
De repente, ele viu a mão de Diana ir direto pra virilha do cara. Não via direito, mas tava claro que ela tava passando a mão na pica dele, pela cara de surpreso do sujeito. Ela continuava falando e o policial concordou. Então Diana se abaixou no colo do homem. Ia mamar o policial.
A pica de Valentín ficou dura na hora. A putinha da filha dele tava chupando a pica daquele policial gordinho pra eles não levarem a multa. Ele só via parte da cabeça dela subindo e descendo e a cara de prazer do policial.
O boquete não durou muito, em menos de um minuto Diana levantou a cabeça e retocou o batom se olhando no espelho do carro. Saiu do carro segurando os papéis na mão. O policial ficou lá, com cara de bobo. Diana entrou no carro do pai e entregou os papéis pra ele.
—Podemos ir, papai.
—Mas olha só que puta que você é, Diana.
—Hahaha, mas ele tirou a multa, né?
—Sim, hehe.
—Esse cara tava há semanas sem gozar. Que jeito de soltar porra. Quase não consegui engolir tudo.
—Não vai ser a última que você vai engolir hoje.
—Ummmmm, já tô salivando... e a buceta também.
Chegaram no bar lá pelas onze. Valentín entrou primeiro e pediu uma dose no balcão. O bar tava quase vazio. Só tinha três cinquentões e dois moleques. Nenhuma mulher.
Quando, cinco minutos depois, Diana entrou, os cinco clientes e o garçom olharam Olhavam de boca aberta. Aquela garota linda, vestida como uma verdadeira putinha, começou a rebolando no meio da pista. Dançava de um jeito muito sensual, acariciando o próprio corpo. Um dos coroas comentou:
- Porra, que mulherão. Vocês viram como ela é gostosa? E a rabeta que ela tem?
- Essa Promíscua veio atrás de pica.
- Se a safada não tá de sutiã - comentou outro.
Valentín estava adorando o efeito que a filha tinha causado nos homens. Os dois garotos cochichavam entre si. O terceiro coroa, o que parecia mais corajoso, foi dançar com a garota. Agarrou ela descaradamente pela cintura e esfregou a, com certeza, pica dura.
- Oi, gostosa. Como você se chama?
- Diana.
- Prazer, Diana. Eu sou o Pedro. Você é linda.
- Obrigada.
- O que você veio fazer aqui, gata?
- Dançar.
- Só dançar?
- Bom... a gente vê.
O tal Pedro começou a passar a mão na bunda dela por cima da saia curta. Outro dos caras não aguentou e se aproximou.
- Pedro, deixa eu dançar também com a moça bonita.
Pedro deixou e voltou pro balcão. Tava com um baita volume na virilha. Sentou do lado do Valentín.
- Ei, amigo, essa puta tá no cio, pode crer. Passei a mão nela à vontade e ela nem ligou. Olha, o Jesus também tá se divertindo pra caralho.
Valentín observava como o tal Jesus tentava beijar o pescoço da Diana, e ela, se divertindo, se afastava. O terceiro coroa se aproximou e Jesus cedeu o lugar, indo pro balcão.
- Porra, como a menina me deixou excitado. Por pouco não gozo esfregando nela.
Os três homens, Valentín, Pedro e Jesus, viam como o outro tinha se colado nas costas da Diana e dançava com ela bem juntinho, esfregando na bunda dela, e como a tal Promíscua apertava a raba contra a pica dura dele, sem parar de sorrir.
Os dois garotos mais novos não tinham coragem de ir. Só olhavam.
- Ei, amigo - disse Pedro se virando pro Valentín - Não quer esfregar uma Pouco com a garota?
- Bom, vou tentar.
Quando Valentín chegou perto do casal, o cara largou ela e foi se juntar aos três amigos. Diana olhou o pai nos olhos e sorriu, contorcendo o corpo de um jeito lascivo. Os corpos deles se grudaram e começaram a dançar devagar.
- Ufa, papai... esses três me deixaram supertarada. Meteram a mão em mim pra caralho.
- E você neles. Todos estavam de pau duro.
- Eu sei, não pararam de esfregar eles em mim.
Valentín girou ela pra que Diana virasse as costas pros três, e então começou a acariciar as costas dela devagar, até chegar na bunda. Mas diferente dos outros, que só apalparam por cima do vestido, Valentín levantou a saia dela e acariciou as nádegas nuas.
Os três amigos olhavam a cena chocados. Aquele cara que eles não conheciam estava apalpando a bunda daquela gostosa na frente de todos. Ficaram boquiabertos vendo ele começar a beijar ela, de boca aberta, chupando a língua dela. E não acreditaram quando viram ele levar uma mão nos peitos dela e começar a apertar.
- Não é justo - disse Pedro - Nós esquentamos ela e esse cara se aproveita.
- Olha, olha, ele tá passando a mão na buceta dela. Mas que puta gostosa.
Valentín, de canto de olho, olhava pros homens, que encaravam ele com ódio. Se não levasse as coisas com cuidado, podiam se meter em encrenca.
- Lembra que eu te falei que hoje você ia engolir mais porra? - sussurrou Valentín no ouvido de Diana.
- Sim, lembro...
- Então chegou a hora. Esses três não aguentam mais. Se deixarmos eles assim, com certeza vão me linchar e te estuprar.
- Quer que eu deixe os três me comerem?
- Não, só eu te fodo e quem eu mandar. Acho que com um boquete bom eles se acalmam.
- Como você quiser.
- Vou mandar eles um por um. Chupa a rola deles e esvazia as bolas.
Diana ficou no meio da pista, se mexendo devagar. Valentín se aproximou dos três amigos, que olhavam feio pra ele.
- A puta me disse que tá com tesão e que quer chupar rola, mas de um por vez.
- Quêêêêê? Cê tá de sacanagem?
- Foi o que ela disse.
- Ei, então eu vou primeiro, que fui eu quem começou.
Pedro voltou pra pista de dança. Diana sorriu pra ele enquanto se aproximava. Quando ficaram frente a frente, Pedro não sabia o que fazer. Diana, sem tirar os olhos dos dele e rebolando, foi se ajoelhando na frente dele. Levou as mãos até o pau e acariciou por cima da calça.
- Hummm, que que cê tem aqui.. Posso ver?
- Claro, gostosa.
Diana abaixou a braguilha dele e puxou o pau pra fora. Era pequenininho, mas grosso. Os dois amigos do Pedro, o garçom e os dois caras não acreditavam no que viam. Aquela garota linda engoliu o pau inteiro do Pedro, até as bolas, e colocou as mãos nas nádegas dele, puxando pra perto dela. Pedro gozou na hora, jorrando jatos grossos na garganta da Diana.
Quando a gozada do Pedro acabou, ela tirou o pau da boca e limpou com lambidas. Pedro foi até o bar subindo a braguilha.
- Porra, que boquinha que a putinha tem. Nunca gozei tão rápido.
- É minha vez - disse Jesus, saindo pra pista.
Diana esperava ele ajoelhada, mordendo o dedo e fazendo cara de puta. Assim que ele chegou perto, ela abaixou a braguilha e puxou um pau mais que respeitável. Olhando nos olhos dele, começou a passar o pau no rosto dela.
- Chupa, gostosa.
Diana abriu a boca e enfiou o pau até a garganta. Ela engasgou, mas se recuperou e começou a chupar. Os espectadores alucinavam com o jeito que aquela garota mamava. Ela enfiava o pau inteiro na boca. Jesus agarrou a cabeça dela e começou a foder a boca dela até estourar, mantendo o pau no fundo. Ele ouvia o barulho da Diana engolindo a gozada grossa dela e isso fazia ele gozar mais ainda. Quando tirou o pau da boca, um fio de saliva pendia da ponta. Pelo menos Jesus teve a decência de agradecer a Diana.
- Valeu, gostosa. Foi o melhor boquete que já tomei. minha vida.
-Pra mim foi um prazer. Fala pro teu amigo vir.
-Não precisa, ele já vem.
Jesus se cruzou no caminho com o terceirão mais velho. Quando chegou no balcão, comentou o boquete.
-Essa mina é uma bomba. Que jeito de mamar. Nenhuma mulher tinha engolido minha pica toda. Nunca vou esquecer como ela me olhava com aqueles olhos lindos enquanto engolia minha gozada.
-Acho que o Alberto também não vai durar muito - disse Pedro - já tá mamando ele.
Diana não perdeu tempo em tirar a pica do terceiro e começar um novo boquete. O homem acariciou o rosto dela com ternura, o que a surpreendeu um pouco. Esse não era tão bruto quanto os outros dois.
-Você é linda. Por favor, não me faz gozar muito rápido. Isso é a coisa mais quente que já aconteceu na minha vida e quero aproveitar.
-Vou te dar o melhor boquete da sua vida.
-Já é, linda.
Diana sentou sobre as panturrilhas, de um jeito que a pica ficasse um pouco acima do rosto dela e ela tivesse que levantar a cabeça pra alcançar. Assim o homem tinha uma visão completa da carinha linda da Diana, que lentamente lambia a pica dele, indo da ponta até as bolas, e depois de volta pra ponta, dando beijinhos. Fazia tudo sem usar as mãos, só a boca e o rosto. Ele olhava pra ela com olhos de prazer. Aqueles lábios vermelhos em formato de coração beijando a ponta da pica dele era a coisa mais erótica que já tinha acontecido na vida dele.
Ela enfiou meia pica na boca e começou um boquete lento, colocando e tirando a pica da boca devagar, lambendo com a língua.
-Ummm, Ummmmm - fazia Diana cada vez que a pica entrava na boca dela.
-Você é... aggggg... maravilhosa... que boquinha você tem... Vou... gozar... Porra!
Mesmo tentando segurar mais, não conseguiu. Começou a gozar dentro da boca daquela lindeza que olhava pra ele enquanto enchia de semen quente. Quando esvaziou tudo, respirando ofegante, tirou a pica da boca da mamadora. Olhou pra ela. Diana abriu a boca e mostrou o mar de porra que tinha, antes de de fechar a boca e engolir tudo.
- Hummm, que porra gostosa você tem - disse ela antes de dar um último beijo na ponta da pica.
- Você alegrou meu dia, gostosa, valeu.
Ele se abaixou e deu um beijo nos lábios dela. Depois, foi embora pro balcão. Diana ficou esperando algum sinal do pai dela.
- Ei, filho da puta, você aguentou bem - disse Pedro pro terceiro homem.
- Menos do que eu queria. Essa mina é maravilhosa. Ufa!
Valentín foi até o garçom, que tinha visto a cena toda bestificado.
- É sua vez.
- Minha?
- Claro. Ela disse que é pra todos.
- Sei lá... não posso ficar de putaria com os clientes.
- Não seja otário - disse Pedro - Você não vai ter uma chance dessas na vida.
Convenceram ele, e ele foi pra pista. Quando Diana abaixou a braguilha dele e puxou a pica, os 6 caras, e ela, ficaram de boca aberta. O garçom tinha um pauzão do caralho, enorme. A buceta de Diana não precisou ficar molhada porque já tava encharcada. Era a maior pica que ela já tinha visto.
- Caralho, que pica que você tem, gato. Não sei se vai caber na minha boquinha.
- Tenta aí.
Diana abriu a boca o máximo que pôde, e o garçom começou a meter a pica. Devagar, ela foi engolindo, engolindo. Chegou na campainha, mas continuou entrando. Diana teve que levantar a cabeça pra deixar o caminho da pica mais reto. Mesmo assim, não conseguiu engolir mais. Era pica demais pra garganta dela, então fez um boquete 'normal', sem garganta profunda. Só a clássica mamada de sempre.
Os outros olhavam maravilhados enquanto aquela mina, de joelhos na frente do garçom, metia parte daquele pauzão imenso na boca.
O garçom começou a tremer, sinal do orgasmo iminente.
- Posso gozar na sua carinha?
Diana não respondeu. Tirou a pica da boca, fechou os olhos e sorriu. O garçom pegou a pica e bateu uma até explodir. A gozada era do tamanho da pica. Foi espetacular a quantidade de porra que ele jogou nela. na cara da Diana. Ela recebia tudo se tocando na bucetinha e gozando igual uma puta. O pai dela não tinha dito que ela não podia gozar.
O garçom voltou pro balcão. Os homens olhavam pra ele, chocados e admirados. Diana continuava ajoelhada na pista, com a cara cheia de porra escorrendo pelo decote.
Valentín olhou pros dois jovens, os dois que faltavam pra esvaziar na boca da filha dele, mas os idiotas não tinham conseguido segurar e tinham batido uma punheta até gozar.
— Bom, senhores, acho que vou levar a dama pra casa.
Alguém tentou protestar, mas o olhar de Valentín calou ele. Valentín pegou uns guardanapos e foi pra pista buscar a Diana. Ela não conseguia abrir os olhos porque estavam cobertos de sêmen.
— Toma, limpa essa cara, puta. Que espetáculo. Eles nunca vão esquecer isso na vida.
Diana se limpou com os guardanapos e se levantou. Abraçou o pai e os dois saíram sem ninguém falar nada.
— Eu fiz direito, papai?
— Você fez perfeitamente. Você é a maior puta do mundo.
— Obrigada, papai.
— Vi você se tocando enquanto o garçom gozava na sua cara.
— ... é... é que... eu tava com muito tesão.
— Te trouxe aqui pra ser usada como uma puta, não pra você se tocar.
— Eu...
— Você gozou? Não mente pra mim.
— Sim.
— Bom, então vou ter que te castigar.
Quando chegaram no carro, que tava estacionado numa área escura, Valentín pegou a Diana e fez ela virar. Empurrou ela pra frente e apoiou ela no capô do carro, deixando a bunda dela exposta.
— Agora você vai ver o que acontece com as vadias que não obedecem.
Diana ouviu o pai abaixar o zíper. Sentiu a mão dele subindo a saia curta, deixando o cu dela nu, rasgando a tirinha da calcinha fio dental, arrancando ela, abrindo as nádegas com as mãos e enfiando o pau dele no cu dela.
— Aggggggggggggggggg
— É isso que acontece com as putinhas desobedientes.
Valentín segurou os quadris dela e começou a... Enfiar com força, selvagemente. A buceta da Diana não parava de escorrer. Diana pensou que ele podia castigá-la daquele jeito sempre que quisesse.
- Agggggggggg papiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii ummmmmmmmmm
Com a mão aberta, deu-lhe um tapa sonoro na bunda.
- Foxy.
- Aggggg eu... posso... gozar? por favor....
- Goza o quanto quiser, sua Promíscua. Você gosta que seu pai te coma de cu?
- Siiiiiiiiiiiii adoro que me coma de cu, papi... Ahhhhhhh sou uma puta e mereço isso..
Valentín deu outro tapa na bunda e Diana começou a gozar. Ela teve um orgasmo atrás do outro, sentindo o pau do pai partir o cu dela em dois, aproveitando até o infinito. Em poucos minutos, Valentín deu um grito forte e encheu o cu da filha com toda a sua porra grossa e quente, dando tapinhas na bunda dela.
Ficaram um tempo descansando o prazer. Valentín acariciava docemente as nádegas vermelhas de Diana, que de olhos fechados curtia o carinho. Depois, tirou o pau do cu dela, mas não o guardou na calça.
- Vamos pra casa.
Entraram no carro e deram partida. Valentín colocou uma mão na cabeça dela e a fez abaixar até o pau dele.
- Então, sua putinha. Espero que engula a quinta gozada da noite antes de chegar em casa.
Valentín dirigia com cuidado, aproveitando a boca quente de Diana. Acariciava o cabelo dela, acompanhando o sobe e desce da cabeça.
Diana estava encantada com o jeito que o pai a tratava. Ele a fazia sentir-se dele, completamente à mercê. Ela adorava se submeter ao pai. A excitava muito. Enquanto chupava o pau dele, levou uma mão à buceta e se masturbou. Ele disse que ela podia gozar o quanto quisesse.
Exatamente quando estacionavam na frente da casa, Valentín encheu a boca de Diana, que sentindo o próprio orgasmo, bebeu com amor tudo que o pai lhe dava.
- Ummmm, hoje foi um grande dia, sua putinha.
- Adorei, papi. Eu... eu te amo.
- E eu você.
Se beijaram como dois namorados, e depois entraram em casa. mandaram todo mundo embora e foram dormir.
Diana dormiu como um bebê, com a barriguinha e a bunda cheias de porra.
CONTINUA.
- Deus ouviu minhas preces. Me devolveu minha menina boazinha... Louvado seja o Senhor.
- Viu como tudo se resolveu? - disse meu Valentim se aproximando delas.
- O Senhor usou você para expulsar o demônio que estava dentro da minha menina.
Enquanto a mãe continuava com seus louvores, não viu como Valentim, a 'mão do Senhor', enfiava a mão por trás da calça da Diana, agarrando a bunda dela e enfiando um dedo lá dentro. A mãe de olhos fechados louvando a Deus, o pai enfiando um dedo no cu da menina boazinha.
O resto do dia passaram como de costume, exceto que Valentim aproveitava qualquer oportunidade para passar a mão na putinha da filha dele. A Diana passou o dia com a bucetinha molhada, esperando chegar a noite para sair com o pai.
Depois do jantar, lá pelas dez da noite, a mãe foi dormir. Esperaram um tempinho prudente para ela pegar no sono.
- Beleza, putinha. Veste algo bem gostoso.
- Sim, papai.
Diana foi se trocar enquanto o pai esperava. Quando ele viu ela aparecer, o pau ficou duro em milissegundos. Vestido cor creme, bem curto, curtíssimo. Justo e com um decidaço. Não estava de sutiã e os bicos dos peitos marcavam, parecendo duas pitonisas. Maquiada como uma verdadeira rabuda. Olhos pretos, lábios vermelho intenso. E uns lindos sapatos pretos de salto agulha.
- Uau! Diana. Dava pra te foder aqui mesmo.
- Por mim, papai, adoraria.
- Kkkkkk. Depois. Agora tenho outros planos.
Ele se aproximou dela e enfiou a mão por baixo da saia curta. Passou a mão na bucetinha recém-depilada, por cima da minúscula calcinha fio dental que ela tinha colocado.
- Mas Você vai ser uma putinha. Se já tá toda molhada
—Tô com tesão o dia inteiro, papai... Não quer me foder?
—Que nada. Vamo embora
Ele virou ela e deu um tapinha carinhoso na bunda dela. Saíram, entraram no carro e deram partida.
—Pra onde a gente vai, papai?
—Me falaram de um lugar onde uns coroas vão pra 'tentar' pegar alguém. Ainda é cedo, mas com certeza já tem algum por lá. Hoje à noite você vai deixar uns paus duros.
—Ummmm, adoro deixar paus duros e ser olhada com olhos de desejo.
—A gente vai fingir que não se conhece. Eu entro primeiro e peço uma bebida. Depois você entra e começa a dançar igual uma putinha, pra ver quantos se aproximam. Deixa eles te apalparem.
—Hahaha. Tá bom.
Valentim colocou a mão no joelho de Diana e foi descendo devagar. Ela abriu as pernas. O pai dela olhou pra ela, se distraindo por um momento.
—Merda!
—O que foi, papai?
—Passei o sinal vermelho. Espero que...
WUUUUUUUUUUUUUUUUU — De trás de uma cerca apareceu um carro de polícia que ficou atrás do carro de Valentim, fazendo sinal pra ele parar.
—Porra. Fomos pegos.
A área estava deserta. Embora ele tivesse passado o sinal, não tinha mais trânsito. Mas a multa ele ia ter que engolir. Essa porra de polícia só queria arrecadar. Ele estacionou na beira da estrada e o carro da polícia parou atrás. O agente saiu do carro. Era um cara normal, meio gordinho e com bigode. Cheio de marra, ele se aproximou da janela de Valentim.
—Boa noite
—Boa noite, agente.
—O senhor passou um sinal vermelho, moço.
Da posição dele, o policial via Valentim e as pernas de Diana. Ele se abaixou um pouco mais pra olhar a mulher. Aquele filho da puta, além de passar o sinal, ainda tinha uma puta no carro. Certeza que ele tava tocando a rola dela e por isso não viu o sinal.
—Sim, agente. Não percebi. Não vai acontecer de novo.
—Os documentos e a carteira de motorista, por favor.
Valentim deu o que ele pediu. O policial conferiu que tava tudo certo.
—Espere um Momento, senhor. Vou verificar se o senhor tem multas pendentes.
O policial voltou pro carro dele.
—Merda. Só o que me faltava, uma multa.
—Quer que eu fale com ele, papai?
Valentín olhou pra ela. Talvez funcionasse. Ele tinha reparado como o policial olhava pra ela.
—Tá bom. Faz tudo o que for preciso pra ele não nos multar.
—Tá bom, papai.
Diana saiu do carro. Valentín via ela se aproximando do carro do policial, rebolando a bunda provocativamente. Viu quando ela abriu a porta do passageiro e entrou, sentando do lado do policial. Diana falava com o policial, e ele respondia, mas Valentín não ouvia o que diziam.
De repente, ele viu a mão de Diana ir direto pra virilha do cara. Não via direito, mas tava claro que ela tava passando a mão na pica dele, pela cara de surpreso do sujeito. Ela continuava falando e o policial concordou. Então Diana se abaixou no colo do homem. Ia mamar o policial.
A pica de Valentín ficou dura na hora. A putinha da filha dele tava chupando a pica daquele policial gordinho pra eles não levarem a multa. Ele só via parte da cabeça dela subindo e descendo e a cara de prazer do policial.
O boquete não durou muito, em menos de um minuto Diana levantou a cabeça e retocou o batom se olhando no espelho do carro. Saiu do carro segurando os papéis na mão. O policial ficou lá, com cara de bobo. Diana entrou no carro do pai e entregou os papéis pra ele.
—Podemos ir, papai.
—Mas olha só que puta que você é, Diana.
—Hahaha, mas ele tirou a multa, né?
—Sim, hehe.
—Esse cara tava há semanas sem gozar. Que jeito de soltar porra. Quase não consegui engolir tudo.
—Não vai ser a última que você vai engolir hoje.
—Ummmmm, já tô salivando... e a buceta também.
Chegaram no bar lá pelas onze. Valentín entrou primeiro e pediu uma dose no balcão. O bar tava quase vazio. Só tinha três cinquentões e dois moleques. Nenhuma mulher.
Quando, cinco minutos depois, Diana entrou, os cinco clientes e o garçom olharam Olhavam de boca aberta. Aquela garota linda, vestida como uma verdadeira putinha, começou a rebolando no meio da pista. Dançava de um jeito muito sensual, acariciando o próprio corpo. Um dos coroas comentou:
- Porra, que mulherão. Vocês viram como ela é gostosa? E a rabeta que ela tem?
- Essa Promíscua veio atrás de pica.
- Se a safada não tá de sutiã - comentou outro.
Valentín estava adorando o efeito que a filha tinha causado nos homens. Os dois garotos cochichavam entre si. O terceiro coroa, o que parecia mais corajoso, foi dançar com a garota. Agarrou ela descaradamente pela cintura e esfregou a, com certeza, pica dura.
- Oi, gostosa. Como você se chama?
- Diana.
- Prazer, Diana. Eu sou o Pedro. Você é linda.
- Obrigada.
- O que você veio fazer aqui, gata?
- Dançar.
- Só dançar?
- Bom... a gente vê.
O tal Pedro começou a passar a mão na bunda dela por cima da saia curta. Outro dos caras não aguentou e se aproximou.
- Pedro, deixa eu dançar também com a moça bonita.
Pedro deixou e voltou pro balcão. Tava com um baita volume na virilha. Sentou do lado do Valentín.
- Ei, amigo, essa puta tá no cio, pode crer. Passei a mão nela à vontade e ela nem ligou. Olha, o Jesus também tá se divertindo pra caralho.
Valentín observava como o tal Jesus tentava beijar o pescoço da Diana, e ela, se divertindo, se afastava. O terceiro coroa se aproximou e Jesus cedeu o lugar, indo pro balcão.
- Porra, como a menina me deixou excitado. Por pouco não gozo esfregando nela.
Os três homens, Valentín, Pedro e Jesus, viam como o outro tinha se colado nas costas da Diana e dançava com ela bem juntinho, esfregando na bunda dela, e como a tal Promíscua apertava a raba contra a pica dura dele, sem parar de sorrir.
Os dois garotos mais novos não tinham coragem de ir. Só olhavam.
- Ei, amigo - disse Pedro se virando pro Valentín - Não quer esfregar uma Pouco com a garota?
- Bom, vou tentar.
Quando Valentín chegou perto do casal, o cara largou ela e foi se juntar aos três amigos. Diana olhou o pai nos olhos e sorriu, contorcendo o corpo de um jeito lascivo. Os corpos deles se grudaram e começaram a dançar devagar.
- Ufa, papai... esses três me deixaram supertarada. Meteram a mão em mim pra caralho.
- E você neles. Todos estavam de pau duro.
- Eu sei, não pararam de esfregar eles em mim.
Valentín girou ela pra que Diana virasse as costas pros três, e então começou a acariciar as costas dela devagar, até chegar na bunda. Mas diferente dos outros, que só apalparam por cima do vestido, Valentín levantou a saia dela e acariciou as nádegas nuas.
Os três amigos olhavam a cena chocados. Aquele cara que eles não conheciam estava apalpando a bunda daquela gostosa na frente de todos. Ficaram boquiabertos vendo ele começar a beijar ela, de boca aberta, chupando a língua dela. E não acreditaram quando viram ele levar uma mão nos peitos dela e começar a apertar.
- Não é justo - disse Pedro - Nós esquentamos ela e esse cara se aproveita.
- Olha, olha, ele tá passando a mão na buceta dela. Mas que puta gostosa.
Valentín, de canto de olho, olhava pros homens, que encaravam ele com ódio. Se não levasse as coisas com cuidado, podiam se meter em encrenca.
- Lembra que eu te falei que hoje você ia engolir mais porra? - sussurrou Valentín no ouvido de Diana.
- Sim, lembro...
- Então chegou a hora. Esses três não aguentam mais. Se deixarmos eles assim, com certeza vão me linchar e te estuprar.
- Quer que eu deixe os três me comerem?
- Não, só eu te fodo e quem eu mandar. Acho que com um boquete bom eles se acalmam.
- Como você quiser.
- Vou mandar eles um por um. Chupa a rola deles e esvazia as bolas.
Diana ficou no meio da pista, se mexendo devagar. Valentín se aproximou dos três amigos, que olhavam feio pra ele.
- A puta me disse que tá com tesão e que quer chupar rola, mas de um por vez.
- Quêêêêê? Cê tá de sacanagem?
- Foi o que ela disse.
- Ei, então eu vou primeiro, que fui eu quem começou.
Pedro voltou pra pista de dança. Diana sorriu pra ele enquanto se aproximava. Quando ficaram frente a frente, Pedro não sabia o que fazer. Diana, sem tirar os olhos dos dele e rebolando, foi se ajoelhando na frente dele. Levou as mãos até o pau e acariciou por cima da calça.
- Hummm, que que cê tem aqui.. Posso ver?
- Claro, gostosa.
Diana abaixou a braguilha dele e puxou o pau pra fora. Era pequenininho, mas grosso. Os dois amigos do Pedro, o garçom e os dois caras não acreditavam no que viam. Aquela garota linda engoliu o pau inteiro do Pedro, até as bolas, e colocou as mãos nas nádegas dele, puxando pra perto dela. Pedro gozou na hora, jorrando jatos grossos na garganta da Diana.
Quando a gozada do Pedro acabou, ela tirou o pau da boca e limpou com lambidas. Pedro foi até o bar subindo a braguilha.
- Porra, que boquinha que a putinha tem. Nunca gozei tão rápido.
- É minha vez - disse Jesus, saindo pra pista.
Diana esperava ele ajoelhada, mordendo o dedo e fazendo cara de puta. Assim que ele chegou perto, ela abaixou a braguilha e puxou um pau mais que respeitável. Olhando nos olhos dele, começou a passar o pau no rosto dela.
- Chupa, gostosa.
Diana abriu a boca e enfiou o pau até a garganta. Ela engasgou, mas se recuperou e começou a chupar. Os espectadores alucinavam com o jeito que aquela garota mamava. Ela enfiava o pau inteiro na boca. Jesus agarrou a cabeça dela e começou a foder a boca dela até estourar, mantendo o pau no fundo. Ele ouvia o barulho da Diana engolindo a gozada grossa dela e isso fazia ele gozar mais ainda. Quando tirou o pau da boca, um fio de saliva pendia da ponta. Pelo menos Jesus teve a decência de agradecer a Diana.
- Valeu, gostosa. Foi o melhor boquete que já tomei. minha vida.
-Pra mim foi um prazer. Fala pro teu amigo vir.
-Não precisa, ele já vem.
Jesus se cruzou no caminho com o terceirão mais velho. Quando chegou no balcão, comentou o boquete.
-Essa mina é uma bomba. Que jeito de mamar. Nenhuma mulher tinha engolido minha pica toda. Nunca vou esquecer como ela me olhava com aqueles olhos lindos enquanto engolia minha gozada.
-Acho que o Alberto também não vai durar muito - disse Pedro - já tá mamando ele.
Diana não perdeu tempo em tirar a pica do terceiro e começar um novo boquete. O homem acariciou o rosto dela com ternura, o que a surpreendeu um pouco. Esse não era tão bruto quanto os outros dois.
-Você é linda. Por favor, não me faz gozar muito rápido. Isso é a coisa mais quente que já aconteceu na minha vida e quero aproveitar.
-Vou te dar o melhor boquete da sua vida.
-Já é, linda.
Diana sentou sobre as panturrilhas, de um jeito que a pica ficasse um pouco acima do rosto dela e ela tivesse que levantar a cabeça pra alcançar. Assim o homem tinha uma visão completa da carinha linda da Diana, que lentamente lambia a pica dele, indo da ponta até as bolas, e depois de volta pra ponta, dando beijinhos. Fazia tudo sem usar as mãos, só a boca e o rosto. Ele olhava pra ela com olhos de prazer. Aqueles lábios vermelhos em formato de coração beijando a ponta da pica dele era a coisa mais erótica que já tinha acontecido na vida dele.
Ela enfiou meia pica na boca e começou um boquete lento, colocando e tirando a pica da boca devagar, lambendo com a língua.
-Ummm, Ummmmm - fazia Diana cada vez que a pica entrava na boca dela.
-Você é... aggggg... maravilhosa... que boquinha você tem... Vou... gozar... Porra!
Mesmo tentando segurar mais, não conseguiu. Começou a gozar dentro da boca daquela lindeza que olhava pra ele enquanto enchia de semen quente. Quando esvaziou tudo, respirando ofegante, tirou a pica da boca da mamadora. Olhou pra ela. Diana abriu a boca e mostrou o mar de porra que tinha, antes de de fechar a boca e engolir tudo.
- Hummm, que porra gostosa você tem - disse ela antes de dar um último beijo na ponta da pica.
- Você alegrou meu dia, gostosa, valeu.
Ele se abaixou e deu um beijo nos lábios dela. Depois, foi embora pro balcão. Diana ficou esperando algum sinal do pai dela.
- Ei, filho da puta, você aguentou bem - disse Pedro pro terceiro homem.
- Menos do que eu queria. Essa mina é maravilhosa. Ufa!
Valentín foi até o garçom, que tinha visto a cena toda bestificado.
- É sua vez.
- Minha?
- Claro. Ela disse que é pra todos.
- Sei lá... não posso ficar de putaria com os clientes.
- Não seja otário - disse Pedro - Você não vai ter uma chance dessas na vida.
Convenceram ele, e ele foi pra pista. Quando Diana abaixou a braguilha dele e puxou a pica, os 6 caras, e ela, ficaram de boca aberta. O garçom tinha um pauzão do caralho, enorme. A buceta de Diana não precisou ficar molhada porque já tava encharcada. Era a maior pica que ela já tinha visto.
- Caralho, que pica que você tem, gato. Não sei se vai caber na minha boquinha.
- Tenta aí.
Diana abriu a boca o máximo que pôde, e o garçom começou a meter a pica. Devagar, ela foi engolindo, engolindo. Chegou na campainha, mas continuou entrando. Diana teve que levantar a cabeça pra deixar o caminho da pica mais reto. Mesmo assim, não conseguiu engolir mais. Era pica demais pra garganta dela, então fez um boquete 'normal', sem garganta profunda. Só a clássica mamada de sempre.
Os outros olhavam maravilhados enquanto aquela mina, de joelhos na frente do garçom, metia parte daquele pauzão imenso na boca.
O garçom começou a tremer, sinal do orgasmo iminente.
- Posso gozar na sua carinha?
Diana não respondeu. Tirou a pica da boca, fechou os olhos e sorriu. O garçom pegou a pica e bateu uma até explodir. A gozada era do tamanho da pica. Foi espetacular a quantidade de porra que ele jogou nela. na cara da Diana. Ela recebia tudo se tocando na bucetinha e gozando igual uma puta. O pai dela não tinha dito que ela não podia gozar.
O garçom voltou pro balcão. Os homens olhavam pra ele, chocados e admirados. Diana continuava ajoelhada na pista, com a cara cheia de porra escorrendo pelo decote.
Valentín olhou pros dois jovens, os dois que faltavam pra esvaziar na boca da filha dele, mas os idiotas não tinham conseguido segurar e tinham batido uma punheta até gozar.
— Bom, senhores, acho que vou levar a dama pra casa.
Alguém tentou protestar, mas o olhar de Valentín calou ele. Valentín pegou uns guardanapos e foi pra pista buscar a Diana. Ela não conseguia abrir os olhos porque estavam cobertos de sêmen.
— Toma, limpa essa cara, puta. Que espetáculo. Eles nunca vão esquecer isso na vida.
Diana se limpou com os guardanapos e se levantou. Abraçou o pai e os dois saíram sem ninguém falar nada.
— Eu fiz direito, papai?
— Você fez perfeitamente. Você é a maior puta do mundo.
— Obrigada, papai.
— Vi você se tocando enquanto o garçom gozava na sua cara.
— ... é... é que... eu tava com muito tesão.
— Te trouxe aqui pra ser usada como uma puta, não pra você se tocar.
— Eu...
— Você gozou? Não mente pra mim.
— Sim.
— Bom, então vou ter que te castigar.
Quando chegaram no carro, que tava estacionado numa área escura, Valentín pegou a Diana e fez ela virar. Empurrou ela pra frente e apoiou ela no capô do carro, deixando a bunda dela exposta.
— Agora você vai ver o que acontece com as vadias que não obedecem.
Diana ouviu o pai abaixar o zíper. Sentiu a mão dele subindo a saia curta, deixando o cu dela nu, rasgando a tirinha da calcinha fio dental, arrancando ela, abrindo as nádegas com as mãos e enfiando o pau dele no cu dela.
— Aggggggggggggggggg
— É isso que acontece com as putinhas desobedientes.
Valentín segurou os quadris dela e começou a... Enfiar com força, selvagemente. A buceta da Diana não parava de escorrer. Diana pensou que ele podia castigá-la daquele jeito sempre que quisesse.
- Agggggggggg papiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii ummmmmmmmmm
Com a mão aberta, deu-lhe um tapa sonoro na bunda.
- Foxy.
- Aggggg eu... posso... gozar? por favor....
- Goza o quanto quiser, sua Promíscua. Você gosta que seu pai te coma de cu?
- Siiiiiiiiiiiii adoro que me coma de cu, papi... Ahhhhhhh sou uma puta e mereço isso..
Valentín deu outro tapa na bunda e Diana começou a gozar. Ela teve um orgasmo atrás do outro, sentindo o pau do pai partir o cu dela em dois, aproveitando até o infinito. Em poucos minutos, Valentín deu um grito forte e encheu o cu da filha com toda a sua porra grossa e quente, dando tapinhas na bunda dela.
Ficaram um tempo descansando o prazer. Valentín acariciava docemente as nádegas vermelhas de Diana, que de olhos fechados curtia o carinho. Depois, tirou o pau do cu dela, mas não o guardou na calça.
- Vamos pra casa.
Entraram no carro e deram partida. Valentín colocou uma mão na cabeça dela e a fez abaixar até o pau dele.
- Então, sua putinha. Espero que engula a quinta gozada da noite antes de chegar em casa.
Valentín dirigia com cuidado, aproveitando a boca quente de Diana. Acariciava o cabelo dela, acompanhando o sobe e desce da cabeça.
Diana estava encantada com o jeito que o pai a tratava. Ele a fazia sentir-se dele, completamente à mercê. Ela adorava se submeter ao pai. A excitava muito. Enquanto chupava o pau dele, levou uma mão à buceta e se masturbou. Ele disse que ela podia gozar o quanto quisesse.
Exatamente quando estacionavam na frente da casa, Valentín encheu a boca de Diana, que sentindo o próprio orgasmo, bebeu com amor tudo que o pai lhe dava.
- Ummmm, hoje foi um grande dia, sua putinha.
- Adorei, papi. Eu... eu te amo.
- E eu você.
Se beijaram como dois namorados, e depois entraram em casa. mandaram todo mundo embora e foram dormir.
Diana dormiu como um bebê, com a barriguinha e a bunda cheias de porra.
CONTINUA.
0 comentários - A novinha gostosa 4